Segundo a Folha de São Paulo, Dilma Rousseff afirmou, em entrevista ao jornal americano
"The Washington Post", que há "um pouco de preconceito sexual" na forma
como é descrita a sua forma de governar. Em resposta a uma afirmação de que Dilma é uma micromanager
–termo em inglês que designa um chefe muito controlador–, ela
questionou se "alguma vez você já ouviu alguém dizer que um presidente
do sexo masculino coloca o dedo em tudo". Mas é óbvio que sim.
Dezenas de presidentes, por métodos mais eficientes do que a estupidez e
a falta de educação que Dilma pratica, controlam tudo. E prosseguiu: "Eu acredito que há um pouco de preconceito sexual. Sou descrita como
uma mulher dura e forte que coloca o nariz em tudo, e eu estou [me
dizem] cercada por homens muito bonitos", completou. Se houvesse
preconceito sexual contra ela, não teria sido eleita presidente por duas
vezes. Esta resposta imbecil da Miss Mandioca é até mesmo uma ofensa
aos seus eleitores. O que se contesta é a violência, os palavrões, a
falta de polimento com que trata seus ministros e seus subordinados,
mundialmente reconhecidos. Prefere agir aos gritos e jogar objetos nas
pessoas. O preconceito sexual a que ela se refere só pode ser a sua
mania de mulher-macho, sim senhor, que poderia substituir por um andar
mais elegante e uma postura mais feminina.
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