
quinta-feira, 28 de maio de 2026
Veículos 0KM acima de R$ 200 mil ganham espaço e lideram buscas na Bahia em 2026, aponta Webmotors
Veículos 0KM acima de R$ 200 mil ganham espaço e lideram buscas na Bahia em 2026, aponta Webmotors
Levantamento do Webmotors Autoinsights revela também um aumento na procura por carros usados com preços superiores a R$ 101 mil no primeiro trimestre de 2026 em relação ao mesmo período do ano anterior
São Paulo, maio de 2026 – Os veículos novos acima de R$ 200 mil ampliaram sua participação e consolidaram a liderança entre as faixas de preço mais procuradas pelos consumidores baianos em 2026. De acordo com dados do Webmotors Autoinsights, ferramenta de dados e inteligência sobre o mercado automotivo, entre janeiro e março deste ano o segmento passou a representar 61,4% do total de interesse por carros zero quilômetro na plataforma no estado - um incremento de 5 pontos percentuais (p.p.) em relação ao mesmo período de 2025, quando concentrava 56% das pesquisas na plataforma.
Ainda entre os veículos novos, a faixa de R$ 151 mil a R$ 200 mil também ganhou relevância e avançou 4 p.p. na comparação anual, alcançando participação de 17,6% nas buscas. Em contrapartida, os automóveis entre R$ 101 mil e R$ 150 mil recuaram 5 pontos percentuais, correspondendo a 16,8% da procura, ao passo que os carros de R$ 81 mil a R$ 100 mil apresentaram queda de 2 p.p.
Já no mercado de usados, a liderança é dos modelos de R$ 101 mil a R$ 150 mil, que expandiram levemente sua participação, subindo de 23,8% no primeiro trimestre de 2025 entre janeiro e março de 2026 (+1 p.p.). O mesmo comportamento foi constatado entre os veículos de R$ 151 mil a R$ 200 mil (13%) e acima de R$ 200 mil (24,2%): ambas as faixas evoluíram 1 ponto percentual.
Os veículos com valores entre R$ 61 mil e R$ 80 mil encolheram 2 pontos percentuais, respondendo agora por 20,2% das buscas, enquanto aqueles que custam de R$ 81 mil a R$ 100 mil (16,5%) mantiveram estabilidade no período analisado.
Confira abaixo a variação da participação nas buscas por
faixa de preço no primeiro trimestre de 2026 na Bahia em comparação com o
mesmo período de 2025:
|
CARROS NOVOS - BAHIA |
|
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FAIXA DE PREÇO |
VARIAÇÃO 2026 X 2025 |
|
Acima de R$ 200 mil |
+5 p.p. |
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R$ 151 mil a R$ 200 mil |
+4 p.p. |
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R$ 101 mil a R$ 150 mil |
-5 p.p. |
|
R$ 81 mil a R$ 100 mil |
-2 p.p. |
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R$ 61 mil a R$ 80 mil |
-1 p.p. |
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CARROS USADOS - BAHIA |
|
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FAIXA DE PREÇO |
VARIAÇÃO 2026 X 2025 |
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R$ 101 mil a R$ 150 mil |
+1 p.p. |
|
Acima de R$ 200 mil |
+1 p.p. |
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Até R$ 60 mil |
0 p.p. |
|
R$ 81 mil a R$ 100 mil |
0 p.p |
|
R$ 61 mil a R$ 80 mil |
-2 p.p. |
|
R$ 151 mil a R$ 200 mil |
+1 p.p. |
Sobre a Webmotors
A Webmotors (www.webmotors.com.br) foi a primeira marca brasileira a inovar na forma de comprar e vender carros e é o principal ecossistema automotivo, que engloba desde a compra, venda e uso do veículo, oferecendo soluções completas para o segmento no Brasil. Fundada em 1995, Webmotors foi pioneira na inovação do marketplace online automotivo e continua a definir o padrão para compra, venda e pesquisa online automotiva.
Em 2002, o Grupo Santander Brasil se juntou à Webmotors como seu principal parceiro e, em abril de 2013, a empresa deu boas-vindas à carsales.com Ltd., que adquiriu uma participação de 30%. Desde então, a empresa de tecnologia australiana contribuiu para a aceleração do crescimento da Webmotors e, em março de 2023, a carsales.com Ltd. aumentou sua participação acionária na Webmotors para 70%. O Santander mantém os outros 30%, além da exclusividade comercial, sendo o parceiro de crédito, seguros e soluções financeiras para transações feitas por meio da plataforma da Webmotors.
Informações para a imprensa
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Jaqueline Nunes - jaqueline.nunes@rpmacomunicacao.com.br
(11) 94119-9351
Relações com a imprensa – Webmotors www.webmotors.com.br/
Vinícius Fernandes Chaves – vinicius.chaves@webmotors.com.br
Relações com a imprensa – Santander Brasil www.santander.com.br
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Jaqueline Nunes
jaqueline.nunes@rpmacomunicacao.com.br
(11) 5501-4655
Sete erros clássicos na gestão industrial
Por André Ferreira
Muito se fala sobre Indústria 4.0, automação e inteligência artificial nas linhas de produção. No entanto, o verdadeiro coração de uma gestão industrial eficiente não está nas ferramentas de prateleira que a empresa compra, mas em como as pessoas, a previsibilidade de demanda e a rotina de manutenção se conectam.
O grande desafio atual é a falta de sintonia entre o planejamento e a execução. O que vemos é que, embora vivamos uma era marcada pelo avanço da transformação digital, uma grande parte das organizações, em vez de estar evoluindo a gestão, está dedicando seu tempo a corrigir erros e falhas que impactam diretamente o crescimento da empresa. Como prova disso, de acordo com uma pesquisa realizada pela ABB, mais de dois terços das empresas do segmento industrial sofrem paradas não planejadas pelo menos uma vez por mês, custando para a maioria das companhias cerca de R$ 712.500,00 por hora.
Na correria para apagar os incêndios do cotidiano, muitos gestores acabam caindo em armadilhas invisíveis que corroem o OEE e a rentabilidade da operação. Abaixo, listo os sete erros clássicos na gestão industrial:
#1 Dependência de planilhas auxiliares: por mais que o Excel seja uma ferramenta de fácil acesso, ela não foi projetada para rodar o PCP ou o estoque de uma fábrica em tempo real. Nesse caso, o uso de planilhas paralelas gera retrabalho, erros de digitação e obsolescência. Na prática, gerenciar a produção com esse método significa tomar decisões cruciais hoje com base nos dados frios de ontem.
#2 Tratar os sintomas e ignorar a causa raiz: diante de uma máquina parada ou de um atraso na entrega, o erro mais comum é aplicar uma solução temporária para retomar a operação o mais rápido possível. Por sua vez, quando não se utilizam metodologias para investigar a verdadeira raiz do problema, a falha vai se repetir. Ou seja, corrigir apenas o efeito imediato sabota a previsibilidade e encarece o custo de manutenção a longo prazo.
#3 Resistência em investir em sistemas especialistas de apoio: muitas indústrias operam no limite porque enxergam a tecnologia de gestão como custo, e não como investimento. Deixar de adotar um sistema robusto que auxilie no planejamento, sequenciamento e controle de chão de fábrica sobrecarrega a equipe, limita a capacidade de crescimento da planta e reduz o OEE (Overall Equipment Effectiveness).
#4 Falta de comunicação entre setores: esse é o clássico "apagão" entre a engenharia, o comercial, o PCP e o chão de fábrica. Quando os departamentos operam como ilhas isoladas, surgem as metas conflitantes e os gargalos.
#5 Tomada de decisão baseada em dados fragmentados: tomar decisões industriais sem informações centralizadas é um tiro no escuro. Afinal, quando os dados estão espalhados, as lideranças não conseguem ter um direcionamento correto da atual realidade da organização. Uma gestão madura exige decisões integradas, sustentadas por indicadores confiáveis e extraídos em tempo real, eliminando os palpites e o "achismo" das reuniões de resultado.
#6 Uso de sistemas que não se conversam: muitas empresas compram o software "X" para uma função e o software "Y" para outra, caindo na armadilha dos sistemas isolados. Cada ferramenta resolve uma dor específica, mas elas não são integradas entre si. O resultado é uma colcha de retalhos tecnológica que gera duplicidade de dados, inconsistências e exige um esforço enorme da equipe para consolidar as informações.
#7 Centralização e não compartilhamento do conhecimento: quando o conhecimento sobre o funcionamento de uma máquina ou sobre as regras de um processo fica guardado apenas para alguns colaboradores ou operadores antigos, a fábrica corre um risco altíssimo. A falta de padronização e de documentação dos processos gera dependência interna e impede que a operação se torne escalável e eficiente.
Todos os erros têm em comum o fato de que eles acontecem quando o básico deixa de ser feito. Isto é, de nada adianta ter soluções robustas sem que os processos e a operação estejam em dia. Além disso, a gestão de pessoas também é um ponto importante a ser considerado, visto que, por mais que a tecnologia avance, a mão de obra humana continuará sendo um elo importante a ser trabalhado.
Nesse contexto, a empresa precisa equilibrar o investimento em recursos juntamente com estratégias e ações que contribuam para o crescimento dos colaboradores e, consequentemente, para o desempenho da organização.
Quando falamos do meio industrial, existe uma gama de soluções, como ERPs, WMS, APS e MES. Entretanto, é importante buscar uma ferramenta que tenha esses módulos prontos ou facilidade de integração com outros sistemas. Além disso, ter o apoio de uma consultoria é uma estratégia eficaz para direcionar não apenas em como utilizar a ferramenta, mas guiar a empresa rumo às melhores práticas para garantir melhores resultados.
Hoje, diante da velocidade do mercado, eficiência e agilidade são elementos cruciais, mas para que a indústria evolua, é essencial que, antes de qualquer mudança, sejam feitos apontamentos para sanar os erros e garantir a fluidez dos processos. Afinal, a verdadeira transformação digital só acontece quando a tecnologia serve para potencializar processos que já são saudáveis, e não para automatizar ineficiências.
André Ferreira é engenheiro de produção e consultor industrial na ABC71.
Desde 1971, a ABC71 é pioneira em ERPs para indústrias com a missão de melhorar a performance das empresas brasileiras com software e serviços. Atendendo aproximadamente 400 clientes, a organização soma uma trajetória de sucesso com o objetivo de ser reconhecida como a melhor empresa de software de gestão no Brasil.
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Cinthia Guimarães Tel: +55 (11) 95457-3500 Email: cinthia@informamidia.com.br www.informamidia.com.br |
Rotatividade no C-Level: qual o momento certo para reposicionar executivos?
Por Thiago Gaudencio
Nos últimos anos, a estabilidade no topo das empresas deixou de ser uma constância para se tornar uma variável estratégica. Afinal, em um ambiente de negócios marcado pela transformação digital, avanço da inteligência artificial, novas demandas do mercado e pressão constante por resultados, executivos passaram a enfrentar desafios que exigem adaptação contínua — inclusive na própria posição que ocupam dentro das organizações. Porém, surge uma dúvida frequente ao se deparar com este momento: o que avaliar nessa movimentação do C-Level?
Existem três fatores que costumam ser levados em consideração na rotatividade desses executivos: se o profissional segue performando dentro do esperado pela organização, se o próprio executivo(a) ainda se sente motivado e desafiado em sua posição e deveres, ou se há algum tipo de conflito na construção dos objetivos de curto prazo com os de médio e longo prazo, capaz de gerar desmotivação.
Em qualquer um deles, seja pela quebra de expectativa em seus entregáveis ou a percepção de que entrou em uma rotina que não lhe proporciona mais nenhum tipo de aprendizado significativo que o permita continuar progredindo em sua carreira, abre margem para uma queda de produtividade e empenho que são extremamente prejudiciais para todos os lados.
A necessidade de atualização constante, inclusive, já é reconhecida pelos próprios líderes: cerca de 72% dos gestores estão buscando fontes e métodos de aprimoramento de suas competências para que estejam cada vez mais preparados para lidar com o dinamismo do mercado atual, segundo uma pesquisa da edX. Se colocar nesta posição de vulnerabilidade a favor de uma capacitação contínua é um dos comportamentos mais importantes para evitar uma insistência de um executivo em sua cadeira, sem que haja mais um alinhamento estruturado.
Para identificar a necessidade dessa troca, é fundamental revisitar e avaliar os entregáveis do(a) executivo(a) de tempos e tempos, o que deve passar pelo crivo de várias esferas internamente. O conselho, por exemplo, precisa participar dessa avaliação, tendo uma maior diversidade de visões sobre cada executivo antes de tomar qualquer decisão.
Aqui, mais do que avaliar a performance do(a) executivo(a) C-Level durante seu período histórico, e não apenas uma janela pontual, é crucial compreender os motivos que podem ter desencadeado qualquer quebra de expectativa – seja questões externas de mercado, falta de apoio interno na própria empresa, falta de feedbacks, dentre muitos outros. Essas respostas trarão um norte mais seguro para identificar uma eventual necessidade de reposicioná-lo ou não, desde que esteja pronto para assumir um novo desafio que o permita continuar crescendo em sua carreira.
Agora, mesmo com todo o preparo e análise, ainda assim, muitas movimentações tendem a desencadear certa insegurança organizacional entre os times. Em ambientes com culturas meritocráticas, por exemplo, que não promovem um profissional que apresenta grande dedicação e grandes resultados, outros profissionais podem questionar os motivos dessa falta de “reconhecimento”, podendo até mesmo se sentirem frustrados. E, a melhor forma de evitar qualquer desentendimento nesse sentido, é mantendo a máxima transparência e clareza possível a respeito das decisões tomadas.
Toda cadeira executiva é feita de altos e baixos, o que reforça a importância de sustentar a transparência entre o que se espera de cada uma das partes, mantendo uma comunicação objetiva e clara a todo o momento e, acima de tudo, maturidade ao entender que a rotatividade dessa posição é algo natural de ocorrer em algum momento dessa jornada. Com esses cuidados aliados a um plano de carreira bem estruturado, as chances de conduzirem essa movimentação minimizando inseguranças e conflitos serão potencializadas, mantendo uma boa governança interna a favor do crescimento corporativo contínuo.
Thiago Gaudencio é headhunter e sócio da Wide Executive Search, boutique de recrutamento executivo focado em posições de alta e média gestão.
Sobre a Wide:
https://wide.works/
Com
mais de 30 anos somados de recrutamento especializado e mais de 20 mil
entrevistas realizadas, o propósito da Wide, empresa de recrutamento e
seleção de alta gerência, é construir legados, seja o das empresas
contratantes, o dos candidatos e o seu próprio.
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Nathália Bellintani Tel: +55 (11) 9848-4042 Email: nathalia@informamidia.com.br www.informamidia.com.br |
Outlet Premium Salvador celebra a pluralidade das conexões humanas em nova campanha
Com foco no Dia dos Namorados e o período de Copa, empreendimento apresenta copos térmicos com caixa de som personalizados pelo artista Lito Nocêra

O Outlet Premium Salvador apresenta sua nova campanha institucional focada na valorização das conexões humanas. Sob o mote “Um brinde aos encontros”, a ação — iniciada no Dia das Mães — agora se estende ao Dia dos Namorados e ao período da Copa. O destaque da iniciativa são os quatro modelos colecionáveis de copos térmicos com caixa de som embutida, que trazem estampas exclusivas assinadas pelo artista paulistano Lito Nocêra (@eusoulito).
No formato “comprou, pagou, levou”, até o dia 28 de junho*, os consumidores poderão adquirir uma das opções disponíveis a cada R$ 300,00 em compras, mediante pagamento adicional de R$ 70,00. O copo vem acompanhado por uma alça longa proporcionando mais conforto. Também será possível garantir a coleção completa, com as quatro versões, por R$ 250,00. Para mais informações, é recomendável consultar o regulamento, preços promocionais e período no site e nas redes sociais do empreendimento.
Além de adquirir um produto único, os clientes também apoiarão uma iniciativa de impacto social. Parte da renda obtida com a venda dos copos será destinada ao Hospital do GRAACC, instituição referência no tratamento de crianças e adolescentes com câncer.
Conectando encontros
Mesmo contemplando diferentes ocasiões, a campanha preserva um conceito único e inclusivo, pensado para dialogar com todos os perfis de clientes do outlet. A proposta é celebrar momentos compartilhados entre mães e filhos, famílias, namorados, casais, amigos e torcedores, em diferentes contextos, indo do almoço em família ao passeio entre amigos, do programa a dois à celebração coletiva durante os jogos.
Como diferencial, o brinde oferece uma experiência interativa que amplia o contato do público com a arte. Assinado pelo artista Lito Nocêra, o produto incorpora uma aplicação em realidade aumentada – marca registrada do artista -, acessada por meio de um QR Code presente na embalagem, tornando a experiência ainda mais envolvente.
Para este projeto, o artista imprime seu estilo autoral em uma linguagem contemporânea, apostando em uma estética minimalista e floral, com estampas que funcionam tanto de forma individual quanto em conjunto, reforçando visualmente a proposta de encontros que se complementam.
Pensado para diferentes momentos de uso, o copo térmico com caixa de som se destaca pela versatilidade, ao reunir dois produtos em um único item. O consumidor pode utilizá-los juntos ou separadamente, já que a caixa de som pode ser desacoplada, garantindo mais liberdade em diferentes situações. Além disso, o item mantém bebidas geladas por até 6 horas e quentes por até 3 horas, enquanto a caixa de som possui resistência à água, chuva, respingos e jatos de baixa pressão.
O Outlet Premium Salvador está localizado na Estrada do Coco, KM 12,5 e funciona diariamente das 9h às 21h.
*Consulte regras, preços promocionais e período de campanha no site e redes sociais do empreendimento.
Outlet Premium Salvador
O Outlet Premium Salvador está situado no município de Camaçari, na Estrada do Coco (BA-099), km 12,5, importante rodovia de ligação ao litoral norte da Bahia, onde estão localizados os principais resorts do estado. Primeiro Outlet da Região Nordeste do Brasil, o empreendimento está localizado a apenas 25 minutos de Salvador, 40 minutos da Praia do Forte e 55 minutos da Costa do Sauipe, região de maior potencial turístico do estado da Bahia. Possui mais de 120 marcas em operação, que vendem produtos com desconto o ano inteiro. Entre as marcas presentes no empreendimento estão: Adidas, Nike, Puma, Asics, Animale, Aramis, Calvin Klein, Track&Field, Ellus, Lacoste, Levi’s, Nike, OSKLEN, entre outras.
Serviços: Wifi grátis.
General Shopping e Outlets do Brasil
A General Shopping e Outlets do Brasil está entre as líderes no mercado brasileiro de shopping centers, administrando um total de 321.950 mil m2 de ABL, de 16 empreendimentos em operação. São eles: Parque Shopping Barueri, Cascavel JL Shopping, Parque Shopping Sulacap, Shopping Bonsucesso, Shopping do Vale, Parque Shopping Maia, Unimart Shopping, Auto Shopping Internacional, Poli Shopping Guarulhos, Outlet Premium Brasília, Outlet Premium Salvador, Outlet Premium São Paulo, Outlet Premium Grande São Paulo, Outlet Premium Rio de Janeiro, Outlet Premium Fortaleza e Outlet Premium Imigrantes. Os shopping centers da General Shopping e Outlets do Brasil estão estrategicamente concentrados nas Regiões Sul e Sudeste do país. Com abrangência nacional, os Outlets Premium estão localizados nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste do país, e são líderes do segmento no Brasil.
Pioneira na introdução do conceito Outlet no mercado brasileiro, a General Shopping e Outlets do Brasil também é reconhecida pela diversidade dos seus empreendimentos e a proximidade que mantém com seus mais de dois mil lojistas. Para mais informações, basta acessar o site.
Contatos para a Imprensa
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Uso de drone avança, redefine eficiência no campo, mais precisa de apoio estratégico de adjuvante

Uso de drone avança, redefine eficiência no campo, mais precisa de apoio estratégico de adjuvante
Tecnologia ganha escala em diferentes culturas, reduz perdas operacionais e impõe novo padrão nas aplicações, enquanto mercado projeta crescimento acelerado nos próximos anos
O uso de drones agrícolas no Brasil deixou de ser tendência para se consolidar como uma das principais transformações tecnológicas no campo. Com avanços contínuos em capacidade de carga, velocidade e sistemas de atomização, esses equipamentos já são realidade em diversas culturas e regiões, impulsionando ganhos operacionais e abrindo novas fronteiras para a agricultura de precisão.
Dados de mercado indicam que o segmento cresce a taxas anuais superiores a dois dígitos no país, acompanhando a digitalização do agro e a busca por soluções mais eficientes e sustentáveis. A adoção se expande tanto em grandes propriedades quanto em áreas menores, refletindo sua versatilidade. “O drone é uma tecnologia que chegou para ficar. Ele vem evoluindo constantemente e hoje já atende desde culturas anuais até sistemas perenes e silvopastoris, com aplicações cada vez mais assertivas”, afirma Alexandre Gazoni, engenheiro agrônomo, especialista em aplicações agrícolas e diretor comercial da Sell Agro.
Atualmente, culturas como soja, milho e algodão lideram o uso da tecnologia, mas o avanço já alcança também lavouras perenes, como café, oliveira e noz-pecã. O diferencial está, sobretudo, na capacidade de atuação em áreas de difícil acesso, como terrenos alagados, encostas e regiões onde máquinas enfrentam limitações operacionais. “Em uma área alagada, por exemplo, muitas vezes é preciso esperar o solo secar para entrar com máquinas. Nesse intervalo, a praga pode causar danos significativos. Com o drone, é possível agir rapidamente e evitar perdas”, destaca Gazoni.
Além da acessibilidade, a agilidade operacional é um dos principais ganhos. O uso de drones permite intervenções mais rápidas, especialmente em condições adversas, como após chuvas ou em terrenos irregulares. Esse fator impacta diretamente o rendimento das operações e a eficiência do controle fitossanitário.
Outro ponto relevante é a redução de perdas mecânicas. Na cultura da soja, por exemplo, a substituição de máquinas terrestres por drones e aeronaves elimina o amassamento de plantas, o que pode representar uma economia de até cinco sacas por hectare em determinadas fases da lavoura. “O drone permite preservar a lavoura em momentos críticos, como na dessecação, pois evitar o tráfego de máquinas nesse período pode fazer diferença direta no resultado produtivo”, explica o especialista.
Em cenários operacionais mais restritivos, como áreas próximas a comunidades, o VANT (Veículo Aéreo Não Tripulado) também se destaca. Diferentemente da aviação agrícola, que possui limitações legais de distância, o equipamento pode operar com maior proximidade, ampliando a cobertura e garantindo maior controle fitossanitário.
Adjuvantes como aliados
Nesse contexto, os adjuvantes assumem papel central para garantir a eficiência das aplicações. Esses insumos são responsáveis por preservar a integridade das gotas, reduzir perdas por evaporação e deriva, além de melhorar a absorção dos ativos pelas plantas. “O adjuvante é fundamental porque protege a gota e permite que o produto chegue com mais precisão ao alvo. Ele reduz perdas para a atmosfera e aumenta a eficiência das pulverizações”, afirma Gazoni.
Segundo o especialista, o uso correto desses produtos contribui diretamente para o desempenho agronômico, favorecendo maior cobertura foliar, melhor translocação dos ativos e menor risco de fitotoxicidade. Em condições climáticas desafiadoras, como altas temperaturas, seu papel se torna ainda mais estratégico. “O produto adequado ajuda a manter a gota viável por mais tempo, reduzindo evaporação e protegendo contra fatores como vento e radiação ultravioleta. Isso garante que uma maior concentração da calda atinja a planta”, complementa.
Apesar dos avanços, o setor ainda enfrenta desafios técnicos importantes. O principal deles é garantir que a eficiência das aplicações com drones se equipare às operações motorizadas tradicionais, que utilizam maiores volumes de calda. “O desafio é equilibrar a eficiência operacional do VANT com a qualidade técnica da aplicação. Isso passa, necessariamente, pela regulagem correta, escolha adequada de adjuvantes e manejo das condições climáticas”, ressalta Gazoni.
A democratização da tecnologia também chama atenção. Atualmente, há modelos de drones que atendem desde pequenos produtores até grandes operações agrícolas, ampliando o acesso e consolidando seu uso em diferentes perfis de propriedade.
Para não errar!
Entre os erros mais comuns, Gazoni aponta falhas na regulagem do tamanho de gotas, velocidade de operação e escolha inadequada de adjuvantes, fatores que podem comprometer significativamente o desempenho das pulverizações.
Olhando para o futuro, a expectativa é de expansão acelerada do uso de drones no campo, acompanhada por avanços em eficiência e novas soluções tecnológicas. A evolução deve estar diretamente ligada ao desenvolvimento de adjuvantes específicos para ultrabaixa vazão, proteção molecular e estabilização de misturas. “A tendência é trabalhar com volumes cada vez menores, mas com alta eficiência. Para isso, o uso do adjuvante correto será ainda mais estratégico. Já existem tecnologias sendo desenvolvidas com foco nesse cenário”, conclui o diretor da Sell Agro.
Sell Agro – Fundada em 2007, a Sell Agro atua na produção de adjuvantes agrícolas, com sede em Rondonópolis-MT, e estrutura moderna com amplo laboratório de pesquisa e equipe altamente qualificada, composta por engenheiros químicos e agrônomos. As soluções da empresa têm foco na geração de economia e, ainda, em potencializar os resultados das lavouras. Mais informações: https://sellagro.com.br.
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Kassi Bonissoni
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Buscas por motos usadas acima de R$ 50 mil sobem 28% na Bahia, revela Webmotors
Buscas por motos usadas acima de R$ 50 mil sobem 28% na Bahia, revela Webmotors
Levantamento do Webmotors Autoinsights apresenta os rankings dos modelos novos e usados do segmento mais procurados pelos usuários na plataforma no estado nos últimos 12 meses
São Paulo, maio de 2026 – O setor de motocicletas premium vem mantendo um ritmo de crescimento acelerado entre os consumidores baianos nos últimos 12 meses. De acordo com dados do levantamento do Webmotors Autoinsights, ferramenta que fornece dados e informações sobre o mercado automotivo brasileiro, a procura por motos usadas acima de R$ 50 mil avançou 28,7% nesse intervalo na Bahia. O estudo considera as buscas e visitas por esses modelos registradas na plataforma entre maio de 2025 a abril de 2026 em relação a igual período do ano anterior.
No nicho de motos zero quilômetro, o cenário também foi de alta, com um incremento de 28,7% em idêntico recorte temporal. Considerando o balanço geral, o segmento obteve elevação de 26,8% nas pesquisas na plataforma.
O estudo ainda revela os rankings das motocicletas novas e usadas mais buscadas nessa categoria no estado. Entre as zero quilômetro, a BMW S 1000 RR lidera a lista, seguida por Kawasaki Z900 (2º) e Suzuki GSX 8S (3º). Logo após, aparecem Suzuki V Strom 800 DE (4º), Honda NC 750X ABS (5º), Honda CRF 1100L Africa Twin (6º), Suzuki GSX 1300 R Hayabusa (7º), Yamaha XTZ 700 Ténéré (8º), Suzuki V STROM 650XT ABS (9º) e Ducati Panigale V4 S (10º).
Entre as usadas, a lista é novamente encabeçada pela BMW S 1000 RR, sequenciada por Honda CRF 1100L Africa Twin (2°) e Yamaha MT 09 (3°). Depois, surgem Yamaha MT 09 Tracer 900 GT (4°), BMW R 1200 GS (5°), Kawasaki Z900 (6°), Honda CB 650R ABS (7°), Ducati Panigale V4 S (8°), Honda CBR 650R ABS (9°) e BMW R 1250 GS Adventure Premium (10°).
Confira abaixo os rankings das motos novas e usadas acima de R$ 50 mil mais procuradas na Bahia nos últimos 12 meses:
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0KM - BAHIA ACIMA DE R$ 50 MIL |
USADAS - BAHIA ACIMA DE R$ 50 MIL |
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BMW S 1000 RR (1º) |
BMW S 1000 RR (1°) |
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Kawasaki Z900 (2º) |
Honda CRF 1100L Africa Twin (2°) |
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Suzuki GSX 8S (3º) |
Yamaha MT 09 (3°) |
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Suzuki V STROM 800 DE (4º) |
Yamaha MT 09 Tracer 900 GT (4°) |
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Honda NC 750X ABS (5º) |
BMW R 1200 GS (5°) |
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Honda CRF 1100L Africa Twin (6º) |
Kawasaki Z900 (6°) |
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Suzuki GSX 1300 R Hayabusa (7º) |
Honda CB 650R ABS (7°) |
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Yamaha XTZ 700 Ténéré (8º) |
Ducati Panigale V4 S (8°) |
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Suzuki V STROM 650XT ABS (9º) |
Honda CBR 650R ABS (9°) |
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Ducati Panigale V4 S (10º) |
BMW R 1250 GS Adventure Premium (10°) |
Sobre a Webmotors
A Webmotors (www.webmotors.com.br) foi a primeira marca brasileira a inovar na forma de comprar e vender carros e é o principal ecossistema automotivo, que engloba desde a compra, venda e uso do veículo, oferecendo soluções completas para o segmento no Brasil. Fundada em 1995, Webmotors foi pioneira na inovação do marketplace online automotivo e continua a definir o padrão para compra, venda e pesquisa online automotiva.
Em 2002, o Grupo Santander Brasil se juntou à Webmotors como seu principal parceiro e, em abril de 2013, a empresa deu boas-vindas à carsales.com Ltd., que adquiriu uma participação de 30%. Desde então, a empresa de tecnologia australiana contribuiu para a aceleração do crescimento da Webmotors e, em março de 2023, a carsales.com Ltd. aumentou sua participação acionária na Webmotors para 70%. O Santander mantém os outros 30%, além da exclusividade comercial, sendo o parceiro de crédito, seguros e soluções financeiras para transações feitas por meio da plataforma da Webmotors.
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Gestão técnica na área pública perde espaço com polarização

Gestão técnica na área pública perde espaço com polarização
Priorização de indicações ideológicas em cargos que deveriam ser ocupados por profissionais qualificados é o efeito mais prejudicial do atual momento político, segundo levantamento realizado pelo CRA-SP
A falta de qualificação técnica em cargos estratégicos é o principal impacto negativo da polarização política na administração pública. É o que revela um levantamento promovido pelo Conselho Regional de Administração de São Paulo - CRA-SP, que ouviu 569 profissionais da área entre janeiro e fevereiro deste ano.
Para 49,9% dos respondentes, o "apadrinhamento político" supera outros problemas graves, como a ineficiência na alocação de recursos, com a destinação de verbas baseada em afinidade política (16,9%); e a desinformação e crise de confiança (10,2%).
Este cenário ganha contornos ainda mais críticos diante de outros dados sobre o assunto. Segundo um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA sobre posições de confiança, a duração mediana em um cargo de DAS (Direção e Assessoramento Superior) é de 25 meses e cerca de 30% dos nomeados não completam o primeiro ano de trabalho.
Esse cenário, segundo o conteúdo produzido pelo Instituto, tem grande potencial para prejudicar o planejamento e a continuidade de políticas públicas, um gargalo que também foi identificado por 24,1% dos profissionais no levantamento do CRA-SP, quando questionados sobre os principais entraves para o desenvolvimento econômico e social.
Para o gerente de Relacionamento do CRA-SP, Adm. Daniel Sguerra, o resultado reflete uma demanda urgente por profissionalização. "A adoção de práticas modernas de gestão contribui para dar continuidade às políticas públicas e assegurar que as transições administrativas ocorram de forma mais fluida, sempre em benefício da sociedade. E é exatamente aí que entra o profissional de Administração”, afirma Sguerra.
Outras percepções dos profissionais de Administração
O estudo do CRA-SP ainda identificou que as maiores burocracias ineficientes do setor público, segundo os respondentes, residem no excesso de normas conflitantes (53,4%), em tecnologias obsoletas (43,6%) e na rigidez nos modelos de gestão de pessoas e planos de carreiras.
Além disso, quando questionados sobre quais frentes o profissional de Administração pode gerar mais impacto imediato no setor público, as respostas mais citadas foram o planejamento estratégico e orçamentário (25,3%), a governança, compliance e transparência (22,7%) e a gestão de projetos (19,9%).
Para o gerente do CRA-SP, tanto os entraves técnicos como as forças dos profissionais de Administração mostram a necessidade de gestores bem preparados para lidar com a complexidade e a transformação digital. “Os dados do levantamento mostram que as frentes de maior impacto apontadas pelos profissionais são vistas como oportunidades concretas de aprimoramento na administração pública. São justamente campos em que o administrador pode agregar metodologia, visão sistêmica e capacidade de execução, contribuindo para que políticas públicas alcancem resultados mais consistentes e duradouros", reforça Sguerra.
Sobre o CRA-SP: O Conselho Regional de Administração de São Paulo – CRA-SP é uma autarquia federal, criada em 1968 (três anos após a regulamentação da profissão de Administrador) que atualmente reúne cerca de 8 mil empresas e 60 mil profissionais registrados. Embora suas principais funções sejam o registro e a fiscalização do exercício profissional nas áreas da Administração, o CRA-SP tornou-se referência na qualificação de profissionais, ao disponibilizar, de forma gratuita, palestras e eventos em um ambiente onde o conhecimento é tratado como uma poderosa ferramenta, capaz de promover profundas mudanças sociais. Atualmente, o CRA-SP é presidido pelo Adm. Alberto Whitaker.
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SAP Sapphire 2026: o que é preciso saber antes de agir?
Por Felipe Requião
Em maio de 2026, a cidade de Orlando foi o centro das atenções. Durante o SAP Sapphire, Christian Klein, CEO da SAP, subiu ao palco do evento diante de mais de 18 mil participantes, presenciais e virtuais, e anunciou algo que raramente se vê em empresas com mais de 50 anos de história: uma reinvenção completa do modelo de negócios. O anúncio foi grandioso, mas a pergunta que os clientes e parceiros precisam responder é mais prática: o que isso significa para a empresa agora? O que mudou de verdade, o que ainda está sendo construído e o que é preciso fazer nos próximos meses?
Na ocasião, Klein anunciou o lançamento da nova SAP Business AI Platform, que forma a base da visão de futuro dos negócios da multinacional alemã: a Empresa Autônoma, a qual agentes executam os processos e o colaborador pode se concentrar no que realmente importa. Mas, afinal, o que é a SAP Business AI Platform?
Carinhosamente chamada de SAP BAIP pela comunidade, a nova plataforma unifica estruturalmente três pilares antes separados: o SAP Business Technology Platform (BTP), o SAP Business Data Cloud (BDC) — camada de dados que conecta fontes SAP e não-SAP — e a AI Foundation com o SAP Joule (infraestrutura de IA generativa, modelos, agentes e orquestração). Vale destacar que o SAP BTP não acabou; foi incorporado e expandido. Sendo assim, empresas que já investiram nele estão um passo à frente.
Na prática, se o BTP era o motor de alta performance de um carro, a SAP BAIP é o veículo completo, com motor, GPS, piloto automático e painel inteligente integrados em tempo real. Isso porque, a arquitetura da plataforma divide-se em três camadas modulares:
#1 Context Layer: definida pelo CTO Philipp Herzig como o coração do sistema, ela infunde o conhecimento do ERP nos agentes de IA. Klein enfatizou que a margem de erro de 80% das IAs genéricas é inaceitável para processos críticos, pois elas ignoram regras e segregação de funções (SoD). A camada une os SAP Domain Models, Knowledge Graphs e o BDC, dando aos agentes "memória corporativa" para saber, sem parametrização manual, que compras acima de R$ 50 mil exigem aprovação do CFO e quais centros de custo pertencem à TI.
#2 Build Layer: onde desenvolvedores criam agentes via Joule Studio 2.0 com pouco código. Ela alimenta o Joule Work, interface que inicia a era da "Appless Experience", trocando telas do SAP Fiori por interações conversacionais. No evento, foram anunciados mais de 200 agentes especializados e 50 assistentes Joule para Finanças, RH, Supply Chain, Compras e CX. Para acelerar o ecossistema, a SAP lançou um fundo de € 100 milhões para parceiros focados nessa camada.
#3 Governance Layer: que centraliza o compliance via SAP AI Agent Hub (baseado no SAP LeanIX). Disponível no terceiro trimestre de 2026 sem custo, o hub permite gerenciar e auditar agentes próprios ou de terceiros, garantindo o respeito a permissões, SoD e privacidade.
É sobre essa base que o SAP Autonomous Suite opera, algo que o executivo Muhammad Alam apontou como a maior evolução SaaS da história da empresa. Ela cobre cinco domínios com KPIs de ROI: Autonomous Finance (fechamentos); Autonomous Spend Management (compras); Autonomous Supply Chain (logística preditiva); Autonomous HCM (folha e recrutamento); e Autonomous CX (experiência do cliente). No evento, o H&M Group exemplificou a aplicação com o Store Intelligence Agent (dados de gôndola) e o InStore Concierge (estoque e moda em tempo real).
Paralelamente, a comunidade debateu a Política de APIs da SAP (versão 4/2026), de abril, que restringiu o uso de APIs padrão para conexões diretas com IAs autônomas de terceiros e proibiu o scraping massivo de dados fora do ecossistema homologado. Klein justificou para os investidores que a medida protege a performance do ERP contra gargalos causados por milhões de requisições externas robóticas. O ecossistema segue aberto, tanto que o hub de agentes e o Joule Work suportam padrões abertos como MCP e A2A. A regra pune o acesso caótico, não integrações inteligentes estruturadas por uma consultoria sênior.
Essa transformação conta com parcerias estratégicas cruciais. A Anthropic integrará o modelo Claude como principal motor de raciocínio avançado no Joule, trazendo segurança e baixa taxa de alucinação para processos críticos. A NVIDIA fornecerá infraestrutura de hardware para processamento de alta performance, enquanto os hyperscalers Microsoft Azure, AWS e Google Cloud expandem a hospedagem para suportar os programas RISE e GROW.
Para os clientes, o cronograma prático está desenhado. Empresas no RISE with SAP têm o compromisso contratual de ativação de três Joule Assistants no primeiro ano, expansível ao escopo total via plano Max Success. No GROW with SAP, mais de 20 assistentes estão disponíveis desde o início para acelerar go-lives através do conceito Grow Fast. Para quem já usa o BTP, o investimento está protegido, agora o próximo passo é conectar a estrutura atual à Context Layer e explorar o Joule Studio 2.0.
No fim do dia, a mensagem mais honesta do Sapphire 2026 veio de Klein: simplesmente conectar agentes de IA ao sistema não gera valor. A jornada exige gestão de mudança séria, pois a tecnologia anda de mãos dadas com a transformação de processos e a capacitação de usuários, afinal, o sucesso depende de pessoas.
Descobrir por onde começar, preparar a base de dados e integrar agentes externos dentro das novas regras de API exige maturidade consultiva. Nesse sentido, é fundamental contar com o apoio de uma consultoria que acompanha de perto a evolução da SAP Business AI Platform e apoia clientes na estruturação dessa arquitetura de transição.
O cenário é recente e o mercado está aprendendo a aplicar a IA de forma efetiva, mas sua adoção nas operações já é inevitável. Para os usuários, fica o convite para entender o ponto de partida ideal. E para os consultores, se ainda não estão criando seus RAGs, Skills e agentes, é melhor correr.
Felipe Requião é sócio-diretor da Numen Lean Services, vertical especializada na oferta SAP Cloud ERP na Numen.
Sobre a Numen
A
Numen é uma empresa de consultoria com forte atuação em projetos SAP,
ocupando o primeiro lugar como parceira na oferta SAP Cloud ERP, por sua
abordagem inovadora e foco em resultados. Para mais informações,
visite: https://numenit.com/
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Cinthia Guimarães Tel: +55 (11) 95457-3500 Email: cinthia@informamidia.com.br www.informamidia.com.br |
Consórcio 116 Sertões vence leilão da Rota dos Sertões em operação estruturada pelo BNDES

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Projeto interliga pontos estratégicos de Pernambuco e Bahia, importante eixo de integração para o escoamento de produção e mobilidade regional
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Popularização das canetas emagrecedoras acende alerta para tratamento sem acompanhamento

Popularização das canetas emagrecedoras acende alerta para tratamento sem acompanhamento
Especialistas do CEJAM alertam que medicamentos exigem mudança de hábitos, acompanhamento prolongado e tratamento individualizado
São Paulo, maio de 2026 - Por muito tempo, a obesidade foi tratada apenas como consequência de maus hábitos ou falta de disciplina. Com o avanço das pesquisas e abordagens terapêuticas, essa percepção vem mudando, ampliando o debate sobre a doença e formas de tratamento. Nesse sentido, a popularização das “canetas emagrecedoras” colocou o tema no centro do debate público e acendeu o alerta para os riscos do uso sem avaliação profissional.
Dados do Vigitel, sistema de monitoramento do Ministério da Saúde, divulgados em 2025, apontam que o percentual de adultos com excesso de peso no Brasil saltou de 42,6% em 2006 para 62,6% em 2024. No mesmo período, os índices de obesidade mais que dobraram, saindo de 11,8% para 25,7%. O cenário segue uma tendência mundial e ganha a atenção de especialistas pelos impactos na saúde e na qualidade de vida.
Segundo a endocrinologista Dra. Patrícia Zach, do Hospital Dia Campo Limpo, unidade da Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo (SMS-SP) e gerenciada pelo CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisas "Dr. João Amorim", entender a obesidade como uma doença crônica é um passo importante para quebrar estigmas e ajuda o paciente a compreender que o tratamento não tem prazo para acabar.
“É uma condição multifatorial e envolve alterações metabólicas, inflamação crônica e aumento do risco para diversas doenças. Hipertensão, diabetes, apneia do sono, asma, osteoartrite e alguns tipos de câncer estão entre os problemas associados.”
Nesse contexto, as canetas emagrecedoras ganharam espaço pois se mostram bastante eficazes. O problema, segundo ela, é que o crescimento acelerado também deixa margem para distorções. A busca estética sem orientação profissional cresceu nos últimos anos, impulsionada por conteúdos nas redes sociais e promessas milagrosas.
Dra. Patrícia afirma que um dos erros mais comuns é acreditar que o medicamento, sozinho, resolverá o problema. Sem mudanças consistentes na rotina, os impactos podem aparecer rapidamente.
Entre as complicações do uso inadequado estão a pancreatite, colelitíase, alergias, anorexia e sarcopenia, condição caracterizada pela perda progressiva de massa muscular. Muitos pacientes apresentam essa perda porque não mantêm uma rotina de exercícios físicos. Outros sofrem com queda de cabelo acentuada por deficiência na ingestão de proteínas.
A médica reforça que o tratamento precisa ser contínuo e multidisciplinar, envolvendo uma avaliação, alimentação adequada, prática de atividade física e suporte individualizado.
“Como uma doença multifatorial, o acompanhamento correto se faz necessário para a atenção integral ao paciente, colaborando para a mudança dos hábitos”, destaca.
Quando bem indicados e orientados corretamente, os medicamentos podem trazer benefícios importantes além da redução do peso corporal.
Cuidado contínuo e acompanhamento no SUS
É justamente nesse ponto que a Linha de Cuidado da Saúde da Pessoa com Obesidade do CEJAM busca ampliar o olhar sobre a doença. A linha organiza o atendimento de forma contínua e integrada nas unidades gerenciadas pela instituição, tendo a Atenção Primária como principal porta de entrada do cuidado.
Na prática, o atendimento começa nas unidades básicas de saúde, com identificação dos casos, avaliação de risco e assistência inicial. Quando necessário, o paciente é encaminhado para a Atenção Especializada ou para serviços de alta complexidade, incluindo cirurgia bariátrica.
Para Clevia Pampolha, gerente da UBS Jardim São Bento, unidade da SMS-SP, também gerenciada pelo CEJAM, a continuidade do cuidado é essencial porque o foco não está apenas na redução do peso, mas também na melhora da saúde e no controle das doenças associadas.
“O tratamento clínico deve considerar também outras condições importantes, como ansiedade, depressão, transtornos alimentares, qualidade do sono, sedentarismo, condições hormonais e o contexto social e familiar do paciente”, explica.
O atendimento multiprofissional também é um dos pilares da Linha de Cuidado, reunindo médicos, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos, educadores físicos e assistentes sociais na construção de um plano terapêutico individualizado.
“Cada profissional contribui com sua expertise para atender a pessoa de forma integral, considerando também sua realidade, dificuldades e potencialidades, promovendo uma atenção integral com resultados mais duradouros”, destaca Clevia.
A Linha de Cuidado também orienta que medicamentos para obesidade, incluindo as canetas emagrecedoras, sejam utilizados apenas como parte de um tratamento mais amplo e sob supervisão médica.
Sobre o CEJAM
O CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” é uma entidade filantrópica e sem fins lucrativos. Fundada em 1991, a Instituição atua em parceria com o poder público no gerenciamento de serviços e programas de saúde em São Paulo, Rio de Janeiro, Mogi das Cruzes, Osasco, Campinas, Carapicuíba, Barueri, Franco da Rocha, Guarulhos, Santos, São Roque, Lins, Assis, Ferraz de Vasconcelos, Pariquera-Açu, Itapevi, Peruíbe e São José dos Campos.
A organização faz parte do Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (IBROSS), e tem a missão de ser instrumento transformador da vida das pessoas por meio de ações de promoção, prevenção e assistência à saúde.
O CEJAM é considerado uma Instituição de excelência no apoio ao Sistema Único de Saúde (SUS), tendo conquistado, em 2025, a certificação Great Place to Work. O seu nome é uma homenagem ao Dr. João Amorim, médico obstetra e um dos fundadores da Instituição.
Neste ano, a organização lança a campanha CEJAM 2026: respeito à vida, respeito ao planeta. 365 dias cuidando do presente, transformando o futuro!
Siga o CEJAM nas redes sociais (@cejamoficial) e acompanhe os conteúdos divulgados no site da instituição.
Informações à imprensa:
Máquina
cejam@agenciamaquina.com
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domingo, 24 de maio de 2026
Além do código: O que define o profissional de tecnologia mais disputado em 2026
Além do código: O que define o profissional de tecnologia mais disputado em 2026
Para Nava, apesar do volume importante de oportunidades para especialistas, cenário é de intensa competição
São Paulo, maio de 2026 – A transformação digital e a ascensão da Inteligência Artificial reconfiguraram as dinâmicas do mercado de trabalho e intensificaram a busca por especialistas qualificados, especialmente em áreas críticas como a cibersegurança. Dados do Guia Salarial da Robert Half, aponta que 68% das companhias no Brasil planejam expandir seus quadros tecnológicos ainda em 2026. Diante deste cenário, a Nava, consultoria brasileira de tecnologia com três décadas de atuação, comenta as competências e habilidades que os recrutadores priorizam.
O equilíbrio entre qualidade técnica e comportamental nunca esteve tão em evidência, mesmo diante de um momento de alta competitividade. Para Thaís Trapp, Chief Marketing & People Office da Nava, a janela de oportunidades é proporcional ao nível de dedicação do profissional. “Vivemos um momento de intensa dualidade. Se de um lado há abundância de oportunidades em diversas áreas, de outro, o mercado segue cada vez mais exigente. Para as empresas, os talentos mais relevantes compreendem o contexto do negócio e atuam além da operação de ferramentas. A estagnação é o maior risco para quem busca protagonismo na carreira.”
De acordo com a executiva, o domínio técnico é pré-requisito, mas são as competências comportamentais que definem quem lidera projetos e evolui na carreira. O mercado busca a combinação de raciocínio lógico com habilidades interpessoais para atuar em ambientes corporativos complexos, nos quais o fator humano sustenta a atuação diante da automação.
Confira as habilidades em destaque:
- Adaptabilidade e resiliência;
- Comunicação assertiva e visão de negócios;
- Colaboração em ambientes híbridos;
- Inteligência emocional
“Em um mercado que se transforma intensamente, a flexibilidade para aprender e incorporar novas ferramentas com agilidade é determinante, assim como a capacidade de atuar sob pressão, aspectos essenciais para o avanço, a produtividade e a gestão de prazos e desafios. Também buscamos profissionais que sejam capazes de resolver problemas e comunicar caminhos e decisões. Traduzir aspectos técnicos em impactos para o negócio, é fundamental para garantir o alinhamento com stakeholders e áreas não técnicas. Disciplina, autogestão e capacidade de colaboração permanecem essenciais”, destaca Trapp.
As competências técnicas refletem a demanda por automação, proteção de dados e análise de informações. Para se destacar, o profissional deve dominar áreas centrais da transformação digital:
- Engenharia de prompt e IA generativa.
- Cibersegurança.
- Arquitetura de nuvem (cloud computing).
- Análise de dados (BI) e Big Data.
- Desenvolvimento full stack com foco em APIs
“Técnica e comportamento se tornaram indissociáveis para o profissional do futuro. O sucesso depende da capacidade de transitar entre o desenvolvimento técnico e as relações profissionais. Ao equilibrar atualização constante e habilidades interpessoais, o profissional contribui para uma economia cada vez mais digital”.
Sobre a Nava
A Nava é uma consultoria brasileira de tecnologia com três décadas de atuação, especializada em transformar complexidade em crescimento. Atuando no core de grandes organizações, a companhia integra estratégia, engenharia e tecnologia de ponta, impulsionadas por GenAI, para desenhar arquiteturas, estruturar governança e gerar resultados concretos de negócio.
Com cerca de 2.000 especialistas, a Nava reúne capacidades em dados, cibersegurança, cloud, observabilidade, infraestrutura e modernização de aplicações, conectando inovação, design e execução em larga escala. Seu ecossistema inclui a GH Brandtech, que amplia sua atuação ao unir tecnologia, experiência, design e produtos digitais para acelerar diferenciação e competitividade, e a Ventura, referência em resposta a incidentes, investigação digital e gestão de crises cibernéticas, fortalecendo sua atuação com soluções avançadas e foco em segurança.
Contatos para a imprensa
Anna Mattos | (11) 94247-6804
RPMA Comunicação
Tel.: (11) 5501-4655
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(11) 9424-7680













