Governo do estado espera que situação seja normalizada em cinco dias.
Servidores da Sefaz devem atuar em plantão especial para liberar produtos.
Servidores da Suframa estão em greve há mais de40 dias (Foto: Diego Toledano/G1 AM)
A medida foi anunciada nesta sexta-feira (3). De acordo com o governador do estado, o objetivo é zerar o estoque de insumos e mercadorias que estão com a liberação atrasada. De acordo com o Centro de Indústrias do Amazonas (Cieam), até a última semana, cerca de 30 mil toneladas de mercadorias estavam retidas em portos de Manaus.
Um grupo de servidores da Sefaz passou a assumir as atribuições da Suframa após decisão da 3ª Vara Federal que visa garantir o funcionamento dos serviços durante a greve da autarquia. A secretaria foi notificada em 8 de junho.
Atendendo uma liminar da Justiça, os fiscais da Sefaz tiveram que deixar a função no dia 13 de deste mês. A decisão assegurou o direito de greve dos servidores da Suframa e determinou que pelo menos 30% do contingente dos servidores da autarquia ocupasse os postos de trabalho.
Greve
Os servidores da Suframa anunciaram greve como protesto ao veto da presidente Dilma Rousseff em relação à medida provisória 660, que determina a reestruturação do plano de cargos e carreiras.
A greve, iniciada há mais de 40 dias, acontece nas 14 unidades da Suframa, em cinco estados - Amazonas, Acre, Amapá, Rondônia e Roraima. O movimento grevista dura mais de 40 dias.
Votação adiada
A votação ao veto da MP 660, marcada para a quarta-feira (1º), no Congresso Nacional foi adiada para o dia 14 de julho, por falta de quórum. Para os senadores pelo Amazonas Vanessa Grazziontin (PCdoB-AM) e Omar Aziz (PSD-AM) ainda é necessário angariar votos a favor da Suframa para a votação derrube o veto.
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