Emergência em saúde pública durou 20 meses e matou mais de 11 mil.
Segundo OMS, cadeias originais de transmissão foram interrompidas.
Margaret Chan, diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS) ao
lado de Bruce Aylward, diretor executivo da OMS encarregado da resposta
ao ebola (Foto: Salvatore Di Nolfi/Keystone via AP)A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, aceitou as recomendações de um comitê independente de especialistas, que também pediu a remoção de qualquer restrição comercial ou de viagens que afete Guiné, Libéria e Serra Leoa.
"O comitê deu seu ponto de vista que a transmissão do ebola na África Ocidental não é mais um evento extraordinário, que o risco de crescimento internacional agora é baixo, e que países atualmente possuem a capacidade de responder rapidamente a novas emergências do vírus", informou a OMS em comunicado.
Todas as cadeias originais de transmissão do vírus foram interrompidas, mas uma nova cadeia na Guiné infectou oito pessoas, incluindo sete que morreram, informou a OMS, acrescentando que o vírus persiste no sêmen de alguns homens por mais de um ano.

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