
quinta-feira, 29 de outubro de 2026
Leyard é a empresa oficial homologada para fornecer painéis de LED às academias da rede CTRC
Parceria busca padronizar a experiência visual das unidades franqueadas e ampliar as possibilidades de comunicação, entretenimento e interação com os alunos
A Leyard, referência global em tecnologias de visualização, foi homologada como fornecedora oficial da rede de academias Centro de Treinamento Renato Cariani, CTRC. A parceria permitirá que as unidades franqueadas adotem tecnologias de LED da Leyard alinhadas à identidade e ao padrão de experiência definidos pela rede.
A iniciativa tem como objetivo contribuir para que as academias mantenham uma comunicação visual consistente, independentemente da localização. Além de reforçar a identidade da marca, a tecnologia poderá ser utilizada para criar novos formatos de aulas e oferecer conteúdos variados ao público.
O potencial dos painéis de LED dentro das academias vai além da composição estética dos espaços. As telas podem apoiar aulas imersivas, como spinning e outras atividades coletivas, além de exibir treinos, campanhas institucionais, ações de parceiros, transmissões, informações sobre a unidade e conteúdos de entretenimento atualizados diariamente.
Para Andre Ingnez, Business Development Manager Leyard no Brasil, a tecnologia pode ajudar as academias a estabelecer uma relação mais próxima e dinâmica com seus públicos. “A tecnologia de visualização está transformando a experiência dentro das academias. Ela permite criar ambientes mais estimulantes, ampliar a interação com os alunos e explorar novos formatos de aulas, comunicação e entretenimento. A parceria com a rede CTRC também assegura que as unidades tenham acesso a um padrão visual consistente, com qualidade e suporte especializado”, afirma Ingnez.
Primeira instalação em Uberlândia
A primeira unidade franqueada da rede CTRC a receber a tecnologia da Leyard está localizada em Uberlândia (MG). O espaço utiliza o painel de LED como parte do padrão da marca e como uma ferramenta para fortalecer a interação com alunos e visitantes.
“O painel de LED da Leyard aqui no Centro de Treinamento é uma forma do nosso público interagir mais. Esse painel vai agregar, além de uma tecnologia fenomenal, qualidade de imagem perfeita, mais interatividade e conectividade com nossos alunos”, afirma Héder Bessa, sócio-proprietário da unidade.
De acordo com o empresário, a tecnologia também deverá apoiar novas experiências dentro da academia.
Padronização para as franquias
Com a homologação, os franqueados da rede CTRC poderão adquirir as tecnologias da Leyard para seus projetos, de acordo com as orientações de identidade e experiência estabelecidas pela marca. A proposta é oferecer um modelo visual integrado, capaz de acompanhar a expansão da rede e, ao mesmo tempo, adaptar-se às características de cada unidade.
A tecnologia também abre espaço para a criação de uma programação própria de conteúdos. Campanhas da rede, mensagens motivacionais, informações sobre aulas, ativações comerciais e materiais de parceiros poderão ser apresentados de maneira planejada e atualizados conforme as necessidades de cada academia.
“A academia deixou de ser apenas um local destinado à prática de exercícios. Ela também é um ambiente de convivência, conteúdo e conexão. Quando utilizada com estratégia, a tecnologia contribui para tornar essa experiência mais completa e fortalecer o relacionamento entre a marca, os franqueados e os alunos”, conclui Bessa.
Sobre a Leyard
Fundada em 1995, a Leyard é líder global em tecnologias de visualização digital e uma das maiores fabricantes mundiais de painéis de LED. A companhia detém aproximadamente 15% do market shareglobal no segmento de LED e é reconhecida por sua atuação pioneira em tecnologias LED e MicroLED. Presente no Brasil desde 2014, mantém estrutura local completa para suporte aos parceiros do mercado nacional, incluindo escritório e showroom em São Paulo e laboratório técnico especializado em Curitiba. Atualmente, é a única fabricante global de painéis de LED com operação própria e estrutura local na América Latina.
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Quatro municípios da Bahia recebem nova rodada de oficinas de educação financeira

Quatro municípios da Bahia recebem nova rodada de oficinas de educação financeira
Programação do Instituto Brasil Solidário passa por Cipó, Jussiape, Ituaçu e Abaíra entre 27 de outubro e 4 de novembro, reunindo 180 estudantes e 75 educadores em nova etapa do projeto viabilizado pelo FIA
Bahia, outubro de 2026 — O Instituto Brasil Solidário (IBS) realiza, entre os dias 27 de outubro e 4 de novembro, uma nova rodada de oficinas do projeto “Jogar e Aprender: Protagonismo Infantojuvenil com Jogos Educativos” em quatro municípios da Bahia. A programação passa por Cipó, Jussiape, Ituaçu e Abaíra, com atividades práticas de educação financeira para estudantes dos anos iniciais e finais e formações voltadas a educadores das redes públicas.
Ao todo, as atividades previstas nesta etapa alcançam 180 estudantes e 75 educadores confirmados nesta etapa, além de mobilizar profissionais convidados de municípios vizinhos. Por meio de jogos pedagógicos, a iniciativa trabalha conceitos como planejamento financeiro, consumo consciente, tomada de decisões, empreendedorismo e sustentabilidade de maneira lúdica e conectada ao cotidiano dos alunos.
A nova rodada acontece em um cenário em que 45,95% da população adulta da Bahia está inadimplente, segundo o Mapa da Inadimplência da Serasa de agosto de 2026. No país, o índice chega a 51,06%, com 83,9 milhões de pessoas inadimplentes. Os dados reforçam a importância de ampliar o contato com conceitos relacionados ao uso consciente do dinheiro ainda durante a formação escolar.
A agenda começou na segunda-feira, 27 de outubro, no município de Cipó. No Grupo Escolar Getúlio Vargas, 60 estudantes dos anos iniciais e finais participaram de três turmas de oficinas ao longo do dia. Paralelamente, uma formação reuniu 25 educadores, com participação de profissionais convidados dos municípios de Ribeira do Amparo, Cícero Dantas e Ribeira do Pombal, ampliando o alcance da metodologia para além da rede local.
No dia 28 de outubro, a programação chega em Jussiape, com uma formação para 25 educadores na Escola Municipal Professor José Manços Freire. O encontro conta também com profissionais convidados de Abaíra e Piatã. Já no dia 29, o trabalho chega aos estudantes da unidade, com duas turmas e participação prevista de 40 alunos dos anos iniciais e finais.
Na próxima semana, a programação avança para Ituaçu, onde estudantes e educadores participam das atividades no dia 3 de novembro, no Centro Administrativo do município. Durante o dia, 40 alunos serão divididos em duas turmas de oficinas. À noite, das 18h às 21h, será realizada uma formação para 25 educadores da rede. E no dia 4 de novembro, será a vez de Abaíra receber o projeto. A programação acontece no Colégio Municipal Prof. Ercinia Silva, com duas turmas e participação prevista de 40 estudantes dos anos iniciais e finais em oficinas práticas com os jogos educativos.
As ações integram um projeto de alcance estadual que prevê beneficiar 150 mil estudantes na Bahia. A iniciativa contempla ainda a formação de mil educadores, sendo 800 a distância e 200 em atividades presenciais, além da distribuição de 5 mil kits pedagógicos com jogos da família PIC$. A iniciativa é viabilizada com recursos do Fundo da Infância e Adolescência (FIA), via Fundo Estadual da Criança e do Adolescente (Fecriança), em parceria com a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH) e o Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (CECA), com apoio do Nubank.
A nova rodada dá continuidade a uma sequência de ações realizadas pelo projeto na Bahia ao longo do ano. Somente em outubro, Salvador e Irecê também receberam atividades presenciais. Na capital, a programação reuniu gestores da Associação de Escolas de Educação Comunitária da Bahia (AEEC) para entrega de kits e promoveu oficinas com estudantes em diferentes unidades. Em Irecê, estudantes de diferentes escolas participaram de vivências com os jogos e 49 educadores foram mobilizados em uma formação presencial.
Para Luis Salvatore, presidente do Instituto Brasil Solidário, levar a educação financeira para a escola permite aproximar conceitos financeiros das decisões que crianças e adolescentes começam a vivenciar no cotidiano.
“A educação financeira precisa estar conectada ao cotidiano dos estudantes e das famílias brasileiras. Quando o professor se apropria da metodologia e trabalha o tema de forma integrada, o aprendizado ganha sentido e continuidade dentro da escola e ultrapassa, por meio dos alunos motivados, para suas famílias”, afirma.
A metodologia utiliza jogos de tabuleiro e cartas como ferramentas de aprendizagem ativa e integra a educação financeira a outras habilidades previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Além de trabalhar conceitos ligados ao dinheiro, os jogos propõem situações em que os estudantes precisam analisar possibilidades, assumir riscos, planejar e tomar decisões, aproximando o aprendizado de situações da vida cotidiana. Os materiais utilizados pelo projeto também contam com recursos de acessibilidade em Libras.
SERVIÇO
Cipó (BA) — 27 de outubro
Local: Grupo Escolar Getúlio Vargas — Rua Germano de Assis, nº 100, Centro
Estudantes: 8h às 16h — três turmas, com 60 estudantes dos anos iniciais e finais
Educadores: 8h às 11h — 25 participantes
Municípios convidados: Ribeira do Amparo, Cícero Dantas e Ribeira do Pombal
Jussiape (BA)
Local: Escola Municipal Professor José Manços Freire — Rua Olmar da Silva Freitas, s/n, Centro
28 de outubro: 13h30 às 17h — formação para 25 educadores, com profissionais convidados de Abaíra e Piatã
29 de outubro: 8h às 16h — duas turmas de oficinas, com 40 estudantes dos anos iniciais e finais
Ituaçu (BA) — 3 de novembro
Local: Centro Administrativo de Ituaçu — Rua Frei Pedro, bairro 2 de Julho, sala 12
Estudantes: 8h às 16h30 — duas turmas, com 40 estudantes dos anos iniciais e finais
Educadores: 18h às 21h — formação para 25 participantes
Abaíra (BA) — 4 de novembro
Local: Colégio Municipal Prof. Ercinia Silva — Rua do Colégio, s/n, Centro
Estudantes: 8h às 16h — duas turmas, com 40 estudantes dos anos iniciais e finais
Sobre o Instituto Brasil Solidário (IBS)
Organização social de interesse público, com 25 anos de experiência em educação no território brasileiro e América Latina e missão de contribuir com o desenvolvimento econômico, social e sustentável. Atua para potencializar habilidades socioemocionais e o desenvolvimento cognitivo, na perspectiva da formação continuada de educadores e por meio de projetos de impacto, do letramento de crianças, Ensino Básico e aos jovens no Ensino Médio.
Com propostas mobilizadas em escolas públicas dos 26 estados do Brasil, as atividades integram as mais diversas áreas na educação complementar: Incentivo à Leitura, Arte e Cultura, Educação Ambiental, Educação Financeira, Saúde, Educomunicação, Cidadania e Empreendedorismo. O IBS consolida-se como uma organização de impacto social de referência no Brasil e na América Latina com o projeto Vamos Jogar e Aprender e jogos da família PIC$.
Informações para a imprensa:
Gabriela Martins – gabriela@brasilsolidario.org.br
Marianne Seixas – marianne@brasilsolidario.org.br
Ghabriella Costermani – ghabriella@sicomunicacao.com.br
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Ghabriella Costermani
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Festival MackEsportes promove integração e celebração do esporte no Mackenzie Agnes
Festival MackEsportes promove integração e celebração do esporte no Mackenzie Agnes
Evento reúne diversas modalidades esportivas e contará com apresentações e competições de alunos de diferentes faixas etárias.
O Colégio Presbiteriano Mackenzie Agnes, no Recife, realiza, nos dias 7 e 12 de novembro, o Festival MackEsportes, um grande encontro esportivo que reunirá alunos, familiares e comunidade escolar em momentos de integração, aprendizado, diversão e celebração das conquistas alcançadas ao longo do ano.
O evento foi planejado para valorizar a prática esportiva e proporcionar aos participantes uma experiência de confraternização, incentivando o espírito de equipe, a superação e o desenvolvimento pessoal por meio do esporte. A programação contempla modalidades como ballet, ginástica, esgrima, judô, jiu-jítsu, taekwondo, vôlei, basquete, handebol, futvôlei, futsal e natação.
Além dos atletas inscritos, o festival será uma oportunidade para que familiares, amigos e a comunidade possam acompanhar de perto as apresentações e as atividades. A entrada para o público é gratuita, permitindo que todos possam prestigiar os alunos e celebrar juntos este momento especial.
O Festival MackEsportes foi concebido para fortalecer os laços entre alunos, famílias e escola, promovendo uma vivência marcada pela convivência, pelo respeito e pelos valores do esporte. A expectativa é reunir centenas de participantes em um ambiente de celebração e incentivo à prática esportiva, reforçando o compromisso do Mackenzie Agnes Recife com a formação integral de seus estudantes.
Inscrições para participantes:
Os alunos interessados em competir ou se apresentar no Festival MackEsportes podem realizar sua inscrição no link:
https://web3.mackenzie.br/evento/web/festival-mack-esporte
Serviço:
Festival MackEsportes
Dias: 07 e 12 de novembro
Horário: A partir das 8h
Local: Colégio Presbiteriano Mackenzie Agnes
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Voo cancelado ou atrasado: quando o seguro viagem pode reembolsar os gastos do passageiro?
Ocorrências registradas no fim de semana das eleições chamaram atenção para uma dúvida frequente entre viajantes: o que cabe à companhia aérea e o que depende da cobertura contratada

Passagem comprada, mala pronta e compromisso marcado no destino. Quando um voo é cancelado ou sofre atraso, os planos do passageiro podem mudar em poucas horas e, com eles, surgem dúvidas sobre despesas com alimentação, hospedagem, transporte e reservas que talvez não possam mais ser utilizadas.
A situação ganhou atenção no fim de semana do segundo turno das eleições, quando houve registros de voos cancelados no país. Em nota divulgada no domingo, 25 de outubro, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que, dos 3.797 voos programados para os dias 24 e 25, 35 haviam sido cancelados até as 13h daquele domingo.
O episódio levanta uma questão que pode surgir em qualquer viagem: quando um voo não acontece como previsto, quem assume os prejuízos do passageiro?
Segundo Hugo Reichenbach, sócio e diretor de operações da Real Seguro Viagem, se a companhia aérea cancela o voo, as alternativas oferecidas ao passageiro seguem as regras do transporte aéreo. Sendo assim, o passageiro deve procurar a empresa para conhecer as alternativas disponíveis, que podem incluir reacomodação, reembolso ou execução do serviço por outra modalidade de transporte, conforme as condições aplicáveis. A escolha entre as alternativas previstas cabe ao passageiro.
A assistência durante a espera também segue as regras da aviação civil. O atendimento pode incluir alimentação e, quando houver necessidade de pernoite, hospedagem e transporte, conforme o tempo de espera e as condições previstas na regulamentação.
Para solicitar o atendimento, Hugo recomenda guardar o cartão de embarque, a confirmação da reserva e as comunicações recebidas. Também é possível pedir à companhia uma declaração por escrito sobre o motivo do atraso ou cancelamento.
Já o seguro viagem pode prever cobertura para determinadas despesas ou situações, desde que elas estejam incluídas no contrato e atendam às condições da seguradora.
Segundo o especialista, o seguro viagem pode oferecer proteção para despesas causadas por atrasos, mas essa cobertura não está presente em todos os planos. Além disso, o prazo mínimo de atraso, os motivos aceitos, as despesas reembolsáveis e os limites variam conforme o contrato.
Em determinadas apólices, o passageiro pode solicitar o reembolso de gastos necessários com alimentação, hospedagem ou traslado que não tenham sido pagos pela companhia aérea. “Não basta o voo atrasar para que qualquer gasto seja automaticamente reembolsado. É preciso que a cobertura tenha sido contratada e que a ocorrência esteja entre as situações previstas na apólice. Por isso, vale conferir o prazo mínimo, os limites e as exclusões na hora da contratação”, orienta Hugo.
Em alguns planos, também pode existir cobertura específica para cancelamento do voo após um período mínimo de atraso. Nesse caso, a regra é diferente de um cancelamento comunicado antecipadamente pela companhia, e sua aplicação depende das condições da seguradora.
E se o viajante precisar cancelar a viagem?
Há outra situação: o voo continua programado, mas o próprio passageiro precisa desistir da viagem por um imprevisto. Para esses casos, alguns seguros oferecem uma cobertura adicional de cancelamento de viagem.
Conforme as condições contratadas, ela pode reembolsar despesas pagas antecipadamente que não sejam recuperadas junto aos fornecedores, como valores de passagens, hospedagens e determinados serviços turísticos. O reembolso fica limitado ao valor previsto no seguro e depende de um motivo coberto e comprovado.
São exemplos situações de doença grave ou acidente que impeçam o segurado de viajar, além desses incidentes envolvendo familiares previstos nas condições da apólice. Algumas modalidades podem incluir outros eventos, com regras e prazos próprios de contratação.
“Planejar uma viagem também é entender o que acontece se ela precisar ser cancelada. Antes de contratar, o viajante deve olhar não apenas para o valor da cobertura, mas para os motivos aceitos, os prazos e os documentos exigidos. É isso que vai mostrar se aquela proteção atende ao que ele precisa”, afirma o executivo.
Como pedir o reembolso
Quando houver uma despesa potencialmente coberta, o passageiro deve entrar em contato com a seguradora ou com a central de assistência indicada no certificado e seguir as orientações para registrar a ocorrência.
Em coberturas que funcionam por reembolso, é importante guardar notas fiscais, recibos, comprovantes de pagamento, documentos da viagem e a comunicação da companhia aérea sobre o ocorrido. Também pode ser necessário demonstrar quais despesas não foram pagas ou reembolsadas pela companhia aérea.
O pedido será analisado de acordo com a cobertura contratada, o motivo do evento e o limite disponível.
Além do seguro, a Real oferece o RealResolve, serviço que, segundo a empresa, auxilia viajantes na análise de casos de voos cancelados, atrasados ou de negativa de embarque por excesso de reservas. “Depois de um imprevisto, o viajante precisa saber a quem recorrer e quais documentos reunir. Ter essas informações organizadas ajuda tanto na conversa com a companhia aérea quanto em um eventual pedido à seguradora”, conclui Hugo.
Mais informações: www.seguroviagem.srv.br.
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NextGen acelera formação de talentos para o mercado transformado pela Inteligência Artificial
Todos os participantes da primeira edição do programa foram contratados e já atuam em projetos SAP de clientes em setores como indústria, varejo e serviços
Em um cenário de transformação digital contínua, a delaware, consultoria global de tecnologia e processos de negócios, anuncia os resultados consolidados da primeira edição do NextGen, seu programa estratégico para a formação da próxima geração de consultores. Criado com a premissa de construir uma organização duradoura e preparada para o futuro, o programa responde ao desafio do mercado ao combinar capacitação técnica intensiva, mentoria, desenvolvimento humano e aplicação prática de Inteligência Artificial desde os primeiros meses de formação.
A primeira edição, que teve um ano de duração, contou com nove participantes. Em uma jornada diária equilibrada entre quatro horas de estudo e quatro horas de atuação prática, os jovens talentos utilizaram ferramentas de IA como aceleradores para encurtar a curva de aprendizado e ampliar a capacidade de entrega. Ao término do ciclo, 100% da turma foi contratada, obteve a certificação SAP em seus respectivos módulos de atuação, conquistou a certificação SAP RISE e foi alocada diretamente em projetos de clientes. Agora, esses profissionais vão atuar em implementações de SAP S/4HANA, ativações Cloud ERP e projetos de transformação digital nos setores de indústria, varejo e serviços.
O programa é resultado de uma parceria estratégica entre a delaware Brasil, a SAP, a Fundação Engenheiro Salvador Arena (FESA), instituição reconhecida por oferecer programas de ensino superior subsidiados, e outras consultorias do ecossistema SAP, com o objetivo de desenvolver e atrair novos talentos para o mercado de tecnologia e transformação digital. A iniciativa combina formação acadêmica, capacitação SAP e oportunidades de carreira para estudantes em fase de graduação.
A estrutura do programa combina a atuação progressiva em projetos de verdade, variando de 50% a 75% do tempo dos participantes ao longo dos 12 meses, com o uso de um laboratório onde é seguro praticar. Nesse ambiente, os integrantes gerenciam uma empresa fictícia completa em SAP para configurar e testar processos ponta a ponta, desenvolvendo inovações com apoio de IA. “Além disso, a formação conta com mentoria dupla semanal composta por um líder técnico da área de entregas e um mentor de gestão de pessoas, garantindo acompanhamento técnico e comportamental constante com base em cinco dimensões cruciais: conhecimento técnico, comunicação, organização, espírito de equipe e empreendedorismo”, revela Juliana Beltrão,DHO Lead.
A integração entre liderança, inovação e prática tem impulsionado a carreira dos novos consultores. Felipe Laureno foi um dos participantes. “Meu principal aprendizado, além do conhecimento técnico, foi ampliar minha visão sobre inovação e colaboração. Além disso, tive a oportunidade de desenvolver mais confiança em apresentações e no relacionamento com clientes, aprimorando minha comunicação e postura profissional”.
Compartilhando o mesmo sentimento está Vinicius Strazza, que também fez parte do programa. “Pude ver como configurar uma empresa do início, investigar erros, otimizar processos com IA, desenvolver aplicativos para testes financeiros, apresentar tudo isso em reuniões semanais e, ainda, melhorar minhas habilidades de comunicação”, afirma.
Devido ao sucesso do programa, a empresa deve dar continuidade com novas turmas para acompanhar o ritmo de crescimento dos seus negócios e atender às crescentes demandas do mercado de tecnologia. “Preparar a próxima geração de consultores é uma das missões da delaware. Entendemos que formar os jovens para o mercado de trabalho do futuro é uma obrigação nossa no presente”, finaliza Juliana.
Sobre a delaware:
A delaware conta com mais de 20 anos de experiência em consultorias, implementações, sustentações e inovações tecnológicas em diversos setores. Com presença em mais de 20 países e origem na Bélgica, a empresa conta com mais de 5 mil profissionais que atuam na orientação dos clientes, através da transformação de seus negócios, oferecendo soluções end-to-end focadas em criar valor e inovar, incluindo desenvolvimento, inovação e implementação de tecnologias avançadas. Para mais informações, siga a delaware Brasil nas redes sociais: LinkedIn, Instagram e Facebook.
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Cinthia Guimarães Tel: +55 (11) 95457-3500 Email: cinthia@informamidia.com.br www.informamidia.com.br |
Sandra Teschner e coautores lançam o livro "Humanamente" em Salvador

Sandra Teschner e coautores lançam o livro "Humanamente" em Salvador
Nesta quinta-feira (29), das 19h às 21h30, na Livraria Escariz do Shopping Barra, a baiana Sandra Teschner, referência em Ciência da Felicidade e fundadora do Instituto Happiness do Brasil, reunirá autores e leitores em um encontro para lançamento do livro “Humanamente”.
Além de um bate papo sobre ciência, felicidade e espiritualidade, a noite também marcará uma sessão de autógrafos. A turnê de lançamento da obra teve início em Lisboa, Portugal, e seguiu para São Paulo e Goiânia. O roteiro inclui etapas em Brasília e Joinville, com publicação da editora Profashional em parceria com a UmLivro e participação de Sandra Teschner com os coautores.
SERVIÇO
Lançamento do livro Humanamente — Sandra Teschner e coautores
Data: 29 de outubro de 2026
Horário: das 19h às 21h30
Local: Livraria Escariz — Shopping Barra, Salvador
Programação: Bate-papo, encontro com os autores e sessão de autógrafos.
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Gabriella Freitas
Executiva de atendimento
gabriella@textoecia.com.br
(71) 99963-3126
O Halloween não é mais americano
O Halloween não é mais americano
* Verônica Karina Ipólito
O Halloween chegou ao Brasil de forma gradual, por diferentes caminhos, e não por um único processo de transmissão cultural. Um dos primeiros e mais importantes vetores dessa difusão foram as escolas e os cursos de idiomas, especialmente os que trabalhavam com a língua inglesa. Inicialmente, a comemoração aparecia como uma atividade relacionada ao ensino da língua e à aproximação dos estudantes com aspectos da cultura dos países de língua inglesa. Com o tempo, porém, a celebração ultrapassou esse espaço e passou a incorporar parte do calendário de outras instituições de ensino, festas, eventos e atividades comerciais.
Filmes, desenhos animados, séries, programas de televisão, publicidade e, posteriormente, as plataformas digitais ajudaram a tornar familiares no Brasil elementos que originalmente pertenciam ao universo cultural do Halloween estadunidense. A presença constante dessas imagens no cotidiano contribuiu para naturalizar a comemoração e aproximá-la do público brasileiro. O comércio teve igualmente um papel importante nessa consolidação já que a comemoração se tornou conhecida, surgiram produtos, fantasias, decorações, festas, alimentos e campanhas publicitárias associadas à data. Mais recentemente, as redes sociais ampliaram ainda mais essa circulação.
Hoje, o Halloween é celebrado no Brasil de maneira bastante diversificada e, em muitos casos, já se distancia bastante do modelo tradicional. Nas escolas regulares, a comemoração pode aparecer como festa temática, atividade cultural, proposta interdisciplinar, momento de integração entre os estudantes ou simplesmente como uma oportunidade de sair da rotina. Outro cenário bastante presente é o das festas e eventos voltados ao público infantil e juvenil. No nosso país, porém, não é comum reproduzir integralmente a tradição do trick or treat, em que crianças percorrem as casas pedindo doces, e o que prevalece é a organização de festas em que as pessoas se fantasiam, participam de brincadeiras, dançam e convivem socialmente.
Essa adaptação é particularmente interessante porque revela que o Halloween brasileiro não é simplesmente uma reprodução da festa norte-americana. Ele incorpora hábitos, músicas, comidas, formas de vestir e maneiras de festejar que fazem parte da nossa realidade. Pesquisadores chegam a caracterizar esse processo como uma espécie de carnavalização, ou seja, uma manifestação cultural estrangeira que é apropriada e ganha novos sentidos quando inserida em outro contexto. Por isso, quando pensamos na comemoração atualmente no Brasil, talvez seja mais adequado falar em “Halloweens brasileiros”, no plural. O Brasil não simplesmente recebeu o Halloween; ele o transformou.
Muitos discursos apresentam Halloween e Dia do Saci, também comemorado em 31 de outubro, como “inimigos”, de um lado a “invasão cultural” americana; de outro, a “defesa do folclore brasileiro”. No entanto, especialistas não veem essas datas necessariamente como “inimigas”. Para eles, essa leitura de oposição acaba simplificando um fenômeno cultural que é bem mais complexo. O Halloween não está substituindo as manifestações da cultura brasileira. Pelo contrário, ele passou por um processo de transformação e ganhou características próprias.
Nesse sentido, o Dia do Saci tem um papel importante, especialmente no ambiente educacional, já que pode ser uma oportunidade para apresentar às crianças e aos jovens personagens como o Saci, Iara, Curupira, Boitatá e Cuca, não apenas como nomes do folclore, mas como parte de um patrimônio cultural que precisa ser conhecido e constantemente ressignificado. A questão não é simplesmente combater a festa estadunidense, mas aproveitar inclusive a sua popularidade para abrir espaço para o diálogo, para o conhecimento e para a valorização da cultura brasileira.
Na perspectiva antropológica, a circulação global de festas e celebrações é entendida como parte de um processo muito mais amplo de circulação cultural, que não é estática nem permanece isolada: é um processo de contato, troca de referências, incorporação de elementos externos e também transformação daquilo que recebe. O problema está quando essa circulação acontece de maneira tão intensa e desigual que determinadas referências passam a ocupar quase todo o espaço, enquanto outras deixam de ser conhecidas ou valorizadas.
Nesse sentido, a escola tem um papel muito importante, pois ela pode ser simplesmente um espaço de reprodução de tendências culturais que chegam pela mídia e pelo mercado, mas também pode transformar essas manifestações em objetos de reflexão. Quando trabalhamos o Halloween, por exemplo, podemos discutir globalização, circulação cultural, consumo, identidade e ressignificação. E, ao mesmo tempo, podemos colocar em evidência manifestações da cultura brasileira que muitas vezes têm menos espaço nos meios de comunicação.
* Verônica Karina Ipólito é professora do curso de História da EAD UniCesumar e doutora em História pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho.
Sobre a UniCesumar
Com mais de 35 anos no mercado educacional e desde 2022 como uma das marcas integradas ao grupo Vitru Educação, a UniCesumar conta com uma comunidade de cerca de 500 mil alunos. Atualmente, possui uma robusta estrutura de Educação a Distância (EAD), com mais de 1,3 mil polos espalhados por todas as regiões do país, além de três unidades internacionais, localizadas em Dubai (Emirados Árabes) e Genebra (Suíça). No ensino presencial, destaca-se o curso de Medicina, oferecido nos campi de Maringá (PR) e Corumbá (MS), juntamente a outros três campi, localizados em Curitiba, Londrina e Ponta Grossa (PR). Como um dos dez maiores grupos educacionais privados do Brasil, a UniCesumar oferece portfólio diversificado, com 350 cursos, abrangendo graduação, pós-graduação, técnicos, profissionalizantes, mestrado e doutorado. Sua missão é promover o acesso à educação de qualidade e contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional de seus alunos, preparando-os para os desafios do mercado de trabalho.
Contatos para imprensa:
E-mail: vitru@webershandwick.com
Com mais de 20 anos de atuação, farmácia magistral Octalab inicia processo de expansão com linha própria de skincare e suplementos

Com mais de 20 anos de atuação, farmácia magistral Octalab inicia processo de expansão com linha própria de skincare e suplementos
Empresa investiu R$ 5 milhões para criar as marcas Octa Nutri e Octa Dermo e inicia novo ciclo de crescimento com venda de produtos personalizados também pelo e-commerce
Com mais de duas décadas de atuação no mercado magistral, a Octalab, empresa localizada em Santo André (SP), inicia uma nova fase de expansão com o lançamento de suas primeiras linhas de produtos industrializados: a Octa Nutri, voltada à suplementação alimentar, e a Octa Dermo, dedicada aos cuidados com a pele, cabelos e corpo. Para colocar o projeto em prática, a empresa investiu cerca de R$ 5 milhões e criou o Grupo OCTA, que reúne as três marcas.
A iniciativa chega em um momento de expansão dos mercados de beleza, cuidados pessoais e suplementação no Brasil.
Atenta a esse cenário, o Grupo OCTA decidiu transformar a experiência acumulada no mercado de manipulação em uma nova frente de negócios, ampliando seu portfólio para produtos industrializados e formulações desenvolvidas para diferentes necessidades.
“O conhecimento que adquirimos ao longo desses 24 anos nos trouxe uma compreensão profunda sobre as diferentes necessidades relacionadas à saúde, ao bem-estar e aos cuidados pessoais. A experiência com a manipulação nos permite aplicar esse conhecimento também ao desenvolvimento das nossas novas linhas, com produtos cuidadosamente formulados, ingredientes selecionados e o que há de mais moderno nos mercados de suplementação e dermocosméticos”, afirma Murilo Perilo, CEO do Grupo OCTA.
Novo ciclo de crescimento
O investimento de aproximadamente R$ 5 milhões contempla a estruturação das novas marcas e faz parte da estratégia da empresa para inaugurar um novo ciclo de crescimento. Além da presença física e da atuação tradicional da Octalab, os produtos Octa Nutri e Octa Dermo estarão disponíveis por meio de um e-commerce próprio do grupo, ampliando o alcance da marca para consumidores de diferentes regiões do país.
Ao todo, o lançamento reúne 24 produtos nas duas novas linhas.
Entre os destaques da Octa Nutri estão a Vitamina D3, voltada à suplementação desse nutriente e ao suporte à saúde óssea e imunológica.
Já a Octa Dermo reúne produtos desenvolvidos para diferentes etapas da rotina de cuidados pessoais. Entre eles estão séruns com ativos selecionados para necessidades específicas da pele, além do Q10 Lift, hidratante facial formulado com Syn-Ake, Coenzima Q10 e Ácido Hialurônico.
“Nossa expectativa é ampliar a atuação do Grupo OCTA nacionalmente, consolidando a marca nos mercados de suplementos e dermocosméticos e ampliando o portfólio nos próximos anos. Queremos crescer sem abrir mão da nossa essência, investindo em produtos de alta performance e acompanhando a evolução da ciência, da tecnologia e das necessidades dos consumidores”, finaliza Perilo.
Sobre o Grupo OCTA
Com 24 anos de atuação no mercado, o Grupo OCTA reúne a experiência e a expertise da Octalab, farmácia magistral com atuação focada em oftalmologia e medicina integrativa, às novas marcas Octa Dermo e Octa Nutri, voltadas, respectivamente, aos cuidados dermocosméticos e à suplementação alimentar.
A expansão marca um novo ciclo de crescimento da empresa, que amplia sua atuação para oferecer um portfólio de produtos e soluções voltados à saúde, bem-estar e cuidados pessoais. A partir da experiência adquirida no desenvolvimento de formulações personalizadas, o Grupo OCTA investe em inovação, tecnologia, qualidade e desenvolvimento de produtos para atender às diferentes necessidades dos consumidores.
Com atuação pautada por qualidade, controle e rastreabilidade, o Grupo OCTA tem como propósito unir ciência, tecnologia e conhecimento técnico para desenvolver produtos de alta performance e acompanhar a evolução do mercado de saúde, beleza, suplementação e cuidados pessoais.
Assessoria de Imprensa
Notícia Expressa
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Crea-BA abre prazo de inscrição para o segundo edital de patrocínio

Crea-BA abre prazo de inscrição para o segundo edital de patrocínio
Propostas poderão ser encaminhadas até o dia 20 de novembro.
Estão abertas as inscrições para o edital de patrocínio nº 02/2026, que vai beneficiar projetos (eventos ou publicações) de entidades de classe, instituições de ensino e fundações cadastradas, relacionados à temas de interesse da Engenharia, Agronomia e Geociências. O edital lançado pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (Crea-BA) conta com recursos na ordem de R$ 250 mil. Os projetos patrocinados deverão ser executados de janeiro a junho de 2027.
As propostas deverão ser encaminhadas até o dia 20 de novembro. As inscrições podem ser feitas no link: https://iris.creaba.org.br/editais/login. No ato, as entidades interessadas deverão protocolizar eletronicamente no Crea-BA o Plano de Trabalho de Patrocínio e preencher formulário online de solicitação do projeto, instruído com os documentos obrigatórios.
O edital de patrocínio tem por objetivo fortalecer a imagem e a valorização dos serviços prestados pelo Crea e pelo profissional; incentivar ações vinculadas à valorização das profissões; apoiar ações vinculadas à missão e à visão do Crea; incentivar ações de atualização, geração de conhecimento técnico-científico e promoção da inovação de interesse da Engenharia, Agronomia e Geociências; e fortalecer o relacionamento do Crea-BA com a sociedade e com seu público interno.
As propostas serão avaliadas pelo Comitê Gestor de Patrocínio, aprovadas pela Diretoria do Crea-BA e homologadas pelo plenário. Todas as dúvidas referentes ao edital deverão ser encaminhadas ao e-mail patrocinio@creaba.org.br. Os projetos inscritos no edital deverão ser executados no Estado da Bahia.
De acordo com o presidente do Crea-BA, engenheiro agrimensor Joseval Carqueija, o edital de patrocínio é uma conquista importante para o funcionamento e fortalecimento das entidades. “Encerro minha gestão dando continuidade a essa iniciativa que tem viabilizado projetos interessantes por toda a Bahia, ampliando a visibilidade dos profissionais da Engenharia, Agronomia e Geociências. O Crea-BA continuará com essa política de valorização das entidades, para o bem das profissões da área tecnológica”, finaliza.
Acesse no link a seguir o edital de patrocínio: https://www.creaba.org.br/wp-content/uploads/2026/10/SEI_1729098_Edital_de_Patrocinio_4.pdf
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Camila Fiuza
Apex Conteúdo Estratégico
(71) 98242-9774
www.apexagencia.com.br
SOB O OLHAR DO XERIFE DE NOTTINGHAM
Um dos traços da nossa cultura política são as práticas de mandonismo que se fazem presentes de norte a sul do Brasil desde longa data. Claro, cada momento histórico tem lá suas peculiaridades, cada região, suas especificidades; mas esse trem doído continua presente em nossa sociedade — com outras roupagens, é claro.
Todos conhecemos a história da formação dos redutos eleitorais cativos que são controlados por caciques políticos — redutos estes edificados com uma série de benefícios regalados aos seus eleitores que, nos termos populares, sentem-se obrigados a votar em quem o cacique indicar.
O historiador José Murilo de Carvalho, em seu livro Cidadania no Brasil: O longo caminho, chama-nos a atenção para esse triste traço da história política do nosso país, no qual os cidadãos se encontram em uma situação de fragilidade dentro de uma sociedade sem uma sólida cultura de participação democrática.
Detalhe importante: o grande despreparo não vem tanto da parte dos cidadãos desvalidos, mas sim da nossa classe política e das nossas elites econômicas e intelectuais. Isso mesmo, cara-pálida. Pergunte-se: quem coagia os eleitores? Quem comprava os votos? Quem falsificava as atas eleitorais? Com certeza não era o pobre do Jeca Tatu. Demais a mais, o brocardo “em uma eleição vale tudo, menos perder” reflete muito bem a mentalidade predatória dos donos do poder nestas terras de ninguém.
Mas voltemos ao ponto do conto: a compra de votos em nosso país por bagatelas, juntamente com a troca de favores, é um traço permanente na história das eleições brazucas — traço esse que reflete a carência que imperou e impera entre nós e que, de forma cruel, força muitas pessoas a se sentirem reféns daqueles que se apresentam como seus protetores.
Como nos lembra José Osvaldo de Meira Penna, em seu livro O Dinossauro, caudilhos e demagogos de todos os naipes ideológicos não se cansam de se apresentar no imaginário midiático e propagandístico como uma espécie de Robin Hood — que tira dos ricos para dar aos pobres —, quando, na verdade, na maioria das vezes não passam de maquiavélicos Xerifes de Nottingham, que tomam de todos para beneficiar a si mesmos e aos seus.
Podemos dizer que, de certa forma, a velha política do pão e circo nunca sai de cartaz. Sempre funcionou muito bem, funciona online que é uma beleza e, ao que tudo indica, continuará fazendo sucesso por muito tempo. Por quanto tempo? Só Deus sabe.
Pensando nisso e voltando nossos olhos para a conjuntura atual, é bom não nos esquecermos de que muitíssimos brasileiros dependem de algum programa social. Além disso, uma fatia significativa de lares brasileiros possui algum tipo de dívida e outros tantos estão com contas atrasadas ou inadimplentes. Em resumo: são muitos os cidadãos que se encontram em uma situação delicada.
Por isso, as palavras do senhor Luiz Inácio, ditas no ano de 2000, são muito interessantes. Dizia ele que a compra de votos, o clientelismo e demais práticas similares levavam o povo a pensar com o estômago, e não com a cabeça. É por isso que se distribui tanta cesta básica, tanto tíquete de leite, porque na verdade tudo isso seria uma peça de troca em época de eleição que despolitiza o processo eleitoral. É, meu amigo: Luiz Inácio falou, Luiz Inácio avisou, e ele está certíssimo no que disse.
Enfim, ao levantar esses pontos, não estou sugerindo que essas famílias devam ser desassistidas — muito pelo contrário, cara-pálida. O que faço é refletir com meus alfarrábios sobre esses pontos e constatar, com pesar, o quão precárias são nossas discussões políticas porque, mesmo estando em pleno século XXI, ainda nos vemos às voltas com um emaranhado de subprodutos do velho coronelismo que, de certa forma, tornou-se, à sua maneira, uma espécie de “doutrina” extraoficial do clientelismo estatista brasileiro, que instrumentaliza a filantropia, reduzindo direitos sociais a favores concedidos por pretensos e intocáveis benfeitores.
*
(*) professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de “NAS ENTRANHAS DO LEVIATÔ, entre outros livros.
domingo, 25 de outubro de 2026
Zero-click search: como adaptar o SEO à era das respostas por IA?
Por Renan Cardarello
Durante anos, o sucesso de uma estratégia de SEO esteve diretamente associado a uma métrica: o clique. Quanto melhor a posição conquistada no Google, maior a expectativa de levar o usuário para o site. Mas, e quando ele encontra a resposta que procura sem precisar clicar em lugar algum? É justamente essa mudança de comportamento que está por trás do conceito de zero-click search, ou busca sem clique.
A expressão descreve pesquisas em que o usuário encontra a informação desejada diretamente na página de resultados, sem acessar um site externo. Isso pode acontecer por meio de um snippet, painel de informações, mapa, recurso interativo ou, cada vez mais, de uma resposta gerada por inteligência artificial.
Não se trata de uma mudança pequena. Dados de mercado citados pelo Sebrae RS mostram que, em 2024, 58,5% das buscas realizadas nos Estados Unidos terminaram sem nenhum clique em um site externo. Em meados de 2025, o índice chegou a 65% globalmente. Não há, porém, um dado público equivalente específico para o Brasil. Ainda assim, o cenário internacional já é suficiente para evidenciar que a relação entre busca, clique e consumo de conteúdo está mudando.
O impacto dessa transformação vai além da tecnologia, colocando em xeque uma premissa importante do marketing digital: a visibilidade não significa, necessariamente, tráfego. Uma marca pode aparecer como fonte de uma resposta, ser mencionada por uma IA ou ocupar um espaço de destaque na página de resultados sem receber uma única visita.
Isso não significa, contudo, que o SEO perdeu relevância. Significa que a disputa pela visibilidade digital ganhou novas camadas — e que os critérios para avaliar o sucesso de uma estratégia precisam acompanhar essa evolução. E, é nesse ponto que o GEO (Generative Engine Optimization) ganha espaço.
Se mecanismos de busca e ferramentas de inteligência artificial passaram a sintetizar informações de diferentes fontes para entregar respostas aos usuários, as empresas precisam trabalhar para que seus conteúdos sejam compreendidos, considerados relevantes e utilizados como referência nesses ambientes.
O primeiro passo continua sendo a qualidade. Conteúdos produzidos apenas para repetir palavras-chave tendem a perder força em um ambiente no qual mecanismos de busca precisam identificar informações confiáveis e contextualizadas. Textos originais, bem estruturados, atualizados e capazes de responder a dúvidas específicas passam a ter ainda mais importância.
A própria evolução da Pesquisa Google reforça esse movimento. A empresa afirma que seus recursos de inteligência artificial, como AI Overviews e AI Mode, continuam utilizando as bases tradicionais de SEO. Mas, para que uma página possa aparecer como link de apoio nessas experiências, ela precisa estar indexada e qualificada. Ou seja, GEO não representa o abandono do SEO tradicional, mas a expansão de uma estratégia de visibilidade que precisa considerar novos ambientes de descoberta.
Outro elemento ganha peso nessa equação: a autoridade. Quando o usuário pode receber uma resposta sem visitar nenhum site, ser reconhecido como uma fonte confiável passa a ter valor por si só. Isso exige que as marcas olhem para além do próprio blog corporativo, construindo presença em diferentes canais, conquistando menções externas, produzindo conteúdo especializado e mantendo consistência na construção de sua autoridade.
Essa mudança também precisa chegar à mensuração. Cliques e sessões continuam sendo indicadores importantes, especialmente para negócios que dependem de conversões no site. Mas, eles já não contam toda a história. Impressões, presença em recursos de busca, citações da marca e conversões assistidas passam a contribuir para uma visão mais completa do impacto da estratégia.
O desafio, portanto, não está em escolher entre SEO e GEO, mas em entender que os dois passam a fazer parte de uma mesma disputa pela atenção e relevância antes, durante e depois do clique.
A era do zero-click search não representa o fim do SEO. Ela revela que a disputa pela atenção digital está acontecendo cada vez mais cedo na jornada do usuário. Então, em vez de trabalhar apenas para levar pessoas ao site, as marcas precisam estar preparadas para ser encontradas, citadas e reconhecidas como referência, mesmo quando a jornada termina antes da visita.
No fim, a pergunta já não é apenas quantas pessoas clicaram. É também: quantas vezes a sua marca foi considerada relevante quando alguém buscou uma resposta?
Renan Cardarello é Fundador e Diretor da iOBEE – Agência de marketing digital e Growth.
Sobre a iOBEE:
Atuando de forma abrangente com serviços de Google Ads & Meta Ads, SEO, Inteligência em Gestão de Redes Sociais, Inbound Marketing e outros mais. A iOBEE é uma agência de marketing digital e tecnologia, com uma abordagem estratégica e serviços que atendem todas as áreas essenciais para impulsionar o crescimento e o faturamento das empresas.
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Nathália Bellintani Tel: +55 (11) 9848-4042 Email: nathalia@informamidia.com.br www.informamidia.com.br |
Coordenador do Mackenzie Agnes dá orientações para os estudantes manterem a calma e administrar o tempo durante as provas do ENEM
Coordenador do Mackenzie Agnes dá orientações para os estudantes manterem a calma e administrar o tempo durante as provas do ENEM
Confiança, equilíbrio emocional e estratégia são tão importantes quanto o domínio dos conteúdos.
Com a proximidade das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), muitos estudantes intensificam suas rotinas de estudo e revisão. Por isso, o coordenador do Ensino Médio do Colégio Presbiteriano Mackenzie Agnes, no Recife, Ronaldo Queiroz, reuniu algumas dicas valiosas para que os alunos realizem o exame com mais tranquilidade e segurança.
Segundo Ronaldo Queiroz, o desempenho dos candidatos depende não apenas do conhecimento adquirido ao longo da preparação, mas também da capacidade de controlar a ansiedade, administrar o tempo e tomar decisões durante a prova.
De acordo com o professor, uma das maiores dificuldades enfrentadas pelos participantes é lidar emocionalmente com questões consideradas difíceis ou com conteúdos que não dominam completamente. "É comum que a ansiedade provoque insegurança e faça o estudante questionar sua própria capacidade. Quando isso acontece, a concentração pode ser comprometida e o rendimento acaba sendo afetado", explica.
Outra orientação importante é compreender que não é necessário acertar todas as questões para alcançar um bom resultado. "Muitos candidatos chegam ao exame acreditando que precisam ter um desempenho perfeito. Cada dificuldade passa a ser interpretada como um fracasso, aumentando a tensão. O Enem exige muito mais do que conhecimento: exige capacidade de decisão, gestão do tempo e equilíbrio emocional", afirma.
Segundo Ronaldo Queiroz, uma questão complexa não deve comprometer emocionalmente o restante da avaliação. A recomendação é analisar cuidadosamente o enunciado, identificar as informações disponíveis e buscar relações com conhecimentos já consolidados. "Mesmo quando o estudante não se lembra integralmente de determinado conteúdo, muitas vezes é possível avançar utilizando interpretação, raciocínio lógico e análise das alternativas. Se a resolução estiver consumindo tempo demais, o ideal é sinalizar a questão e seguir adiante, retornando depois, se houver oportunidade", orienta.
O coordenador também sugere uma mudança de postura diante da insegurança. Em vez de pensar "não sei nada sobre isso", o candidato deve se perguntar: "O que consigo compreender e resolver com os conhecimentos que tenho?". Para ele, essa mudança de perspectiva reduz a sensação de impotência e fortalece a autonomia durante a prova.
Entre as competências necessárias para um bom desempenho no Enem, a gestão do tempo ocupa lugar de destaque. Por isso, Ronaldo recomenda que cada estudante chegue ao exame com uma estratégia previamente testada nos simulados.
Uma das orientações é começar pelas questões com as quais tenha maior familiaridade. "Isso gera confiança, permite avançar na prova e evita o desgaste provocado pela insistência excessiva em itens mais complexos", destaca.
Ele também alerta para a importância de não permanecer muito tempo em uma única questão. "Administrar o tempo não significa apenas ser rápido. Significa saber quando insistir, quando avançar e quando retornar a determinado item", observa.
No primeiro dia de prova, o coordenador reforça a necessidade de reservar um período adequado para a redação, contemplando leitura da proposta, planejamento, escrita, revisão e transcrição do texto final. Além disso, recomenda atenção especial ao preenchimento do cartão-resposta, evitando deixar essa etapa para os últimos minutos.
Para Ronaldo Queiroz, a tranquilidade necessária para enfrentar o Enem é construída ao longo de todo o ano letivo. No Colégio Presbiteriano Mackenzie Agnes, esse trabalho acontece através de simulados, acompanhamento pedagógico e atividades voltadas ao desenvolvimento socioemocional. "Os simulados não servem apenas para medir conhecimentos. Eles permitem que o estudante vivencie situações semelhantes às do exame, desenvolva estratégias de resolução, aprenda a administrar o tempo e se familiarize com a pressão inerente a esse tipo de avaliação", explica.
O coordenador ressalta ainda que a análise dos resultados é fundamental para transformar a avaliação em uma ferramenta de aprendizagem. "Quando o estudante compreende onde errou, reconhece seus avanços e recebe orientações adequadas, a prova deixa de ser vista exclusivamente como uma ameaça", afirma.
Nas semanas que antecedem o Enem, Ronaldo recomenda que os estudantes mantenham uma rotina equilibrada, conciliando revisão dos conteúdos, sono adequado, alimentação saudável, prática de atividades físicas e momentos de convivência com familiares e amigos. "O excesso de estudo nos últimos dias não necessariamente traz melhores resultados. Privação de sono, esgotamento e excesso de cobrança podem prejudicar funções cognitivas essenciais, como atenção, memória e raciocínio", alerta.
O coordenador também orienta os candidatos a evitarem comparações constantes com colegas, especialmente por meio das redes sociais, e a manterem o foco no próprio processo de aprendizagem. Outro cuidado importante é resolver antecipadamente questões práticas, como verificar o local de prova, os documentos exigidos, os materiais permitidos e o trajeto até o local de aplicação.
Por fim, Ronaldo Queiroz reforça uma mensagem que considera essencial para os estudantes. "O Enem é uma etapa importante da trajetória acadêmica, mas não define quem o estudante é nem determina sozinho o seu futuro. A confiança não nasce da certeza de que ele acertará todas as questões, mas do reconhecimento de que se preparou, desenvolveu competências e aprendeu a enfrentar desafios. O estudante não precisa chegar à prova sem ansiedade. Precisa chegar sabendo que, mesmo diante dela, é capaz de pensar, decidir e seguir em frente."
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