Por Redação Bocão News | Fotos: Reprodução
Ainda de acordo com o jornal, aliados
de Temer querem garantir ampla margem de segurança para o peemedebista
nesta votação, na qual é necessário apoio de mais da metade dos
presentes (ao menos 41 senadores precisam comparecer à sessão). Nesta
fase, os parlamentares decidem se a petista se torna ré de fato.
Segundo a Folha apurou, o Planalto
espera contar com os votos dos senadores João Alberto (PMDB-MA), que foi
contra a abertura do processo no Senado em maio, Jader Barbalho
(PMDB-PA) e Eduardo Braga (PMDB-AM), que não votaram da primeira vez, e
do suplente do ex-senador (Delcídio do Amaral (ex-PT-MS), Pedro Chaves
(PSC-MS), que ainda não havia tomado posse na primeira votação.
Ainda de acordo com o jornal, o governo
Temer acredita ainda que poderá ter o voto do presidente do Senado,
Renan Calheiros (PMDB-AL), que sinalizou que pode votar nesta fase. Por
mais de uma vez, Renan afirmou que não votaria em nenhuma fase do
processo para se preservar enquanto presidente do Congresso. Ele, porém,
tem se aproximado de Temer.
A expectativa do Planalto é que a
oposição não ultrapasse 18 votos. No Senado, porém, defensores de Dilma
estimam que podem ter 22 votos, ainda assim, insuficientes para derrubar
o processo.
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