Desde
a origem, o petismo abomina o agronegócio, unido aos bandoleiros do MST
e aos padrecos e bispos da Pastoral da Terra, seguidores da tosca
"teologia da libertação". Apesar de, durante todos os governos petistas,
garantir superávit na balança comercial e, obviamente, comida na mesa
dos brasileiros, os produtores do campo sempre foram maltratados pelo
governo. Aécio, que esteve em Porto Alegre para apoiar a candidatura de
Ana Amélia Lemos ao governo do Estado, garantiu que em seu governo o
setor agrícola será parceiro:
O
senador mineiro Aécio Neves, pré-candidato à Presidência da República
pelo PSDB, disse neste sábado, 24, que pretende fazer uma "grande
parceria com o homem do campo", mapeando os grandes gargalos do País
para garantir maior produtividade ao produtor. "O agronegócio será sem
dúvida no nosso governo a grande alavanca do desenvolvimento econômico e
social do Brasil".
Ele fez as declarações em Porto Alegre, durante coletiva após
participar de evento para oficializar a coligação do PSDB e do
Solidariedade com o PP no Estado, e para lançar a pré-candidatura da
Senadora Ana Amélia Lemos, do PP, ao governo gaúcho. "Sempre digo que o
Brasil da fronteira para dentro é o país mais produtivo do mundo, o
problema começa da fronteira para fora. Tenho certeza de que a senadora
Ana Amélia vai avançar nisso", afirmou. "Vamos primeiro desmistificar a
ideia de que o agronegócio é predador."
Segundo ele, não fosse o resultado do agronegócio nos últimos anos o
crescimento do Brasil teria sido ainda menor. "Nós seremos no período
(de governo) no PT o país que menos cresceu na América do Sul."
A exemplo do que já havia feito em
outros pronunciamentos, Aécio disse também que, se eleito, uma de suas
prioridades será criar uma secretaria extraordinária para trabalhar pela
simplificação do sistema tributário brasileiro. "Isso tem de ser feito
para diminuir a carga tributária", avaliou. (O Estado).
BLOG ORLANDO TAMBOSI

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