Feriado colabora para o aumento na venda de produtos e serviços.
Data aumenta fluxo de pessoas nos três cemitérios da capital.
Ravaildo Silva aproveita o feriado para fazer reparos nos túmulos e garantir renda extra (Foto: Jorge Abreu/G1)O pintor conta que presta serviço há dez anos no cemitério Nossa Senhora da Conceição, localizado no bairro Cental, e tem mais dez clientes no cemitério São José, que fica no bairro Buritizal, na Zona Sul.
“Na época de Dia dos Finados, eu sempre trabalho com pinturas nos cemitérios porque já tenho clientela. Quando chega próximo da data, eles me procuram e venho fazer o serviço. Em outros anos a renda era maior, mas nos últimos três anos caiu muito o movimento. Mesmo assim, considero a data meu 13º salário, por aumentar meu lucro e ocorrer no fim do ano”, destacou o pintor.
Vendedora Rosiane Maia aumenta lista de produtospara o Dia dos Finados (Foto: Jorge Abreu/G1)
A vendedora conta que aproveita a data para ampliar a oferta de produtos e oferecer, além de bebidas, comidas e velas. Rosiane ressalta que o momento é para alavancar o lucro que tem sido baixo devido à crise financeira do país.
“Espero que no Dia do Finados, eu venda bem. Que tudo ocorra da forma mais tranquila. A expectativa é vender a mercadoria muito mais do que num dia normal. Mesmo diante de uma crise, precisamos trabalhar. Com jeitinho, a gente consegue”, reforçou, otimista.
Junior Martins concilia o emprego de garçom com ode vendedor para a data (Foto: Jorge Abreu/G1)
"Essa época pra mim representa uma renda extra porque é um mês que esperamos para ganhar um dinheiro a mais, pensando já no fim do ano. Eu me preparo seis meses antes da data com a produção dos arranjos e flores para chamar a atenção e fazer uma boa venda", relatou.
Fluxo de pessoas aumenta durante o período do Dia dos Finados nos cemitérios (Foto: Jorge Abreu/G1)
Centenas de pessoas são esperadas nos três cemitérios de Macapá (Foto: Jorge Abreu/G1)
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