Domingos Matos, 04/01/2017 | 14:25
Editado em 04/01/2017 | 14:26
O TROMBONE
Uma
compra de materiais de construção orientada pelo contrato 337/2016,
resultado do pregão 029/2016, promovido pela Prefeitura de Itabuna tem
tudo para se tornar mais um escândalo do governo Claudevane Leite. O
motivo é clássico: a empresa só existe no papel. Trata-se da AF Neto
Materiais de Construção – cuja razão social é Antonio Ferreira Neto – ME
– com endereço informado no município de Barro Preto. O valor da compra
foi de R$ 928.138,00.A reportagem procurou o endereço informado tanto na certidão do CNPJ da Receita Federal como na Receita Estadual, e sequer existe. A rua José Alberto Costa da Silva não possui nenhum construção correspondente ao número 324, muito menos uma loja de materiais de construção. Para piorar, a consulta na receita estadual informa que a empresa é INAPTA para operar naquele ramo, e indica o motivo: “artigo 27, inciso 21: operações fictícias – indício de fraude”. Clique na imagem para ampliá-la.
O contrato foi assinado pelo prefeito Claudevane Leite no dia 16 de setembro, e dizia que sua validade duraria até o dia 31 de dezembro ou até a entrega total.
As informações são do jornal AgOra.
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