Foto: Alex Silva/Estadão
Marina Silva
A candidata da Rede à Presidência da República, Marina Silva,
encerrou hoje (6), em Rio Branco, no Acre, sua campanha política.
Emocionada, ela disse que está confiante que chegará ao segundo turno
das eleições, pois se considera a melhor alternativa ao que chama de
“polarização”. “No primeiro turno, a gente vota em quem acredita”,
disse. “O Brasil não pode ficar dividido entre a cruz da corrupção e a
espada da violência e o saudosismo da ditadura”, afirmou Marina no
Aeroporto Internacional Plácido de Castro, reiterando que o país não
quer a polarização na política. “Uns estão votando porque têm medo,
outros porque têm raiva. Mas você pode votar porque tem esperança”,
acrescentou. Recebida por correligionários e simpatizantes, Marina se
emocionou ao lembrar que todas as vezes que retornava para o Acre era
recebida pelo pai Pedro Augusto da Silva, que morreu há nove meses. No
entanto, agradeceu o apoio e disse que éali, no Norte, que estão as
raízes dela. “Aqui que fui eleita vereadora e senadora.” Em Rio Branco, a
candidata defendeu alternativas para garantir a sustentabilidade e
energia solar. Também defendeu priorizar a educação, saúde e segurança.
Segundo ela, o país precisa recuperar credibilidade para atrair
investimentos. Nas redes sociais, Marina Silva ressaltou a necessidade
de as pessoas se desarmarem e assumirem uma postura mais pacífica. Ela
se queixou que nem sempre é compreendida por ser uma pessoa de aparência
frágil. “Eu sou uma pacificadora que muitas vezes é mal compreendida,
porque as pessoas entendem quem tem uma postura de amor no coração como
se fosse uma pessoa fraca. Esse país não está precisando de força
física, mas de força moral. Eu agradeço a Deus por não ter caído na
tentação de ir pela porta larga do caminho da perdição, do ódio, da
mentira e das falsas promessas. Sei que sou a melhor pessoa para unir os
brasileiros.”
Agência Brasil
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