Na
Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 1.488 casos de Covid-19
(taxa de crescimento de +0,4%) e 1.370 recuperados (+0,4%). Dos 344.014
casos confirmados desde o início da pandemia, 329.383 já são
considerados sem sintomas e 7.178 encontram-se ativos. Para fins
estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente
recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos
ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos
os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo
automático. Os casos confirmados ocorreram em 417 municípios baianos,
com maior proporção em Salvador (26,48%). Os municípios com os maiores
coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia
(8.196,19), Almadina (6.570,28), Itabuna (6.451,93), Madre de Deus
(6.362,30), Apuarema (6.030,01).
O
boletim epidemiológico contabiliza ainda 700.434 casos descartados e
83.368 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais
compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em
Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as
bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas deste sábado (24).
Na Bahia, 28.341 profissionais da saúde foram confirmados para
Covid-19. O boletim epidemiológico de hoje contabiliza 21 óbitos que
ocorreram em diversas datas. A existência de registros tardios e/ou
acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois
há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro
motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte
das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou
equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano
ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada
pelo coronavírus. O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o
início da pandemia é de 7.453, representando uma letalidade de 2,17%.
Dentre os óbitos, 56,00% ocorreram no sexo masculino e 44,03% no sexo
feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,22% corresponderam a
parda, seguidos por branca com 17,68%, preta com 15,19%, amarela com
0,76%, indígena com 0,11% e não há informação em 12,04% dos óbitos. O
percentual de casos com comorbidade foi de 72,11%, com maior percentual
de doenças cardíacas e crônicas (74,99%).
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