Luan Santos, integrante do evento, afirmou que a experiência foi única.
Coordenador do evento disse estar satisfeito com os resultados do Campori.
Jovens desmontando barracas utilizadas durante o acampamento no VI Campori, em Macapá (Foto: Graziela Miranda/G1)Segundo Santos, a experiência de poder acampar foi algo diferente de tudo o que ele já viveu. "Eu aprendi a ser mais independente. Isso é importante, pois o ser humano precisa aprender a viver longe de casa. E durante à noite, nós ficávamos conversando, contando histórias e fazendo amizades. Não tem coisa melhor", afirmou.
Barracas utilizadas no VI Campori(Foto: Graziela Miranda/G1)
Mello informou que na classificação não houve 'primeiro lugar'. "Cada clube tinha que manter os seus pontos. 90% deles conseguiram isso. Não houve competição e, por isso, não houve um 'primeiro lugar'", explicou.
Para Mello, o momento considerado mais importante no evento foi a celebração das atividades concluídas com êxito. "Nesta hora aconteceu a comemoração de tudo o que eles conseguiram realizar nesses dias. Esse foi o ponto alto do VI Campori", destacou.
Jovens em atividade durante o VI Campori (Foto: Graziela Miranda/G1)Mais de 80 clubes do Amapá e do Pará participaram, desenvolvendo atividades esportivas, como prova de fogo, bússola, enchimento de balde, basquete cego, ordem unida de olhos vendados, além de tenda de oração e rali bíblico.
"O nosso objetivo foi trabalhar o campo físico, mental e o espiritual dos participantes. Estamos bastante satisfeitos, pois conseguimos isso. Para mim, este evento ficou para a história", avaliou Mello.
A próxima edição do Campori está prevista para acontecer em 2015, no estado do Pará. Segundo Haroldo Mello, ainda não foi definido em qual município será o evento.
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