MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

sexta-feira, 31 de julho de 2026

Jovens do interior da Bahia ganham espaço em grandes clubes e mostram como o futebol pode transformar vidas

 




Appian Capital Brazil



Jovens do interior da Bahia ganham espaço em grandes clubes e mostram como o futebol pode transformar vidas

  • Projeto social apoiado pela Appian / Atlantic Nickel revela talentos para Ceará, Bahia e academia de base paulista, unindo formação esportiva, educação e combate à evasão escolar
  • Cerca de 60% dos participantes do projeto foram submetidos a avaliações em clubes brasileiros
  • Iniciativa estimula a educação e o desenvolvimento socioemocional de crianças e adolescentes entre 5 e 14 anos, por meio do esporte.
  • Desde a sua implantação no Sul da Bahia, o programa já impactou positivamente a vida de cerca de 50 jovens da região.

 

No distrito de Tapirama, na zona rural de Gongogi, no Sul da Bahia, o futebol tem sido muito mais do que um jogo. Em um campo simples, cercado por sonhos grandes, meninos que começaram chutando bola entre amigos agora vestem as cores de tradicionais centros de formação do país. O avanço de três jovens atletas para categorias de base de clubes do Nordeste e de São Paulo é o reflexo mais visível de um trabalho que vai além das quatro linhas: usar o esporte como ferramenta concreta de transformação social.

A história nasce na Associação e Escolinha Esportiva Tapirama, projeto social apoiado pela Appian / Atlantic Nickel desde 2021, com a missão de desenvolver crianças e adolescentes por meio do futebol e tem como missão contribuir com a formação pessoal de crianças e adolescentes, desenvolvendo competências socioemocionais a partir da integração entre a educação e o esporte. Desde sua implantação, a iniciativa já impactou 49 jovens da região no entorno dos municípios de Itagibá, Ipiaú e Gongogi, no Sul da Bahia.

“Tenho um sentimento de dever cumprido, pois o futebol tem sido um agente de transformação para a nossa comunidade, algo que eu não sonhava. O esporte é de grande importância aqui e é uma satisfação enorme fazer parte disso tudo! Penso que estamos no caminho certo, estamos fazendo a diferença na vida desses garotos e o apoio da Atlantic Nickel tem sido essencial para viabilidade do projeto”, emociona-se Gil Santos, professor e coordenador da Associação e Escolinha Esportiva Tapirama.

 

Histórias mais genuínas do futebol brasileiro: fábrica de talentos

No entanto, agora, o projeto comemora uma safra especial de talentos — cada um com perfil próprio, trajetórias distintas e um mesmo ponto de partida: o campo de Tapirama. Os números ajudam a dimensionar o impacto: dos 37 alunos atualmente atendidos, 22 já passaram por avaliações em clubes brasileiros — cerca de 60% dos participantes.

“Mas deixo claro que formar atletas nunca foi o meu único objetivo. Aqui em Tapirama, cada contrato assinado representa uma conquista coletiva. Mais do que revelar promessas para o futebol brasileiro, o projeto mostra que, quando aliado à educação e ao compromisso social, o esporte tem potência real para mudar destinos. É ali, longe dos holofotes, que começam algumas das histórias mais genuínas do futebol brasileiro”, pondera Santos.

 

Do interior da Bahia para a categoria sub-15 do Ceará Sporting Club

O caso mais recente é o do goleiro Neymar Castro, de 15 anos. Com impressionantes dois metros de altura e presença marcante debaixo das traves, ele chamou atenção pela maturidade e segurança incomuns para a idade. O jovem passou a integrar neste ano a categoria sub-15 do Ceará Sporting Club, com contrato até 2028, e já se prepara para disputar a próxima Copa do Brasil Sub-15. Aposta para o futuro do clube cearense, ele representa a força de uma formação construída com disciplina e constância.

 

Prata da Casa: direto para categoria sub-13 do Esporte Clube Bahia

No Esporte Clube Bahia, quem desponta é Levy Brito, de apenas 12 anos. Dono de velocidade, leitura de jogo e personalidade competitiva, o atleta assinou contrato de formação com o clube até 2027 e passou a integrar a equipe sub-13. Sua ascensão reforça o olhar atento de um dos principais clubes formadores do país para talentos que surgem longe dos grandes centros.

 

Desbravando novos territórios (região Sudeste): atleta da categoria sub-14 do time I9 Academy, de Ribeirão Preto – interior de São Paulo

Já Samuel Rocha, de 13 anos, trilha um caminho que evidencia persistência e adaptação. Após passagem pelo Bahia, o jovem hoje integra a categoria sub-14 da I9 Academy, de Ribeirão Preto (SP), com contrato até 2028. Reconhecido pela versatilidade e dedicação, Samuel segue sua trajetória em um ambiente voltado ao desenvolvimento técnico de atletas com potencial para o futebol profissional.

 

Muito além dos resultados:  compromisso com o desempenho escolar

Em Tapirama, a permanência no programa está diretamente ligada ao desempenho escolar. Atualmente o programa atende 37 crianças e adolescentes entre 5 e 14 anos, com a realização de mais 40 horas de atividades esportivas no contraturno escolar com cerca de 9 horas treinos de futebol.

Nas categorias Sub-9 a Sub-12, voltada aos garotos maiores, os treinos são realizados 3 vezes por semana, já na categoria Sub-6, direcionada aos meninos menores, eles acontecem 2 vezes. As aulas ocorrem sob a orientação de profissionais. O método alia o desenvolvimento esportivo e socioemocional, por isso, durante os treinos os alunos-atletas aprendem a ganhar, a perder e a dar sempre o seu melhor. Isso tem contribuído inclusive com a evolução acadêmica dos alunos.

 

Na rotina dos treinos, os alunos aprendem fundamentos técnicos, mas também valores essenciais como disciplina, respeito, trabalho coletivo e resiliência. “O futebol funciona como incentivo para que crianças e adolescentes permaneçam na escola, desenvolvam responsabilidade e construam perspectivas de futuro. Há, inclusive, casos de jovens que deixaram de avançar para avaliações em clubes devido ao rendimento escolar, uma demonstração prática de que a educação vem antes da bola”, ressata o professor e coordenador do projeto.

 

Compromisso com a transformação social no entorno das operações

O apoio da Appian Capital Brazil, fundo de investimentos privados especializado em mineração, proprietária da Atlantic Nickel, ativo do grupo produtor de níckel sulfetado, no entorno dos municípios de Itagibá, Ipiaú e Gongogi, no Sul da Bahia, já soma cerca de R$ 70 mil investidos até 2025 e integra a estratégia da companhia de fortalecer o desenvolvimento social nas comunidades do entorno de suas operações.

“O cuidado com as comunidades que recebem nossas operações é uma das nossas principais missões, principalmente no que tange ao fomento da educação. As iniciativas realizadas na localidade poderão transformar positivamente a vida destes jovens, independentemente de seguirem ou não carreira no esporte”, destaca Gilcimar Oliveira, diretor de ESG e Pessoas da Appian Capital Brazil.

Para saber mais, acesse appiancapitaladvisory.com e atlanticnickel.com

 

Sobre a Appian Capital Brazil

A Appian Brasil é o braço regional da Appian Capital Advisory, a maior investidora global de private equity em metais e mineração. Fundada em 2011 em Londres com investimentos em diversos países, a empresa é referência no setor, com seu modelo diferenciado de mineração inteligente, respeitando o meio ambiente, trabalhando de forma integrada com as comunidades onde atua e apoiando o desenvolvimento destas regiões.  Com oito anos de atuação no mercado brasileiro e presente em dois estados (Minas Gerais e Bahia), o fundo se estabeleceu no país em 2018. Atualmente, o grupo possui três ativos no país: Atlantic Nickel, Graphcoa, além da subsidiária Omnigen Energy. Com sólido compromisso e missão de transformar recursos naturais em prosperidade e desenvolvimento sustentável, o grupo trabalha alinhada às melhores práticas ESG. Transformando regiões onde atua, aliado à Integração Social, o grupo Appian tem como prioridade o profundo respeito com as pessoas e com a segurança nas operações.

 

Contatos para imprensa:

Weber Shandwick

E-mail: appianpr@webershandwick.com

Luciana Messa– lmessa@webershandwick.com | Telefone: (11) 99155-7742

Paulo Lima – plima@webershandwick.com | Telefone: (11) 9 8879-1711

 
 


Projeto social apoiado pela Appian / Atlantic Nickel revela talentos para Ceará, Bahia e academia de base paulista, unindo formação esportiva, educação e combate à evasão escolar
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Appian / Atlantic Nickel apresenta novo projeto subterrâneo no Sul da Bahia e agenda socioambiental durante SEMBA 2026

 




Appian Capital Brazil



Appian / Atlantic Nickel apresenta novo projeto subterrâneo no Sul da Bahia e agenda socioambiental durante SEMBA 2026

  • Público terá acesso a estande interativo e experiência imersiva com óculos de realidade virtual que mostra o projeto subterrâneo da Mina de Santa Rita, no município de Itagibá;
  • Visitantes do espaço poderão conhecer as fases do processo de recrutamento e seleção, bem como ter acesso ao banco de oportunidades da empresa;
  • Companhia regenera 388,37 hectares de Mata Atlântica, área equivalente a 543 campos de futebol na região;
  • Gilcimar Oliveira, diretor de ESG e Pessoas, apresentará a Atlantic Nickel em um dos painéis, e Guilherme Guedes, gerente de Assuntos Corporativos, mostrará case sobre iniciativas socioambientais realizadas no estado da Bahia;



A Appian Capital Brazil, fundo de investimento privado especializado em mineração, confirma presença no SEMBA 2026 com novidades. Durante a 8ª edição do evento, o grupo de origem britânica com oito anos de atuação no país, e presente em dois estados, proporcionará uma experiência imersiva ao público presente. Em um espaço interativo de 12m², a companhia disponibilizará uma experiência submersa no universo da mineração, para apresentar o projeto subterrâneo da Mina de Santa Rita da Atlantic Nickel, ativo do grupo produtor de níquel sulfetado verde no sul do estado.

Com o uso de óculos de realidade virtual, o público presente no evento em Feira de Santana terá a oportunidade de realizar um tour e conferir o projeto de operação de níquel no município de Itagibá (BA), que consiste na transição da operação de lavra a céu aberto (extração realizada na superfície da terra) para o método de extração do minério em subsolo profundo. Isso estenderá a vida útil da mina para mais de 30 anos, atingindo uma produção anual de cerca de 30.000 toneladas de níquel. Dentre os avanços mais recentes do projeto, foi realizada a abertura do Portal Sul e, atualmente, já ultrapassamos a marca de 200 metros de túneis construídos.

Além da experiência digital, o público do SEMBA 2026 interessado em conhecer e ingressar no setor mineral poderá, por meio de totens interativos, conhecer o grupo, ter acesso ao seu banco de oportunidades, às fases do processo de recrutamento e seleção e, também, explorar os projetos socioambientais.

Desde outubro de 2019, a Atlantic Nickel mantém um compromisso contínuo com o fomento econômico e a preservação ambiental nas regiões onde atua, operando uma mina a céu aberto com capacidade de processamento de cerca de 6,6 milhões de toneladas de minério por ano.

 

Compromisso com o meio ambiente e a sustentabilidade

Com o propósito de desenvolver as regiões onde atua, aliado a um sólido compromisso ambiental, a Appian/Atlantic Nickel protege 554,51 hectares de Reserva Legal e regenera 388,37 hectares de Mata Atlântica nas regiões de Ipiaú e Itagibá, área equivalente a 543 campos de futebol. Para dar suporte a essa frente, um viveiro próprio em Itagibá, com capacidade anual de 120 mil mudas, produziu 147 mil unidades de espécies nativas nos últimos quatro anos. Essa restauração apoia-se no monitoramento de 387 espécies da fauna e no mapeamento trimestral de 464 espécies da flora local, que resultou no florescimento de 4.200 árvores desde 2018 e no reflorestamento direto de 274 hectares com o plantio de 50 mil mudas nativas. As iniciativas integram o aporte de investimento de R$ 28,7 milhões em gestão ambiental realizado nos últimos quatro anos (média anual de R$ 7,2 milhões).

No que tange à preservação de recursos hídricos, o ativo reaproveita 85% da água no processo industrial. O resultado de todas essas iniciativas reflete na conquista, pelo sexto ano consecutivo, do Selo Ouro no Inventário de Gases de Efeito Estufa (GEE) e do Programa Brasileiro GHG Protocol. Estimulando o fomento da cultura da economia circular na região, a companhia destina materiais recicláveis para associações locais de catadores por meio de seu Centro de Triagem de Materiais, mantendo uma taxa de reciclagem de 90% dos resíduos de sua operação.

 

Painéis Semba 2026: Mineração sustentável e avanços da nova operação subterrânea

Nesta edição, por meio da apresentação de dois painéis, a companhia reforça seu compromisso ao apresentar suas práticas sustentáveis aliadas ao seu modelo de gestão inteligente, consolidando-se como uma importante fomentadora da transição energética. Confira abaixo a programação:

 

Quinta-feira, 06 de agosto de 2026

A Bahia no Centro da Transição Energética Global: o modelo Atlantic Nickel de Mineração Sustentável

    • Palestrantes: Gilcimar Oliveira, Diretor de ESG e Pessoas da Appian Capital Brazil;
      • Horário: 14h10 às 14h30

 

Sexta-feira, 07 de agosto de 2026

Case Pessoas, Comunidades e a Integração Social em transição na Atlantic Nickel

    • Palestrantes: Guilherme Guedes de Paula, Gerente de Assuntos Corporativos, Performance Social e Governança da Appian Capital Brazil.
      • Horário: 8h30 às 9h10

Serviço:

Appian Capital Brazil na 8ª edição do SEMBA 2026

 

Para saber mais sobre a Appian ou Atlantic Nickel, acesse: https://atlanticnickel.com/ / https://appiancapitaladvisory.com/pt-br/.

 

Sobre a Appian Capital Brazil

A Appian Brasil é o braço regional da Appian Capital Advisory, a maior investidora global de private equity em metais e mineração. Fundada em 2011 em Londres com investimentos em diversos países, a empresa é referência no setor, com seu modelo diferenciado de mineração inteligente, respeitando o meio ambiente, trabalhando de forma integrada com as comunidades onde atua e apoiando o desenvolvimento destas regiões.  Com oito anos de atuação no mercado brasileiro e presente em dois estados (Minas Gerais e Bahia), o fundo se estabeleceu no país em 2018. Atualmente, o grupo possui três ativos no país: Atlantic Nickel, Graphcoa, além da subsidiária Omnigen Energy. Com sólido compromisso e missão de transformar recursos naturais em prosperidade e desenvolvimento sustentável, o grupo trabalha alinhada às melhores práticas ESG. Transformando regiões onde atua, aliado à Integração Social, o grupo Appian tem como prioridade o profundo respeito com as pessoas e com a segurança nas operações.

 

Contatos para imprensa:

Weber Shandwick

E-mail: appianpr@webershandwick.com

Luciana Messa– lmessa@webershandwick.com | Telefone: (11) 99155-7742

Giullia Falcetta – gfalcetta@webershandwick.com | Telefone: (11) 9 9398-4545

Paulo Lima – plima@webershandwick.com | Telefone: (11) 9 8879-1711

 
 


Público terá acesso a estande interativo e experiência imersiva com óculos de realidade virtual que mostra o projeto subterrâneo da Mina de Santa Rita, no município de Itagibá;
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AELO alerta para os 5 principais golpes na compra de terrenos e lança nova fase da campanha Lote Legal

 




AELO


AELO alerta para os 5 principais golpes na compra de terrenos e lança nova fase da campanha Lote Legal


A Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano (AELO) completa 45 anos, está presente em 21 estados brasileiros e com mais de 1.000 empresas de loteamentos associadas, lança a nova fase da Campanha Lote Legal.

“A campanha consolidou-se como uma das principais iniciativas de orientação ao consumidor, reforçando a importância da regularidade jurídica, ambiental e urbanística na aquisição de lotes. A ação tem alertado a população sobre os riscos de empreendimentos irregulares, destacando os critérios que garantem segurança na compra. A proposta é fortalecer a confiança no mercado formal e valorizar as empresas comprometidas com boas práticas e responsabilidade social. Nesta nova fase, a campanha amplia sua presença nas redes sociais com conteúdo didático, em linguagem acessível, aproximando ainda mais a entidade do público final”, explica Caio Portugal, presidente da AELO.

 

Os golpes mais comuns têm a capacidade de enganar as pessoas e variam muito pouco. Mesmo assim, sempre há gente sendo lesada pelos espertalhões. Conheça os cinco principais:

– Vender terrenos com promessa de regularização posterior - O golpe mais primário que existe, é também o mais usado pelos estelionatários. Não existe produto que possa ser vendido sem ter existência assegurada. Por exemplo, um carro não pode ser vendido se estiver pronto e legalizado para venda. A fábrica não pode vender, a concessionária não pode vender e o comprador não pode comprar. O mesmo princípio é válido para o caso de loteamentos.

– Vender partes de terrenos ainda não desmembrados - A chamada fração ideal de terreno não é algo que possa ser vendida, pois não se vende um pedaço indeterminado de terreno. Não é uma operação legal, nem regular. Terrenos não desmembrados não existem de fato, nem de direito. Também não existe possibilidade de cumprir a promessa de regularização posterior, pois a lei não permite.

– Vender lotes em empreendimentos ainda não aprovados pela prefeitura - Isso não existe. O lote a ser vendido só existe quando está registrado em cartório. Antes disso, é apenas um pedaço de terra sem lugar determinado. Mesmo com a promessa de regularização posterior, nada garante que o comprador seja o proprietário do lote citado. A lei só permite a venda de lotes registrados em cartório.

– Vender lotes em empreendimentos ainda não registrados em cartório - Esse golpe é muito comum, pois o estelionatário promete o registro em pouco tempo. O que aparenta ser verdade pode ser um grande transtorno para o comprador, pois o cartório pode negar o registro e não acontece o desmembramento. O cartório dá existência legal ao lote. Antes disso, é golpe. Mesmo com a promessa de regularização posterior, nada garante que o comprador seja o proprietário do lote. A lei só permite a venda de lotes registrados em cartório.

– Vender lotes em empreendimentos em região de manancial - Esse golpe atrai muita gente com a promessa de uma vida em contato com a natureza e o ar puro. O mais provável é a perda de dinheiro o do sossego, pois a área deverá ser desocupada como manda a Lei federal 9.605/98, que pune os crimes ambientais.

 

Todo conteúdo de orientação para a compra de lote, está no site da campanha Lote Legal - https://www.lotelegal.com.br/  e nas redes sociais da AELO.

 

Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano
AELO –
www.aelo.com.br

 

Vera Moreira Comunicação – Assessoria de Imprensa da AELO
(11) 99989-6217 | 3253-0729 – veramoreira@veramoreira.com.br

 



AELO
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Vera Moreira
veramoreira@veramoreira.com.br
(11) 3253-0729 / (11) 99989-6217

Pets no inverno: conheça quatro cuidados para ter com cães e gatos durante as baixas temperaturas

 

Pets no inverno: conheça quatro cuidados para ter com cães e gatos durante as baixas temperaturas

Garantir a hidratação, reduzir o tempo de passeio e manter a vacinação em dia estão entre os pontos de atenção no período

Com a queda da temperatura, a rotina de cães e gatos precisa de alguns ajustes para evitar desconfortos e problemas de saúde. Assim como acontece com as pessoas, os pets também podem sentir os efeitos do frio, especialmente filhotes, idosos, os que possuem pelo curto e aqueles que já têm alguma condição respiratória ou de saúde. Tremores intensos, apatia, perda de apetite, tosse, espirros, secreção nasal e respiração mais lenta estão entre os sinais que merecem atenção dos tutores.

Segundo Daniela Bochi, médica-veterinária e Gerente de Marketing do Grupo Petz Cobasi, o inverno pede cuidados simples, mas importantes para preservar a saúde dos pets. “O frio não deve ser tratado apenas como uma questão de conforto. O tutor deve observar constantemente o comportamento do animal, mantê-lo protegido e procurar orientação veterinária se perceber sintomas persistentes”, afirma.

Assim, para ajudar tutores a adaptarem a rotina de cães e gatos durante o período de baixas temperaturas, a especialista lista quatro cuidados fundamentais que contribuem para a saúde e bem-estar dos animais.

1 – Manter os pets em locais protegidos e fornecer itens para aquecimento

Durante os dias frios, cães e gatos devem ficar em locais protegidos de vento, chuva e umidade. Caminhas, mantas e cobertores limpos e secos ajudam a manter o conforto térmico. As roupinhas também podem ser aliadas, principalmente para animais de pelo curto, idosos ou mais sensíveis ao frio, desde que não limitem os movimentos nem causem superaquecimento.

2 – Reduzir o tempo de passeio ao ar livre ou manter os animais dentro de casa

Nos dias mais frios, os passeios com cães devem ser mais curtos e, sempre que possível, realizados em horários de temperatura mais amena. No caso dos gatos, a recomendação é evitar o acesso à rua, especialmente em períodos de frio intenso, chuva ou vento, para que permaneçam em um ambiente seguro, seco e aquecido.

“É importante destacar que sempre que os pets retornarem de passeios, tutores devem garantir que as patas fiquem limpas e secas. Além disso, é aconselhável que responsáveis pelos animais estimulem brincadeiras e atividades dentro de casa ao reduzirem passeios para a rua, garantindo o gasto de energia e evitando o sedentarismo”, explica Bochi.

3 - Manter a hidratação

No frio, muitos pets tendem a beber menos água, seja pela menor sensação de sede, ou pela redução das atividades físicas. Ainda assim, a hidratação continua essencial para o funcionamento do organismo, incluindo a regulação da temperatura corporal, a digestão, a circulação e a saúde urinária. Quando a ingestão de água diminui de forma significativa, cães e gatos podem ficar mais suscetíveis a problemas, especialmente no sistema urinário.

Uma dica é oferecer água limpa e fresca com frequência, espalhando diversos potes pela casa. Também é indicado inserir alimentos mais úmidos na alimentação de cães e gatos. Casos de recusa total de água e sintomas como vômito e diarreia devem ser levados ao veterinário.

4 - Assegurar que a vacinação esteja em dia

Estar com o calendário vacinal atualizado é essencial durante todo o ano, mas ganha ainda mais importância durante o inverno. As temperaturas mais baixas podem favorecer a circulação de vírus e bactérias, além de deixar cães e gatos mais suscetíveis a doenças respiratórias e outras infecções. Por isso, manter a vacinação em dia é uma das principais formas de prevenção.

“As vacinas ajudam a proteger os animais contra doenças que podem ser graves, contagiosas e, em alguns casos, fatais. No período de frio, quando os pets costumam ficar mais tempo em ambientes fechados, essa proteção se torna ainda mais importante”, informa a médica-veterinária e Gerente de Marketing do Grupo Petz Cobasi.

Campanha do Agasalho Pet

Além dos cuidados com os pets dentro de casa, o inverno também acende um alerta para cães e gatos que vivem em abrigos ou estão sob os cuidados de ONGs e protetores independentes. Nessa época, a queda nas temperaturas aumenta a necessidade de itens como cobertores, caminhas, roupinhas e casinhas, que ajudam a manter os animais protegidos do frio, da umidade e do vento.

Ainda de acordo com Bochi, olhar para esses animais também faz parte dos cuidados essenciais no período. Muitas organizações mantêm um grande número de cães e gatos resgatados e dependem de doações para garantir alimentação, abrigo e bem-estar, especialmente nos meses mais frios.

“Doar roupinhas, cobertores, caminhas e casinhas em bom estado para ONGs de animais resgatados é uma forma concreta de ajudar cães e gatos a atravessarem o inverno com mais segurança. Muitas instituições acolhem filhotes, idosos e animais em recuperação, que precisam de abrigo seco e aquecido para se manterem saudáveis”, diz.

Até o dia 30 de agosto acontece a 9ª edição da Campanha do Agasalho Pet da Cobasi, em que clientes e tutores podem doar itens de inverno em qualquer unidade da marca nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A iniciativa beneficiará mais de 100 ONGs e integra o pilar de doações do Cobasi Cuida, programa social pioneiro no varejo pet.

Sobre a Cobasi 

A Cobasi é uma empresa com 40 anos de história, pioneira no conceito de megaloja com produtos para pets, casa e jardim no Brasil. A marca conta com mais de 250 lojas distribuídas em 19 estados e no Distrito Federal, oferecendo milhares de itens e soluções para o dia a dia dos consumidores. Em 2026, concluiu a fusão com a empresa Petz e passou a integrar o Grupo Petz Cobasi.

quinta-feira, 30 de julho de 2026

 Pode ser uma imagem de texto que diz "0 MAU-CARÁTER MAU- CRIA a mentira A IMPRENSA A IDIOTA ESPALHA OIMBECII ACREDI"

Governo esconde encontros com Vorcaro

 

JORNAL A REGIÃO

O deputado federal, e candidato ao Senado, Sanderson (PL-RS) protocolou nesta quarta-feira, uma representação no Tribunal de Contas da União (TCU) pedindo a apuração da decisão do Ministério da Justiça que manteve sob sigilo, por 100 anos, os registros de visitas ao banqueiro Daniel Vorcaro enquanto esteve custodiado na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

O documento foi encaminhado ao presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo Filho. Na representação, o parlamentar sustenta que a medida viola os princípios constitucionais da publicidade, da transparência e da moralidade administrativa, além de contrariar a Lei de Acesso à Informação.

Segundo Sanderson, os registros de entrada e saída de visitantes são documentos administrativos produzidos por um órgão público e, por isso, devem estar sujeitos ao controle social. O deputado argumenta que a eventual existência de dados pessoais não justifica o bloqueio integral, já que seria possível resguardar informações sensíveis por meio da divulgação parcial.

“A Administração Pública não pode transformar a exceção em regra. O sigilo de 100 anos deve ser utilizado apenas nas hipóteses previstas em lei, com fundamentação concreta e proporcional. Quando há interesse público envolvido, a transparência deve prevalecer”, afirmou o parlamentar.

Na ação, Sanderson também argumenta que o Ministério da Justiça aplicou de forma ampla e desproporcional a proteção à intimidade prevista na Lei de Acesso à Informação, sem demonstrar quais dados precisariam permanecer protegidos nem justificar a impossibilidade de fornecer os registros com a supressão das informações pessoais.

O deputado ressalta ainda que os documentos dizem respeito ao acesso de pessoas a uma unidade da Polícia Federal durante um período considerado de relevante interesse institucional, envolvendo procedimentos conduzidos por órgãos públicos.

Na representação, Sanderson solicita que o TCU abra procedimento de fiscalização, requisitando o processo administrativo que fundamentou a manutenção do sigilo, incluindo pareceres técnicos e jurídicos, além de revisar a decisão caso seja constatada incompatibilidade com a Constituição Federal e com a Lei de Acesso à Informação.

“É fundamental garantir que os órgãos públicos atuem com transparência e permitam o devido acompanhamento da sociedade. O controle público é um instrumento essencial da democracia”, concluiu o deputado. Com Diário do Poder

Bahia terá concurso para polícia civil

 

JORNAL A REGIÃO

O Governo da Bahia publicou, nesta quinta-feira, o edital para inscrição no concurso da Polícia Civil da Bahia, com 750 vagas. O certame prevê o provimento de 100 vagas para delegado, 150 para escrivão e 500 para investigador. O período para inscrição vai de 7 de agosto a 8 de setembro.

A remuneração para o cargo de delegado pode atingir R$ 16.400, enquanto investigador e escrivão têm salário previsto de até R$ 6.400. Todos têm carga de 40 horas semanais e exigência de nível superior completo para concorrer a uma das vagas.

No caso do cargo de delegado, é exigido curso de bacharelado em Direito. Para investigador e escrivão o candidato pode ter diploma de qualquer curso superior.

A taxa de inscrição para concorrer a uma vaga de delegado é de R$ 220. Já para investigador e escrivão, o valor da inscrição é de R$ 190. As inscrições para o concurso serão realizadas pela internet, no site www.institutoaocp.org.br

Atlantic mostra mineração subterrãnea

 

jornal a região

A Appian Capital Brazil, fundo de investimento privado especializado em mineração, vai mostrar, no SEMBA 2026, uma experiência imersiva, em um espaço interativo de 12m². O visotante poderá viver a experiência de percorrer o projeto subterrâneo da Mina de Santa Rita da Atlantic Nickel, no sul da Bahia.

Com óculos de realidade virtual, o público terá a oportunidade de fazer um tour e conferir o projeto de operação de níquel em Itagibá (BA), que consiste na transição da operação de lavra a céu aberto para o método de extração do minério em subsolo profundo.

Isso estenderá a vida útil da mina para mais de 30 anos, atingindo uma produção anual de cerca de 30.000 toneladas de níquel. Dentre os avanços mais recentes do projeto, foi realizada a abertura do Portal Sul e, atualmente, já ultrapassamos a marca de 200 metros de túneis construídos.

Além da experiência digital, o público interessado em conhecer e ingressar no setor mineral poderá, por meio de totens interativos, conhecer o grupo, ter acesso ao seu banco de oportunidades, às fases do processo de recrutamento e seleção e, também, explorar os projetos socioambientais.

Desde outubro de 2019, a Atlantic Nickel mantém um compromisso contínuo com o fomento econômico e a preservação ambiental nas regiões onde atua, operando uma mina a céu aberto com capacidade de processamento de cerca de 6,6 milhões de toneladas de minério por ano.

A Appian/Atlantic Nickel protege 554 hectares de Reserva Legal e regenera 388 hectares de Mata Atlântica nas regiões de Ipiaú e Itagibá, área equivalente a 543 campos de futebol. Para dar suporte a essa frente, um viveiro próprio em Itagibá, com capacidade anual de 120 mil mudas, produziu 147 mil nos últimos quatro anos.

Essa restauração apoia-se no monitoramento de 387 espécies da fauna e no mapeamento trimestral de 464 espécies da flora, resultando no florescimento de 4.200 árvores desde 2018 e no reflorestamento direto de 274 hectares com o plantio de 50 mil mudas nativas.

Grupo Petrópolis conquista ouro e bronze na Copa Brasileira de Lúpulo 2026

 


Projeto de pesquisa da companhia reforça o potencial do cultivo nacional e impulsiona a inovação na cadeia cervejeira

 

O incentivo ao desenvolvimento técnico e científico da indústria nacional de lúpulo pelo Grupo Petrópolis - maior cervejaria com capital 100% nacional - resultou em mais um reconhecimento. A companhia foi premiada com duas medalhas na 5ª edição da Copa Brasileira de Lúpulo: ouro com a variedade Chinook e bronze com a Comet.

A cerimônia de premiação foi realizada em Campinas, no interior de São Paulo, e reuniu produtores de diferentes regiões do país para reconhecer a qualidade do lúpulo cultivado em território nacional. As variedades premiadas do Grupo Petrópolis foram cultivadas na Fazenda São Francisco, localizada junto à fábrica de Teresópolis (RJ).

O projeto começou como um piloto, em 2018, e segue sendo um laboratório para pesquisar diferentes variedades às condições climáticas brasileiras e avaliar suas adaptações, contribuindo para o fortalecimento da produção brasileira do insumo essencial para a indústria cervejeira.

Hoje, o Grupo Petrópolis mantém plantações em Teresópolis (RJ) e Uberaba (MG), que somam 7,5 hectares – a maior área de cultivo de lúpulo homologada pelo Ministério da Agricultura. Ao longo do projeto, já foram plantadas inúmeras variedades de lúpulo, entre elas as premiadas Chinook, que se diferenciam pelas suas notas aromáticas predominantemente resinosas e herbaise, e Comet, que se destaca pelos aromas cítricos e frutados.

“Estamos muito contentes em receber esse reconhecimento importante para o trabalho de pesquisa que fazemos no Grupo Petrópolis. E, como bônus, pudemos apresentar os resultados das espécies que mostraram os melhores resultados de adaptação e aprender mais sobre a plantação de lúpulo no Brasil junto de outros produtores”, comenta Leonardo Penna, especialista em Inovação de Cerveja e Produção do Grupo Petrópolis.

O reconhecimento acontece em um momento de expansão da produção nacional. De acordo com dados da Aprolúpulo (Associação Brasileira de Produtores de Lúpulo), a produção nacional teve um salto superior a 40% no volume colhido entre 2023 e 2024, impulsionada tanto pela ampliação da área plantada quanto pela adoção de técnicas de cultivo mais eficientes.

GRUPO PETRÓPOLIS INVESTE EM INOVAÇÃO PARA FORTALECER O CULTIVO NACIONAL

O projeto de cultivo de lúpulo do Grupo Petrópolis teve início em 2018, na Serra do Capim, em Teresópolis (RJ), e posteriormente foi ampliado para Uberaba (MG), ambas próximas de suas unidades fabris. O objetivo é desenvolver conhecimento técnico sobre a cultura, identificar variedades mais adaptadas ao clima brasileiro e estimular o crescimento.

Além da pesquisa agronômica, o projeto também investe em práticas voltadas à sustentabilidade. Em Teresópolis, houve a implementação de boas práticas com compostagem dos resíduos do lúpulo para aplicação no campo, resultando em uma economia de 75% nos custos de manejo da terra, criando a oportunidade de aplicação de uma estratégia de economia circular que aproveita o resíduo gerado da coleta e trituração das ramas de lúpulo.

“O lúpulo é um ingrediente essencial na produção de cervejas e temos o compromisso de fomentar sua cultura de plantio no Brasil. Essa iniciativa nos traz pioneirismo e a responsabilidade de promover melhorias contínuas no nosso processo produtivo. Para isso, estabelecemos práticas, a partir de estudos para a avaliação e seleção de variedades com melhor desempenho”, conta Penna.

Já em Uberaba, o Grupo Petrópolis aperfeiçoou a mecanização do campo para otimizar o manejo da cultura. A adoção de novas tecnologias garante eficiência nas atividades de manejo, redução de desperdícios e custos operacionais, assim assegurando maior uniformidade na aplicação de insumos e condições mais seguras na lavoura.

Plano Safra 2026/27 é ampliado, mas rigor no acesso ao crédito gera preocupação

 


LS Tractor

Plano Safra 2026/27 é ampliado, mas rigor no acesso ao crédito gera preocupação

Mesmo com o aumento dos recursos e condições mais favoráveis para parte dos produtores, o endurecimento das análises pelos bancos ainda limita o acesso ao financiamento. Diante desse cenário, fabricantes de máquinas oferecem alternativas para manter os investimentos no campo

O aumento dos recursos anunciado pelo Governo Federal no Plano Safra 2026/27 foi recebido de forma positiva pelo setor de máquinas agrícolas, mas o acesso efetivo ao crédito continua sendo motivo de preocupação. Embora o programa amplie o volume de financiamentos e reduza as taxas de juros em algumas modalidades de investimento, o maior rigor das instituições financeiras na concessão de crédito ainda limita a chegada de fato desses recursos ao produtor rural.

O Plano Safra prevê R$ 525,1 bilhões para o crédito da agricultura empresarial, um aumento de R$ 9 bilhões em relação ao ciclo anterior. Desse total, R$ 72,6 bilhões serão destinados aos médios produtores enquadrados no Pronamp e R$ 452,5 bilhões aos demais produtores rurais e cooperativas. Para a agricultura familiar, foram reservados R$ 85,2 bilhões para operações do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), principal linha de crédito voltada aos pequenos produtores.

Segundo Felippe Vieira, diretor comercial da LS Tractor, multinacional sul-coreana com coração brasileiro, o Plano Safra 2026/27 representa um avanço ao ampliar os recursos destinados à agricultura familiar e oferecer condições mais favoráveis em importantes linhas de investimento. No entanto, a efetividade dessas medidas depende da capacidade de o crédito chegar ao campo durante toda a safra.

“Nos últimos anos, vimos recursos anunciados se esgotarem rapidamente ou as operações deixarem de ser aprovadas por causa do maior rigor das instituições financeiras. O produtor precisa ter a segurança de que, quando decidir investir em um trator, encontrará o crédito disponível e condições para contratar esse financiamento”, afirma.

De acordo com o executivo, o aumento da inadimplência observado nos últimos anos contribuiu para que bancos e demais agentes financeiros endurecessem os critérios de concessão de crédito. “Exigências maiores de garantias, análises mais rigorosas e menor apetite para assumir riscos reduziram o número de operações aprovadas. Além disso, enquanto não houver medidas que permitam ao produtor reorganizar sua situação financeira, uma parcela importante continuará sem conseguir acessar esse crédito”, explica Vieira.

Alternativas estratégicas

Mesmo diante desse cenário, a classe produtora precisa manter os investimentos para garantir a continuidade da produção e a competitividade da propriedade. Para os agricultores familiares que buscam mecanizar suas operações, a principal porta de entrada continua sendo o Pronaf. Conforme explica o diretor comercial da LS Tractor, essa modalidade permite financiar tratores de até 80 cavalos com juros equalizados de 5% ao ano, além de oferecer prazos mais longos e período de carência. “Esperávamos uma redução na taxa de juros para aquisição de tratores, mas isso infelizmente não aconteceu. Mesmo assim, o Pronaf continua sendo uma excelente ferramenta para quem está adquirindo o primeiro equipamento ou substituindo seu usado por um novo", cita.

Do portfólio da multinacional, por exemplo, a empresa oferece modelos como MT2, MT4, R50, R65, MT7 além da linha Plus, que permitem aos agricultores familiares ter acesso a tecnologias antes disponíveis apenas em máquinas de maior porte. “O MT4, por exemplo, é um trator extremamente versátil, indicado para atividades como cafeicultura, fruticultura, horticultura, tabaco e pecuária. Costumamos dizer que ele é o ‘SUV’ da propriedade rural pela capacidade de atender diferentes operações”, reforça Vieira.

Como alternativa para ampliar o acesso à mecanização, a marca também vem fortalecendo soluções próprias de financiamento. Uma delas é o consórcio, que passou a ganhar importância estratégica dentro da companhia. Desde o ano passado, a fabricante contempla mensalmente dez tratores, iniciativa que tem ampliado as oportunidades para produtores que desejam investir em novos equipamentos sem depender exclusivamente das linhas tradicionais de crédito rural.

Além do consórcio, o banco de fábrica e as cooperativas de crédito também vêm se consolidando como alternativas para aqueles que encontram dificuldades nas instituições financeiras tradicionais. “As cooperativas costumam conhecer melhor o histórico do produtor e conseguem avaliar cada caso de forma mais próxima. Muitas vezes, operações negadas por bancos comerciais acabam sendo aprovadas por essas instituições, ampliando as possibilidades de acesso ao crédito”, afirma o diretor comercial.

LS segue investindo no Brasil

Mesmo diante de um cenário mais desafiador para o crédito rural, a LS Tractor mantém seu plano de expansão no mercado brasileiro. Desde 2024, a multinacional sul-coreana investiu R$ 40 milhões no País e, recentemente, anunciou um novo aporte de R$ 20 milhões para os próximos dois anos. Os recursos serão destinados à modernização do portfólio de produtos, à infraestrutura da fábrica, aos sistemas de tecnologia da informação e ao fortalecimento da estrutura de pós-venda.

Além disso, prepara o lançamento, ainda este ano, de um novo trator de 80 cavalos voltado ao segmento de entrada, ampliando seu portfólio com equipamentos mais acessíveis, sem abrir mão da tecnologia. “Hoje somos reconhecidos pelos produtos premium que entregam alta produtividade, mas também queremos ampliar a atuação em segmentos mais econômicos. O objetivo é democratizar o acesso à mecanização e oferecer tecnologia para produtores de todos os portes, com equipamentos modernos, eficientes e competitivos”, conclui Vieira.

Sobre a LS Tractor

A LS Tractor é a marca de tratores da sul-coreana LS Mtron, integrante do LS Group – o 13º maior grupo empresarial da Coreia do Sul, com presença global, mais de 21 mil colaboradores e vendas anuais acima de 30 bilhões de dólares. Presente no Brasil com fábrica em Garuva (SC), a empresa atua no setor de máquinas agrícolas com uma linha de tratores voltada a diferentes perfis de produtores. Com mais de 86 concessionárias em território nacional, a LS Tractor tem ampliado sua presença no mercado brasileiro por meio de estratégias baseadas nos dados de mercado, expansão da rede com foco na proximidade com os clientes e desenvolvimento de novas tecnologias em transmissão para atender as demandas do campo.



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Felippe Vieira, diretor comercial da LS Tractor
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Conectar inovação ao produtor é o novo desafio do agronegócio brasileiro

 


AgrochemShow

Conectar inovação ao produtor é o novo desafio do agronegócio brasileiro

AgriConnection apresenta durante o Brasil AgrochemShow modelo que integra pesquisa, regulamentação, inteligência comercial e logística para acelerar a chegada de novas tecnologias ao campo

O crescimento dos produtos biológicos, da agricultura digital e da participação de fornecedores internacionais tem ampliado um novo desafio para o agronegócio brasileiro: transformar inovação em acesso efetivo ao produtor rural. O tema será apresentado pela AgriConnection durante o 17º Brasil AgrochemShow, a ser realizado nos dias 3 e 4 de agosto, em São Paulo, evento que reúne empresas e especialistas do mercado global de agroquímicos e bioinsumos.

À medida que o setor amplia a oferta de tecnologias para proteção de cultivos, nutrição vegetal, agricultura de precisão e manejo integrado, cresce também a necessidade de conectar fabricantes, distribuidores, cooperativas e produtores de forma mais eficiente.

Segundo Daniel Dias, presidente do Conselho da AgriConnection, o diferencial competitivo deixou de estar apenas no desenvolvimento de novas soluções. "Hoje, o verdadeiro desafio é transformar inovação em acesso efetivo ao produtor rural. Uma tecnologia de excelência, por si só, não garante sucesso. É preciso compreender profundamente a dinâmica da agricultura brasileira, suas particularidades regionais, seus canais de distribuição e o ambiente regulatório", afirma.

Esse movimento ocorre em um mercado cada vez mais integrado, no qual tecnologias químicas, biológicas, soluções para nutrição vegetal, agricultura de precisão e ferramentas digitais deixam de competir entre si para atuar de forma complementar, permitindo programas de manejo mais eficientes e adaptados às diferentes realidades produtivas.

O avanço dos bioinsumos ilustra essa transformação. Dados da CropLife Brasil mostram que o mercado brasileiro movimentou R$ 6,2 bilhões em 2025, crescimento de 15% em relação ao ano anterior. A área tratada com produtos biológicos alcançou 194 milhões de hectares, alta de 28% sobre 2024. "As soluções biológicas continuarão crescendo de forma consistente, atuando em complementaridade às tecnologias químicas", avalia Dias.

Entrada no mercado exige conhecimento local

Embora o Brasil represente um dos maiores mercados agrícolas do mundo, introduzir uma nova tecnologia no país envolve muito mais do que disponibilizar um produto. O processo exige conhecimento das diferentes regiões produtoras, compreensão das demandas agronômicas, estrutura dos canais de distribuição, logística e atendimento às exigências regulatórias de cada categoria.

Na avaliação da AgriConnection, quatro fatores são decisivos para o sucesso de empresas internacionais no mercado brasileiro: inteligência de mercado, segurança regulatória, eficiência logística e estratégia comercial.

Além da adaptação às condições de clima, solo, pressão de pragas e sistemas produtivos, muitas soluções passam por pesquisas, validações agronômicas, estudos de campo, adaptações de formulação, registro e definição da estratégia de comercialização antes de chegarem ao produtor.

Para atender essas etapas, a empresa atua em conjunto com a Agripedia. Enquanto a AgriConnection concentra as atividades de acesso ao mercado, comercialização, importação, logística e desenvolvimento de negócios, a Agripedia é responsável por pesquisa, desenvolvimento, validação agronômica e inteligência regulatória. "Essa integração reduz riscos, acelera processos e aumenta significativamente as chances de sucesso dos nossos parceiros internacionais", destaca Dias.

Portfólios mais estratégicos

A ampliação da oferta de fornecedores internacionais também permite que distribuidores e cooperativas construam portfólios mais estratégicos, selecionando soluções capazes de responder a desafios agronômicos específicos, e não apenas ampliando o número de produtos disponíveis.

Para as indústrias, isso reduz riscos e facilita a entrada no mercado brasileiro. Para distribuidores e cooperativas, amplia o acesso à inovação. Já para o produtor rural, significa mais alternativas para construir programas de manejo voltados à produtividade, previsibilidade e retorno econômico."O produtor brasileiro tornou-se extremamente técnico em suas decisões. Hoje ele busca produtividade, previsibilidade e retorno econômico", ressalta o executivo.

A relevância dessa integração também pode ser observada no mercado de fertilizantes. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Brasil recebeu 45,5 milhões de toneladas do insumo pelos principais corredores portuários em 2025, demonstrando a dimensão da dependência de fornecedores internacionais e a importância de uma estrutura eficiente de logística e acesso ao mercado.

Brasil AgrochemShow

Durante o Brasil AgrochemShow, a AgriConnection apresentará seu modelo de atuação voltado à integração entre fabricantes globais, canais de distribuição e produtores brasileiros. A feira deverá reunir participantes de mais de 20 países para discutir tendências relacionadas a agroquímicos, bioinsumos, registro de produtos, sustentabilidade e comércio internacional.

Para Dias, a competitividade da agricultura brasileira dependerá cada vez mais da capacidade de integrar ciência, pesquisa, regulamentação, logística e estratégia comercial. "O futuro da agricultura será construído por empresas capazes de transformar inovação em soluções que cheguem ao produtor rural de forma rápida, segura e eficiente."

Sobre a AgriConnection

Somos a rede de acesso que conecta o mercado agro brasileiro às indústrias globais, oferecendo soluções financeiras, amplo portfólio próprio de defensivos, nutrição, fertilizantes e biológicos, com negociações ágeis e logística eficiente.
Nosso modelo inovador traz conveniência e confiabilidade para a melhor tomada de decisão, gerando resultados que fazem a diferença.
 
AgriConnection, o novo jeito de fazer negócios


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Daniel Dias,  AgriConnection
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Buscas por veículos eletrificados novos crescem 15% no primeiro semestre de 2026 na Bahia, revela Webmotors

 

Webmotors

Buscas por veículos eletrificados novos crescem 15% no primeiro semestre de 2026 na Bahia, revela Webmotors

Procura por elétricos 0KM foi a que mais cresceu no período, mas híbridos seguem dominando em volume de buscas

No ranking dos eletrificados 0KM mais buscados no período, o GWM Haval H6 encabeça a lista (Imagem: Divulgação GWM)

São Paulo, julho de 2026 - O mercado de veículos eletrificados segue em expansão na Bahia. Dados do Webmotors Autoinsights, ferramenta que fornece informações sobre o mercado automotivo brasileiro, apontam um crescimento de 15% no interesse por veículos novos elétricos e híbridos no primeiro semestre de 2026 no estado. O levantamento é realizado com base nas buscas e visitas que esses modelos receberam na plataforma entre janeiro e junho de 2026. 

Os modelos 100% elétricos foram os que mais cresceram em buscas no período, com alta de 45% com relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto os híbridos cresceram 7%. Por outro lado, quando considerado o volume de buscas, são os híbridos que se destacam, com 71% contra 29% dos elétricos. 

No ranking dos modelos eletrificados 0KM mais buscados no período, o GWM Haval H6 encabeça a lista. Na sequência, estão BYD King, BYD Dolphin Mini, Omoda 5, BYD Seal, BYD Dolphin, Omoda 7, BYD Song Pro, Land Rover Defender e Volvo EX2.

Sobre a Webmotors

A Webmotors (www.webmotors.com.br) foi a primeira marca brasileira a inovar na forma de comprar e vender carros e é o principal ecossistema automotivo, que engloba desde a compra, venda e uso do veículo, oferecendo soluções completas para o segmento no Brasil. Fundada em 1995, Webmotors foi pioneira na inovação do marketplace online automotivo e continua a definir o padrão para compra, venda e pesquisa online automotiva.

Em 2002, o Grupo Santander Brasil se juntou à Webmotors como seu principal parceiro e, em abril de 2013, a empresa deu boas-vindas à carsales.com Ltd., que adquiriu uma participação de 30%. Desde então, a empresa de tecnologia australiana contribuiu para a aceleração do crescimento da Webmotors e, em março de 2023, a carsales.com Ltd. aumentou sua participação acionária na Webmotors para 70%. O Santander mantém os outros 30%, além da exclusividade comercial, sendo o parceiro de crédito, seguros e soluções financeiras para transações feitas por meio da plataforma da Webmotors.

 

Informações para a imprensa 

RPMA Comunicação 

www.rpmacomunicacao.com.br

Jaqueline Nunes - jaqueline.nunes@rpmacomunicacao.com.br

(13) 98821-0853 / (11) 94119-9351

Relações com a imprensa – Webmotors  

www.webmotors.com.br/

Vinícius Fernandes Chaves – vinicius.chaves@webmotors.com.br

Relações com a imprensa – Santander Brasil

www.santander.com.br 

Luciana Silva – luciana.silva@prservicos.com.br




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Samara Castro
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CHG-MERIDIAN aposta na modernização de hospitais e laboratórios de grande porte do Nordeste para expandir atuação na região

 



CHG-MERIDIAN aposta na modernização de hospitais e laboratórios de grande porte do Nordeste para expandir atuação na região

Multinacional alemã leva modelo de leasing operacional para polos de saúde na Bahia, Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba, viabilizando a atualização contínua de equipamentos médicos e de TI sem comprometer o fluxo de caixa das instituições

A CHG-MERIDIAN, multinacional de gestão de tecnologia e leasing operacional, ampliará sua estratégia comercial com foco na construção de uma presença mais robusta na região Nordeste do Brasil. Como parte deste movimento, a companhia elegeu o setor de Saúde como uma de suas verticais prioritárias, apostando no apoio à infraestrutura de hospitais e laboratórios de grande porte nos estados da Bahia, Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba.

“A rápida evolução das tecnologias médicas tem exigido das instituições de saúde uma atualização constante do seu parque tecnológico. No entanto, a urgência por modernização esbarra em um desafio financeiro estrutural, que é a imobilização de capital em ativos sujeitos à rápida obsolescência”, comenta Vitória Lippe,  account manager-sales da CHG-MERIDIAN para a área de saúde. Para solucionar esse gargalo, a companhia apresenta aos polos de saúde nordestinos um modelo baseado no uso em vez de propriedade. Por meio do leasing operacional, os hospitais podem transformar pesados investimentos de capital (CAPEX) em despesas operacionais (OPEX), garantindo acesso à inovação sem descapitalizar a operação.

"O Nordeste possui complexos hospitalares de excelência que demandam tecnologia de ponta para garantir diagnósticos precisos e os melhores desfechos clínicos aos pacientes. No entanto, trabalhar com equipamentos de última geração não precisa significar o engessamento do caixa da instituição”, explica a executiva. “Nossa missão é atuar como parceiros de longo prazo desses hospitais, permitindo que a liderança médica tenha acesso contínuo ao que há de mais moderno, enquanto a diretoria financeira preserva seus recursos para focar na expansão e no cuidado humano, que é a verdadeira atividade-fim”, completa.

Foco em alta complexidade e flexibilidade contratual 

A atuação da CHG-MERIDIAN no Nordeste mira ativos de alto valor agregado. O portfólio inclui desde a infraestrutura de TI que suporta a gestão hospitalar até tecnologias avançadas de diagnóstico por imagem, como ultrassom, tomografia computadorizada, ressonância magnética e sistemas de raio X. A empresa também apoia a modernização de centros cirúrgicos completos, viabilizando a incorporação gradual de plataformas de robótica cirúrgica, ventiladores pulmonares e carrinhos de anestesia.

Outro diferencial que será levado aos hospitais nordestinos é a total independência da CHG-MERIDIAN em relação a bancos e fabricantes. Isso permite que a instituição de saúde escolha livremente a marca do equipamento que melhor atende ao seu corpo clínico. Além disso, a flexibilidade contratual do leasing operacional permite upgrades de software e a incorporação de novos componentes ao longo do uso por meio de aditivos ágeis, garantindo que o hospital acompanhe a velocidade das inovações, incluindo aplicações de inteligência artificial para apoio diagnóstico.

“Com esse movimento focado no aprofundamento das relações no Nordeste, reforçamos nosso compromisso de viabilizar a transformação digital de grandes empresas brasileiras, equilibrando a modernização tecnológica com a sustentabilidade financeira e a responsabilidade da economia circular no descarte e renovação desses equipamentos”, finaliza Vitória.

 


Pamela Moraes
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Reta final das férias: uso prolongado de telas pode aumentar dores na coluna de crianças e adolescentes

 



INTO

Reta final das férias: uso prolongado de telas pode aumentar dores na coluna de crianças e adolescentes

Especialista do INTO orienta sobre postura correta e destaca pequenas mudanças de hábito que ajudam a proteger a coluna

Nos últimos dias das férias escolares, é comum que crianças e adolescentes passem mais tempo em casa utilizando celulares, tablets, computadores e videogames. O aumento do tempo em frente às telas, no entanto, pode trazer consequências para a saúde da coluna quando os dispositivos são usados de forma inadequada. Segundo o ortopedista e chefe do Centro de Doenças da Coluna do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO), Luís Eduardo Carelli, o número de crianças e adolescentes com queixas relacionadas à má postura tem crescido nos consultórios.

"Percebemos um aumento significativo desse tipo de queixa. As dores mais frequentes são na região cervical, no pescoço, e na parte alta das costas, geralmente associadas ao hábito de permanecer muito tempo olhando para baixo durante o uso de celulares, tablets e outros dispositivos", explica.

Entre as alterações mais comuns está a cervicalgia — dor na região do pescoço — e o aumento da cifose postural, caracterizada pela postura curvada para a frente. Segundo o especialista, estudos mostram que manter a cabeça inclinada por longos períodos aumenta o estresse biomecânico sobre a coluna cervical e torácica, isto é, faz com que a coluna do pescoço e da parte superior das costas suporte uma carga maior do que foi projetada, favorecendo o surgimento de dores e desconfortos. 

Apesar de, na maioria dos casos, essas alterações serem reversíveis com a correção dos hábitos posturais e, quando necessário, tratamento fisioterapêutico, elas podem impactar a rotina das crianças.

"Normalmente, esses hábitos não provocam consequências permanentes na vida adulta, mas podem causar dores, desconforto e até reduzir a concentração durante os estudos, dificultando o aprendizado", destaca o médico.

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, o principal fator de risco não é a fase de crescimento, mas sim a maneira como os dispositivos são utilizados.

Utilizar celulares e tablets com a coluna apoiada no encosto de uma cadeira ou sofá e manter a tela na altura dos olhos reduz significativamente a sobrecarga sobre a coluna. Já permanecer curvado, olhando para baixo, ou utilizar o aparelho apenas com uma das mãos aumenta o esforço sobre músculos, ligamentos e articulações.

Além das dores na coluna, a postura inadequada também pode provocar sobrecarga mecânica nos ombros, cotovelos e dedos.

Orientações para os pais

Pequenas mudanças na rotina ajudam a reduzir os impactos do uso prolongado das telas:

  • manter celulares e tablets na altura dos olhos;
  • apoiar os braços sobre uma mesa ou outra superfície durante o uso;
  • sentar-se com as costas apoiadas no encosto da cadeira ou do sofá;
  • fazer pausas frequentes para levantar, caminhar e mudar de posição;
  • estimular atividades físicas e brincadeiras ao ar livre, reduzindo o tempo contínuo em frente às telas.

"Essa simples adaptação na forma de utilizar celulares, tablets e até videogames reduz o estresse mecânico sobre a coluna e diminui o risco de dores e desconfortos", conclui o especialista.

 




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INTO
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quarta-feira, 29 de julho de 2026

 Pode ser uma imagem de texto que diz "ANSLIMA IMA @NINJASDA153 SE O CAMINHÃO É MEU, COMPRADO COM O MEU TRABALHO, PORQUE ELE PODE SER APREENDIDO SE EU NÃO PAGAR O IPVA E EO O LICENCIAMENTO? PARECE QUE ESTOU PAGANDO ALUGUEL DO QUE É MEU. ISSO PRECISA MUDAR, DIZ LEITOR."

Itabuna agora tem 141 mil eleitores

JORNAL A REGIÃO

Itabuna chegou a 141.218 eleitores aptos a votar nas eleições deste ano, sendo o principal colégio eleitoral do sul da Bahia. A vizinha Ilhéus soma 129.771 e outras cidades contribuem para uma força eleitoral de mais de 500 mil eleitores. A região só fica atrás da RMS e da grande Conquista.

Vitória da Conquista é o terceiro colégio eleitoral, com 264.091 eleitores; atrás de Feira de Santana com 434.532 e Salvador com 1.951.716. Camaçari é o quarto, com 210.364. Juazeiro vem a seguir com 164.783, Lauro de Freitas com 162.989, Itabuna, Ilhéus e Porto Seguro com 115.310 votantes.

A Bahia registra 11.321.005 eleitores aptos para as eleições de 2026, que vai eleger presidente, governadores, deputados federais e estaduais. O estado é o quarto maior colégio eleitoral, atrás de São Paulo (34 milhões), Minas Gerais (16 milhões) e Rio de Janeiro (quase 13 milhões).

Na Bahia, 10.706.119 já fizeram o cadastro biométrico, 94,57%, e não chegou a 100% porque há leniência do TRE, ao aceitar o voto sem biometria. 53% (5.973.532) dos eleitores são mulheres e 47% (5.347.433) homens. O voto é obrigatório entre 18 e 70 anos, facultativo para maiores de 16 anos.

Itabuna completa 116 anos renovada

 

jornal a região

No início era uma parada na trilha de Ilhéus a Conquista, onde hoje é Ferradas, para descanso dos animais, compra e venda de mantimentos. Isso por volta de 1857. Perto dali, os pioneiros e primos Félix Severino do Amor Divino e Firmino Alves, sergipanos, começaram uma roça na beira do Rio Cachoeira.

Os dois foram atraindo mais sergipanos e no final do século, em 1897, tentaram se emancipar de Ilhéus, sem sucesso. Em 1906 finalmente virou a Vila de Tabocas, com os terrenos para a administração doados por Firmino. Crescendo em torno do cacau, o local se tornou Itabuna, independente, em 1910.

A origem em comerciantes sergipanos, árabes, sírios, capixabas e libaneses moldou o espírito da cidade, principal pólo de comércio e serviços do interior baiano, por onde cerca de um milhão de pessoas transitam. Hoje com 200 mil habitantes, passa por uma transformação só comparável à era máxima do cacau.

Nos últimos seis anos, foram concluídos ou estão em andamento obras que mudam a estrutura, o trânsito e o perfil da cidade, como um viaduto ligado a uma avenida duplicada, uma nova ponte, a urbanização da orla, a transformação das praças em locais dinâmicos, a saída para Ilhéus ampliada.

Não é o mesmo luxo e a prosperidade da época em que o cacau atingiu sua maior cotação internacional, nos anos 80, quando só se via carros 0km numa cidade que respirava dinheiro. Mas tem o mesmo poder transformador, depois de quase quatro décadas de estagnação administrativa.

A Itabuna de hoje continua sendo uma das cidades mais hospitaleiras do país, uma de suas marcas mais positivas, mas retomou o impulso de renovação e crescimento que se via há 40 anos. Segue como líder econômico do sul da Bahia, porém com mais conforto, lazer, esporte, cultura e mobilidade. Viva Itabuna.

Agricultor paranaense triplica a produtividade do milho e estabelece recorde nacional

 


Getap

Agricultor paranaense triplica a produtividade do milho e estabelece recorde nacional

Eduardo Pletz alcançou 369,92 sacas por hectare no Concurso de Produtividade do Milho do Getap Verão 2026, e atribui a conquista ao rigoroso manejo do solo construído pela família ao longo das últimas décadas, aliado à adoção criteriosa de tecnologias validadas pela pesquisa

Enquanto a produtividade média do milho primeira safra no Brasil é estimada em 119 sacas por hectare na temporada 2025/26, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o produtor paranaense Eduardo Pletz, de Guarapuava (PR), triplicou essa marca e alcançou 369,92 sc/ha estabelecendo um novo recorde nacional. O resultado foi o grande destaque do Concurso Getap Verão 2026, realizado pelo Grupo Tático de Produtividade do Milho.

Há pouco mais de dez anos, Eduardo Pletz tomou uma decisão que mudaria os rumos da sua carreira. Formado em Medicina Veterinária e atuando havia mais de uma década na área de nutrição animal em uma importante cooperativa de seu estado, ele deixou o emprego para retornar à propriedade da família e assim ajudar o pai a dar continuidade ao trabalho iniciado pelo avô.

A escolha, motivada pelo início do processo de sucessão familiar, transformou-se em um caso de sucesso no campo. “Em 2016 decidi voltar para a nossa propriedade para trabalhar ao lado do meu pai e garantir a continuidade dos negócios da família. Hoje conduzimos juntos toda a operação agrícola e já estamos preparando meu filho, que está cursando Agronomia e também participa das atividades. É um conhecimento que passa de geração para geração, sempre incorporando novas tecnologias”, afirma o agricultor.

Os segredos do campeão

A propriedade da família Pletz possui 110 hectares, onde o sistema produtivo é baseado na diversificação e na rotação de culturas. No verão, cerca de 30% da área é destinada ao milho e 70% à soja. Durante o inverno, são cultivadas cevada e trigo nas áreas de soja, enquanto as áreas destinadas ao milho recebem plantas de cobertura, como ervilha, ervilhaca e aveia, estratégia voltada à melhoria da estrutura física e da fertilidade do solo.

Segundo o produtor, o recorde alcançado não é resultado de uma única decisão, mas da construção de um sistema produtivo aperfeiçoado ao longo de décadas. “Esse trabalho de manejo e estruturação do solo vem desde o meu avô, e nós apenas damos continuidade. Quando existem áreas bem manejadas, aliado ao capricho, à tecnologia e às condições climáticas favoráveis, o resultado aparece. Não existe receita pronta, é uma construção feita ao longo dos anos”, detalha.

Outro diferencial está na adoção de tecnologias respaldadas por pesquisa regional. Pletz explica que todas as decisões técnicas da fazenda são baseadas nas recomendações da Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária (FAPA), responsável por validar materiais genéticos e práticas de manejo adaptadas às condições da região. “Neste ano utilizamos variedades novas, com genética mais avançada e alguns ajustes tecnológicos que contribuíram para elevar ainda mais os resultados. O híbrido P25300PWU, da Pioneer® Sementes, com o qual concorremos, está em seu primeiro ano comercial e já demonstrou um enorme potencial produtivo”, afirma.

Além disso, o ajuste fino do manejo, aliado ao clima favorável, também desempenhou papel importante. “Tivemos noites frias, dias quentes e uma distribuição de chuvas muito boa. Isso favoreceu o desenvolvimento da cultura, mas só produz resultado quando o restante do sistema já está preparado”, detalha Pletz.

Reconhecimento

O desempenho obtido no concurso também se refletiu na fazenda, que registrou a maior produtividade média de sua história. Agora, segundo Pletz, o objetivo é adaptar, sempre que possível, as tecnologias utilizadas na área campeã para o restante da propriedade. “Nem tudo pode ser replicado exatamente da mesma forma em áreas maiores, mas tudo o que for viável nós vamos incorporar. A agricultura exige evolução constante, e assim seguiremos”, adianta o produtor.

Embora o resultado tenha surpreendido por uma lavoura conduzida em sistema de sequeiro superar produtividades obtidas em áreas irrigadas, Pletz acredita que o maior legado da conquista vai além dos números. Para ele, o concurso estimula a busca constante por conhecimento e fortalece o intercâmbio entre produtores. “O Getap incentiva o produtor a evoluir todos os anos. O mais importante é a troca de experiências. Cada região possui suas particularidades, e todos aprendem quando compartilham informações. Precisamos trabalhar juntos para tornar a agricultura cada vez mais eficiente e produtiva”, diz.

O Concurso

Além de reconhecer os produtores com os maiores rendimentos do país, o Concurso de Produtividade do Milho do Getap tem como principal objetivo estimular a adoção de boas práticas de manejo e promover a troca de conhecimento entre agricultores, pesquisadores, consultores e empresas do setor. Na edição Verão 2026, os resultados reforçaram o avanço da tecnologia e da gestão agrícola na cultura do milho, com produtividades recordes e participação crescente de produtores de diferentes regiões do Brasil.

Para Gustavo Capanema, coordenador técnico do Getap, o desempenho obtido pelos participantes demonstra que o acesso à informação, às novas tecnologias e às recomendações técnicas está cada vez mais disseminado no campo. “Temos milho sendo produzido praticamente em todo o Brasil, com tetos produtivos altíssimos. Isso mostra que a tecnologia desenvolvida pelas empresas, técnicos, pesquisadores e demais profissionais envolvidos, está sendo propagada e disseminada”, afirma.

Ainda segundo Capanema, nesse cenário, a conquista da família Pletz representa não apenas um recorde de produtividade, mas também o resultado de um trabalho baseado em planejamento, sucessório, manejo do solo e aplicação consistente de tecnologias validadas pela pesquisa. “Todos esses fatores certamente contribuirão para elevar o potencial produtivo da agricultura brasileira”, finaliza o coordenador técnico do Getap.



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