MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

Você sabia que existem alguns tipos de autismo?

 


O autismo tem sido um assunto bem discutido nos últimos anos, isso é importante para desmistificar muita coisa em que as pessoas acreditam por falta de informação. Aliás, saiba que existem quatro principais tipos de autismo.

Esses tipos do Transtorno do Espectro Autista (TEA) podem fazer com que o paciente se situe em qualquer ponto dessa ampla gama de sintomas e sinais que formam o espectro autista.

Por isso que tentar identificar uma pessoa por algum sinal específico como a dificuldade de socialização ou comunicação, ou um interesse intenso por tanque polipropileno, não é parâmetro para saber se aquela pessoa é ou não do espectro.

Saiba que o espectro autista vai muito mais além do que alguns sinais, ele é bem mais complexo do que você pode imaginar, sendo assim é importante que todos conheçam sobre o assunto para que possam respeitar todos do espectro autista.

Por isso, para entender e conhecer sobre o espectro autista, é importante pesquisa sobre, não como você pesquisa sobre levantamento planialtimétrico preço na internet, mas uma pesquisa mais aprofundada.

Sendo assim, para saber mais sobre o assunto, continue lendo este artigo, pois separamos as informações mais relevantes e importantes sobre o Transtorno do Espectro Autista para te ajudar a conhecer melhor sobre o tema.

Antes de saber quais são os tipos de autismo, é importante entender a sua definição. O Transtorno do Espectro Autista é um distúrbio do neurodesenvolvimento que é caracterizado por:

  • Desenvolvimento atípico;

  • Manifestações comportamentais;

  • Déficits na comunicação e interação social;

  • Padrões de comportamentos repetitivos e estereotipados;

  • Pode apresentar um repertório restrito de interesses e atividades.

Essa portanto é a definição clínica para as pessoas do espectro autista, então conheça a seguir o grau e os tipos de autismo, além das suas características.

Graus do autismo

É importante entender que existem diferentes graus de autismo, ou seja, se você conhece alguém no seu trabalho de consultoria ambiental Rio de Janeiro, por exemplo, e observar certos sinais presentes no espectro, saiba que não é uma regra para todos os pacientes.

Pois os graus variam de acordo com a gravidade do caso e como o paciente desenvolve suas atividades cotidianas.

Por exemplo, quando se trata do nível 1, que é o mais leve, a pessoa possui uma certa dificuldade para se socializar, mas ainda consegue manter relações interpessoais, seja na empresa de tamboreador para polimento onde trabalha ou na faculdade, por exemplo.

Já quando falamos do grau 2, que é o moderado, essas pessoas podem ter alguma deficiência de linguagem que afeta sua comunicação, relação entre as pessoas e outras características da sua vida.

Por último temos o grau 3 que é conhecido como o nível severo, nele a pessoa tem dificuldade de se expressar, movimentar e suas habilidades cognitivas são bem baixas, e devido a isso esse paciente precisa de mais cuidados e auxílio.

O que a ciência diz hoje sobre os tipos de autismo?

Atualmente os pesquisadores e profissionais da saúde se baseiam na última edição do DSM-5, onde reconhece que todas as pessoas, sejam crianças ou adultos, com as características do autismo, estão dentro do TEA.

Essa mudança ocorreu pois a separação anterior confundia os cuidadores, os próprios autistas e até mesmo os médicos e os outros profissionais de saúde que lidavam com os pacientes, pois os critérios de diagnósticos não eram tão claros assim.

Sem contar que todas as pessoas do espectro autista possuem alguns comportamentos típicos que as caracterizam, por isso se viu a necessidade de categorizar o diagnóstico por gravidade do que ter uma definição para todos.

Tipos de autismo

Conheça a seguir quais são os tipos de autismo.

Autismo clássico

Essa é a definição que descreve os indivíduos com problemas acentuados na comunicação, interação social ou comportamentos repetitivos.

Pode-se observar nessas pessoas sinais clássicos que apontam para o desenvolvimento atrasado da linguagem ou em alguns casos onde ocorre a ausência completa da fala. Já aqueles que conseguem falar não usam a fala como forma de comunicação.

Também é evidente a falta de linguagem não verbal, ou seja, gestos e comportamentos que demonstrem que ele precisa de algo como um limpador de esgoto ou um copo de água, ou alguma iniciativa de interação social.

Podemos destacar nesses casos a ausência de comportamentos considerados comuns como mandar beijo, abraçar, apontar para algum objeto, entre outros.

Dentro dessa perspectiva do autismo clássico, os especialistas consideram que o grau de comprometimento pode variar muito entre os autistas, porém de modo geral eles são voltados para si mesmo e estabelecem pouco contato visual com as pessoas.

Muitos desses pacientes convivem com alguns movimentos estereotipados, como balançar ou bater as mãos, geralmente esses indivíduos apresentam um grau de deficiente intelectual nível 4.

Transtorno Invasivo do Desenvolvimento

Esse transtorno envolve apenas alguns sinais do autismo clássico, não todos. As pessoas que são diagnosticadas têm desafios em relação a:

  • Linguagem;

  • Habilidades sociais;

  • Comportamentos repetitivos.

Como vimos no autismo clássico, porém esses sintomas não estavam presentes ao mesmo tempo.

Transtorno Desintegrativo da Infância

Esse transtorno descreve as crianças que se desenvolvem de maneira típica e similar às outras crianças que não estão dentro do espectro, mas por algum motivo acabam perdendo suas habilidades sociais e de comunicação. Isso acontece entre os 2 a 4 anos de idade.

Dessa forma, uma criança brinca, conversa com as pessoas, seja na rua ou no escritório da fábrica de furadeira base magnética que seus pais trabalham, e conseguem se expressar, porém sem motivo aparente começa a se fechar e não querer conversar mais.

Síndrome de Asperger

Essa síndrome é um pouco diferente dos transtornos de autismo mencionados anteriormente, principalmente pelo fato de que as pessoas que possuem a síndrome de Asperger não têm qualquer tipo de atraso na fala ou linguagem no geral.

As características dessa condição são problemas com simbologias e interações sociais, além da presença de comportamentos obsessivos e de interesse especial, como pesquisar tudo sobre bombeamento solar para poço artesiano ou cubos mágicos, por exemplo.

As pessoas que sofrem da Síndrome de Asperger são conhecidas como “aspies”, geralmente apresentam uma inteligência acima da média, conseguindo assim diversas coisas, pois possui uma rapidez fora do normal para absorver conhecimento.

Os especialistas costumam chamar essa condição de Autismo de Alto Funcionamento, em contrapartida é comum que os aspies desenvolvam transtornos mentais como depressão e ansiedade.

Critérios de diagnóstico dos tipos de autismo

Os sinais do TEA costumam surgir na primeira infância, geralmente antes dos três anos de idade. Nos dias atuais, para que se consiga chegar a um diagnóstico preciso de autismo, os profissionais de saúde usam testes padronizados.

Esses testes conseguem determinar qual o tipo de autismo e a gravidade funcional do distúrbio nos pacientes.

Segundo a quinta edição do Manual de Diagnóstico de Transtornos Mentais da American Psychiatric Association (APA), que foi publicada em 2013, para conseguir diagnosticar uma pessoa com autismo são necessários dois conjuntos de critérios.

Isso quer dizer que para alguém ser diagnosticado com TEA, ela precisa ter apresentado sintomas a partir da primeira infância, além disso esses sintomas devem ter prejudicado a capacidade do indivíduo em seu cotidiano.

 A primeira é o déficit na comunicação e interações sociais, que inclui:

  • Uso prejudicado da linguagem;

  • Falta de contato visual e interação as outras pessoas;

  • Comprometimento e compreensão da linguagem corporal e expressões faciais;

  • Resposta incomum à demonstração de emoções e afeto;

  • Dificuldade em ter empatia, interesse e conexão com as pessoa;

  • Dificuldade em manter relacionamentos.

A segunda são interesses restritos e comportamentos repetitivos, o que inclui:

  • Comportamentos repetitivos, como balançar o corpo e bater as mãos;

  • Repetição de palavras, frases, padrão de fala robótica ou canto;

  • Arranjo compulsivo de brinquedos e objetos;

  • Interesses incomuns;

  • Compromisso fixo em uma área de interesse ou hobby;

  • Desconforto acentuado com uma mudança nas rotinas;

  • Reação incomum a estímulos visuais, como sons, cheiros, texturas, temperatura.

É importante ressaltar que o atraso na fala não faz mais parte do diagnóstico do espectro autista.

Alguns anos atrás, o atraso na linguagem já foi considerado um fator significativo no diagnóstico de autismo clássico, mas vale lembrar que quem sofre da Síndrome de Asperger pode não sofrer com esse sinal, isso poderia acabar implicando no diagnóstico.

Por isso, esse sinal de atraso na fala não é mais um critério para o diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista, afinal os atrasos na linguagem podem ocorrer por vários motivos e não são consistentes em todo espectro do autismo.

Com essas informações você pode perceber como o espectro autista é bem mais complexo do que você poderia imaginar, certo?

É importante que todas as pessoas tenham acesso a essas informações, desde o funcionário de uma empresa de arruela ondulada, até um estudante, pois precisamos estar preparados para lidar com todos, e acima de tudo respeitá-los.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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