MEDIÇÃO DE TERRA

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sábado, 31 de outubro de 2026

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Britânia adota SAP Cloud ERP Private

 


Com projeto liderado pela Engine, a fabricante de eletrodomésticos busca padronização, escalabilidade e governança para sustentar seu crescimento

Ter um ecossistema tecnológico unificado e escalável vem sendo uma demanda crescente nas organizações à medida em que os negócios evoluem. Compreendendo essa importância, a Britânia, uma das principais marcas do segmento de eletroportáteis que mais cresce no país, acaba de adotar o SAP Cloud ERP Private. O projeto é de responsabilidade da Engine. 

Com 70 anos de história, a Britânia sempre foi movida pela criatividade para inovar, pela agilidade para fazer acontecer e pela alegria para conectar. A companhia conta com 10 mil colaboradores, estando presente, por meio da sua linha de produtos, em 98% dos lares brasileiros. 

Diante desse desempenho, o principal desafio da marca consiste em sustentar o ritmo de crescimento e a liderança no mercado, mantendo a máxima integração entre as divisões de negócio. Nesse sentido, a organização busca mitigar a descentralização de dados e processos, otimizar o fluxo de informações e obter ainda mais agilidade na tomada de decisões corporativas. 

Historicamente, a fabricante utilizava outro fornecedor de software. Contudo, considerando a atual dinâmica do setor, a companhia identificou que o elevado nível de customizações acumuladas no sistema anterior, somado a processos segmentados em silos funcionais com baixa integração e o uso de ferramentas paralelas de suporte, gerava complexidade e ineficiência operacional. 

Diante disso, a Britânia decidiu buscar uma nova ferramenta para unificar a governança e estabelecer um padrão de excelência em todas as operações, com um projeto de Adoção das Melhores Práticas de mercado que conte mais de 50 anos de experiência embarcada. A tecnologia da SAP veio ao encontro desse objetivo, como explica Sergio Pacheco, diretor financeiro e de TI da Britânia. "Conduzimos uma avaliação técnica e estratégica criteriosa, considerando governança, custo total de propriedade a longo prazo e integração nativa. Esses critérios apontaram o SAP S/4HANA Cloud Private como a plataforma ideal para suportar nossa transformação digital e compliance. O fator decisivo para a escolha da solução, que oferece alta robustez, segurança e flexibilidade, foi a oportunidade de adotar as melhores práticas globais de gestão baseadas no padrão SAP, o que garante a confiabilidade e perenidade do sistema". 

A Britânia escolheu a Engine para liderar essa jornada. "Escolhemos a Engine por sua sólida reputação no mercado de consultoria SAP e por sua profunda competência metodológica. Desde o início, a equipe demonstrou total alinhamento com a nossa visão de implementar uma arquitetura focada no SAP Standard, assegurando uma transição segura, governança rigorosa de prazos e eficiência na gestão da mudança". 

A implantação está prevista para ocorrer entre novembro de 2026 e junho de 2028. Além do SAP Cloud ERP Private, o escopo também contempla outras soluções SAP voltadas à integração de sistemas, à gestão de dados, à transformação de processos e à gestão de pessoas, contribuindo para a modernização e a eficiência operacional da companhia. 

Como pilar de sustentação de toda a iniciativa estará a Inteligência Artificial. Com a assistente Joule e recursos de IA embarcados no ambiente SAP, a tecnologia será incorporada progressivamente aos processos corporativos, apoiando a automação de atividades, a análise preditiva e a tomada de decisões ao longo de toda a implementação. 

O projeto marca um novo patamar também para a consultoria. "A Britânia está migrando de um ambiente altamente customizado para o SAP S/4HANA, que vai substituir muitos dos sistemas hoje em uso na companhia. O resultado será uma plataforma única, integrada e padronizada, com processos mapeados, equipes preparadas para a mudança e uma base pronta para evoluir com dados e IA. Desejamos que esse seja um case de sucesso e que coloque a empresa em uma posição de referência em gestão no setor. Esse é o nosso objetivo, o nosso foco e a nossa ambição", pontua Fabio Barnes, CEO da Engine. 

Com todos os pontos alinhados, a parceria visa capturar ganhos expressivos de eficiência operacional por meio da padronização de processos alinhada às melhores práticas do mercado. A partir disso, a companhia prevê uma otimização substancial no tempo de fechamento do balanço financeiro, além de redução significativa nos índices de retrabalho e riscos operacionais originados por controles manuais. 

As expectativas para o futuro são promissoras. "A modernização da nossa plataforma de gestão com o SAP S/4HANA Cloud Private garantirá à Britânia a escalabilidade e a agilidade necessárias para suportar nossas estratégias futuras de expansão, sejam elas voltadas ao aumento da capacidade fabril, logística ou diversificação do portfólio de produtos, sempre sob rígidos pilares de governança corporativa", conclui Pacheco. 

Sobre a Engine 
Com mais de 15 anos de experiência, a Engine é pioneira em soluções SAP, capacitando empresas a atingirem níveis superiores de maturidade e excelência que elevarão a sua gestão. Desde a implementação até o suporte contínuo, a empresa oferece soluções abrangentes, somando diversos projetos bem-sucedidos que comprovam seu compromisso em aprimorar constantemente seus serviços. 



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Fabio Barnes, CEO da Engine
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Sergio Pacheco, diretor financeiro e de TI da Britânia
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Cinthia Guimarães


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O FUTURO COMEÇA LOGO ALÍ - Notas e reflexões heterodoxas

 



por Dartagnan da Silva Zanela (*)


1. Pare e pense numa coisa: faz algumas décadas que a formação do caráter deixou de ser uma das colunas fundamentais que dão sustentação às preocupações educacionais, seja da parte dos planejadores estatais, seja da parte das famílias — tradicionais ou não. Todos estão preocupados em saber se os infantes serão bem-sucedidos materialmente, profissionalmente, emocionalmente e o caramba a quatro; mas se eles serão pessoas de caráter — dignas, prestativas e boas —, francamente, aparentemente tornou-se algo secundário. Por isso — e por muito mais —, nossa educação encontra-se no estado em que está.

 

2. Há uma velha canção do Raul Seixas em que ele diz: "eu não preciso ler jornais / mentir sozinho eu sou capaz". Acho essa afirmação fantástica, não porque os jornais sejam instrumentos de disseminação deliberada de desinformação e demais tranqueiras do gênero — nada disso. Gosto das palavras do nosso "maluco beleza" porque todo mentiroso gosta de adornar suas mentiras com alguma verdade publicada por um jornal para, dessa forma, dar alguma "credibilidade" à sua lorota mal-intencionada. Afinal, todo mentiroso, antes de qualquer coisa, é um baita de um covarde.

 

3. A imprensa livre, com todos os seus defeitos e limitações, é a pedra fundamental de sustentação da sociedade ocidental de um  modo geral, e da sociedade brasileira de maneira particular. Pois, como há muito foi sentenciado por Nelson Rodrigues, no Brasil quem realmente desvela os crimes é a imprensa. Não a imprensa como um todo, mas uma penca de pessoas que, através da tribuna, têm a coragem e a ousadia de proclamar a verdade, mesmo que os donos do poder fiquem pau da vida com isso.

 

4. Grandes jornais, pequenos jornais e a chamada imprensa nanica, juntos e misturados, devem coexistir. Não porque afirmar isso seja fofo, mas sim porque o ato de informar, como toda ação humana, é passível de falhas. Por isso mesmo, a liberdade de imprensa é fundamental para que os mais variados órgãos de mídia, independentemente do seu tamanho e prestígio, possam, com humildade e sobriedade, corrigir-se mutuamente. Dito de outra forma, não é um órgão censor que irá garantir o fim dos engodos e mentiras — hoje chamados de fake news —, mas sim a liberdade de dizer a verdade, correndo o risco de errar ou de se equivocar. Pois, se esse risco deixa de existir, a verdade jamais terá espaço para abrir suas majestosas asas sobre nós.

 

5. A liberdade é um dom divino e, por isso mesmo, deve ser defendida com todas as forças do nosso ser. Quando ela fenece e deixa de imperar em nossa vida, muito rapidamente a verdade deixa de ser o caminho seguido pelos nossos passos. A existência, com o tempo, deixa de ser vida por perder a chama que guia as almas embebidas de boa vontade — que é a justiça, a qual, sem a liberdade, também fenece.

 

6. Querer ser sempre melhor do que os outros é uma tremenda bobagem, da mesma forma que viver dizendo para si mesmo que devemos nos esforçar para ser uma "versão melhor de nós mesmos" é outra besteira. Na real, a única coisa que realmente importa é nos esforçarmos para sermos melhores para melhor servir ao próximo — apenas isso e nada mais.

 

7. Um sistema educacional que não reconhece que a humildade é a virtude fundamental para o aprendizado de qualquer coisa é, na real, um sistema que fomenta o contrário da educação. E um sistema que vive falando da importância de valorizar esse tal de "protagonismo juvenil" está apenas preocupado em mimar as tenras gerações, não em educá-las — porque ignora soberbamente a importância da virtude da humildade na formação da personalidade humana.

 

*

 

(*) professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de “UM GRANDE MONTE DE PÓ E SOMBRAS”, entre outros livros.

Reforma Tributária: a arquitetura do seu ERP já está pronta?

 


Por Marco Vonzodas

Quando se fala em Reforma Tributária, a maior parte do mercado volta a sua atenção quase que exclusivamente para a discussão sobre as novas alíquotas do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). Trata-se da parte visível da mudança, porém, da menor em relação ao tamanho real do desafio. Ao olharmos os sistemas de gestão (ERPs), a maturidade técnica em relação ao tema se mostra bastante desigual. Muitas companhias continuam encarando essa transição como uma simples "atualização de versão" que será resolvida isoladamente pelo fornecedor do software.  

A realidade é que o fornecedor entrega apenas a infraestrutura: novos campos na nota fiscal, novos grupos e novas regras gerais de cálculo. A responsabilidade pela exatidão dos dados continua sendo da empresa. O maior gargalo técnico identificado hoje reside na parametrização e na infraestrutura de dados. Isso envolve desde a classificação fiscal de itens (NCM e a nova classificação tributária de IBS/CBS) até o cadastro de parceiros, tipos de operação e regras de determinação de imposto.  

Em diversas bases de dados, esses cadastros foram estruturados há anos, por profissionais diferentes e repletos de exceções resolvidas manualmente. Enquanto o imposto era calculado focado unicamente no cumprimento de obrigações acessórias, tais divergências passavam despercebidas. Agora, com a nota fiscal carregando IBS e CBS e com o Fisco realizando cruzamentos em tempo real, qualquer inconsistência resulta em erro de cálculo, entrave na apuração de créditos ou até na rejeição imediata do documento.  

Esse cenário ganha proporções ainda maiores quando consideramos a convivência entre o modelo atual (ICMS, ISS e, até 2026, PIS/Cofins) e o novo sistema, rodando simultaneamente em um período de transição que se estenderá até 2032. O maior risco de infraestrutura nesta etapa não é a capacidade dos servidores, mas sim a integridade das informações. O mesmo documento precisará carregar dois regimes distintos, com bases, regras e lógica de créditos próprias.  

Se o ERP efetuar o cálculo baseado em cadastros desconectados, um item pode estar correto para o ICMS e incorreto para o IBS sem que se perceba de imediato. O erro emergirá posteriormente na apuração, no indeferimento do crédito ou na divergência junto à base do Fisco. A isso soma-se o aumento do volume de dados processados, com mais campos por documento, mais regras por linha, mais eventos e conciliações, exigindo uma governança de dados contínua em substituição à simples ideia de um evento único de go-live.  

Há dois fatores centrais de atraso nesse processo: a falta de gestão de dados e o excesso de customizações. Sem uma gestão clara, a adequação transforma-se em um trabalho de "arqueologia" para mapear itens ativos, operações praticadas e origens de exceções cadastrais. Da mesma forma, as customizações acumuladas ao longo dos anos – como rotinas próprias de cálculo, relatórios paralelos e integrações sob medida – foram programadas exclusivamente para a legislação antiga. No momento em que o fornecedor atualiza a estrutura padrão do ERP, essas rotinas personalizadas continuam calculando sob o modelo anterior ou simplesmente quebram. A recomendação é buscar a máxima aproximação do padrão do ERP, aproveitando a Reforma como oportunidade para descontinuar customizações desnecessárias, tornando a adaptação mais rápida, segura e econômica.  

Paralelamente, a introdução do mecanismo de Split Payment altera a lógica financeira praticada há décadas. Historicamente, o imposto arrecadado percorre o caixa da empresa para ser recolhido posteriormente. Com a segregação automática de IBS e CBS no ato da liquidação financeira, encerra-se o capital de giro informal decorrente desse intervalo temporal. Esse fator ganha gravidade ao lembrarmos de dados observados durante a pandemia, quando um estudo indicou que as pequenas e médias empresas brasileiras possuíam, em média, apenas 28 dias de caixa para sobreviver em cenários sem entrada de receita; a perda da retenção temporária do tributo exige planejamento financeiro imediato.  

Além disso, o Split Payment impacta diretamente a conciliação e a arquitetura do ERP. O valor creditado na conta bancária deixará de ser idêntico ao valor de face da nota fiscal, e o sistema precisará interpretar essa diferença como tributo segregado, evitando registros incorretos de glosa, desconto ou inadimplência. Como o direito aos créditos estará atrelado à confirmação do efetivo recolhimento, torna-se indispensável o rastreamento individualizado de cada documento até sua liquidação. Módulos fiscal, contas a pagar, contas a receber e tesouraria passam a exigir integração total documento a documento.  

Esse nível de exigência estende-se à infraestrutura de integração. Soluções fiscais legadas, rotinas em lote (batch), arquivos intermediários em planilhas ou conectores antigos não suportarão o volume e a velocidade de dados requeridos pelo novo Fisco em tempo real. O risco deixa de ser a lentidão e passa a ser a divergência entre o que consta no ERP, no sistema fiscal e nos registros governamentais. ERPs de mercado, a exemplo do SAP Business One, assim como soluções de parceiros certificados, estão passando por atualizações para essa nova dinâmica; o ponto crítico está nas integrações paralelas e nas customizações mantidas internamente.  

Com a janela de adaptação se encurtando, a primeira atitude das lideranças deve ser retirar a Reforma Tributária do isolamento dos departamentos Fiscal ou de TI. É imprescindível estabelecer uma governança conjunta reunindo as áreas Fiscal, Financeira, TI e Operações com responsabilidade executiva. O primeiro passo prático consiste na realização de um diagnóstico profundo da base de dados (itens, parceiros, operações, integrações e customizações). O segundo é entender que revisões manuais registro a registro não possuem escala e aumentam os riscos de erro.  

Por essa razão, é fundamental direcionar a adequação do ERP por meio de uma estruturada automatizada, afastando a dependência de projetos manuais e artesanais cliente a cliente. A virada não se limita a uma data específica, mas inaugura um período prolongado de transição e convivência entre regimes. Quem iniciar a reestruturação da sua arquitetura de dados desde já atravessará essa fase com processos ajustados, enquanto quem adiar a decisão enfrentará a transição sob contínua gestão de crise.  

Marco Vonzodas é Co-CEO da Okser, consultoria especializada na implementação do SAP Business One.  

Sobre a Okser: 
A Okser é uma consultoria especializada na implementação do SAP Business One. Com 17 anos de expertise, atendendo empresas em todo o território nacional, a empresa já soma mais de 2 mil projetos realizados e mais de 3 mil usuários. A organização vai além, criando soluções tecnológicas personalizadas para lidar com qualquer desafio, simplificando processos e garantindo maior segurança e eficiência operacional.  



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Cinthia Guimarães


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Com sucessão familiar estruturada e suporte técnico eficiente, ProMarcas amplia atuação no Brasil

 

Promarcas

Com sucessão familiar estruturada e suporte técnico eficiente, ProMarcas amplia atuação no Brasil

Empresa brasileira, fundada em Rondonópolis (MT), aposta no acompanhamento in loco das operações dos clientes para contribuir com a redução dos custos de manutenção e o aumento da disponibilidade de máquinas no campo

A trajetória de uma pequena loja de lubrificantes em Rondonópolis (MT) para uma empresa com atuação em diferentes estados brasileiros é marcada pela expansão dos negócios, pela organização da gestão familiar e pela proximidade com os clientes. Essa é a história da ProMarcas, que iniciou suas atividades no começo da década de 1990 e, ao longo dos anos, ampliou sua estrutura e diversificou a atuação no mercado de lubrificantes e aditivos, atendendo segmentos como agronegócio, transportes, indústria, mineração, pedreiras, construção civil, autocenters e postos de combustíveis.

A origem do negócio foi iniciada por Pedro Baldo, que começou a comercializar óleo lubrificante em um pequeno estabelecimento. Com a conquista dos primeiros clientes, a operação evoluiu para a prestação de serviços de troca de óleo e, posteriormente, para a distribuição de produtos.

Um dos principais marcos dessa trajetória ocorreu em 1999, quando surgiu a oportunidade de adquirir a distribuição da Bardahl. A partir daí, a empresa investiu nessa oportunidade e estruturou uma operação de vendas externas, ampliou o atendimento para todo o estado de Mato Grosso e passou a desenvolver o mercado de lubrificantes de alta performance para o agro.

Outro marco importante foi a sucessão familiar, que ocorreu de forma gradual, com a entrada dos filhos na estrutura da companhia. Primeiramente o irmão mais velho, Wanderson Baldo, passou a integrar a empresa, assumindo a área administrativa, após uma carreira em alguns negócios no estado de São Paulo, sendo uma delas a Nestle, e na sequência Wesley Baldo ingressou no negócio em 2018, após construir carreira em outras organizações também. Formado em Engenharia de Produção, trabalhou nas áreas financeira de gestão de parques turísticos, além de atuar em um grupo dos segmentos de autocenters e distribuição de autopeças, a DPaschoal.

O processo ganhou um novo capítulo em 2020, quando Wesley assumiu efetivamente a direção comercial da Promarcas. Naquele mesmo ano, seu pai deixou a operação cotidiana do negócio e passou a atuar como consultor, mantendo sua contribuição sem participar diretamente da gestão. “Ao longo do tempo, ajustamos nossas responsabilidades conforme as necessidades da operação. A base de tudo sempre foi o diálogo, com cada um sabendo suas responsabilidades. Temos muito orgulho do nosso pai que soube confiar no trabalho de seus sucessores, sabemos que isso não é comum, muito pelo contrário, costuma ser um grande desafio para muitas empresas no Brasil”, explicou o engenheiro de produção.

Crescimento e expansão

Com o amadurecimento da operação, surgiram novas oportunidades de expansão, incluindo todo o estado da Bahia, Mato Grosso do Sul e, mais recentemente, Sergipe, onde a empresa atua na distribuição de aditivos. “Nos últimos cinco anos, mais do que triplicamos nosso faturamento. Esse crescimento foi acompanhado pela consolidação da gestão familiar e pela organização das diferentes áreas do negócio”, destaca o diretor comercial.

Atualmente, além da Bardahl, a Promarcas atua na distribuição das marcas Mann-Filter, YPF, Texsa e Wega. A expansão territorial acompanha as oportunidades que surgem a partir dessas parcerias, considerando a confiança dos fabricantes no trabalho desenvolvido e a capacidade da empresa de ampliar suas operações para novas regiões. “Quando um fabricante confia no trabalho que desenvolvemos e identifica uma oportunidade em determinada região, pode optar por nomear um distribuidor local ou por um parceiro existente, como nós, que tenha capacidade para expandir sua atuação”, explica Wesley.

Um exemplo é a entrada em Mato Grosso do Sul. Segundo o diretor comercial, a ProMarcas assumiu a operação após a substituição do distribuidor anterior, em razão do desempenho abaixo das expectativas do fabricante. Mesmo sem experiência prévia naquele mercado, a empresa mais do que dobrou o faturamento em comparação com o resultado do distribuidor anterior já no primeiro ano.

Acompanhamento técnico vai além da distribuição

Além da expansão territorial, um dos diferenciais da ProMarcas está no modelo de atendimento. A empresa busca atuar de forma próxima às operações dos clientes, combinando o fornecimento de produtos com orientação técnica para identificar necessidades específicas e recomendar as soluções mais adequadas a cada aplicação.

A proposta é superar uma relação comercial baseada exclusivamente no preço e considerar os impactos que a escolha dos produtos pode ter sobre a manutenção, a produtividade e os custos operacionais. No agronegócio, por exemplo, a utilização adequada de lubrificantes e outros insumos pode contribuir para reduzir o desgaste de componentes, evitar paradas inesperadas e ampliar a disponibilidade dos equipamentos.

O acompanhamento técnico também permite identificar necessidades de manutenção antes que elas se transformem em falhas, contribuindo para um planejamento mais eficiente das operações. “Essa abordagem ajuda o produtor a reduzir imprevistos, aumentar a disponibilidade das máquinas e tomar decisões de manutenção com mais previsibilidade”, afirma o diretor comercial.

O trabalho envolve conhecer as condições de uso dos equipamentos, compreender as demandas de cada operação e orientar os clientes sobre as características técnicas dos produtos. A escolha de um lubrificante, por exemplo, deve considerar não apenas o preço de aquisição, mas também sua adequação à aplicação e os possíveis reflexos sobre o desempenho e a vida útil dos componentes.

A combinação entre produtos adequados, boas práticas, informações sobre a operação e acompanhamento especializado permite transformar a manutenção em uma estratégia de prevenção. “Em atividades em que a disponibilidade das máquinas está diretamente relacionada à produtividade, antecipar problemas pode ser tão importante quanto solucionar uma falha”, destaca o diretor comercial.

Prevenção como estratégia para reduzir custos

De acordo com Wesley, o trabalho consultivo pode gerar resultados expressivos. Em um levantamento realizado com um grande cliente, a ProMarcas analisou os efeitos do acompanhamento preventivo e das medidas recomendadas para a operação.

Segundo ele, o relatório apontou uma economia de aproximadamente R$ 5 milhões, correspondente aos custos que poderiam ter sido registrados caso as ações preventivas não tivessem sido adotadas. “Mais do que fornecer produtos, entregamos conhecimento técnico, orientação, treinamento e acompanhamento para ajudar cada cliente a encontrar a solução adequada à sua operação”, ressalta.

A abordagem também se aplica aos demais segmentos atendidos pela empresa. Em transportadoras, mineradoras, pedreiras e operações industriais, por exemplo, a disponibilidade dos equipamentos e o controle dos custos de manutenção influenciam diretamente a eficiência operacional.

Em revendas e postos de combustíveis, o suporte técnico busca contribuir para que os clientes identifiquem as soluções mais adequadas às necessidades de seus próprios consumidores. “Nosso objetivo é continuar crescendo com uma proposta que integre conhecimento técnico, seleção de produtos adequados e acompanhamento operacional. Dessa forma, buscamos contribuir para a redução de despesas e tornar a manutenção mais eficiente”, conclui o diretor comercial.

Sobre a Promarcas

Com mais de 30 anos de experiência em serviços automotivos, a Promarcas atua no fornecimento de soluções e suporte técnico para manutenção de máquinas e equipamentos, com acompanhamento próximo das operações. A empresa busca identificar as necessidades de cada aplicação e orientar os clientes na escolha das soluções mais adequadas, contribuindo para uma abordagem de manutenção preventiva e preditiva.

 



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Centro de distribuição
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Estrutura da loja de troca de óleo e serviços de auto center
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Escritório administrativo em MT
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Ruralpress

Kassi Bonissoni
Gerente de atendimento
kassiana.ruralpress@gmail.com
(19) 98320-0286

Por que toalhas de banho novas não secam? Confira dicas para melhorar a absorção

 


Appel Home

Por que toalhas de banho novas não secam? Confira dicas para melhorar a absorção

Especialista da Appel Home esclarece o motivo e ensina o passo a passo para deixar o item mais absorvente sem perder a maciez

É comum comprar uma toalha de banho nova e, na primeira utilização, notar que ela não seca o corpo por completo. A sensação de que o tecido "escorrega" na pele em vez de absorver a água tem explicação técnica e, segundo Micheli Marques, analista de trade marketing da Appel Home, também tem solução. De acordo com a especialista, essa característica está diretamente relacionada ao processo de fabricação do item. 

"Para que a toalha saia de fábrica com aquele aspecto felpudo e macio, é comum que as indústrias apliquem um amaciante de uso têxtil com base oleosa. Esse composto deixa o tecido temporariamente hidrorrepelente, e é justamente por isso que a água escorre pela superfície em vez de ser absorvida", explica.

Na Appel Home, o processo é feito com um amaciante têxtil de alta performance, classificado na escala profissional 70+ de maciez com hidrofilidade — uma das tecnologias mais avançadas do setor têxtil. Diferente dos amaciantes convencionais, de base oleosa, essa tecnologia garante maciez ao toque sem comprometer a capacidade de absorção do tecido, fazendo com que as toalhas da marca já saiam de fábrica prontas para absorver bem desde o primeiro uso. 

Como solucionar o problema

A analista da Appel Home reforça ainda que esse efeito é passageiro, mas que a solução não está onde a maioria das pessoas imagina. Lavar a toalha com o amaciante utilizado no dia a dia das roupas não resolve, e pode até reforçar a confusão sobre o problema. "Os amaciantes domésticos têm uma concentração muito menor do que os produtos industriais usados na fabricação. Por isso, eles não formam aquela película impermeabilizante que estamos tentando remover, mas ainda assim influenciam neste aspecto", pontua.

Para reverter o efeito e recuperar a capacidade de absorção do tecido, a recomendação é simples. Segundo Micheli, o ideal é lavar a toalha nova apenas com sabão nas cinco primeiras vezes, sem usar amaciante, e só depois disso passar a intercalá-lo a cada duas lavagens. Esse processo remove aos poucos a camada de amaciante industrial sem comprometer a maciez da peça. A especialista recomenda lavar a toalha com água fria e dissolver bem o sabão na água antes de colocar a peça na máquina. Assim, evita-se o contato direto do produto com o tecido — o que pode ressecar as fibras.  Outro cuidado importante é lavar as toalhas separadamente do restante do vestuário, para evitar o desgaste de peças mais delicadas.

"A Appel Home conta com agentes fixadores de tinta, por isso não há risco de manchas ao lavar toalhas coloridas junto com outras roupas. O ponto de atenção, na verdade, é outro: por ser um tecido mais pesado e de alta gramatura, a toalha pode agredir tecidos mais delicados durante a lavagem e até soltar fibras, o que favorece o aparecimento de bolinhas. Por isso, a recomendação continua sendo lavar as toalhas separadamente do restante das roupas”, alerta a especialista.

Um aliado natural nesse processo, de acordo com Micheli, é o vinagre branco diluído. "Ele amacia o tecido de forma natural e, diferentemente dos amaciantes convencionais, não deixa nenhum resíduo oleoso. O resultado é uma toalha macia e muito mais absorvente, sem o efeito repelente e sem cheiro residual", afirma.

Ela chama atenção ainda para um erro comum na hora de cuidar das toalhas de banho: o uso do ferro de passar. Segundo Micheli, tanto toalhas quanto roupões dificilmente amassam, o que torna essa etapa desnecessária. Caso o consumidor opte por passar o tecido mesmo assim, a recomendação é evitar o ferro a vapor, que deixa a toalha áspera e pode favorecer o surgimento de mofo, além de verificar sempre a temperatura adequada para tecidos de algodão. O calor excessivo, alerta a especialista, pode queimar as fibras e fazer com que a toalha perca brilho e cor com o tempo.

Com esses cuidados, é possível transformar a rotina de banho e garantir que a toalha cumpra sua função com eficiência desde as primeiras semanas de uso, sem abrir mão da maciez e do aspecto felpudo que conquistam o consumidor no momento da compra.

Sobre a Appel Home

Fundada há cinco décadas, a Appel Home é uma das marcas mais tradicionais de cama, mesa e banho do Brasil, construindo sua história com olhar para o futuro. A companhia tem sede em Brusque (SC), dez lojas próprias em cidades catarinenses, e-commerce próprio e presença em todo o país através do varejo. A companhia investe ainda em uma logística otimizada que garante a entrega mais rápida do mercado e proporciona previsibilidade e agilidade, dando segurança ao lojista quanto ao abastecimento do seu ponto de vendas; e um plano de acompanhamento para o sucesso do cliente, com estratégias combinadas de marketing, área comercial e trade. Produz em média 190 toneladas de toalhas mensalmente e conta com mais de 500 itens em seu catálogo. São mais de 300 colaboradores e mais de 15 mil m² de área construída para desenvolver um completo mix para o lar.

Mais informações: appelhometextil.com.br

 



Toalha Bambu Supreme - Appel Home Toalha Bambu Supreme - Appel Home Toalha Bambu Supreme - Appel Home
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Trevo Comunicação

Kamile Bernardes
Analista de Comunicação
kamile@trevocomunica.com
(47) 99164-9821

Gabriel Dearo e Manu Digilio convidam famílias para sessão de autógrafos em Salvador

 



Criadores do Universo Dearo estarão no dia 6 de novembro, às 18h, na Livraria Escariz do Shopping Barra, para marcar a chegada de As Aventuras de Nando - Os Mistérios da Ilha

 

Gabriel Dearo e Manu Digilio, criadores do Universo Dearo, estarão em Salvador no dia 6 de novembro, às 18h, para uma sessão de autógrafos na Livraria Escariz do Shopping Barra. O encontro será dedicado à obra mais recente dos autores, As Aventuras de Nando – Os Mistérios da Ilha, publicada pela Editora Planeta.

O novo projeto traz uma história voltada exclusivamente a um dos personagens mais queridos pelas crianças, o melhor amigo de Mike, da série best-seller As Aventuras de Mike, que já vendeu mais de 2 milhões de cópias. Com humor, enigmas e uma capa que brilha no escuro, a obra promete tornar a leitura ainda mais divertida.

Em As Aventuras de Nando – Os Mistérios da Ilha, os leitores são convidados a mergulhar em uma narrativa repleta de segredos e mensagens criptografadas que desafiam a curiosidade e estimulam a imaginação. “A proposta é fazer com que as crianças participem ativamente da investigação, formulem teorias e tentem desvendar as pistas ao longo da história. E também abre caminho para novas aventuras, com uma trama mais complexa e desdobramentos previstos para as próximas obras”, afirmam.

A ação, em Salvador, será uma oportunidade para crianças e famílias conhecerem a dupla de perto e receberem os autógrafos em uma atividade que combina entretenimento e incentivo à leitura.

A organização e a produção do evento são da Editora Planeta e da Livraria Escariz.

Dos eventos literários às edições colecionáveis

Com grande público entre crianças e adultos, os autores participaram, neste ano, de importantes eventos literários. Entre julho e agosto, percorreram cidades como Fortaleza, Recife, São Luís, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Campinas com a turnê de lançamento da HQ SuperCapivara.

E, para ampliar as possibilidades de interação com suas histórias e personagens, surpreendendo os fãs, Gabriel Dearo e Manu Digilio lançaram, recentemente, uma versão em formato chaveiro de As Aventuras de Mike – Pé na Estrada. A edição colecionável convida os pequenos leitores a conhecerem o universo da obra de uma maneira diferente ao unir literatura e moda.

Serviço

Sessão de autógrafos com Gabriel Dearo e Manu Digilio

Data:  6 de novembro (sexta-feira)

Horário: 18h

Local: Livraria Escariz – Shopping Barra (L2 Central)

Endereço:  Av. Fernão de Magalhães, 2992 – Barra – Salvador – BA 

Informações: Para saber sobre as regras de participação na sessão de autógrafos, é necessário entrar em contato diretamente com a Livraria Escariz.

 

As Aventuras de Nando – O Mistério da Ilha

Autores: Gabriel Dearo e Manu Digilio

Ilustrador: Pedro H. Ozeas

Páginas: 176

Formato: 14 x 2.1 x 21 cm

ISBN: 978-8542244090

Preço livro físico: R$ 66,90

Editora Planeta | Selo Outro Planeta

Onde encontrar: Nas livrarias físicas e virtuais do País

 

Sobre o Universo Dearo

Fundado por Gabriel Dearo e Manu Digilio, o Universo Dearo é uma marca de entretenimento infantojuvenil com 15 anos de trajetória. Com a missão de “deixar o mundo mais divertido” por meio de conteúdos seguros (Family Friendly), a marca integra literatura, vídeos, animações, música e teatro, sendo amplamente reconhecida por pais e educadores.

Ao longo dessa história, consolidaram a literatura como um dos principais pilares do Universo Dearo, transformando personagens e histórias originais em uma das mais relevantes propriedades intelectuais brasileiras voltadas ao público infantojuvenil.

Gabriel Dearo e Manu Digilio conquistaram milhões de leitores com a série As Aventuras de Mike e a HQ SuperCapivara. O lançamento mais recente da dupla, As Aventuras de Nando – Os Mistérios da Ilha, publicado pela Editora Planeta, reúne humor, mistério e mensagens criptografadas que convidam o leitor a decifrar enigmas. As obras aproximam o entretenimento digital dos livros, com personagens conhecidos pelo público e histórias que despertam a curiosidade das crianças.

No ecossistema digital, são criadores de canais de grande sucesso no YouTube, como @falaidearo, @operacaocinema, @dearoemanu e @asaventurasdemike. Para além do universo digital, também atuam na educação e no mercado editorial à frente da Piper Academy (plataforma de educação infantil) e são autores responsáveis por todo o conteúdo editorial da série de livros "As Aventuras de Mike", um fenômeno best-seller com mais de 2 milhões de cópias vendidas.

Por meio de campanhas, palestras e participação em importantes feiras literárias, Gabriel e Manu fortalecem a marca e o relacionamento com o público.

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Instagram: Gabriel Dearo (@ogabrieldearo), com 662 mil seguidores; Manu Digilio (@manudigilio), com 562 mil; e As Aventuras de Mike (@asaventurasdemike), com 277 mil.

 

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Nava acelera transformação tecnológica de um dos principais líderes do setor de saúde da América Latina

 


Nava

Nava acelera transformação tecnológica de um dos principais líderes do setor de saúde da América Latina

Com monitoramento centralizado e governança preditiva, companhia fortalece a disponibilidade, a eficiência e a resiliência tecnológica de operações clínicas críticas.

São Paulo, outubro de 2026 - A aplicação estratégica de análise preditiva de dados foi o motor escolhido pela Nava para modernizar e integrar a infraestrutura tecnológica de um dos maiores grupos do setor de saúde da América Latina. O projeto transformou um cenário de alta complexidade e sistemas heterogêneos em uma operação centralizada de alto desempenho, assegurando a continuidade ininterrupta de serviços clínicos e diagnósticos de missão crítica.

O desafio central residia na dispersão de plataformas entre diferentes unidades de negócio e na ausência de fluxos unificados para sustentar um ambiente tecnológico escalável e automatizado. Diante de operações que exigem estabilidade absoluta, a Nava desenhou uma arquitetura ponta a ponta conectando o Command Center Nava à plataforma proprietária Alma Integrated View. A solução consolidou dados e eventos de telemetria de ferramentas consolidadas de mercado, como Dynatrace, Grafana e Zabbix, integrando-os de forma nativa ao ecossistema ServiceNow ITSM.

Essa integração estruturada eliminou silos operacionais e estabeleceu uma camada única de governança em tempo real sobre todo o parque tecnológico. O grande diferencial esteve na implementação de uma estrutura de data lake dedicada a alimentar modelos analíticos de predição. A partir do cruzamento contínuo de métricas e histórico de eventos, os algoritmos passaram a antecipar anomalias e disparar rotinas automatizadas de remediação, evitando gargalos técnicos antes que gerassem qualquer atrito no atendimento médico ou hospitalar.

"A integração profunda de dados e a construção de uma visão unificada são os verdadeiros pilares para habilitar a automação em escala com total segurança em setores altamente regulados. Criamos as bases de uma operação madura orientada por dados, pronta para antecipar desvios e evoluir continuamente com analytics avançado", destaca Maurício César, Chief Business Office da Nava

Como resultado direto desse ecossistema integrado, o cliente conquistou uma visão 360° do seu ambiente digital, mitigando riscos de forma preventiva e elevando expressivamente os índices de disponibilidade dos sistemas assistenciais. Ao transformar o monitoramento reativo em inteligência proativa, o projeto assegurou maior confiabilidade às equipes médicas e pontualidade no acesso dos pacientes aos resultados e laudos.

A evolução tecnológica posiciona a infraestrutura do grupo como um alicerce resiliente, interoperável e preparado para acompanhar as contínuas transformações do mercado de saúde, consolidando a capacidade da organização de inovar com agilidade, conformidade e foco na experiência humana.

Sobre a Nava

A Nava é uma consultoria brasileira de tecnologia com três décadas de atuação, especializada em transformar complexidade em crescimento. Atuando no core de grandes organizações, a companhia integra estratégia, engenharia e tecnologia de ponta, impulsionadas por GenAI, para desenhar arquiteturas, estruturar governança e gerar resultados concretos de negócio.

Com cerca de 2.000 especialistas, a Nava reúne capacidades em dados, cibersegurança, cloud, observabilidade, infraestrutura e modernização de aplicações, conectando inovação, design e execução em larga escala. Seu ecossistema inclui a GH Brandtech, que amplia sua atuação ao unir tecnologia, experiência, design e produtos digitais para acelerar diferenciação e competitividade, e a Ventura ERM, referência em resposta a incidentes, investigação digital e gestão de crises cibernéticas, fortalecendo sua atuação com soluções avançadas e foco em segurança; e a ®CS Global IT, que amplia nossa oferta por meio de uma avançada estratégia de Cloud, Multicloud e Data Center, acelerando toda a jornada de infraestrutura dos nossos clientes.  

Contatos para a imprensa

RPMA Comunicação

Tel.: (11) 5501-4655

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Anna Mattos
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"Super El Niño" pressiona próximos governadores a priorizar tecnologia para prevenção de catástrofes

 

Vitru Educação


"Super El Niño" pressiona próximos governadores a priorizar tecnologia para prevenção de catástrofes


Fenômeno deve durar até o início de 2027 e ampliar riscos de desastres como enchentes, secas e incêndios. Especialista recomenda ferramentas para ajudar os estados a melhorar serviços públicos


Especialista recomenda ferramentas para ajudar os estados a melhorar serviços públicos

Chuvas intensas no Sul, agravamento da seca em partes do Norte e do Nordeste, calor extremo e maior risco de incêndios estão entre os cenários que exigirão atenção dos governadores eleitos em 2026 ao assumirem os cargos, em janeiro de 2027. Para enfrentá-lo, os novos governos precisarão combinar tecnologia, dados e equipes preparadas.

O El Niño ocorre quando as águas do Oceano Pacífico Equatorial ficam mais quentes e muda o regime de ventos, chuvas e temperaturas em várias regiões do planeta. Segundo boletim divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) em 30 de setembro, há 95% de chance de o fenômeno atingir intensidade muito forte no trimestre de outubro a dezembro de 2026. A expectativa é de que o El Niño persista durante o verão de 2026/2027.

No Brasil, o Sul costuma sentir os efeitos com mais força. As enchentes de julho no Rio Grande do Sul já aparecem como os primeiros impactos do fenômeno. Nesse contexto, ampliar a infraestrutura de monitoramento e integrar diferentes fontes de dados torna-se cada vez mais importante. Entre as soluções de maior impacto estão sensores e estações de monitoramento, radares meteorológicos, pluviômetros, sistemas de monitoramento hidrológico, imagens de satélite, georreferenciamento, modelos de previsão e plataformas que integrem essas informações em tempo real.

“Em eventos climáticos extremos, a tecnologia pode ser parte da infraestrutura de proteção da população. O ganho mais importante ocorre quando diferentes fontes são combinadas para transformar dados ambientais em informação operacional para a Defesa Civil e os gestores municipais e estaduais”, afirma Fernando Eduardo Cardoso, coordenador do curso de Administração Pública da UNIASSELVI.

O Brasil já tem uma base importante nessa área. O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) acompanha áreas de risco com radares, pluviômetros e previsões do tempo. Em março de 2026, o órgão ampliou sua rede de 1.133 para 1.295 municípios e quer chegar aos 2.095 considerados prioritários.

A inteligência artificial (IA) começa a reforçar esse trabalho. Pesquisas do Cemaden usam IA e previsões de curtíssimo prazo para antecipar inundações em até duas horas. Em setembro, o centro divulgou um método que projeta o avanço de secas rápidas no Nordeste e na Amazônia.

“Para enchentes e tempestades, isso pode significar a identificação, com maior antecedência, de áreas que poderão ser atingidas. Para secas e incêndios, modelos de risco podem combinar informações meteorológicas, hidrológicas, vegetação e uso do território para apoiar ações preventivas”, destaca o professor.

Entretanto, o alerta só é eficiente se conseguir chegar rapidamente à população e desencadear uma resposta organizada. “É preciso transformar a previsão em tempo de resposta, e tempo de resposta em redução de danos. Essa integração entre dados, tecnologia e capacidade operacional será cada vez mais importante diante da maior exposição das cidades brasileiras a eventos climáticos extremos”, ressalta ele.

Dados isolados limitam o Estado

A mesma lógica vale para saúde, educação, segurança, mobilidade e assistência social. Um governo estadual reúne grande volume de informações sobre essas áreas. Quando cada secretaria guarda os próprios dados, o Estado deixa de enxergar problemas conectados.

“A inteligência artificial pode transformar o governo de uma administração que reage aos problemas para uma administração que consegue antecipar necessidades, mas isso depende muito mais da qualidade dos dados e da governança do que do algoritmo”, pondera o coordenador da UNIASSELVI.

Ele alerta, porém, que a IA deve apoiar a decisão pública, não substituí-la. Em áreas de maior impacto social, os sistemas precisam de critérios claros, proteção de dados, auditoria e supervisão humana.

A troca de informações entre órgãos também simplifica a vida do cidadão. Muitos serviços on-line ainda pedem formulários, documentos e certidões com dados que o governo já tem. “A próxima fronteira da transformação digital do Estado não é colocar mais serviços na internet, mas fazer com que o cidadão precise informar cada vez menos coisas que o próprio governo já sabe”, afirma.

Antes de automatizar, é preciso revisar cada processo e cortar etapas desnecessárias. Para Cardoso, “digitalizar uma burocracia ineficiente apenas cria uma burocracia digital”.

O governo federal já oferece padrões e plataformas de integração, como o Conecta gov.br. O desafio dos estados é evitar sistemas isolados sem abrir mão da segurança e da privacidade.

Orçamento curto exige prioridade e equipes preparadas

Com recursos limitados, o especialista recomenda começar pelos serviços mais usados e de maior impacto para a população. “Em transformação digital, o maior risco não é investir pouco em tecnologia, mas investir sem uma prioridade clara e criar dezenas de soluções que não conseguem conversar entre si”, explica.

Cardoso sugere avançar em etapas:

  • infraestrutura e segurança como base;
  • integração entre sistemas como segunda camada;
  • digitalização dos serviços prioritários como entrega;
  • IA e automação avançada onde já houver dados e processos maduros.

Nenhuma dessas etapas funciona sem pessoas capacitadas. Os servidores precisam entender dados, segurança digital, IA e proteção de dados, além de saber identificar erros e vieses nos sistemas. “O principal desafio tecnológico do setor público já não é apenas comprar tecnologia; é formar pessoas capazes de compreender, questionar, governar e auditar aquilo que a tecnologia produz”, diz.

O coordenador lembra que os órgãos públicos estão em níveis diferentes. Alguns já avançaram em governo digital, enquanto outros ainda enfrentam problemas básicos de estrutura e capacitação.

Para ele, a agenda dos próximos governadores depende de três pilares: dados de qualidade, sistemas que conversem entre si e equipes preparadas para usar e fiscalizar essas ferramentas. “Sem esses três elementos, a tecnologia tende a apenas acelerar processos antigos; com eles, pode ajudar o Estado a mudar a forma como planeja, decide e entrega valor à sociedade”, conclui.

 

Sobre a UNIASSELVI

A UNIASSELVI é uma das mais conceituadas instituições de ensino superior do Brasil. Com uma oferta diversificada de mais de 500 cursos, que incluem Graduação, Pós-Graduação e Profissionalizantes, nas modalidades presencial, semipresencial e a distância (EAD), a instituição se destaca pela sua abrangência e qualidade educacional. Presente em todos os estados brasileiros, a UNIASSELVI conta com uma ampla rede de mais de 1,3 mil polos e mais de 16 unidades de ensino presencial. É reconhecida como a única instituição de grande porte nacional a receber nota máxima no Recredenciamento Institucional, concedido pelo Ministério da Educação (MEC). A missão da UNIASSELVI é fornecer os recursos e o suporte necessários para que os alunos construam suas próprias histórias e alcancem o sucesso acadêmico e profissional, promovendo assim o desenvolvimento pessoal e profissional de cada estudante.

Contatos para imprensa:

Weber Shandwick

E-mail: vitru@webershandwick.com

Luciana Messa– luciana.messa@omc.com | Telefone: (11) 99155-7742

Paulo Lima – paulo.lima1@omc.com | Telefone: (11) 9 8879-1711

 


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Social commerce: como transformar audiência em canal direto de vendas?

 


Por Renato Sobrinho

Construir uma grande audiência nas redes sociais sempre foi tratado como um indicador de relevância para as marcas. Contudo, ter milhares de seguidores não significa, necessariamente, vender mais. Com a evolução das ferramentas de compra dentro das plataformas, elas deixaram de ser apenas espaços para divulgação de produtos e construção de audiência, fazendo com que canais como o Instagram e TikTok passassem a ocupar uma posição mais próxima do ponto de venda, permitindo que marcas encurtem o caminho entre descoberta, interesse e conversão. 

Esse movimento acompanha uma mudança no próprio comportamento do consumidor, em que muitas pessoas já descobrem produtos enquanto assistem a vídeos, acompanham criadores, conversam com amigos ou, simplesmente, navegam pelo feed. Um levantamento publicado pelo Opinion Box, em 2026, comprova isso: segundo seus dados, 73% dos usuários brasileiros do Instagram já compraram algum produto que descobriram na plataforma, além de 31% que já adquiriram algo pelo TikTok Shop, enquanto outros 43% dizem que pretendem utilizar o recurso no futuro. 

Os números mostram que o social commerce não deve ser tratado apenas como uma extensão das campanhas de mídia. Ele representa uma mudança na forma como o varejo pode construir suas jornadas de compra, aproveitando o momento em que o consumidor está mais aberto à descoberta, conduzindo este processo dentro do mesmo ambiente, sem a necessidade de migrar para finalizar a compra em outro canal. 

No Instagram, por exemplo, conteúdos, stories, influenciadores e recursos de compra podem funcionar de maneira integrada, de forma que o produto apareça dentro de um contexto de conteúdo, em vez de ser apresentado somente como um anúncio tradicional. Isso permite que a marca trabalhe inspiração e venda dentro da mesma experiência.   

O TikTok segue uma lógica semelhante, mas com uma característica importante: o conteúdo tem forte capacidade de gerar descobertas. Isso porque o usuário nem sempre entra na plataforma procurando determinado produto. Muitas vezes, ele conhece uma solução quando aparece em um vídeo, em uma recomendação de criador ou em uma demonstração. Outro estudo da Opinion Box identificou isso: 44% dos usuários que já compraram pelo TikTok Shop fizeram a aquisição depois de ver um influenciador promovendo o produto. 

Nesse cenário, as marcas precisam pensar em uma estratégia que combine conteúdo, influência, mídia paga e experiência de compra, considerando que o objetivo não é transformar cada publicação em uma vitrine, mas criar uma presença capaz de gerar desejo, confiança e ação. O conteúdo precisa ser pensado para reduzir dúvidas, demonstrar benefícios e criar motivos para o consumidor avançar na jornada. 

Outro ponto fundamental é reduzir os obstáculos entre o interesse e a compra. Quanto mais etapas o cliente precisa percorrer para encontrar informações, acessar o site, localizar o produto e finalizar o pedido, maior tende a ser a possibilidade de abandono. As redes sociais podem funcionar como uma camada de descoberta e conversão, enquanto o site, CRM e demais canais continuam importantes para relacionamento, recompra e construção de dados próprios. 

Para as empresas que desejam crescer no ambiente digital, entender o social commerce significa acompanhar uma mudança mais ampla, em que as redes sociais estão deixando de ser apenas canais de comunicação e passando a fazer parte, efetivamente, da infraestrutura de vendas – se integrando aos sites corporativos para que funcionem juntos como parte de uma estratégia bem maior, de forma que a conversão aconteça com menos atrito. 

O futuro do social commerce não está apenas em vender pelas redes, mas em compreender que a própria experiência de compra está se tornando cada vez mais social, integrada, e cada vez menos separada do conteúdo que a originou. Afinal, se o consumidor já descobre produtos, interage com marcas e demonstra intenção dentro das redes, por que continuar tratando esses canais apenas como vitrines? 

Renato Sobrinho atua de forma abrangente com estratégias de Google Ads, Meta Ads, SEO, gestão de redes sociais, inbound marketing e outras frentes de marketing digital, ajudando empresas a transformar presença digital em oportunidades de negócio. 

 

Sobre a iOBEE 

Atuando de forma abrangente com serviços de Google Ads & Meta Ads, SEO, Inteligência em Gestão de Redes Sociais, Inbound Marketing e outros mais. A iOBEE é uma agência de marketing digital e tecnologia, com uma abordagem estratégica e serviços que atendem as áreas essenciais para impulsionar o crescimento e o faturamento das empresas.



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Nathália Bellintani


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Cobrança no fim do ano: por que o momento da abordagem pode valer mais que o desconto?

 


Por Luiz Correia 

No fim do ano, a chegada do 13º salário costuma colocar uma questão na mesa dos departamentos financeiros: é melhor cobrar antes ou depois que o consumidor recebe o dinheiro extra? Embora o período represente uma oportunidade para recuperar dívidas, o resultado não depende apenas da disponibilidade de renda ou da oferta de descontos. Afinal, a eficiência da cobrança está em reconhecer o momento de cada devedor, compreender suas prioridades e apresentar condições de pagamento compatíveis com sua realidade. 

O cenário atual exige máxima atenção nesse sentido. Em setembro de 2026, cerca de 30% das famílias brasileiras tinham dívidas em atraso, segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC). Apesar da queda em relação a agosto, o tempo médio de atraso chegou a 65,3 dias. Os números mostram que uma eventual entrada de dinheiro extra não significa, necessariamente, uma capacidade imediata de quitar débitos. 

Por isso, mais do que definir uma data para iniciar as campanhas, as empresas precisam entender como aproveitar essa janela. No varejo, por exemplo, a negociação pode estar associada à retomada do consumo, considerando que quitar uma dívida pode permitir que o cliente volte a comprar na mesma loja. Já bancos e outras instituições financeiras precisam equilibrar a recuperação do crédito com as despesas típicas do período. Nesses casos, flexibilizar o valor da entrada, redistribuir parcelas e adequar os vencimentos pode ser mais efetivo do que oferecer apenas um desconto maior. 

O desafio, portanto, é distinguir uma oportunidade real de pagamento de uma percepção genérica de que o consumidor terá mais dinheiro. Para isso, avaliar o histórico de relacionamento é um dos fatores mais importantes, o que ajuda a identificar padrões de comportamento e a entender quais condições têm maior probabilidade de resultar em um acordo sustentável. Também é necessário considerar a natureza da dívida (financiamento de bens (veículos e imóveis), consórcios, cartões de lojas, cartão de crédito, empréstimo pessoal) e seu impacto no cotidiano do cliente, já que as prioridades financeiras variam conforme o tipo de compromisso e a situação de cada pessoa. 

Esse diagnóstico precisa começar antes de dezembro. Isso porque quando a empresa deixa para agir apenas na alta temporada, tende a disputar a atenção de consumidores que já recebem abordagens de diferentes credores. Uma jornada de relacionamento construída ao longo do ano permite conhecer preferências, identificar sinais de engajamento e chegar ao período com propostas mais adequadas. Nesse contexto, ampliar o volume de mensagens pode gerar o efeito contrário ao esperado: em vez de estimular a negociação, provoca desgaste e reduz a disposição para conversar. 

A escolha dos canais também faz parte dessa estratégia. Embora o WhatsApp tenha grande relevância na comunicação entre empresas e consumidores, concentrar toda a operação em um único meio pode limitar as possibilidades de contato. Um ecossistema integrado, com canais complementares e abordagens ajustadas ao comportamento do cliente, permite organizar melhor a jornada, respeitar suas preferências e identificar onde há maior abertura para negociar. O objetivo não é estar presente em todos os lugares a qualquer custo, mas facilitar uma conversa que possa, efetivamente, avançar para um acordo. 

Toda negociação tem o desafio de tornar possível a resolução de problemas. Logo, quando a mesma abordagem é replicada sem inteligência e, principalmente, sem a percepção de valor para o cliente, os resultados caem, a aderência diminui e a aversão surge. No fim, uma cobrança eficiente não se resume a encontrar o melhor desconto ou o dia ideal para enviar uma mensagem, ela exige combinar dados, histórico, condições flexíveis e comunicação relevante para transformar uma possibilidade de pagamento em um acordo viável. 

O fim do ano pode abrir uma janela importante para a recuperação de dívidas, mas são a estratégia da abordagem e a capacidade de compreender o devedor que determinam se essa oportunidade se converte em resultado. Crie uma relação de confiança, segura e atenta às possibilidades do devedor, o que, com certeza, aumentará a colheita de bons resultados, não só no período mais aquecido do ano, mas ao longo dos 12 meses. 

Luiz Correia é head comercial na Pontaltech.   

Sobre a Pontaltech:      
Fundada em 2011, a Pontaltech é uma empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel que ajuda empresas a automatizar e escalar seus atendimentos com um portfólio composto por diversos canais digitais e de voz. Com soluções integradas de SMS, e-mail, chatbot, RCS, agente virtuais, WhatsApp, entre outros, simplifica a comunicação das empresas com seus clientes de forma inteligente e eficiente, sem nunca perder a proximidade humana. 



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