MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

terça-feira, 16 de junho de 2026

 Pode ser uma imagem de texto que diz "Cinvestebr Japão constrói navio que produz seu próprio combustível a partir da água do mar e nunca precisa parar para reabastecer, enquanto O Brasil discute se pessoas trans podem entrar em banheiros femininos"

Richester lança sabores típicos de Lámen: Escondidinho de Carne de Sol e Baião de Dois

 


M. Dias Branco Norte e Nordeste

Richester lança sabores típicos de Lámen: Escondidinho de Carne de Sol e Baião de Dois

Em edição limitada, os produtos resgatam tradições regionais ligadas ao São João e valorizam a conexão com os costumes e a culinária nordestina

 

Richester, marca voltada para o público jovem, anuncia o lançamento de dois sabores típicos em sua linha de lámen instantâneo, em edição limitada: Escondidinho de Carne de Sol e Baião de Dois. As novidades chegam em embalagens de 74,3g e reforçam o posicionamento da marca de proporcionar novas experimentações para o consumidor.

O lançamento tem como referência o São João nordestino, que além de sua importância simbólica, movimenta fortemente a economia local. Em 2024, por exemplo, gerou mais de R$ 500 milhões em receitas, impulsionando comércio e turismo.

Além dos inéditos Escondidinho de Carne de Sol e Baião de Dois, a marca já oferece as versões Galinha, Carne, Galinha Caipira e a linha Infantil Animados Zoo Zero Fritura, nos sabores Galinha Suave, Carne Suave e Tomate. O portfólio da Richester também inclui wafers, biscoitos recheados, cookies, bolinhos, cream crackers e massas tradicionais.

 

Sobre a Richester

Richester pertence ao portfólio de marcas da M. Dias Branco, Companhia do setor de alimentos com ações negociadas no segmento do Novo Mercado na B3.

A marca é líder em Biscoitos Recheados nos estados do Ceará, Amazonas, Pará, Maranhão, Piauí e Bahia, e em Wafer nos mesmos estados, exceto na Bahia, de acordo com a Nielsen (Dez/2024).

O portfólio de Richester também é formado por Cookies, Cobertos, Tortinhas, Bolos, Crackers, Maria e Maizena, além da linha de Macarrão Instantâneo, que inclui a opção zero fritura.

Aproveite e siga todos os conteúdos exclusivos da Richester nas redes sociais: Facebook e Instagram.

Para mais informações acesse www.richester.com.br

 

Sobre a M. Dias Branco

Fundada em 1953, a M. Dias Branco é uma multinacional brasileira do setor de alimentos, signatária do Pacto Global da ONU e com ações negociadas no segmento do Novo Mercado na B3. Sua história começou na década de 40, com a Padaria Imperial, uma iniciativa de Manuel Dias Branco em Fortaleza (CE). Hoje, as suas operações geram mais de 17 mil empregos diretos em diferentes regiões, refletindo o seu compromisso com o desenvolvimento econômico e social do país. A Companhia possui 22 indústrias, sendo 14 Fábricas de Massas, Biscoitos e outros alimentos; 07 Moinhos de Trigo e 02 Fábricas de Cremes e Gorduras Vegetais, além de 25 filiais comerciais, que favorecem a distribuição de seus produtos em todo o Brasil e para mais de 40 países.

Sediada em Eusébio (CE), a M. Dias Branco é líder brasileira em biscoitos, massas e granolas. Em novembro de 2021, realizou a aquisição da marca FIT FOOD, primeira iniciativa da Companhia no mercado de healthy food, com produtos como biscoitos de arroz, pasta de amendoim, chocolates e chips. Com a aquisição da Jasmine Alimentos, concluída em agosto de 2022, a Companhia ampliou a sua participação no mercado de alimentos saudáveis, com produtos orgânicos, funcionais, integrais, sem glúten, sem lactose e zero açúcar. Em outubro do mesmo ano, anunciou sua primeira aquisição internacional, a Las Acacias, do Uruguai, focada no segmento de massas, mas que também tem no portfólio misturas para bolos e molhos.

A Companhia detém marcas líderes, como Vitarella, Piraquê, Adria, Fortaleza, Richester, Isabela no Brasil e Las Acacias no Uruguai, produzindo biscoitos, massas, farinhas, margarinas, snacks e torradas. Destacam-se ainda as marcas Frontera, de snacks, e Smart, de temperos e condimentos.

 

Informações para a imprensa:

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Claudia Reis (claudiareis@pressaporter.com.br)

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Bruna Weinrebe (bruna@pressaporter.com.br)

 

 



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Carro eletrificado muda rotina dos brasileiros e impulsiona boom da recarga residencial no país

 



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Carro eletrificado muda rotina dos brasileiros e impulsiona boom da recarga residencial no país

Mercado de carregadores residenciais deve ultrapassar R$ 3 bilhões nos próximos anos, impulsionado pelo crescimento recorde dos veículos elétricos no país

Com frota plug-in acima de 300 mil veículos, mercado de carregadores domésticos acelera e transforma garagens de casas e condomínios em novos “postos particulares” de abastecimento

O carro eletrificado deixou de ser promessa no Brasil e se tornou um dos principais motores de transformação da indústria automotiva nacional. O crescimento acelerado da eletromobilidade entre 2025 e 2026 não apenas consolidou os veículos eletrificados no mercado brasileiro, como também segue impulsionando outra frente de negócios: a infraestrutura de recarga residencial.

 Segundo dados da ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), de janeiro a maio de 2026 foram emplacados cerca de 167 mil veículos eletrificados no país, um salto de 135,21% em relação ao mesmo período de 2025. No ano passado, o setor já havia batido recorde histórico com mais de 220 mil veículos eletrificados vendidos, representando aproximadamente 13% das vendas de veículos leves no Brasil.

 Com a expectativa de novos recordes, 2026 tem o potencial para ultrapassar a marca de 300 mil veículos eletrificados vendidos no país, a frota nacional desses modelos já supera 300 mil unidades em circulação. Esse avanço acelera a pressão sobre a infraestrutura pública de recarga e impulsiona, ao mesmo tempo, a demanda por soluções domésticas cada vez mais eficientes, seguras e acessíveis.

Mesmo com a expansão dos eletropostos públicos, que já somam mais de 21 mil pontos ativos no Brasil, o carregamento residencial vem se consolidando como a alternativa mais prática, econômica e segura para o consumidor.

“Estamos vivendo uma mudança estrutural na relação do brasileiro com o automóvel. O abastecimento deixa de acontecer exclusivamente nos postos e passa a fazer parte da rotina dentro de casa. A garagem está se transformando em um posto particular”, afirma Júnior Miranda, CEO da GreenV, empresa que já instalou mais de 15 mil pontos de recarga residenciais pelo Brasil e é líder neste segmento.

Para Miranda, o avanço da eletromobilidade vem impulsionando um mercado bilionário no país. “O mercado de recarga residencial cresce na mesma velocidade dos veículos elétricos. Hoje já movimenta cerca de R$ 1 bilhão no Brasil e a tendência é ultrapassar R$ 3 bilhões nos próximos anos. É um ecossistema inteiro sendo criado ao redor da mobilidade elétrica”, destaca o executivo.

Infraestrutura elétrica passa a ser prioridade nas residências

Com a popularização dos carros eletrificados, cresce também o interesse dos consumidores em entender como adaptar a infraestrutura elétrica das residências para receber os carregadores automotivos.

Atualmente, existem diferentes níveis de carregamento doméstico. Uma tomada convencional, com um carregador portátil de 1,8 kW, por exemplo, pode levar mais de 24 horas para carregar totalmente um veículo. Já os chamados wallboxes, carregadores de parede que exigem instalação adequada, operam em potências de 7,4 kW, 11 kW e até 22 kW, reduzindo o tempo de recarga para algo entre 4 e 8 horas, dependendo do modelo do automóvel.

“Ainda existe muita improvisação no mercado, e isso pode comprometer tanto a segurança quanto a eficiência do carregamento. O ideal é sempre realizar uma avaliação técnica da infraestrutura elétrica antes da instalação”, alerta Júnior Miranda.

O custo também começa a ficar mais acessível à medida que a tecnologia ganha escala. Hoje, os carregadores residenciais variam entre R$ 2.500 e R$ 8.000, enquanto os custos de instalação elétrica ficam entre R$ 2.000 e R$ 5.000, dependendo da complexidade do projeto.

Economia, sustentabilidade e energia solar impulsionam adesão

Além da praticidade, o principal atrativo continua sendo o custo operacional reduzido. Mesmo com aumento no consumo de energia elétrica da residência, o custo por quilômetro rodado dos veículos elétricos permanece significativamente menor em comparação aos modelos movidos a combustíveis fósseis.

Outro movimento crescente é a integração dos carregadores com sistemas de energia solar residencial, tendência que vem fortalecendo o conceito de autonomia energética nas casas brasileiras. 

“O consumidor percebe que o carro elétrico não é apenas uma mudança de tecnologia, mas uma transformação completa na forma de consumir energia. Quando combinamos mobilidade elétrica com energia solar, o ganho econômico e ambiental se multiplica”, afirma o empresário.

Tecnologia entra definitivamente na rotina dos brasileiros

A rápida expansão da eletromobilidade mostra que o carro elétrico deixou de ser um produto de nicho para ocupar espaço no cotidiano da população brasileira. Mais do que uma tendência automotiva, o movimento redefine hábitos, infraestrutura urbana e até o planejamento das residências. Com planejamento adequado, segurança elétrica e soluções inteligentes de recarga, a garagem doméstica passa a assumir um novo papel: o de abastecer a mobilidade do futuro  que já começou.

“Estamos diante de uma transformação sem volta. O carro elétrico deixou de ser uma aposta do futuro para se tornar parte da vida real dos brasileiros. E, junto com essa mudança, cresce também a necessidade de infraestrutura inteligente, segura e acessível dentro das residências. A mobilidade elétrica começa na garagem de casa. Quem entender isso agora estará conectado ao novo comportamento do consumidor e ao futuro da energia no Brasil”, finaliza Miranda.

Sobre a GreenV

 A GreenV é uma empresa brasileira de tecnologia especializada em infraestrutura e soluções inteligentes para recarga de veículos elétricos. Com atuação nacional, a companhia integra hardware, software e serviços para viabilizar a eletrificação da mobilidade em residências, condomínios, empresas, frotas e montadoras automotivas. Ao longo de sua trajetória, já implantou mais de 15 mil pontos de recarga em todo o Brasil, oferecendo uma plataforma completa que combina produtos, instalação, monitoramento, suporte técnico e gestão energética.

Além da infraestrutura física, a GreenV desenvolve tecnologias próprias para conectar usuários, operadores e gestores em um ecossistema digital de recarga. A empresa opera uma das maiores redes públicas de eletropostos do país, com mais de 500 carregadores ativos, e investe continuamente em aplicativos, plataformas de gestão e soluções de inteligência para otimizar a experiência de recarga e acelerar a transição para uma mobilidade mais eficiente, conectada e sustentável.




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Junho/2026

Sabor de Copa do Mundo: três petiscos inspirados na gastronomia mexicana para compartilhar durante os jogos

 

BRF (Produtos Sadia, Perdigão, Qualy, Deline)


Sabor de Copa do Mundo: três petiscos inspirados na gastronomia mexicana para compartilhar durante os jogos


Confira um menu de receitas práticas e repletas de sabor em homenagem a um dos países-sede do mundial deste ano


Em época de Copa do Mundo, as salas de estar se transformam em arquibancadas, reunindo familiares e amigos que compartilham a paixão pelo futebol. Com o México sendo escolhido como um dos países-sede do campeonato deste ano, sua culinária conhecida por seus temperos marcantes, cores vibrantes e riqueza de sabores pode ser o acompanhamento ideal para os torcedores que assistirão às partidas de casa.

Como sugestão de cardápio para as confraternizações durante o torneio, Sadia, marca de alimentos preferida dos brasileiros¹; Perdigão, marca de alimentos mais escolhida pelos lares do Brasil²; e Claybom, a primeira margarina do país, selecionaram receitas de petiscos inspiradas na gastronomia mexicana. São opções fáceis de preparar, que podem ser servidas ao lado de bebidas geladas e podem ser consumidas com as mãos, garantindo que nenhum lance seja perdido enquanto se assiste aos jogos.

Para aqueles que desejam complementar o menu, também é possível encontrar opções de receitas personalizadas por meio dos chatbots das marcas. Basta acessar Sadi.a (11 2873-5060) ou Whatsapp da Perdigão (11 91774-1570) via WhatsApp.

Confira as sugestões adaptadas ao paladar brasileiro:

Taco de Linguiça Fininha Toscana Com Chimichurri Perdigão Na Brasa

Tempo de preparo: 30 minutos

Rendimento: 4 porções

Ingredientes:

  • 1 caixa de Linguiça Toscana Fininha com Chimichurri Perdigão Na Brasa
  • 1 pacote de Pão Tipo Tortilha

Pico de Gallo

  • 1 Pimenta Dedo de Moça picada
  • Raspas de 1 de limão
  • Azeite de oliva a gosto
  • 3 colheres (sopa) de coentro picado
  • 1 cebola roxa em cubos pequenos
  • 2 tomates sem semente, em cubos pequenos

Guacamole

  • 1 avocado ou abacate
  • 1 dente de alho pequeno
  • 3 colheres (sopa) de azeite
  • Caldo de ½ limão
  • 2 ramos de manjericão (ou a gosto)
  • Pimenta dedo de moça
  • Sal a gosto

Sour Cream

  • 300g de creme de leite sem o soro
  • 200g de cream cheese
  • Suco de 1 e 1/2 limões taitis
  • 1 colher (chá) de sal

Modo de Preparo:

  1. Lave e seque os avocados, o tomate e o coentro. Com a faca, corte o avocado ao meio, no sentido do comprimento, e descarte o caroço. Descasque, corte cada metade em cubos e transfira para uma tigela.
  2. Regue o avocado com o caldo de limão e amasse com um garfo até formar um purê rústico.
  3. Corte o tomate ao meio, descarte as sementes, e corte as metades em cubos pequenos. Pique grosseiramente as folhas de coentro. Junte ao avocado amassado, tempere com o azeite, sal e pimenta a gosto. Misture bem.
  4. Enquanto prepara o recheio que irá no Taco, asse em temperatura baixa as linguiças por cerca de 30 minutos, prepare a guacamole juntando todos os ingredientes em um bowl, e reserve.
  5. Para o molho sour cream, junte todos os ingredientes e bata bem com um garfo ou fuê até que fique uma consistência cremosa, asse a massinha por alguns minutinhos e monte com as linguiças, pico de gallo, guacamole e molho sour cream para finalizar.

Nachos com Filé de Peito de Frango Refogado

Tempo de preparo: 1 hora

Rendimento: 6 porções

Ingredientes:

  • 1 kg de file de peito frango Sadia
  • 1 cebola média
  • 4 colheres de sopa de azeite de oliva
  • 1 pimentão verde
  • 1 pimentão vermelho
  • 2 tomates
  • 4 colheres de sopa de extrato de tomate
  • Sal a gosto
  • Quanto baste de água

Modo de preparo:

  1. Retire a casca da cebola e a corte em cubos pequenos.
  2. Em seguida em uma panela de pressão coloque duas colheres de sopa de azeite e metade da cebola picada. Quando a cebola estiver dourada entre com os files de frango e os sele até dourar os dois lados.
  3. Acrescente água até dois dedos acima do frango e tampe a panela. Deixe cozinhar por aproximadamente 40 min ou até que o frango esteja desmanchando.
  4. Com o frango já frio o desfie e reserve-o.
  5. Em seguida retire as sementes e o miolo do pimentão e os cortes em tiras finas, pegue os tomates e os corte em cubos pequenos.
  6. Em uma panela coloque duas colheres de azeite e a cebola. Quando a cebola estiver dourada entre com pimentões e os sele por dois minutos.
  7. Em seguida entre com os tomates e deixe cozinhar por mais dois minutos (importante não deixar os tomates virarem pastas, queremos eles inteiros) e incorpore o extrato de tomate.
  8. Acrescente o frango desfiado, misture tudo de forma delicada e acerte o sal.

Taco Mexicano de Porco

Tempo de preparo: 45 minutos

Rendimento: 10 porções

Ingredientes:

Carne de porco:

  • 2 colheres (sopa) de Claybom Cremosa sem Sal (20g)
  • ½ cebola picada (55g)
  • 2 dentes de alho picados (6g)
  • 1 colher (chá) de páprica defumada (2g)
  • ½ colher (chá) de cominho em pó (2g)
  • 400 g de carne suína desfiada (pernil ou paleta)
  • ¼ xícara (chá) de água ou caldo (60ml)
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto

Vinagrete mexicano:

  • 1 tomate sem sementes em cubos (120g)
  • ½ cebola picada (55g)
  • 1 pimenta dedo-de-moça sem sementes picada (15g)
  • 4 colheres (sopa) de coentro fresco picado (16g)
  • Suco de 1 limão (50ml)
  • 2 colheres (sopa) de água (30ml)
  • ½ colher (chá) de sal (2g)

Pasta de abacate:

  • 2 avocados ou 1 abacate (cerca de 400g)
  • 1 colher (sopa) de suco de limão (15ml)
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto

Finalização:

  • 10 tortilhas pequenas de milho (140g)
  • ½ cebola roxa em fatias finas (55g)
  • Folhas de coentro fresco
  • Gomos de limão-tahiti

Modo de preparo:

Carne de porco:

  1. Aqueça uma frigideira e derreta a Claybom Cremosa sem Sal. Refogue a cebola até murchar. Junte o alho, a páprica e o cominho, mexendo para liberar os aromas.
  2. Adicione o porco desfiado e misture bem para envolver a carne nos temperos. Acrescente o caldo ou a água, tempere com sal e pimenta-do-reino a gosto. Cozinhe em fogo baixo por alguns minutos, até o recheio ficar úmido, mas sem excesso de líquido. Reserve.

Vinagrete mexicano:

  1. Em uma vasilha pequena, coloque o tomate, a cebola, a pimenta dedo-de-moça, o coentro, o suco de limão, a água e o sal. Mexa bem e reserve.

Pasta de abacate:

  1. Retire a semente e a casca dos avocados ou do abacate e coloque em uma tigela. Amasse bem com um garfo e adicione o suco de limão, o sal e a pimenta-do-reino a gosto. Misture bem até obter uma pasta e reserve.

Finalização:

  1. Aqueça as tortilhas conforme as instruções da embalagem e monte os tacos com uma porção da pasta de abacate e o recheio de porco. Decore com as fatias finas de cebola roxa e o coentro fresco. Sirva imediatamente, com o vinagrete mexicano e gomos de limão à parte.

 

¹Fonte: MindMiners 2025

²Fonte: Brand Footprint | Worldpanel by Numerator | 2025

 

Sobre a Sadia  

A marca de alimentos mais valiosa, a mais forte do Brasil e a preferida dos brasileiros. É Top of Mind em linguiça calabresa e ceia de Natal, além de ser eleita pelos paulistas como a melhor em presunto, salsicha, frango e em congelados com lasanha, hambúrguer vegetal e pratos prontos. Presente nos lares há mais de 80 anos, combina tradição e inovação, seguindo o mote “Seu Dia Pede Sadia”. Sempre a frente do seu tempo, foi a primeira no Brasil a lançar Peru Natalino para as ceias e lasanhas congeladas, além de ser precursora na categoria de frios, da qual é líder de vendas em presunto, salame, frios light e frios especiais. Seu DNA de marca parceira reflete na forte presença nos pontos de venda, com um portfólio completo para todas as refeições e momentos, trazendo qualidade e sabor para as rotinas alimentares.

Sobre a Perdigão   

A Perdigão está presente na casa do consumidor há mais de nove décadas e acredita nas relações humanas para celebrar as refeições, sejam em ocasiões especiais ou situações cotidianas. Com o posicionamento ‘Sabor de Comer Juntos’, a marca tem em seu portfólio opções democráticas que atendem diferentes públicos e ocasiões de consumo, que vão desde café da manhã, passando pelo almoço, lanches até o jantar.    

Sobre Claybom   

Claybom é uma marca que está presente na mesa dos brasileiros desde 1950, sendo a 1ª margarina do Brasil. Com mais de 75 anos de história, Claybom tem em seu portfólio as versões: Cremosa com e sem sal, e a Sabor Manteiga com sal. Em 2007, foi comprada pela Perdigão e passou a fazer parte do grupo MBRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo. Já em 2023, lançou uma nova receita para todos os produtos da marca, que agora contam com creme de leite para mais sabor e cremosidade, e quatro novas Menininhas NHAC se uniram à Clay, integrante mais antiga do time de personagens da marca.

Contato Imprensa – MBRF

Weber Shandwick  

mbrf@webershandwick.com  

 
 


Taco Mexicano de Porco. Nachos com Filé de Peito de Frango Refogado. Taco de Linguiça Fininha Toscana Com Chimichurri Perdigão Na Brasa.
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OLFAR AVANÇA EM EXPANSÃO INDUSTRIAL COM GANHOS DE EFICIÊNCIA E REDUÇÃO DE CUSTOS ENERGÉTICOS

 



Parceria estratégica viabiliza crescimento fabril, elimina gargalos de infraestrutura e reforça competitividade no agronegócio

 

 

São Paulo, junho de 2026 – A Olfar, um dos principais players do agronegócio brasileiro, está avançando em seu plano de expansão industrial com ganhos relevantes de eficiência e competitividade, após superar limitações críticas de infraestrutura energética em suas operações no Rio Grande do Sul (RS) e em Goiás (GO). A evolução foi viabilizada por uma parceria estratégica com a Comerc Energia, empresa de soluções inovadoras em energia e descarbonização da Vibra, que permitiu destravar investimentos, garantir segurança energética e reduzir custos operacionais em aproximadamente R$12 milhões ao ano.

 

Cliente da Comerc Energia desde 2020, a Olfar vem estruturando a gestão de energia como um dos pilares de sua estratégia de crescimento. Com o avanço de seus planos de expansão, a companhia passou a enfrentar um desafio relevante: a limitação da infraestrutura elétrica disponível, que poderia comprometer o ritmo de ampliação de sua capacidade produtiva. Nesse contexto, a energia deixou de ser apenas um insumo operacional para se tornar um fator decisivo na viabilidade de novos investimentos industriais.

 

Para suportar esse movimento, foi estruturado um projeto integrado envolvendo soluções de eficiência energética, investimentos em infraestrutura e gestão especializada. A iniciativa incluiu a implantação de subestações de alta tensão (138kV) em Porangatu (GO) e Erechim (RS), além da ampliação de sua capacidade de geração térmica a partir de biomassa, contribuindo para maior autonomia energética e estabilidade operacional.

 

O modelo adotado também viabilizou a execução do projeto sem necessidade de investimento inicial por parte da Olfar, com remuneração atrelada à economia gerada — o que permitiu acelerar a tomada de decisão e reduzir riscos associados a investimentos de grande porte.

 

“Quando a energia é estruturada com previsibilidade e alinhada à estratégia do negócio, ela deixa de ser um limitador e passa a viabilizar decisões de crescimento com mais segurança. Modelos que conectam investimento à eficiência gerada também tornam esse processo mais ágil e menos intensivo em capital”, afirma Clarissa Sadock, CEO da Comerc Energia.

 

Além dos ganhos financeiros, o projeto fortalece a agenda de sustentabilidade da companhia, permitindo a implementação de soluções de eficiência energética sem a necessidade de investimento prévio. Exemplos práticos dessa atuação incluem a implementação de caldeiras de biomassa e subestações de alta tensão (138kV), garantindo a modernização dos ativos e a segurança operacional com foco em eficiência.

 

 

“A energia deixou de ser uma limitação para se tornar uma aliada da nossa produtividade”, afirma Mateus Henrique Andrich, Diretor Industrial da Olfar. “A previsibilidade no fornecimento e a redução de custos nos deram segurança para avançar com a expansão da nossa capacidade fabril de forma estruturada e sustentável.”

 

A parceria também contribuiu para a mitigação de riscos técnicos e econômicos, ao integrar engenharia especializada e visão sistêmica do setor elétrico na estruturação do projeto. Esse modelo permitiu maior previsibilidade e eficiência na execução, reduzindo incertezas e garantindo maior assertividade nas decisões de investimento.

 

Para a Comerc Energia, a solução reforça o papel estratégico da energia na agenda de crescimento das empresas brasileiras. “Projetos como esse mostram que eficiência energética não é apenas uma agenda de redução de custos, mas um elemento central de estratégia, competitividade e expansão. Quando bem estruturada, a energia impacta diretamente a última linha do resultado”, destaca Eduardo Soares, vice-presidente de Operação e Construção da Comerc Energia.

 

O projeto reflete um movimento crescente na indústria brasileira: empresas que antecipam soluções energéticas como parte de sua estratégia conseguem sustentar o crescimento com mais segurança, eficiência e competitividade. No caso da Olfar, a energia passou de um potencial limitador operacional a um vetor estratégico de expansão e geração de valor no longo prazo.


 

Sobre a Comerc Energia

A Comerc Energia, empresa de soluções inovadoras em energia e descarbonização da Vibra, conta com quase 25 anos de expertise no setor elétrico brasileiro. Sua história começou com a migração e gestão de consumidores, geradores e distribuidoras no Mercado Livre de Energia e, ao longo dos anos, expandiu-se para comercialização de energia, eficiência energética, bateria, telemetria, I-RECs e créditos de carbono.

 

Em janeiro de 2025, com a aquisição definitiva da Comerc, a Vibra ampliou consideravelmente seu portfólio de transição energética, agregando:

 

       8 parques de geração solar centralizada (1,542 MWp de capacidade);

       Mais de 100 usinas solares de geração distribuída (394 MWp de capacidade);

       3 parques eólicos (280 MW de capacidade);

       Cerca de 5 mil unidades consumidoras no Mercado Livre;

       92 projetos em Eficiência Energética;

       25 projetos de baterias de grande porte e mais de 3 mil de pequeno porte;

       157,2 mil unidades consumidoras ativas na solução de assinatura solar;

       Mais de 5,8 milhões de I-RECs comercializados, totalizando 1,8 milhões de toneladas de CO neutralizadas.

 A companhia também registrou Ebitda @stake de R$ 1,09 bilhão em 2025, reforçando a solidez do seu modelo de negócios e sua capacidade de geração de valor.

 

Sobre a Olfar
Consolidada entre os maiores grupos industriais de biodiesel do Brasil, a Olfar opera de forma estratégica e integrada, com foco em excelência, qualidade e sustentabilidade. Fundado em 1988, o grupo conta com mais de três décadas de experiência e um portfólio sólido e diversificado, atuando na industrialização da soja, extração de óleos vegetais, refino de glicerina e comercialização de grãos.

Sua estrutura industrial reúne três usinas de biodiesel localizadas no Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Goiás, além de duas indústrias de esmagamento de soja nos estados do RS e GO. Com mais de 60 unidades de recebimento de grãos, distribuídas estrategicamente nessas regiões, e uma malha ferroviária conectada a um dos principais portos do país, a Olfar fortalece sua eficiência logística e competitividade, atendendo com excelência os mercados nacional e internacional.

 

domingo, 14 de junho de 2026

2027: Imposto garantido

 


 

Gilberto Simões Pires       

ANO DE ELEIÇÃO

Em ano de eleição, mais do que sabido, a parcela de eleitores -DOTADOS DE DISCERNIMENTO- se propõem a identificar e escolher candidatos que tenham como real propósito -DEFENDER A LIBERDADE, REDUZIR A CARGA TRIBUTÁRIA, DIMINUIR OS GASTOS PÚBLICOS E COMBATER A CORRUPÇÃO-. Entretanto, a considerar que parte significativa dos eleitores, lamentavelmente, são DESPROVIDOS DE DISCERNIMENTO, esse contingente acaba sendo seduzido por candidatos POPULISTAS, o que RESULTA, caso venham a ser eleitos ou reeleitos, em evidente MANUTENÇÃO E/OU CRESCIMENTO DA CORRUPÇÃO, AUMENTO DOS ROMBOS NAS CONTAS PÚBLICAS E, POR CONSEQUÊNCIA ÓBVIA, EM AUMENTOS DE IMPOSTOS.

IMPOSTO DO PECADO

Pois, mesmo que a vontade dos ELEITORES -DOTADOS DE DISCERNIMENTO- venha a superar EM NÚMERO DE VOTOS, a vontade dos ELEITORES DESPROVIDOS DE DISCERNIMENTO, elegendo candidatos que, por exemplo, se DISPONHAM a REDUZIR A ELEVADÍSSIMA CARGA TRIBUTÁRIA, faz-se necessário que todos entendam que, independentemente de quem seja ELEITO PRESIDENTE DO BRASIL, o FATO é que, a partir de 1.º DE JANEIRO DE 2027, entrará em vigor o -IMPOSTO DO PECADO-, que INCIDIRÁ SOBRE ALGUNS PRODUTOS -SELETIVOS- ESCOLHIDOS PELO PRESIDENTE LULA-POPULISTA- com o claro propósito de ASSALTAR OS CONSUMIDORES DO NOSSO EMPOBRECIDO BRASIL.    

LISTA DOS PRODUTOS CONSIDERADOS PECADOS

Para quem não sabe, ou não lembra, o IMPOSTO DO PECADO foi aprovado no âmbito da REFORMA TRIBUTÁRIA. E como determina a LEI, o referido IMPOSTO -SOBRE O CONSUMO- COMEÇA EM  2027 e tem o objetivo de ENCARECER PRODUTOS OU ATIVIDADES QUE -CAUSAM DANOS À SAÚDE OU AO MEIO AMBIENTE. Atenção: a lista inclui BEBIDAS ALCOÓLICAS, REFRIGERANTES E CIGARROS e sobre ALGUNS VEÍCULOS -conforme o nível de poluição-, sobre a EXTRAÇÃO DE BENS MINERAIS e sobre LOTERIAS, APOSTAS E JOGOS DE FANTASY SPORTS. Ou seja, JUSTAMENTE AOS PRODUTOS QUE JÁ SÃO ALTAMENTE TRIBUTADOS. Que tal? 

ALÍQUOTAS

Até o final deste ano o Congresso Nacional deverá APROVAR APENAS A REGULAMENTAÇÃO, pois o IMPOSTO DO PECADO JÁ ESTÁ GARANTIDO. Concluída esta tarefa, o presidente LULA POPULISTA irá INFORMAR, com enorme prazer, as ALÍQUOTAS QUE PASSARÃO A INCIDIR SOBRE OS PRODUTOS PECADORES. Viva!!!

Esparrelas publicitárias nada edificantes

 


 

Dartagnan da Silva Zanela

        É curioso ver que na arena do poder — e fora dela também — muitíssimas pessoas se esforçam para mostrar para todo mundo, menos para Deus, que são pessoas de valor e não sujeitinhos cuja dignidade tem um preço, sempre devidamente atualizado e corrigido pela inflação.

E o que mais chama a atenção é que, quanto mais essas figuras, figurinhas e figurões tentam provar que são criaturas de alma ilibada, mais se enrolam nos próprios pés.

Na verdade, todos nós, em algum momento de nossas vidas, acabamos por cair nesse tipo de esparrela e terminamos por pagar aquele mico existencial nada original de querer posar de detentores de uma dignidade que não nos pertence.

Bem, noves fora zero, há um momento em que todos nós podemos ver com clareza de que material é feito o nosso caráter e qual é a têmpera de nossa alma: é quando estamos diante da morte; da nossa morte.

É quando estamos frente à possibilidade de ficarmos cara a cara com ela que realmente iremos descobrir qual é a envergadura do nosso caráter e a solidez da nossa personalidade.

A título de exemplo, há no prefácio do livro "A sabedoria das leis eternas", do filósofo Mário Ferreira dos Santos, uma descrição sobre os últimos momentos da sua vida que foi narrada por uma de suas filhas.

Contava ela que, quando seu pai estava para partir, pediu aos seus genros que o levantassem do leito porque, segundo ele, um homem deve morrer em pé. Os genros atenderam ao seu pedido e ele, ereto, recitou um Pai-Nosso e morreu.

Morreu da mesma forma que sempre viveu: sendo um filósofo e, como tal, ensinando com destemor a filosofar com suas palavras e, principalmente, com o seu modo de ser.

Sócrates, nos diálogos platônicos, ensinava — com a clareza de uma noite de lua cheia — que filosofar é aprender a morrer, e que aprender a morrer nada mais seria do que aprender a viver verdadeiramente, esforçando-se para realizar plenamente as suas potencialidades e, desta forma, ir lapidando a sua humanidade.

E imagino eu que, por essa razão, ele dizia que uma vida irrefletida seria indigna de ser vivida, do mesmo modo que palavras ditas de forma impensada não mereceriam ser ouvidas.

Dito de outra forma, podemos afirmar que cada um de nós, quando vem a esse mundo, traz um ser em forma bruta que necessita ser cinzelado para tomar a forma potencial que se encontra latente em nossa crueza demasiadamente humana.

Porém, diferentemente de uma estátua de Michelangelo, muitas são as mãos que deixam suas cinzeladas na matéria bruta do nosso ser: nossa família, nossos colegas e amigos, a comunidade, a sociedade, as religiões, as ideologias, a mídia e tutti quanti.

Contudo, independentemente das marcas que foram deixadas por esses inúmeros artífices, há um momento em que somos nós que devemos assumir a obra, para nos tornarmos indivíduos autônomos, capazes de lutar com unhas e dentes para não sermos reduzidos a uma reles figura autômata, que tem seu passo marcado pelo ritmo oco e estridente das forças que nos circundam.

E esse momento decisivo é quando compreendemos que devemos meditar frequentemente a respeito da nossa morte para, no final, entendermos que não se deve temer o nosso destino derradeiro neste vale de lágrimas, mas sim tremer diante da possibilidade de morrermos fazendo o que é errado perante as leis eternas.

É diante desse questionamento que se revelam os homens de valor e o valor de cada homem. O resto, meu amigo, é apenas conversa publicitária.
*          O autor, Dartagnan da Silva Zanela, é professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de "UM GRANDE MONTE DE PÓ E SOMBRAS", entre outros livros.

O Leviatã ameaça a inteligência artificial

 


 

Dagoberto Lima Godoy

            O Brasil parece disposto a regular a inteligência artificial antes mesmo de compreender bem do que se trata. Em nome da proteção de direitos, da segurança e da transparência, uma nova camada de controle sobre o ambiente digital avança no Congresso e no Executivo. A intenção declarada é nobre, como quase sempre é. Mas a história ensina que o poder raramente se expande confessando seus verdadeiros apetites. O Leviatã moderno não se apresenta como tirano, mas como tutor.

A inteligência artificial é a inovação mais decisiva de nosso tempo — talvez de todos os tempos. Ela afetará a produtividade, a ciência, a indústria, a educação, a saúde, a defesa, a administração pública e será decisiva para a competitividade internacional. O país que souber usá-la ganhará velocidade; o que a constranger — por medo, burocracia ou suspeita — ficará para trás.

É claro que há riscos: fraude, manipulação, violação de intimidade, discriminação, abuso de dados e vigilância indevida. Mas a resposta não pode ser transformar a inovação em território vigiado, submetido a conceitos vagos como “alto risco”, “impacto sistêmico”, “uso responsável” ou “falha sistêmica”, entregues à interpretação de burocracias reguladoras.

A norma vaga é o instrumento preferido do Estado sedento de poder. Ela não proíbe claramente; intimida. Não censura diretamente; induz à autocensura. Não impede a inovação por decreto; torna-a cara, arriscada e juridicamente insegura.

O resultado é previsível. Plataformas e empresas passam a remover conteúdos, bloquear experiências e evitar riscos antes mesmo de qualquer ordem estatal. Ao mesmo tempo, os grandes grupos saem fortalecidos, pois têm departamentos jurídicos, equipes de compliance e acesso permanente ao Estado. Já startups, pesquisadores, pequenas empresas e empreendedores locais são empurrados para fora do jogo.

Assim, uma regulação apresentada como defesa da sociedade pode acabar concentrando mercado, sufocando a inovação nacional e aumentando a dependência de plataformas estrangeiras. O Estado diz proteger o cidadão, mas termina protegendo os gigantes e constrangendo os pequenos.

Não se trata de defender uma terra sem leis. O Brasil já as tem até em excesso, embora muitas vezes desconsideradas até por quem existe para por elas zelar. O que se contesta é a criação sucessiva de novas estruturas administrativas, com sanções, relatórios, deveres genéricos e crescente margem de intervenção política.

A inteligência artificial precisa de responsabilidade, mas precisa, sobretudo, de liberdade. Sem liberdade, não há ciência viva, mercado dinâmico nem criatividade transformadora. O perigo não está apenas nos abusos da IA, mas na tentação de usar esses abusos como pretexto para domesticar a inteligência humana.

*         O autor, Dagoberto Lima Godoy, é egenheiro civil.

O preço do populismo

 


 

Claudio Apolinario

            Toda promessa fácil tem uma conta difícil. E quem paga é sempre o mesmo.

Todo governo populista começa da mesma forma.

Uma crise real. Um líder que diz ter a solução. Promessas de que o Estado vai resolver o que não foi resolvido. Assim que toma posse o governo começa a gastar mais. Cria benefícios. Controla preços. Subsidia combustível, energia, alimento. E nos primeiros meses, parece estar funcionando.

As pessoas sentem no bolso. A sensação é boa. O governo fica popular.

O problema não é o começo. É o que vem depois.

Pesquisadores que estudaram o histórico de países que seguiram esse caminho identificaram um padrão que se repete com uma regularidade quase chata. Primeiro, o governo gasta mais do que arrecada e a economia aquece. Segundo, a popularidade sobe e o governo se reelege. Terceiro, a conta começa a chegar. A inflação sobe. Os preços que o governo tentou segurar não aguentam mais. O déficit cresce. O governo responde com mais controle, mais subsídio, mais intervenção. Quarto, o colapso. O ajuste que não foi feito antes precisa ser feito agora, de forma mais dura, com mais custo para todo mundo.

E então o ciclo recomeça. O governo seguinte herda a bagunça, aplica o remédio amargo, perde a eleição. O populismo volta com a mesma promessa de que dessa vez vai ser diferente.

O mecanismo funciona por um motivo simples: a promessa chega antes da eleição. O custo chega depois. E quem colhe os benefícios nem sempre é quem paga a conta.

Quem paga é o trabalhador com salário comido pela inflação. O empresário que não consegue crédito porque o governo ocupou todo o espaço. O aposentado cujo benefício compra menos a cada mês. O jovem que entra num mercado de trabalho encolhido depois de anos de contas mal feitas.

O populismo não é generoso com os pobres. É generoso com quem está no poder. Que usa o dinheiro dos pobres para financiar a popularidade que garante a permanência no poder.

Quem acompanha a história da América Latina conhece esse filme. A Argentina entrou em colapso econômico várias vezes seguindo essa lógica. A Venezuela destruiu uma das economias mais ricas do continente em menos de vinte anos. O Brasil tem seu próprio registro, com períodos de gasto acima do que podia e ajustes posteriores que apagaram os ganhos e deixaram a dívida maior do que antes.

Em todas essas situações, o roteiro foi o mesmo. O governo que gastou além da conta culpou o mercado, os bancos, a oposição e o cenário internacional. Nunca assumiu que o problema era a conta que não fechava desde o começo.

Já vi isso de perto. Propostas que prometiam muito sem dizer de onde viria o dinheiro eram aplaudidas. Propostas que explicavam o custo real eram ignoradas. A plateia preferia ouvir a parte boa. E o político que dizia a verdade tinha mais chance de perder do que de ganhar.

Isso não é fatalidade. É escolha.

A saída começa pela pergunta que raramente é feita antes do voto: quem vai pagar essa conta? Toda promessa de benefício sem fonte de financiamento clara é uma promessa que alguém vai pagar depois. E esse alguém é sempre o contribuinte, que financia o Estado que prometeu mais do que podia entregar.

O populismo sobrevive porque o eleitor permite. Quando a maioria das pessoas passar a exigir resposta para "de onde vem o dinheiro?" antes de aplaudir qualquer promessa, o cálculo político muda.

Enquanto isso não acontecer, a conta vai continuar chegando na hora menos conveniente.

Quem já entende esse mecanismo tem uma responsabilidade que vai além do próprio voto. É explicar para quem ainda não entendeu. É ser a pessoa que faz a pergunta certa na hora certa. É quem se dispõe a influenciar.

Populismo sobrevive no silêncio de quem sabe e não fala.

E quem paga a conta, como sempre, não é quem prometeu.

*         O autor, Claudio Apolinario, é articulista e analista político.

Preparo do solo ganha papel estratégico na produtividade das florestas plantadas

 

Piccin Equipamentos

Preparo do solo ganha papel estratégico na produtividade das florestas plantadas

Em áreas de silvicultura, práticas como subsolagem, correção química e uso de dados ajudam a reduzir compactação, erosão e perdas produtivas ao longo do ciclo

O avanço da silvicultura no Brasil tem ampliado a atenção sobre uma etapa decisiva para o desempenho das florestas plantadas: o preparo do solo. Em cultivos como eucalipto e pinus, que permanecem por anos na mesma área, a qualidade da implantação influencia diretamente o desenvolvimento radicular e o desempenho produtivo do talhão. Em áreas com histórico de pastagem degradada, agricultura intensiva ou tráfego constante de máquinas, a compactação figura entre os principais desafios técnicos, ao dificultar a infiltração de água e limitar o crescimento das raízes.

Segundo dados do Sistema Nacional de Informações Florestais, o Brasil somou 9,9 milhões de hectares de florestas plantadas em 2024, o equivalente a 1,16% do território nacional. Já o Relatório Anual 2025 da Indústria Brasileira de Árvores aponta que, no mesmo período, a produtividade média do eucalipto foi estimada em 34,4 m³ por hectare ao ano, com idade média de 6,8 anos. Os números reforçam a relevância econômica do setor e evidenciam a necessidade de práticas agronômicas mais precisas desde a implantação.

Nas áreas destinadas à silvicultura, o preparo do solo tem como função corrigir limitações físicas, químicas e biológicas antes do plantio. “A compactação, comum em solos anteriormente ocupados por pastagens ou lavouras, cria camadas adensadas que dificultam o crescimento radicular e reduzem a capacidade da planta de acessar água e nutrientes”, explica Douglas Fahl Vitor, engenheiro agrônomo e Head de Inovação na Piccin Equipamentos. Sem a descompactação adequada, a muda tende a se concentrar nas camadas superficiais, tornando-se mais vulnerável a períodos de estiagem.

Nesse contexto, o preparo do solo assume um papel determinante na formação da floresta. “Ele define a base que vai sustentar a árvore por todo o ciclo. Quando a raiz não consegue se aprofundar, a planta fica mais exposta aos veranicos e perde potencial produtivo desde os primeiros meses”, acrescenta o especialista.

Entre as práticas mais utilizadas está a subsolagem, que rompe camadas compactadas em profundidade e favorece o desenvolvimento das raízes. No preparo florestal, a operação pode ultrapassar 50 centímetros, variando conforme o tipo de solo, relevo e regime hídrico. Em áreas mais coesas ou sujeitas a déficit hídrico, a recomendação técnica pode exigir maior profundidade para ampliar o volume de solo explorado.

A correção química também é decisiva. Em áreas degradadas ou de uso intensivo, é comum encontrar solos com elevada acidez, baixa fertilidade e pouca matéria orgânica. “A aplicação de corretivos e fertilizantes no sulco de plantio permite posicionar os nutrientes exatamente na faixa onde a muda iniciará seu desenvolvimento”, destaca o especialista.

Essa estratégia favorece o arranque inicial e reduz a ocorrência de plantas dominadas, que dificilmente recuperam desempenho ao longo do ciclo. “Quando há falhas no preparo, a desuniformidade aparece cedo e acompanha o talhão até a colheita, com impacto direto no volume produzido e na eficiência das operações mecanizadas”, afirma Fahl Vitor.

Conservação do solo

Em áreas de florestas plantadas, práticas conservacionistas têm ganhado relevância por reduzirem a mobilização excessiva do solo e manterem a proteção da superfície, especialmente nas entrelinhas. A manutenção da cobertura vegetal, dos resíduos da operação anterior e da matéria orgânica contribui para diminuir o impacto direto da chuva, reduzir o escoamento superficial e o risco de erosão, além de preservar a estrutura do solo. “Quando o preparo é bem planejado, a intervenção fica concentrada na linha de plantio, sem expor desnecessariamente toda a área. Isso ajuda a conservar o solo e favorece um ambiente mais estável para o desenvolvimento das raízes”, pontua o especialista.

A tendência é que o preparo florestal seja cada vez mais localizado e orientado por dados. Em vez de mobilizar grandes áreas de forma uniforme, o setor tem adotado estratégias que preservam a entrelinha, mantêm matéria orgânica e concentram a intervenção na faixa de desenvolvimento das raízes, contribuindo para minimizar interferências no solo e otimizar o uso de insumos.

Tecnologia a favor

A agricultura de precisão também avança na silvicultura. O mapeamento de solo, por exemplo, permite dividir os talhões em zonas de manejo, identificar diferenças de textura, fertilidade e compactação, além de orientar recomendações específicas para cada área. “Com isso, corretivos e fertilizantes podem ser aplicados em taxa variável, evitando desperdícios e melhorando a eficiência agronômica”, explica.

No caso da Piccin Equipamentos, o portfólio da empresa acompanha essa demanda por maior precisão no campo. Os distribuidores de calcário e fertilizantes já operam com tecnologia de taxa variável, permitindo aplicações ajustadas às necessidades de cada zona do talhão.

A integração com soluções de mapeamento e análise de solo, como as tecnologias da Quanticum/Green X, amplia a conexão entre equipamento, dado e recomendação agronômica em uma mesma estratégia de implantação. “O avanço da tecnologia permite sair de uma lógica baseada apenas na aparência do solo para uma tomada de decisão orientada por dados. Conhecer o talhão em profundidade ajuda a definir o tipo de preparo, a correção adequada e até a melhor variedade para cada condição”, destaca o especialista.

A escolha da intensidade do preparo deve considerar variáveis como textura do solo, qualidade da argila, relevo e disponibilidade hídrica. Em áreas planas e mecanizáveis, é possível realizar operações mais profundas e estruturadas. Já em terrenos declivosos, o manejo exige mais cautela, com preparo em nível e atenção à cobertura do solo para reduzir riscos de erosão.

Com ciclos produtivos longos e alto investimento inicial, a silvicultura depende de decisões assertivas antes do plantio. Diferentemente das culturas anuais, em que ajustes podem ser feitos a cada safra, a floresta exige precisão desde o início. Decisões bem fundamentadas no preparo do solo são determinantes para garantir produtividade, sustentabilidade e maior previsibilidade ao longo de todo o ciclo das árvores.

 



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Copa do Mundo 2026: como transformar torcida em venda?

 


Por Márcia Assis

A cada quatro anos, a Copa do Mundo transforma não apenas estádios e transmissões esportivas, mas também o comportamento de milhões de consumidores. O entusiasmo, expectativa e pertencimento ao time nacional passam a influenciar as decisões de compra – agora guiadas pela celebração e pelo desejo de participar daquele momento cultural.  Nesse cenário, marcas que conseguem traduzir essa torcida em engajamento com autenticidade tendem a capturar não apenas mais vendas, mas também um maior relacionamento e lembranças positivas da experiência vivida. 

Por mais que o mundial seja um palco extremamente atrativo para que os consumidores estejam mais dispostos a comprar produtos e serviços relacionados ao evento, como itens temáticos (camisetas, pelúcias e objetos colecionáveis, por exemplo) e experiências que ampliem a vivência da torcida (Fan Zone), é importante compreender que vender durante a Copa não depende apenas de oferecer promoções relacionadas ao esporte em si, mas de participar, genuinamente, da conversa e da experiência que mobiliza o país. 

Para o marketing, esse tipo de sazonalidade é uma oportunidade valiosa por reduzir a barreira racional da compra e aumentar a relevância de campanhas criativas, contextuais e oportunas. Como prova disso, na última edição do campeonato, em 2022, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo projetou uma movimentação de cerca de R$ 1,48 bilhão em vendas no comércio e serviços no Brasil, um crescimento de 7,9% em relação à Copa de 2018. 

Dentre as estratégias que mais podem beneficiar as empresas nesse sentido, o marketing conversacional é um dos mais relevantes, capaz de transformar a comunicação entre as partes em um diálogo contínuo, ao invés de mensagens unilaterais – o que ganha ainda mais força no mundial pelo fato de o consumidor estar mais engajado e aberto a interações rápidas, dinâmicas e contextuais. 

Os canais mais eficientes para trazer esses resultados são aqueles que combinam alto nível de abertura com potencial de interação, de forma que as empresas consigam conversar em tempo real com seus clientes, responder dúvidas, recomendar produtos e criar experiências gamificadas relacionadas aos jogos e ao momento da partida. Essa proximidade aumenta a percepção de personalização e fortalece o relacionamento, criando uma jornada mais fluida e menos invasiva. 

O WhatsApp se destaca como um dos principais, justamente por ser amplamente utilizado no Brasil e permitir uma comunicação direta, rápida e altamente personalizada. Outro formato que ganhou espaço nos últimos anos é o RCS (Rich Communication Services), que leva a experiência de mensagens a um novo nível ao permitir conteúdos interativos e ricos, com imagens, botões de ação e jornadas mais dinâmicas, aproximando a comunicação dentro do próprio canal de mensagens nativo do celular.  

Além desses, o SMS continua sendo um canal estratégico para mensagens objetivas e com alta taxa de leitura, especialmente em ações pontuais e urgentes. Por fim, não poderíamos deixar de falar do e-mail marketing, que, quando bem segmentado, contribui para nutrir o relacionamento ao longo do torneio com conteúdos mais completos e ofertas direcionadas.    

O grande diferencial, no entanto, está na integração desses canais em uma estratégia omnichannel. Ao conectá-los de forma inteligente, as empresas conseguem garantir consistência na comunicação e acompanhar o consumidor ao longo de toda a jornada, do primeiro contato ao momento da conversão, com mais fluidez e relevância. 

Para isso, o uso estratégico de dados de CRM é crucial, permitindo que as marcas saiam de campanhas massivas e avancem para comunicações altamente segmentadas. Durante a Copa, isso é ainda mais relevante, pois é possível cruzar informações comportamentais (como histórico de compra, preferências, localização e interações anteriores) com momentos específicos do torneio, como jogos do Brasil, gols ou fases decisivas.    

Quando bem implementado, o marketing conversacional mantém o equilíbrio entre automação e toque humano, um diferencial importante para empresas que buscam escalar sem perder qualidade no atendimento. Nesse contexto, o consumidor busca, antes de tudo, entretenimento e conexão emocional, o que faz com que campanhas muito agressivas ou excessivamente promocionais tendam a gerar rejeição.  

O ideal é apostar em conteúdos que agreguem valor (curiosidades, interações, quizzes, ações temáticas e storytelling). A partir disso, insira, de forma natural, oportunidades comerciais ao contexto, tornando a venda em si uma consequência de uma boa experiência, e não o contrário. Favorecendo essa construção, soluções que combinem dados, automação e múltiplos canais de comunicação serão fundamentais para transformar esse alto nível de expectativa em vivências positivas e, consequentemente, em resultados de negócio. 

O consumidor desta Copa de 2026 será ainda mais exigente, imediatista e acostumado a experiências personalizadas. A expectativa será por comunicações relevantes, em tempo real e adaptadas ao seu contexto, que possam ser conduzidas durante um jogo ou em momentos de alta emoção. No final, as marcas que conseguirem se posicionar como parte da celebração, e não apenas como vendedoras, certamente terão vantagem competitiva e, quem sabe, darão uma bela goleada em seus concorrentes. 

Márcia Assis é Gerente de Marketing da Pontaltech, empresa especializada em soluções integradas de VoiceBot, SMS, e-mail, chatbot, WhatsApp e RCS.   

    

Sobre a Pontaltech:   

Fundada em 2011, a Pontaltech é uma empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel que ajuda empresas a automatizar e escalar seus atendimentos com um portfólio composto por diversos canais digitais e de voz. Com soluções integradas de SMS, e-mail, chatbot, WhatsApp, RCS, VoiceBot, entre outros, simplifica a comunicação das empresas com seus clientes de forma inteligente e eficiente, sem nunca perder a proximidade humana. 



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Nathália Bellintani


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