Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 851 casos de Covid-19
(taxa de crescimento de +0,3%) e 1.448 curados (+0,6%). Dos 272.814
casos confirmados desde o início da pandemia, 259.239 já são
considerados curados e 7.841 encontram-se ativos. Para fins
estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente
recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos
ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos
os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo
automático. Os casos confirmados ocorreram em 416 municípios baianos,
com maior proporção em Salvador (29,32%). Os municípios com os maiores
coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia
(6.054,08), Almadina (5.893,12), Itabuna (5.221,29), Dário Meira
(4.957,98), Salinas da Margarida (4.793,52).
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 512.440
casos descartados e 84.124 em investigação. Estes dados representam
notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas
em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs
municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas
desta terça-feira (8). Na Bahia, 24.034 profissionais da saúde foram
confirmados para Covid-19. O boletim epidemiológico de hoje contabiliza
41 óbitos que ocorreram em diversas datas, conforme tabela abaixo. A
existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a
sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação
compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das
investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e
estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a
causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal,
ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus. O número total de
óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 5.734,
representando uma letalidade de 2,10%. Dentre os óbitos, 55,79%
ocorreram no sexo masculino e 44,21% no sexo feminino. Em relação ao
quesito raça e cor, 52,39% corresponderam a parda, seguidos por branca
com 16,55%, preta com 15,45%, amarela com 0,82%, indígena com 0,10% e
não há informação em 14,68% dos óbitos. O percentual de casos com
comorbidade foi de 75,04%, com maior percentual de doenças cardíacas e
crônicas (76,25%).
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