Cerimônia religiosa foi realizada na manhã desta segunda, no Pelourinho.
Profissionais reclamam da proibição da prefeitura em atuar nas praias.
Missa é celebrada em comemoração ao dia da Baiana de Acarajé (Foto: Maiana Belo/G1)“A prefeitura ofuscou uma vitória que nós tivemos com a Fifa e agora apenas 120 baianas vão trabalhar nas calçadas, sendo que somos 500. Hoje é o dia das baianas, mas não temos o que comemorar. Estamos esperando que alguém do poder público se manifeste”, disse Rita Santos, presidente da Associação das Baiana de Acarajé e Mingau da Bahia (ABAM).
Para a soteropolitana Lúcia Maria Cerqueira, que há 18 anos mora em Brasília e vende acarajé em Taguatinga do Norte, a presença nas comemorações pelo dia das baianas é sinônimo de apoio à proibição da prefeitura.
Baianas utilizaram uma fitinha preta no peito emprotesto (Foto: Maiana Belo/G1)
Ao ser perguntada sobre uma possível volta para atuar na capital baiana, Lúcia é precisa. "Lógico! Meu axé está plantado aqui, só estou lá passando uma chuva”, conclui.
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