Ele também terá de pagar cerca de 12,6 bilhões de dólares (R$ 47,3 bilhões) em indenização pelos lucros de seus crimes
Redação

O narcotraficante mexicano Joaquin Guzman, o “El Chapo”, 62, foi sentenciado à prisão perpétua e a e mais 30 anos “simbólicos” sem condicional nos Estados Unidos. A Justiça americana também ordenou o pagamento de 12,6 bilhões de dólares (aproximadamente R$ 47,3 bilhões) em indenização pelos lucros de seus crimes. Os advogados de defesa anunciaram que vão recorrer. As penas levam em consideração dez acusações contra ele.
Considerado o maior narcotraficante após a morte do colombiano Pablo Escobar, “El Chapo” comandava o cartel de Sinaloa, maior organização de tráfico de drogas do mundo. Ele foi ordenado o pagar 16,6 bilhões de dólares em indenização pelos lucros de seus crimes, o equivalente a 47 bilhões de reais.
Durante o julgamento desta quarta (17), em Nova York, promotores apresentaram ao júri uma pistola 38 feita de diamantes, com as iniciais de seu nome. Na audiência, o traficante falou pela primeira vez após ter sido extraditado para os Estados Unidos, em janeiro de 2017. Ele disse que foi privado de um julgamento justo e afirmou que sofreu tortura física, psicológica e mental 24 horas por dia.
Entre as acusações pelas quais ele foi condenado está a de traficar ou tentar traficar mais de 1.250 toneladas de drogas, principalmente cocaína, aos EUA.
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