Por Redação Bocão News (bocaonews)

Além dele, são ouvidos os depoimentos de outros dois especialistas indicados pela base governista. Marcello Lavenère, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que assinou a denúncia que deu base ao afastamento de Fernando Collor em 1992 - e que argumenta que o impeachment de Dilma seria um “ato partidário” -, e Geraldo Luiz Mascarenhas Prado, professor de Direito Processual Penal da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Ribeiro disse que os decretos orçamentários assinados por Dilma não violaram a meta fiscal, que é fixada apenas anualmente. O jurista disse ainda que ela não teve nenhuma participação nos pagamentos feitos pelo Banco do Brasil quanto ao Plano Safra. Para ele, "nem a fórceps" esses pagamentos podem ser classificados de operações de crédito. A base da denúncia é que o governo as teria feito junto a bancos públicos, o que contraria a Lei de Responsabilidade Fiscal.
Nenhum comentário:
Postar um comentário