Os
Estados Unidos quebraram o recorde de número diário de mortes por
covid-19 na quarta-feira (3), com mais de 3,1 mil óbitos, segundo dados
da Universidade Johns Hopkins, uma cifra maior que o número de mortos no
atentado de 11 de setembro de 2011, quando 2,9 mil pessoas morreram
depois que dois aviões se chocaram contra as Torres Gêmeas, em Nova
York. O antigo recorde de mortes por covid-19 nos EUA havia sido
registrado no dia 15 de abril, com 2,6 mil mortes. O país, que é o mais
afetado pela pandemia do novo coronavírus, também está se aproximando
dos 14 milhões de casos, com mais de 200 mil infecções registradas nas
últimas 24 horas. Essa é a segunda vez que o país supera a marca. Além
disso, o país também chegou ontem as 100 mil internações por covid-19
pela primeira vez, segundo dados da AFP. Apesar de ser o país mais
afetado pela pandemia desde o fim do primeiro semestre de 2020, os EUA
nunca tomaram medidas drásticas para controlar a pandemia, como
quarentena a nível nacional, testes massivos e implementar o
distanciamento obrigatório. Por lá, cada estado e região teve autonomia
para cuidar da doença da forma que achou cabível. Frear a pandemia do
novo coronavírus é uma das promessas do novo presidente do país, o
democrata Joe Biden, que assume em janeiro de 2021. Ele já prometeu que o
país terá vacinação gratuita e pediu que os cidadãos usem máscaras.
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