A candidata do PSB à Presidência da República, Marina
Silva, acompanhada do seu vice, Beto Albuquerque, visita na tarde desta
segunda-feira (25), a Bienal do Livro, no Anhembi, zona norte de São
Paulo
(Leonardo Benassatto/Futura Press)
Um dos dirigentes do PSB que mais faziam ressalvas à
agora presidenciável Marina Silva, o deputado Márcio França, candidato a
vice-governador em São Paulo na chapa de Geraldo Alckmin (PSDB), avalia
que a ex-senadora terá uma guinada "avassaladora" na intenção de voto a
ser divulgada nesta terça-feira pelo Ibope. França rebateu o tucano
Aécio Neves, que nesta segunda disse que a popularidade de Marina era
apenas uma "
onda". "O
problema é o tamanho da onda. Tem onda de 1 metro, 5 metros, 8
metros,10 metros... E tem onda de 80 metros. Se for muito grande, depois
não tem o que fazer ", disse. O parlamentar também disse que a comoção
pela morte trágica do ex-governador e cabeça de chapa Eduardo Campos
favoreceu Marina. "A frase mais bonita que eu ouvi foi de um bispo: 'As
pessoas estão com saudade do futuro, como se tivessem ficado com saudade
de uma coisa que não conheciam'. Agora todo mundo se sente um pouco fã
do Eduardo, um pouco arrependido por não tê-lo conhecido melhor. E tudo
isso, claro, desagua de certa forma na Marina."
(Eduardo Gonçalves e Felipe Frazão, de São Paulo) VEJA.COM
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