MEDIÇÃO DE TERRA

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sexta-feira, 17 de julho de 2026

Mês do Amigo Cobasi: clientes podem ter benefícios exclusivos na modalidade Plus

 


Tutores de pets que fizerem a assinatura até o final de julho, terão acesso a ainda mais pontos e descontos

Crédito: Divulgação Cobasi

Até o dia 31 de julho acontece a campanha Mês do Amigo Cobasi 2026, que incentiva os clientes da Cobasi, empresa pioneira no Brasil no conceito de megaloja com produtos para pets, casa e jardim, a aderirem o programa Amigo Cobasi Plus. Tutores de pets que fizerem a assinatura durante o período, além dos benefícios que já fazem parte do programa, terão acesso a R$ 10 de desconto imediato e 900 pontos por mês durante um ano, equivalente a R$ 10 em desconto.

Além disso, até o final da campanha, clientes que fizeram o cadastro anual no Amigo Cobasi Plus ganharão 1 mês grátis. Isso sem contar o acesso a uma missão exclusiva: a oportunidade de ganhar 1.800 pontos extras em compras acima de R$ 199,00.

“Queremos sempre oferecer vantagens relevantes para os nossos clientes, inclusive, dentro destes programas que já trazem economia constantemente. É uma forma de contribuir com a rotina de milhares de tutores e pets, oferecendo conveniência e menos gastos”, afirma Caio Bernardo, Diretor Comercial e de Marketing da Cobasi.

Mais economia

O Amigo Cobasi Plus foi lançado em abril deste ano como uma evolução do programa de fidelidade gratuito Amigo Cobasi. Na versão comum, os clientes acumulam pontos a cada compra e podem trocá-los por descontos e brindes, além de terem acesso a ofertas especiais.

Com a nova modalidade, que se somou ao programa já existente, os clientes passaram a contar com benefícios adicionais mediante uma assinatura. Além de créditos mensais em pontos, tutores que possuem o Amigo Cobasi Plus têm 15% de desconto em serviços de banho e tosa nas unidades participantes da Pet Anjo, frete reduzido no site e aplicativo da Cobasi e pontos em dobro em itens selecionados.

Para adquirirem o Amigo Cobasi Plus, basta que clientes acessem suas contas no site ou aplicativo da Cobasi e preencham os dados de pagamento para terem os benefícios ativados na hora. A assinatura é válida apenas para pessoas já cadastrados no programa gratuito Amigo Cobasi.

 Pode ser uma imagem de texto que diz ".CHA9E59 ESPECIALISTA AUTOMOTIVO CHAMA LULA DE MENTIROSO POR AUMENTO DE ETANOL NA GASOLINA "NÃO É POSSÍVEL UM PRESIDENTE SE VALER DE TANTAS MENTIRAS"."

Meta lança AI Mode: quais os impactos ao marketing corporativo?

 


Por Renato Sobrinho

A forma como as pessoas encontram informações na internet está passando por uma nova transformação. Depois de décadas em que os mecanismos de busca tradicionais dominaram a descoberta de conteúdo, a inteligência artificial começa a ocupar um espaço cada vez mais relevante nessa jornada – ainda mais agora, com um novo capítulo inaugurado pelo lançamento do AI Mode pela Meta, recurso que incorpora respostas geradas pela IA à experiência de busca dentro de suas plataformas.  

Mais do que uma novidade tecnológica, a iniciativa reforça uma mudança mais ampla no comportamento dos usuários e na forma como marcas serão encontradas no ambiente digital. Afinal, a evolução das ferramentas de IA mostra que as pessoas estão cada vez mais interessadas em obter respostas prontas, contextualizadas e conversacionais, sem a necessidade de navegar por múltiplos links para encontrar uma informação.  

Dados divulgados no “Relatório de Difusão da IA 2025” comprovam essa realidade: cerca de uma em cada seis pessoas no mundo já utiliza a IA generativa regularmente, seja para aprender, trabalhar ou resolver problemas. Apenas o ChatGPT, como exemplo, já processa, aproximadamente, 2,5 bilhões de prompts por dia, segundo um levantamento da Ahrefs, volume que representa cerca de 18% das buscas realizadas diariamente no Google. 

As informações ajudam a demonstrar que a inteligência artificial está deixando de ser apenas uma ferramenta complementar, para se tornar um importante canal de descoberta de conteúdo, produtos e serviços presente nas mais diferentes plataformas, tendendo a impactar, diretamente, as estratégias de marketing digital nos próximos anos. 

Nesse cenário, a disputa pela atenção dos usuários se torna ainda mais acirrada. Se antes, o objetivo era conquistar posições nos mecanismos de busca, agora, as empresas também precisam pensar em como se tornar referências para sistemas de inteligência artificial que selecionam, interpretam e apresentam informações aos usuários. 

Isso não significa o fim do SEO tradicional. Pelo contrário. A construção de autoridade digital continua sendo um dos principais fatores que influenciam a visibilidade de marcas tanto nos buscadores quanto nas plataformas baseadas em IA. Conteúdos relevantes, consistência editorial e credibilidade permanecem como elementos fundamentais para aumentar a presença digital. O que muda é a forma como essas informações são consumidas.  

Em vez de acessar diversos sites para encontrar respostas, o usuário passa a confiar cada vez mais em interfaces que sintetizam conteúdos e entregam recomendações prontas, como está sendo viabilizado nesta mais recente novidade da Meta. Isso amplia a importância de estratégias focadas em autoridade, branding e produção de conteúdo de qualidade. 

A tendência também reforça a necessidade de uma presença digital integrada. Marcas que conseguem construir relevância em diferentes canais, como sites, blogs, redes sociais e plataformas profissionais, aumentam suas chances de serem reconhecidas e referenciadas por sistemas de inteligência artificial. 

O lançamento do AI Mode pela Meta é mais um sinal de que a busca digital está evoluindo para um modelo cada vez mais conversacional. Para as empresas, o desafio não será apenas aparecer nos resultados de pesquisa, mas conquistar espaço nas respostas geradas pelas tecnologias que estão redefinindo a forma como as pessoas descobrem informações. 

Mais do que uma mudança tecnológica, trata-se de uma transformação no comportamento digital. E, como aconteceu em outras grandes mudanças da internet, as empresas que compreenderem esse movimento mais cedo tendem a conquistar vantagens competitivas importantes nos próximos anos. 

Renato Sobrinho é Sócio da iOBEE - Agência de marketing digital e Growth. 

 

Sobre a iOBEE:  

https://iobee.com.br/ 

Atuando de forma abrangente com serviços de Google Ads & Meta Ads, SEO, Inteligência em Gestão de Redes Sociais, Inbound Marketing e outros mais. A iOBEE é uma agência de marketing digital e tecnologia, com uma abordagem mais estratégica e serviços que atendem todas as áreas que são vitais para alavancar o faturamento das empresas. 



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Engajamento no trabalho diminui: como o RH pode reverter essa realidade?

 


Por Jordano Rischter

Apenas um em cada cinco profissionais ao redor do mundo afirma estar verdadeiramente engajado no trabalho. O índice, divulgado no relatório “State of the Global Workplace 2026”, da Gallup, representa a segunda queda consecutiva desse indicador, evidenciando uma realidade preocupante: em um cenário marcado por transformações aceleradas, novas formas de trabalho e mudanças nas expectativas dos profissionais, insistir que o engajamento depende apenas de ações do RH significa atacar os sintomas, e não as causas do problema. 

Um dos pontos mais cruciais de ser esclarecido nesse sentido, é que o engajamento é uma consequência direta da percepção de pertencimento, propósito, desenvolvimento e confiança — elementos que se constroem, diariamente, nas relações entre líderes, equipes e cultura organizacional. O mesmo estudo da Gallup, inclusive, comprova isso, ao compartilhar que 70% da variação desse sentimento nas equipes está diretamente associada à qualidade da liderança local. 

Por que, então, essa realidade está longe de ser alcançada em muitas empresas? Principalmente, pelas mudanças na forma como cada um se relaciona com seu trabalho. Hoje, os profissionais buscam muito mais do que uma boa remuneração e estabilidade: esperam encontrar propósito, oportunidades contínuas de desenvolvimento, autonomia para desempenhar suas funções e um ambiente onde sintam que suas contribuições são valorizadas.  

Apesar disso, ainda é comum ver organizações tentarem responder a essas expectativas por meio de ações isoladas — como campanhas de engajamento, benefícios pontuais ou eventos internos — quando o principal fator que molda essa percepção está na experiência cotidiana de cada um, especialmente com seus líderes. É na interação diária com os gestores, a dinâmica dos times e a coerência da cultura organizacional que o engajamento é fortalecido ou perdido. Más experiências nesse sentido, naturalmente, acabam por desconectar as partes e prejudicar a satisfação e realização no exercício diário no ambiente corporativo. 

Antes de tudo, os profissionais querem clareza a respeito de para onde a empresa está caminhando e qual é o seu papel nessa trajetória. É difícil manter alguém engajado quando os objetivos do negócio são difusos ou quando cada colaborador não consegue enxergar como seu trabalho contribui para os resultados coletivos. Da mesma forma, existe uma expectativa crescente por desenvolvimento contínuo - mais do que promoções, as pessoas buscam perceber que estão evoluindo, adquirindo novas competências e construindo uma carreira com perspectivas concretas de crescimento. 

Há, ainda, um fator extremamente delicado: a conexão com a cultura organizacional. O engajamento se fortalece quando existe coerência entre o discurso e a prática, fazendo com que os valores propagados pela empresa sejam percebidos no comportamento das lideranças, nas decisões tomadas e na forma como as pessoas são tratadas. Quando essa consistência dá lugar à dissonância entre o que se comunica e o que efetivamente se vivencia no dia a dia, a confiança se perde. 

É justamente nesse ponto que a liderança assume um papel decisivo. Afinal, são os líderes que transformam a estratégia em realidade no dia a dia, dando contexto às decisões, traduzindo os objetivos do negócio, reconhecendo conquistas, desenvolvendo talentos, promovendo um ambiente de segurança psicológica e ajudando cada profissional a compreender como sua atuação contribui para um propósito maior. 

Reverter esse cenário exige que as empresas compreendam que esse não é um índice  que nasce de iniciativas isoladas, mas das decisões que tomam, diariamente, sobre como gerir pessoas – indo desde escolher quem ocupará as posições de liderança, a como preparar esses profissionais para desenvolver talentos, oferecer feedbacks consistentes, reconhecer resultados e cultivar relações baseadas na confiança, garantindo que a cultura organizacional deixe de existir apenas nos discursos e se manifeste na prática. 

Quando existe clareza de propósito, oportunidades reais de crescimento, coerência entre discurso e prática, e lideranças capazes de transformar esses elementos em experiências positivas, o engajamento deixa de ser uma meta perseguida pelo RH e passa a ser uma consequência natural de um ambiente onde as pessoas encontram motivos genuínos para permanecer, contribuir e crescer. 

Jordano Rischter é headhunter e sócio da Wide Executive Search, boutique de recrutamento executivo focado em posições de alta e média gestão.     

    

Sobre a Wide:     

https://wide.works/     

Com mais de 50 anos de experiência combinada, a Wide é especialista em recrutamento executivo alinhado às necessidades e objetivos de cada empresa. Seu foco é fortalecer a governança corporativa, com atendimento exclusivo e processos ágeis e assertivos, conduzidos pela expertise de seus sócios. 



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Do Back Office ao Marketplace: como essa vantagem competitiva nasce dentro das PMEs?

 


Por Tânia Alves 

Durante décadas, o crescimento das pequenas e médias empresas foi impulsionado pela força comercial, pela qualidade dos produtos e pelo relacionamento com os clientes. Hoje, esses pilares continuam essenciais, mas já não garantem competitividade em um mercado cada vez mais digital, integrado e orientado por dados. 

Vivemos uma nova realidade. A facilidade de vender em marketplaces, operar um e-commerce ou alcançar consumidores em qualquer região do país democratizou o acesso ao mercado. Em contrapartida, também elevou significativamente o nível de exigência. Afinal, o cliente espera disponibilidade imediata, entregas rápidas, informações precisas e uma experiência sem falhas. 

Nesse cenário, a verdadeira vantagem competitiva deixou de estar apenas na vitrine digital, migrando para a eficiência operacional que sustenta cada venda realizada. Entretanto, um paradoxo ainda é evidente: muitas empresas investem fortemente em marketing, canais digitais e expansão comercial, enquanto convivem com processos internos fragmentados, controles paralelos em planilhas, retrabalho e decisões baseadas em percepções, e não em dados. 

O resultado disso é conhecido: o volume de vendas cresce, mas a rentabilidade não acompanha o mesmo ritmo. Custos operacionais aumentam, erros se multiplicam e a gestão perde velocidade justamente quando a empresa mais precisa dela. É nesse momento que o back office assume um papel estratégico. 

Durante muito tempo, o back office foi tratado apenas como uma área administrativa; no entanto, atualmente, ele se tornou o centro nervoso da organização. Financeiro, fiscal, contabilidade, compras, estoque, produção, logística e atendimento precisam atuar como um único ecossistema, compartilhando informações em tempo real e sustentando decisões cada vez mais rápidas. 

A transformação digital, portanto, não começa pela tecnologia, mas pela revisão dos processos. Implantar um ERP não significa, necessariamente, transformar uma empresa. Afinal, mesmo tendo essa ferramenta, muitas organizações utilizam apenas uma pequena parcela do potencial de seus sistemas de gestão. Com isso, os dados existem, porém permanecem dispersos, e os indicadores são produzidos manualmente.  

Dessa forma, análises chegam atrasadas e decisões estratégicas continuam sendo tomadas sem uma visão integrada da operação. Em se tratando das PMEs, um estudo da Microsoft revelou que, embora 74% dos gestores utilizem dados automatizados com frequência, apenas 33% transformam essas informações em decisões estratégicas 

Portanto, a próxima etapa dessa evolução é transformar dados em inteligência. Dashboards operacionais, indicadores em tempo real e análises preditivas deixam de ser ferramentas exclusivas das grandes corporações e passam a fazer parte da rotina das PMEs mais competitivas. A empresa para de simplesmente registrar acontecimentos para antecipar tendências, identificar gargalos e agir antes que pequenos desvios se transformem em grandes problemas. 

A chegada da Inteligência Artificial acelera ainda mais essa transformação. Integrada aos dados do ERP, ela amplia a capacidade analítica das organizações, identifica padrões invisíveis aos gestores, prevê demandas, sugere ações corretivas e automatiza atividades operacionais, liberando as equipes para decisões de maior valor agregado. 

No ambiente dos marketplaces, essa maturidade operacional torna-se decisiva. Algoritmos favorecem empresas que mantêm estoques atualizados, entregam dentro do prazo, apresentam baixos índices de cancelamento e proporcionam uma experiência consistente ao consumidor. Cada falha operacional impacta diretamente a reputação da empresa e sua capacidade de competir. 

Mais do que vender em múltiplos canais, é necessário operar com inteligência em todos eles. As empresas que liderarão esse novo ciclo não serão, necessariamente, as maiores ou as que possuem mais recursos financeiros, mas aquelas capazes de integrar tecnologia, processos, pessoas e dados em uma estratégia única de gestão. 

O futuro pertence às organizações que compreenderem que crescimento sustentável não é consequência apenas de vender mais, mas sim de operar melhor. O marketplace representa a vitrine da economia digital; o back office, entretanto, continua sendo o alicerce que sustenta cada promessa feita ao cliente. 

Em um ambiente onde velocidade, precisão e inteligência definem a competitividade, investir na excelência operacional deixou de ser um diferencial: tornou-se uma condição indispensável para crescer, inovar e prosperar. 

A pergunta que todo líder deve fazer não é "como vender mais?", mas "nossa operação está preparada para sustentar o próximo nível de crescimento?". A resposta para essa pergunta definirá quais PMEs serão protagonistas da economia digital brasileira e quais continuarão apenas reagindo às mudanças do mercado. 

Tânia Alves é CEE da Okser. 

Sobre a Okser    

A Okser é uma consultoria especializada na implementação do SAP Business One. Com 17 anos de expertise, atendendo empresas em todo o território nacional, a empresa já soma mais de 2 mil projetos realizados e mais de 3 mil usuários. A organização vai além, criando soluções tecnológicas personalizadas para lidar com qualquer desafio, simplificando processos e garantindo maior segurança e eficiência operacional.     



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Cinthia Guimarães


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IA impulsiona corrida global por infraestrutura digital e coloca Data Center World Brasil 2026 no centro das discussões do setor

 

DFreire

O poder do 'Work Bestie': Por que ter um melhor amigo no trabalho é a maior arma das empresas contra o Burnout

 

Vitru Educação


O poder do 'Work Bestie': Por que ter um melhor amigo no trabalho é a maior arma das empresas contra o Burnout


Especialista da UNIASSELVI aponta que iniciativa amplia retenção de talentos pelas empresas; profissionais que contam com apoio de colega no ambiente de trabalho são mais engajados e produtivos


iniciativa amplia retenção de talentos pelas empresas; profissionais que contam com apoio de colega no ambiente de trabalho são mais engajados e produtivos

Segundo levantamento global do instituto Gallup, profissionais que têm um melhor amigo no trabalho são sete vezes mais engajados em suas funções. Além disso, a probabilidade de sofrerem de Síndrome de Burnout e outras doenças laborais cai consideravelmente. O fenômeno do "Work Bestie", termo popularizado para designar o melhor amigo do escritório, deixou de ser uma afinidade casual para se consolidar como um pilar essencial na gestão moderna de pessoas. Em um mercado de trabalho atravessado pela pressão por resultados e por incertezas constantes, construir relações de confiança tornou-se um antídoto contra a insegurança, o isolamento e a alta rotatividade.

Com a proximidade do Dia do Amigo, celebrado em 20 de julho, Fernando Cardoso, coordenador da graduação em Gestão de RH da UNIASSELVI, chama atenção para o fenômeno, que ganha um contorno cada vez mais estratégico para os negócios. "O salário e os benefícios atraem o talento, mas são as relações saudáveis e o senso de pertencimento que o mantém na empresa. O 'work bestie' é alguém com quem o trabalhador compartilha desafios, celebra conquistas e encontra suporte em momentos de pressão. Não necessariamente é um amigo íntimo fora da empresa, mas é uma referência de confiança dentro do ambiente organizacional", acrescenta Cardoso.

De acordo com levantamento do instituto BetterUp, os níveis de estresse e ansiedade em profissionais que se sentem desconectados de seus pares podem aumentar em até 158%. A mesma pesquisa aponta que funcionários que se sentem solitários são 109% mais propensos a sofrer de Burnout e relatam um aumento de 77% no estresse diário.

 

Conexão humana e os novos modelos de trabalho

Para Cardoso, a segurança psicológica gerada por esses vínculos é o que sustenta o bem-estar das equipes e atrai as novas gerações, como os Millennials e a Geração Z, que colocam a qualidade do ambiente de trabalho no mesmo patamar de importância que a remuneração. “Esse tipo de vínculo contribui para criar ambientes mais colaborativos, humanos e resilientes. Em mercados cada vez mais competitivos, empresas que favorecem relações interpessoais positivas tendem a apresentar melhores indicadores de clima organizacional, engajamento e retenção. Organizações que antes valorizavam apenas resultados passaram a reconhecer que relações interpessoais saudáveis são fundamentais para sustentar desempenho no longo prazo”, destaca ele.

Nos modelos híbridos e remotos, o impacto do Work Bestie pode ser ainda maior, justamente porque a distância física reduz interações espontâneas e pode gerar sensação de desconexão. "O desafio das organizações é criar oportunidades para que essas relações surjam naturalmente, já que o ambiente virtual reduz momentos informais, como conversas no café ou encontros presenciais. O risco é formar equipes tecnicamente conectadas, mas emocionalmente distantes. Por isso, muitas empresas vêm repensando seus modelos de gestão para equilibrar flexibilidade e oportunidades de interação humana significativa”, afirma Cardoso.

 

Armadilhas que devem ser evitadas

Mas nem toda interação deve ser incentivada no ambiente corporativo. É importante estabelecer limites para que essa proximidade entre colaboradores seja saudável, tanto para a empresa quanto para os próprios funcionários. “Amizades fortalecem a cultura organizacional, mas não podem comprometer a imparcialidade profissional. O principal limite é garantir que a relação não gere privilégios, exclusões ou prejudique a tomada de decisões objetivas. Amizades entre líderes e subordinados podem existir, mas exigem maturidade e elevado profissionalismo”, destaca.

As chamadas "panelinhas", que surgem quando grupos de pessoas criam barreiras para a integração de novatos na empresa, também são um problema. “As organizações podem estimular relações saudáveis criando ambientes de confiança, promovendo projetos colaborativos, mentorias, espaços de convivência e momentos informais voluntários. A liderança também exerce papel central ao estimular respeito, escuta ativa e cooperação entre equipes. Mas é preciso lembrar que nenhuma dinâmica obrigatória cria amizade verdadeira. Conexões genuínas nascem da convivência e da confiança. Por isso, o mais importante para as empresas é construir uma cultura onde as pessoas sintam-se seguras para serem autênticas. Laços genuínos surgem naturalmente quando existe confiança, propósito compartilhado e experiências positivas no cotidiano de trabalho”, conclui o coordenador da UNIASSELVI.

 

Sobre a UNIASSELVI

A UNIASSELVI é uma das mais conceituadas instituições de ensino superior do Brasil. Com uma oferta diversificada de mais de 500 cursos, que incluem Graduação, Pós-Graduação, Profissionalizantes e Técnicos, a instituição se destaca pela sua abrangência e qualidade educacional. Presente em todos os estados brasileiros, a UNIASSELVI conta com uma ampla rede de mais de 1,2 polos e mais de 16 campi de ensino presencial. É reconhecida como a única instituição de grande porte nacional a receber nota máxima no Recredenciamento Institucional, concedido pelo Ministério da Educação (MEC). A missão da UNIASSELVI é fornecer os recursos e o suporte necessários para que os alunos construam suas próprias histórias e alcancem o sucesso acadêmico e profissional, promovendo assim o desenvolvimento pessoal e profissional de cada estudante.

 

Contatos para imprensa:

Weber Shandwick

E-mail: vitru@webershandwick.com

 

Luciana Messa lmessa@webershandwick.com | Telefone: (11) 99155-7742

Paulo Limaplima@webershandwick.com | Telefone: (11) 98879-1711

Julia Carvalhaes jcarvalhaes@webershandwick.com

Cinco motivos pelos quais o Brasil se torna cada vez menos competitivo

 


Por Alexandre Pierro

O mundo vive uma intensa corrida por produtividade, impulsionada pelos avanços tecnológicos, ascensão da IA, automação em massa, análise de dados e pela inovação contínua. Não faltam exemplos de empresas e países que conquistaram ganhos de eficiência, redução de custos, tomadas de decisões mais assertivas e ampliação da sua competitividade ao incorporarem essas transformações com estratégia. Dentre eles, infelizmente, o Brasil ainda avança em um ritmo muito inferior ao necessário para acompanhar essa nova dinâmica global. 

Um estudo recente do think tank, o Conference Board, mostrou que a produtividade da economia nacional recuou 18,5% desde 1980, retornando a níveis semelhantes aos registrados em 1958. Ao mesmo tempo, nossa participação no PIB mundial caiu de 2,8% para 2,1%, ocupando, hoje, a 52ª posição no ranking global do Índice Global de Inovação (IGI), elaborado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (WIPO / OMPI). 

Em um mercado de constantes evoluções em que a tecnologia vem redefinindo negociações entre as mais diversas organizações, insistir em modelos pouco eficientes significa abrir espaço para que outras economias avancem mais rapidamente. Nosso país tem um amplo potencial para estar dentre as maiores potências, mas deixa de ocupar este espaço por fatores preocupantes que ainda parecem não ter sido amplamente compreendidos pelo empresariado – dos quais cinco se destacam: 

#1 Resistência à inovação como estratégia de negócios: a inovação ainda é tratada por muitas empresas como um projeto pontual, e não como um componente estratégico para seu crescimento. Dessa forma, ao invés de estruturarem processos contínuos de transformação, com metas e indicadores de desempenho, se limitam a iniciativas isoladas, que pouco impactam sua competitividade. O cenário da Indústria 4.0 ilustra bem essa realidade: embora já exista há 14 anos e seja amplamente falado ao redor do mundo, sua adoção no Brasil ainda está em estágio inicial. Uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), como prova disso, mostra que apesar de 69% das indústrias já utilizarem algum tipo de tecnologia digital, a maioria ainda está dando os primeiros passos de maturidade, com baixa integração entre sistemas, pouca utilização estratégica dos dados e reduzido aproveitamento do potencial dessas ferramentas.  

#2 Decisões baseadas em intuição, e não em dados: em um mercado cada vez mais dinâmico, tomar decisões com base na experiência ou "achismos” não é suficiente para sustentar a vantagem competitiva. Ainda assim, muitas empresas brasileiras enfrentam dificuldades para consolidar uma cultura orientada por dados, seja pela baixa integração entre sistemas, pela qualidade das informações disponíveis ou pela falta de profissionais preparados para transformá-las em inteligência de negócios, o que resulta na perda de agilidade, maior exposição a riscos e decisões menos assertivas.  

#3 Gargalos de eficiência: há, ainda, uma grande resistência em muitas empresas de investirem mais tempo e recursos em sua governança, acreditando que mapear fluxos, definir responsabilidades, estabelecer indicadores e padronizar atividades significa aumentar a burocracia e reduzir a agilidade operacional. Mas, na prática, o que ocorre é justamente o contrário. Processos bem estruturados eliminam retrabalho, reduzem desperdícios, aumentam a previsibilidade e permitem que as equipes direcionem esforços para atividades de maior valor estratégico. As normas ISO são excelentes exemplos de sucesso nesse sentido, tendo na China um dos maiores cases de sucesso com empresas que vêm expandindo seus resultados através dessas metodologias e, consequentemente, favorecendo a melhora do PIB nacional. 

#4 Uso da IA sem capacitação: em muitas organizações, essa ferramenta vem sendo utilizada como substituta do pensamento crítico, e não como um instrumento para potencializá-lo. É cada vez mais comum, por exemplo, ver profissionais tratando respostas de plataformas como o ChatGPT como verdades absolutas, sem validação, contexto ou senso analítico. Essa falta de gestão do conhecimento evidencia, inclusive, uma lacuna de capacitação que vai além da tecnologia: o Brasil continua distante das principais economias em inovação e produção de conhecimento, ocupando apenas a 50ª posição entre 133 países no Índice Global de Inovação de 2025.  

#5 Infraestrutura insuficiente: nenhum esforço de inovação ou transformação digital será suficiente se continuarmos enfrentando gargalos históricos de infraestrutura. O Brasil possui dimensões continentais e enorme potencial logístico, mas ainda convive com uma matriz de transporte excessivamente dependente das rodovias, estradas em condições precárias, ferrovias insuficientes e um sistema portuário que não acompanha o volume e a complexidade do comércio internacional. O resultado é o aumento dos custos operacionais, atrasos na cadeia de suprimentos e perda de competitividade frente a economias que investiram de forma consistente em infraestrutura.  

Ao enxergarmos tamanho crescimento de potências internacionais, é normal cobrarmos mais iniciativas de inovação das empresas, do governo e da sociedade. Contudo, talvez a pergunta mais importante a se fazer seja: quais mudanças estamos dispostos a promover dentro das nossas próprias organizações?  

Seguimos exportando cacau para importar chocolate, vendendo café para comprar cápsulas de alto valor agregado, e sustentando boa parte da economia na comercialização de commodities, enquanto importamos tecnologia, conhecimento e produtos manufaturados. Temos à disposição uma série de metodologias de gestão capazes de fortalecer nossa governança, impulsionar a transformação digital e elevar a inteligência no uso estratégico dos dados.  

O conhecimento está disponível, as tecnologias também. O que falta é compreender que competitividade exige mudança de mentalidade. Afinal, insistir nas mesmas práticas e esperar resultados diferentes não nos levará ao protagonismo que o potencial brasileiro permite alcançar. 

Alexandre Pierro é doutorando em energia e mestre em gestão e engenharia da inovação, engenheiro mecânico, bacharel em física e especialista de gestão da PALAS, consultoria pioneira na implementação da ISO de inovação na América Latina.     



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Copa do CNPJ 2026: quem no Brasil está pronto para levantar a taça do formato alfanumérico?

 


Por Miriam Negreiro

A Copa do Mundo, sem dúvidas, é o maior evento esportivo do mundo, capaz de unir pessoas em prol da mesma torcida, pela sua nação ou por grandes talentos desse esporte universal. Este ano temos uma edição histórica, pois é a primeira a contar com 48 seleções e ter três países-sedes. Para muitos, esse anúncio causou estranheza, dúvidas e receios de como seria a competição, mas o que temos visto é um grande exemplo de gestão. 

O evento da FIFA tem mostrado com muita precisão o uso da tecnologia para apoiar nas análises de partida em tempo real, desde a posse de bola até o uso do VAR — que já invalidou muitos gols e ajudou a esclarecer lances duvidosos. Em paralelo, enquanto os olhos estão vidrados na tela esperando o resultado de partidas que duram entre 90 e 120 minutos, podendo até ir para os pênaltis, por aqui, no Brasil,um grande desafio, também vem acontecendo no universo coorporativo: a transição do CNPJ numérico para o Alfanumérico. 

A Receita Federal, diante do crescimento contínuo do número de empresas e do inevitável esgotamento de números de CNPJ disponíveis, lançou o CNPJ Alfanumérico. Para governo é um projeto nacional crítico de modernização, pois com essa mudança, migraremos para um modelo que irá permitir a geração de uma sequência ilimitada de combinações para novos registros de empresa no Brasil.   

A medida tem como objetivo facilitar a identificação de todas as organizações e aprimorar o ambiente de negócios. É importante destacar que esse modelo já entrou em vigor neste mês de julho de 2026, exclusivamente para novas inscrições — os cadastros já existentes não sofrerão nenhuma alteração e continuam operando normalmente. 

A mudança é significativa, afinal, estamos falando da alteração de um controle que estava em vigor desde a sua criação, onde todas as soluções e sistemas que processam informações coorporativas, tais como: sistemas ERPs (Enterprise Resource Planning), CRMs (Customer Relationship Management), plataformas de e-commerce - Comercio eletrônico, Sistemas de Pagamentos, entre outros, já precisam estar preparados e atualizados para comportar o novo formato em suas aplicações e soluções (campos de banco de dados que aceitam apenas números, ou máscaras de validação antigas, precisarão ser ajustados para o formato alfanumérico) para continuarem vivos no “jogo”. 

Quando relacionamos um tema tão grandioso como a Copa do Mundo com o mundo corporativo, pensamos em todo o ciclo que envolvem grandes projetos e mudanças. As novas regras foram estabelecidas em outubro de 2024, dando essa margem de preparo por todas as equipes. Com a preparação e as alterações em dia, agora entram em campo os times de implementação, tendo que passar também por várias rodadas para avançar. 

É preciso enfatizar que, embora essa alteração não impacte os CNPJs que já estão em vigor, assim como o treinador prepara o time para ensaiar todas as jogadas para depois colocá-las em ação durante a partida, o segredo para conseguir alcançar um bom resultado, estará no preparo das soluções. Isso é, desde escalação dos times (recursos da empresa) que vão jogar e/ou atuar na homologação das novas implementações (classificação) até chegar à data da implantação final, buscando a taça e o sucesso, ou seja, sair vitorioso depois de passar por todas as etapas e vencer todos os desafios.  

A Copa do Mundo de 2026 trouxe questionamentos pelo tamanho, mas tem sido um grande evento, pela grande oportunidade dada para mais seleções participarem, fazendo jus à sua característica de “mundial”. No Brasil, essa alteração no controle dos novos CNPJs, ao mesmo tempo que traz desafios na adequação dos controles e sistemas existentes, vai ampliar as possibilidades de criação de novas empresas/novos negócios, garantindo fôlego para as próximas década no mundo coorporativo. No final, estamos torcemos para que todos os times coorporativos, levantem a taça da vitória em seus projetos. 

Miriam Negreiro é diretora de consultoria na ABC71. 

Sobre a ABC71 
Desde 1971, a ABC71 é pioneira em ERPs para indústrias com a missão de melhorar a performance das empresas brasileiras com software e serviços. Atendendo aproximadamente 400 clientes, a organização soma uma trajetória de sucesso com o objetivo de ser reconhecida como a melhor empresa de software de gestão no Brasil. 



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Cinthia Guimarães


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quinta-feira, 16 de julho de 2026

Black Princess inova em 2026 com estreia de sua primeira Zero Álcool e versão em lata para cervejas especiais

 


Nova Black Princess Zero, sem álcool e sem glúten, acompanha tendências de consumo e bem-estar e consolida a entrada da marca na categoria zero

 

Atenta aos novos hábitos de consumo, a Black Princess, marca premium e centenária do Grupo Petrópolis, lança a sua primeira cerveja 0% álcool. A novidade marca a entrada da marca na categoria zero álcool e reforça sua estratégia de inovação alinhada às transformações do mercado.

A Black Princess Zero é uma puro malte sem glúten, inspirada na já reconhecida Black Princess Gold, e chega ao mercado em garrafa long neck de 330 ml. O lançamento amplia o portfólio da marca ao oferecer uma alternativa para consumidores que buscam novas possibilidades de consumo, sem abrir mão de qualidade, sabor e sofisticação.

O movimento acompanha o crescimento acelerado da categoria zero álcool no setor cervejeiro. Desde 2023, a categoria premium concentra 62% do volume de cervejas zero álcool no Brasil, segundo dados da Nielsen, refletindo mudanças importantes no comportamento do consumidor.

 “O mercado de cervejas zero cresce de forma expressiva e representa uma oportunidade estratégica importante para o Grupo Petrópolis. Somente entre 2023 e 2024, a produção dessa categoria no Brasil cresceu mais de 500%, sendo um cenário fértil e competitivo. Com Black Princess Zero, ampliamos a presença da marca em novas ocasiões de consumo, conectando tradição e inovação a um público cada vez mais atento às suas escolhas”, afirma João Netto, diretor de Marketing e Trade do Grupo Petrópolis.

Tradição na lata: mais inovações no portfólio

Ao lado de Black Princess Zero, sem álcool e sem glúten, mais inovações são apresentadas: pela primeira vez em sua história, as cervejas Doctor Weiss e a Let's Hop IPA passam a ser comercializadas em lata 350 ml.

Desde a fundação da marca, em 1882, as cervejas especiais de Black Princess foram envasadas em garrafas de vidro de 600ml. Agora, a chegada das latas representa um novo passo para ampliar a presença em diferentes ocasiões e atender à evolução do mercado.

A Doctor Weiss é uma cerveja de trigo do estilo Kristall Weinzen, refrescante e saborosa. Possui coloração dourada brilhante, além de uma espuma cremosa e notas marcantes de banana e cravo, que entregam uma experiência refrescante e equilibrada. É a cerveja mais premiada do Grupo Petrópolis, com reconhecimentos nacionais e internacionais.

Já a Let’s Hop, é uma IPA intensa e aromática, com maior dosagem de lúpulo e dry hopping, que revela notas herbais, cítricas, florais e condimentadas. Tem sabor marcante, de cor amarelo dourado intenso, amargor agradável, seco e permanente. 

A novidade está conectada à expansão da comercialização das cervejas especiais em lata, formato que vem ganhando força entre os consumidores brasileiros nos últimos anos.

“Desde 2024, a lata passou a ser a embalagem mais consumida no segmento de cervejas especiais e hoje concentra mais de 50% do volume do mercado. Mais do que uma evolução que une praticidade, identidade premium e a tradição de Black Princess, preservando características já valorizadas pelo público, ter nossos principais rótulos também nessa embalagem apoia nossa estratégia de conquistar mais penetração em novos canais e ocasiões de consumo, criando oportunidades de experimentação”, reforça João Netto.

Com os lançamentos, Black Princess reforça sua conexão com consumidores que valorizam tradição, inovação e novas experiências, mantendo seu olhar voltado para tendências que ajudam a construir o futuro da categoria premium.

Titan amplia tecnologia e leva soluções com IA para a América Latina

 



Titan

Titan amplia tecnologia e leva soluções com IA para a América Latina

Além da fabricação de pneus agrícolas, empresa expande plataforma digital baseada em inteligência artificial e realidade aumentada para fortalecer o atendimento técnico, apoiar revendas e tornar o relacionamento com clientes mais eficiente

A transformação digital no agronegócio avança em ritmo acelerado. Soluções baseadas em inteligência artificial (IA) vêm ganhando espaço também nas áreas: comercial, técnica e de pós-venda, permitindo que fabricantes ofereçam um atendimento mais ágil, personalizado e orientado por dados. Nesse cenário, é que a Titan pneus está ampliando sua estratégia de inovação ao expandir duas de suas principais soluções digitais: um agente virtual baseado em IA generativa e um aplicativo de realidade aumentada para países da América Latina.

Após serem validadas no Brasil, as tecnologias passam a atender também os demais países vizinhos como: México, Peru, Colômbia e Argentina. O resultado reforça o posicionamento da empresa de investir não apenas no desenvolvimento de pneus, mas também em ferramentas digitais capazes de tornar o atendimento técnico, o suporte às revendas e o relacionamento com clientes mais ágeis, inteligentes e personalizados.

A iniciativa acompanha um movimento crescente de digitalização do agro, no qual fabricantes passam a incorporar IA, automação e análise de dados para apoiar toda a jornada do cliente, desde a escolha do produto até o pós-venda. O aplicativo de realidade aumentada (RA), por exemplo, permite projetar pneus agrícolas em tamanho real utilizando apenas a câmera do celular, possibilitando visualizar diferentes modelos em qualquer ambiente e até simular seu desempenho em diversos tipos de terreno e operações agrícolas.

Segundo o gerente de Marketing da Titan, William Bossolani, a ferramenta foi desenvolvida para resolver um desafio comum enfrentado pelas revendas. Com um portfólio de aproximadamente 500 SKUs, manter todos os modelos disponíveis para demonstração física é praticamente inviável. “O agricultor normalmente gosta de ver o produto antes da compra. No caso dos pneus agrícolas, isso sempre foi um desafio por causa das grandes dimensões e da enorme variedade de modelos”, afirma.

Além da visualização em escala real, o aplicativo funciona como um catálogo digital interativo, reunindo informações técnicas e recursos visuais que tornam a apresentação dos produtos mais dinâmica. “A realidade aumentada permite mostrar o pneu de forma muito mais completa, facilitando tanto o trabalho das revendas quanto a decisão de compra do cliente”, reforça Bossolani.

A nova versão do aplicativo passa a operar também em espanhol e incorpora produtos específicos para atender às demandas dos diferentes mercados da América Latina. “O Brasil continua sendo nosso principal mercado, mas atendemos clientes em diversos países vizinhos. Disponibilizar essas ferramentas em espanhol faz parte da estratégia de ampliar o suporte digital para outras regiões”, explica o gerente de marketing.

IA auxilia no suporte às revendas

A expansão tecnológica da Titan também contempla o Agente Atlas, assistente virtual desenvolvido com inteligência artificial generativa e integrado ao WhatsApp. Disponível em português, espanhol e inglês, a plataforma foi criada para apoiar distribuidores, equipes comerciais e profissionais técnicos em toda a operação latino-americana.

Treinado com o portfólio da Titan, o Atlas funciona como um especialista digital capaz de responder dúvidas técnicas, recomendar produtos e fornecer informações por texto diretamente pelo celular. “Não se trata de substituir pessoas, mas de utilizar a IA para agilizar o acesso às informações técnicas e oferecer respostas rápidas, padronizadas e contextualizadas durante o atendimento ao cliente”, explica, Ricardo Teixeira, gerente de TI Latam da Titan.

Evolução contínua

A próxima evolução da plataforma será o Atlas Visitas, desenvolvido para apoiar os técnicos que atuam em campo. Ao final de cada visita, o profissional poderá registrar observações por texto ou áudio diretamente pelo WhatsApp. A IA interpreta automaticamente essas informações, organiza os registros, identifica oportunidades comerciais e transforma os dados em leads estruturados para acompanhamento das equipes de vendas e coordenação.

Além disso, o sistema gera lembretes automáticos de retorno conforme os prazos definidos pelos próprios clientes, evitando perda de informações e facilitando o acompanhamento das negociações.

Segundo Teixeira, a Titan também está ampliando a capacidade de memória do Agente Atlas, permitindo que a plataforma mantenha o histórico das conversas por períodos mais longos. “O objetivo é tornar o atendimento cada vez mais inteligente e personalizado, consentindo que a ferramenta reconheça interações anteriores e ofereça recomendações cada vez mais alinhadas ao perfil de cada cliente”, reforça o especialista.

Nos próximos ciclos de desenvolvimento, a plataforma também incorporará recursos de hiperpersonalização, utilizando a IA para analisar o perfil e o comportamento dos clientes e apoiar as revendas na recomendação do produto mais adequado para cada necessidade. 

Sobre – Líder na produção de pneus agrícolas, a Titan Pneus é uma marca global que atende diferentes terrenos. Seus produtos são reconhecidos pela tecnologia, performance, robustez e durabilidade, além da confiança que só as marcas Titan e Goodyear Farm Tires oferecem. Saiba mais em https://www.titanlat.com/site/.



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Nava elenca tendências de Cloud Computing que sustentam a revolução da IA nos bancos

 



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Nava elenca tendências de Cloud Computing que sustentam a revolução da IA nos bancos

Core banking nativo, segurança integrada e avanço no Open Finance ditam o ritmo dos investimentos das instituições financeiras para sustentar ferramentas de IA em tempo real

São Paulo, julho de 2026 - Se por um lado a Inteligência Artificial já é reconhecida como a tecnologia mais disruptiva no setor financeiro, por outro, apenas agora as empresas começam a perceber o Cloud Computing como força motriz para que a IA possa destravar o potencial que promete. De acordo com levantamento da Febraban Tech sobre a curva de adoção de tecnologias disruptivas, a nuvem desponta em primeiro lugar, à frente da IA, do blockchain e da computação quântica, com 62% das instituições com alguma expertise em IA Generativa ampliando seus investimentos em cloud para sustentar suas estratégias.

Veja as principais tendências em cloud para instituições financeiras, elencadas pela Nava.

1- Migração de core banking para a nuvem: bancos tendem a usar a nuvem apenas para sistemas periféricos, mantendo seu coração operando em mainframes locais, ou em infraestrutura comercial em MSP’s. Para que a IA Generativa funcione em tempo real cruzando dados financeiros, a tendência é a migração do Core Banking para ambientes de nuvem nativa, apropriada para nicho, permitindo transações instantâneas e análises simultâneas, além da segurança.

2- Migração de domínios de negócio: a velocidade da migração para cloud é ditada pelo nível de maturidade de cada banco em IA. Instituições na vanguarda já migraram para domínios complexos de front-end, mas em geral as aplicações com os maiores percentuais históricos de migração envolvem Open Finance, Pix e Mobile Banking. O foco de priorização para novas migrações está nas áreas de finanças e tesouraria.

3- Cibersegurança em nuvem e resiliência contra riscos digitais: a expansão dos ambientes virtuais ocorre paralelamente ao aumento da complexidade e da sofisticação de ameaças e riscos digitais. A proteção de dados e sistemas exige abordagens integradas em que cibersegurança e infraestrutura de TI caminham juntas. A segurança em nuvem é prioridade de governança, com 50% das instituições apontando-a como foco de suas estratégias de defesa, integrando analistas especializados diretamente nos squads de tecnologia para mitigar riscos desde a concepção dos produtos, soluções nativas de Cloud + Cyber, ganharam mais espaço até 2030, aponta o levantamento da Febraban.

"A adoção de Inteligência Artificial em escala depende obrigatoriamente de uma fundação robusta de dados e de nuvem. Bancos e fintechs precisarão acelerar a adoção da tecnologia para enfrentar desafios ligados à eficiência operacional e experiência do cliente, pois estão ligadas 100% há dados. É esse o alicerce para a escolha das tecnologias adequadas e da capacidade de projetar, migrar, operar e orquestrar infraestruturas híbridas em larga escala”, afirma Carlos Sampaio, Head de Cloud da Nava.

Sobre a Nava

A Nava é uma consultoria brasileira de tecnologia com três décadas de atuação, especializada em transformar complexidade em crescimento. Atuando no core de grandes organizações, a companhia integra estratégia, engenharia e tecnologia de ponta, impulsionadas por GenAI, para desenhar arquiteturas, estruturar governança e gerar resultados concretos de negócio.

Com cerca de 2.000 especialistas, a Nava reúne capacidades em dados, cibersegurança, cloud, observabilidade, infraestrutura e modernização de aplicações, conectando inovação, design e execução em larga escala. Seu ecossistema inclui a GH Brandtech, que amplia sua atuação ao unir tecnologia, experiência, design e produtos digitais para acelerar diferenciação e competitividade, e a Ventura ERM, referência em resposta a incidentes, investigação digital e gestão de crises cibernéticas, fortalecendo sua atuação com soluções avançadas e foco em segurança; e a ®CS Global IT, que amplia nossa oferta por meio de uma avançada estratégia de Cloud, Multicloud e Data Center, acelerando toda a jornada de infraestrutura dos nossos clientes.  

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