Parece evidente que o banco de fomento foi mais um dos instrumentos a que recorreu o PT para privilegiar os amigos do rei
As
empresas de José Carlos Bumlai, o amigo de Lula, estão na pindaíba. E
não foi por falta de incentivos oficiais. Não! Estes já foram
abundantes. Entre 2008 e 2009, o BNDES emprestou diretamente ao Grupo
São Fernando a bolada de R$ 392,5 milhões. Em 2012, quando já havia até
um pedido de falência, o banco público emprestou mais R$ 101,5 milhões
por intermédio de instituições privadas. A desculpa para emprestar a
quem já estava quebrando é que o dinheiro poderia ajudar a reestruturas a
empresa, o que seria bom para todos…
Pois é…
Nesta terça, o BNDES entrou com um pedido de falência imediata do grupo
São Fernando, o que a instituição já havia feito em junho deste ano, com
a Lava Jato em curso.
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As
empresas estão em regime de recuperação judicial, e o BNDES afirma, ao
pedir a falência, que se trata apenas de uma procrastinação para não
pagar as dívidas. Há um ano as empresas de Bumlai nada pagam ao banco de
fomento.
As dívidas do Grupo São Fernando chegam a R$ 1,2 bilhão — desse total, R$ 300 milhões estão espetados nas costas do BNDES.
Pode até
ser que a falência do grupo não esteja relacionada às lambanças pelas
quais Bumlai é acusado. Mas é claro que há um elemento simbólico nisso
tudo.
Parece
evidente que o BNDES foi mais um dos instrumentos a que recorreu o PT
para privilegiar os amigos do rei. O preço está aí: a empresa falida, o
empresário preso, e o banco público com um papagaio de R$ 300 milhões.
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