Matéria publicada neste domingo (31) no The New York Times, por Andrew Pollack, conta que todos os dias, ás 7 da manhã, uma van dirige lentamente através de uma cidade brasileira do sudeste de Piracicaba carregando uma carga preciosa: mosquitos. Mais de 100.000 deles libertados de recipientes e despejados para fora da janela da van, e voam para encontrar seus companheiros mosquitos. Mas não são mosquitos comuns. Eles foram geneticamente modificados para transmitir um gene letal para sua prole, que acaba morrendo antes que de atingir a idade adulta. Em pequenos testes, esta experiência tem reduzido as populações de mosquitos em 80 por cento ou mais.
Segundo a reportagem, erros de biotecnologia poderiam se tornar uma das mais recentes armas na difícil batalha entre humanos e mosquitos, que matam centenas de milhares de pessoas por ano através da transmissão de malária, dengue e outras doenças devastadoras. As atuais estatísticas apontam o inseto, como o mais mortífero no mundo. "Quando se trata de matar seres humanos, nenhum outro animal se aproxima do mosquito", Bill Gates, cuja fundação combate a doença a nível mundial.

Nenhum comentário:
Postar um comentário