Falta de mão de obra qualificada é uma das dificuldades enfrentadas.
848 hotéis estão previstos para prestarem serviços até 2014.
Enrique Byron (Match), José Marin, presidenteda CBF, Roberto Rotter (Fohb), Enrico Fermi (ABIH)
e Tomas Pombo (FBH) (Foto: Lívia Torres / G1)
“O governo vai monitorar o comportamento das diárias de hotéis para evitar preços abusivos. A Copa do Mundo não é um evento social. É um evento privado, tem seus custos e tem de ter retorno. O Brasil tem experiência em grandes eventos como o carnaval e a Fórmula 1. Posso dizer que os preços serão mais baratos que no carnaval”, disse Rotter.
Também participaram da coletiva o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin, e o presidente da Match Hospitality (Match), empresa detentora dos direitos do programa de hospitalidade da FIFA, Enrique Byron.
“Essa será a maior Copa do Mundo de todos os tempos. Não vamos mostrar apenas o futebol brasileiro, que já é conhecido no mundo inteiro. Através da Copa do Mundo e da infraestrutura que está sendo construída, o Brasil vai mostrar que é o país do presente e tem capacidade para receber todos de braços e mãos estendidas”, afirmou o presidente da CBF.
Maiores dificuldades
Entre as dificuldades enfrentadas pela rede hoteleira, Roberto Rotter destacou a falta de mão de obra qualificada no país.
“Precisamos criar novos colaboradores e funcionários. Como atender turistas se não tivermos programas que ajudem a criar programas de capacitação? Temos que trabalhar os destinos para que as pessoas conheçam o Brasil. Nosso papel, como empresários, é colocar mais leitos nas cidades, acompanhar o crescimento, e criar um programa para atrair mão de obra estrangeira para o país, desde que haja facilidade para o ingresso dessas pessoas.”
Há 848 hotéis previstos para prestarem serviços até 2014. Desse total, 602 já foram contratados. O presidente da empresa Match, que tem experiência em oito Copas do Mundo, afirma que os problemas de infraestrutura e capacitação não são exclusivos do Brasil.
“Todos os países têm exatamente os mesmos problemas. Com a cooperação de outros grupos que têm interesse na Copa, como linhas aéreas e o governo, encontraremos soluções para mover diferentes visitantes dentro do país, assim como encontramos na Copa de 2002 que foi em dois países, Japão e Coreia.
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