Por Redação Bocão News | Fotos: Gilberto Junior // Bocão News
"Nós
não somos contrários ao refinanciamento das dívidas, mas somos
contrários ao tratamento dado aos estado que não estão endividados. Os
estados nordestinos compõem menos de 10% da dívida, então os estados
nordestinos não podem pagar essa conta. Os MPs vão ter que fechar suas
portas para pagar as dívidas dos outros estados? Nós teríamos que
colocar como despesa de pessoal o que não é tratado como despesa de
pessoal e ultrapassaríamos o limite prudencial e teríamos, para nos
adequar, que demitir servidores. Seriam 1.209 demissões na Bahia. Nos
tornaríamos deficitários", afirmou Ediene em entrevista à Metrópole FM
na manhã desta quinta-feira (4). O PLC deve entrar novamente em pauta na
próxima quarta (10)."O estado não pode ficar engessado, pelo período, sem dar aumento para os servidores, isso é direito constitucional. Temos os ataques aos servidores. Não podemos concordar com isso. O MP não pode ser encolhido e nem enfraquecido", argumentou a chefe do MP-BA.
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