Segundo presidente do sindicato, empresas descumprem lei trabalhista.
Agências no bairro do Comércio, em Salvador, tiveram expediente alterado.
Banco do Brasil no bairro do Comécio, em Salvador(Foto: Gabriel Gonçalves/G1)
A reportagem do G1 esteve no bairro do Comércio, um dos principais polos comerciais da capital baiana, onde constatou que as unidades alteraram o funciocamento. Agências do Bradesco, Banco do Brasil, HSBC e Caixa Econômica não tinham atendimento ao público. Apenas os caixas eletrônicos estavam acessíveis aos clientes.
Segundo José Boaventura, não houve acordo com as empresas. "Nós entramos em greve hoje. Elas precisam nos pagar essa taxa desde dezembro de 2012, quando a lei foi sancionada e eles só querem nos pagar em 2014", conta Boaventura.
O G1 entrou em contato com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que por meio de nota, informou que não iria comentar o assunto. Segue a nota na íntegra:
“Os vigilantes são empregados de empresas de vigilância e segurança e não dos bancos. Portanto, não cabe à FEBRABAN se manifestar sobre questões trabalhistas dos vigilantes. Os sindicatos das empresas de vigilância e segurança é que autorizados a se manifestar sobre o movimento dos vigilantes”.
Categoria colou panfletos anunciando a greve nas agências bancárias (Foto: Gabriel Gonçalves/G1)
Banco do Brasil (Foto: Gabriel Gonçalves/G1)
Banco no bairro do Comércio, em Salvador (Foto: Gabriel Gonçalves/G1)
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