Pois é, ele é candidato a deputado federal pelo PT.
Parece
que a Comissão da “verdade” carioca, além de apurar crimes supostamente
cometidos pelos militares e tentar de alguma forma revogar a anistia
somente na parte que esta beneficia os militares, serviu também para
tornar bastante conhecido o nome de seu presidente, a ponto do mesmo
acreditar que pode se eleger deputado federal pelo PT do Rio de Janeiro.
O
advogado Vadih Damous é presidente da Comissão de Direitos Humanos da
OAB, e candidato a deputado federal pelo PT, em coligação com o PCdoB e
PSB. Seu número é 1322.
Ainda
em abril desse ano Damous publicou em seu site artigo no qual deixa
explícito que acha que "o futuro da tortura está vinculado ao futuro dos
torturadores". O advogado diz que se a lei de anistia não for revogada
no que diz respeito aos militares, a tortura deve continuar a existir
no Brasil.
"Essa
prática, que infelizmente ainda persiste – mesmo que em escala inferior
à dos tempos da ditadura – é um câncer que precisa ser extirpado. Para
tal, o julgamento dos agentes que torturaram e assassinaram presos
políticos é um passo" (http://www.blogdowadih.com.br/261/artigos/ainda-questao-da-anistia/)
Entre as propostas do Presidente da CNV carioca estão: Combater a violência é apoiar o casamento civil igualitário e o Projeto de Lei 122, que criminaliza a homofobia. Combater a violência é criar o Plano Nacional de Igualdade Étnico-Racial. Combater
a violência é defender um atendimento jurídico especializado às vítimas
de intolerância religiosa, garantindo um Estado laico e de respeito ao
pluralismo. Revisão da Lei da Anistia e pela abertura de todos os
arquivos da ditadura (1964-1985).
Damous
tem em seu site um formulário em que aceita contribuiçõs por meio de
cartão de crédito, veja em http://contribuir.wadih1322.com.br/
Mesmo
em campanha política o advogado não se furta em atacar os militares, em
sua página no facebook Vadih também, assim como fez o jornalista Luis
Carlos Cunha, do site 247, tenta jogar a sociedade contra os militares. O
advogado diz que ficou ESTARRECIDO com a notícia de que o comandante
Enzo teria dado uma ordem para que os comandantes só respondam a
questões relacionadas ao golpe militar por intermédio do comando do
Exército. (Veja a imagem)
Revista Sociedade Militar - http://sociedademilitar.com.br
Nenhum comentário:
Postar um comentário