Ato lembrou caso do estupro de uma jovem por 33 homens no Rio de Janeiro.
Também faz críticas a políticos como Eduardo Cunha.
Concentração da Marcha das Vadias aconteceu no Derby, área central do Recife (Foto: Thays Estarque/G1)
Jéssica Moura e o filho Pedro Lucas na Marcha dasVadias, no Recife (Foto: Thays Estarque/G1)
"Isso tudo é mais uma ação para gente lutar. Queremos dizer para essas meninas que estamos aqui por nós e por elas", citou Amanda Timoteo, do coletivo Marcha das Vadias do Recife. Para ela, os últimos acontecimentos refletem quanto o país é violento e criminaliza a mulher. "O Brasil revive, diariamente, uma cultura do estupro, do machismo. Vivemos numa sociedade machista", acredita Amanda.
Mas não só de mulheres é formado o ato. Homens que apoiam a causa do movimento e crianças também participam da marcha. Além dos casos de violência recentes, os integrantes também gritaram palavras de ordem contra o presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB).
Manifestantes fizeram pausa e contaram até 30 em referência ao estupro no RJ (Foto: Thays Estarque/G1)
Estudante Cláudio Alves, na Marcha das Vadias doRecife (Foto: Thays Estarque/G1)
Quase na ponte Duarte Coelho, todos os manifestantes se abaixaram. Eles fizeram um minuto de silêncio enquanto um grupo que estava na frente dizia "quando eu acordei tinham 30 homens em cima de mim"
De batom vermelho, quase rosa, o estudante Claúdio Alves, 22 anos, disse que essa é uma causa de todos. "Estou aqui pela minha mãe, que já sofreu muito, e todas as mulheres que são agredidas diariamente nesse país".
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