Confusão
entre letras, ordem das sílabas embaralhada, dificuldades na soletração
e escrita, leitura em ritmo lento e problemas no aprendizado. Esses
sinais indicam a possibilidade de a pessoa ter dislexia, um distúrbio
genético. Quando tratada durante a infância, é possível amenizar as
consequências futuras. Por isso, é essencial o apoio nos ambientes
escolar e familiar desde cedo. Caso contrário, o adulto precisará lidar
com o impacto negativo em sua vida.
Amaro
Ferreira, psicólogo e professor do curso de Psicologia da UNINASSAU
Caxangá, cita algumas atividades que são indicadas para pais e
professores incentivarem o aprendizado dos pequenos. “Atividades lúdicas
tornam o aprendizado mais divertido e motivador. Ler com a criança
também é uma ótima opção, pois a incentiva a explorar o mundo da
leitura. Durante esse processo, é importante que os mais velhos tenham
paciência, empatia e compreensão”.
Além
das dificuldades com a leitura e a escrita, a dislexia pode afetar o
emocional, ocasionando baixa autoestima, ansiedade, frustração e
problemas de autoconfiança. “Embora a dislexia não tenha cura, com ajuda
profissional a pessoa pode superar os desafios. Neurologistas,
fonoaudiólogos e psicólogos são os guias nesse processo, traçando o mapa
ideal para cada caso. O psicólogo, por exemplo, oferece suporte
emocional e ajuda o indivíduo a lidar com as dificuldades e o impacto
social”, explica Amaro.
É
importante ressaltar que a dislexia não define a inteligência ou
capacidade de uma pessoa. Além disso, ela não precisa ser um obstáculo.
Com as estratégias adequadas e o apoio necessário, é possível superar as
dificuldades emocionais e alcançar os objetivos. |
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