O governo lança nesta quarta-feira (24) uma medida provisória
que vai permitir saques de contas ativas e inativas do FGTS (Fundo de
Garantia por Tempo de Serviço). Com slogan “Saque certo” com o uso de um
cifrão na letra “S”, o texto será assinado pelo presidente Jair
Bolsonaro (PSL) no Palácio do Planalto. De acordo com informações da
equipe ministerial, o limite máximo de saque deverá ser de R$ 500 para
cada conta do trabalhador. O valor foi mencionado na véspera pelo
porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, e reafirmado pelo
ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Segundo Onyx, além do teto
de R$ 500, haverá uma regra de proporcionalidade para calcular o valor
de retirada. Em entrevista à Rádio Gaúcha, ele explicou que a liberação
será determinado pelo saldo da conta. Os trabalhadores que tiverem menos
recursos guardados poderão sacar uma proporção maior. O governo decidiu
que a medida de flexibilização de saques do FGTS vai dar ao trabalhador
a possibilidade de sacar recursos anualmente, e não apenas uma vez,
como foi feito em gestões anteriores.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse na terça (23) que a medida vai movimentar cerca de R$ 30 bilhões neste ano. Até o ano que vem, os recursos chegarão a R$ 42 bilhões. O anúncio ocorre com uma semana de atraso em relação à previsão inicial dada pelo governo. A mudança de planos ocorreu depois de pressão do setor de construção civil. Como o FGTS financia o programa Minha Casa Minha Vida, empresários manifestaram ao Palácio do Planalto receios sobre um eventual corte de recursos.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse na terça (23) que a medida vai movimentar cerca de R$ 30 bilhões neste ano. Até o ano que vem, os recursos chegarão a R$ 42 bilhões. O anúncio ocorre com uma semana de atraso em relação à previsão inicial dada pelo governo. A mudança de planos ocorreu depois de pressão do setor de construção civil. Como o FGTS financia o programa Minha Casa Minha Vida, empresários manifestaram ao Palácio do Planalto receios sobre um eventual corte de recursos.
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