Para os homens, em primeiro lugar está se alimentar, seguido de tempo para conviver com a família e em terceiro lugar está a prática do sexo, na frente de dormir bem, trabalhar no que se gosta e cuidados com a saúde. Já para as mulheres, o sexo vem em 8º lugar
Publicada em TRIBUNA DA BAHIA
Considerado pela Organização Mundial da
Saúde como um dos quatro pilares da qualidade de vida, ao lado do
trabalho, do lazer e da vida familiar, o sexo é um assunto que desperta
bastante curiosidade na população. Sexualidade foi o tema abordado pela
médica psiquiatra e pesquisadora Carmita Abdo, em Salvador na noite da
última quarta-feira , durante a segunda edição do Ciclo de Palestras
Holiste.
O evento, que lotou o auditório do São Salvador Hotéis e Convenções, no bairro do Stiep, foi aberto com a palestra da médica psiquiatra Fabiana Nery, sobre Sofrer por amor: qual o limite?
Doutora e Livre-Docente pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), Carmita Abdo apresentou alguns dados da pesquisa realizada recentemente pelo Programa de Estudos em Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. O estudo traçou um panorama das práticas e dos tabus dos relacionamentos sexuais no país e os impactos destes nas relações interpessoais, afetivas e sociais. Um dos itens da pesquisa, que entrevistou três mil homens e mulheres em sete capitais brasileiras, com idade média de 35 anos, foi o questionamento do que é qualidade de vida.
Para os homens, em primeiro lugar está se alimentar, seguido de tempo para conviver com a família e em terceiro lugar está a prática do sexo, na frente de dormir bem, trabalhar no que se gosta e cuidados com a saúde. Já para as mulheres, o sexo vem em 8º lugar.
CONDICIONADAS
Segundo Carmita, as mulheres foram condicionadas a manterem distância psíquica dos seus corpos. Esse é um traço cultural, uma influência ambiental que acaba sendo transmitida por gerações através da epigenética.
“Para a gente mudar isso, teremos de viver novos tempos e novas influências, para que as mulheres passem a ter um contato melhor com seus corpos. A mulher precisa se apropriar do seu corpo e também entrar em contato com as sensações físicas na mesma medida que os homens entram”, aconselha a especialista.
O evento, que lotou o auditório do São Salvador Hotéis e Convenções, no bairro do Stiep, foi aberto com a palestra da médica psiquiatra Fabiana Nery, sobre Sofrer por amor: qual o limite?
Doutora e Livre-Docente pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), Carmita Abdo apresentou alguns dados da pesquisa realizada recentemente pelo Programa de Estudos em Sexualidade (ProSex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. O estudo traçou um panorama das práticas e dos tabus dos relacionamentos sexuais no país e os impactos destes nas relações interpessoais, afetivas e sociais. Um dos itens da pesquisa, que entrevistou três mil homens e mulheres em sete capitais brasileiras, com idade média de 35 anos, foi o questionamento do que é qualidade de vida.
Para os homens, em primeiro lugar está se alimentar, seguido de tempo para conviver com a família e em terceiro lugar está a prática do sexo, na frente de dormir bem, trabalhar no que se gosta e cuidados com a saúde. Já para as mulheres, o sexo vem em 8º lugar.
CONDICIONADAS
Segundo Carmita, as mulheres foram condicionadas a manterem distância psíquica dos seus corpos. Esse é um traço cultural, uma influência ambiental que acaba sendo transmitida por gerações através da epigenética.
“Para a gente mudar isso, teremos de viver novos tempos e novas influências, para que as mulheres passem a ter um contato melhor com seus corpos. A mulher precisa se apropriar do seu corpo e também entrar em contato com as sensações físicas na mesma medida que os homens entram”, aconselha a especialista.
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