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quarta-feira, 3 de abril de 2013

Mães criam bazar virtual para compra e venda de roupas de bebê em Maceió


O grupo foi criado nas redes sociais e reúne mais de 2.500 pais.
Roupas precisam estar em bom estado de conservação.

Do G1 AL, com informações da TV Gazeta

Quem tem bebê em casa sabe bem como é rápido o período de uso das roupinhas de recém-nascido. É o caso de Adyla que antes mesmo da Sofia nascer, ela saiu comprando roupas de várias cores, modelos e estilos para a filha. Ela conta que levava tudo o que achava bonito nas lojas. Resultado: roupas amontoadas em casa. Muitas delas sem utilidade para Sofia.

“Muitas das roupas nem coube porque a Sofia nasceu muito grande. Por isso, ela nem chegou a usá-las e está tudo amontoado”, diz Adyla.

A consultora de moda Regina Silveira diz que a história de Adyla se repete entre as famílias, principalmente as que têm mães de primeira viagem. Ela passa algumas dicas para que as mães vistam seus filhos sem desperdício. Uma delas é comprar a peça de tamanho maior do que a criança costuma usar. Assim, é possível evitar perdas e aumentar o tempo de uso.

“As mães sempre compram bem antes do filho nascer. Indico comprar poucas roupas de recém-nascido, porque a criança não usa muito. É melhor comprar peças mais confortáveis, como um vestido, que no futuro pode ser utilizado como uma blusinha”, afirma.
Mas se você exagerou nas compras e quer se livrar das peças e ainda ganhar um dinheiro, uma boa opção é fazer um brechó. Essas mães adoram comprar itens para os filhos. Elas encontraram uma solução para não acumular, não só as roupas como também os acessórios e até móveis das crianças que estavam sem uso. Elas criaram um grupo nas redes sociais “Guardei pra você” para comercializar os produtos. Mas para participar é preciso seguir algumas regras.

“Nós enviamos o convite e a pessoa tem que criar um álbum com as roupas. Elas devem estar limpas e em boas condições de uso. Pode também colocar brinquedos e móveis”, diz a organizadora do grupo, Andréia Leite.

O grupo reúne mais de 2.500 mães e também pais. As vendas não param. Aracheli diz que acessa o grupo todos os dias.

“Você compra um vestido na loja que sairia por R$ 200 e você encontra no grupo por R$ 20. O desconto é absurdo. Eu vendo e compro roupas. Além de ser um bom negócio, eu fiz várias amizades”. Afirma a advogada Aracheli Fonseca.

Já Layane afirma que ainda não conseguiu se desfazer as roupas da filha. “Vale muito a pena. Porque um vestido de festa a criança só usou duas vezes, então está muito novo. Eu ainda não vendo, só compro porque sou muito apegada”, diz a empresária Layane Azevedo.

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