MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

domingo, 24 de fevereiro de 2013

OAB constata irregularidades no Hospital de Urgência de Teresina


Setor de Radiologia está funcionando com menos de 30% da equipe.
Comissão fez neste domingo (24) uma visita e fiscalização no hospital.

Do G1 PI
A Comissão de Direito da Saúde, da Ordem dos Advogados do Brasil, Secção Piauí, constatou irregularidade no funcionamento do Hospital de Urgência de Teresina durante visita feita neste domingo (24). Com a greve dos servidores, o setor de radiologia está funcionando com menos de 30% da equipe, infringindo a lei nº7783 de 1989, que prevê a manutenção do percentual mínimo nos serviços médicos e hospitalares em caso de paralisação.

A visita foi feita para fiscalizar se os atendimentos estão sendo realizados conforme determina a lei. Ao chegar no hospital a comissão encontrou filas imensas e pacientes com até 17 horas aguardando para realização de raios-X.

Em virtude da paralisação no setor, apenas um técnico em radiologia está atendendo a população em plantões de quatro horas. “Significa que o serviço básico não está sendo oferecido. Isso prejudica muito a população, porque a maior parte dos pacientes vão para a ortopedia”, destaca a advogada Rubenita Lessa, que integra a comissão da OAB.

De acordo com o ortopedista, Bruno Freire, a paralisação compromete todo o atendimento. “Para fazer qualquer encaminhamento médico, precisamos de exames. Se a radiologia está com um reduzido número de técnicos, o atendimento atrasa por conta da greve específica do setor”, relatou o ortopedista.

A paralisação dos hospitais da rede municipal de saúde teve início na segunda-feira (18). No caso do HUT, além do setor de radiologia, os técnicos de laboratório e os auxiliares administrativos estão parados.

A presidente da Comissão de Direito da Saúde, Cínthia Ayres, assegurou que se reunirá com a diretoria da OAB-PI para repassar o relatório da visita de fiscalização e avaliar as medidas cabíveis a serem tomadas. “A OAB vai agir institucionalmente e cobrar dos órgãos responsáveis para que a situação seja mudada”, garante.

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