Primeiro prazo se encerraria na próxima sexta-feira (30).
Maranhão segue medida tomada em outros estados do Nordeste.
Criador agora tem até o dia 30 de dezembro paravacinar o rebanho (Foto: Divulgação)
A decisão foi tomada em alinhamento com o Ministério da Agricultura, que recomendou o adiamento também a outros Estados do Nordeste. No Piauí, por exemplo, a segunda etapa chegou a ser suspensa. O diretor geral da Aged, Fernando Lima, revelou que o índice de vacinação do Maranhão ainda está abaixo das campanhas anteriores.
A portaria prevê também o adiamento do prazo de comprovação da vacina, que passará a se encerrar no dia 20 de janeiro. Para comprovar a vacinação, o criador deve estar cadastrado na Aged e apresentar a nota fiscal de compra da vacina. O comprovante deve conter informações como o laboratório e os dados de fabricação do produto, data da compra da vacina, quantidade dos animais vacinados, espécie e faixa etária vacinada.
O criador que deixar de vacinar o rebanho terá que pagar multa de R$ 200,00 e mais R$ 5,00 por "cabeça" não imunizada. Quem vacinar o rebanho e deixar de comprovar, também será multado em R$ 200,00.
A Aged informou que, ao longo do ano, promoveu campanhas de conscientização para mobilizar os criadores maranhenses por meio de panfletagens, carros de som, seminários e instrução especializada. A agência registrou também a doação de 26 mil doses de vacinas contra a febre aftosa para comunidades indígenas e quilombolas das cidades de Viana e Rosário, Dias de Campo em Morros e Bacurituba.
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