Caros amigos
A lógica dos fatos nos assegura que, com
raras e excepcionais exceções, as empresas privadas são verticalmente
mais eficiente do que as públicas e que o mercado é o melhor fiscal dos
preços, da tecnologia, da qualidade, da produtividade e do desempenho,
além de ser o maior gerador de empregos e de renda.
A abrangência – ou o tamanho – do Estado deve ser tal que lhe dê as
condições para atender apenas as necessidades dos cidadãos que,
circunstancialmente, estejam dependendo ou que “ainda” dependam dele
para prover seu sustento, evolução e bem estar.
Apesar do esforço do atual governo para reduzi-lo, o Estado brasileiro ainda guarda e guardará por algum tempo o seu inapropriado gigantismo.
O incremento da produtividade é a verdadeira fonte da riqueza e passa ao largo da estatização. Não é por outra razão que, de um modo geral, nos regimes estatizantes, como o da Venezuela, não se vê mais do que mediocridade, taxas de impostos sempre crescentes, serviços públicos de má qualidade, distribuição da pobreza e a constante ameaça à liberdade individual.
O Estado não têm vocação para empreender, é mau provedor e precisa, isto sim, ser um bom e eficiente fiscal das boas regras do mercado, buscando neste mister a sua máxima eficiência em uma justa dimensão.
Depois de três décadas sob a regência de uma constituição libertina e estatizante e de 13 anos de governos petistas que levaram a corrupção a nível de endemia, o Estado brasileiro tomou uma dimensão difícil de ser reduzida de um dia para outro ou mesmo em um único mandato liberal. Há que se ter paciência e determinação para, no devido tempo, chegar-se à sua justa e devida dimensão.
Gen Bda Paulo Chagas
Apesar do esforço do atual governo para reduzi-lo, o Estado brasileiro ainda guarda e guardará por algum tempo o seu inapropriado gigantismo.
O incremento da produtividade é a verdadeira fonte da riqueza e passa ao largo da estatização. Não é por outra razão que, de um modo geral, nos regimes estatizantes, como o da Venezuela, não se vê mais do que mediocridade, taxas de impostos sempre crescentes, serviços públicos de má qualidade, distribuição da pobreza e a constante ameaça à liberdade individual.
O Estado não têm vocação para empreender, é mau provedor e precisa, isto sim, ser um bom e eficiente fiscal das boas regras do mercado, buscando neste mister a sua máxima eficiência em uma justa dimensão.
Depois de três décadas sob a regência de uma constituição libertina e estatizante e de 13 anos de governos petistas que levaram a corrupção a nível de endemia, o Estado brasileiro tomou uma dimensão difícil de ser reduzida de um dia para outro ou mesmo em um único mandato liberal. Há que se ter paciência e determinação para, no devido tempo, chegar-se à sua justa e devida dimensão.
Gen Bda Paulo Chagas

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