José Carlos WerneckEm jantar no apartamento do senador Tasso Jereissati, o presidente do Senado Renan Calheiros e os senadores Aécio Neves,José Serra, Aloysio Nunes Ferreira, Cássio Cunha Lima, Romero Jucá e Eunício Oliveira falaram sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff e a posse do vice-presidente, Michel Temer.
Todos concordaram que Eduardo Cunha presidente da Câmara dos Deputados está sendo precipitado em acelerar a abertura de um processo de impedimento. Foram unânimes que seria melhor aguardar as manifestações do próximo dia 16 e a apreciação, pelo TCU, das pedaladas fiscais da presidente Dilma.
As consequências do impeachment na Economia foram, também, tema do encontro. Serra e Romero Jucá acham que a crise econômica se acentuará,ainda mais, nos próximos meses. Elas preveem paralisação dos investimentos privados e aumento da taxa de desemprego.
O encontro dos senadores teve como principal objetivo ficar próximos ao presidente do Senado, que tem feito críticas à coordenação política do governo e ao, até agora, malogrado ajuste fiscal.
TEMER
Enquanto isso, o vice-presidente da República, no Twitter, desmentia boatos de que tenha saído do comando da articulação política em conversa com a chefe do Governo. “São infundados os boatos de que deixei a articulação política. Continuo. Tenho responsabilidades com meu país e com a presidente Dilma”.
Com o agravamento da crise , ministros do PT disseram que o vice-presidente estaria fazendo um jogo duplo pois é quem assumirá com a saída da presidente Eles se referiram a frase do vice na última quarta-feira:”É preciso que alguém tenha capacidade de reunir a todos”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário