Rodovia Santarém-Cuiabá tem cerca de mil quilômetros no estado.
Um dos trechos mais críticos fica na região oeste do Pará.

"Coisa feia tem lá para frente. Vamos ver até onde dá para ir. Toda semana é essa aventura, enfrentar essa estrada aqui", conta o caminhoneiro Aderaldo Gomes. Produtores do estado Mato Grosso dependem da estrada para fazer com que a soja e o milho cheguem aos portos das regiões sudoeste e oeste do Pará, possibilitando sua exportação para a Ásia e para a Europa.
A rodovia tem cerca de mil quilômetros no Pará e um dos trechos mais críticos fica entre os municípios de Novo Progresso e Itaituba, na região oeste do estado. Nos cerca de 240 quilômetros de estrada de terra, a sinalização é precária e vários atoleiros se formam no período de chuvas. "Choveu? Espera, não adianta querer forçar a barra, que não vai", diz a caminhoneira Marlene Becker.
O Departamento Nacional de Infraestrutura Terrestre (Dnit) informou que mais de R$ 300 milhões estão previstos para obras de asfaltamento da rodovia, mas o serviço que tinha conclusão prevista para o final de 2015 deve demorar mais dois anos, devido ao cancelamento de dois contratos relacionados às obras.
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