Oficial que atuou na região do Araguaia se sente ameaçado e diz que teme por sua vida. Medalhas de militares podem ser cassadas.
Oficial
que atuou na região do Araguaia se sente ameaçado e diz que pode ser
assassinado, como ocorreu com dois oficiais que atuaram na repressão
contra a esquerda. Medalhas de militares podem ser cassadas.
Essa semana nos
deparamos com duas notícias inquietantes. A imprensa divulgou
exaustivamente que alguns Militares da reserva foram denunciados pela
morte de Ruben Paiva, enquanto outros foram enquadrados como réus. Os
segundos, pela fatídica ação no Riocentro, ocorrida em 1981, ainda
durante à repressão contra a esquerda que desejava implantar o comunismo
no Brasil. Alega-se que foram crimes contra a humanidade e que estes
são imprescritíveis.
Na denúncia sobre a
morte de Ruben Paiva o promotor faz questão de pedir a cassação das
medalhas dos militares, além de seus postos, graduações e até
aposentadorias. Lembramos que há poucos anos ocorreu a mesma coisa em
relação ao Major Curió, mas em pouco tempo o processo foi engavetado,
afinal, a lei de anistia é bem clara.
Por que a morte de Ruben Paiva deveria ser enquadrada como crime contra a humanidade?
Os
militares da reserva, que agiram por ordem do Exército Brasileiro,
sofrem grande assédio moral. Porém, não são somente eles que estão
debaixo desse terror, dessa sensação de abandono pelo estado. Quando
militantes de esquerda fazem seus, tão politicamente corretos,
escrachos, na frente da residência desses homens, todos os familiares
são agredidos. Esposas, filhos, netos e vizinhos são obrigados a
suportar calados a ameaça à sua integridade física e ao seu patrimônio.
Entre os denunciados
está o General Belham, ex-comandante da 7º Região Militar, hoje com 79
anos. Assim como ocorre com os outros militares, o assédio perpassa sua
pessoa, até membros da família são monitorados pelos revisionistas. Seu
filho, Ronaldo Martins Belham,
trabalha na ABIN e Marcelo Ruben Paiva, filho de Ruben Paiva, já
declarou que acha “incoerente” que um filho do general trabalhe na
instituição. O General acima citado sofreu o também o tal "escracho" em frente à sua moradia no Flamengo, RJ.
Graças aos militares
hoje não somos um país socialista, isso é incontestável. Não fossem
eles, milhares de famílias teriam perdido filhos e outros entes queridos
nos paredons que, com toda certeza, seriam criados pelos hoje adorados
presos-políticos -presos da moda, como José Genoíno, José Dirceu e
outros, vassalos de Fidel Castro e Chê Guevara.
Militantes de esquerda já confessaram que desejavam impor um regime ditatorial no Brasil.
O tenente Vargas, um oficial do exército que atuou na região do
Araguaia no combate à guerrilha de esquerda, no mês passado foi alvo de
um grupo de arruaceiros que diziam “descomemorar” a intervenção militar
de 1964. Vargas, é bastante odiado pela esquerda. Entre outras coisas,
ele é um dos militares que, sempre que tem oportunidade, faz questão de
lembrar o que realmente aconteceu nas selvas do Araguaia, onde José
Genoíno, logo que foi preso, sem levar um safanão,
voluntariamente denunciou seus colegas de revolução. Genoíno, politico
do Partido dos Trabalhadores, hoje comprovadamente um criminoso
condenado, segundo os militares, foi o grande colaborador do exército na
destruição das bases da esquerda na região do Araguaia.
Depois de mandar que os baderneiros se retirassem de frente de sua
residência, Vargas, conhecido também como Chico Dolar, entendendo que
deveria ser mais enérgico para defender sua integridade, sacou de seu
revolver e deu dois tiros para o alto, fazendo a multidão dispersar. A
esquerda agigantou o episódio e diz que o oficial apontou a arma para um
militante e tentou matá-lo. Veja o texto encontrado no portal
vermelho.org.
“Um dos tiros foi
disparado a curta distância com a arma apontada diretamente para o
estudante Leonardo Tonon Machado, que por muito pouco não o acertou...”
Ora, o militar é um Guerreiro de Selva, experiente, é bastante
improvável que errasse um tiro a curta distância, e ele portava uma arma
de sua propriedade, devidamente registrada.
O
Tenente José Vargas foi contactado pela Revista Sociedade Militar.
Gentilmente nos respondendo disse que fizeram em frente a sua casa o
mesmo que em frente à rsidência do Coronel Ustra, e por isso precisou
reagir.
“Prezados
companheiros o que fizeram na casa do Coronel Ustra, fizeram também em
minha casa, só que eu não aceitei e os expulsei dando-lhes dois tiros
para cima, e eles saíram correndo de minha casa. O que fizemos na
Revolução de 1964 foi cumprindo ordens do Exército Brasileiro, então
ELES devem fazer tudo isto no Exército Brasileiro e não em nossas casas
pois ainda somos subordinados do Exército e ele o EB, deve nós defender,
no dia que fizeram isto na minha casa eu liguei para o EB...”
O
militar da reserva nos revelou que a partir do incidente tem ocorrido
algumas situações “estranhas”, como o fato de ter sido abordado sem
motivo por policiais militares que insistiam em lhe revistar, e depois
não reconhecerem como legal o seu porte de armas. O porte foi
reconhecido somente depois que outro oficial do exército, da ativa, foi
enviado para intervir na situação. Vargas acredita que pode estar sendo
seguido e diz temer por sua vida, lembrando que recentemente dois
oficiais que atuaram na repressão contra a esquerda foram assassinados
em situações que podem ser consideradas ainda como incomuns.
“O QUE QUEREM FAZER COMIGO É O QUE FIZERAM COM ESTES DOIS CORONEIS...”
Artigo de: Revista Sociedade Militar
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