MEDIÇÃO DE TERRA

MEDIÇÃO DE TERRA
MEDIÇÃO DE TERRAS

segunda-feira, 6 de julho de 2026

Gestão de Redes Sociais: como transformar presença digital em resultados?

 


Por Renan Cardarello

A gestão de redes sociais deixou de ser apenas uma atividade operacional para ocupar um papel estratégico dentro das empresas. Isso porque, em um cenário cada vez mais digital, marcas que as utilizam apenas como canal de postagem acabam perdendo oportunidades relevantes de crescimento, relacionamento e geração de negócios. 

Hoje, plataformas como Instagram, LinkedIn, Facebook e TikTok influenciam, diretamente, a percepção de marca e a decisão de compra dos consumidores. Muito mais do que expandir a visibilidade corporativa, passaram a funcionar como canais de construção de autoridade, geração de demanda e fortalecimento do posicionamento digital. 

Especialistas apontam que existe uma diferença significativa entre apenas publicar conteúdos e desenvolver uma estratégia estruturada de redes sociais. Enquanto postagens sem direcionamento tendem a gerar apenas movimentação superficial, uma gestão estratégica considera objetivos de negócio, público-alvo, posicionamento e jornada do cliente. Nesse contexto, as redes sociais deixam de atuar apenas na comunicação e passam a contribuir, efetivamente, para o crescimento e geração de oportunidades comerciais. 

Outro fator importante é suas atuações em diferentes etapas do funil de vendas. No topo, ajudam as empresas a ampliarem alcance e atrair atenção do público. No meio, fortalecem relacionamento e confiança. Já no fundo do funil, favorecem para a decisão de compra e validação da marca. 

Mesmo quando a conversão acontece por outros canais, a presença digital influencia a percepção de valor do consumidor. Perfis ativos, conteúdos consistentes e posicionamento bem definido aumentam a credibilidade e reforçam a autoridade da empresa no mercado. 

Comprovando esse impacto, dados da Sprout Social revelam que, quando os consumidores constroem uma conexão com uma marca nas redes sociais, 76% deles dão preferência a ela em vez de comprar de um concorrente. Somado a isso, mais da metade dos usuários de internet já utilizam essas plataformas como o principal canal de pesquisa sobre produtos. Ou seja, a decisão de compra começa a ser desenhada muito antes do cliente chegar ao site. 

Por isso, uma gestão profissional de redes sociais envolve muito mais do que criação de posts. O trabalho inclui planejamento estratégico, definição de linhas editoriais, análise de métricas, produção de conteúdo e otimização contínua das ações. Do contrário, sem esse planejamento, a comunicação tende a ficar dispersa e desconectada dos objetivos da empresa.  

Estratégicas bem construídas, na prática, conseguem alinhar branding, relacionamento e performance de forma integrada – tendo na produção de conteúdo um dos principais pilares desse processo. Textos educativos, informativos e relevantes ajudam as empresas a construírem relacionamento com seu público-alvo e, assim, aumentar o engajamento de forma mais consistente. 

Além disso, a análise de dados passou a ser indispensável para a evolução dessas estratégias. Métricas como alcance, engajamento, retenção e conversão ajudam a identificar oportunidades de melhoria e a orientar decisões com mais precisão. 

Outro ponto importante é a integração das redes sociais com outras estratégias digitais, como SEO, tráfego pago, CRM e automação de marketing. Empresas que trabalham essas frentes de forma integrada tendem a potencializar resultados e criar operações mais previsíveis. 

Para que as empresas consigam colher todos esses benefícios, é importante se atentarem a alguns erros comuns na gestão de redes sociais. Entre os principais, estão o foco excessivo apenas na estética, ausência de consistência nas postagens, falta de análise de métricas e de estratégia clara. 

Embora conteúdos visualmente atrativos sejam importantes, eles não sustentam o crescimento sozinhos. Sem objetivos bem definidos e acompanhamento de resultados, as redes sociais acabam funcionando apenas como um canal de comunicação — e não como uma ferramenta estratégica de negócio. Mas, quando utilizadas de forma estratégica, conseguem atrair potenciais clientes através de conteúdos educativos, distribuição de valor e campanhas segmentadas. 

Quando combinadas ao tráfego pago, as plataformas digitais podem ampliar ainda mais o alcance e aumentar a previsibilidade na geração de demanda, permitindo que escalem resultados de forma mais eficiente. 

À medida que o ambiente digital se torna mais competitivo, cresce a importância de estratégias orientadas por dados, testes e otimizações constantes. Empresas que conseguem unir conteúdo, branding e performance tendem a construir presença digital mais forte e sustentável. Mais do que manter perfis ativos, o desafio atual das marcas é transformar as redes sociais em canais reais de relacionamento, autoridade e crescimento. 

Renan Cardarello é Fundador e Diretor da iOBEE - Agência de marketing digital e Growth. 

 

Sobre a iOBEE: 

https://iobee.com.br/ 

Atuando de forma abrangente com serviços de Google Ads & Meta Ads, SEO, Inteligência em Gestão de Redes Sociais, Inbound Marketing e outros mais. A iOBEE é uma agência de marketing digital e tecnologia, com uma abordagem mais estratégica e serviços que atendem todas as áreas que são vitais para alavancar o faturamento das empresas. 



Imagens relacionadas


baixar em alta resolução



Nathália Bellintani


Tel: +55 (11) 9848-4042
Email: nathalia@informamidia.com.br
www.informamidia.com.br

Como superar a escassez de profissionais qualificados em SAP?

 


Por Danilo Oliveira 

A escassez de profissionais qualificados em TI, infelizmente, é uma realidade triste, mas que já vem há um bom tempo fazendo parte deste mercado. No entanto, em se tratando do ecossistema SAP, estamos falando de um verdadeiro apagão de talentos especializados nessa esfera corporativa. As razões para isso? São várias, desde acessos restritos até a resistência em investir em qualificações. 

Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), o Brasil forma pouco mais de 53 mil profissionais de TI por ano, mediante projeções que apontam a necessidade de 150 mil. Ainda de acordo com o estudo, caso o descompasso permaneça, esse déficit pode ultrapassar meio milhão de especialistas até 2029. 

Mas não é preciso esperar os próximos anos para identificar os impactos desse desafio estrutural. De acordo com a pesquisa de Escassez de Talentos 2026 da ManpowerGroup, o país registra um índice de 80% de dificuldade na contratação de profissionais qualificados, superando a média global — sendo esse um obstáculo para o crescimento das organizações, especialmente no setor de tecnologia. 

A fim de driblar esse cenário, as empresas vêm investindo no desenvolvimento interno da equipe para suprir essa lacuna. Considerando o exemplo do ecossistema SAP, essa é uma importante abordagem, tendo em vista que a multinacional alemã segue anunciando diversas mudanças nos processos, o que reforça a necessidade de constante atualização por parte dos colaboradores para uma aplicação efetiva no dia a dia operacional. 

Por sua vez, embora essa pareça a solução para todos os problemas, na prática não é bem assim que acontece. Não é incomum presenciarmos profissionais, considerados seniores, que têm resistência em investir e aceitar passar por um processo de atualização, deixando de lado coisas novas que precisam ser aplicadas. Esse aspecto também é um importante fator que contribui com a escassez de profissionais qualificados neste mercado. 

Da mesma forma, existe um problema externo. E não estamos falando apenas dos dados da Brasscom, mas também do acesso restrito ao ecossistema SAP, no qual as consultorias dificilmente dão espaço para alocar profissionais juniores. Ainda, a multinacional alemã é conhecida por disponibilizar vasto conteúdo teórico, enquanto suas provas de certificação são práticas. Sem um ambiente democrático para exercitar o aprendizado, romper a barreira da formação torna-se o ponto mais crítico e urgente para a nova geração de talentos. 

No mercado, existem pessoas diversas que abrangem desde iniciantes até aquelas que estão migrando de carreira, e esse público também precisa de oportunidades. Ao invés de abordar apenas a escassez de profissionais como um obstáculo, é preciso ir além e encontrar formas de superar esse desafio. 

Investir na capacitação, sem dúvidas, é o principal caminho. Quando falamos isso, abrimos a porta para mais um assunto “polêmico”: a retenção de talentos. Afinal, como garantir que o profissional que receberá treinamentos permanecerá na empresa? Quanto a isso, é crucial destacar que não há como assegurar essa permanência, já que se trata de uma realidade do mercado. Mas, antes de avaliar o custo de “perder”, é essencial pensar no custo de sobrecarregar a equipe e não ter colaboradores devidamente qualificados, treinados e atualizados acerca das instruções de um universo que está em constante mudança. 

Para aqueles que querem ingressar nessa carreira, um importante diferencial é buscar por qualificações que unam o teórico e o prático. Ou seja, da mesma forma que é essencial saber colocar o conhecimento em ação, antes de tudo é necessário conhecer a fundo o assunto, principalmente considerando a atual era da IA que vem exigindo, cada vez mais, a utilização de skills estratégicas para potencializar o seu uso. 

Atualmente, o mercado vem vivenciando uma grande demanda de projetos SAP impulsionados, principalmente, pela crescente onda de migrações. Ao olhar para esse cenário, ter profissionais qualificados é essencial para suprir a demanda. Quanto a isso, é fundamental que tanto as consultorias quanto parceiros atuem na criação de pontes que proporcionem a entrada e a qualificação de novos talentos. Afinal, o futuro do ecossistema será construído pela coragem de formar as mentes que vão liderar a próxima onda de inovação. 

Danilo Oliveira é Co-founder da Moovi. 

Sobre a Moovi:  
Moovi Education é uma escola especializada no ensino SAP, criada por profissionais que vivem o ecossistema e entendem seus desafios reais. Com uma metodologia prática, ambiente SAP real e instrutores atuantes no mercado, a Moovi prepara profissionais para evoluir em suas carreiras, conectando talentos às oportunidades e ajudando empresas a se moverem para o próximo nível. Saiba mais: https://moovi.education/   



Imagens relacionadas


baixar em alta resolução



Cinthia Guimarães


Tel: +55 (11) 95457-3500
Email: cinthia@informamidia.com.br
www.informamidia.com.br

Efeito dominó: PIB de 78,7% afeta bolso do brasileiro

 



Vitru Educação


Efeito dominó: PIB de 78,7% afeta bolso do brasileiro



Com a dívida bruta do governo geral em alta, especialista da UniCesumar alerta para as consequências no encarecimento do crédito, risco de inflação e na redução de serviços essenciais.

 

Embora o controle das contas públicas seja frequentemente tratado como um debate restrito ao Ministério da Fazenda, o nível de endividamento do país repercute de forma direta e imediata no poder de compra e na rotina financeira da população. Essa métrica, que indica o quanto o Estado deve a credores, como bancos e fundos de investimento, para financiar despesas não cobertas pela arrecadação de impostos, alcançou o patamar de R$ 10 trilhões no fechamento de 2025, o equivalente a 78,7% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo dados do Banco Central.

 

"Se o governo gasta persistentemente mais do que arrecada, precisa se financiar por meio de dívida, algo comparável a uma família que recorre ao cartão de crédito ou cheque especial quando a renda não cobre as despesas. O perigo de uma fatura muito alta para o país é que o governo passa a gastar grande parte do orçamento apenas pagando juros, o que engessa a máquina pública e drena os recursos que deveriam ir para obras, modernização de hospitais e escolas", explica Daniela Monteiro, professora de Economia da EAD UniCesumar.

 

Quando a fatura do país sobe de forma contínua, inicia-se um "efeito dominó" na economia, pois a percepção de risco sobre a capacidade de pagamento do governo eleva os juros exigidos pelos investidores para financiar o Estado. Na prática, juros altos encarecem o crédito para empresas e famílias, e reduzem a capacidade do governo de alocar recursos em áreas fundamentais, como saúde, segurança e educação, já que uma fatia maior do orçamento fica comprometida com o pagamento de juros da própria dívida.

 

Juros, inflação e o impacto no consumo

O controle da dívida define se o brasileiro terá manutenção de renda ou se continuará pagando caro por empréstimos e produtos. Com a percepção de risco fiscal em evidência, os juros demoram a cair e a expectativa de descontrole nas contas públicas afeta a confiança do mercado, gerando pressão sobre o câmbio e, consequentemente, ameaçando o retorno da inflação nos produtos básicos.

 

"A dívida alta pressiona diretamente a taxa de juros e encarece o custo do dinheiro. Isso afeta o cidadão de forma imediata: financiamentos imobiliários, empréstimos, taxas de cartão de crédito e crediários ficam mais caros, o que trava o consumo das famílias. Com crédito restrito e juros elevados, as empresas investem menos e congelam contratações, o que enfraquece o mercado de trabalho e o crescimento do país", detalha a professora da UniCesumar.

 

Caminhos para a estabilização

A reversão dessa trajetória e a proteção do orçamento das famílias exigem medidas estruturais por parte do poder público. O reequilíbrio das contas não depende exclusivamente do corte linear de despesas essenciais, mas de uma revisão estratégica da eficiência estatal e do estímulo à atividade econômica.

 

"O controle da dívida pública é um fator decisivo para proteger o poder de compra da população. A solução passa por uma combinação de responsabilidade fiscal, melhora na qualidade do gasto e crescimento econômico. É preciso controlar as despesas obrigatórias e combater a sonegação para aumentar a arrecadação de forma sustentável, sem penalizar o contribuinte. Quando o país sinaliza uma trajetória sustentável para a sua dívida, o prêmio de risco cai, o que favorece juros menores, estimula investimentos corporativos e, em última instância, blinda a renda real do brasileiro", conclui Monteiro.

 

Sobre a UniCesumar

Com mais de 35 anos no mercado educacional e desde 2022 como uma das marcas integradas ao grupo Vitru Educação, a UniCesumar conta com uma comunidade de cerca de 500 mil alunos. Atualmente, possui uma robusta estrutura de Educação a Distância (EAD), com mais de 1,3 mil polos espalhados por todas as regiões do país, além de três unidades internacionais, localizadas em Dubai (Emirados Árabes) e Genebra (Suíça). No ensino presencial, destaca-se o curso de Medicina, oferecido nos campus de Maringá (PR) e Corumbá (MS), juntamente a outros três campi, localizados em Curitiba, Londrina e Ponta Grossa (PR). Como um dos dez maiores grupos educacionais privados do Brasil, a UniCesumar oferece portfólio diversificado, com 350 cursos, abrangendo graduação, pós-graduação, técnicos, profissionalizantes, mestrado e doutorado. Sua missão é promover o acesso à educação de qualidade e contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional de seus alunos, preparando-os para os desafios do mercado de trabalho.

 

Contatos para imprensa:

Weber Shandwick

E-mail: vitru@webershandwick.com

 

Priscilla Poubel – ppoubel@webershandwick.com | Telefone: (21) 9 8351-0185

Paulo Lima plima@webershandwick.com | Telefone: (11) 9 8398-6996

 



Visualizar todas as imagens em alta resolução




“Cheiro de Outono”: livro de estreia da capixaba Edna A. chega à Flip com crônicas que permeiam viagem e memória

 


Lançamento na Casa Escreva Garota!, dia 23 de julho, às 10h30, com roda de conversa e sessão de autógrafos

Entre malas, mapas e poltronas de hospital, uma viagem pode começar muito antes do embarque. É o que revela Cheiro de Outono (Edidoula), livro de estreia da escritora capixaba Edna A., que será lançado durante a Flip – Festa Literária Internacional de Paraty no dia 23 de julho, às 10h30, na Casa Escreva, Garota!. A obra reúne crônicas tecidas a partir de diários pessoais de três décadas e de uma jornada solo pelo Reino Unido, realizada aos 56 anos, em meio ao tratamento do pai contra um câncer.

O livro nasceu em uma sala de espera. “Mais uma sessão de quimioembolização do meu pai. A quinta dos últimos quatro anos de tratamento”, escreve Edna, que encontrou no verso de um exame médico o primeiro rascunho do que viria a ser sua estreia literária. "Comecei a folhear as páginas. Parei no capítulo Reino Unido. Passando os olhos nas frases, fiquei instigada a fazer anotações." O que começou como um roteiro de viagem para ocupar as longas horas de espera transformou-se em um livro que oscila entre o real e o simbólico, guiado pela intuição.

Cheiro de Outono não é um relato de viagem convencional. Cada crônica é precedida por um trecho original do diário da autora e por uma fotografia por ela registrada – como se o leitor tivesse acesso não apenas ao resultado, mas ao próprio processo criativo. “A escrita foi fluindo entre trechos de diário e crônicas da viagem. Um registro de vida cotidiana”, conta Edna. São 27 crônicas que percorrem de Londres a Edimburgo, passando por estações de metrô, ruas de Notting Hill, pubs escoceses e o topo do Arthur's Seat, onde a autora escreveu ao lado de jovens italianos que a incentivaram: “Coisas para o meu livro”.

Os temas centrais da obra – coragem, maturidade feminina, delicadeza, intuição e tristeza – não foram escolhidos, segundo a autora, mas sim “eles que escolheram estar no livro”. A crônica Senhora Tristeza, por exemplo, é um dos momentos mais densos da obra: “Parei no acostamento da vida. Chamei a Dona Tristeza para aquele momento solitário. Ela veio, colocou a mão no meu ombro. Pode chorar, Edna. Derramei todas as lágrimas possíveis naquele momento.” É a partir desse acolhimento que novas rotas se abrem.

A escrita de Edna carrega a sinestesia dos cheiros, e o título não é à toa. “Meu estilo de escrita mistura episódios, reflexões e sinestesia – por isso, os cheiros são importantes para a leitura desse livro”, explica. Em Underground, ao sair do metrô de Londres, ela sente “cheiro de rua, de asfalto, de garoa. Cheiro de outono.” Em Outono, véspera da partida, ela descreve: “Folhas secas se misturavam com as flores novas. Já era outono na primavera!”

O prefácio, assinado pela editora Flavia Neves, define a obra como uma experiência de espelhamento: “Ao ler ‘Cheiro de Outono’, cada pessoa encontra um espelho íntimo, um reflexo de si mesma. Olhar para Edna, em sua prosa, é uma preciosa oportunidade de se ver por dentro.” A quarta capa, escrita pela leitora crítica Carol Canabarro, completa: “Mais do que um registro de viagem, este livro de crônicas é sobre coragem, sobre respeito aos outros e a si mesma, sobre buscar e encontrar-se e, acima de tudo, sobre como o outono pode ser calorosamente aconchegante.”

Cheiro de Outono é o primeiro livro de Edna A. e também a primeira publicação da Edidoula, selo editorial recém-criado pela editora Flavia Neves. “Dois partos, um mesmo sopro de vida e uma certeza: a literatura, esta coisa viva, existe”, escreve Neves no prefácio. A obra foi desenvolvida com ilustrações de Angela Becker, direção de arte de Carla Piaggio e projeto gráfico de Keille Lorainne.

Sobre a autora

Edna A. – nome com o qual assina o livro – nasceu em Vitória (ES), no verão de 1967. Formada em Licenciatura Plena em Inglês pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), foi professora da rede pública de ensino do município de Vitória por 25 anos. Escreve diários desde a adolescência e há mais de 30 anos registra o cotidiano. Foi a partir de 2024, com cursos de crônica e mentoria de escrita, que transformou esse material em literatura. Cheiro de Outono é seu primeiro livro. Nas redes sociais, pode ser encontrada como @ednaa.escritora.

Agenda – Lançamento na Flip 2026

Evento: Roda de conversa sobre o livro, seguida de vendas e sessão de autógrafos
Local: Espaço Escreva Garota – Flip 2026, Paraty (RJ)
Data: 23 de julho de 2026
Horário: 10h30

Ficha técnica 

Livro: Cheiro de Outono
Autora: Edna A.
Editora: Edidoula
ISBN: 978-65-989044-9-1
Gênero: Crônicas
Páginas: 96

Adquira diretamente via Instagram da autora: @ednaa.escritora

Rio Grande do Norte terá resort exclusivo com foco em esportes aquáticos

 

Aventora

Rio Grande do Norte terá resort exclusivo com foco em esportes aquáticos

Com previsão de inauguração em 2028, empreendimento tem investimento de grupo europeu e deve custar R$ 745 milhões

Os ventos constantes e perfeitos para a prática do kitesurfing e a tranquilidade dos manguezais, ideais para passeios de caiaque, transformaram a pequena Baía Formosa, no Rio Grande do Norte, em um verdadeiro ímã para amantes de esportes aquáticos. O ar paradisíaco e as belezas naturais intocadas, com forte apelo para atividades ao ar livre, são o cenário para um novo projeto turístico exclusivo na região.

Com previsão de inauguração para 2028, o Aventora Baía Formosa Resort, Minor Reserve Collection, marca a primeira fase do complexo imobiliário e hoteleiro batizado de ArtEco Estrela. O empreendimento é fruto de um investimento de R$ 745 milhões realizado pelo Gremi International Group, fundado pelo polonês Greg Hajdarowicz. O empresário descobriu a região em 2007, atraído justamente pelas condições ideais para a prática de kitesurfing. Pouco depois, em 2009,  adquiriu ali uma área de mais de 2,3 mil hectares, com 6,5 km de praia. É nessa área que o complexo deve tomar forma. “Percebemos uma demanda crescente por turismo de alto padrão aliado à pratica esportiva e à busca pelo equilíbrio entre corpo e mente. Nosso objetivo é oferecer uma opção única para viajantes em busca de aventura, mas que não querem abrir mão do conforto e da sustentabilidade”, destaca.

Apesar da infraestrutura robusta, o projeto se destaca pelo forte compromisso com a preservação ambiental. Todo o complexo não ocupará mais do que 2% da área do terreno. Isso significa que 98% do espaço continuará sendo composto por áreas naturais, 53% dele coberto por manguezais que permanecerão totalmente protegidos. Greg ressalta que o objetivo do projeto não é a ostentação de um "luxo vazio", mas sim a criação de um sentimento de pertencimento a uma comunidade integrada com a natureza, a arte e a prática esportiva, priorizando a qualidade de vida. Para isso, o empreendimento terá uma infraestrutura voltada ao bem-estar e às atividades na natureza, permitindo aos hóspedes e moradores a prática de surf, stand-up paddle, kitesurf e caiaque nos manguezais da região.

Paraíso na terra

Durante quase duas décadas, Greg optou por não realizar nenhuma edificação na área, utilizando o espaço unicamente para seu contato com a natureza e a prática do kitesurf. O empreendimento potiguar será a primeira propriedade no mundo sob a bandeira Minor Reserve Collection, uma marca criada para oferecer estadias que celebram a distinção refinada e o espírito único de cada local.

Além de toda a estrutura do resort, os visitantes estarão muito próximos de atrações ecoturísticas de renome, como a Baía dos Golfinhos e a preservada Praia da Pipa, famosas por suas falésias e pela presença de tartarugas marinhas. No total, o Aventora Baía Formosa, Minor Reserve Collection, contará com 50 quartos e 28 branded residences, além de oferecer restaurantes, bar na piscina, spa, centro fitness e um Kids Club, garantindo aos visitantes uma experiência completa.

Localizado estrategicamente a pouco mais de 60 minutos dos aeroportos internacionais de Natal e de João Pessoa, o complexo promete impulsionar o turismo do Rio Grande do Norte, consolidando ainda mais o estado como um destino-chave para o ecoturismo no país.


Central Press

MAIS INFORMAÇÕES / AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS
Curitiba: + 55 41 3026-2610 | + 55 41 99273-8999
São Paulo: + 55 11 94199-9379
Londres: + 44 7379-138858
centralpress@centralpress.com.br
www.centralpress.com.br

Copa do Mundo: veja receitas clássicas dos Estados Unidos para comer enquanto acompanha os jogos

 




BRF (Produtos Sadia, Perdigão, Qualy, Deline)


Copa do Mundo: veja receitas clássicas dos Estados Unidos para comer enquanto acompanha os jogos


Opções estadunidenses trazem sabores já conhecidos pelos brasileiros, com preparos práticos e perfeitos para compartilhar durante as partidas


Há tempos que alguns sabores dos Estados Unidos conquistaram espaço na mesa dos brasileiros. São opções que trazem indulgência, porções generosas, praticidade e a sensação de comfort food – comidas que remente a momentos de descontração, ótimas para momentos de celebração como a Copa do Mundo.

Entre os grandes símbolos da culinária estadunidense estão os hambúrgueres, amplamente populares no Brasil, além de receitas com queijos, carnes e molhos. A Sadia, marca de alimentos preferida dos brasileiros¹; Perdigão, marca de alimentos mais escolhida pelos lares do Brasil²; e Qualy, presente em 8 em cada 10 lares do país³, selecionaram receitas inspiradas nos clássicos norte-americanos para preparar durante os momentos de torcida para os jogos do mundial. 

Para aqueles que desejam complementar o menu, também é possível encontrar opções de receitas personalizadas por meio dos chatbots das marcas. Basta acessar Sadi.a (11 2873-5060) ou Whatsapp da Perdigão (11 91774-1570) via WhatsApp.

Confira as receitas:

X-bacon

Tempo de preparo: 15 minutos

Rendimento: 4 a 6 porções

Ingredientes:

  • 2 fatias de bacon
  • 1 hamburguer Sadia (bovino)
  • 1 pão de hamburguer de brioche
  • 2 colheres (sopa) de maionese
  • 2 fatias de queijo cheddar
  • 2 colheres (sopa) de ketchup

Modo de Preparo:

  1. Em uma frigideira média em fogo médio, coloque o bacon e grelhe até que fique dourado.
  2. Retire da frigideira e em seguida, grelhe o hamburguer Sadia (bovino) por 3 minutos de cada lado ou até que esteja cozido e levemente dourado. Reserve.
  3. Corte o pão de hamburguer, coloque a maionese, o hamburguer Sadia (bovino), o queijo cheddar e finalize com o bacon.
  4. Sirva em seguida com ketchup.

Barbecue Fried Onion Burguer de Costela

Tempo de preparo: 1h15

Rendimento: 4 porções

Ingredientes:

Molho barbecue:

  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 1 dente de alho amassado
  • 3 colheres (sopa) de açúcar mascavo
  • ½ xícara (chá) de água fervente
  • ½ xícara (chá) de extrato de tomate
  • 2 colheres (sopa) de molho inglês
  • 1 colher (sopa) de vinagre de maçã ou de álcool
  • 2 colheres (sopa) de shoyu
  • 2 colheres (sopa) de ketchup
  • 2 colheres (sopa) de mostarda
  • 1 pitada de pimenta-do-reino moída

Fried onion:

  • 2 cebolas grandes cortadas em rodelas finas
  • 2 colheres (sopa) de farinha de trigo
  • Óleo para fritar
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto

Montagem e finalização:

  • 4 Hambúrgueres Bovinos com Costela Perdigão Na Brasa (150g/cada)
  • 4 fatias de queijo tipo cheddar
  • 4 pães de hambúrguer tipo brioche
  • 1 colher (sopa) de manteiga em temperatura ambiente
  • 2 xícaras (chá) de rúcula
  • 1 xícara (chá) de molho de queijo tipo cheddar
  • Sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo:

Molho barbecue:

  1. Em uma panela, aqueça o azeite e refogue o alho por alguns minutos. Em seguida, adicione o açúcar mascavo, mexendo até derreter completamente. Adicione a água fervente com cuidado, mexendo bem.
  2. Adicione então o restante dos ingredientes: o extrato de tomate, o molho inglês, o vinagre, o shoyu, o ketchup, a mostarda e a pimenta-do-reino, e misture bem. Continue mexendo até que o molho encorpe. Retire do fogo e deixe esfriar.

Fried onion:

  1. Tempere as fatias de cebola com sal e pimenta-do-reino, passe na farinha de trigo e frite em óleo quente até dourar. Reserve.

Montagem e finalização:

  1. Em uma grelha ou frigideira quente, posicione os Hambúrgueres Bovinos com Costela Perdigão Na Brasa até ficarem dourados de um lado. Vire os hambúrgueres e em seguida coloque as fatias de cheddar por cima, assim, enquanto o outro lado grelha, o queijo derrete. Retire da grelha e reserve enquanto prepara os pães.
  2. Fatie os pães de hambúrguer ao meio e passe a manteiga em ambas as metades. Doure levemente na frigideira ou grelha e posicione a base de cada pão em uma tábua.
  3. Coloque uma camada de rúcula, os Hambúrgueres Bovinos com Costela Perdigão Na Brasa já com as fatias de queijo cheddar, as cebolas crocantes e o molho de queijo.
  4. Feche os lanches e sirva imediatamente, acompanhados do molho barbecue.

Cheesecake de maçã

Tempo de preparo: 45min

Rendimento: 16 porções

Ingredientes:

  • 180g de Margarina Qualy Cremosa sem Sal derretida
  • 2 colheres de sopa de Margarina Qualy Cremosa sem Sal
  • 1 colher de sopa de Margarina Qualy Cremosa sem Sal
  • 300g de biscoito maisena
  • 3 colheres de chá de canela em pó
  • 1 colher de sopa de canela em pó
  • 2 maçãs vermelhas cortadas em cubos
  • ½ xícara de açúcar
  • 100g de açúcar
  • 1 xícara de açúcar
  • 1 limão-taiti
  • 1 laranja
  • 450g de cream cheese
  • 3 ovos
  • 1 gema
  • 150g de creme de leite fresco
  • ½ xícara de creme de leite fresco aquecido

Modo de preparo:

  1. No processador, triturar o biscoito maisena com 3 colheres de chá de canela e 180 g de Margarina Qualy Cremosa.
  2. Reservar metade da massa para assar em uma assadeira separada e acomodar o restante em uma assadeira de fundo removível. Levar ambas ao forno preaquecido a 150 graus por 10 minutos. Reservar.
  3. Em uma frigideira, derreter 2 colheres de sopa de Margarina Qualy Cremosa, adicionar as maçãs em cubos, ½ xícara de açúcar, uma colher de sopa de canela e suco de limão. Envolver todos os ingredientes, juntar as raspas da laranja, cozinhar por 5 minutos e reservar.
  4. Em uma tigela, colocar o cream cheese e 100 g de açúcar e bater com o auxílio de uma batedeira.
  5. Juntar os ovos e a gema e bater até ficar homogêneo.
  6. Adicionar 150 g de creme de leite fresco e misturar. Acrescentar as maçãs e mixar brevemente. Dispor em cima da base de biscoito, levar ao forno, em banho-maria, a 180 graus por 40 minutos. Reservar na geladeira por 2 horas ou até esfriar.
  7. Em uma panela, colocar 1 xícara de açúcar, levar ao fogo baixo e derreter até dourar. Juntar ½ xícara de creme de leite fresco aquecido e incorporar.
  8. Juntar uma colher de sopa de Margarina Qualy Cremosa e mexer até ficar homogêneo. Deixar esfriar.
  9. Finalizar com pedacinhos da massa quebrados por cima e caramelo.

Sobre a Sadia  

A marca de alimentos mais valiosa, a mais forte do Brasil e a preferida dos brasileiros. É Top of Mind em linguiça calabresa e ceia de Natal, além de ser eleita pelos paulistas como a melhor em presunto, salsicha, frango e em congelados com lasanha, hambúrguer vegetal e pratos prontos. Presente nos lares há mais de 80 anos, combina tradição e inovação, seguindo o mote “Seu Dia Pede Sadia”. Sempre a frente do seu tempo, foi a primeira no Brasil a lançar Peru Natalino para as ceias e lasanhas congeladas, além de ser precursora na categoria de frios, da qual é líder de vendas em presunto, salame, frios light e frios especiais. Seu DNA de marca parceira reflete na forte presença nos pontos de venda, com um portfólio completo para todas as refeições e momentos, trazendo qualidade e sabor para as rotinas alimentares.

Sobre a Perdigão   

A Perdigão está presente na casa do consumidor há mais de nove décadas e acredita nas relações humanas para celebrar as refeições, sejam em ocasiões especiais ou situações cotidianas. Com o posicionamento ‘Sabor de Comer Juntos’, a marca tem em seu portfólio opções democráticas que atendem diferentes públicos e ocasiões de consumo, que vão desde café da manhã, passando pelo almoço, lanches até o jantar.   

Sobre Qualy

Qualy é a margarina preferida dos brasileiros, líder de mercado, TOP OF MIND pelo 20º ano consecutivo, marca icônica e está presente em 8 de cada 10 lares brasileiros, em momentos como o café da manhã, lanche da tarde e em diversas receitas culinárias. A marca, que leva constantemente inovação para a categoria, tem o portfólio mais completo de margarinas, com as versões: Cremosa, Vita (fonte de Ômega 6), Light 0% Lactose (55% menos calorias), Aéra (de textura levinha) e Vegê (100% vegetal e ingredientes naturais). Além de estar presente também nas categorias Requeijão e Pão de Queijo. Para Qualy, sustentabilidade não é só reciclar, é também reutilizar. Qualy incentiva a reutilização de cada pote, através do movimento #ReuseQualy, promovido em seus canais digitais. Além disso, em parceria com a “eureciclo”, a cada pote vendido, outro é reciclado

¹Fonte: MindMiners 2025

²Fonte: Brand Footprint | Worldpanel by Numerator | 2025

³Fonte: Worldpanel by Numerator – Painel de Lares | T. margarina | Período: MAT Jun 25

Contato Imprensa – MBRF

Weber Shandwick  

mbrf@webershandwick.com  

 
 


Barbecue Fried Onion Burguer de Costela. Cheesecake de maçã. X-Bacon.
Visualizar todas as imagens em alta resolução


Ressaca Emocional" Pós-Copa: sentimento de vazio após grandes eventos, como a eliminação da Copa do Mundo, tem explicação neuroquímica e psicológica

 

Vitru Educação


Ressaca Emocional" Pós-Copa: sentimento de vazio após grandes eventos, como a eliminação da Copa do Mundo, tem explicação neuroquímica e psicológica


Especialista da UNIASSELVI explica fenômeno e como retomar a rotina após eliminação da competição e dá dicas para uma transição saudável e alerta para quando a tristeza se torna preocupante


Com a eliminação da seleção brasileira nas oitavas de final desta edição da Copa do Mundo, a intensidade da torcida e a rotina de celebrações dão lugar a um sentimento coletivo, mas pouco discutido: a "ressaca emocional". O retorno às atividades diárias pode ser acompanhado por desânimo, falta de foco e nostalgia, um fenômeno que afeta pessoas de todas as idades. Especialistas apontam que essa experiência tem fundamentos tanto psicológicos quanto neuroquímicos, e compreendê-la é o primeiro passo para uma transição suave de volta à realidade.

“Durante eventos de alta estimulação, o cérebro aumenta a atividade do sistema de recompensa, associado a picos de dopamina, adrenalina e endorfinas. Quando o evento termina, esses sistemas retornam aos níveis habituais, e essa mudança é percebida como uma queda de energia e entusiasmo”, explica Volmir Neres de Oliveira, coordenador do curso de Psicologia da UNIASSELVI. Do ponto de vista existencial, é como se fôssemos arremessados de volta ao tempo linear e repetitivo do dia a dia após uma imersão intensa no presente. O vazio é a dor de perceber que o momento se tornou passado.

Os sintomas mais comuns dessa transição incluem dificuldade de concentração, irritabilidade, desânimo e um desejo de reviver a experiência. Segundo o especialista, sentir um certo vazio por dias ou algumas semanas é normal. O sinal de alerta surge quando o quadro não apresenta melhora. “Se a sensação negativa persiste por várias semanas, impede a pessoa de trabalhar ou estudar e vem acompanhada de perda de interesse por atividades antes prazerosas e alterações no sono ou apetite, é importante considerar a busca por ajuda profissional”, destaca Oliveira.

 

 

Impacto entre crianças e adolescentes

Crianças e adolescentes podem sentir o impacto de forma mais intensa, pois seu cérebro está em uma fase de grande desenvolvimento emocional. Para eles, o fim de um evento marcante pode ser vivido como uma perda real de sentido. “O mais importante é acolher a experiência sem minimizá-la. Validar os sentimentos, retomar a rotina gradualmente e planejar novas atividades são atitudes úteis. Com acolhimento, a maioria dos jovens transforma a saudade em uma lembrança positiva”, ressalta o professor.

 

Dicas para uma transição saudável

Para "aterrissar" suavemente de volta à realidade, a principal dica é aceitar a "ressaca emocional" como uma fase. Retomar a rotina aos poucos, sem autocobrança excessiva, manter os vínculos sociais ativos e encontrar aspectos positivos no cotidiano ajudam a reencontrar o equilíbrio. Como destaca o especialista, o ser humano pode escolher o significado que as experiências terão em sua vida, transformando o que foi vivido em aprendizado e sentido, mesmo após o apito final.

 

Sobre a UNIASSELVI

A UNIASSELVI é uma das mais conceituadas instituições de ensino superior do Brasil. Com uma oferta diversificada de mais de 500 cursos, que incluem Graduação, Pós-Graduação, Profissionalizantes e Técnicos, a instituição se destaca pela sua abrangência e qualidade educacional. Presente em todos os estados brasileiros, a UNIASSELVI conta com uma ampla rede de mais de 1,2 polos e mais de 16 campi de ensino presencial. É reconhecida como a única instituição de grande porte nacional a receber nota máxima no Recredenciamento Institucional, concedido pelo Ministério da Educação (MEC). A missão da UNIASSELVI é fornecer os recursos e o suporte necessários para que os alunos construam suas próprias histórias e alcancem o sucesso acadêmico e profissional, promovendo assim o desenvolvimento pessoal e profissional de cada estudante.

 

Contatos para imprensa:

Weber Shandwick

E-mail: vitru@webershandwick.com

 

Luciana Messa lmessa@webershandwick.com | Telefone: (11) 99155-7742

Paulo Limaplima@webershandwick.com | Telefone: (11) 98879-1711

Julia Carvalhaes jcarvalhaes@webershandwick.com

 

domingo, 5 de julho de 2026

 Pode ser uma imagem de futebol, futebol americano e texto que diz "FCF ! SPORT SPORT AOL REALMENTE CURIOSO N A Argentina avançou, mas Cabo Verde saiu gigante da Copa. Obrigado, Vozinha e toda a seleção cabo-verdiana por uma campanha histórica que parou o mundo."

Parabéns pelos 250 anos dos EUA

 



Este aniversário coincide com uma fase de regressão iliberal não apenas no resto do Mundo, mas também nos próprios EUA. A culpa disso não é da Declaração da Independência ou dos Pais Fundadores. Bruno Cardoso Reis para o Observador:


Os EUA estão, ironicamente, muito divididos na celebração do início da sua união, há dois séculos e meio. É um bom momento para fazer um certo balanço sobre a natureza e o impacto global da experiência política inaugurada pela revolta dos colonos britânicos no norte do continente americano.

O que importam os EUA?

Importam muito. Na grande atenção à política norte-americana, Portugal não é exceção, basta ler a imprensa global ou as redes sociais para confirmar a visibilidade e o interesse globais pelos EUA. São várias as razões, mas destacaria duas. Primeiramente, os EUA transformam tudo em espetáculo, inclusive a política. A política norte-americana é, por isso, espetacular, entretém muito. Ou seja, os EUA dão naturalmente muito que falar, mais ainda com o presidente Trump que vive e sobrevive há muito como um grande artista da bolha mediática. Em segundo lugar, os EUA são uma grande potência global – na economia, na tecnologia, na defesa – desde, pelo menos, o final do século XIX. Quem os EUA escolhem para os liderar, as suas opções políticas, económicas, diplomáticas, militares têm grande impacto no resto do Mundo. Eu não tenho particular gosto em comentar Donald Trump, nunca o fiz antes de ser presidente dos EUA, mas as suas decisões e declarações presidenciais muitas vezes têm um grande impacto nas nossas vidas (como quem tem ido à bomba de gasolina nos últimos meses terá notado).

O impacto global dos EUA

O curioso é que, desde o início, a experiência política norte-americana teve um impacto global, inicialmente sobretudo pela sua novidade. Foi uma inspiração importante para as revoluções liberais, a começar pela Revolução Francesa. Foi uma inspiração importante para movimentos independentistas e sucessivas vagas de descolonização e independência, começando pelo Haiti e a América espanhola. Já no século XX, Ho Chi Minh, o líder comunista vietnamita, citou a Declaração da Independência dos EUA quando proclamou a independência do Vietname, relativamente à França, em 1945. E a vitória do EUA na Guerra Fria (1947-1991), não foi o fim da história, mas foi um importante impulso para três décadas que foram o período da história em que mais países adotaram modelos políticos e económicos mais liberais.

A crescer desde 1776

Há muitos aspetos controversos na história dos EUA e no seu impacto global. Mas o seu sucesso é fácil de medir objetivamente. Em 1776 as 13 colónias da América do Norte que declararam a sua vontade de independência face ao governo de Londres tinham 2,5 milhões de pessoas. Hoje a população dos EUA é 140 vezes maior, com mais de 340 milhões de norte-americanos. É a terceira maior população do mundo depois dos colossos asiáticos da China e da Índia. Isso é fruto de os EUA terem sido ao longo de todo este período, ainda que com oscilações, claro, um dos principais polos de atração de pessoas de todo o mundo. Esta tem sido uma das chaves do seu extraordinário dinamismo. Hoje os EUA são a única grande economia global cuja população se prevê que continue a crescer nas próximas décadas.

Os EUA foram a primeira colónia que tentou vingar de forma independente, foram também a primeira grande federação republicana. Muitos duvidaram do seu sucesso. E começaram por ser economicamente irrelevantes, com menos de 1% do PIB global, em 1776. No entanto, pouco mais de cem anos depois, no final do século XIX, já eram a maior economia global, na vanguarda da segunda revolução industrial. E ainda hoje os EUA representam c.25% do PIB global. Pelo caminho houve guerras, abusos, divisões internas, por lá, como por todo o lado. Mas a Rússia já colapsou duas vezes. A China está ainda a recuperar do colapso secular entre 1839-1949.

Uma grande potência diferente

A liberdade provavelmente não teria sobrevivido na Europa sem o apoio do poder militar dos EUA na Segunda Guerra Mundial e na Guerra Fria. Isto significa que os EUA foram uma grande potência exemplar, que sempre defenderam a liberdade dos povos? Significa isto que acertaram sempre na sua política externa? A resposta às duas perguntas é: claro que não! A coerência e o acerto absolutos não existem nos assuntos humanos. E menos ainda é possível acertar sempre no campo extremamente complexo da política externa, onde, muitas vezes, apenas se pode optar entre males menores. Mas os EUA deram mais importância a princípios liberais, apoiaram mais processos de libertação política e económica do que qualquer outra grande potência. O apoio político, diplomático, financeiro dos EUA foi fundamental, por exemplo – juntamente com uma série de países europeus ocidentais – para defender e facilitar a transição democrática bem-sucedida em Portugal e em Espanha a partir da década de 1970.

O que não faz sentido é exigir dos EUA o que nenhuma potência alguma vez fez: ignorar completamente os seus interesses e reger-se apenas e com total acerto por princípios e valores que consideramos exemplares na atualidade. É verdade que, até 1865, os EUA viveram com a contradição de serem fundados com base numa Declaração da Independência que afirma os princípios da liberdade e da igualdade, mas a escravatura era permitida nos Estados do Sul. Mas foram os norte-americanos a mudar essa realidade, precisamente em nome dos valores de 1776, numa sangrenta Guerra Civil (1861-1865). O sistema político dos EUA nunca prometeu a perfeição, assume mesmo a imperfeição humana, tentando evitar que quem tem poder possa fazer demasiados estragos e que se possa aprender com os erros e, em intervalos regulares, mudar de lideranças.

Importa ter a noção de que a grande objeção na opinião pública global ao surgimento dos EUA, e ao seu novo sistema constitucional como uma república federal de grandes dimensões, não era que fosse pouco participativa e pouco livre – era, pelo contrário, que dava demasiados direitos a demasiada gente. É um disparate fazer de conta que os EUA são um exemplo perfeito de governação, porque não há nenhum regime político perfeito. Mas o exemplo e o poder dos EUA foram fundamentais para o progresso da liberdade e da prosperidade no Mundo. Não o fizeram sempre e não fizeram sozinhos, geralmente perceberam que precisavam de verdadeiros aliados e não de vassalos forçados, mas deram um contributo mais importante do que qualquer outra potência nesse sentido.

E agora?

Ironicamente, este aniversário coincide com uma fase de regressão iliberal não apenas no resto do Mundo, mas também nos próprios EUA – com a direita radical e a esquerda radical a não esconderem o seu desprezo por princípios fundamentais para uma verdadeira liberdade, como o da divisão e limitação de poderes, e um sistema de pesos e contrapesos. Mas a culpa disso não é da Declaração da Independência ou dos Pais Fundadores, mas de opções mais recentes. Nenhum sistema político dura para sempre. Pode mudar-se radicalmente a natureza do sistema mantendo formalmente o mesmo sistema constitucional – foi assim com o fim da República Romana ou da República de Weimar. Como disse Benjamin Franklin ao sair da Convenção que nos deu aquela que ainda hoje é a constituição dos EUA, em setembro de 1787, a uma senhora que lhe perguntou que sistema político os constituintes tinham criado: “A Republic if you can keep it!” Que é como quem diz: “uma democracia constitucional, se a souberem preservar!” Um regime verdadeiramente constitucional tem, por natureza, uma fragilidade fundamental: não se pode obrigar um povo a ser livre ou a escolher bem os seus líderes.

[O blog conta com a ajuda do leitor para continuar. Há custos a cobrir. Considere colaborar com qualquer valor no seguinte Pix: otambosi07@gmail.com 
Muito obrigado]