Até sexta-feira, serão eleitos 20 mil líderes em 1.369 escolas estaduais.
Pela primeira vez, eles terão nomes publicados no Diário Oficial do Estado.

"Eles vão participar como interlocutores da classe perante a comunidade escolar. Então, eles podem participar de diversas ações, como na reformulação do projeto pedagógico da escola, na elaboração do cardápio da merenda escolar, até mesmo de decisões do colegiado. Então, a ideia é que eles representem os outros estudantes e, agora com a formalidade da eleição de líderes, esperamos que isso tenha um peso de responsabilidade e passem a atuar mais ativamente nas decisões da escola", acredita o diretor do Colégio Estadual Professor Rômulo Almeida, no bairro do Imbuí, Elísio Santos.
"O líder tem sempre que procurar ouvir os colegas de classe para poder passar para à direção os problemas voltados para o ensino e educação. E também procurar ajudar os seus amigos que têm dificuldade. Ele tem que ser flexível", acredita uma estudante. "[Ele tem que pensar] o melhor para a escola, para o nosso bem estar também. Porque praticamente a escola é a nossa segunda casa", completa outra aluna.
A estudante Fernanda Matos foi eleita vice-líder em uma das turmas do colégio e conta que já tem projetos voltados para melhorias na unidade. "Eu penso em fazer como já queria no ano passado, fazer eventos culturais no colégio, de música. Tem muita gente que toca, canta, dança. A gente estava pensando em fazer propostas assim melhores para que isso incentive aos nossos colegas e a nós mesmos estudar".
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