MEDIÇÃO DE TERRA

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domingo, 5 de junho de 2022

João Roma participa de ato no município de Curaçá

 POLITICA LIVRE


bahia

O pré-candidato a governador da Bahia, ex-ministro da Cidadania e deputado federal, João Roma (PL), esteve neste sábado (4), em Curaçá e disse que “a mudança que ocorreu no Brasil em 2018 com a eleição do presidente Jair Bolsonaro (PL) precisa acontecer também na Bahia em 2022”, com mudança na forma de fazer política que, segundo ele, é sem perseguição a adversários políticos. Roma foi ao município participar da entrega de equipamentos feita pelo Governo Federal e foi recepcionado pelo prefeito Pedro Oliveira (PSC) e pelo vice-prefeito Adriano Araújo (PSDB).

“Em Brasília, quando os acolhi com a bandeira de Curaçá, eu não perguntei ao prefeito nem ao vice, que estão aqui presentes, qual era o partido político a que eram filiados. Tem sido sempre assim a política que praticamos. Trabalhamos para melhorar a vida das pessoas, sem olhar para qual partido está na prefeitura”, disse Roma. O pré-candidato bolsonarista afirmou que a perseguição a adversários é uma tônica tanto do PT, que tem a pré-candidatura de Jerônimo Rodrigues, quanto do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, que utiliza a estrutura da Prefeitura de Salvador para atender a interesses pessoais. “Precisamos de uma mudança de verdade”, enfatizou.

À população de Curaçá, Roma salientou que as mudanças na segurança pública, na educação e na infraestrutura virão com uma mudança na forma de fazer política, sem o ‘toma lá, dá cá’, sem o empreguismo e sem a perseguição a quem é de partido diferente. Roma apontou que, no fim, a grande prejudicada por este modelo arcaico de fazer política é a população. Ele pontuou que, na cidade, 1500 famílias que estavam excluídas do antigo Bolsa Família hoje estão incluídas no Auxílio Brasil, totalizando 7,7 mil famílias atendidas com uma destinação mensal de R$ 3 milhões. “Trouxemos investimentos para Curaçá sem perguntar a qual partido era filiado o prefeito”, reiterou Roma.

O pré-candidato lembrou que, quando era ministro da Cidadania e ocorreram as fortes chuvas que causaram calamidade no sul da Bahia, ele providenciou ajuda a mais de cem municípios, atendendo a todas as cidades cujas prefeituras apresentavam pedidos por conta da calamidade ocasionada pelas enchentes. “Nenhum prefeito foi perguntado qual era o partido político a que era filiado. Ajudamos prefeitos do PT, do PCdoB, do PSB, do PDT, do escambau, mas a gente estava ajudando as pessoas, ao povo aqui na Bahia. Essa é a forma de trabalhar”, disse João Roma, afirmando que essa é uma marca da gestão de Jair Bolsonaro.

“A Bahia precisa enxergar essa mudança com clareza, não é possível que o estado brasileiro que tem o quarto maior colégio eleitoral do país viva esta condição de abandono”, disse Roma, que lembrou que os anos em que Bahia e Brasil foram governador pelo PT não proporcionaram os avanços esperados. O pré-candidato de Bolsonaro na Bahia disse que não houve duplicação de rodovias federais e obras como o Rodoanel de Feira de Santana e a Ferrovia Oeste Leste ficaram paradas.

“Bolsonaro mostrou que é diferente. Na última eleição, ele teve apenas 24% dos votos da Bahia, não foi vitorioso na Bahia e, mesmo assim, sem olhar para isso, tratou a Bahia com respeito e com carinho. Já duplicou mais trechos de BR do que o PT nesse tempo todo. A Ferrovia Oeste Leste, que era um monumento ao descaso, literalmente está entrando os trilhos. O nome disso é aumentar ainda mais os investimentos e a oportunidade de trabalho e renda para o nosso povo. Essa é a Bahia que nós queremos, uma Bahia grandiosa”, declarou João Roma.

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