Governo deve pagar mais duas parcelas de R$ 300
Foto:
Luis Macedo/Câmara dos Deputados
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, defendeu nesta
quinta-feira a prorrogação do auxílio emergencial pago a trabalhadores
informais e autônomos. Segundo Maia, a intenção dos deputados é buscar
uma solução para manter o benefício de R$ 600 por pelo menos mais 60
dias. O governo, no entanto, estuda estender o pagamento em mais duas
parcelas de R$ 300.
- Se dependesse dos parlamentares, do que eu estou ouvindo, você teria mais duas ou três parcelas do mesmo valor de R$ 600, mas tem o impacto. Ninguém está negando o impacto e também ninguém está negando, nem o governo, a necessidade de prorrogação do benefício – afirmou Maia.
Sancionada no início de abril, a lei que criou o programa previa o pagamento do auxílio por 90 dias. Por isso, a prorrogação do benefício depende de aprovação da Câmara e do Senado. Maia disse que a intenção é construir uma solução com o governo dentro do orçamento fiscal, mas não descartou a possibilidade de o Congresso tomar a iniciativa para manter o auxílio.
- O Congresso pode tomar iniciativa, mas é bom que o governo tenha uma posição clara para a gente saber em que condições estamos trabalhando. A PEC da guerra abre as condições para que o governo possa realizar esses gastos, mas todos nós sabemos que o nível de endividamento do governo federal é o nosso limite.
No governo, técnicos analisam três opções: pagar uma parcela a mais de R$ 600; mais três de R$ 200; ou mais duas de R$ 300. Essa última opção tem ganhado força nos últimos dias, de acordo com interlocutores do Ministério da Economia.
- Se dependesse dos parlamentares, do que eu estou ouvindo, você teria mais duas ou três parcelas do mesmo valor de R$ 600, mas tem o impacto. Ninguém está negando o impacto e também ninguém está negando, nem o governo, a necessidade de prorrogação do benefício – afirmou Maia.
Sancionada no início de abril, a lei que criou o programa previa o pagamento do auxílio por 90 dias. Por isso, a prorrogação do benefício depende de aprovação da Câmara e do Senado. Maia disse que a intenção é construir uma solução com o governo dentro do orçamento fiscal, mas não descartou a possibilidade de o Congresso tomar a iniciativa para manter o auxílio.
- O Congresso pode tomar iniciativa, mas é bom que o governo tenha uma posição clara para a gente saber em que condições estamos trabalhando. A PEC da guerra abre as condições para que o governo possa realizar esses gastos, mas todos nós sabemos que o nível de endividamento do governo federal é o nosso limite.
No governo, técnicos analisam três opções: pagar uma parcela a mais de R$ 600; mais três de R$ 200; ou mais duas de R$ 300. Essa última opção tem ganhado força nos últimos dias, de acordo com interlocutores do Ministério da Economia.
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