MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

terça-feira, 28 de julho de 2026

 Pode ser uma imagem de ‎texto que diz "‎SAMANTHA ون ALCA @sam @samanpidcavalca อำกยจ alca É PRECISO ROUBAR PRODUTOR PARA OFERECER PICANHA AO ELEITOR? OLIKE ÓRGãO FEDERAL DO GOVERNO LULA SEQUESTRA GADO DE PEQUENOS PRODUTORES E USA A CARNE EM FESTA POLÍTICA EM ANO ELEITORAL ICMBIO LADRÃO DE GADO‎"‎

A armadilha que o eleitor ajuda a montar

 


 

Claudio Apolinario

 

Por que boa parte dos eleitores que dizem querer mudança votam para que tudo fique igual.

Existe uma conversa que se repete em todo ciclo eleitoral no Brasil. O eleitor reclama dos políticos. Diz que são todos iguais. Que não prestam. Que o país só piora. Diz nas rodas de conversa estar decepcionado, mas vai às urnas e vota no mesmo de sempre. Não por ingenuidade. Por escolha. Uma escolha que tem sempre um motivo.

Uma pesquisa do Ipea com vereadores em doze municípios chegou a uma conclusão simples: o candidato se adapta ao que o eleitor aceita. Se o eleitor troca o voto por favores, o candidato oferece favores. Onde o eleitor não topa essa troca, o candidato muda a estratégia.

O eleitor molda o candidato. Não o contrário.

O clientelismo funciona de forma simples. O candidato não promete transformar a cidade. Promete resolver o problema imediato do eleitor. Consertar a rua da frente. Conseguir uma consulta médica. Liberar um benefício. Intermediar um alvará. É uma troca direta, concreta e imediata — muito diferente da proposta de um candidato que fala em mudanças que melhoram a cidade para todo mundo.

No momento da escolha, o imediatismo vence o longo prazo — quase sempre.

E aqui está o ponto que o eleitor precisa encarar sem conforto: cada voto trocado por um favor particular é um voto contra a reforma que tornaria aquele favor desnecessário. É votar naquilo que o eleitor mesmo reclama. É dar ao sistema exatamente o combustível que ele precisa para continuar. É votar pela continuidade do problema que gerou a necessidade da troca.

O favor de hoje tem um preço. E ele é pago em impostos. Em serviços públicos ruins. Em dinheiro público gasto para agradar quem elegeu, não para resolver o que mais precisa. O eleitor que aceita o favor está financiando, com seu próprio imposto, o sistema que o mantém dependente do próximo favor.

Isso é clientelismo. E ele é caro.

Já presenciamos disputas em que candidatos com histórico limpo, propostas sérias e argumentos sólidos perderam para candidatos com máquina montada, distribuição de benefícios e promessas localizadas. Não perderam por desonestidade do eleitor. Perderam porque ofereciam algo difícil de sentir antes do voto — o longo prazo — contra algo fácil de ver agora — o favor do curto prazo.

O voto é uma decisão tomada no presente, com consequências que chegam depois.

O problema não é apenas ético. O problema vai além do certo e errado. Um eleitorado que vota por um favor cria um ambiente onde o bom candidato, para competir, precisa montar uma máquina parecida e aceitar a lógica da troca. Os que se recusam a fazer isso perdem. Os que fazem comprometem exatamente o que os tornava diferentes.

É uma armadilha que o eleitor ajuda a construir toda vez que aceita a troca.

A saída é mais simples do que parece — mas exige uma decisão que o candidato não pode tomar pelo eleitor. Antes de votar, perguntar o que foi entregue, não o que foi prometido. Comparar histórico com discurso. Recusar o favor quando ele vem com um preço embutido. E entender que o candidato que distribui benefícios na campanha vai precisar de orçamento para pagar essa conta depois de eleito — e esse orçamento é pago pelo próprio eleitor.

Bons candidatos perdem quando o eleitor decide que o favor de hoje vale mais do que a cidade, o estado e o país que poderia ter amanhã.

A mudança começa quando o eleitor vota com consciência. Não por troca de favores.

Este é um ciclo que só o eleitor pode quebrar.

*          O autor, Claudio Apolinario, é articulista e analista político.

Organizações terroristas

 


 

 

Gilberto Simões Pires

 

RELATÓRIO DO SENAPPEN

Antes de tudo enganam-se redondamente aqueles que imaginam que apenas o PCC e o CV são reconhecidas como únicas ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS que atuam no nosso empobrecido Brasil. Na real, segundo informa o relatório da SENAPPEN - SECRETARIA NACIONAL DE POLÍTICAS PENAIS, órgão do governo federal vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, até o presente momento já foram identificadas 88 ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS QUE AGEM DA MESMA FORMA.

PODER FINANCEIRO INDEPENDENTE

Deste universo -horripilante-, 91% possuem PODER FINANCEIRO INDEPENDENTE (conseguem operar sem qualquer apoio) e 98% ESTÃO PRESENTES EM PELO MENOS UMA UNIDADE PRISIONAL. Nos últimos três anos, 72 destas ORGANIZAÇÕES atuaram apenas no ESTADO EM QUE ESTÃO SEDIADAS, e 14 CONSEGUIRAM EXPANDIR PARA ESTADO VIZINHOS, afirmou André Garcia, Secretário Nacional de Políticas Penais.

CV, PCC E TCP

Mais: o relatório aponta que -por ora- apenas duas, COMANDO VERMELHO (CV) e PRIMEIRO COMANDO DA CAPITAL (PCC) têm braços de OPERAÇÃO EM NÍVEL NACIONAL E INTERNACIONAL. No Rio de Janeiro, o CV, que vive uma GUERRA TERRITORIAL COM O TERCEIRO COMANDO PURO (TCP) EM ALGUNS PONTOS DO ESTADO, expandiu seu braço de operação para ESTADOS DO AMAPÁ, PERNAMBUCO E ESPÍRITO SANTO. Atualmente, de acordo com o levantamento, CERCA DE 125 PAVILHÕES ESTÃO SOB O -DOMÍNIO TOTAL DO COMANDO VERMELHO -CV. 

SOBERANIA

O que o relatório não aponta, por razões óbvias de INTERESSE DO CHEFE LULA, é que as 72 ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS E TERRORISTAS obedecem as mesmas regras e princípios estabelecidos pela MÁFIA SICILIANA -COSA NOSTRA-. A diferença principal é que enquanto a MÁFIA SICILIANA tinha como alicerce o -OMERTÁ-, as -ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS E TERRORISTAS BRASILEIRAS- são PROTEGIDAS por uma INSTITUIÇÃO GOVERNAMENTAL PETISTA, batizada com o nome de -SOBERANIA-. Sob este GUARDA CHUVA, todas as ORGANIZAÇÕES CRIMINOSAS E TERRORISTAS QUE ATUAM E/OU PRETENDEM ATUAR NO BRASIL passam a GOZAR DE LIBERDADE PARA AGIR E PROGREDIR. Que tal? 

Polímeros de engenharia impulsionam nova geração de componentes para máquinas agrícolas

 


Solve do Brasil

Polímeros de engenharia impulsionam nova geração de componentes para máquinas agrícolas

Desenvolvimento de materiais sob medida amplia durabilidade, reduz peso e permite criar produtos mais eficientes para equipamentos que operam em condições severas no campo

Os polímeros de engenharia vêm transformando a forma como componentes para máquinas e implementos agrícolas são projetados e fabricados. Muito além de substituir peças metálicas, esses materiais possibilitam o desenvolvimento de soluções mais leves, resistentes e duráveis, capazes de suportar ambientes de alta abrasão, contato com produtos químicos e grandes esforços mecânicos, contribuindo para aumentar a eficiência operacional e reduzir custos de manutenção no campo.

Diferentemente dos plásticos convencionais, os polímeros de engenharia são desenvolvidos para atender requisitos específicos de desempenho. Dependendo da aplicação, podem incorporar fibras de reforço, cargas minerais, estabilizantes contra radiação ultravioleta e aditivos que ampliam a resistência ao desgaste, ao impacto, às variações de temperatura e aos agentes químicos. O resultado gera materiais capazes de atender às exigências de componentes que trabalham continuamente em condições extremas.

Essa evolução tem permitido ampliar o uso desses materiais em buchas, mancais, engrenagens, dosadores, carcaças, reservatórios e peças estruturais presentes em plantadeiras, pulverizadores, distribuidores de fertilizantes, colheitadeiras e diversos outros equipamentos agrícolas. “O plástico técnico não deve ser visto como um simples substituto do metal, mas como uma oportunidade de desenvolver soluções mais eficientes. Quando existe engenharia aplicada, escolha adequada do material e projeto otimizado, é possível obter componentes mais leves, resistentes, econômicos e confiáveis”, diz Arley Galvani, consultor técnico-comercial da Solve.

Engenharia para enfrentar os desafios do campo

A Solve desenvolve soluções técnicas em polímeros desde a engenharia do produto até a produção seriada para indústria, construção civil e fabricantes de equipamentos mecânicos, porém, poucos ambientes exigem tanto dos materiais quanto o agronegócio. Poeira abrasiva, umidade, fertilizantes, defensivos agrícolas, radiação solar, vibrações, impactos e constantes variações de temperatura aceleram o desgaste dos componentes e impõem desafios que vão além da simples escolha da matéria-prima.

Por isso, o desenvolvimento de cada componente começa muito antes da fabricação. A definição do polímero leva em consideração fatores como cargas mecânicas, exposição química, atrito, absorção de umidade, estabilidade dimensional e vida útil esperada, permitindo que o material seja formulado especificamente para a condição de trabalho da peça. “O ambiente do agro é extremamente severo. Uma mesma peça pode ficar exposta simultaneamente a diversas situações. O componente precisa ser projetado para suportar exatamente o local e a condição em que irá trabalhar”, explica Galvani.

Segundo o especialista, um dos erros mais comuns é simplesmente reproduzir em plástico o desenho de uma peça metálica. “Os polímeros possuem comportamento diferente e exigem adaptações, como espessuras adequadas, nervuras de reforço, raios de concordância e compensações relacionadas ao processo de fabricação. O desempenho depende da engenharia aplicada desde o início do projeto”, detalha.

Menos peso, mais eficiência

Além da elevada resistência à corrosão, especialmente em aplicações com fertilizantes e defensivos agrícolas, os polímeros de engenharia permitem reduzir significativamente o peso dos componentes. Essa característica diminui esforços sobre eixos, rolamentos, correntes e sistemas de acionamento, facilita operações de montagem, manutenção e transporte e, dependendo da aplicação, pode contribuir para reduzir o consumo de combustível ou energia.

Em muitos projetos, os polímeros também permitem reunir em uma única peça funções que antes eram desempenhadas por conjuntos formados por metal, borracha e fixadores. A redução do número de componentes simplifica a montagem, diminui pontos sujeitos a falhas e aumenta a confiabilidade do equipamento ao longo da vida útil. Para Galvani, outro equívoco recorrente é avaliar apenas o custo da matéria-prima. “O valor total precisa considerar durabilidade, manutenção, desgaste e desempenho durante toda a vida útil da aplicação”, acrescenta.

Mercado em expansão

O avanço dos polímeros de engenharia acompanha a evolução da indústria nacional. Segundo a Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), o setor faturou R$ 164 bilhões em 2024 e projeta investimentos de R$ 31,7 bilhões entre 2025 e 2027, destinados à expansão da capacidade produtiva, inovação, reciclagem e desenvolvimento de novas soluções.

A utilização desses materiais também acompanha uma tendência observada em setores altamente exigentes. Na indústria automotiva, por exemplo, termoplásticos de engenharia e materiais compostos vêm sendo empregados para reduzir a massa dos veículos e aumentar a eficiência energética, conceito que se expande para outros segmentos industriais, incluindo o agronegócio.

Para os próximos anos, a expectativa é de crescimento no uso de polímeros reforçados com fibras, simulações computacionais mais precisas, manufatura aditiva para protótipos e pequenas séries e maior utilização de matérias-primas recicladas, desde que atendam aos requisitos de desempenho e durabilidade.

Na avaliação do especialista, os polímeros de engenharia deixaram de ser apenas uma alternativa ao metal e passaram a ocupar um papel estratégico no desenvolvimento da próxima geração de máquinas e equipamentos. “Quando a análise considera desempenho, manutenção, durabilidade e custo total, o plástico técnico deixa de ser apenas um substituto do metal e passa a ser uma ferramenta de inovação e competitividade”, conclui Galvani.



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Arley Galvani, consultor técnico-comercial da Solve
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Ruralpress

Kassi Bonissoni
Gerente de atendimento
kassiana.ruralpress@gmail.com
(19) 98320-0286

Pós-pandemia: o que nos ensinou sobre as tendências de mercado?

 


Por Fernando Poziomczyk

Poucos períodos exigiram tanta capacidade de adaptação das empresas quanto a pandemia. Diante de um cenário imprevisível, organizações de todos os setores precisaram abandonar modelos consolidados e implementar mudanças em um ritmo acelerado para garantir sua sobrevivência. Muitas delas foram tratadas como ensinamentos valiosos capazes de redefinir o futuro dos negócios. Outras, com o retorno à normalidade, mostraram que nem toda tendência se sustenta quando as circunstâncias mudam. 

Ainda assim, o legado desse período vai muito além das práticas que continuaram ou que desapareceram, mas na compreensão de que a adaptação deixou de ser uma reação emergencial para se tornar uma competência estratégica. Afinal, se a Covid-19 ensinou algo ao mercado, foi que previsibilidade não pode ser tratada como garantia, reforçando a essencialidade dos planos de contingência e gerenciamento de riscos para que as empresas estejam mais preparadas para se ajustarem a variáveis mais amplas que possam nunca acontecido, até o momento. 

Pesquisas recentes mostram que essa necessidade não é apenas uma impressão do mercado. Dados divulgados no Global CEO Survey 2025, da PwC, por exemplo, relataram que 42% dos CEOs acreditam que suas empresas não serão viáveis na próxima década, caso mantenham seus modelos atuais de operação. Ainda, o Future of Jobs Report 2025, do World Economic Forum, aponta que 59% da força de trabalho global precisará passar por processos de qualificação ou requalificação até 2030, destacando a resiliência, flexibilidade e agilidade como as competências mais valorizadas pelos empregadores. 

A pandemia, por mais que tenha exigido mudanças urgentes e complexas, provocou uma criatividade interessante por parte das empresas, de transformarem suas operações - da intensificação do modelo de trabalho online, a transformações mais intensas de negócios. Cada uma, com a mesma chance de serem uma oportunidade ou fatalidade, dependendo de como enxergariam esse movimento como algo a ser explorado positivamente no futuro. 

Porém, com a volta à normalidade, muitos desses movimentos “justificados” pelo isolamento social, começaram a cair por terra, perdendo espaço e popularidade. Os formatos de relações de trabalho foram alguns dos mais notáveis nesse sentido, saindo das inúmeras vagas home-office impulsionadas naquele período, para rotinas presenciais nos escritórios. A oferta e demanda de um modelo que foi visto como altamente positivo e necessário para sobrevivência, se tornou desbalanceada. 

O plano de contingência empresarial foi outro ensinamento valioso. Se, antes, ninguém esperava um lockdown, hoje passou a se tornar uma variável a ser considerada por qualquer organização. Esses efeitos deixaram claro que todo o processo de gestão e avaliação de riscos precisa ser o mais amplo possível, expandindo as possibilidades para muitos outros cenários - mesmo que, aparentemente, improváveis - de forma que as empresas estejam preparadas para lidar com quaisquer imprevistos, minimizando seus impactos. 

Por fim, o processo de digitalização em alta velocidade impulsionada neste período foi um dos pontos mais significativos. Empresas que, por exemplo, nunca haviam vendido pela internet, passaram a operar nos canais digitais, a adotar meios de pagamento online, implementar atendimento remoto e recorrer a aplicativos de entrega para manter suas operações funcionando. Segundo uma pesquisa encomendada pela Microsoft, como prova disso, 93% das pequenas e médias empresas brasileiras aceleraram seus processos de transformação digital durante a pandemia, ocupando parte essencial de seus investimentos. 

Muitos cargos e cadeiras focados na gestão digital também foram criados, passando a olhar as estratégias de negócio sob uma ótica digital que demanda pessoas capacitadas para isso – viabilizando resultados e geração de valor extremamente positivos que, dificilmente, farão com que deixem de investir em recursos e soluções que continuem proporcionando tais benefícios para o crescimento próspero. 

Ao olharmos para as tendências que surgiram, se fortaleceram ou perderam espaço após a pandemia, talvez a principal conclusão seja que a transformação dos negócios deixou de ser uma escolha estratégica, para se tornar uma necessidade permanente. Mudanças profundas podem surgir de forma repentina, alterando não apenas hábitos de consumo, mas também modelos operacionais, relações de trabalho e dinâmicas de mercado. 

Então, mais do que tentar prever, exatamente, qual será a próxima grande transformação, as empresas precisam se preparar para responder, rapidamente, a cenários que fogem completamente dos padrões conhecidos – o que exige planejamento, gestão de riscos, planos de contingência e uma cultura organizacional aberta à mudança. Afinal, a pandemia provou que nem todas as variáveis podem ser antecipadas, mas as organizações mais preparadas tendem a reagir com mais segurança, agilidade e capacidade de preservar sua competitividade diante do inesperado. 

Fernando Poziomczyk é sócio da Wide Executive Search, boutique de recrutamento executivo focado em posições de alta e média gestão. 

  

Sobre a Wide: 

https://wide.works/ 
Com mais de 30 anos somados de recrutamento especializado e mais de 20 mil entrevistas realizadas, o propósito da Wide, empresa de recrutamento e seleção de alta gerência, é construir legados, seja o das empresas contratantes, o dos candidatos e o seu próprio. 



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Nathália Bellintani


Tel: +55 (11) 9848-4042
Email: nathalia@informamidia.com.br
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Baiana desenvolve projeto que amplia a acessibilidade de profissionais com deficiência visual na TI

 


Desenvolvida com o Zabbix, a solução converte alertas visuais do sistema de monitoramento em vibração, sinais luminosos e avisos sonoros, ampliando as possibilidades de acessibilidade para profissionais com deficiência visual

São Paulo, julho de 2026 - As profissões ligadas à tecnologia continuam entre as que mais devem crescer no Brasil em 2026, segundo levantamento anual do LinkedIn. Com a expansão das áreas de infraestrutura, operações de TI e observabilidade, cresce também a necessidade de tornar esses ambientes mais acessíveis para profissionais com deficiência visual. Isso porque boa parte das plataformas usadas para monitorar servidores, aplicações e redes depende de dashboards, gráficos e alertas visuais exibidos em tempo real, o que pode representar uma barreira para esses profissionais.

Para ampliar essa acessibilidade, a especialista em observabilidade da JLCP Tecnologia, Lara Xavier desenvolveu, com o Zabbix, plataforma global de monitoramento open source, um projeto que transforma alertas emitidos pelo sistema em respostas físicas, como vibração, sinais luminosos e avisos sonoros. A solução oferece uma nova forma de acompanhar eventos críticos da infraestrutura e reduz a dependência da observação constante das telas. O projeto foi apresentado durante a Zabbix Conference Latam 2026, maior evento da comunidade Zabbix na América Latina.

“Quando falamos em observabilidade, normalmente pensamos em disponibilidade, desempenho e confiabilidade dos sistemas. Mas também precisamos pensar em quem observa esses sistemas. A tecnologia só cumpre seu papel quando pode ser utilizada por todas as pessoas. Este projeto nasceu para mostrar que acessibilidade também é inovação: ao transformar alertas visuais em estímulos táteis, sonoros e luminosos, ampliamos as possibilidades para que profissionais com deficiência visual e/ou auditiva percebam incidentes de forma mais rápida, autônoma e proativa, fortalecendo sua capacidade de resposta e reduzindo a dependência de uma única forma de interação com a plataforma”, afirma Lara.

Como funciona na prática

O projeto conecta os alertas gerados pelo Zabbix a um dispositivo desenvolvido com Arduino por meio de uma API em Python e de webhooks da plataforma. A partir dessa integração, cada evento é convertido automaticamente em um padrão específico de vibração, sinal sonoro e iluminação por cores, de acordo com o nível de severidade da ocorrência.

O protótipo também conta com um botão para silenciar alertas, permitindo que o operador mantenha o controle da operação sem interromper o fluxo de monitoramento. Além de apoiar profissionais com deficiência visual, a solução pode ser aplicada em ambientes nos quais os operadores precisam dividir a atenção entre diferentes atividades ou não permanecem o tempo todo diante dos monitores.

Para Luciano Alves, CEO LATAM da Zabbix, iniciativas como essa evidenciam o potencial das tecnologias abertas para desenvolver soluções voltadas a desafios reais e ampliar a inclusão no setor de TI. “Trata-se de um exemplo muito bom de como o modelo open source favorece a rápida e efetiva evolução de nossa plataforma para atender as mais variadas demandas", afirma Alves. “Neste caso, ao transformar alertas em estímulos táteis e sonoros, o projeto demonstra que a observabilidade pode se tornar ainda mais acessível e abre caminho para que uma nova geração de profissionais talentosos possa atuar em centros de operação de TI”, complementa.

Sobre a Zabbix

A Zabbix é uma empresa multinacional presente em diversos países, especializada no desenvolvimento de soluções de monitoramento e observabilidade open source de nível empresarial para redes, aplicações e ambientes em nuvem. Com uma base global de usuários e uma robusta rede de parceiros, a empresa oferece subscrições técnicas profissionais, certificações, treinamentos oficiais e serviços de consultoria especializados. Além disso, desenvolve e comercializa o Zabbix Cloud, uma solução SaaS totalmente gerenciada que leva as funcionalidades do Zabbix para a nuvem com alta escalabilidade e facilidade de uso. Saiba mais em:

https://www.zabbix.com/br



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Engaje! Comunicação

Elisa Reis
elisa.reis@engajecomunicacao.com
(11) 99288-3695

Tendências no 'skincare': especialista explica como separar promessas de marketing da ciência real na rotina de cuidados

 



Vitru Educação


Tendências no 'skincare': especialista explica como separar promessas de marketing da ciência real na rotina de cuidados


Especialista em estética e imagem pessoal da UNIASSELVI traduz os jargões da indústria cosmética, alerta para os riscos de produtos inadequados e indica os ingredientes que realmente valem o investimento


Especialista traduz os jargões da indústria cosmética, alerta para os riscos de produtos inadequados e indica os ingredientes que realmente valem o investime

Nas prateleiras e nas redes sociais, os consumidores são expostos diariamente a um bombardeio de tendências e promessas que vão desde a "penetração nas camadas mais profundas da pele" a resultados milagrosos. Para ajudar o público a fazer escolhas seguras e eficazes, Izadora Figueredo, professora do curso de Estética e Imagem Pessoal da UNIASSELVI, faz uma análise crítica sobre os reais efeitos dos ativos e jargões utilizados pela publicidade do setor.

 

Segundo Izadora, a mudança de estação tem impacto direto no comportamento do consumidor e na própria fisiologia da pele. “No inverno, por exemplo, tendemos a escolher ativos que promovam uma sensação de maciez e conforto contra a exposição ao frio. Isso implica o uso de produtos mais cremosos e espalháveis. No entanto, é preciso cautela, pois o uso de um produto inadequado ao seu tipo de pele pode gerar efeitos adversos, como excesso de oleosidade, ressecamento extremo e até reações alérgicas”, explica.

 

A professora alerta que o consumidor deve desenvolver um olhar atento para as chamadas "bandeiras vermelhas" do mercado. "Produtos que prometem resultados rápidos, sem comprovação de eficácia, devem ser observados com receio. Quando um rótulo alega penetrar em camadas profundas, na verdade ele age apenas na epiderme. É improvável que um cosmético comum possua capacidade de absorção profunda", ressalta. O mesmo cuidado vale para o selo 'dermatologicamente testado' que, segundo a especialista, apenas garante que o produto passou por testes de segurança em humanos, mas não anula o risco de reações individuais.

 

Outro ponto fundamental para o sucesso do tratamento é a ordem de aplicação dos produtos. A regra geral recomendada pela docente é iniciar pelas texturas mais fluidas e leves, como os séruns, e finalizar com os produtos de barreira e deposição, como os hidratantes densos e o protetor solar. Para quem possui um orçamento limitado, Izadora sugere focar em três passos essenciais de regeneração: "O investimento certeiro deve ser em Vitamina C pela manhã, fotoproteção diária e hidratação com Vitamina B5 (Pantenol)".

 

Fato ou Fake do Skincare

Com a velocidade das tendências de beleza na internet, muitas informações imprecisas e até perigosas acabam viralizando. A professora da UNIASSELVI esclarece os cinco principais mitos que dominaram as redes sociais recentemente:

  • "Se arde, é porque está fazendo efeito."

FAKE. A ardência e a pinicação severa não são sinônimos de eficácia, mas sim sinais claros de que a barreira cutânea está irritada ou lesionada. Um skincare eficiente e seguro não deve causar dor ou desconforto.

  • "Crianças e adolescentes precisam de rotinas com retinol e ácidos fortes."

FAKE. O uso precoce de ativos voltados para o rejuvenescimento (anti-aging) em peles jovens e saudáveis pode provocar queimaduras químicas e sensibilidade crônica. Nessa faixa etária, o cuidado deve se limitar à limpeza suave, hidratação básica e proteção solar.

  • "O Sunscreen Contouring (contorno com protetor solar) é uma técnica segura."

FAKE. A prática de aplicar protetor solar apenas em áreas específicas para deixar o restante do rosto bronzear naturalmente é altamente prejudicial. Dermatologistas alertam que a exposição parcial e desprotegida acelera o envelhecimento precoce e eleva o risco de câncer de pele. O protetor solar deve ser aplicado uniformemente.

  • "Misturar vários ativos diferentes acelera o resultado."

FAKE. A sobreposição desordenada de ingredientes potentes (como misturar ácidos AHA/BHA e Vitamina C na mesma aplicação) causa inflamação e o temido "efeito rebote" — que resulta em mais acne e oleosidade. A tendência atual é o Skinimalismo: rotinas simplificadas que respeitam a integridade natural do microbioma cutâneo.

  • "Receitas caseiras ou produtos 100% naturais são sempre melhores."

FAKE. Ingredientes naturais de cozinha (como limão, bicarbonato ou óleos essenciais puros) não passam por processos de estabilização laboratorial. Quando aplicados na pele e expostos ao sol, podem causar manchas severas, alergias e queimaduras graves. Fórmulas testadas e regulamentadas oferecem a segurança necessária para a saúde da pele.

 

Sobre a UNIASSELVI

A UNIASSELVI é uma das mais conceituadas instituições de ensino superior do Brasil. Com uma oferta diversificada de mais de 500 cursos, que incluem Graduação, Pós-Graduação, Profissionalizantes e Técnicos, a instituição se destaca pela sua abrangência e qualidade educacional. Presente em todos os estados brasileiros, a UNIASSELVI conta com uma ampla rede de mais de 1,2 polos e mais de 16 campi de ensino presencial. É reconhecida como a única instituição de grande porte nacional a receber nota máxima no Recredenciamento Institucional, concedido pelo Ministério da Educação (MEC). A missão da UNIASSELVI é fornecer os recursos e o suporte necessários para que os alunos construam suas próprias histórias e alcancem o sucesso acadêmico e profissional, promovendo assim o desenvolvimento pessoal e profissional de cada estudante.

 

Contatos para imprensa:

Weber Shandwick

E-mail: vitru@webershandwick.com

 

Luciana Messa lmessa@webershandwick.com | Telefone: (11) 99155-7742

Paulo Limaplima@webershandwick.com | Telefone: (11) 98879-1711

Julia Carvalhaes jcarvalhaes@webershandwick.com

 


Especialista traduz os jargões da indústria cosmética, alerta para os riscos de produtos inadequados e indica os ingredientes que realmente valem o investime

ENCOAD 2026 discute as estratégias que diferenciam os profissionais na era da IA

 



CRA-SP

ENCOAD 2026 discute as estratégias que diferenciam os profissionais na era da IA

A 17ª edição do principal evento promovido pelo CRA-SP reunirá especialistas para debater o papel da inteligência humana em ambientes marcados pela velocidade, excesso de informações e automação de processos

Em tempos em que a inteligência artificial amplia o acesso à informação e oferece respostas cada vez mais rápidas, a capacidade humana de pensar estrategicamente tornou-se um dos maiores diferenciais competitivos. Mas, diante de tantas soluções prontas, a origem de boas decisões está no que sabemos ou no que somos capazes de questionar?

Para responder essa e outras reflexões o Conselho Regional de Administração de São Paulo - CRA-SP promoverá nos dias 9 e 10 de setembro, a 17ª edição do Encontro do Conhecimento em Administração - ENCOAD. Considerado o principal evento promovido pelo Conselho, o encontro reunirá 40 especialistas para discutir o tema "Onde a estratégia começa?", propondo um amplo debate sobre o papel da inteligência humana na construção de decisões mais conscientes, inovadoras e sustentáveis.

Entre os convidados confirmados estão o professor, filósofo e escritor, Mario Sergio Cortella; a especialista em etarismo, governança e capital geracional, Fran Winandy; a estrategista em inovação e doutoranda em Filosofia, Flaw Bone; o CFO da Associação Internacional de Inteligência Artificial - I2AI, Alexandro Romeira; a vice-presidente do Grupo Mulheres do Brasil Sônia Hess, entre outros especialistas de diferentes áreas.

A programação contará com palestras, entrevistas e painéis que abordarão assuntos como filosofia aplicada aos negócios, liderança humanizada, inteligência artificial, inovação, gestão financeira, tomada de decisão baseada em dados, sustentabilidade e estratégias para o crescimento das organizações.

O ENCOAD 2026 será on-line e gratuito, com transmissão ao vivo pelo canal A Serviço da Administração, no YouTube. O evento contará ainda com tradução simultânea em Libras e emissão de certificados de participação.

Promovida anualmente pelo CRA-SP, a iniciativa integra a missão institucional do Conselho de democratizar o acesso ao conhecimento e estimular o desenvolvimento contínuo dos profissionais e estudantes da Administração, contribuindo para o fortalecimento da gestão nas organizações e o desenvolvimento da sociedade. 

Para mais informações sobre a programação e inscrições, acesse: encoad.com.br

Serviço

Encontro do Conhecimento em Administração – ENCOAD

Data: 9 e 10 de setembro

Informações e inscrições: encoad.com.br

Transmissão: Canal A Serviço da Administração, no YouTube – https://www.youtube.com/@cra_sp

Evento gratuito, com tradução em Libras e emissão de certificado de participação.

Sobre o CRA-SP: O Conselho Regional de Administração de São Paulo – CRA-SP é uma autarquia federal, criada em 1968 (três anos após a regulamentação da profissão de Administrador) que atualmente reúne cerca de 8 mil empresas e 60 mil profissionais registrados. Embora suas principais funções sejam o registro e a fiscalização do exercício profissional nas áreas da Administração, o CRA-SP tornou-se referência na qualificação de profissionais, ao disponibilizar, de forma gratuita, palestras e eventos em um ambiente onde o conhecimento é tratado como uma poderosa ferramenta, capaz de promover profundas mudanças sociais. Atualmente, o CRA-SP é presidido pelo Adm. Alberto Whitaker.




CRA-SP


Informações para a imprensa:


Katia Carmo – katia.silva@crasp.gov.br

Telefone: (11) 3087-3474

Karen Rodrigues – karen.rodrigues@crasp.gov.br

Telefone: (11) 3087-3477

Anuário de Segurança 2026: Golpes crescem 430%, sobretudo por meio do Whatsapp

 

Fortinet


Anuário de Segurança 2026: Golpes crescem 430%, sobretudo por meio do Whatsapp

 
 
 
Oi, tudo bem?
Aqui é o Edson Raphael da comunicação da Fortinet, líder mundial em segurança digital.
Escrevo por conta de uma pauta que pode te interessar
 
O recém-lançado Anuário de Brasileiro de Segurança Pública revelou que o estelionato se tornou o principal crime patrimonial que ocorrido no país. Em 2025, foram mais de 2,2 milhões de ocorrências (englobando tanto os estelionatos tradicionais quanto os digitais). Esse volume aponta um crescimento de 429,8% em comparação aos números observados em 2018.
 
Nesse contexto, a pesquisa aponta o impacto dos crimes digitais na percepção de segurança e medo das pessoas. Hoje, 83,2% da população afirma temer ser vítimas de uma fraude pela internet ou pelo celular.
 
Segundo pesquisa realizada pelo IPESPE a pedido do Observatório Febraban, o ranking dos golpes e fraudes mais comuns sofridos pelos brasileiros são: clonagem/troca de cartão (45%); golpe do WhatsApp (34%); falsa central bancária (31%); golpe do Pix (24%); uso indevido de CPF via SMS (13%); leilão ou loja falsa (10%). Os golpes mais comuns no Brasil utilizam de engenharia social, um conjunto de técnicas de manipulação utilizadas para convencer a vítima a revelar dados, instalar aplicativos, entregar cartões, fornecer códigos de autenticação ou realizar transferências.
 
De acordo com o Anuário, a análise de incidência por UF indica uma forte desigualdade regional na forma como este crime se distribui. São Paulo aparece com a maior taxa do país, com 1.808,3 registros, seguido pelo Distrito Federal (1.717,0). Paraná (1.339,1), Rondônia (1.329,6), Santa Catarina (1.294,8), Espírito Santo (1.254,7) e Goiás (1.075,6) completam o grupo de estados com taxa superior a 1.000 registros — um patamar concentrado predominantemente nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, com Rondônia como única exceção do Norte.
 
O levantamento aponta também que o padrão sugerido pelos dados é o de que as maiores taxas de registros acompanha, ainda que imperfeitamente, o grau de bancarização, digitalização e integração ao sistema financeiro formal de cada estado. Isso explicaria por que unidades mais urbanizadas e digitalmente conectadas, como São Paulo e Distrito Federal, encabeçam a lista de estados com mais registros desse tipo de incidente.

 
Para comentar como o ambiente digital favorece a prática de golpes (com as IAs tendo papel cada vez mais relevante nas estratégias) e como a população pode se proteger, a Fortinet disponibiliza seus especialistas para trazer análises e recomendações.
 
Você acha que esse tema caberia para uma pauta ou entrevista?
Qualquer coisa, me fale e alinhamos.
 
Abraços
Edson Raphael
(11) 91831-5360


Edson Raphael
Executivo de atendimento
edson.raphael@nr7.ag
(11) 91831-5360

Efeito GLP-1 chega ao varejo de produtos saudáveis e impulsiona procura por proteínas, fibras e alimentos funcionais

 

Efeito GLP-1 chega ao varejo de produtos saudáveis e impulsiona procura por proteínas, fibras e alimentos funcionais

Especialista da Bio Mundo explica como mudanças na alimentação de quem utiliza as canetas emagrecedoras estão transformando o consumo nas lojas de produtos naturais

O avanço dos medicamentos à base de GLP-1, como semaglutida e tirzepatida — as famosas canetas emagrecedoras —, está provocando mudanças que vão além da perda de peso. À medida que o apetite diminui durante o tratamento, cresce também a preocupação em manter uma alimentação nutricionalmente adequada, estimulando a procura por alimentos com maior densidade nutricional, suplementos proteicos, fibras e reposição de vitaminas e minerais.

Esse novo comportamento já pode ser observado nas lojas da Bio Mundo, uma das maiores redes de produtos naturais e de bem-estar do país. Segundo a empresa, categorias voltadas ao aporte nutricional ganharam relevância nos últimos meses, acompanhando a expansão do uso das chamadas canetas emagrecedoras.

Entre os produtos com maior crescimento de demanda estão água proteica, proteínas prontas para consumo (RTD), Smart Protein, barras substitutas de refeição (meal replacement), eletrólitos, psyllium saborizado, shots funcionais e gummies vitamínicas.

Segundo Amanda Rodrigues, nutricionista da Bio Mundo, o movimento é esperado, já que os medicamentos reduzem significativamente o apetite e, consequentemente, a quantidade de alimentos consumidos ao longo do dia.

“Um dos principais desafios para quem utiliza medicamentos agonistas de GLP-1 é conseguir atingir as necessidades nutricionais mesmo com uma ingestão alimentar menor", explica. “Quando o paciente passa a comer menos, pode acabar consumindo menos proteínas, fibras, vitaminas e minerais. Por isso, é importante planejar a alimentação e, quando houver indicação do médico ou nutricionista, utilizar alimentos e suplementos que ajudem a complementar essa ingestão.”

Na rede Bio Mundo, a venda de suplementos de proteína, como o whey protein, cresceram 33% nos último ano, enquanto as vendas de vitaminas subiram 16% no mesmo período.

A especialista ressalta que os suplementos não substituem uma alimentação equilibrada nem o acompanhamento profissional, mas podem representar uma alternativa prática para pacientes que encontram dificuldade em atingir as recomendações nutricionais apenas com os alimentos.

“Os suplementos proteicos, por exemplo, podem facilitar o aporte diário de proteínas em um volume menor de alimento, o que costuma ser interessante para pessoas que apresentam saciedade precoce durante o tratamento. Da mesma forma, fibras, eletrólitos e vitaminas podem fazer parte da estratégia nutricional quando existe necessidade individual.”

As recomendações estão alinhadas ao posicionamento publicado por sociedades internacionais de nutrição e medicina da obesidade. Um consenso elaborado pela American Society for Nutrition, Obesity Medicine Association, American College of Lifestyle Medicine e The Obesity Society destaca que pessoas em uso de GLP-1 apresentam redução importante da ingestão calórica devido à diminuição do apetite, o que pode comprometer o consumo adequado de proteínas e micronutrientes. O documento também aponta que shakes proteicos, barras e outros alimentos fortificados podem auxiliar alguns pacientes a atingir suas necessidades nutricionais, sempre dentro de um plano alimentar individualizado.

Varejo acompanha a mudança de comportamento

Na Bio Mundo, a mudança no perfil de consumo também tem levado à adaptação do mix de produtos.

“Percebemos que o consumidor passou a buscar muito mais praticidade aliada à qualidade nutricional. São pessoas que querem aproveitar melhor as poucas refeições do dia e procuram alimentos que entreguem proteínas, fibras ou vitaminas em pequenas porções”, explica a nutricionista.

Além dos suplementos proteicos, a procura por psyllium, utilizado para aumentar o consumo de fibras, e por bebidas com eletrólitos também cresceu. Os produtos prontos para consumo, como proteínas líquidas e shots funcionais, ganham espaço por oferecerem conveniência para quem tem pouco apetite.

"O uso dos medicamentos está mudando a forma como muitas pessoas se alimentam", conclui Rodrigues. “O foco deixa de ser apenas comer menos e passa a ser comer melhor. Isso abre espaço para alimentos com maior densidade nutricional e para uma suplementação bem orientada, sempre respeitando a individualidade de cada paciente.”

 



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Content.PR/MD

Marcia Fonseca
marcia.f@md.com.br
(11) 3050-5555 / (11) 96378-0821

Especialista aponta os principais sinais de maturidade para o crescimento de startups

 


Modelo de negócio escalável, retenção de clientes e uso estratégico da tecnologia estão entre os fatores que indicam potencial de crescimento sustentável

O ecossistema de startups brasileiro segue em evolução, mas crescer de forma sustentável continua sendo um dos principais desafios para empreendedores. Dados do Observatório Sebrae Startups, divulgados em abril de 2025, mostram que 56,56% das startups brasileiras ainda não faturam e que metade não sobrevive aos primeiros anos de operação. Já o Mapeamento do Ecossistema Brasileiro de Startups 2025, realizado pela ABStartups, aponta que apenas 15,4% das empresas alcançam a etapa de escala, evidenciando que transformar uma ideia promissora em um negócio capaz de crescer de forma consistente ainda é uma realidade para poucos. 

Nesse cenário, identificar os sinais que indicam o potencial de crescimento de uma startup pode fazer toda a diferença na definição dos próximos passos da empresa. Para a Bluefields, aceleradora de negócios e plataforma de inovação, negócios preparados para escalar costumam apresentar características que vão muito além do faturamento ou do número de usuários. 

"A maioria dos founders que chegam até nós acredita que o problema é a falta de capital ou de oportunidades. Na prática, quase sempre é falta de clareza sobre o próprio negócio. O mercado está cada vez mais atento à qualidade dos fundamentos do negócio e à habilidade de execução do founder, e não apenas ao potencial da ideia”, afirma Paulo Humaitá, fundador e CEO da Bluefields. 

A seguir, o especialista destaca quatro sinais que demonstram que uma startup está preparada para crescer de forma estruturada: 

  • Founder que vende antes de ter o produto pronto: existe uma crença perigosa, quase universal, entre founders: esperar o produto ficar pronto para começar a vender. O problema é que esse momento raramente chega. Startups mais maduras invertem essa lógica e validam a demanda antes mesmo de concluir a solução. Três pré-vendas realizadas antes do lançamento dizem mais sobre o potencial de um negócio do que qualquer pitch deck;  
  • Founder que já pivotou e não tem vergonha disso: pivotar é mudar a direção do negócio com base em evidências: trocar o público-alvo, reformular o produto ou abandonar um modelo que não está funcionando. É a evidência de que o founder está ouvindo o mercado mais do que está apegado à própria ideia. Startups que alcançam escala raramente são as que acertaram de primeira. São aquelas que erraram rápido, aprenderam com os erros e mudaram de direção antes de ficar sem fôlego. O founder que nunca pivotou, com certeza, ainda não testou seu negócio de forma suficiente; 
  • Clareza sobre quem é o cliente: se a resposta do founder sobre quem compra seu produto demora mais de trinta segundos ou vem carregada de "depende", o negócio ainda não está pronto para escalar. Clareza sobre o cliente é a base de qualquer estratégia de crescimento. Canal de vendas, precificação, contratações e desenvolvimento de produto: tudo começa com a compreensão exata de quem tem o problema que a startup resolve e por que essa pessoa está disposta a pagar por isso; 
  • Execução antes de captação: o sinal mais claro de que uma startup está pronta para escalar não está no pitch deck nem na rodada de investimento que está abrindo. Startups maduras não ficam esperando o próximo edital, o próximo investidor ou o próximo evento para agir. Elas executam com os recursos que têm e usam cada conversa com investidores ou clientes para acelerar algo que já está em andamento, e não para iniciar aquilo que deveria ter começado meses antes. 

"Depois de oito anos e mais de 300 startups, posso dizer: a maioria não quebra por crescer rápido demais. Quebra por nunca ter aprendido a jogar o jogo: vender, testar, pivotar e executar. Quem domina isso escala. Quem não domina, não chega a ter esse problema", finaliza Humaitá. 


Sobre Bluefields
   

A Bluefields é uma parceira de inovação que atua ao lado de empreendedores, corporações e investidores para transformar ideias em negócios estruturados, validados e em crescimento, combinando diagnóstico claro, trilhas personalizadas e acompanhamento próximo. Com uma abordagem prática e orientada à resultados, ajuda negócios inovadores a saírem da estagnação, ganhar clareza e executar com consistência combinando metodologias consolidadas de empreendedorismo, inovação aberta e impacto.    

Com o propósito de acelerar inovações para a eternidade, a Bluefields soma mais de 300 startups aceleradas em 8 anos de história. Atualmente, 60% das startups seguem ativas, com faturamento de R$250 milhões e geram mais de 1.000 empregos diretos. A Bluefields conta com um ecossistema de +70 grandes empresas atendidas e conta com centenas de mentores, mantenedores e parceiros locais e globais. Nos últimos anos, recebeu múltiplos prêmios entre as melhores aceleradoras do Brasil, pela ABStartups (Startup Awards) e pela empresa francesa Leaders League. Para o futuro, a visão 2040 prevê a construção de um ecossistema global de inovação, com presença em cinco regiões do Brasil e em cinco países.    

Acesse também:    

Site: https://www.bluefields.com.br/ 

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Sing Comunicação
Marina Dias - Sing Comunicação de Resultados
mdias@singcomunica.com.br
(11) 5091-7838

 Pode ser uma imagem de texto que diz "542 I F 1 Drmaurocosta "NOVOS RADARES COM A USAM TECNOLOGIA DE PONTA. ELES DETECTAM SE O MOTORISTA ESTÁ SEM CINTO, MAS AINDA NA CRIARAM NADA QUE CONSIGA IDENTIFICAR BURACOS NAS ESTRADAS.' DIZ LEITOR."

Atlantica Hospitality International alcança 8º ano de certificação GPTW

 

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Atlantica Hospitality International alcança 8º ano de certificação GPTW

Administradora atinge nova marca histórica de clima organizacional 

 

Atlantica Hospitality International, plataforma multimarcas de hospitalidade com 168 empreendimentos e 28,3 mil quartos em todo o Brasil, obteve a certificação Great Place to Work® (GPTW) pelo oitavo ano consecutivo. O selo atesta a aplicação prática das políticas de gestão de pessoas aos mais de 6.300 colaboradores da rede, que respondem a pesquisa de clima organizacional, medindo índices de confiança, respeito e equidade no ambiente de trabalho.

“A conquista da certificação GPTW, por oito anos seguidos, é motivo de orgulho para todo time da Atlantica especialmente por reforçar que estamos com a escuta ativa, ou seja, atuando, ano a ano, conforme o diagnóstico que a pesquisa nos apresenta. Neste ciclo de 2026, registramos 83% de adesão dos nossos colaboradores, indicador que demonstra, além de engajamento, confiança dos nossos profissionais no como estamos conduzindo nossas políticas internas, revisitando rotas e garantindo um ambiente de trabalho seguro, saudável e próspero”, afirma Fernando Morais, Diretor de Gestão de Pessoas & Cultura da Atlantica Hospitality International.

As políticas de recursos humanos da administradora são operadas em conjunto com o seu programa ESG, o Aja. Os processos internos incluem o projeto ‘A(s)cenda’; criado para acelerar a mobilidade social e profissional dos funcionários; o ‘Vamos Tod@s’, que estabelece metas e diretrizes para garantir a diversidade demográfica na contratação e na retenção de talentos; e o Infância Livre que visa o engajamento das equipes e dos hóspedes na mitigação de riscos sociais. E recentemente, a frente 'Aja pelas Pessoas' foi fortalecida com o lançamento de duas novas iniciativas: o 'Compartilha', que une economia circular à responsabilidade social ao destinar ativos hoteleiros em excelente estado para apoiar comunidades vulneráveis e instituições assistenciais, e o 'Portas Abertas', que estrutura a empregabilidade formal de grupos em situação de vulnerabilidade, como refugiados.


Programa Aja: o compromisso ESG da Atlantica

A estratégia de sustentabilidade da Atlantica é tangibilizada através do programa Aja que integra de forma transversal as práticas ambientais, sociais e de governança (ESG) em todos os empreendimentos da rede. Em vigor desde 2021, tem como missão unir performance financeira com responsabilidade socioambiental, gerando valor contínuo para investidores, hóspedes, colaboradores e comunidades. É sustentado por três pilares, que organizam as frentes de atuação da companhia:

  • Aja pelo Planeta (Ambiental): Focado na redução de impactos e preservação de recursos. Além do ClimAção, reúne projetos consolidados como o Energia CO₂nsciente, Água na Medida, Lixo Útil e o #Desplastifique, que buscam eficiência operacional por meio da sustentabilidade.
  • Aja pelas Pessoas (Social): Dedicado à promoção de ambientes saudáveis, diversos e prósperos. Inclui iniciativas como Vamos Tod@s, A(s)cenda, Infância Livre, Compartilha e Portas Abertas que visam o engajamento das equipes e a mitigação de riscos sociais.
  • Aja por nossos Valores (Governança): Eixo que garante a transparência, a ética e a excelência na gestão. Por meio dos projetos Gestão Transparente e Excelência Financeira, a rede reforça a confiança de investidores e a solidez da reputação da marca no mercado.

Ao alinhar estes pilares, a Atlantica reafirma seu compromisso em transformar a hospitalidade em um vetor de impacto positivo para o planeta e para o negócio.

 

Sobre a Atlantica Hospitality International

Fundada em 1998, a Atlantica Hospitality International, sediada no estado de São Paulo, conta hoje com um portfólio com 168 empreendimentos, que agregam a oferta de 28.329 quartos, em 74 cidades no Brasil. Possui mais de seis mil colaboradores capacitados para atender da melhor forma seus investidores e hóspedes, por meio da transparência e da alta qualidade.

Detém alianças exclusivas com três das maiores redes hoteleiras do mundo – Choice Hotels (dona das marcas Sleep Inn, Comfort, Comfort Suites, Quality, Clarion, Radisson, Radisson BLU, Radisson Collection, Radisson RED, Park Plaza, Park Inn by Radisson e Country Inn & Suites by Radisson), Hilton (bandeiras Hilton Garden Inn, Motto by Hilton e DoubleTree by Hilton) e Wyndham (Wyndham, Ramada Hotel & Suites, Ramada e Ramada Encore) -, além de contar com a família de marcas próprias Transamerica Hotels (Transamerica Fit, Transamerica Executive, Transamerica, e Transamerica Collection, Go Inn Transamerica e Esuites Transamerica) e a chancela by Atlantica. Os empreendimentos de hotelaria da companhia seguem padrões internacionais de excelência, com infraestrutura completa, acomodações modernas e bem equipadas, e serviços cortesia, como conexão para internet wireless e café da manhã.

É líder na categoria administradoras hoteleiras com mais empreendimentos no Brasil, pelo ranking Hotelaria em Números 2024, produzido pela Jones Lang LaSalle Incorporated (JLL), em parceria com o Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB) e Associação Brasileira de Resorts (ABR), um dos mais importantes do setor.

Pioneira na administração de hotéis no Brasil, a Atlantica oferece um sólido modelo de franquias que combina autonomia de gestão e marcas de prestígio internacional. A companhia também atua no segmento de multipropriedade voltado ao lazer e destaca-se na gestão de locações residenciais flexíveis com serviços, operando sob as bandeiras Roomo Transamerica e Radisson Serviced Apartments.



Informações para imprensa:

Weber Shandwick ahi@webershandwick.com

Priscilla Poubel – ppoubel@webershandwick.com | (21) 98351-0185

Julia Carvalhaes – jcarvalhaes@webershandwick.com

Pamela Forti – pforti@webershandwick.com | (11) 94800-1848

Atlantica Hospitality International alcança 100% de adesão em piloto de projeto educacional focado na redução de turnover

 




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Atlantica Hospitality International alcança 100% de adesão em piloto de projeto educacional focado na redução de turnover

Iniciativa "Meu Check-out no Ensino Médio" mira a capacitação de colaboradores que representam 25% da base operacional sem educação básica completa. O projeto integra o "Aja", programa ESG da rede

 

A Atlantica Hospitality International, plataforma multimarcas de hospitalidade com 168 empreendimentos e 28,3 mil quartos em todo o Brasil, iniciou a primeira turma do projeto "Meu Check-out no Ensino Médio" com 100% de adesão entre os 53 colaboradores selecionados para a fase piloto. A iniciativa tem por objetivo reduzir os índices de rotatividade (turnover) nas operações hoteleiras por meio da capacitação e da educação formal.

A ideia do projeto educacional nasceu no “Desafio Corporativo”, iniciativa interna de inovação no estilo hackathon, em que os colaboradores propõem soluções para endereçar temas estratégicos. O diagnóstico apontou que 25% dos profissionais da base operacional, concentrados prioritariamente nos setores de Governança, Alimentos & Bebidas e Manutenção, não possuem ensino fundamental e médio completos. Essa restrição de escolaridade foi identificada como uma das causas diretas para a limitação do crescimento interno e para a evasão de talentos. E, para mitigar esse cenário, nasceu o "Meu Check-out no Ensino Médio" que estrutura a concessão de bolsas de estudo voltadas à preparação para o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), com o suporte metodológico da plataforma especializada "Termine seus Estudos".

"O acesso à educação é algo poderoso, que pode mudar a vida das pessoas para melhor. Temos muito orgulho de viabilizar, em conjunto com os nossos hotéis, um projeto tão impactante para nosso time e para nossos objetivos de negócio. A demografia da Atlantica aponta que investir na educação formal básica é a ação mais objetiva para construir um plano de carreira viável para essas equipes. Ao atacar o déficit de escolaridade do nosso quadro operacional, teremos mais um mecanismo para manter nossos talentos, obter ganhos de produtividade e otimizar custos de recrutamento e treinamento. As pessoas são o nosso ativo mais valioso e a capacitação é o caminho para mantermos o crescimento sustentável da companhia", afirma Fernando Morais, Diretor de Gestão de Pessoas & Cultura da Atlantica Hospitality International.

 

Expansão do desenvolvimento interno

O "Meu Check-out no Ensino Médio" atua de forma integrada aos compromissos corporativos por meio do projeto A(s)cenda, que faz parte do programa ESG da administradora, o Aja. Os indicadores coletados nesta primeira turma servirão de base para validar a metodologia, medir a variação no turnover e estruturar a expansão do benefício.

"Vai ser ótimo porque vou conseguir atingir os meus objetivos com mais rapidez. Já estava fazendo supletivo presencial, mas duraria dois anos. Não é somente importante por conta do crescimento profissional, é uma mudança de vida, que vou levar para sempre comigo, fará parte do meu crescimento pessoal e estou muito grata pela confiança em mim", diz Maria Emanuelle da Silva, Camareira no Quality Hotel Jundiaí, empreendimento da rede Atlantica.

O "Meu Check-out no Ensino Médio" é fruto direto do Desafio Corporativo, uma das principais frentes de atuação do Idear. O programa consiste em uma maratona anual de inovação interna que reúne equipes multidisciplinares para co-criar soluções transformadoras a partir de desafios estratégicos definidos pelo Comitê Executivo (COMEX). Como um ecossistema contínuo de geração de valor, o Desafio Corporativo impulsiona tanto soluções voltadas ao desenvolvimento humano e social quanto à excelência em serviços. Exemplo dessa consistência é a edição de 2026, focada na jornada do cliente por meio do projeto "Let’s Partner", modelo que redesenha a percepção de valor do programa de fidelidade Let’s Atlantica, consolidando o papel da linha de frente como motor de protagonismo, engajamento e resultados escaláveis para toda a rede.

 

Programa Aja: o compromisso ESG da Atlantica

A estratégia de sustentabilidade da Atlantica é tangibilizada através do programa Aja que integra de forma transversal as práticas ambientais, sociais e de governança (ESG) em todos os empreendimentos da rede. Em vigor desde 2021, tem como missão unir performance financeira com responsabilidade socioambiental, gerando valor contínuo para investidores, hóspedes, colaboradores e comunidades. É sustentado por três pilares, que organizam as frentes de atuação da companhia:

  • Aja pelo Planeta (Ambiental): Focado na redução de impactos e preservação de recursos naturais frente à crise climática. Este pilar busca a eficiência operacional por meio de metas ambiciosas: assegurar que 50% dos hotéis atinjam o compromisso de redução no consumo de energia elétrica (Energia CO₂nsciente) e água (Água na Medida), além de ter 50% da rede certificada ou inscrita no padrão global de sustentabilidade Green Key. O eixo também estipula uma redução mínima de 6% nas emissões de carbono em metade das unidades (ClimAção), a substituição de todos os plásticos de uso único por opções recicláveis ou reutilizáveis (#desplastifique) e a adesão de 85% dos hotéis administrados ao programa de pesagem para a destinação produtiva dos resíduos, zerando o envio a aterros sanitários (Lixo Útil).
  • Aja pelas Pessoas (Social): Dedicado à promoção de ambientes saudáveis, diversos e prósperos. Para refletir a sociedade em que a rede está inserida, a Atlantica tem a meta de construir uma demografia interna mais diversa e inclusiva do que a base do IBGE (Vamos Tod@s) e garantir que 40% dos hotéis da rede contratem pessoas em situação de refúgio (Portas Abertas). Como agente de mobilidade profissional, a companhia busca promover 18% dos colaboradores e capacitar 85% do público interno em suas trilhas de formação (A(s)cenda). Na defesa dos direitos humanos (Infância Livre), o objetivo é treinar 85% das lideranças e operação para o enfrentamento da exploração sexual, arrecadar R$ 300 mil em doações e superar 90% de favorabilidade na pesquisa de clima do GPTW. Completa o pilar o programa de economia circular corporativa através de doações de enxovais e eletroeletrônicos (Compartilha), lançado em 2026 e com novas metas a partir de 2027 .
  • Aja por nossos Valores (Governança): Eixo que garante a transparência, a ética e a excelência na gestão. Por meio dos projetos Gestão Transparente, de Valor e Excelência Financeira, a rede reforça a confiança de investidores e a solidez da reputação da marca no mercado.

Ao alinhar estes pilares, a Atlantica reafirma seu compromisso em transformar a hospitalidade em um vetor de impacto positivo para o planeta e para o negócio.

 

Sobre a Atlantica Hospitality International

Fundada em 1998, a Atlantica Hospitality International, sediada no estado de São Paulo, conta hoje com um portfólio com 168 empreendimentos, que agregam a oferta de 28.329 quartos, em 74 cidades no Brasil. Possui mais de seis mil colaboradores capacitados para atender da melhor forma seus investidores e hóspedes, por meio da transparência e da alta qualidade.

Detém alianças exclusivas com três das maiores redes hoteleiras do mundo – Choice Hotels (dona das marcas Sleep Inn, Comfort, Comfort Suites, Quality, Clarion, Radisson, Radisson BLU, Radisson Collection, Radisson RED, Park Plaza, Park Inn by Radisson e Country Inn & Suites by Radisson), Hilton (bandeiras Hilton Garden Inn, Motto by Hilton e DoubleTree by Hilton) e Wyndham (Wyndham, Ramada Hotel & Suites, Ramada e Ramada Encore) -, além de contar com a família de marcas próprias Transamerica Hotels (Transamerica Fit, Transamerica Executive, Transamerica, e Transamerica Collection, Go Inn Transamerica e Esuites Transamerica) e a chancela by Atlantica. Os empreendimentos de hotelaria da companhia seguem padrões internacionais de excelência, com infraestrutura completa, acomodações modernas e bem equipadas, e serviços cortesia, como conexão para internet wireless e café da manhã.

É líder na categoria administradoras hoteleiras com mais empreendimentos no Brasil, pelo ranking Hotelaria em Números 2024, produzido pela Jones Lang LaSalle Incorporated (JLL), em parceria com o Fórum de Operadores Hoteleiros do Brasil (FOHB) e Associação Brasileira de Resorts (ABR), um dos mais importantes do setor.

Pioneira na administração de hotéis no Brasil, a Atlantica oferece um sólido modelo de franquias que combina autonomia de gestão e marcas de prestígio internacional. A companhia também atua no segmento de multipropriedade voltado ao lazer e destaca-se na gestão de locações residenciais flexíveis com serviços, operando sob as bandeiras Roomo Transamerica e Radisson Serviced Apartments.

 

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