MEDIÇÃO DE TERRA

MEDIÇÃO DE TERRA
MEDIÇÃO DE TERRAS

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Dilma foge de sua excelência o mercado.


Dilma Rousseff decidiu hoje (segunda, 12) cancelar sua participação no Fórum Econômico Mundial, encontro anual realizado em Davos (Suíça), devido ao cenário político-econômico nacional e à proximidade da eleição para as duas Casas do Legislativo (Câmara e Senado), nos primeiros dias de fevereiro. A viagem da comitiva presidencial ao evento, a ser realizado entre 21 e 24 de janeiro, consumiria uma ausência do país considerada excessivamente prolongada ante à importância do momento, segundo relato de um interlocutor governista à Agência Estado.
A decisão também leva em conta que medidas impopulares estão em curso para a reorganização das contas públicas, conforme já anunciou a equipe econômica liderada pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Tais medidas têm de ser aprovadas pelo Congresso e, na visão do governo, a permanência de Dilma no Brasil seria aconselhável como forma de tentar evitar turbulência entre os parlamentares. Assim, o Brasil colocará em xeque a tarefa de, ao menos por meio da figura de sua chefe de Estado, recuperar em Davos a credibilidade econômica e impedir a perda de grau de investimento aferido por agências de classificação de risco.
“Querem me colocar para viajar”, reclamou Dilma, informa a Agência Estado, considerando que o momento é de mais preocupação com política do que com economia. A montagem do segundo escalão do governo e a substituição de ministros já empossados são demonstração disso, diz o veículo paulista, que lembra ainda a reunião que Dilma terá com os presidentes do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e do Banco do Brasil, respectivamente Luciano Coutinho e Aldemir Bendine. Em pauta, a ser discutida no Planalto na próxima quarta-feira (14), a sucessão no comando dessas duas instituições. (Congresso em Foco) 
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