MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

quarta-feira, 24 de junho de 2026

 Pode ser uma imagem de texto que diz "Chico Xavier ensinou que não devemos nos culpar por confiar demais nas outras pessoas. DIARIOESPIRITA1"

O Brasil hoje, a Colômbia de ontem

 


 

Vanderlino H. Ramage

Qualquer semelhança não é mera coincidência! 

“Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”! 

             No ano de 2005 estive na Colômbia, e naquela ocasião estava chegando às livrarias a biografia de Pablo Escobar, o mega narcotraficante do chamado Cartel de Medellin. Impressiona a semelhança do que vivenciava aquele país, nos anos 80 e 90 do século passado, com o Brasil de hoje, com os níveis de violência, como decorrência do narcotráfico. 

A biografia é um depoimento contundente e sem firulas, dado por Jhon Jairo Velásquez Vásquez, conhecido no mundo do crime como “Popeye”, à jornalista colombiana Astrid Maria Legarda Martínez. “Popeye” era o segundo na hierarquia do Cartel de Medellin, abaixo apenas do super “capo”, Pablo Escobar. “Popeye” sobreviveu ao Cartel de Medellin, e deu estes depoimentos a partir de 1998, na prisão em Bogotá, Colômbia. 

Para aqueles sensíveis ao tema, estudiosos, sociólogos, professores de direito, administradores públicos, empresários etc, enfim todos aqueles que sabem, de que não há efeito sem causa, e sobretudo acreditam no nosso país, recomendo que leiam “El Verdadero PABLO, Sangre, traicion y muert...”, mutatis mutandis, concluirão de que o Brasil de hoje se encaminha (ou já vive) à Colômbia de ontem. 

É inacreditável, mas Pablo Escobar, com seu Cartel de Medellin, chegou a dominar um país inteiro. O Estado Colombiano, foi posto de joelhos, ficou à mercê do traficante. Dominou o Congresso Nacional, chegando ao ponto de mudar a legislação que permitia extradita-lo para os EUA. Entretanto para atingir este nível de dominação, amedrontou a nação através da “droga” e do terror.  

É necessário ressaltar, que Pablo angariava a simpatia de parte da população, que via nele um salvador, um benfeitor. Na realidade era um populista bandido, que sabia como poucos manipular as pessoas e os anseios das populações humildes e carentes. Um Robin Hood às avessas, do século XX. Qualquer semelhança com o Brasil de hoje não é mera coincidência. 

No auge do seu poder e na luta titânica para não ser extraditado, para os EUA, Pablo Escobar aliou-se a terroristas dos grupos guerrilheiros ETA, das FARCs, do ELN, do M-19 etc, para as quais fornecia drogas em troca de armamento e treinamento operacional militar. É interessante, nesse relato biográfico, a evidência da simbiose do narcotráfico com as esquerdas latinas, os Sandinistas da Nicarágua, o General Noriega do Panamá, e os donos de “La Isla Paradiso” Cuba. Pablo tinha a simpatia os ditos “movimentos  da sociedade organizada”, do “indigenismo”, dos “direitos humanos” e até do “ambientalismo fundamentalista” etc, etc.  

As FARCs (Forças Armadas Revolucionárias Colombianas) brasileiras têm outros nomes, mas são bem conhecidas, tem apelidos camuflados como “Movimentos Sociais”, inclusive ONGs. Daí talvez, se possa começar a entender porque os “direitos humanos” nunca acodem as vítimas, os policiais assassinados ou seus familiares, mas se apiedam sempre do bandido!

No final de sua vida, Pablo com seu Cartel de Medellin, entre outros recordes, contabilizava a morte de 1500 policiais, o assassinato de 03 candidatos à presidência da república, 02 ministros da justiça, 01 senador, 01 procurador da república, um avião com 107 passageiros abatido em pleno voo, mais de 250 atentados com dinamite, morte de mais de 1000 jovens das comunidades, centenas de civis inocentes, sequestros de empresários, jornalistas, políticos etc. E finalmente a proeza de ter acabado com a cúpula do judiciário colombiano de uma tacada só, incluindo a morte de mais de 100 pessoas num único atentado. Foi aí que a nação começou a acordar!  

No caso do Brasil a situação é mais grave, pois contabilizamos quase 50.000 assassinatos por ano, em grande parte, como decorrência do consumo de drogas ilícitas, narcotráfico e seus desdobramentos. Incluindo as mortes no trânsito (50.000 por ano), chegamos a um número apocalíptico, de mais de 1.000.000 de mortes violentas em 10 anos. E ainda não acordamos! 

É uma guerra das mais devastadores de todos os tempos. E o custo social, psicológico? Medo, incerteza, descrença, insegurança. E o custo financeiro? Quanto custa aos contribuintes deste país pagar esta guerra fratricida? 

Entretanto, o mais inverossímil foi o debate político das últimas eleições sobre o tema, quase nada. A preocupação relevante orbitava sobre a questão LGBT, casamento gay, homofobia etc, temas que passaram a ser prioridades nacional, uma questão de Estado. Aliás, continuam como prioridades no Congresso Nacional. Enquanto isso a nação sangra!  

Nas questões estratégicas, que realmente interessam ao futuro do nosso país, o Brasil virou o “samba do criolo doido”: Na TV o herói é do UFC, violência que faz do boxe um esporte para os fracos; do “BIG Brother”, da “novela das oito”, e para fechar a semana, o herói da “Dança dos famosos”. 

O narcotráfico já mantém muitas áreas “liberadas” em cidades brasileiras, e está na gênese da maior parte da violência deste país. As medidas para extirpar esta chaga, tomadas pelas autoridades, são de uma candura de fazer chorar o mais insensível dos mortais. 

Vejamos: como se trata de uma guerra, o problema escapa a soluções meramente policiais. Todos sabem de onde vem as drogas, por onde entram no nosso país, por onde entram as armas que dão suporte bélico e quem são os respectivos fabricantes. 

Portanto as UPPs, “Unidades Pacificadoras”, tão celebradas como soluções em algumas grandes cidades brasileiras, são apenas respostas políticas de candidatos eleitoreiros. Na prática, servem de mortes anunciadas de policiais que morrem, no cumprimento inglório do dever. 

De outra parte, as campanhas antidrogas se revelam de um cinismo que despreza a capacidade cognitiva e a sensibilidade do ser humano. Se restringem ao “CRACK”, o “genérico” das drogas. O “crack” incomoda ao grande traficante e a sensação que se tem é de que o narcotráfico já controla setores da mídia, dada as investidas para “legalizar” a maconha. Qualquer estudante do segundo grau sabe que a maconha é a porta de entrada para as drogas mais pesadas. O tabaco e o álcool destroem o corpo, o narcótico destrói a alma. 

Causa espanto que os bilhões de reais, movimentados pelo narcotráfico, escapem ao controle das autoridades fazendárias deste país. Pois, qualquer brasileiro que já viveu a experiência de movimentar o montante de R$ 100.000,00 sabe, que tem um órgão chamado COAF, que controla as movimentações financeiras desse porte. E mais, o dinheiro do tráfico necessita ser “lavado”, e não é feito em lavanderias convencionais. Todos sabem onde eles são “lavados” para legitima-los. 

Há muitos anos, na época da inflação galopante, ouvi alguém dizer: “Sabem por que a inflação não acaba? Porque alguém lucra com ela, pois se a sociedade inteira, sem exceção, perdesse, ela acabaria no dia seguinte”. 

Este raciocínio vale para o narcotráfico. Além dos narcotraficantes, alguém mais lucra, alguém ou alguns muito poderosos, e dá para inferir quais sejam?! 

Poderia continuar este raciocínio usando a lógica capitalista. O narcotráfico existe porque existe mercado. Como o maior mercado consumidor do mundo, continua sendo o mercado norte americano, não seria ali, também, que o problema teria que ser atacado prioritariamente? 

Num país como o Brasil, onde ocorrem perto de 50 mil assassinatos por ano, esta questão continua não sendo tratada como prioridade nacional. Convenhamos, vivemos numa sociedade doente, um paroxismo sem fim! 

Lembro-me de uma amiga, que teve seu único filho assassinado num latrocínio. Esta mãe teve que lutar, como só uma mãe o faz, para conseguir prender e manter o assassino na cadeia. Passado algum tempo, alegando insegurança, este facínora conseguiu a transferência de um presídio de segurança máxima para um presídio de segurança mínima, no interior do Estado do RS. Esta mãe, periodicamente, se dirigia àquela cidade para conferir se o “seu bandido” ainda estava lá encarcerado. Como já se passaram muitos anos, “a progressão da pena”, a Lei que autoriza bandidos a continuarem praticando novos delitos, já deve ter colocado este assassino no convívio da sociedade.  

Os exegetas do Direito dirão: são conquistas da civilização! E, quem pensa diferente, os “esquerdopatas” logo rotulam de autoritário, direitista e fascista. 

Arrematando, disse-me aquela mãe: a sociedade brasileira silencia e o silêncio a faz conivente. 

Silencia o Executivo, silencia o Judiciário, silencia o Legislativo! 

Dizem que “A história se repete duas vezes, a primeira como farsa, e a segunda como tragédia”. A farsa é a pseudodemocracia que vivenciamos, a tragédia é o que virá depois!  

“Isto não é o fim do mundo, é o fim do Brasil, apenas”! 

OBS: Este texto foi escrito há mais de 20 anos, infelizmente continua atual! 

*          O autor, Vanderlino H Ramage, é  Oficial Veterano da Aer/Administrador 

O abismo está mais perto

 


Gilberto Simões Pires

Na semana passada, o jornalista Felipe Vieira compartilhou uma ANÁLISE CONTUNDENTE, produzida pela RC CONSULTORES, comandada pelo economista e ex-presidente do IBGE e do BNDES Paulo Rabello de Castro, ALERTANDO sobre o cenário econômico brasileiro. Com o título -O ABISMO ESTÁ MAIS PERTO-, o relatório da RC CONSULTORES avalia que as expectativas para -INFLAÇÃO, JUROS E CRESCIMENTO- vêm se deteriorando rapidamente, aumentando os riscos para a economia nos próximos anos. Eis: 

INFLAÇÃO

No relatório, os economistas destacam a sequência de REVISÕES PARA AS PROJEÇÕES DE INFLAÇÃO E O IMPACTO DESSE MOVIMENTO SOBRE AS EXPECTATIVAS DE MERCADO. Segundo a avaliação, a inflação projetada para o fim de 2026 alcançou 5,35%, avanço significativo em relação aos 3,87% estimados em fevereiro deste ano.  De acordo com a consultoria, a mudança ocorreu em um período relativamente curto. Em apenas QUATRO MESES, a expectativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou quase um ponto e meio percentual, refletindo uma percepção crescente de dificuldade para o controle da inflação. A análise aponta que o efeito dessa deterioração também aparece nas projeções para a taxa básica de juros. Em março, o mercado trabalhava com a expectativa de que a Selic encerraria 2026 em torno de 12% ao ano. Agora, segundo o levantamento citado pela RC Consultores, a previsão já se aproxima de 14%.

JUROS REAIS

Outro ponto destacado é o comportamento dos JUROS REAIS, considerados um dos mais elevados do mundo. Segundo o relatório, o juro real implícito para 2026 ultrapassa 8,6% ao ano, patamar que, na avaliação da consultoria, dificulta investimentos de longo prazo, reduz a expansão do crédito e aumenta os custos para empresas e famílias.

Embora as projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) tenham apresentado leve melhora, com expectativa próxima de 2% para 2026, a RC Consultores considera que esse desempenho é sustentado principalmente pela expansão dos gastos públicos. Na avaliação da empresa, esse impulso pode não ser suficiente para garantir crescimento sustentável nos anos seguintes.

POLÍTICA FISCAL

A preocupação maior, no entanto, está concentrada em 2027. O relatório observa que as projeções já apontam desaceleração da atividade econômica, com crescimento estimado em torno de 1,66%, cenário que refletiria os efeitos prolongados de juros elevados e de um ambiente econômico menos favorável para investimentos privados. Os economistas da consultoria atribuem parte desse quadro à POLÍTICA FISCAL do governo federal. Segundo a análise, o aumento das despesas públicas teria contribuído para elevar a percepção de risco dos investidores, pressionando as expectativas de inflação e reduzindo a eficácia da política monetária conduzida pelo Banco Central.

O documento conclui defendendo uma mudança de rumo na condução econômica do país. Para a RC Consultores, sem medidas capazes de recuperar a confiança fiscal e reduzir as incertezas sobre as contas públicas, o Brasil poderá enfrentar um período mais prolongado de crescimento baixo, juros elevados e inflação resistente. A avaliação da consultoria reforça um debate que vem ganhando espaço entre economistas, investidores e agentes do mercado financeiro: o desafio de equilibrar crescimento econômico, controle da inflação e sustentabilidade das contas públicas em um cenário marcado por incertezas internas e externas.

A escola que não ensina

 


 

 

Claudio Apolinario

           O Brasil gasta mais e aprende menos. Isso não é acidente.

Entre 2003 e 2014, o Brasil triplicou o gasto público por aluno na educação básica. Mesmo descontando a inflação, o aumento real foi de 65%. O resultado? A posição do Brasil no ranking mundial de educação ficou entre os 20% piores do mundo.

Mais dinheiro. Resultado ruim. Isso por si só deveria ser um escândalo nacional.

Em 2022, o PISA — avaliação que mede o conhecimento de jovens de 15 anos em 81 países — colocou o Brasil na 65ª posição em matemática, na 63ª em ciências e na 59ª em leitura. Atrás de Chile, Uruguai e Colômbia.

Mas o dado mais perturbador não é a posição. É que desde 2009, os resultados brasileiros não mudaram nas três disciplinas. Mais de quinze anos parado no mesmo patamar. Metade dos jovens brasileiros de 15 anos não consegue interpretar um texto simples. Apenas 2% atingem alto desempenho em leitura.

Pense nisso. Metade dos jovens que hoje votam, trabalham e tomam decisões não conseguem ler um contrato, entender uma notícia ou saber o que estão assinando.

E tem um dado que assusta ainda mais. Segundo o INAF 2024 — pesquisa coordenada pela Ação Educativa com apoio de UNESCO e UNICEF — 29% dos brasileiros entre 15 e 64 anos são analfabetos funcionais. Sabem ler, mas não conseguem interpretar o que leram. Não conseguem preencher um formulário, entender uma bula de remédio ou calcular o troco. São 40 milhões de pessoas. E o mais revelador: 17% de quem terminou o ensino médio ainda é analfabeto funcional. A escola não garantiu nem o básico.

Isso não é falta de recurso. Colômbia e México gastam menos por aluno do que o Brasil e têm resultados melhores (dados OCDE). O problema não é quanto se gasta. É o que se faz com esse dinheiro.

E aqui está a pergunta que ninguém quer responder: se o gasto triplicou e o resultado não mudou, para onde foi o dinheiro?

Essa pergunta incomoda porque a resposta também incomoda. Um sistema inteiro vive desse orçamento — com avaliações que medem mas raramente geram consequência real para quem não entrega.

Não é novidade que há décadas o conteúdo objetivo — matemática, leitura, ciências — tem cedido espaço para outros objetivos dentro da sala de aula. Quando formar opinião política vira prioridade e ensinar a calcular e ler vira secundário, o resultado aparece nos dados. Uma escola que transforma criança em militante ao invés de ensiná-la a interpretar um texto não está falhando por acidente. Está executando um método.

Doutrinação não é falha de gestão. É uma escolha. E esta escolha tem um custo — pago pelas próximas gerações.

O Brasil mede. Mas não age na altura de corrigir o que está errado.

O IDEB — Índice de Desenvolvimento da Educação Básica — existe desde 2007 e mapeia o desempenho de cada escola e município do país. A meta nacional era atingir, em 2022, o nível de qualidade dos países desenvolvidos. Não foi atingida. Em 2019, apenas 23% dos municípios cumpriram a meta. Nenhuma escola fechou por isso. Nenhum gestor perdeu o cargo.

O Brasil sabe onde está falhando. E continua igual.

A incompetência produz resultados ruins por acidente. O que o Brasil tem é diferente: estagnação, aumento constante de orçamento, nenhuma mudança real de cobrança de resultado. Isso não é desorganização. É um sistema feito para quem vive nele, não para o aluno que depende dele.

Coreia do Sul, Japão e Cingapura têm algo em comum: cobram resultado. Professor é avaliado. Escola é avaliada. Aluno é avaliado. Quem não entrega resultado é obrigado a mudar o que está fazendo. São países que estão no topo do ranking mundial em educação. Não por acaso.

No Brasil, o debate sobre educação raramente chega na pergunta mais simples de todas: o aluno aprendeu? Em vez disso, discute-se tudo menos isso. E o ponteiro do PISA não se move desde 2009.

Uma escola que não ensina a ler, a calcular e a pensar não está cumprindo sua função. Não importa a metodologia. Não importa o orçamento. O que importa é se está ou não dando o resultado. O resultado do Brasil é estar na 65ª posição entre 81 países.

Quinze anos parado. Quanto tempo falta para sermos os últimos?

Quem já entendeu isso tem uma responsabilidade concreta. Antes de votar é preciso perguntar: qual é a meta de aprendizagem? Como será medida? O que acontece se não for atingida?

Cobrar o resultado de quem prometeu, antes de renovar o voto, é o mínimo que o eleitor consciente pode fazer. E explicar a realidade para quem ainda não viu que mais dinheiro não trouxe mais aprendizado. Isso é desperdício com dinheiro do contribuinte.

A próxima geração está sendo formada agora. E o que ela vai saber depende das perguntas que fazemos hoje e das ações que tomamos agora.

*                O autor, Claudio Apolinario, é articulista e analista político.

Festas juninas valorizam ingredientes tradicionais e reforçam a relação entre cultura alimentar, nutrição e bem-estar

 

Nestlé Brasil

Festas juninas valorizam ingredientes tradicionais e reforçam a relação entre cultura alimentar, nutrição e bem-estar

Alimentos como milho, amendoim, mandioca e coco mostram como os pratos típicos vão além da celebração e carregam memória afetiva, tradição e valor nutricional

São Paulo, junho de 2026 – Pipoca, canjica, bolo de milho, paçoca, curau e pé de moleque. Mais do que sabores típicos, os pratos das festas juninas ajudam a contar parte da história da alimentação brasileira. Celebradas em todo o país — especialmente no Nordeste — as festas de São João reforçam como ingredientes regionais, acessíveis e sazonais seguem presentes no dia a dia e carregam memória afetiva, identidade cultural e valor nutricional.

Milho, mandioca, coco e amendoim, protagonistas das receitas tradicionais, fazem parte da base alimentar brasileira há gerações. E, além da conexão emocional e cultural, também oferecem nutrientes importantes para uma alimentação equilibrada: o milho, por exemplo, é fonte de carboidratos, fibras e vitaminas do complexo B, contribuindo para energia e saciedade, enquanto o amendoim reúne gordura boa, proteína vegetal e magnésio, mineral relacionado ao relaxamento e ao funcionamento muscular. Já a mandioca é reconhecida como importante fonte de energia, enquanto o coco ajuda na saciedade e traz versatilidade para diferentes preparos. 

“Quando falamos de alimentação equilibrada, também precisamos considerar cultura, prazer e conexão emocional com os alimentos. A relação saudável com a comida não está ligada apenas aos nutrientes, mas também ao contexto social, afetivo e à forma como esses hábitos são construídos ao longo da vida”, afirma Gisele Pavin, head de Nutrição, Saúde e Bem-Estar da Nestlé Brasil.

Em um momento de maior valorização da culinária regional e dos alimentos locais, as festas juninas também reforçam discussões sobre diversidade alimentar e sustentabilidade. Com isso, cresce o interesse por receitas que preservem os sabores tradicionais, mas tragam praticidade e novas possibilidades de preparo, e o site de Receitas Nestlé reúne diferentes opções inspiradas nos festejos juninos, incluindo versões clássicas e releituras para diferentes ocasiões.

 

Sobre a Nestlé

A Nestlé tem mais de 100 anos de atuação no Brasil e segue renovando seu compromisso com a sociedade, como força mobilizadora que contribui para levar nutrição e bem-estar para bilhões de pessoas, criar um ambiente de inclusão e oportunidade para milhares de brasileiros e ser o produtor de alimentos mais sustentável do país. A empresa emprega mais de 30 mil pessoas direta e indiretamente no Brasil e tem 18 unidades industriais em operação localizadas nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Goiás, Rio Grande do Sul e Espírito Santo, além de 12 centros de distribuição e mais de 70 brokers (responsáveis por vendas, promoções, merchandising, armazenamento e distribuição). 

Comprometida com boas práticas que vão do campo à mesa do consumidor, a companhia conta com milhares de produtores fornecedores participando de programas de qualidade nas cadeias de cacau, café e leite, que garantem uma produção sustentável e que trazem modernidade ao campo. Além disso, mantém iniciativas nas fábricas como minimizar a utilização de água e energia e reduzir as emissões, ações de reflorestamento e inovações contínuas em embalagens cada vez mais sustentáveis. A Nestlé Brasil está presente em 99% dos lares brasileiros.

 

Informações para Imprensa – Nova PR

nestle@novapr.com.br 


Nova PR

Tatiana Piva
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(11) 96338-6553

CRA-SP TRF-3 mantém condenação de homem que usou diploma falso para tentar registro profissional no CRA-SP Decisão judicial valida a rigorosa verificação documental do Conselho, reafirmando o seu papel na proteção da sociedade contra a atuação de profissionais sem qualificação A 11ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) negou, por unanimidade, o recurso de apelação e manteve a condenação criminal de um indivíduo que apresentou um diploma falso de Bacharel em Administração ao tentar obter seu registro profissional no Conselho Regional de Administração de São Paulo - CRA-SP. A penalidade aplicada na primeira instância foi integralmente mantida: 2 anos e 6 meses de reclusão (em regime inicial aberto), além do pagamento de multa, pela prática do crime de uso de documento falso (artigo 304 combinado com o artigo 297 do Código Penal). Por preencher os requisitos legais, a pena privativa de liberdade foi substituída por penas restritivas de direitos (como a prestação de serviços à comunidade e a proibição de exercer cargos ou função pública). Como a fraude foi descoberta O falso profissional ingressou com o pedido de inscrição anexando uma cópia fraudulenta de um diploma de curso superior, alegando ter se formado em uma universidade paulista. Como o documento não apresentava indícios óbvios de adulteração, o registro foi inicialmente emitido. A farsa foi descoberta graças aos procedimentos periódicos de auditoria do CRA-SP, que oficiou a instituição de ensino citada e a universidade responsável pelos registros. Com a confirmação de inautenticidade do diploma por parte das instituições, o próprio envolvido admitiu que comprou o documento falso. Em sua defesa judicial, o réu tentou alegar "crime impossível", argumentando que a falsificação seria grosseira e incapaz de enganar as autoridades. No entanto, o desembargador federal relator do caso rebateu a tese apontando três fatores determinantes: Investigação detalhada: a falsidade não era evidente à primeira vista, tanto que demandou uma apuração técnica por parte do CRA-SP; Consumação imediata: o crime se efetiva no exato momento em que o falso documento é apresentado ao órgão regulador, independentemente de o autor obter lucro duradouro com isso; Intencionalidade (dolo): o acusado demonstrou plena consciência do ato ao assinar o requerimento, outorgar poderes a um procurador e pagar as anuidades do Conselho. Proteção à sociedade: o papel da fiscalização e da tecnologia Mais do que uma vitória institucional, o desfecho desse caso reforça o caráter de proteção à sociedade por parte do CRA-SP. Entregar a gestão de empresas, sejam elas públicas ou privadas, a pessoas sem a devida qualificação técnica e ética compromete a saúde dos negócios, a segurança de investimentos e a geração de empregos. Para coibir essas práticas, o CRA-SP tem investido continuamente na modernização tecnológica dos seus processos de triagem e verificação documental, automatizando dados e fortalecendo as parcerias de checagem direta com as instituições de ensino superior. "A sociedade precisa ter a certeza de que o profissional contratado passou por uma formação acadêmica e responde a um código de ética estruturado. Fiscalizar e manter controles rígidos na checagem de documentos não é um ato meramente burocrático; é salvaguardar o mercado e proteger a sociedade", ressalta o presidente do Conselho, Adm. Alberto Whitaker. Serviços à sociedade Como parte de suas atribuições públicas, o CRA-SP orienta empresas e cidadãos a adotarem alguns cuidados na contratação de serviços: Exija o registro: todo profissional ou empresa atuante na área da Administração deve possuir o registro no CRA de sua jurisdição; Faça a consulta pública: no site do Conselho Federal de Administração - CFA é possível consultar o cadastro de pessoas físicas e jurídicas registradas em todo o Brasil; Denuncie: as suspeitas de atuação ilegal, uso de documentos falsos ou demais infrações podem ser reportadas de forma segura e anônima no CRA-SP por meio do seu Canal Ético. Sobre o CRA-SP: O Conselho Regional de Administração de São Paulo – CRA-SP é uma autarquia federal, criada em 1968 (três anos após a regulamentação da profissão de Administrador) que atualmente reúne cerca de 8 mil empresas e 60 mil profissionais registrados. Embora suas principais funções sejam o registro e a fiscalização do exercício profissional nas áreas da Administração, o CRA-SP tornou-se referência na qualificação de profissionais, ao disponibilizar, de forma gratuita, palestras e eventos em um ambiente onde o conhecimento é tratado como uma poderosa ferramenta, capaz de promover profundas mudanças sociais. Atualmente, o CRA-SP é presidido pelo Adm. Alberto Whitaker. Imagens relacionadas baixar em alta resolução CRA-SP Informações para a imprensa: Katia Carmo – katia.silva@crasp.gov.br Telefone: (11) 3087-3474 Karen Rodrigues – karen.rodrigues@crasp.gov.br Telefone: (11) 3087-3477

 


CRA-SP

TRF-3 mantém condenação de homem que usou diploma falso para tentar registro profissional no CRA-SP

Decisão judicial valida a rigorosa verificação documental do Conselho, reafirmando o seu papel na proteção da sociedade contra a atuação de profissionais sem qualificação

A 11ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) negou, por unanimidade, o recurso de apelação e manteve a condenação criminal de um indivíduo que apresentou um diploma falso de Bacharel em Administração ao tentar obter seu registro profissional no Conselho Regional de Administração de São Paulo - CRA-SP. 

A penalidade aplicada na primeira instância foi integralmente mantida: 2 anos e 6 meses de reclusão (em regime inicial aberto), além do pagamento de multa, pela prática do crime de uso de documento falso (artigo 304 combinado com o artigo 297 do Código Penal). Por preencher os requisitos legais, a pena privativa de liberdade foi substituída por penas restritivas de direitos (como a prestação de serviços à comunidade e a proibição de exercer cargos ou função pública).

Como a fraude foi descoberta

O falso profissional ingressou com o pedido de inscrição anexando uma cópia fraudulenta de um diploma de curso superior, alegando ter se formado em uma universidade paulista. Como o documento não apresentava indícios óbvios de adulteração, o registro foi inicialmente emitido.

A farsa foi descoberta graças aos procedimentos periódicos de auditoria do CRA-SP, que oficiou a instituição de ensino citada e a universidade responsável pelos registros. Com a confirmação de inautenticidade do diploma por parte das instituições, o próprio envolvido admitiu que comprou o documento falso.

Em sua defesa judicial, o réu tentou alegar "crime impossível", argumentando que a falsificação seria grosseira e incapaz de enganar as autoridades. No entanto, o desembargador federal relator do caso rebateu a tese apontando três fatores determinantes:

  • Investigação detalhada: a falsidade não era evidente à primeira vista, tanto que demandou uma apuração técnica por parte do CRA-SP;
  • Consumação imediata: o crime se efetiva no exato momento em que o falso documento é apresentado ao órgão regulador, independentemente de o autor obter lucro duradouro com isso;
  • Intencionalidade (dolo): o acusado demonstrou plena consciência do ato ao assinar o requerimento, outorgar poderes a um procurador e pagar as anuidades do Conselho.

Proteção à sociedade: o papel da fiscalização e da tecnologia

Mais do que uma vitória institucional, o desfecho desse caso reforça o caráter de proteção à sociedade por parte do CRA-SP. Entregar a gestão de empresas, sejam elas públicas ou privadas, a pessoas sem a devida qualificação técnica e ética compromete a saúde dos negócios, a segurança de investimentos e a geração de empregos.

Para coibir essas práticas, o CRA-SP tem investido continuamente na modernização tecnológica dos seus processos de triagem e verificação documental, automatizando dados e fortalecendo as parcerias de checagem direta com as instituições de ensino superior. "A sociedade precisa ter a certeza de que o profissional contratado passou por uma formação acadêmica e responde a um código de ética estruturado. Fiscalizar e manter controles rígidos na checagem de documentos não é um ato meramente burocrático; é salvaguardar o mercado e proteger a sociedade", ressalta o presidente do Conselho, Adm. Alberto Whitaker. 

Serviços à sociedade 

Como parte de suas atribuições públicas, o CRA-SP orienta empresas e cidadãos a adotarem alguns cuidados na contratação de serviços: 

  1. Exija o registro: todo profissional ou empresa atuante na área da Administração deve possuir o registro no CRA de sua jurisdição; 
  2. Faça a consulta pública: no site do Conselho Federal de Administração - CFA é possível consultar o cadastro de pessoas físicas e jurídicas registradas em todo o Brasil;  
  3. Denuncie: as suspeitas de atuação ilegal, uso de documentos falsos ou demais infrações podem ser reportadas de forma segura e anônima no CRA-SP por meio do seu Canal Ético.

Sobre o CRA-SP: O Conselho Regional de Administração de São Paulo – CRA-SP é uma autarquia federal, criada em 1968 (três anos após a regulamentação da profissão de Administrador) que atualmente reúne cerca de 8 mil empresas e 60 mil profissionais registrados. Embora suas principais funções sejam o registro e a fiscalização do exercício profissional nas áreas da Administração, o CRA-SP tornou-se referência na qualificação de profissionais, ao disponibilizar, de forma gratuita, palestras e eventos em um ambiente onde o conhecimento é tratado como uma poderosa ferramenta, capaz de promover profundas mudanças sociais. Atualmente, o CRA-SP é presidido pelo Adm. Alberto Whitaker.



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Alimentos & Bebidas: como melhorar a experiência do cliente?

 


Por Luiz Correia

Preço e qualidade continuam sendo fatores importantes para a decisão de compra, mas já não são suficientes para garantir a preferência do consumidor, especialmente no setor de alimentos & bebidas. Em um mercado cada vez mais aquecido e repleto de alternativas, ainda mais diante da expansão do delivery, a experiência do cliente passou a ocupar um papel central na construção da lealdade e fidelidade à marca. Afinal, em um ambiente onde avaliações, comentários e recomendações circulam constantemente online, uma única experiência pode influenciar a decisão de centenas ou até milhares de consumidores. 

Dados divulgados no ReviewDriver comprovam esse cuidado: mais de 90% dos entrevistados afirmam que reviews online impactam, diretamente, suas decisões de compra, além de 62% que consultam múltiplas plataformas antes de escolher uma marca ou estabelecimento. Por mais desafiador que seja, esse é um movimento natural diante do aquecimento do mercado, o que amplia a competitividade graças à maior facilidade de comparação entre empresas do mesmo segmento. O público fica mais criterioso e com um poder gigante proporcionado pelas redes sociais, seja para enaltecer ou criticar qualquer marca.    

No setor de alimentos e bebidas, essa realidade ganha contornos ainda mais complexos. Diferentemente de outros segmentos que operam, majoritariamente, no ambiente digital, aqui, a jornada do consumidor combina experiências online e presenciais, fazendo com que cada ponto de contato influencie sua percepção sobre a marca. A decisão de visitar um restaurante pode ser motivada por avaliações encontradas na internet, mas a fidelização também será influenciada por fatores vivenciados presencialmente, como a qualidade do atendimento, o ambiente em si, a personalização da experiência e, até mesmo, os benefícios oferecidos por programas de fidelidade, por exemplo. 

Ainda, muitas empresas concentram seus esforços apenas até o momento da venda, e deixam de lado uma etapa fundamental nesse processo: o relacionamento pós-consumo. Manter uma conexão ativa com o cliente após a visita é uma oportunidade valiosa para fortalecer vínculos, incentivar novas visitas e, principalmente, obter feedbacks que permitam identificar pontos de melhoria e aprimorar, continuamente, a experiência oferecida. Entender essa jornada do cliente e quais os pontos críticos é o que diferencia as empresas deste ramo, o que exige um mapeamento profundo de cada uma dessas etapas para identificar gaps a serem melhorados, visando mitigar riscos e gerar uma vivência marcante. 

Nesse sentido, a tecnologia vem assumindo um papel cada vez mais indispensável. Isso porque se, antes, as infinitas filas de espera eram uma estratégia clássica de restaurantes para demonstrar seu poder de atração ao mercado, hoje, o que se vê é uma onda crescente de soluções que possibilitam ao cliente já entrar na fila antes mesmo de sair de casa, assim como as ferramentas de reserva cada vez mais populares, vindo ao encontro da necessidade de tempo cada vez mais escasso dos clientes, principalmente nos grandes centros.    

As soluções de avaliação e experiência também são peças-chave na construção de uma boa reputação, não apenas para que uma determinada marca seja bem-vista frente a seus concorrentes, mas para que transforme esses feedbacks em insights de melhoria contínua, de forma que garanta o oferecimento de experiências memoráveis a seus consumidores. Se dispor a entender as experiências ruins e suas fragilidades não deve ser encarado com algo ruim, mas justamente como uma oportunidade de implementar ações corretivas que mitiguem esses momentos negativos. 

Aplicar os canais digitais nas jornadas de relacionamento, nesse sentido, é um caminho necessário, justamente pela sua capilaridade e alcance no ambiente digital. Mas, muito além do que se comunicar em uma boa plataforma, o grande diferencial continuará sendo a forma como cada empresa irá explorá-lo, de forma que não se limite a um canal de vendas, mas, sobretudo, de relacionamento contínuo. Por isso, quanto mais as empresas entenderem os desejos de seus clientes, suas insatisfações e feedbacks, mais chances terão de adotar ações realmente assertivas para seu crescimento. 

Os aplicativos de delivery (marketplaces food) vem sendo um importante pilar para marcas que tinham pouco investimento em tecnologia, mas não podem parar por aí. Outros que ganham muita força são o WhatsApp, RCS e, claro, as próprias redes sociais, todos capazes de divulgar os serviços da marca e, acima de tudo, de se tornarem uma potência na atração e retenção de novos consumidores. Quanto mais pontos de contato estiverem presentes, maiores serão as chances de colherem ótimos frutos através dessa estratégia - afinal, dar poder ao consumidor para que escolha onde prefere se comunicar, é o realmente fará diferença. 

A fidelização no setor de alimentos e bebidas é resultado de uma soma de fatores que vão muito além da qualidade do produto. Ela nasce da capacidade de ouvir, compreender e responder às expectativas dos consumidores em todos os pontos da jornada, na facilidade de fazer uma reserva, na cordialidade do atendimento, na qualidade da refeição, na atenção dada a uma reclamação e no relacionamento mantido após a visita. São os detalhes que fazem a diferença, de forma que, em um mercado onde as opções são abundantes, serão lembradas as marcas que conseguirem fazer com que seus clientes se sintam valorizados. 

Luiz Correia é head comercial na Pontaltech. 

 

Sobre a Pontaltech:    

Fundada em 2011, a Pontaltech é uma empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel que ajuda empresas a automatizar e escalar seus atendimentos com um portfólio composto por diversos canais digitais e de voz. Com soluções integradas de SMS, e-mail, chatbot, RCS, agente virtuais, WhatsApp, entre outros, simplifica a comunicação das empresas com seus clientes de forma inteligente e eficiente, sem nunca perder a proximidade humana. 



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Nathália Bellintani


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Milho brasileiro atinge novo patamar de produtividade e supera 369 sacas por hectare

 


Getap

Milho brasileiro atinge novo patamar de produtividade e supera 369 sacas por hectare

Resultado histórico do Getap Verão 2026 reforça avanço tecnológico da cultura; produtividade no Sul ultrapassa marcas anteriores e comprova evolução do cereal no campo

Os resultados do Concurso Getap Verão 2026 confirmaram, mais uma vez, o avanço da tecnologia e da gestão agrícola na cultura do milho brasileiro. Com produtividades recordes e participação crescente de produtores de diferentes regiões, a edição deste ano consolidou o potencial produtivo do país e evidenciou a disseminação de conhecimento técnico e inovação no campo.

Segundo Gustavo Capanema, coordenador técnico do Grupo Tático de Produtividade do Milho (Getap), o desempenho obtido nesta safra reforça a evolução contínua do grão em diferentes ambientes produtivos. “Em resumo, o Getap Verão deste ano foi um grande sucesso em termos de resultados, adesão, tecnologias e desempenho geral. Tivemos recordes quebrados e a tendência é manter esse crescimento. Cada ano traz um desafio diferente, seja em relação ao clima, à pressão de pragas ou a outras intempéries. Ainda assim, o produtor mostra que está sempre preparado para enfrentá-los”, destaca.

Resultados regionais

Na Região Oeste, onde a área destinada ao milho verão é menor em comparação a outras áreas produtoras, o concurso demonstrou que o potencial produtivo continua elevado. O primeiro lugar na categoria sequeiro ficou com Thomas David Peixoto, de Costa Rica (MS), que alcançou produtividade de 208,28 sacas por hectare.

Já na Região Norte, a Bahia voltou a se destacar nacionalmente. Marcelino Flores de Oliveira, de Formosa do Rio Preto, liderou a categoria sequeiro, com 315,37 sacas por hectare. Na sequência, aparece João Antônio Gorgen, também de Formosa do Rio Preto, com duas marcas: 274,25 e 272,44 sc/ha. Completam a lista de vencedores o agricultor Johnny Alberto Quesinski, de Luís Eduardo Magalhães (258,91 sc/ha), Olmiro Flores de Oliveira, de Riachão das Neves (257,51 sc/ha), e Eduardo Faccioni, de Correntina (234,05 sc/ha).

Conforme analisa Capanema, o Norte deu sequência ao desempenho registrado no ano passado, com resultados surpreendentes, também acima de 300 sc/ha. “Isso demonstra a força baiana e de outras regiões. Ao observarmos o top 5 da Bahia no sequeiro, vemos produtividades elevadas, o que ficou muito positivo”, ressalta.

A força de Minas Gerais ficou evidente nos resultados da Região Centro. Na categoria irrigado, a liderança foi da Fazenda Nacional AgroFarm, de São Gonçalo do Sapucaí, com 289,55 sc/ha. Também figuraram entre os destaques Olindo Cesar Corso, de Bambuí (287,64 sc/ha), Alexandre Avelar, de Três Corações (280,89 sc/ha), Antônio Roberto Bergamasco, de Perdizes (267,01 sc/ha), e Matheus Miaki, de Patrocínio, com dois resultados entre os seis melhores colocados, alcançando 261,69 e 237,54 sc/ha.

No Centro, categoria sequeiro, Marcelo Sanfelice, de Ibiá (MG), conquistou o primeiro lugar, com 307,71 sc/ha. Diego Vettori, de Campanha, ficou em segundo, com 299,13 sc/ha, seguido por Marcus Veiga e Carlos Fábio Rivelli, ambos de São João del Rei, com 282,73 e 281,81 sc/ha, respectivamente. José Marcio Piassa e Família, de Araguari, registrou 279,36 sc/ha, enquanto Vander Andrade, de Luminárias, fechou o ranking dos seis melhores com 278,79 sc/ha.

“Na Região Centro, tanto no sequeiro quanto no irrigado, os resultados mostraram mais uma vez que não apenas o Sul do estado se destacou, mas também o Triângulo Mineiro e o Alto Paranaíba. Foram produtividades acima de 300 sacas e médias próximas desse patamar nas duas categorias, números realmente impressionantes, que reforçam a importância da regionalização”, afirma o coordenador técnico.

Maiores médias

Os maiores números do concurso, entretanto, vieram da Região Sul. Na categoria irrigado, a Agrícola Binsfeld, de Palmeira das Missões (RS), liderou com 359,61 sc/ha. Também integraram o ranking Thailo Bevilaqua, de Santa Bárbara do Sul (357,63 sc/ha), Avelino Menegaz, de Jacutinga (338,34 sc/ha), Valdir Fantini, de Vila Lângaro (334,07 sc/ha), Thales Antônio Scalco, de Campo Novo (331,09 sc/ha), e Raul von Mühlen, de Dois Irmãos das Missões (319,22 sc/ha).

No Sul nacional, na categoria sequeiro, Eduardo Pletz, de Guarapuava (PR), alcançou o maior resultado de todo o concurso, com expressivas 369,92 sc/ha. O ranking foi completado pelo Grupo Reinhofer, de Reserva do Iguaçu (362,82 sc/ha), Agro Mallon, de Canoinhas (360,55 sc/ha), Karl Eduard Milla, de Pinhão (354,62 sc/ha), Ralf Karly, de Candói (353,23 sc/ha), e Ricardo Arthur Leh, de Guarapuava (348,97 sc/ha). “Na Região Sul, como já divulgado anteriormente, tivemos recordes expressivos, com o top 10 das categorias superando os resultados do ano passado e alcançando médias excelentes”, diz Capanema.

Para o coordenador técnico, os resultados obtidos em todas as regiões demonstram que o acesso à informação e às tecnologias de produção está cada vez mais democratizado no agronegócio brasileiro. “Temos milho sendo produzido praticamente em todo o Brasil, com tetos produtivos altíssimos. Isso mostra que a tecnologia das empresas, dos técnicos, dos pesquisadores e de todos os profissionais envolvidos está sendo propagada e disseminada por todo o país”, cita o coordenador.

Além disso, para ele, independentemente da região em que o produtor esteja, é possível ter acesso a informações e ferramentas que permitem alcançar excelentes colheitas. “O produtor colheu os louros do seu trabalho e já começa a se preparar para o próximo ano, mais uma vez buscando produtividades cada vez mais elevadas”, conclui.



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Na categoria irrigado, a Agrícola Binsfeld, de Palmeira das Missões (RS), liderou com 359,61 sc/ha
Na categoria irrigado, a Agrícola Binsfeld, de Palmeira das Missões (RS), liderou com 359,61 sc/ha
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No Sul nacional, sequeiro, Eduardo Pletz, de Guarapuava (PR), alcançou o maior resultado de todo o concurso, com expressivas 369,92 sc/ha.
No Sul nacional, sequeiro, Eduardo Pletz, de Guarapuava (PR), alcançou o maior resultado de todo o concurso, com expressivas 369,92 sc/ha.
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Na categoria irrigado, a Agrícola Binsfeld, de Palmeira das Missões (RS), liderou com 359,61 sc/ha
Na categoria irrigado, a Agrícola Binsfeld, de Palmeira das Missões (RS), liderou com 359,61 sc/ha
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No Sul nacional, sequeiro, Eduardo Pletz, de Guarapuava (PR), alcançou o maior resultado de todo o concurso, com expressivas 369,92 sc/ha.
No Sul nacional, sequeiro, Eduardo Pletz, de Guarapuava (PR), alcançou o maior resultado de todo o concurso, com expressivas 369,92 sc/ha.
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Ruralpress

Kassi Bonissoni
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Contabilidade 4.0: o equilíbrio entre IA e governança de dados

 


Por Taís Baruchi e Thyago Baruchi

A transformação digital deixou de ser uma tendência para se tornar uma realidade consolidada no ambiente empresarial. Nesse contexto, a Inteligência Artificial (IA) assumiu um papel estratégico e passou a fazer parte da rotina das organizações, especialmente das empresas de consultoria, auditoria, contabilidade e serviços terceirizados de apoio à gestão. 

No setor contábil, essa evolução é cada vez mais evidente. A automação de atividades operacionais e repetitivas — como conciliações bancárias, processamento de documentos fiscais e cruzamento de informações — está redefinindo a forma como os serviços são executados. É a consolidação da chamada Contabilidade 4.0. 

Ao contrário do que muitos imaginavam, a tecnologia não substitui o profissional contábil, pelo contrário: amplia sua relevância. Com menos tempo dedicado a tarefas burocráticas, contadores, auditores e consultores passam a atuar de forma mais analítica e estratégica. A inteligência artificial permite transformar grandes volumes de dados em informações valiosas para a tomada de decisão e para a construção de cenários financeiros mais precisos. Entretanto, essa evolução tecnológica traz consigo um desafio igualmente importante: a proteção das informações corporativas e dos dados dos clientes. 

Empresas contábeis, departamentos financeiros e áreas de Recursos Humanos lidam, diariamente, com informações altamente sensíveis. Folhas de pagamento, benefícios, dados cadastrais e declarações fiscais representam ativos críticos para qualquer organização. Nesse cenário, o uso indiscriminado de ferramentas de IA abertas ou gratuitas pode representar um risco significativo. 

Isso porque muitas dessas plataformas utilizam os dados inseridos pelos usuários para aprimorar seus próprios modelos. E, quando informações corporativas ou pessoais são compartilhadas sem os devidos controles, a organização se expõe a riscos de vazamento de dados, perda de propriedade intelectual, danos reputacionais e possíveis violações à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). 

Os riscos não são apenas teóricos. Casos recentes mostram que até grandes organizações globais enfrentam problemas quando a governança não acompanha a velocidade da inovação. Relatórios produzidos com informações inexistentes, referências fabricadas e falhas de validação reforçam uma lição importante: a tecnologia não substitui o julgamento humano, a supervisão técnica ou os mecanismos de controle. 

Por isso, a inovação deve caminhar lado a lado com a governança. Empresas que desejam incorporar a inteligência artificial de forma segura precisam estabelecer estruturas formais de gestão da tecnologia, com processos de avaliação de riscos, homologação de ferramentas e definição de diretrizes claras para o uso corporativo. 

Também é essencial implementar políticas de utilização amplamente compreendidas pelos colaboradores, definindo responsabilidades, critérios de acesso e padrões éticos para a interação com essas ferramentas. 

Outro aspecto frequentemente negligenciado é a proteção do capital intelectual gerado dentro da empresa. Prompts especializados, fluxos automatizados, modelos de análise e customizações desenvolvidas com apoio da IA passam a integrar o patrimônio estratégico das organizações. Por isso, é recomendável documentar e centralizar esse conhecimento em bibliotecas corporativas, preservando a propriedade intelectual e reduzindo riscos de perda de informações. 

A inteligência artificial representa uma das maiores oportunidades de ganho de produtividade e competitividade das últimas décadas. No entanto, os verdadeiros diferenciais não estarão apenas na adoção da tecnologia, mas na capacidade de utilizá-la com responsabilidade, segurança e visão estratégica. 

Na era da Contabilidade 4.0, o futuro pertence às organizações que conseguem equilibrar inovação e governança. Ao combinar automação inteligente, proteção de dados e gestão do conhecimento, as empresas fortalecem sua conformidade, ampliam sua eficiência e constroem uma vantagem competitiva sustentável para os próximos anos. 

Taís Baruchi é CEO na PKF BSP, fundadora e diretora do Instituto de Direito Tributário Contemporâneo (IDTC).     

Thyago Baruchi é sócio na PKF BSP, responsável por Tecnologia e Segurança da Informação. 

    

Sobre a PKF BSP:      

www.pkfbrazil.com.br      

PKF BSP, firma-membro da PKF Brazil      

A PKF Brazil é uma firma-membro da PKF Global, a rede de empresas-membro da PKF International Limited. Cada uma das quais é uma entidade legal separada e independente, não assumindo qualquer responsabilidade ou obrigação pelas ações ou omissões de qualquer empresa-membro ou correspondente. 



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Sistemas autônomos de IA vão redefinir a arquitetura de receita no varejo, mas o divisor de águas está na governança humana, diz Marcus Luz, da Nava

 


Nava

Sistemas autônomos de IA vão redefinir a arquitetura de receita no varejo, mas o divisor de águas está na governança humana, diz Marcus Luz, da Nava

Estudos com foco na economia agêntica do varejo mostram que 68% do setor planeja adotar agentes de IA até 2028; para a Nava, infraestrutura de dados e governança humana por trás das decisões das máquinas ditarão o futuro

São Paulo, junho de 2026 - O varejo brasileiro está prestes a testemunhar uma profunda virada de chave tecnológica, que transcende a automação de canais de atendimento e a interface visual. A substituição dos chatbots tradicionais por sistemas agênticos, ou seja, por ecossistemas de inteligência artificial dotados de autonomia para executar tarefas complexas, tomar decisões e interagir de forma contextualizada, promete reconfigurar a estrutura de custos, a retenção de clientes e a última linha do balanço financeiro do setor. Esse movimento é sustentado por demandas reais de mercado. Uma pesquisa global recente da Deloitte revela que 68% dos executivos do varejo planejam implementar agentes de IA nos próximos dois anos.

Mas, a evolução do mercado aponta para um cenário que vai além da melhora na experiência do usuário. Marcus Luz, Chief of Growth Officer (CGO) da Nava, empresa referência em estratégia, engenharia de dados e soluções tecnológicas inovadoras, sinaliza que o verdadeiro diferencial competitivo das organizações líderes será a capacidade de orquestrar a interoperabilidade agêntica. Isso significa que a disrupção chegará no momento em que a IA assistente do próprio consumidor passará a negociar e transacionar diretamente com a IA da rede varejista, eliminando intermediários e atritos no funil de conversão.

"O jogo vai muito além do refinamento da resposta a perguntas frequentes ou o uso de interfaces mais humanas. Estamos falando sobre a transição para o comércio de máquina para máquina. As redes varejistas que não reestruturarem sua engenharia de dados e governança tecnológica agora enfrentarão obsolescência operacional diante de ecossistemas que realizam checkout preditivo, gerenciam disputas financeiras e aplicam hiperpersonalização contextual em milissegundos", defende Marcus Luz, Chief of Growth Officer (CGO) da Nava.

De acordo com a liderança estratégica da Nava, para sustentar o avanço rumo a essa maturidade digital e mitigar os riscos inerentes a sistemas autônomos, os CEOs e CIOs do setor de varejo precisam ancorar seus investimentos em três pilares críticos de arquitetura corporativa:

  • Sistemas prontos para requisições M2M: A jornada de consumo deixará de ser estritamente visual e passará a responder a APIs conversacionais otimizadas. As plataformas corporativas devem estar estruturadas para receber, processar e fechar negócios solicitados diretamente por assistentes virtuais externos em nome de clientes humanos.
  • Integração financeira contextual e segura: O cruzamento de dados históricos com o score de crédito em tempo real, impulsionado pelo ecossistema do Open Finance e do Pix, exige uma infraestrutura de segurança robusta. A camada tecnológica deve mitigar fraudes e garantir conformidade regulatória sem interromper ou desacelerar o fluxo autônomo de compra.
  • Saneamento e unificação de dados legados: Agentes inteligentes operam com a precisão dos dados aos quais têm acesso. O maior gargalo operacional do varejo moderno permanece na fragmentação de informações divididas entre ERPs antigos, CRMs e plataformas de e-commerce. A consolidação de uma arquitetura de dados limpa é o pré-requisito mandatório para o sucesso da IA.

Embora a autonomia dos algoritmos guie o discurso público, a Nava adverte sobre um paradoxo estrutural: quanto maior a independência operacional da tecnologia, mais vital se torna o papel estratégico da engenharia humana nos bastidores. A implementação de agentes sem a devida governança pode acarretar perdas massivas de receita e danos severos à reputação em minutos, decorrentes de alucinações de preços, falhas em integrações críticas ou respostas fora de conformidade com as regras de negócios da marca.

"A inteligência artificial opera como o motor da transformação, mas os trilhos e a governança ética, operacional e financeira são e continuarão sendo puramente humanos", complementa Marcus Luz. "O real valor gerado está na presença de um time de TI e engenharia altamente qualificado que compreenda profundamente as dores do ecossistema varejista. Ter controle absoluto sobre os modelos e dados é o que define o sucesso da operação."

Sobre a Nava

A Nava é uma consultoria brasileira de tecnologia com três décadas de atuação, especializada em transformar complexidade em crescimento. Atuando no core de grandes organizações, a companhia integra estratégia, engenharia e tecnologia de ponta, impulsionadas por GenAI, para desenhar arquiteturas, estruturar governança e gerar resultados concretos de negócio.

Com cerca de 2.000 especialistas, a Nava reúne capacidades em dados, cibersegurança, cloud, observabilidade, infraestrutura e modernização de aplicações, conectando inovação, design e execução em larga escala. Seu ecossistema inclui a GH Brandtech, que amplia sua atuação ao unir tecnologia, experiência, design e produtos digitais para acelerar diferenciação e competitividade, e a Ventura, referência em resposta a incidentes, investigação digital e gestão de crises cibernéticas, fortalecendo sua atuação com soluções avançadas e foco em segurança.

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Festas juninas: como escolher vinhos para combinar com pratos típicos?

 

Wine

Festas juninas: como escolher vinhos para combinar com pratos típicos?

Bebida ganha espaço nos arraiás pelo Brasil e pode acompanhar desde comidas salgadas até as sobremesas típicas

Os festejos de São João, que começam em junho, estão entre os períodos mais aguardados do calendário cultural brasileiro. Além das bandeirinhas, quadrilhas e músicas típicas, é tempo de saborear a gastronomia tradicional e aproveitar as temperaturas mais amenas dessa época do ano, cenário que favorece a degustação de vinhos.

Segundo Thamirys Schneider, sommelière da Wine, o maior clube de assinatura de vinhos do mundo, o vinho pode ser um grande aliado para acompanhar a diversidade de pratos consumidos nos arraiás. “A acidez dos vinhos brancos e espumantes ajuda a equilibrar pratos mais gordurosos, enquanto tintos jovens e frutados funcionam muito bem com receitas quentes e mais estruturadas”, explica.

A seguir, veja como escolher o vinho ideal para diferentes estilos de festas juninas pelo Brasil.

1. Festivais de São João

Muito populares no Nordeste, são eventos que reúnem shows, danças típicas, barraquinhas e uma enorme variedade de pratos, que vão de pipoca e milho verde a caldos e receitas regionais mais elaboradas. Como são eventos que acontecem ao longo do dia e da noite, o ideal é apostar em um vinho versátil e refrescante, que harmoniza diferentes iguarias e agrada os mais diversos paladares, como um vinho espumante rosé. 

Uma indicação com este perfil é o Espumante Maraví Rosé Brut. Elaborado com as uvas Garnacha (75%) e Chenin Blanc (25%) de vinhedos do Vale do São Francisco, na Bahia, esse exemplar é super aromático, exaltando notas de frutas vermelhas com toques cítricos e florais, e tem paladar volumoso, cremoso e super refrescante. Um trunfo para harmonizar desde a pipoca até às diversidades de caldos, queijo coalho, milho verde, baião de dois. 

(https://www.wine.com.br/vinhos/espumante-maravi-rose-brut/prod30800.html

2. Quermesses paulistas

Em São Paulo, as quermesses costumam ocorrer à noite, com temperaturas mais amenas e pratos quentes como cachorro-quente, buraco quente e caldos variados. Para esse cenário, vinhos tintos jovens, com taninos macios, corpo leve a médio e boa acidez, são boas escolhas, pois acompanham bem receitas reconfortantes sem pesar no paladar.

Uma indicação com este perfil é o português Tavedo D.O.C. Douro Tinto 2022. Produzido  com uvas típicas portuguesas da região do Douro como a Touriga Franca, Tinta Roriz, Tinto Cão, Tinta Barroca e Touriga Nacional, é um vinho com notas aromáticas sedutoras que apresentam frutas vermelhas maduras, cereja preta e toques de chocolate, e um paladar macio, persistente, frutado e fresco. Um excelente custo-benefício para abrilhantar seu momento festivo. 

(https://www.wine.com.br/vinhos/tavedo-d-o-c-douro-tinto-2022/prod30897.html

3. Festas do interior

As festas juninas do Centro-Oeste refletem a cultura sertaneja e trazem receitas como empadão goiano, arroz Maria Isabel e sopa paraguaia, que pedem vinhos tintos leves a médios, jovens e pouco marcados por madeira, que valorizem o frescor e a fruta.

O espanhol Esteban Martín D.O. Cariñena Garnacha Tempranillo Syrah Tinto 2025 tem esse perfil jovem, frutado, macio e bastante versátil, e traz em sua história uma ligação forte com seu lugar de origem, expressando com muita identidade dua denominação de origem Cariñena, o que tem tudo a ver com não só com essa festa, mas também com todas as pessoas que se identificam com sua cultura e lugar de onde vieram.

(https://www.wine.com.br/vinhos/esteban-martin-d-o-carinena-garnacha-tempranillo-syrah-tinto-2025/prod32219.html

4. Arraiás do Norte

Os arraiás nortistas fundem tradições religiosas e caipiras com o rico folclore amazônico, com festejos embalados por ritmos locais como o carimbó, com forte influência dos bois-bumbás ditando o ritmo das quadrilhas e espetáculos. Pratos típicos à base da mandioca são destaque, dividindo espaço com pratos regionais de dar água na boca, como tacacá e o vatapá. 

Para harmonizar com essa variedade típica com forte presença de mandioca, peixes e camarões, vale apostar em vinhos brancos super aromáticos, com leveza e frescor exuberante, como o exemplar Nederburg 56 Hundred Chenin Blanc 2024, vinho branco da África do Sul. A Chenin Blanc é uma uva branca super aromática, e este exemplar traz notas de frutas de caroço (pêssego, damasco), tropicais (abacaxi, goiaba), verdes (maçã, pêra) e toques cítricos e florais. No paladar, é um vinho leve, cremoso, com acidez vibrante e muito refrescante. 

(https://www.wine.com.br/vinhos/nederburg-56-hundred-chenin-blanc-2024/prod31226.html)

5. O frio no sul do Brasil

No Sul do Brasil, o período é marcado por festividades que contam com a presença de ritmos regionais, como o chamamé, a vaneira e o vanerão. Devido ao frio, é comum acender grandes fogueiras para reunir os convidados, e a gastronomia é marcada fortemente pela presença do pinhão, sendo o churrasco também muito comum, além do arroz carreteiro. 

Se você tiver que escolher só um vinho para harmonizar com essa variedade, opte por exemplares de corpo médio, bastante frutados, com taninos médios e macios, boa acidez e com pouquíssima, ou sem nenhuma passagem por barrica. A sugestão é o Kaipu Tannat 2023, vinho produzido na Campanha Central, no Rio Grande do Sul. Este exemplar é jovem, fresco, intenso e descomplicado com breve passagem por carvalho francês para arredondar a bebida e agregar complexidade. 

(https://www.wine.com.br/vinhos/kaipu-tannat-2023/prod30795.html

6. Harmonização com os pratos doces

Feitos à base de milho, mandioca e amendoim, os doces juninos mais comuns nesta época do ano são a pamonha, curau, mungunzá, bolo de milho, bolo de mandioca, pé de moleque, paçoca, cocada, arroz doce, maçã do amor, pipoca doce, queijadinha cremosa entre outras delícias. 

Para harmonizar, atente-se à doçura do prato e sempre escolha um vinho tão doce ou de superior doçura para acompanhar a estrutura da sobremesa. Espumantes adocicados elaborados com a uva Moscatel, vinhos de colheita tardia, ou vinhos fortificados, como Vinho do Porto, são ótimas opções para harmonizar com pratos doces. Uma boa indicação é o chileno Espumante U By Undurraga D.O. Valle del Itata Sweet que não ter erro, um vinho docinho, levinho e refrescante feito com a uva Moscatel. 

(https://www.wine.com.br/vinhos/espumante-u-by-undurraga-d-o-valle-del-itata-sweet/prod29347.html 




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Hercog Comunicação e Estratégia

 Pode ser uma imagem de texto que diz "Aлл 67a 67CIPM CIPM FEIRADESANTANA FEIRA DE SANTANA Pacte POLICIA PT DESGOVERNADOR. BAHIA DOMINADA PELO CRIME: QUADRILHA ROUBA VIATURA DA POLÍCIA, ASSALTA AGÊNCIA BANCÁRIA E EXPLODE CAIXA ELETRÔNICO EM REDUTO DO PT NO NORDESTE"

Sabores que atravessam gerações: confira receitas típicas nordestinas para o São João

 

BRF (Produtos Sadia, Perdigão, Qualy, Deline)


Sabores que atravessam gerações: confira receitas típicas nordestinas para o São João


Com a chegada de uma das épocas favoritas dos brasileiros, veja como preparar um cardápio inspirado na culinária do Nordeste, região conhecida por ser o palco das maiores festas juninas do país


O São João é um verdadeiro patrimônio cultural do Brasil, reconhecido não apenas por seus ritmos e decorações vibrantes, mas também por sua gastronomia marcante e acolhedora. Para quem ama essa época do ano, reunir familiares e amigos e montar o próprio “arraiá” em casa se tornou uma verdadeira tradição. Para complementar a celebração, um menu inspirado nos sabores das festas icônicas do Nordeste, como as de Caruaru (PE) e Campina Grande (PB), consideradas as maiores do país, é o ideal para recriar atmosfera do São João de qualquer lugar.

Para auxiliar aqueles que desejam aproveitar as festividades ao redor da mesa, Deline, marca de margarina mais presente nos lares do Norte e Nordeste¹, lançou o e-book “O Melhor São João do Mundo é o Seu”, que reúne receitas juninas exclusivas e inspiradas na culinária nordestina, incluindo opções doces e salgadas, além de dicas de decoração e brincadeiras tradicionais. Para acessá-lo, basta realizar o download gratuitamente no site oficial da marca mediante cadastro.

Confira o passo a passo para preparar alguns pratos disponíveis no livro digital de Deline que não podem faltar na sua celebração:

Bolo Pé de Moleque Nordestino

Rendimento: 20 porções

Tempo de preparo: 60 minutos

Ingredientes:

  • ½ xícara (chá) de água fervente (120ml)
  • 2 colheres (sopa) de café solúvel (9g)
  • 1 pitada de cravo-da-índia em pó
  • ¼ colher (chá) de sementes de erva-doce
  • ¼ colher (chá) de canela em pó
  • 2 ¼ xícaras (chá) de açúcar mascavo (325g)
  • 1 xícara (chá) de Deline Cremosa (160g)
  • 3 ovos (150g)
  • 500g de massa puba
  • 1 xícara (chá) de farinha de amendoim (100g)
  • 1 ½ vidro de leite de coco (300ml)
  • 1 xícara (chá) de castanha-de-caju picada para a massa (145g)
  • ½ xícara (chá) de castanha-de-caju inteira para decorar o bolo (75g)
  • ½ xícara (chá) de amendoim sem pele inteiro para decorar o bolo (75g)

Modo de preparo:

  1. Em uma tigela, misture a água fervente, o café solúvel, o cravo-da-índia, a erva-doce e a canela. Deixe a mistura em infusão enquanto separa os demais ingredientes, por cerca de 15 minutos. Passado este tempo, passe a mistura por uma peneira e reserve.
  2. Na batedeira, coloque o açúcar mascavo e a DelineCremosa e bata até obter um creme fofo. Adicione os ovos um a um, batendo bem em cada adição.
  3. Adicione alternadamente os ingredientes secos (massa puba e farinha de amendoim) e os líquidos (infusão de café e especiarias e leite de coco), batendo apenas até obter uma massa homogênea.
  4. Por último, acrescente as castanhas-de-caju picadas e misture bem na massa. Despeje em forma de furo untada e decore o topo do bolo com as castanhas-de-caju e amendoins inteiros.
  5. Asse em forno médio pré-aquecido por cerca de 45 minutos, ou até que quando espetar um palito, ele saia limpo.
  6. Espere esfriar antes de desenformar.

Bolo de Fubá Cremoso

Rendimento: 16 porções

Tempo de preparo: 50 minutos

Ingredientes:   

  • 2 ¾ xícaras (chá) de leite (660ml)
  • 3 ovos (150g)
  • ¾ xícara (chá) de Deline Cremosa derretida (120g)
  • ¾ xícara (chá) de queijo meia-cura ralado (80g)
  • 1 ½ xícara (chá) de fubá mimoso (180g)
  • 1 xícara (chá) de açúcar (190g)
  • 2 colheres (chá) de fermento em pó (10g)
  • Deline Cremosa e fubá mimoso para untar e enfarinhar a assadeira

Modo de preparo:

  1. No liquidificador, bata o leite, os ovos, a DelineCremosa derretida e o queijo ralado até obter uma massa líquida.
  2. Acrescente o fubá mimoso e o açúcar. Bata apenas até misturar. Por último, adicione o fermento.
  3. Despeje a massa, que é bem líquida, em uma assadeira retangular pequena, untada com DelineCremosa e polvilhada com fubá.
  4. Leve ao forno pré-aquecido em temperatura média por cerca de 35 a 40 minutos. A massa fica bem molhadinha mesmo. Sirva ainda morno.

Pé de Moça

Rendimento: 20 porções

Tempo de preparo: 30 minutos

Ingredientes:

  • 1 ½ xícara (chá) de açúcar refinado (285g)
  • ¼ xícara (chá) de Deline Cremosa (40g)
  • 1 ½ lata de leite condensado (595g)
  • 500g de amendoim torrado sem sal
  • Açúcar ou leite em pó para finalizar

Modo de preparo:

  1. Em uma panela grande, coloque metade do açúcar para caramelizar. Conforme o açúcar começar a derreter e caramelizar, vá colocando o restante, mexendo sempre.
  2. Assim que o açúcar estiver bem dourado, adicione com cuidado a DelineCremosa e mexa bem. Acrescente o leite condensado e cozinhe até que comece a desgrudar da panela. O ponto é o mesmo do brigadeiro de enrolar.
  3. Desligue o fogo e adicione o amendoim, mexendo bem para que fique homogêneo. Despeje a massa em uma travessa untada e deixe esfriar.
  4. Corte em pedaços após esfriar e salpique com o açúcar ou leite em pó para que os pedaços não grudem.

¹Worldpanel by Numerator - Painel de Lares | T. Margarina | Região: N+NE | Penetração | Período: FY 2025.

Sobre Deline 

Deline, marca mais presente nos lares do Norte e Nordeste, foi desenvolvida como opção perfeita para a elaboração de diversos tipos de receitas, sejam salgadas ou doces, para um almoço especial ou um rápido café da tarde. Além da sua versatilidade e sabor característico, Deline  celebra tradições presentes na culinária regional e momentos à mesa, compartilhados com familiares e amigos. A flor de Mandacaru, ícone do Nordeste brasileiro, marca presença na sua embalagem, ilustrando a proximidade e a conexão de Deline com os consumidores locais e suas raízes, bem como a atuação da marca em prol da valorização a cultura da região. 

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