MEDIÇÃO DE TERRA

MEDIÇÃO DE TERRA
MEDIÇÃO DE TERRAS

domingo, 5 de julho de 2026

Penso, logo resisto

 


 

Percival Puggina

 

“Por que tudo da direita vira drama e na esquerda nada pega?”

            Em minha escrivaninha, entre papéis contendo anotações que não sei quando irei reler, há um pequeno pote metálico, cilíndrico, com seis linhas de furos paralelos. Ele percorreu um longo caminho do design à vitrina onde minha mulher o viu, gostou e comprou. Dentro dele, uma dúzia contada de diferentes canetas, na maioria com tinta seca pelo desuso. Sobre elas, ergue-se um velho lápis de madeira, ponta feita e nunca refeita.

Aquela extremidade aguçada atrai atenção quando sento para escrever. Ela me faz pensar numa época em que pensamento e sofrimento não rimavam toscamente numa mesma frase. Hoje, porém, meu amigo jornalista Júlio Ribeiro convidou-me para seu programa na Rádio +Brasil propondo uma pergunta que se ouve como um gemido de dor: “Por que tudo da direita vira drama e na esquerda nada pega?”

Olho para meu lápis que está ali, conceitual, íntegro, perfeito em conteúdo e forma, símbolo de um tempo no qual escritores escreviam desenhando palavras. Hoje, apertam teclas, digitam. Abandono, então, o lápis e lanço sobre a tela estes pensamentos que julgo responder à pergunta, embora rimem com os sofrimentos que causam.

1.  Ninguém se espanta ou surpreende com o que é comum e rotineiro. A história dos governos de esquerda é recheada por sucessivos escândalos que vão das tesourarias aos abusos de poder, sigilos centenários, blindagens e jurisprudências politizadas. É a banalização do mal. Surpreender-se com isso é como se escandalizar com o mercantilismo do Centrão.

2.  Numa eleição, parcela expressiva da direita examina os candidatos sob a lente de seus princípios. Corretíssimo. Ante a menor suspeita lançada sobre seu candidato, porém, muitos desses cidadãos se juntam ao coro dos próprios adversários, sem pensar nos danos. “E isso é um erro?”, talvez indague o leitor. Sim! Em pleitos bipolares, se o oponente representar a continuidade do mal banalizado que descrevi acima, esse é um equívoco óbvio, uma irresponsabilidade, cujas más consequências se perpetuarão, no mínimo, por mais quatro anos.

3.  Tanto isoladamente quanto em conjunto, as redes sociais não são articuladas, como a palavra “rede” parece sugerir. Ao contrário, são fragmentadas e caóticas. O predomínio da direita nesse espaço, após o impacto de sua estreia na eleição de 2018, é insuficiente para enfrentar a função orgânica da velha imprensa, principalmente quando articulada com o Estado. É por isso que você quase nada assiste ou lê nesses veículos sobre o ativismo judicial, o desastre da Educação em nosso país, a irresponsabilidade dos milhões de omissos em pleitos anteriores, os escândalos proporcionados pelos poderes que se blindam. É longa a lista das matérias congeladas no silêncio dos dispendiosos necrotérios de aluguel junto às redações.

4. As ruidosas redes sociais, com o passar do tempo, disputam espaço no mercado publicitário com a velha mídia. Os dois sistemas se tornaram antagônicos. Se as redes são majoritariamente de direita, a velha imprensa busca parceria e recursos no oficialismo estatal, onde, sublinhe-se, obtém resultados mensuráveis e monetizáveis.

Caríssimos leitores, eu os adverti, de início, sobre pensamentos e sofrimentos. No entanto – e por isso penso e resisto – tudo vale a pena se a alma não é pequena, como aprendi de Fernando Pessoa.

Percival Puggina (81) é arquiteto, escritor, titular do site Liberais e Conservadores (www.puggina.org), colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+. Membro da Academia Rio-Grandense de Letras.

sábado, 4 de julho de 2026

Quem decide o que seu filho aprende

 


 

Claudio Apolinario

            O que entra na sala de aula não é neutro. Nunca foi. E no Brasil alguém decidiu o que seu filho deve pensar e você não foi consultado.

Pergunte a qualquer pai o que seu filho aprendeu na escola sobre livre mercado. Depois pergunte o que aprendeu sobre racismo estrutural. A diferença entre as duas respostas não é acaso. É currículo.

O currículo escolar não é neutro. Nunca foi em nenhum país do mundo. É sempre uma escolha — sobre o que importa, o que forma, o que o jovem deve pensar ao sair da escola. A questão não é se o currículo tem direção. É quem decide essa direção e com qual critério.

No Brasil, essa decisão foi sendo tomada ao longo de décadas, longe dos pais, longe do debate público e longe de qualquer cobrança de resultado. E o produto dessa decisão está em sala de aula hoje.

Segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica, nos anos finais do Ensino Fundamental, quase 40% das turmas não possuem professores com formação compatível para lecionar em suas disciplinas. Quase 4 em cada 10 turmas estão sendo ensinadas por professores sem formação específica na matéria que lecionam. Um professor de história ensinando ciências. Um pedagogo cobrindo matemática. Não por má vontade — por falta de profissionais formados nas áreas certas.

Porque as áreas certas não eram a prioridade.

Em Singapura — país que ocupa o primeiro lugar no PISA 2022 nas três disciplinas — apenas um em cada oito candidatos é aprovado para a carreira docente. Os aprovados passam por formação rigorosa, recebem salários competitivos e têm grande valorização social. O currículo tem ênfase intensa em matemática, ciências e tecnologia — conteúdo objetivo, mensurável, com cobrança de resultado.

O Brasil fez escolhas diferentes. A Pedagogia brasileira reserva espaço central para filosofia da educação, sociologia, antropologia e correntes pedagógicas — disciplinas que formam a visão de mundo do professor antes de formar o especialista na disciplina que vai ensinar.

Isso não é crítica à teoria. É crítica ao desequilíbrio. Um professor que domina a filosofia da educação mas não domina o conteúdo da disciplina que leciona não falha por falta de esforço. Falha porque foi formado com outra prioridade.

Em 2023, um Projeto de Lei apresentado no Senado Federal propôs proibir questões com viés ideológico no ENEM, alegando que a prova passou a trazer conteúdo que "condiciona o que é ensinado nas escolas para os anos seguintes, colocando em risco todo o sistema educacional."

O projeto revelou o que já era visível para quem olhava: o principal exame de acesso ao ensino superior tornou-se campo de disputa entre o que se ensina e o que se quer que o jovem pense.

O mecanismo é direto. O ENEM define o que as escolas ensinam. O que cai no ENEM é o que quem controla a prova prioriza. O que é priorizado entra no currículo. E o currículo, por sua vez, reflete as escolhas de quem decide o que o ENEM deve medir. É um ciclo fechado — e quem está dentro dele define o produto final.

Estudos comparativos entre Brasil, Singapura e Finlândia identificam com precisão o que diferencia sistemas educacionais de alto desempenho dos demais: foco em conhecimentos essenciais, sequência lógica, base científica e ligação íntima entre currículo, material didático, formação de professores e avaliação. Nos países que lideram o ranking, o que o aluno aprende e como isso é medido são decisões técnicas, não políticas.

No Brasil, essa fronteira foi sendo apagada — deliberadamente. Quando o critério de seleção de conteúdo deixa de ser "o aluno precisa saber isso para pensar com autonomia" e passa a ser "o aluno precisa pensar dessa forma", o ensino muda de natureza. Não forma quem pensa. Forma quem concorda.

O produto final não é mistério. É o jovem que sai da escola sem conseguir interpretar um texto simples, sem calcular o troco, sem entender uma bula de remédio — mas que domina os termos que alguém decidiu que ele precisava conhecer.

Isso não é falha. É escolha. E a pergunta é: quem escolheu?

A pergunta que cada pai deveria fazer não é "meu filho passou de ano?" É mais simples e mais importante: "o que ele está aprendendo a pensar — e quem decidiu isso?"

Porque quem forma o que uma geração pensa, forma o país que essa geração vai construir.

*             O autor, Claudio Apolinario, é articulista e analista político.

Novo medicamento dobra sobrevida em câncer de pâncreas e traz esperança aos pacientes

 


A sobrevida dos pacientes que receberam o medicamento praticamente dobrou: foi de sete para 13 meses

Aproximadamente 11.000 brasileiros são afetados por ano com o câncer de pâncreas, correspondendo a cerca de 2% de todos os tipos de câncer diagnosticados e 5% do total de mortes por neoplasias no país. Além disso, no Brasil, o câncer de pâncreas ocupa a 14ª posição entre os tipos de câncer mais frequentes. Por ser difícil de ser detectado e por ele avançar de forma rápida sem apresentar sinais, este tumor que atinge uma glândula localizada no abdome que é responsável pela produção de enzimas digestivas e produção de hormônios possui poucas opções de tratamento.

Mas os profissionais da área da saúde estão conseguindo mudar este cenário graças à descoberta de novos medicamentos e tratamentos. E essas descobertas só são possíveis através da pesquisa clínica, que é quando são realizados testes em humanos para saber a segurança e a eficácia de novas drogas e vacinas.

Recentemente, durante a sessão plenária da ASCO 2026, o principal congresso mundial de oncologia, milhares de especialistas aplaudiram de pé a apresentação dos resultados de uma nova droga experimental para pacientes com câncer de pâncreas em estágio avançado, que já não respondiam às terapias convencionais. A sobrevida dos pacientes que receberam o medicamento praticamente dobrou: foi de sete para 13 meses. Trata-se de um tratamento oral desenvolvido para bloquear a atividade da proteína RAS, que impede o crescimento do tumor. Apesar de o medicamento não ser a cura, ele traz esperança aos pacientes que achavam que já não tinha mais o que ser feito, e isso tudo só foi possível graças aos estudos clínicos.

“Nenhum novo tratamento chega aos pacientes sem pesquisa clínica. Cada nova terapia aprovada, cada ganho de sobrevida e cada avanço que transforma a prática médica são resultado de estudos cuidadosamente conduzidos, que geram as evidências necessárias para que a ciência se traduza em benefício real para a sociedade”, afirma Fernando de Rezende Francisco, diretor executivo da Associação Brasileira de Organizações Representativas de Pesquisa Clínica (ABRACRO).

Nos últimos anos, a pesquisa clínica tem ganhado destaque no Brasil graças a regulamentação da Lei da Pesquisa com Seres Humanos (Lei nº 14.874/2024). A expectativa é que nos próximos anos o Brasil se consagre como um dos países que mais investem em estudos clínicos. De acordo com a Anvisa, nos últimos cinco anos, mais de 1,4 mil estudos clínicos foram autorizados no Brasil, grande parte direcionada ao tratamento de tumores.

“Essa descoberta apresentada na ASCO 2026 é o resultado de anos de investigação científica, colaboração entre especialistas e participação voluntária de pacientes em estudos clínicos e mostra que nenhuma inovação chega aos pacientes sem pesquisa clínica. Quanto mais investirmos em estudos clínicos, maior a probabilidade de oferecermos qualidade de vida e esperança aos pacientes”, finaliza Francisco.

Sobre a ABRACRO

A Associação Brasileira de Organizações Representativas de Pesquisa Clínica é responsável pela grande mudança na reputação dessa área tão importante para a saúde no Brasil. Desde 2005, ela representa as ORPCs (Organizações Representativas de Pesquisa Clínica) e contribui para a melhoria dos processos e atividades do setor. Hoje, são fonte para os órgãos reguladores do setor que, pela rigidez dos processos e questões éticas, muitas vezes a consulta antes da publicação de uma nova norma. A ABRACRO também realiza eventos e workshops para aproximar o paciente e o público leigo dos profissionais da área.

Informações à Imprensa

Renato Lopes Aranha: jornalismo@noticiaexpressa.com.br

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H&CO expande parceria com monday.com no Brasil

 


Consultoria é uma das principais representantes da plataforma no país 

A H&CO, consultoria internacional de tecnologia, terceirização de serviços profissionais e parceira SAP, anuncia a expansão de sua parceria estratégica com a monday.com no Brasil. Reconhecida globalmente como uma das principais AI Work Platforms do mercado, a monday.com permite que organizações conectem pessoas, processos e agentes de Inteligência Artificial em um único ambiente de trabalho, automatizando operações, centralizando fluxos de trabalho e aumentando a produtividade em toda a empresa. 

Presente em 141 países e utilizada por organizações de todos os portes e segmentos, a plataforma combina gestão do trabalho, CRM, atendimento ao cliente, desenvolvimento de produtos e automação inteligente. Por meio de recursos avançados de IA, as empresas podem automatizar tarefas repetitivas, acelerar processos, obter insights em tempo real e permitir que equipes humanas e agentes digitais trabalhem de forma integrada para gerar resultados mais rápidos, eficientes e escaláveis. 

Tendo em vista a eficácia do produto, a H&CO já vem atuando com a ferramenta em outros países na América Latina. Considerando o sucesso e ampla aceitação do mercado, a chegada da nova oferta no portfólio nas operações do Brasil vem para consolidar a parceria no mercado latino-americano. À frente das operações está Marcelo Martins, Líder Nacional da Vertical Monday na H&CO Brasil. Com MBA em Negócios, Administração e Marketing, o profissional já soma mais de 10 anos de experiência em vendas B2B, gestão de contas estratégicas e projetos de transformação digital, atuando em ecossistemas de ERP, SaaS, tech e fintechs. 

De acordo com o executivo, a plataforma monday.com complementa o portfólio de soluções e serviços da consultoria. “Identificamos com esse produto a oportunidade de ofertarmos no mesmo local tudo aquilo que as organizações precisam. Ou seja, agora atuamos desde o ERP e CRM até a gestão de processos, sendo essas as frentes fundamentais que ajudam a garantir a sustentabilidade e eficiência do negócio”. 

Um dos principais diferenciais da monday.com é sua AI Work Platform, que permite às organizações conectar pessoas, processos e agentes de Inteligência Artificial em um único ambiente de trabalho. Com uma implementação rápida, normalmente entre 3 e 4 semanas, e um modelo acessível para empresas de diferentes portes, a plataforma ajuda a automatizar processos, eliminar tarefas manuais e aumentar a produtividade das equipes. 

Sobre essa base tecnológica, a monday.com oferece soluções especializadas para diferentes áreas do negócio, como o monday CRM, voltado para equipes comerciais e relacionamento com clientes; o monday service, desenvolvido para operações de atendimento, suporte e TI; e o monday dev, criado para equipes de produto e desenvolvimento. Todas as soluções compartilham a mesma plataforma, permitindo uma gestão integrada e conectada em toda a organização. 

Na prática, a plataforma supre demandas que fazem parte do dia a dia organizacional. Para a base da H&CO, a ferramenta já está disponível nas versões Pro e Enterprise, e já conta com integrações bidirecionais para usuários do SAP Business One e SAP S/4HANA. Vale destacar que o produto é agnóstico, podendo ser integrado com outros ERPs do mercado, bem como também pode ser contratado de forma isolada. 

Para aqueles que adquirirem a plataforma via H&CO, benefícios como amplo know-how em relação à implementação, customizações, rapidez, agilidade, eficiência e centralização das informações na plataforma são ganhos garantidos. Além disso, a consultoria dispõe das melhores condições, uma vez que possui uma parceria sólida com a empresa. 

A chegada da monday.com ao Brasil é vista com grande entusiasmo por Grimaldo Javier del Solar Bettocchi, VP de Monday LATAM na H&CO. “Temos consolidado uma parceria estratégica com a monday.com, sendo um dos principais parceiros da plataforma na América Latina. A nossa expansão para o mercado brasileiro representa mais um passo na missão de ajudar as organizações a acelerarem sua transformação digital por meio de uma única plataforma que conecta gestão de projetos, CRM, atendimento, automação de processos e Inteligência Artificial. Acreditamos que o futuro das empresas passa pela colaboração entre pessoas e agentes de IA. Com a monday.com, as organizações podem automatizar tarefas, simplificar operações e criar processos mais inteligentes e escaláveis. Nosso objetivo é apoiar as empresas brasileiras nessa jornada, combinando tecnologia, consultoria e melhores práticas para gerar resultados concretos de negócio”.

Compartilhando o mesmo sentimento está Felipe Jacob, VP de Operações LATAM na H&CO. “O anúncio da expansão da parceria com a monday.com no Brasil é mais uma forma de consolidar o nosso objetivo de transformar a H&CO em One Stop Shop. Estamos trazendo para o nosso portfólio uma solução robusta, que atua diretamente em uma das grandes dores enfrentadas pelas empresas: a gestão de processos. Nos enche de satisfação darmos esse importante passo que beneficiará, principalmente, os nossos clientes”. 

A expansão das operações da monday.com no Brasil acontece apoiada na experiência que a H&CO já consolidou em outros países da América Latina. Como parceiro Platinum da monday.com, a consultoria já conta com mais de 200 clientes ativos na região e uma equipe especializada na implementação de soluções de CRM, gestão de trabalho, atendimento, desenvolvimento de produtos e automação de processos impulsionados por Inteligência Artificial. 

A experiência adquirida em mercados como Peru, Chile, Colômbia, Equador, México e América Central permite que a H&CO chegue ao Brasil com metodologias comprovadas, melhores práticas e uma visão regional das necessidades das organizações que buscam acelerar sua transformação digital. “Mais do que comercializar uma plataforma, nosso objetivo é ajudar as empresas a redesenharem seus processos de negócio por meio da automação, da inteligência artificial e da colaboração entre pessoas e agentes digitais. A experiência que construímos em toda a América Latina nos permite apoiar nossos clientes na obtenção de resultados rápidos e mensuráveis desde os primeiros projetos”, conclui Martins. 

Sobre a H&CO:  
https://www.hco.com/    
A H&CO é uma das principais empresas internacionais de consultoria em tecnologia e terceirização de serviços profissionais. Com 30 anos de história, a empresa está presente em 30 países com mais de mil pessoas comprometidas em prestar serviços de qualidade em contabilidade, impostos internacionais, implantação de soluções SAP, gestão de entidade global, entre outros.     



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Marcelo Martins, Líder Nacional da Vertical Monday na H&CO Brasil
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Grimaldo Javier del Solar Bettocchi, VP de Monday LATAM na H&CO
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Felipe Jacob, VP de Operações LATAM na H&CO
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Cinthia Guimarães


Tel: +55 (11) 95457-3500
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Planta daninha como o Caruru muda dinâmica do manejo da soja e coloca pré-emergentes no centro da estratégia

 



Agroallianz

Planta daninha como o Caruru muda dinâmica do manejo da soja e coloca pré-emergentes no centro da estratégia

Pressão de invasoras aumenta sobre a oleaginosa e reforça a necessidade de ações antecipadas para preservar produtividade e eficiência dos herbicidas para safra 2026/27

O avanço acelerado do Caruru (Amaranthus hybridus) nas lavouras de Mato Grosso tem mudado a estratégia de manejo na soja e ampliado a busca por ferramentas capazes de reduzir a pressão inicial de plantas daninhas. Com maior capacidade de adaptação e multiplicação, a espécie se soma a desafios já conhecidos, como pé-de-galinha e vassourinha-de-botão, aumentando a necessidade ainda maior de controle já nas fases iniciais da cultura para a safra 2026/27.

A pressão crescente dessas invasoras ocorre em um momento em que a soja se tornou mais sensível à interferência das plantas daninhas nas fases iniciais de desenvolvimento, tornando o controle precoce um fator decisivo para a manutenção do potencial produtivo. Segundo Jeferson Altair Brambilla, engenheiro agrônomo, CEO da J&A Inteligência Agronômica, com sede em Sorriso MT, o cenário atual exige uma mudança na forma como o produtor conduz o manejo. “Temos observado uma crescente muito rápida do caruru, que vem se multiplicando com muita velocidade, em função das características da própria planta, que possui ampla capacidade de adaptação ao sistema e alto potencial de multiplicação”, explica.

Além do caruru, espécies como vassourinha-de-botão e pé-de-galinha seguem entre os principais desafios fitossanitários nas regiões produtoras de Mato Grosso, sobretudo no eixo da BR-163 e no norte do estado. Para Brambilla, a adoção de diferentes ferramentas dentro do sistema de manejo é essencial, mas o controle antecipado segue como peça central da estratégia. “Não adianta ter ferramentas para uso em pós-emergência se não houver bons pré-emergentes. Conhecer os problemas presentes em cada área é fundamental”, afirma.

O especialista destaca ainda que a competição entre a soja e as invasoras ocorre hoje muito mais cedo do que no passado. “A lavoura de soja é muito mais sensível a diversos fatores e sofre mais a interferência da matocompetição, ainda na fase inicial de crescimento. Reduzir o fluxo de plantas daninhas no sistema e evitar a necessidade de uma carga muito alta de herbicidas contribui para melhorar os tetos produtivos”, ressalta.

Outro ponto importante, segundo ele, é que os pré-emergentes exercem papel importante na redução da pressão sobre moléculas aplicadas posteriormente. "O pré-emergente tem papel fundamental na redução do fluxo de plantas daninhas, evitando que seja necessário pressionar os herbicidas pós-emergentes em fases e momentos inadequados. Isso contribui para preservar o potencial de controle e reduzir o risco de sobras de plantas resistente”, acrescenta.

Manejo antecipado ganha espaço

Dentro desse cenário, tecnologias desenvolvidas para atuar no manejo antecipado ganham protagonismo. É nesse contexto que a Agroallianz reforça o posicionamento do Predecessor®, herbicida recém-lançado no mercado e indicado para aplicação em pré-plantio. O produto foi desenvolvido para atuar no controle inicial das plantas daninhas, contribuindo para a formação de áreas mais limpas desde o estabelecimento da cultura e reduzindo os impactos da matocompetição sobre o desenvolvimento da soja.

De acordo com Renato Menezes, engenheiro agrônomo e gerente de marketing técnico da Agroallianz, o herbicida foi desenvolvido justamente para atender uma demanda crescente do campo. “O cenário atual exige uma mudança de abordagem no manejo. O agricultor precisa pensar em construir um manejo controle e não apenas em corrigir problemas depois que eles aparecem. O Predecessor entra nessa estratégia justamente por atuar desde o início, controlando a emergência das plantas daninhas, diminuindo a pressão sobre aplicações em pós-emergência e contribuindo para preservar o potencial produtivo da lavoura”, afirma Menezes.

Com formulação exclusiva no mercado brasileiro, o Predecessor® reúne três moléculas, Imazetapir, Flumioxazin e Diclosulam, combinando diferentes mecanismos de ação para ampliar o espectro de controle e atuar tanto na pré quanto na pós-emergência das plantas daninhas. Segundo Menezes, a integração dos ativos permite interromper processos fisiológicos essenciais das infestantes. “Os ingredientes ativos interrompem a síntese de aminoácidos e clorofila e aumentam a produção de espécies reativas de oxigênio (ROS), comprometendo o funcionamento celular das plantas daninhas”, explica.

O herbicida apresenta controle sobre até 15 espécies de plantas daninhas, incluindo buva, picão-preto, corda-de-viola, trapoeraba, capim-colchão e caruru-de-mancha. Ensaios independentes conduzidos em Ponta Grossa (PR) demonstraram resultados positivos em diferentes cenários de infestação, além de ganhos diretos de produtividade.

Ensaios independentes também demonstraram ganhos produtivos, em áreas tratadas com Predecessor®, a produtividade foi superior em comparação às áreas sem aplicação. “O produto permite que o agricultor comece a safra com a área limpa, diminuindo a dependência de aplicações corretivas dos herbicidas pós-emergentes. Isso se traduz em ganhos práticos, como redução de custos operacionais e maior eficiência no manejo”, conclui Menezes.

 



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Ênio Lemes Rosa - Engenheiro Agrônomo CREA: PR
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Renato Menezes
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Jeferson Altair Brambilla, engenheiro agrônomo, CEO da J&A Inteligência Agronômica
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Ruralpress

Kassi Bonissoni
Gerente de atendimento
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Aprende Brasil Educação celebra selo de integridade concedido pela CGU

 



Positivo

Aprende Brasil Educação celebra selo de integridade concedido pela CGU

Reconhecimento do Governo Federal coloca empresas do Grupo Positivo entre as organizações brasileiras referência em integridade, ética, transparência e responsabilidade socioambiental

O Grupo Positivo, do qual faz parte a Aprende Brasil Educação, tornou-se a primeira empresa de educação do Paraná a receber o selo Empresa Pró-Ética 2025-2026, concedido pela Controladoria-Geral da União (CGU) que reconhece empresas comprometidas com elevados padrões de integridade, ética, transparência, responsabilidade socioambiental e respeito aos direitos humanos. Apenas 128 empresas brasileiras foram reconhecidas na edição 2025-2026 do programa. No Paraná, o Positivo recebe duplamente a premiação,  com duas empresas entre as 12 organizações contempladas, e são as primeiras do setor educacional e gráfico do estado a conquistar a certificação.

A premiação foi entregue durante o Dia da Integridade Empresarial, realizado em Brasília (DF), evento promovido pela CGU que reúne representantes do setor público, iniciativa privada, academia e sociedade civil para discutir boas práticas de governança e integridade corporativa. O reconhecimento contempla as empresas do Grupo Positivo que atuam nas áreas de educação, soluções educacionais e gráficas, incluindo Colégio Positivo, Curso Positivo, Aprende Brasil Educação e Posigraf.

Segundo o diretor executivo da Aprende Brasil Educação, Fábio Oliveira, "Educação e integridade estão diretamente conectadas, e nosso papel vai muito além de promover a aprendizagem. Educar também é formar consciência, cidadania e responsabilidade. Ser a primeira empresa do setor educacional do Paraná a conquistar esse reconhecimento reforça nosso compromisso histórico de educar pelo exemplo e de construir relações pautadas na ética, pela transparência e pela confiança”. Segundo ele, para uma organização que atua em parceria com centenas de municípios brasileiros e milhares de profissionais da educação, a conquista fortalece ainda mais a confiança institucional construída ao longo de mais de duas décadas de atuação. 

Para o Grupo Positivo, o reconhecimento reforça valores que fazem parte de sua trajetória há mais de cinco décadas. “Essa conquista coroa toda a nossa jornada em busca da ética, transparência e responsabilidade. Nosso Programa de Integridade, que foi estruturado há cerca de uma década, é uma das ações nesse sentido. Para nós, a integridade e a transparência não são meramente exigências legais, mas uma responsabilidade”, afirma a diretora do Jurídico e Compliance do Grupo Positivo, Selma Saito.

Avaliação rigorosa

Para conquistar o reconhecimento, as organizações passam por uma avaliação criteriosa conduzida pela Secretaria de Integridade Privada da CGU. O processo examina a estrutura, a maturidade e a efetividade dos programas de integridade corporativa em aspectos como governança, gestão de riscos, código de ética e conduta, treinamentos, comunicação, controles internos, auditoria, relacionamento com terceiros, canais de denúncia, monitoramento contínuo e responsabilidade socioambiental.

Além da comprovação documental das práticas adotadas, as empresas precisam demonstrar conformidade com requisitos relacionados à regularidade fiscal e trabalhista, transparência, governança e à efetiva implementação de mecanismos de prevenção, detecção e remediação de riscos. 

Educação pública e integridade 

Para a Aprende Brasil Educação, a conquista possui um significado ainda mais relevante por se tratar de uma organização cuja atuação está diretamente voltada ao fortalecimento da educação pública brasileira. Ao longo de mais de duas décadas de atuação, a empresa construiu uma trajetória baseada em relações pautadas pela ética, transparência e responsabilidade com os municípios parceiros, contribuindo para o desenvolvimento de políticas públicas educacionais em centenas de redes municipais de ensino. “Acreditamos que a transformação da educação começa pelo exemplo. Os mesmos valores que buscamos desenvolver em nossos estudantes, como ética, cidadania, responsabilidade e compromisso com o interesse público, precisam estar presentes na forma como conduzimos nossa gestão e nossos relacionamentos institucionais. O selo Pró-Ética reforça esse compromisso e fortalece a confiança dos municípios, das escolas e da sociedade em nosso trabalho”, diz Oliveira. 

Sobre o selo Pró-Ética

Criado em 2010, o Pró-Ética é considerado uma das mais importantes iniciativas brasileiras de promoção da integridade empresarial. O programa reconhece organizações que demonstram compromisso efetivo com a prevenção, detecção e remediação de atos relacionados à corrupção, fraude, violações socioambientais e desrespeito aos direitos humanos. A iniciativa é reconhecida internacionalmente por organismos como a Organização dos Estados Americanos (OEA), a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC).

Sobre o Grupo Positivo

O Positivo nasceu em 1972 a partir da ideia de uma equipe de professores que criaram um curso pré-vestibular inovador. Hoje, a marca Positivo consolidou a liderança em todas as suas áreas de atuação: ensino, soluções educacionais, tecnologia e gráfica. O Grupo atua desde a Educação Infantil até o pré-vestibular, com aproximadamente 22 mil alunos em unidades próprias. Além disso, mais de 2,1 milhões de estudantes já utilizam o Sistema de Ensino Aprende Brasil, em escolas públicas brasileiras, com presença em 3.100 escolas da rede pública municipal. A Posigraf, uma das maiores gráficas da América Latina, imprime e distribui mais de 80 milhões de livros por ano. Em 2026, o Grupo Positivo conquistou o Selo Empresa Pró-Ética 2025-2026, concedido pela Controladoria-Geral da União (CGU), reconhecimento que destaca organizações comprometidas com elevados padrões de ética, integridade e governança corporativa.


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Rede brasileira de academias de jiu-jítsu já nasce com unidades na Europa e Estados Unidos

 


True BJJ inicia operações com 15 academias brasileiras e presença internacional em Portugal, Itália e Estados Unidos, apostando em um modelo que conecta atletas consagrados, gestão compartilhada e fortalecimento do propósito original da modalidade

O mercado brasileiro de artes marciais acaba de ganhar um novo player. A True BJJ nasce como uma rede de academias especializada em jiu-jítsu que reúne alguns dos principais nomes da modalidade em um projeto de expansão nacional e internacional. A marca inicia sua operação com 15 unidades distribuídas pelo Brasil e já chega ao mercado com academias em Marinha Grande (Portugal), Molfetta (Itália) e Portland, no estado do Oregon (Estados Unidos).

Mais do que expandir uma marca, a proposta da True BJJ é criar uma comunidade conectada por uma mesma filosofia de ensino, excelência técnica e desenvolvimento humano, preservando a identidade de cada academia e de seus professores.

Um dos diferenciais da rede é justamente seu quadro de líderes. Diversas unidades são comandadas por mestres reconhecidos dentro da cena do jiu-jítsu competitivo, que levam para o tatame décadas de experiência em campeonatos nacionais e internacionais, formação de atletas e desenvolvimento de novos talentos.

Entre eles estão nomes como Leon Amancio, responsável pela unidade True BJJ Capital, em São Paulo; Alex Rodrigues, à frente da operação em São José dos Campos; Juninho Crivelari, que lidera a unidade de Portland, nos Estados Unidos; Saulo Lessa, em Luís Eduardo Magalhães (BA); Wellington Rodrigues, em Várzea Paulista (SP); Bruno Martins, em Itu (SP); e Vinicius Wolff, em Jundiaí (SP), entre outros professores que integram o projeto.

A expansão internacional também demonstra a vocação global da modalidade. O jiu-jítsu brasileiro continua com fôlego para forte crescimento fora do país, impulsionado pelo aumento do interesse em esportes de combate e defesa pessoal aliados à qualidade de vida e preparação física. A True BJJ aproveita esse cenário para conectar academias em diferentes países sob uma mesma proposta de ensino e gestão.

Além do desenvolvimento técnico dos alunos, a rede pretende fortalecer o intercâmbio entre professores e atletas, promovendo treinamentos conjuntos, eventos, seminários e oportunidades para que praticantes tenham contato com diferentes estilos e referências da modalidade.

Com um modelo baseado na colaboração entre mestres, padronização de processos e valorização da cultura do jiu-jítsu, a True BJJ inicia sua trajetória mirando uma expansão consistente no Brasil e no exterior, consolidando uma rede que une tradição esportiva, empreendedorismo e formação de comunidades dentro e fora dos tatames.

A True BJJ integra o Grupo Ventura, ecossistema de negócios que reúne empresas de diversos segmentos. A conexão com o grupo amplia a capacidade de investimento, inovação e expansão da rede, reforçando o compromisso de construir um modelo sustentável de crescimento, capaz de levar a excelência do jiu-jítsu brasileiro para cada vez mais cidades e países, sem abrir mão da qualidade técnica, da formação humana e dos valores que fazem da modalidade uma referência mundial.

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Região Nordeste - Temor de fraudes com inteligência artificial atinge 88% da população da região

 

FEBRABAN

Região Nordeste - Temor de fraudes com inteligência artificial atinge 88% da população da região

Pesquisa Observatório Febraban mostra que maioria das pessoas têm receio de perdas provocadas por ações que utilizam a inteligência artificial

Com o tema já incorporado ao repertório dos brasileiros, a inteligência artificial tem provocado visões com sentimentos diversos entre a população. Uma das maiores inquietações com o uso da tecnologia na região Nordeste são as fraudes, golpes e vídeos falsos: 88% acham esse tipo de prática muito preocupante, superando a percepção de IA em deepfakes influenciando eleições (79%) e também acima de outra consequência indesejada, o impacto ambiental dos datacenters (57%).

Os dados inéditos são da 19ª edição da Pesquisa Observatório Febraban, realizada pelo IPESPE, no início de junho, nas cinco regiões do país. O objetivo do levantamento foi trazer um panorama abrangente sobre o grau de conhecimento e familiaridade dos brasileiros com a inteligência artificial.

No recorte referente ao Nordeste, 90% das pessoas disseram já ter ouvido falar de IA, em um nível pouco abaixo da média nacional (92%); os que afirmaram conhecer bem a ferramenta na região somam 35%, enquanto 68% relatam que já tiveram com certeza algum contato com a tecnologia. Os que disseram já ter utilizado a IA chegam a 52%. Os que não a utilizam alegam principalmente o medo de errar ou receber notícias falsas (30%) ou a preocupação com a privacidade ou uso de dados (18%).

Entre os principais usos mencionados, o campeão é a busca de informações e esclarecimento de dúvidas (57%), seguida de longe pela aplicação profissional (12%) e ajuda nos estudos, cursos ou aprendizado (10%). A principal vantagem esperada com a IA é o ganho de tempo (42%), seguido do aprendizado de coisas novas (26%).

Diante de todas essas possibilidades, a inteligência artificial é recebida hoje mais com preocupação (27%) do que com entusiasmo (24%).

“A pesquisa traz um cenário compatível com o estágio atual do debate no país. Ainda estamos discutindo um marco legal específico para a inteligência artificial, e órgãos como a ANPD, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados, vêm testando instrumentos regulatórios voltados à IA e à proteção de dados”, ressalta o sociólogo e cientista político Antonio Lavareda, presidente do Conselho Científico do IPESPE. 

 

Divulgação

A íntegra do 19º levantamento Observatório Febraban, pesquisa Febraban-IPESPE, que também possui um recorte regionais, pode ser acessada neste link

Sobre o OBSERVATÓRIO Febraban

O Observatório Febraban – Pesquisa Febraban IPESPE foi lançado em junho de 2020 com objetivo de se tornar uma fonte de informações sobre as perspectivas da sociedade e o potencial impacto econômico-financeiro, ouvindo a população e estimulando o debate em diversos setores. Com periodicidade trimestral, a iniciativa é parte de uma série de medidas da Febraban para ampliar a aproximação dos bancos com a população e a economia real, de forma cada vez mais transparente.

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Salada Amazônia aposta no palmito de açaí orgânico e amplia oferta de produtos saudáveis para o varejo supermercadista

 

Salada Amazônia


Salada Amazônia aposta no palmito de açaí orgânico e amplia oferta de produtos saudáveis para o varejo supermercadista


A busca do consumidor brasileiro por alimentos mais saudáveis, naturais e alinhados a estilos de vida conscientes segue impulsionando o setor supermercadista. Atenta a esse movimento, a Salada Amazônia apresenta o Gratine, produto à base de palmito de açaí orgânico que chega ao mercado como alternativa versátil, leve e alinhada ao público vegano. 

Produzido a partir do palmito extraído do açaizeiro, o Gratine se junta aos outros produtos da marca para reforçar a valorização de ingredientes amazônicos e amplia o portfólio de opções voltadas aos consumidores que priorizam alimentação equilibrada e produtos de origem vegetal. 

Com textura diferenciada e aplicação versátil, o produto pode ser utilizado em saladas, pratos frios, receitas gourmet e preparações do dia a dia, acompanhando a tendência crescente de consumo de alimentos plant-based no Brasil. 

Para o varejo supermercadista, o Gratine surge em um momento de expansão da demanda por produtos saudáveis, funcionais e com apelo sustentável, especialmente entre consumidores que buscam reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados e ampliar o consumo de ingredientes naturais. 

Além do posicionamento voltado à saudabilidade, o produto também dialoga com o público vegano e consumidores atentos à diversidade alimentar, nicho que segue em crescimento no país e vem ganhando mais espaço nas gôndolas dos supermercados. É uma das melhores opções para as pessoas que usam as ‘canetas emagrecedoras’ pelo valor nutritivo. 

Segundo Monica Rosa, diretora comercial da Salada Amazônia,” o objetivo é oferecer ao mercado uma alternativa diferenciada dentro da categoria de conservas e produtos orgânicos e naturais, destacando o potencial do palmito de açaí como ingrediente brasileiro de valor agregado e forte conexão com a biodiversidade amazônica”. 

A expectativa da empresa é ampliar a presença do Gratine em redes supermercadistas, empórios, lojas de produtos naturais e canais especializados em alimentação saudável nos próximos meses e explorar o prêmio WELLNOW Awards 2026 na Bio Brazil Fair | Naturaltech 2026, na categoria Plant Based.  

         

Mais informações dos produtos Salada Amazônia - https://www.saladaamazonia.com.br/ 

 

 

Vera Moreira/ Assessora de Imprensa/ (11) 3253-0729 e 99989-6217 

 



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Vera Moreira
veramoreira@veramoreira.com.br
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 Pode ser uma imagem de ‎texto que diz "‎@investebr 009 نا Após Lula inaugurar obra no Rio São Francisco com contêiner, estrutura rompe em menos de horas, e moradores disparam: 'Sua obra mal feita já iá rompeu, Lula!' 24‎"‎

Órfãos do Feminicídio: uma triste evidência da violência contra as famílias

 

Vitru Educação


Órfãos do Feminicídio: uma triste evidência da violência contra as famílias



* Aline Casado

 

O feminicídio, assassinato de uma mulher pela simples questão de gênero, é, por si só, uma situação de extrema violência. No entanto, alguns dos impactos desse crime não são tão evidentes ou imediatamente percebidos. Trata-se dos filhos que perderam suas mães ou responsáveis legais: os órfãos do feminicídio.

 

No Brasil, eles representam uma trágica consequência de um problema estrutural e urgente. Pesquisas recentes demonstram uma escalada recorde na violência. Segundo o "Relatório Anual de Feminicídios no Brasil 2025", elaborado pelo Laboratório de Estudos de Feminicídios (Lesfem/UEL), o país registrou 2.149 assassinatos de mulheres por razão de gênero no ano passado, o que representa uma média de quase seis mortes por dia. Este número, que supera os dados oficiais, revela a dimensão da subnotificação e do problema.

 

Estima-se que essa violência deixe um rastro devastador, gerando em média quatro novos órfãos por dia no país, como apontou um levantamento do Lesfem no primeiro semestre de 2025. Muitas dessas crianças enfrentam não apenas a perda irreparável de suas mães, mas também a ausência do pai, que frequentemente é o autor do crime e acaba preso ou comete suicídio, configurando um duplo abandono.

 

A identificação dos autores dos crimes em 2025 retrata uma realidade ainda mais devastadora, concentrada no círculo íntimo da vítima. A análise dos casos mostra que o agressor é: o parceiro íntimo em 46,28% dos casos, e o ex-parceiro íntimo em 33,15% dos casos. Somados, esses homens são responsáveis por quase 80% dos feminicídios, reforçando que o lar, que deveria ser um local de segurança, é onde a maioria das mulheres é assassinada.

 

Essa violência tem características de intimidade com a vítima. Assim, esses órfãos perdem a mãe e veem o pai ser encaminhado ao sistema prisional, ficando sob os cuidados de avós ou outros familiares, que muitas vezes não possuem recursos financeiros ou apoio psicológico adequados. Quando não há familiares capazes de assumir essa responsabilidade, as crianças são encaminhadas para abrigos públicos, onde convivem com outras vítimas de diferentes formas de violência.

 

As consequências psicológicas são graves. Estudos indicam que essas crianças podem desenvolver transtornos como estresse pós-traumático, além de dificuldades emocionais e comportamentais que afetam seu desenvolvimento. Ademais, o luto complexo e as carências f inanceiras agravam ainda mais a situação dessas famílias.

 

Embora o Brasil tenha avançado com a Lei nº 14.717/2023, que instituiu uma pensão especial para órfãos de feminicídio, o suporte ainda é limitado. O benefício, equivalente a um salário mínimo, é destinado a famílias com renda per capita inferior a ¼ do salário-mínimo, mas enfrenta desafios de implementação, como subnotificação de casos e falta de infraestrutura para atendimento às famílias em regiões remotas.

 

Políticas públicas adicionais são essenciais para oferecer acolhimento e suporte a esses órfãos, incluindo assistência psicológica especializada, transferência de renda para os responsáveis e acesso facilitado à educação.

 

As vulnerabilidades desses órfãos são agravadas pela falta de estrutura nos abrigos públicos, pela violência institucional nesses estabelecimentos e pelo descompromisso do Poder Público em acompanhar essas crianças e adolescentes de forma especializada. Privados dos laços familiares em virtude da violência e sem políticas públicas efetivas, eles ficam ainda mais expostos à falta de perspectivas de vida.

 

É fundamental que o Estado adote providências mais eficazes no acompanhamento dessas vítimas indiretas do feminicídio no Brasil. Infelizmente, os números não indicam uma redução desse tipo de violência; pelo contrário, há um crescimento preocupante. É urgente que medidas concretas sejam tomadas para romper esse ciclo de sofrimento e abandono.

 

* Aline Casado, advogada e professora de Direito na UniCesumar de Maringá.

 

Sobre a UniCesumar

Com 35 anos no mercado educacional e desde 2022 como uma das marcas integradas ao grupo Vitru Educação, a UniCesumar conta com uma comunidade de mais de 500 mil alunos. Atualmente, possui uma robusta estrutura de Educação a Distância (EAD), com mais de 1,3 mil polos espalhados por todas as regiões do país, além de três unidades internacionais, localizadas em Dubai (Emirados Árabes) e Genebra (Suíça). No ensino presencial, destaca-se o curso de Medicina, oferecido nos campi de Maringá (PR) e Corumbá (MS), juntamente a outros três campi, localizados em Curitiba, Londrina e Ponta Grossa (PR). Como um dos dez maiores grupos educacionais privados do Brasil, a UniCesumar oferece portfólio diversificado, com mais de 350 cursos, abrangendo graduação, pós-graduação, técnicos, profissionalizantes, mestrado e doutorado. Sua missão é promover o acesso à educação de qualidade e contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional de seus alunos, preparando-os para os desafios do mercado de trabalho.

 

Contatos para imprensa:

Weber Shandwick

E-mail: vitru@webershandwick.com

 

Priscilla Poubel – ppoubel@webershandwick.com | Telefone: (21) 9 8351-0185

Paulo Lima plima@webershandwick.com | Telefone: (11) 9 8398-6996

 



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Meritocracia: ainda faz sentido no mercado atual?

 


Por Thiago Gaudencio

Quem define que alguém "merece" uma promoção, um aumento salarial ou uma nova oportunidade? Qual a forma mais “justa” de reconhecer e justificar um bom desempenho? Poucos conceitos provocam tanto debate no ambiente corporativo quanto a meritocracia – considerada, para alguns, um modelo ultrapassado e incapaz de considerar as diferentes realidades e oportunidades existentes dentro das organizações; e, por outros, o principal instrumento para reconhecer talentos, estimular resultados e promover o desenvolvimento profissional. Entre esses extremos, talvez a discussão esteja sendo conduzida pelo caminho errado: afinal, o problema está na meritocracia em si, ou na forma como ela vem sendo aplicada? 

Embora sejam tratados como sinônimos por muitas pessoas, o merecimento e a meritocracia não devem ser confundidos. O primeiro está mais ligado à interpretação de quem avalia, enquanto o segundo precisa estar fundamentado em critérios objetivos, previamente definidos e conhecidos por todos. São os objetivos e expectativas que as empresas deixam claro a seus profissionais, através de uma comunicação constante e clara do que é esperado de cada um, sem que haja margem para subjetivismo. 

Toda organização saudável precisa encontrar uma forma de reconhecer esse desempenho, de forma que deixe de ser uma percepção individual e passe a refletir conquistas concretas. O que precisa evoluir não é o termo em si, mas a forma como é aplicado, expandindo os critérios de medição para além de resultados entregues a curto prazo e, sobretudo, prezando pela construção de um ambiente que sustente essas conquistas à longo prazo, através do desenvolvimento contínuo dos liderados. Do contrário, perde-se engajamento, confiança e credibilidade entre as partes. 

Dados da Gallup reforçam esse cuidado: apenas 20% dos profissionais no mundo se declaram verdadeiramente engajados. Vivemos um cenário delicado, em que as organizações que comunicam objetivos, critérios de avaliação e expectativas de forma transparente, ganham ainda mais relevância e eficácia para tomar decisões assertivas sobre reconhecimento, crescimento profissional e desenvolvimento de carreira.  

Naturalmente, nenhuma empresa conseguirá construir um modelo de reconhecimento que agrade a todos, e nem deve ser esse o foco. A ideia é definir e transmitir, de forma objetiva, quais comportamentos e resultados esperam e desejam incentivar, transformando esses princípios em critérios claros de avaliação. Há, por exemplo, aquelas que valorizam mais a capacidade de inovação; enquanto outras priorizam a colaboração, desenvolvimento de pessoas, excelência técnica, geração de negócios ou superação de metas. 

O importante não é que todas utilizem a mesma régua, mas que essa seja coerente com sua cultura, aplicada de maneira consistente e amplamente comunicada. Quando os profissionais compreendem quais atitudes, entregas e posturas são efetivamente valorizadas, a percepção de justiça na meritocracia deixa de depender das preferências individuais e passa a estar ancorada nas regras que a própria organização estabeleceu e compartilhou previamente. 

Isso não significa que a organização deva abrir mão de ambientes colaborativos, nos quais as pessoas participam das decisões, contribuem com ideias e tenham espaço para influenciar a evolução da empresa. Pelo contrário: esse engajamento fortalece a cultura e aumenta o senso de pertencimento. No entanto, quando o assunto é definir quais comportamentos e resultados serão reconhecidos, a responsabilidade precisa partir da própria organização, imprimindo uma direção clara, traduzindo a estratégia e os valores da empresa. 

Da mesma forma, uma cultura organizacional sólida não pode premiar exclusivamente resultados individuais. O desempenho de uma empresa depende, cada vez mais, da capacidade de diferentes áreas trabalharem em conjunto para resolver problemas complexos e gerar valor de forma integrada – o que torna ainda mais importante criar projetos multidisciplinares, cujos resultados precisem da colaboração entre equipes.  

Com isso, a equidade deixa de ser um contraponto à meritocracia e passa a ser uma condição para que ela funcione, assegurando que todos tenham acesso às mesmas oportunidades, conheçam claramente as regras do jogo e entendam quais comportamentos, níveis de engajamento, indicadores de performance e resultados a organização espera de cada um. 

No fim, a discussão não deveria ser se a meritocracia ainda faz sentido, mas como torná-la mais eficiente e consistente, através da combinação entre critérios transparentes, oportunidades bem definidas e reconhecimento baseado em conquistas, e não em percepções. Se não, seria o mesmo que disputar uma corrida sem saber onde está a linha de chegada, ou fazer uma prova sem conhecer os critérios que serão levados em consideração. Desigual, não é mesmo? 

Thiago Gaudencio é headhunter e sócio da Wide Executive Search, boutique de recrutamento executivo focado em posições de alta e média gestão.      

       

Sobre a Wide:      

https://wide.works/      
Com mais de 30 anos somados de recrutamento especializado e mais de 20 mil entrevistas realizadas, o propósito da Wide, empresa de recrutamento e seleção de alta gerência, é construir legados, seja o das empresas contratantes, o dos candidatos e o seu próprio. 



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Nathália Bellintani


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Meta lança AI Mode: quais os impactos ao marketing corporativo?

 


Por Renato Sobrinho

A forma como as pessoas encontram informações na internet está passando por uma nova transformação. Depois de décadas em que os mecanismos de busca tradicionais dominaram a descoberta de conteúdo, a inteligência artificial começa a ocupar um espaço cada vez mais relevante nessa jornada – ainda mais agora, com um novo capítulo inaugurado pelo lançamento do AI Mode pela Meta, recurso que incorpora respostas geradas pela IA à experiência de busca dentro de suas plataformas.  

Mais do que uma novidade tecnológica, a iniciativa reforça uma mudança mais ampla no comportamento dos usuários e na forma como marcas serão encontradas no ambiente digital. Afinal, a evolução das ferramentas de IA mostra que as pessoas estão cada vez mais interessadas em obter respostas prontas, contextualizadas e conversacionais, sem a necessidade de navegar por múltiplos links para encontrar uma informação.  

Dados divulgados no “Relatório de Difusão da IA 2025” comprovam essa realidade: cerca de uma em cada seis pessoas no mundo já utiliza a IA generativa regularmente, seja para aprender, trabalhar ou resolver problemas. Apenas o ChatGPT, como exemplo, já processa, aproximadamente, 2,5 bilhões de prompts por dia, segundo um levantamento da Ahrefs, volume que representa cerca de 18% das buscas realizadas diariamente no Google. 

As informações ajudam a demonstrar que a inteligência artificial está deixando de ser apenas uma ferramenta complementar, para se tornar um importante canal de descoberta de conteúdo, produtos e serviços presente nas mais diferentes plataformas, tendendo a impactar, diretamente, as estratégias de marketing digital nos próximos anos. 

Nesse cenário, a disputa pela atenção dos usuários se torna ainda mais acirrada. Se antes, o objetivo era conquistar posições nos mecanismos de busca, agora, as empresas também precisam pensar em como se tornar referências para sistemas de inteligência artificial que selecionam, interpretam e apresentam informações aos usuários. 

Isso não significa o fim do SEO tradicional. Pelo contrário. A construção de autoridade digital continua sendo um dos principais fatores que influenciam a visibilidade de marcas tanto nos buscadores quanto nas plataformas baseadas em IA. Conteúdos relevantes, consistência editorial e credibilidade permanecem como elementos fundamentais para aumentar a presença digital. O que muda é a forma como essas informações são consumidas.  

Em vez de acessar diversos sites para encontrar respostas, o usuário passa a confiar cada vez mais em interfaces que sintetizam conteúdos e entregam recomendações prontas, como está sendo viabilizado nesta mais recente novidade da Meta. Isso amplia a importância de estratégias focadas em autoridade, branding e produção de conteúdo de qualidade. 

A tendência também reforça a necessidade de uma presença digital integrada. Marcas que conseguem construir relevância em diferentes canais, como sites, blogs, redes sociais e plataformas profissionais, aumentam suas chances de serem reconhecidas e referenciadas por sistemas de inteligência artificial. 

O lançamento do AI Mode pela Meta é mais um sinal de que a busca digital está evoluindo para um modelo cada vez mais conversacional. Para as empresas, o desafio não será apenas aparecer nos resultados de pesquisa, mas conquistar espaço nas respostas geradas pelas tecnologias que estão redefinindo a forma como as pessoas descobrem informações. 

Mais do que uma mudança tecnológica, trata-se de uma transformação no comportamento digital. E, como aconteceu em outras grandes mudanças da internet, as empresas que compreenderem esse movimento mais cedo tendem a conquistar vantagens competitivas importantes nos próximos anos. 

Renato Sobrinho é Sócio da iOBEE - Agência de marketing digital e Growth. 

 

Sobre a iOBEE:  

https://iobee.com.br/ 

Atuando de forma abrangente com serviços de Google Ads & Meta Ads, SEO, Inteligência em Gestão de Redes Sociais, Inbound Marketing e outros mais. A iOBEE é uma agência de marketing digital e tecnologia, com uma abordagem mais estratégica e serviços que atendem todas as áreas que são vitais para alavancar o faturamento das empresas. 



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