![Marina diz que prisão de Lula não é motivo de comemoração, mas marca novo tempo [Marina diz que prisão de Lula não é motivo de comemoração, mas marca novo tempo ]](https://www.bocaonews.com.br/fotos/bocao_noticias/202720/IMAGEM_NOTICIA_0.jpg)
07 de Abril de 2018 às 14:39 Por: Gilberto Junior/BNews Por: Redação BNews
Ao
se lançar novamente pré-candidata à Presidência da República neste
sábado (7), a ex-senadora Marina Silva, disse que a prisão do
ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não é motivo de comemoração, mas
ponderou que simboliza um novo tempo.
Ela disse que o ex-presidente "poderia estar apto a fazer o que bem quisesse na política", mas, no entanto, "está sendo interditado pelos erros que cometeu".
"Não deve ser motivo de comemoração", disse Marina. "[Mas é] a sinalização de que estamos iniciando um tempo de que a lei será igualmente para todos", afirmou.
Ela criticou nominalmente alguns políticos, inclusive o senador Aécio Neves (PSDB-MG), a quem se aliou no segundo turno da disputa presidencial de 2014.
"Se, e somente se, nós dermos continuidade a este processo e que não se permita mais que os Renans [Calheiros], os Aécios [Neves], os [Eliseu] Padilhas e os [Michel] Temers fiquem impunes sob o manto do foro privilegiado", afirmou a ex-senadora, defendendo a prisão após condenação em segunda instância e o fim do foro especial.
Ela disse que o ex-presidente "poderia estar apto a fazer o que bem quisesse na política", mas, no entanto, "está sendo interditado pelos erros que cometeu".
"Não deve ser motivo de comemoração", disse Marina. "[Mas é] a sinalização de que estamos iniciando um tempo de que a lei será igualmente para todos", afirmou.
Ela criticou nominalmente alguns políticos, inclusive o senador Aécio Neves (PSDB-MG), a quem se aliou no segundo turno da disputa presidencial de 2014.
"Se, e somente se, nós dermos continuidade a este processo e que não se permita mais que os Renans [Calheiros], os Aécios [Neves], os [Eliseu] Padilhas e os [Michel] Temers fiquem impunes sob o manto do foro privilegiado", afirmou a ex-senadora, defendendo a prisão após condenação em segunda instância e o fim do foro especial.
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