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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Causa das explosões do Galaxy Note 7 será revelada logo


Samsung está na fase final da investigação que começou em outubro

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Publicada em TRIBUNA DA BAHIA
A Samsung Electronics e o governo sul-coreano divulgarão neste mês o resultado de uma extensa investigação sobre o que causou as explosões de diversas unidades do smartphone Galaxy Note 7, segundo fontes ouvidas pelo jornal The Korea Herald.
A gigante sul-coreana de tecnologia pediu ajuda à organização de segurança Underwriter Laboratories (EL), baseada nos EUA, para localizar a causa do problema que fazia o aparelho superaquecer, e, em alguns casos, pegar fogo. A falha obrigou a empresa a realizar um recall de 2,5 milhões de unidades do telefone e posteriormente cessar sua produção.
Separadamente, o laboratório estatal de testes coreano começou sua própria investigação. Espera-se que a Samsung faça um pronunciamento oficial sobre o caso em 10 de janeiro ou, no mais tardar, no fim deste mês, afirmou uma fonte familiarizada com o assunto.
O governo e a Samsung concluíram que a causa não é uma simples avaria da bateria, e os dois lados estão aperfeiçoando detalhes para alcançar o resultado final.
Analistas da indústria dizem que encontrar a causa exata do problema do Galaxy Note 7 é crucial para a Samsung recuperar a confiança dos consumidores, antes que a empresa lance seu novo modelo emblemático, o Galaxy S8, em abril.
O governo sul-coreano, entretanto, disse que vai reforçar as suas medidas de segurança para evitar um problema semelhante. "O governo está preparando uma revisão dos regulamentos de segurança para evitar que um acidente semelhante ocorra", disse um funcionário sob a condição de anonimato.
A Samsung retirou cerca de 2,5 milhões de unidades do aparelho de dez mercados, quando surgiram os problemas com as baterias de lítio, que explodiam durante a recarga. Os telefones substituídos também apresentaram problemas, inclusive com risco de incêndio. Ao menos 1,9 milhão de smartphones foram vendidos nos EUA, onde o Galaxy Note 7 é terminantemente proibido a bordo de aviões.

Foto: Reprodução
Reprodução
Samsung retirou cerca de 2,5 milhões de unidades do aparelho de dez mercados

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