Tem coisas que são inconcebíveis de aceitar numa cidade como Ilhéus.
Apesar do conceito da separação dos poderes, também referido como
princípio de trias politica, é um modelo de governar, cuja criação é
datada da antiga Grécia. A essência desta teoria se firma nos três
poderes que formam o Estado (legislativo, executivo e judiciário) atuem
de jeito separado, independente e harmônico, sendo suas características
(uno, indivisível, indelegável). Com exceção do judiciário, em Ilhéus a
prefeitura e a câmara são uma (coi$a só!). O capachão do presidente da
Câmara de Vereadores, Tarcísio Paixão, cumpre as ordens do parlapatão do
prefeito de forma subserviente e sinistra. A Câmara de Ilhéus é uma
vergonha, é uma sujeira só! Uma bomba vai estourar a qualquer momento! A
Prefeitura de Ilhéus e a Câmara de Vereadores encontram-se nas mãos de
uma única pessoa, abusando, como ocorria no Sistema Absolutista, em que o
poder concentrava-se na mão do Rei. Aqui em Ilhéus o Rei é Jabes
Ribeiro. Mas este reinado está chegando ao fim. E de forma melancólica!
Jabes não respeita a Câmara, não respeita a Lei Orgânica, não respeita o
Regimento Interno e nem respeita a oposição. Continua impondo dua
ditadura desenfreada e truculenta. Tudo isso em face de um presidente
fraco, interesseiros e despreparado, juntamente com um rol de adoradores
de benesses. Um exemplo é a votação do projeto da Zona Azul, num
verdadeiro descumprimento do art. 27 da Lomi em que a ordem de Jabes é
bem clara para Tarcísio Paixão e demais governistas lambe-botas: “A
Câmara não pode entrar em recesso enquanto não se aprovar o projeto da
Zona Azul”. Prefeito mandando na Câmara, pode? (Cléa Sam, jornalista)
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