Caiado disse que sua fala tinha como base reportagens publicadas em jornais. Caiado chegou a ?intimar? Lindbergh: ?Vamos lá fora!?
por
Estadão Conteúdo
Publicada em TRIBUNA DA BAHIA
Um bate-boca entre os senadores Ronaldo
Caiado (DEM-GO) e Lindbergh Farias (PT-RJ) motivou a suspensão por dois
minutos da sessão da comissão especial do impeachment, no fim da tarde
desta segunda-feira, 2.
Os dois se exaltaram e chegaram a levantar das cadeiras, com ameaça de agressões. Em sua fala, Caiado acusou o governo de apagar arquivos para dificultar a transição para um eventual governo Michel Temer. Lindbergh interveio chamando-o de mentiroso – e a confusão se estabeleceu.
Caiado disse que sua fala tinha como base reportagens publicadas em jornais. Caiado chegou a “intimar” Lindbergh: “Vamos lá fora!”.
O petista respondeu que não tinha medo do colega. “Não sou funcionário das suas fazendas”, disse. Com o bate-boca, o presidente da comissão, Raimundo Lira (PMDB-PB), suspendeu temporariamente a sessão e se retirou da mesa para acalmar os ânimos dos senadores. Em seguida, a reunião foi retomada e Caiado concluiu sua fala, defendendo a integridade de seu mandato enquanto senador.
Os dois se exaltaram e chegaram a levantar das cadeiras, com ameaça de agressões. Em sua fala, Caiado acusou o governo de apagar arquivos para dificultar a transição para um eventual governo Michel Temer. Lindbergh interveio chamando-o de mentiroso – e a confusão se estabeleceu.
Caiado disse que sua fala tinha como base reportagens publicadas em jornais. Caiado chegou a “intimar” Lindbergh: “Vamos lá fora!”.
O petista respondeu que não tinha medo do colega. “Não sou funcionário das suas fazendas”, disse. Com o bate-boca, o presidente da comissão, Raimundo Lira (PMDB-PB), suspendeu temporariamente a sessão e se retirou da mesa para acalmar os ânimos dos senadores. Em seguida, a reunião foi retomada e Caiado concluiu sua fala, defendendo a integridade de seu mandato enquanto senador.
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