Samsung está na fase final da investigação que começou em outubro
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Publicada em TRIBUNA DA BAHIA
A Samsung Electronics e o
governo sul-coreano divulgarão neste mês o resultado de uma extensa
investigação sobre o que causou as explosões de diversas unidades do
smartphone Galaxy Note 7, segundo fontes ouvidas pelo jornal The Korea
Herald.
A gigante sul-coreana de tecnologia pediu ajuda à
organização de segurança Underwriter Laboratories (EL), baseada nos EUA,
para localizar a causa do problema que fazia o aparelho superaquecer,
e, em alguns casos, pegar fogo. A falha obrigou a empresa a realizar um
recall de 2,5 milhões de unidades do telefone e posteriormente cessar
sua produção.
Separadamente, o laboratório estatal de testes coreano
começou sua própria investigação. Espera-se que a Samsung faça um
pronunciamento oficial sobre o caso em 10 de janeiro ou, no mais tardar,
no fim deste mês, afirmou uma fonte familiarizada com o assunto.
O governo e a Samsung concluíram que a causa não é uma
simples avaria da bateria, e os dois lados estão aperfeiçoando detalhes
para alcançar o resultado final.
Analistas da indústria dizem que encontrar a causa exata do
problema do Galaxy Note 7 é crucial para a Samsung recuperar a
confiança dos consumidores, antes que a empresa lance seu novo modelo
emblemático, o Galaxy S8, em abril.
O governo sul-coreano, entretanto, disse que vai reforçar
as suas medidas de segurança para evitar um problema semelhante. "O
governo está preparando uma revisão dos regulamentos de segurança para
evitar que um acidente semelhante ocorra", disse um funcionário sob a
condição de anonimato.
A Samsung retirou cerca de 2,5 milhões de unidades do
aparelho de dez mercados, quando surgiram os problemas com as baterias
de lítio, que explodiam durante a recarga. Os telefones substituídos
também apresentaram problemas, inclusive com risco de incêndio. Ao menos
1,9 milhão de smartphones foram vendidos nos EUA, onde o Galaxy Note 7 é
terminantemente proibido a bordo de aviões.
Foto: Reprodução

Samsung retirou cerca de 2,5 milhões de unidades do aparelho de dez mercados
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