Mas, como forma de tentar gastar menos com itens como lápis, borracha, caderno e mochila, tem gente que aproveita esta época para poder comprar até 5% mais baratos
por
Yuri Abreu
Publicada em TRIBUNA DA BAHIA
Com o ano começando, o momento, para o
cidadão, é o de se preocupar com tributos como IPTU e IPVA, por exemplo.
Para quem tem filhos, some aí mais uma inquietação: o material escolar.
Mas, como forma de tentar gastar menos com itens como lápis, borracha,
caderno e mochila, tem gente que aproveita esta época para poder comprar
até 5% mais baratos, já que quanto mais próximo o início do ano letivo
estiver, mais caros os produtos ficam.
Na manhã de ontem, o movimento em algumas dessas papelarias ainda era fraco, mas a expectativa é de que haja um aumento na procura entre 50% e 75% de pais e responsáveis para a compra da lista do material escolar ao longo do mês. “Nós já estamos nos organizando, mas sabemos que tem gente que deixa tudo para última hora ou até mesmo para depois de fevereiro”, disse Ricardo Torbes, vendedor da Livraria e Papelaria Popular, que fica na Piedade.
Por lá, dentre os produtos mais procurados estão cadernos (entre R$ 15 e R$ 18, com 10 matérias), lápis de cor (a partir de R$ 6, com 12 cores), mochilas (a partir de R$ 50), papel de ofício (a partir de R$ 18), lápis (a partir de R$ 0,50) e borracha (a partir R$ 0,30). “Podemos ter um aumento de até 5% em alguns produtos, mas, em alguns casos, conseguimos até manter o preço, já que em época de crise, precisamos ser mais flexíveis”, explicou Torbes. Com relação às vantagens, estão descontos para quem for professor e 10% de abatimento nos pagamentos à vista.
Já na Livraria Monteiro, também na Piedade, os vendedores vem percebendo, desde o final do ano passado, a mudança na mentalidade de alguns pais de alunos, que resolveram antecipar as compras do material escolar. “Eles estão mais preocupados em comprar antes, principalmente por medo de reajustes de novos produtos que vão chegar e devem ficar de 2% até 3% mais caros”, comentou a vendedora Rosane Arcanjo.
Com relação aos mais procurados da lista de materiais, ela conta que os itens com personagens de desenhos são os mais preferidos dos meninos e meninas que vão com os pais às compras, mesmo estes sendo mais caros. No mais, ocupam o ranking dos mais adquiridos, os cadernos (a partir de R$ 16,99, com 10 matérias), mochilas (que podem ultrapassar o valor dos R$ 300), canetas (a partir de R$ 0,55), lápis (a partir de R$ 0,30) e borrachas (a partir de R$ 0,50). “Tem escola que já começa as aulas agora em janeiro e os pais precisam cumprir com o prazo de entrega”, falou Rosane.
Um dos poucos que aproveitou o movimento tranquilo nas livrarias na manhã de ontem foi o comerciário, Gilson Menezes, pai de duas meninas: uma de 11 e outra de 13 anos. Com o intuito de aproveitar as férias, ele decidiu ir cedo até os estabelecimentos e realizar a compra. Segundo ele, o custo médio, com as duas é de R$ 6.000, valor que inclui o uniforme da escola.
“Eu acredito que talvez fique mais caro depois, mas não vejo toda essa diferença por que tudo é tabelado”, contou. Além dos livros didáticos, o que mais pesa no bolso na hora da compra são as mochilas e acessórios. Apesar do custo, no entanto, Menezes diz que permite às filhas escolher o que vão comprar. “Elas são boas alunas e esforçadas. Acredito que merecem essa oportunidade”.
Na manhã de ontem, o movimento em algumas dessas papelarias ainda era fraco, mas a expectativa é de que haja um aumento na procura entre 50% e 75% de pais e responsáveis para a compra da lista do material escolar ao longo do mês. “Nós já estamos nos organizando, mas sabemos que tem gente que deixa tudo para última hora ou até mesmo para depois de fevereiro”, disse Ricardo Torbes, vendedor da Livraria e Papelaria Popular, que fica na Piedade.
Por lá, dentre os produtos mais procurados estão cadernos (entre R$ 15 e R$ 18, com 10 matérias), lápis de cor (a partir de R$ 6, com 12 cores), mochilas (a partir de R$ 50), papel de ofício (a partir de R$ 18), lápis (a partir de R$ 0,50) e borracha (a partir R$ 0,30). “Podemos ter um aumento de até 5% em alguns produtos, mas, em alguns casos, conseguimos até manter o preço, já que em época de crise, precisamos ser mais flexíveis”, explicou Torbes. Com relação às vantagens, estão descontos para quem for professor e 10% de abatimento nos pagamentos à vista.
Já na Livraria Monteiro, também na Piedade, os vendedores vem percebendo, desde o final do ano passado, a mudança na mentalidade de alguns pais de alunos, que resolveram antecipar as compras do material escolar. “Eles estão mais preocupados em comprar antes, principalmente por medo de reajustes de novos produtos que vão chegar e devem ficar de 2% até 3% mais caros”, comentou a vendedora Rosane Arcanjo.
Com relação aos mais procurados da lista de materiais, ela conta que os itens com personagens de desenhos são os mais preferidos dos meninos e meninas que vão com os pais às compras, mesmo estes sendo mais caros. No mais, ocupam o ranking dos mais adquiridos, os cadernos (a partir de R$ 16,99, com 10 matérias), mochilas (que podem ultrapassar o valor dos R$ 300), canetas (a partir de R$ 0,55), lápis (a partir de R$ 0,30) e borrachas (a partir de R$ 0,50). “Tem escola que já começa as aulas agora em janeiro e os pais precisam cumprir com o prazo de entrega”, falou Rosane.
Um dos poucos que aproveitou o movimento tranquilo nas livrarias na manhã de ontem foi o comerciário, Gilson Menezes, pai de duas meninas: uma de 11 e outra de 13 anos. Com o intuito de aproveitar as férias, ele decidiu ir cedo até os estabelecimentos e realizar a compra. Segundo ele, o custo médio, com as duas é de R$ 6.000, valor que inclui o uniforme da escola.
“Eu acredito que talvez fique mais caro depois, mas não vejo toda essa diferença por que tudo é tabelado”, contou. Além dos livros didáticos, o que mais pesa no bolso na hora da compra são as mochilas e acessórios. Apesar do custo, no entanto, Menezes diz que permite às filhas escolher o que vão comprar. “Elas são boas alunas e esforçadas. Acredito que merecem essa oportunidade”.
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