Categoria deflagrou greve nesta quinta-feira (28) na UFPA.
Docentes reivindicam que educação seja tratada como prioridade.
Portão principal de acesso à universidade está fechado. (Foto: Dominik Giusti/G1)
Professora Rosimê Meguins contesta corte nasverbas. (Foto: Dominik Giusti/G1)
"Nossa prioridade nem é o salário, mas contra o corte de verbas e pela manutenção de conquistas históricas dos professores. Entendemos que o país está em crise e a melhor maneira de atravessar isso será com investimentos em educação", avalia Rosimê Meguins.
A greve começou em universidades federais de Alagoas, Amapá, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Sergipe e Tocantins. No Acre, os professores da Federal do Acre devem parar as aulas a partir de sexta-feira (29).
Na UFPA, a greve dos docentes ocorre em conjunto com a dos servidores e técnicos, puxada pelo Sindicato dos Trabalhadores das Instituições Federais do Ensino Superio no Pará (Sindtifes/PA). Atualmente, a instituição conta com 2.500 professores, destes 1.600 são sindicalizados. No que se refere aos técnicos administrativos são 2.309.
Atualmente, a UFPA conta com 2.500 professores, destes 1.600 deles são sindicalizados. Já no que se refere aos tecnicos administrativos são 2.309.
Sobre a greve, a assessoria da UFPA disse que "será respeitado o direito a livre manifestação de nossos docentes, discentes e técnicos".
Alunos
De acordo com os estudantes Glauce Santos e Artur Ramos, as aulas no curso de odontologia foram ministradas normalmente durante a manhã, mas há possibilidade de suspensão das atividades. "A gente entende que é um direito dos professores a greve, assim como é a nossa é ter aulas. Mas realmente é necessário pois no nosso curso a infraestrutura precisa melhorar", disse Glauce.
Artur Lopes cursa educação educação física edisse que a disciplina de natação foi ministrada
sem piscina. (Foto: Dominik Giusti/G1)
Serviços
A greve dos professores e servidores da UFPA paralisa as atividades no Campus Guamá, mas alguns serviços continuam funcionando como o Hospital Bettina Ferro, o Restaurante Universitário, o serviço de ônibus circular além de bancos e outros estabelecimentos no prédio do Vadião.
O acesso à universidade está bloqueado nos portões 1 e 2 e é possível entrar na instuição pelos portões 3 e 4.
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