MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Mais de mil servidores do Judiciário de Goiás exigem direitos em passeata

 

Grevistas querem aumento de 82,3% e criação de planos de cargos e salários.
Paralisação que já dura oito dias, prejudica o atendimento à população.

Do G1 GO, com informações da TV Anhanguera
Cerca de 1180 servidores do Judiciário de Goiás realizaram, na tarde desta quarta-feira (28), em Goiânia, uma passeata reivindicando aumento salarial de 82,3% e a criação de planos de cargos e salários.
A marcha, que durou aproximadamente quatro horas, saiu do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), no Setor Oeste, seguiu para o Palácio Pedro Ludovico Teixeira, no Centro, passou pela Assembleia Legislativa, na Alameda dos Buritis, e retornou para a sede do Judiciário. A manifestação afetou o trânsito na região, que ficou lento por onde os grevistas passavam.
A greve dos servidores já dura oito dias. O agropecuarista Celso Junior, que procurava por atendimento saiu decepcionado. “A Justiça já não anda, com greve então, prejudica o andamento dos nossos processos”, diz.
A greve também irritou os advogados. “Eles trabalham meio período e ainda fazem greve. Tem casos urgentes parados”, reclama o advogado, Luiz Henrique Faria Vieira.
Segundo o próprio comando de greve, Goiânia não é uma das cidades mais prejudicadas pelo movimento, visto que na capital existem muitos servidores comissionados e terceirizados que não aderiram ao movimento. De acordo com o Sindicato dos servidores e Serventuários da Justiça de Goiás (Sindjustiça), a adesão à greve é maior no interior do estado.
Em Porangatu (GO), salas e corredores do fórum  estão praticamente vazios. 70% dos servidores aderiram ao movimento grevista. Em Catalão (GO), no Sudeste goiano, os funcionários comparecem ao fórum, mas não trabalham. Já em Ipameri (GO), foram mantidos apenas os atendimentos de urgência.
Em nota, o presidente do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), Vitor Lenza, afirmou que ofereceu aos servidores um aumento de 6%, índice bem abaixo da reivindicação, mas que representa um impacto anual de mais de um R$ 1 milhão.

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