O jurista está sendo cotado como nome mais forte para a substituição de Teori Zavascki, que morreu há poucos dias, na corte suprema do Brasil. Ives, atual membro do TST, é jurista conceituado e estudioso de filosofia, além de ser autor de livros sobre o escritor britânico J. R. R. Tolkien.
Grupos de esquerda, mídia esquerdista e indivíduos de esquerda, como jornalistas, estão unidos contra a nomeação de Ives, que seria um “atraso”, já que ele é um católico(!) e, pior, uma pessoa que decidiu viver uma vida leiga celibatária e dedicada ao grupo católico Opus Dei. Ives Gandra Filho seria, portanto, um “homem medieval”.
Já houve alguma resposta de pessoas e grupos não alinhados ao campo progressista, como o Deputado Federal João Campos (PRB-GO), que defendeu a nomeação de Gandra Filho para o STF.
Como a direita ainda inexiste, não é um corpo organizado ou pelo menos articulado, não há ações significativas em favor da nomeação de um jurista que, ao que tudo indica, é o único não alinhado à esquerda ou submisso às pautas progressistas.
Um ministro do STF que não se pautaria pelas pautas esquerdistas seria uma derrota monstruosa para os progressistas, que, mais do que nunca, necessitam do ativismo judicial do STF.
A esquerda está desesperada,mas possui força suficiente para impedir essa nomeação. E, pelo jeito, é de vital importância para eles que Ives Gandra Filho não consiga a vaga.
Nenhum comentário:
Postar um comentário