MEDIÇÃO DE TERRA

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quinta-feira, 9 de julho de 2026

Fibromialgia: por que uma doença que afeta até 3% dos brasileiros ainda leva anos para ser diagnosticada

 


Clínica IBIS

Fibromialgia: por que uma doença que afeta até 3% dos brasileiros ainda leva anos para ser diagnosticada

Especialista da Clínica IBIS explica por que exames costumam estar normais, mas a dor pode comprometer profundamente a qualidade de vida dos pacientes

A fibromialgia ganha espaço novamente no horário nobre da TV com o desenvolvimento da trama da novela Quem Ama, Cuida, que aborda a rotina de uma personagem diagnosticada com a doença. Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), a condição afeta entre 2% e 3% da população brasileira, principalmente mulheres, mas ainda é cercada por desinformação e pode levar anos até o diagnóstico correto. A dificuldade está no fato de que a doença não costuma provocar alterações objetivas em exames laboratoriais ou de imagem e reúne sintomas que, muitas vezes, são investigados isoladamente.

Embora a representação na televisão contribua para ampliar a conscientização, a reumatologista da Clínica IBIS, Dra. Viviane Machicado, destaca que a fibromialgia vai muito além da dor. Além do desconforto difuso pelo corpo, os pacientes frequentemente convivem com fadiga intensa, sono não reparador, dificuldades de memória e concentração, alterações de humor e redução importante da capacidade funcional.

Segundo a especialista, a ausência de alterações objetivas nos exames é um dos fatores que mais contribuem para que a condição seja subestimada. Como os sintomas não costumam ser identificados por exames laboratoriais ou de imagem, muitos pacientes têm seu sofrimento questionado ou minimizado, o que pode atrasar a busca pelo diagnóstico e pelo tratamento adequados.

"Sabemos que existe uma alteração na forma como o sistema nervoso processa os estímulos dolorosos, fenômeno conhecido como sensibilização central. É como se o 'volume' da dor estivesse aumentado. Estímulos que normalmente seriam pouco dolorosos passam a ser percebidos com intensidade muito maior. Isso explica por que exames costumam estar normais, sem que isso diminua a legitimidade do sofrimento do paciente."

Apesar de não haver um exame específico para confirmar a fibromialgia, isso não significa que o diagnóstico seja incerto. A Dra. Viviane explica que a identificação da doença é clínica, baseada na avaliação médica, no histórico do paciente, no conjunto de sintomas apresentados e na exclusão de outras condições que possam causar manifestações semelhantes.

Essa característica, somada ao fato de os sintomas serem comuns a outras condições, faz com que o diagnóstico, muitas vezes, demore anos. Como as manifestações podem ser investigadas de forma isolada, é comum que o paciente passe por diferentes especialistas antes de chegar ao reumatologista, profissional capacitado para avaliar o conjunto dos sintomas e estabelecer o diagnóstico clínico. Dor persistente, fadiga, alterações do sono, dificuldades cognitivas — conhecidas como fibrofog — e hipersensibilidade ao toque formam um padrão característico da doença quando analisados em conjunto.

Diagnóstico precoce é essencial para preservar a qualidade de vida

O diagnóstico precoce é um dos principais aliados para evitar que a fibromialgia comprometa progressivamente a autonomia dos pacientes. Sem o tratamento adequado, atividades simples do cotidiano, como trabalhar, estudar, dirigir ou manter a vida social, podem se tornar cada vez mais difíceis.

Segundo a Dra. Viviane, muitos pacientes convivem durante anos com dores persistentes antes de receberem o diagnóstico correto. Quanto mais cedo a doença é identificada, maiores são as chances de controlar os sintomas, preservar a funcionalidade e recuperar a qualidade de vida.

"Esse atraso pode levar à redução progressiva da capacidade física, afastamento do trabalho, piora do condicionamento, aumento da ansiedade e da depressão e maior dificuldade para controlar a dor. Quanto mais precoce o diagnóstico e o início de um tratamento adequado, maiores são as chances de recuperar a qualidade de vida."

Embora ainda não exista cura para a fibromialgia, a doença pode ser controlada quando o tratamento é iniciado precocemente e conduzido de forma multidisciplinar. A abordagem associa medicamentos, atividade física individualizada, melhora da qualidade do sono, alimentação saudável, acompanhamento psicológico e educação sobre a doença. Mais do que aliviar a dor, o objetivo é devolver autonomia, funcionalidade e qualidade de vida ao paciente.

Para a especialista, a visibilidade proporcionada pela novela representa uma oportunidade para combater preconceitos, ampliar o conhecimento sobre a doença e incentivar a busca por avaliação médica diante de dores persistentes.

"O fato de a dor não aparecer em exames não significa que ela não exista. Embora ainda não exista cura, existem tratamentos eficazes que permitem controlar os sintomas e recuperar qualidade de vida. O diagnóstico correto, aliado a uma abordagem individualizada e multidisciplinar, pode transformar a vida desses pacientes."

Sobre a Clínica IBIS

A Clínica IBIS, integrante do Grupo CITA, é um centro especializado no diagnóstico, tratamento e acompanhamento de doenças autoimunes e imunomediadas, com um corpo clínico altamente qualificado e atuação multidisciplinar nas áreas de reumatologia, dermatologia, gastroenterologia, alergologia, imunologia, neurologia e outras especialidades. Localizada em Salvador, a instituição alia atendimento humanizado, equipe especializada e terapias avançadas para oferecer um cuidado integrado e centrado no paciente.

Além da assistência especializada, a IBIS desenvolve pesquisas clínicas nacionais e internacionais que contribuem para o avanço da medicina e a ampliação do acesso a tratamentos inovadores, reforçando seu compromisso com a excelência, a inovação e a qualidade de vida dos pacientes.




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Bianca Rocha
Executiva de Atendimento
bianca@textoecia.com.br
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Hapvida é finalista do Compliance Summit & Awards 2026

 



Hapvida

Hapvida é finalista do Compliance Summit & Awards 2026

Empresa concorre na categoria Saúde; vencedores serão anunciados no dia 24 de setembro, em cerimônia no Centro Brasileiro Britânico, em São Paulo

A Hapvida é uma das finalistas, na categoria Saúde, do Compliance Summit & Awards Brazil 2026, evento corporativo que tem como objetivo debater, promover e reconhecer as melhores práticas de governança, ética e conformidade.

“A indicação reflete a maturidade da companhia em práticas de compliance e gestão de riscos frente aos padrões do mercado, especialmente em um momento de alta regulação para o setor de saúde. Esse reconhecimento é fruto do investimento contínuo da companhia na área de compliance e gestão de riscos", afirma Alexandre Ribeiro, diretor de Riscos da Hapvida.

A indicação reconhece a evolução contínua da Hapvida no fortalecimento de sua cultura de integridade e governança corporativa. Entre as iniciativas que contribuem para esse reconhecimento, estão o aprimoramento dos processos de gestão de riscos, o fortalecimento dos mecanismos de prevenção e combate a fraudes, a ampliação de ações de treinamento e conscientização para colaboradores e lideranças, além do monitoramento contínuo de controles internos e canais de denúncia.

Nos últimos anos, a companhia vem consolidando sua atuação em compliance por meio da adoção de práticas alinhadas às melhores referências de mercado, reforçando seu compromisso com a ética, a transparência e a conformidade regulatória. A presença entre os finalistas do Compliance Summit & Awards Brazil reforça essa trajetória e evidencia a relevância estratégica do tema para a sustentabilidade dos negócios e a geração de valor para clientes, investidores, colaboradores e parceiros.

O Compliance Summit & Awards, organizado no Brasil pela Leaders League, está em sua terceira edição. A cerimônia que vai anunciar os vencedores, escolhidos por um júri formado por executivos de mercado, será realizada no dia 24 de setembro, no Centro Brasileiro Britânico, em São Paulo.

Sobre a Hapvida   
 
Com mais de 80 anos de experiência, a Hapvida é hoje a maior empresa de saúde integrada da América Latina. A companhia, que possui mais de 75 mil colaboradores, atende quase 16 milhões de beneficiários de saúde e odontologia espalhados pelas cinco regiões do Brasil.   
 
Todo o aparato foi construído a partir de uma visão voltada ao cuidado de ponta a ponta, a partir de 84 hospitais, 75 prontos atendimentos, 367 clínicas médicas e 313 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial, além de unidades especificamente voltadas ao cuidado preventivo e crônico. Dessa combinação de negócios, apoiada em qualidade médica e inovação, resulta uma empresa com os melhores recursos humanos e tecnológicos para os seus clientes.



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Bianca Rocha
Executiva de Atendimento
bianca@textoecia.com.br
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Fundos de aceleração de startups ganham espaço como alternativa estratégica para investidores

 


CyKlo Agritech

Fundos de aceleração de startups ganham espaço como alternativa estratégica para investidores

Com a escassez de recursos públicos para impulsionar empresas em estágio inicial, fundos privados ampliam as oportunidades para aqueles que buscam diversificação e potencial de retorno no ecossistema de inovação

A escassez de recursos públicos para impulsionar startups em fase inicial tem aberto espaço para os fundos privados de aceleração, que se consolidam como uma alternativa para financiar negócios inovadores e conectar investidores ao mercado de tecnologia. No Brasil, ao contrário de países como Inglaterra, Canadá, Estados Unidos, Israel e Índia, onde bancos públicos costumam financiar as primeiras etapas de desenvolvimento das empresas, o ecossistema depende majoritariamente da iniciativa privada para transformar ideias promissoras em empresas escaláveis e competitivas.

Esse movimento acompanha a recuperação do mercado brasileiro de venture capital. Segundo levantamento da ABVCAP em parceria com a TTR Data, os investimentos desta modalidade somaram R$ 2,1 bilhões no terceiro trimestre de 2025, alta de 23% em relação ao mesmo período do ano anterior. O cenário reforça o aumento do interesse por empresas inovadoras e cria um ambiente mais favorável para fundos dedicados ao desenvolvimento de startups.

Embora existam iniciativas do Sistema S voltadas ao empreendedorismo e à inovação, elas ainda não oferecem programas estruturados nem volume de capital suficiente para atender à demanda das startups em estágio de aceleração. Esse cenário reduz as oportunidades de desenvolvimento de novos empreendimentos e limita a atuação de muitas aceleradoras.

É nesse contexto que ganha relevância o modelo adotado pela Cyklo. A aceleradora, com sede em Luís Eduardo Magalhães (BA) e escritório em Joinville (SC), permite que pessoas físicas e jurídicas invistam diretamente em fundos destinados às startups aceleradas. “Nesse modelo, o investidor não se torna sócio da aceleradora, mas participa do fundo de investimento que reúne startups selecionadas", explica Pompeo Scola, CEO da empresa.

Atualmente, a Cyklo está com o Fundo II disponível para captação. O primeiro fundo esteve em operação entre 2020 e 2022 e acelerou 20 startups. Desse grupo, cinco empresas apresentam elevado potencial de valorização e devem proporcionar retorno estimado de até três vezes o capital investido quando ocorrer a venda das participações. “Após quase cinco anos, já temos uma visão clara sobre o potencial de retorno deste primeiro fundo”, afirma Scola.

Lançado no fim de 2022, o Fundo II permanecerá acessível para investimentos até o final deste ano. A expectativa da Cyklo é repetir a projeção de desempenho do primeiro fundo, ou seja, alcançar um retorno estimado de até R$ 3 para cada R$ 1 investido. “Embora o venture capital seja considerado um investimento de risco, trata-se de uma modalidade diversificada, já que os recursos são distribuídos entre um conjunto de startups. Existe, naturalmente, uma taxa de mortalidade esperada entre essas empresas, mas nossos resultados projetados seguem acima da média mundial”, explica o especialista.

Segundo o CEO, a estratégia do Fundo II mantém a mesma lógica. Ao longo desses quase quatro anos, cerca de 40 startups passaram pelo processo de aceleração. “Nossa expectativa é que, ao final desse período, pelo menos dez delas alcancem um valor de mercado relevante e apresentem crescimento sustentável. Trata-se de um conjunto de ativos diversificado e bastante promissor, justamente para pulverizar riscos”, afirma.

Como funciona

O fundo da Cyklo pode ser adquirido por pessoas físicas e jurídicas mediante a assinatura de uma carta de intenção. Os investidores passam a integrar uma Sociedade em Conta de Participação (SCP), estrutura na qual recebem uma participação proporcional ao valor investido. “Dessa forma, o investidor passa a deter uma cota percentual, definida de acordo com o montante aplicado, sobre todo o equity adquirido das startups que compõem o fundo”, explica o especialista.

À medida que as startups são vendidas ou passam por eventos de liquidez, os ganhos obtidos com a valorização dos investimentos são distribuídos entre os cotistas de forma proporcional à participação de cada um no fundo.

Oportunidade estratégica

Segundo Scola, outro diferencial de investir em um fundo de aceleração está no tratamento tributário. Em linhas gerais, enquanto não ocorre a realização do ganho, ou seja, enquanto o investidor não vende ou resgata sua participação e efetivamente obtém o retorno financeiro, não há incidência de tributação sobre a valorização acumulada das cotas. Dessa forma, o imposto é postergado para o momento da realização do ganho, o que pode representar maior eficiência tributária com foco no médio e longo prazo.

Além da perspectiva de retorno nesse horizonte de investimento, outro diferencial do modelo é a diversificação. Em vez de concentrar recursos em uma única empresa, o investidor passa a participar de um portfólio de startups, reduzindo os riscos inerentes aos investimentos em negócios de base tecnológica. “Aqui, além do aporte financeiro, apoiamos o desenvolvimento das startups por meio de um programa estruturado de aceleração, que inclui mentorias, orientação estratégica e acompanhamento contínuo. Esse suporte aumenta significativamente as chances de crescimento e sucesso das empresas”, destaca o CEO.

Para ampliar o acesso de novos investidores, a Cyklo também oferece condições flexíveis de aporte. O investimento pode ser parcelado, com uma entrada e o saldo dividido em prestações mensais entre R$ 7 mil e R$ 9 mil. “Criamos esse modelo para facilitar o fluxo de caixa dos investidores e tornar o acesso ao fundo mais viável”, finaliza Scola.

 



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Ruralpress

Kassi Bonissoni
Gerente de atendimento
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Abracom-BA celebra destaque de agências baianas entre as finalistas do TOP Mega Brasil 2026

 

Monique Melo

Abracom-BA celebra destaque de agências baianas entre as finalistas do TOP Mega Brasil 2026

A regional Bahia da Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom-BA) parabeniza as agências baianas classificadas entre as finalistas do Prêmio TOP Mega Brasil de Comunicação Corporativa 2026. Realizado anualmente, o reconhecimento é definido por votação direta de profissionais de comunicação de todas as regiões do Brasil, que elegem as agências e os executivos mais admirados do mercado.
 
Nesta edição, a Bahia conquistou espaço tanto no ranking nacional quanto na disputa regional. A Texto & Cia - Assessoria e Comunicação integra o grupo das 15 agências finalistas do Brasil, enquanto a ATcom Comunicação Corporativa, a Comunicativa Associados e a Darana RP figuram entre as cinco finalistas da região Nordeste. 
 
Para a diretora regional da Abracom-BA, Monique Melo, a presença de quatro agências baianas demonstra a consolidação do estado como um polo de excelência em comunicação corporativa. "A presença da Bahia entre os finalistas de uma premiação construída pelo reconhecimento do próprio mercado é motivo de orgulho para todos nós. Esse resultado evidencia a força do nosso ecossistema de comunicação, a qualidade técnica das agências baianas e a capacidade de entregar estratégias que geram valor para clientes e para a sociedade", afirma.
 
Criado em 2015 pela Mega Brasil Comunicação, o TOP Mega Brasil de Comunicação Corporativa tornou-se uma das mais importantes referências do segmento. Os vencedores recebem o tradicional Troféu da Onça Pintada, símbolo da premiação e das chamadas "Feras da Comunicação".


Monique Melo, diretora regional da Abracom-BA
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Ana Paula Marques
Executiva de Atendimento
anapaula@textoecia.com.br
(71) 99963-2741

Reserva Ecológica Michelin registra recorde de avistamento de suçuaranas

 


Reserva Ecológica Michelin registra recorde de avistamento de suçuaranas

Presença desses animais demonstra resultados positivos no trabalho de restauração da Mata Atlântica na região

A Reserva Ecológica Michelin (REM), localizada no sul da Bahia, alcançou um marco significativo para a conservação da biodiversidade. No último mês, foram registradas 49 imagens em vídeos distintos de suçuaranas, também conhecidas como onças-pardas. Esse é o maior número já observado desde o início do monitoramento em 2018.

Espécie de grande importância ecológica e considerada quase ameaçada no Brasil, a suçuarana é um predador de topo da cadeia alimentar e sua presença é um importante indicador da qualidade do ecossistema e do equilíbrio ambiental.

Os registros indicam que ao menos cinco animais utilizam atualmente a Reserva, um número alto para um espaço de quase 4.000 hectares. Das cinco suçuaranas, três são machos e duas são fêmeas. A frequência desse felino no território demonstra que a Mata Atlântica preservada e restaurada pela REM oferece um ambiente saudável e favorável para a fauna silvestre.

“Mais do que um número expressivo, esse recorde representa o resultado de 22 anos de proteção ativa, dedicação à conservação da natureza e demonstra que o ecossistema está funcionando como deveria. Ele reforça que os esforços desenvolvidos pela Michelin na proteção e restauração da Mata Atlântica estão contribuindo para a preservação da biodiversidade e criando condições para que espécies prosperem”, afirma Kevin Flesher, diretor da Reserva Ecológica Michelin.

Fundada em 2004, a Reserva Ecológica Michelin é uma iniciativa que protege quase 4 mil hectares de Mata Atlântica. O trabalho é baseado em 6 pilares: proteção, restauração, pesquisa, ecoturismo, educação ambiental e empoderamento feminino. Desde a sua criação, houve redução de 96% na pressão de caça, aumento de 117% na abundância de fauna silvestre, expansão das áreas ocupadas por todas as espécies e proteção de espécies criticamente ameaçadas.




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Aline Gomes
alinegomes@textual.com.br
(21) 7891-5497

Tecnocracia: estamos entregando as decisões às máquinas?

 


Por Alexandre Pierro

Poucas pessoas percebem, mas grande parte das decisões que influenciam o nosso dia a dia já passa, de alguma forma, por algoritmos. Eles definem quais conteúdos aparecem nas redes sociais, quais produtos são sugeridos em plataformas digitais, quais rotas utilizamos em aplicativos de mobilidade, e apoiam análises de risco financeiro e processos de contratação, por exemplo. Nas empresas, esse movimento se intensifica à medida em que tecnologias como a inteligência artificial assumem funções cada vez mais estratégicas – nos levando a uma realidade em que é importante nos questionarmos: até que ponto esses sistemas estão tomando decisões por nós, em uma possível sociedade tecnocrática? 

O conceito descreve modelos de gestão e governança em que as ações e medidas são tomadas através da tecnologia, critérios técnicos, científicos e racionais, conduzidas por especialistas capazes de interpretar dados e evidências de forma objetiva – na intenção de reduzir subjetividades e aumentar a eficiência dos resultados conquistados. Isso não significa que as máquinas estejam substituindo completamente os seres humanos, mas que passamos a confiar cada vez mais em modelos computacionais para recomendar caminhos, prever cenários e, em alguns casos, decidir automaticamente determinadas ações. 

Se existe hoje uma tecnologia que materializa essa transformação, é a inteligência artificial. Diferentemente das ferramentas digitais tradicionais, que apenas executavam comandos previamente definidos, a IA é capaz de analisar grandes volumes de dados, identificar padrões, realizar previsões, recomendar e até automatizar decisões em tempo real. Não à toa, sua adoção cresce em ritmo acelerado, conforme mostra a pesquisa The State of AI 2025, da McKinsey: 88% das organizações já a utilizam em, pelo menos, uma área de negócio, consolidando a tecnologia como parte da rotina corporativa. 

O resultado dessa ascensão? Profissionais dos mais diversos segmentos que já recorrem à IA para apoiar suas decisões diariamente: médicos que a utilizam para auxiliar diagnósticos e interpretar exames; analistas financeiros, na avaliação de riscos de crédito e detecção de fraudes; equipes de Recursos Humanos, na realização da triagem inicial de currículos; indústrias, utilizando algoritmos para prever falhas em equipamentos e otimizar a produção; e áreas de marketing e vendas, analisando o comportamento dos consumidores para personalizar campanhas e antecipar demandas. 

Ao mesmo tempo, esse avanço convida a uma reflexão importante: embora a IA seja extremamente eficiente para processar dados, identificar padrões e gerar recomendações, ela não compreende nuances humanas da mesma forma que as pessoas, como empatia, contexto social, diversidade de perspectivas, dilemas éticos e os impactos de uma decisão sobre grupos minoritários, como exemplo. Quanto maior for a confiança depositada exclusivamente em sistemas automatizados, maior também deve ser o cuidado para que a busca por eficiência não comprometa valores fundamentais, como inclusão, equidade, transparência e a própria capacidade humana de exercer senso crítico.  

Cabe pontuar que boa parte das decisões que hoje estão sendo delegadas às máquinas estão centradas nas mãos de alguns poucos humanos. O Vale do Silício, por exemplo, vem se transformando em um "tecnofeudalismo algorítmico”, em que o debate atual está centrado no controle tecnológico concentrado na mão das grandes corporações de tecnologia. Engenheiros, designers de código e bilionários da região tomam decisões diárias que moldam o fluxo de informações, a moderação de discursos políticos e o comportamento da sociedade por meio de algoritmos. Juristas e cientistas alertam para essa tendência de autoritarismo tecnológico, apontando para o risco de as decisões públicas e privadas passarem a ser guiadas puramente pelo lucro corporativo camuflado de neutralidade algorítmica. 

A discussão sobre os limites da tecnologia na tomada de decisões está longe de ser inédita. Muito antes da popularização da inteligência artificial, a ficção científica já refletia sobre os impactos de uma sociedade governada por sistemas técnicos e pelo excesso de confiança na racionalidade das máquinas. Obras como Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, retratam uma sociedade altamente eficiente, mas construída à custa da liberdade individual e da diversidade de pensamento.  

Em 1984, George Orwell demonstra como a tecnologia pode ser utilizada como instrumento de vigilância e controle social. Já Eu, Robô, de Isaac Asimov, apresenta o paradoxo de máquinas que, ao buscarem proteger a humanidade, passam a limitar sua autonomia. Mais recentemente, Black Mirror atualiza esse debate ao imaginar cenários em que algoritmos influenciam reputações, oportunidades e escolhas cotidianas. Embora pertençam ao universo da ficção, todas essas narrativas convergem para uma mesma reflexão: quando a eficiência passa a prevalecer sobre os valores humanos, o progresso tecnológico pode se transformar em um mecanismo de concentração de poder e redução da liberdade. 

Nesse contexto, a verdadeira questão já não é se a inteligência artificial participará das decisões que moldam empresas, governos e a sociedade, isso já é uma realidade. O desafio consiste em estabelecer limites, mecanismos de governança e princípios éticos que garantam que as decisões mais sensíveis permaneçam sob responsabilidade humana. A inteligência artificial deve ampliar nossa capacidade de analisar informações e apoiar escolhas, jamais substituir o discernimento, a empatia e os valores que caracterizam a condição humana. O futuro será definido não pela tecnologia que desenvolvermos, mas pela forma como decidirmos utilizá-la. 

Alexandre Pierro é doutorando em energia e mestre em gestão e engenharia da inovação, engenheiro mecânico, bacharel em física e especialista de gestão da PALAS, consultoria pioneira na implementação da ISO de inovação na América Latina.      



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Nathália Bellintani


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Livro reúne contos sobre as facetas da maldade humana

 



Em "O Jardim Distópico da Carne", Márlon Manossi equilibra brutalidade e lirismo em uma experiência de transmídia sobre a dualidade do cotidiano

A perversidade existe de diferentes formas e, muitas vezes, veste o rosto de pessoas comuns. É dessa inquietação que nasce O Jardim Distópico da Carne, livro de contos do estudante de Medicina Márlon Manossi, que apresenta sete protagonistas unidos por um mesmo vilão: a maldade humana. Conectados pela exploração das múltiplas faces da crueldade, os textos transitam entre fantasia, investigação, terror, romance, drama e humor, revelando personagens marcados por perdas, traumas, mistérios e dilemas morais que refletem a complexidade das relações cotidianas.

Cada história é apresentada como um mosaico de emoções. Em "Pétalas de Dentes", a busca por reconhecimento e afeto conduz a narrativa, enquanto "Pétalas de Olhos" mergulha em um intrigante mistério policial. Já "Pétalas de Corações" retrata a injustiça e a exclusão em tom de fábula, ao passo que "Pétalas de Pele" explora um romance proibido e "Pétalas de Ossos" revisita o medo alimentado por lendas populares. Em seguida, "Pétalas de Sangue" evidencia as marcas da vingança e as conexões entre os personagens, até que "Pétalas de Escarro" reúne todos os fios da narrativa em um desfecho marcado pela culpa, pela redenção e pelas consequências da maldade.

O medo abraçou a garota e a consolou de seus tremeliques chorosos. A culpa humilhante tropeçou em seu coração pesado, amigando com a enxaqueca latejante e com seu choro inseguro e ensebado. Uma palavra a desmontava por inteiro e a remontava com o desespero de falhar novamente, um gatilho que arrancava cabelos e a fazia calcular, recalcular e desmembrar os erros cometidos e os que viriam. (O Jardim Distópico da Carne, p. 17)

Com linguagem inventiva e sensorial, marcada por regionalismo e pela musicalidade, o autor combina diferentes formas de escrita, mesclando prosa, cordéis, poemas, imagens, laudos médico-legais e depoimentos para construir uma experiência de leitura dinâmica e imersiva. A obra aposta também na interatividade, reunindo palavras-cruzadas e caça-palavras poéticos, além de conteúdo multimídia acessados por QR Codes, que expandem a narrativa para além das páginas.

Indicado para leitores que apreciam histórias de terror, suspense e dramas, esta obra convida a enxergar além das aparências e a refletir sobre a ambiguidade que mora dentro de cada indivíduo. “Ao expor essas realidades sombrias e viscerais, espero inspirar o leitor a reconhecer e questionar dinâmicas tóxicas em seu próprio entorno, oferecendo uma catarse profunda através do choque e da reflexão psicológica”, explica Márlon Manossi.

Mais do que provocar introspecção, O Jardim Distópico da Carne convida a refletir sobre como as pessoas podem se tornar arquitetas das próprias ruínas emocionais, perpetuando ciclos de dor e violência. Contemplada pela Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), a obra se destaca ainda pela perspicácia em expor as facetas do caos, revelando-se essencialmente um livro sobre os desastres que atravessam a vida.

FICHA TÉCNICA

Título: O Jardim Distópico da Carne
Autor: Márlon Manossi
Editora: Flyve
ISBN: 978-65-82653-45-2
Páginas: 138
Preço: R$ 49,90 (livro físico P&B) e R$ 59,90 (livro colorido)
Onde encontrar: Loja Editora Flyve

Sobre o autorMárlon Manossi, natural de Ituaçu (BA), é escritor de realismo mágico, poesia e narrativa sombria. Em paralelo a graduação em Medicina pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), o autor transita entre o drama psicológico, o suspense e o mistério, incorporando referências da cultura regional, da literatura de cordel e da poesia em narrativas de atmosfera densa. Em 2023, estreou na literatura com Ovos de Jabuti em Latas de Ferro, publicado pela Editora Verlidelas, livro que reúne poemas, prosas e contos em uma proposta de realismo mágico. Agora, lança O Jardim Distópico da Carne, coletânea de contos que investiga a crueldade, a violência e as contradições da condição humana.

Instagram: @marlon_manossi

Para mais informações, entre em contato:  

LC – AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO

WhatsApp: (47) 9223-0173
 
Clara Menezes | claramenezes@lcagencia.com.br
Victória Gearini | victoria@lcagencia.com.br
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Maria Clara Menezes
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Spray de pimenta: como o treinamento do Krav Maga pode ajudar as mulheres a usarem essa ferramenta na defesa pesso

 


Criado para que qualquer pessoa, independentemente de porta físico, idade ou sexo, pudesse se defender, o Krav Maga também auxilia quem decide fazer o uso correto do spray de pimenta

 

No dia 30 de junho, o Senado Federal aprovou o Projeto de Lei que autoriza a venda, aquisição e porte de spray de pimenta (aerossol de extratos vegetais) para defesa pessoal exclusiva de mulheres. O uso é liberado automaticamente a mulheres maiores de 18 anos, porém, jovens de 16 e 17 anos também poderão adquirir, mediante autorização expressa dos responsáveis legais. O texto aguarda sanção presidencial e estabelece regras claras para a utilização e a comercialização do produto.

Grão Mestre Kobi Lichtenstein, o introdutor do Krav Maga na América Latina, explica que, como qualquer instrumento usado na defesa pessoal, o spray de pimenta também tem o seu lado positivo e negativo. Ou seja, sem o preparo para usar esse instrumento, ele pode se voltar contra você.

“Quando nos defendemos com nosso próprio corpo, visamos os pontos sensíveis do agressor para inutilizar seu ataque. O spray não funciona assim, pois não faz o mesmo efeito em todas as pessoas e, se não for bem direcionado, pode inclusive atingir quem está usando o produto”.

As técnicas para o uso são: distância de disparo entre 1,5 e 3 metros, dependendo do alcance do seu produto; pressão firme do spray, movimento rápido na altura do rosto do agressor, visando olhos, nariz e boca; verificação das condições do ambiente (não pode ser ambiente fechado ou com vento contrário para o spray não voltar para você); ter uma rota de fuga mapeada para o caso do agressor ainda conseguir reagir.

“Ou seja, são muitas variáveis que podem prejudicar mais do que ajudar uma pessoa que não tenha um treinamento adequado”, conclui Grão Mestre Kobi.

 

O Krav Maga pode ajudar a usar o spray

O Krav Maga é a única arte reconhecida mundialmente como arte de defesa pessoal e não como arte marcial e por isso não há regras e nem competições, somente o objetivo de preparar os praticantes para voltarem em segurança para casa.

As técnicas do Krav Maga são simples, rápidas e objetivas. Os movimentos buscam atingir os pontos sensíveis e vitais do corpo do agressor, como olhos, nariz, garganta, região genital, etc. Dessa maneira, eliminamos a necessidade de uso da força bruta e conseguimos igualar o forte, o fraco, o grande e o pequeno.

Quem treina Krav Maga controla seu corpo e suas emoções, ou seja, está atento ao ambiente e aos objetos que tem disponíveis (no caso o spray de pimenta) para usar na hora da ameaça ou agressão. “Quem treina Krav Maga e vai fazer o uso do spray vai levar tudo em consideração em segundos: ter o produto disponível, verificar o ambiente, as condições de uso, o nível da ameaça – se o agressor tem armas, se a distância é favorável, enfim, todas as variáveis que possam colaborar que que sua defesa seja eficiente”, explica Grão Mestre Kobi.

O Krav Maga também prepara o praticante para atuar em ambientes confinados ou espaços menores, em que o spray de pimenta não pode ser usado, pois contaminaria todo o espaço. “O Krav Maga tem técnicas eficientes para que, nesse tipo de situação, a mulher não fique refém do agressor por não poder usar o spray. Quem pratica o Krav Maga sabe que, esmo em espaços pequenos, mesmo com agressores maiores e mais fortes, armados ou não, é possível uma mulher se defender e voltar bem para casa”, assegura Grão Mestre Kobi.

Outro ponto relevante é o emocional. Já há casos em que, mesmo com o spray em mãos, a pessoa nervosa não conseguiu destravar ou acionar o produto, ou conseguiu, o produto não fez efeito e, ao ver que foi inútil, a pessoa de se desesperou. “O treinamento de Krav Maga prepara o aluno exatamente para esse momento, em que ele se vê frente e a frente com o agressor e parece que não há nada que possa fazer. Há sim, o Krav Maga dá a ele o prepara físico e mental para performar com segurança nessa hora”, completa Grão Mestre Kobi.

 

Krav Maga para mulheres

A violência contra a mulher continua sendo um dos mais graves desafios sociais e de segurança pública do Brasil, refletindo uma realidade marcada por agressões físicas, psicológicas, sexuais, patrimoniais e, em sua forma mais extrema, pelo feminicídio.

Nesse cenário, de um ano para cá, cresceu em 15% a quantidade de mulheres que procuram o Krav Maga.

Grão Mestre Kobi Lichtenstein, o introdutor do Krav Maga na América Latina, entende que o Krav Maga ajuda as mulheres a mudarem sua relação com o medo e se tornarem mais autoconfiantes.  “Hoje 30% de nossos alunos são mulheres”, conta.

 

Sobre o Krav Maga Mestre Kobi – a maior organização de Krav Maga no mundo, a Federação Sul Americana de Krav Maga é referência mundial em qualidade e a precursora do Krav Maga na América Latina. Conta com representação no Brasil, México, Argentina, Portugal, Estados Unidos, Holanda e Canadá, onde trabalha pela preservação da filosofia, didática e técnica do Krav Maga, tal como foi criado e ainda é aplicado em Israel.

É presidida pelo israelense, Grão Mestre Kobi Lichtenstein (faixa-vermelha – 8º Dan), aluno direto do criador do Krav Maga, Imi Lichtenfeld e seu primeiro aluno a sair de Israel para difundir a modalidade. Vivendo no Brasil desde 1990, Grão Mestre Kobi forma e atualiza pessoalmente seus instrutores, garantindo a qualidade e a ética do Krav Maga praticado na Federação Sul Americana de Krav Maga.   

 

Para saber mais, acesse: www.kravmaga.com.br 

Facebook: @mestrekobikravmaga 

Instagram: @kravmaga_mestrekobi 

ThreadsApp: @kravmaga_mestrekobi

Twitter: @KravMagaKobi 

Blog: https://kravmaganews.com.br/

Youtube: Krav Maga Mestre Kobi

  

 

INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA

Roberta Provatti - Assessora de Comunicação 

Tel: (11) 9 9652-4661 

provattijornalista@gmail.com

LS Tractor inicia ciclo de investimentos no Brasil com nova liderança e reforça compromisso com o agronegócio

 


LS Tractor

LS Tractor inicia ciclo de investimentos no Brasil com nova liderança e reforça compromisso com o agronegócio

Às vésperas de completar 15 anos no País, a multinacional sul-coreana anuncia mais uma etapa de expansão. Desde 2024, a empresa investiu R$ 40 milhões na operação local e prevê agora outro aporte, desta vez de R$ 20 milhões

A LS Tractor inicia um novo ciclo de expansão no Brasil, reafirmando seu compromisso de longo prazo com o agronegócio nacional. Desde 2024, a multinacional sul-coreana investiu R$ 40 milhões no País e anuncia um aporte de R$ 20 milhões previsto para os próximos dois anos. Os recursos serão destinados à modernização e ampliação do portfólio de produtos, sistemas de tecnologia da informação (TI), infraestrutura e expansão operacional, consolidando o País como um mercado estratégico em sua operação global.

A empresa também oficializa a chegada de Bono Kim, Presidente da LS Tractor Brasil, executivo com mais de duas décadas de experiência internacional nas áreas de vendas, marketing, estratégia de negócios e gestão nos setores de máquinas agrícolas e industriais. Antes de assumir a operação brasileira, atuou como Diretor de Gestão de Produtos, Estratégia de Vendas e Planejamento de Negócios da LS Tractor USA, onde liderou iniciativas voltadas ao crescimento comercial e ao fortalecimento da marca no mercado norte-americano.

Na LS Mtron, matriz global da LS Tractor, foi responsável pelo desenvolvimento de mercados na Ásia, Europa, Turquia, Austrália e Estados Unidos, além de liderar projetos estratégicos de implantação de operações industriais e transferência de tecnologia para outros países. Sua nomeação marca uma nova etapa na trajetória da companhia, alinhada à estratégia global de fortalecimento da operação brasileira. “Estamos entrando em uma significativa fase de investimentos. O Brasil não é um mercado de curto prazo para a companhia. É uma base estratégica de longo prazo”, afirma Bono Kim.

De acordo com Felippe Vieira, diretor comercial que está na companhia desde 2013, e traz como diferenciais sua ampla experiência em pós-vendas, forte visão comercial e o relacionamento consolidado com concessionários e clientes, com a consolidação desses investimentos, a empresa projeta ampliar sua receita no Brasil em 50% entre 2026 e 2028.

“Esse avanço será impulsionado pela expansão do portfólio, pelo fortalecimento da rede de concessionárias, pelo desenvolvimento de novas tecnologias e ainda crescimento da participação da marca no mercado nacional.  Além de atender o mercado interno, o Brasil tornou-se uma plataforma de desenvolvimento e fornecimento de soluções para diversos países da América Latina e da África, reforçando sua relevância para os planos de expansão internacional da multinacional”, afirmou.

Nova liderança para uma nova fase de expansão

Agora à frente da operação brasileira, Bono Kim reforça que a estratégia da companhia está baseada em três pilares fundamentais para sustentar o crescimento da marca no País. O primeiro pilar é a modernização e ampliação do portfólio, oferecendo soluções cada vez mais competitivas e alinhadas às necessidades dos produtores rurais brasileiros.

O segundo é o fortalecimento das soluções financeiras, porque a companhia entende que produtos de alta qualidade precisam estar acompanhados por condições comerciais que ampliem o acesso à tecnologia. “Já o terceiro pilar é a expansão estratégica da nossa presença territorial, fortalecendo continuamente a atuação da rede de concessionárias em todo o Brasil", explica.

Também de acordo com o executivo, o crescimento da companhia será construído em parceria com a rede de distribuidores, considerada peça-chave para a consolidação da marca no mercado brasileiro. “Estamos construindo uma parceria para as próximas décadas por meio de mecanismos de suporte aos concessionários e programas de incentivo mútuo, concebidos para fortalecer a estabilidade financeira e promover o crescimento sustentável da nossa rede. Acreditamos que resultados consistentes são alcançados quando fabricantes, concessionários e produtores rurais crescem juntos”, afirma Bono Kim.

Entre as iniciativas previstas para os próximos anos está o lançamento de uma nova linha de tratores mais acessível. A novidade está sendo desenvolvida para democratizar o acesso à tecnologia premium para pequenos e médios produtores, preservando os atributos de qualidade, confiabilidade, desempenho e inovação que caracterizam a LS Tractor.

“Queremos ampliar o acesso às tecnologias sem abrir mão da proposta de valor que sempre nos diferenciou. Nosso compromisso é oferecer soluções cada vez mais eficientes para a realidade do campo brasileiro”, afirma o Presidente da LS Tractor Brasil.

Brasil como plataforma estratégica para o crescimento global

Desde o início de suas operações no País, a companhia apostou na nacionalização de processos, na adaptação de seus equipamentos às condições do campo brasileiro e no fortalecimento de uma rede de concessionárias preparada para oferecer atendimento especializado em todas as regiões. Esse compromisso permitiu que a operação brasileira assumisse um papel estratégico dentro da operação global da companhia.

Atualmente, a unidade nacional abastece mais de 20 países da América Latina e da África, exportando tratores desenvolvidos para atender às condições de trabalho semelhantes às encontradas no campo brasileiro. “A engenharia desenvolvida aqui tornou-se uma referência para diversos mercados internacionais. Os equipamentos produzidos aqui incorporam soluções desenvolvidas a partir das necessidades dos produtores brasileiros, o que aumenta sua competitividade em países com características agrícolas semelhantes", destaca Bono Kim.

Além da expansão internacional, a empresa continuará investindo na modernização de sua estrutura local, no desenvolvimento de novos produtos e na ampliação da capacidade operacional, fortalecendo o Brasil como um dos principais polos da LS Tractor no mundo.

Para sustentar esse crescimento, a multinacional continuará fortalecendo sua estrutura de pós-venda, a disponibilidade de peças, o suporte técnico e a capacitação da rede de concessionárias, acompanhando a expansão da base instalada e reforçando sua rede, que hoje conta com mais de 86 concessionárias em todo o Brasil. Dessa forma, garante aos produtores rurais um atendimento cada vez mais ágil, especializado e eficiente.

Segundo Bono Kim, esse compromisso vai muito além dos investimentos anunciados para os próximos anos. “Estamos construindo um projeto de longo prazo. O plano que estamos desenhando não é para os próximos três ou cinco anos, mas para os próximos 50 e além. O Brasil não é apenas um mercado onde atuamos. É o coração que conecta a América Latina e a África, desempenhando um papel fundamental para a segurança alimentar global. Nossos investimentos aqui não vão parar”, finaliza.

Sobre a LS Tractor

A LS Tractor é a marca de tratores da sul-coreana LS Mtron, integrante do LS Group – o 13º maior grupo empresarial da Coreia do Sul, com presença global, mais de 21 mil colaboradores e vendas anuais acima de 30 bilhões de dólares. Presente no Brasil com fábrica em Garuva (SC), a empresa atua no setor de máquinas agrícolas com uma linha de tratores voltada a diferentes perfis de produtores. Com mais de 86 concessionárias em território nacional, a LS Tractor tem ampliado sua presença no mercado brasileiro por meio de estratégias baseadas nos dados de mercado, expansão da rede com foco na proximidade com os clientes e desenvolvimento de novas tecnologias em transmissão para atender as demandas do campo.

 



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Fábrica da multinacional em SC
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10/07 - Dia da Pizza: Brasil ganha uma nova pizzaria a cada 2 horas em 2026 e abre quase 2 mil pizzarias em cinco meses, segundo Apubra

 



10/07 - Dia da Pizza: Brasil ganha uma nova pizzaria a cada 2 horas em 2026 e abre quase 2 mil pizzarias em cinco meses, segundo Apubra

  • País registra a abertura de 1.990 pizzarias entre janeiro e maio de 2026;
  • Crescimento é de 6,1% em relação ao mesmo período do ano passado; 
  • Média é de 13 novas pizzarias inauguradas por dia;
  • São Paulo concentra 28% das novas aberturas, mas expansão se espalha pelo país;

Às vésperas do Dia da Pizza, comemorado em 10 de julho, o mercado brasileiro segue acumulando bons resultados. Entre janeiro e maio deste ano, o país registrou a abertura de 1.990 novas pizzarias, crescimento de 6,1% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram inaugurados 1.875 estabelecimentos ativos. O levantamento, Panorama de Mercado 2026, realizado pela Associação Pizzarias Unidas do Brasil (Apubra), que há 23 anos atua no fortalecimento do mercado de pizzarias, mostra que o setor mantém o ritmo de expansão observado no último ano e reforça o bom momento vivido pelo segmento no país. Na prática, isso significa que o Brasil inaugurou 398 pizzarias por mês, cerca de 13 novas unidades por dia ou uma nova pizzaria a cada duas horas.

O desempenho do primeiro semestre dá sequência ao cenário registrado no levantamento anual Mercado de Pizzarias. Em 2025, o Brasil ultrapassou a marca de 40 mil pizzarias em operação, e encerrou o ano com 40.332 estabelecimentos ativos, crescimento de 10,29% em relação a 2024. No mesmo período, foram abertas 4.109 novas pizzarias e o número de fechamentos caiu para o menor patamar da última década. 

Para Gustavo Cardamoni, presidente da Apubra, os números mostram que o setor encontra uma ascensão linear e positiva para os empreendedores. "Os primeiros meses de 2026 mostram que o crescimento observado no ano passado não foi um movimento isolado. O mercado continua em expansão, mantém um ritmo consistente de abertura de novos negócios e demonstra que ainda existe espaço para empreender no setor de pizzarias. Esse comportamento reforça a maturidade do segmento e a confiança dos empresários, que seguem investindo mesmo em um cenário econômico desafiador", explica. 

Embora janeiro e fevereiro tenham registrado um volume de inaugurações ligeiramente inferior ao observado em 2025, o mercado ganhou força e encerrou os cinco primeiros meses do ano acima do desempenho registrado anteriormente. A retomada começou em março, quando o setor abriu 461 novas pizzarias, mais de 100 estabelecimentos acima das 355 inaugurações registradas no mesmo mês do ano passado. O ritmo permaneceu elevado em abril, com 412 novas unidades, e em maio, com 369 inaugurações. Somente entre março e maio, o país ganhou 1.242 novas pizzarias, evidenciando uma aceleração importante do mercado ao longo do trimestre.

São Paulo lidera, mas expansão alcança todo o país

O levantamento também mostra que São Paulo continua sendo o principal polo de abertura de pizzarias, concentrando 28% das inaugurações registradas entre janeiro e maio. Na sequência aparecem Minas Gerais e Santa Catarina, ambos com 9%, seguidos por Rio de Janeiro (8%), Paraná (7%), Bahia (6%), Ceará (5%), Goiás (4%), Rio Grande do Sul (4%) e Pernambuco (3%).

Embora São Paulo permaneça na liderança, o dado evidencia um mercado cada vez mais descentralizado. Quase três em cada quatro pizzarias abertas em 2026 nasceram fora do estado, reforçando que a expansão do setor acontece em diferentes regiões do país. O comportamento acompanha a tendência identificada em outros levantamentos, que apontam o fortalecimento dos mercados regionais, especialmente nas regiões Norte e Nordeste. 

Metodologia

O panorama de abertura de pizzarias no Brasil tem como intuito mapear a evolução das novas empresas do segmento no país, a partir do apoio de especialistas em dados. As informações foram extraídas de fontes oficiais do governo e compreendem empresas cadastradas na Receita Federal, considerando a data de abertura e a situação ativa no período de janeiro a maio de 2026. Foram analisadas empresas dos portes ME, EPP e LTDA, desconsiderando os microempreendedores individuais (MEIs). O número final apresentado corresponde, em média, a uma amostra representativa de aproximadamente 89% do mercado brasileiro de pizzarias. Além disso, o levantamento segue os critérios estabelecidos na pesquisa qualitativa realizada diretamente pela Apubra, que, diante do número relevante de resultados, adotou como critério analisar apenas empresas autodenominadas como "pizzaria" na Razão Social ou no Nome Fantasia, enquadradas na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) 56. 

Sobre a Apubra

Criada há 23 anos, a Apubra - Associação Pizzarias Unidas do Brasil surgiu da necessidade de empresários de trocar informações sobre o setor para conhecer a fundo o ramo em que atuavam e buscar conhecimento, capacidade de articulação, realizar grandes compras e, principalmente, compartilhar processos e soluções. A associação atua no fomento de informações de qualidade e atualizadas sobre o mercado gastronômico de pizzas por meio de dados precisos de balanços anuais e levantamentos junto aos associados, que ainda têm acesso a conteúdos para empreendedores da área.



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quarta-feira, 8 de julho de 2026

Economia brasileira mostra resiliência, mas juros e Reforma Tributária criam cenário de sobrevivência para empresas no 2º Semestre

 

Vitru Educação


Economia brasileira mostra resiliência, mas juros e Reforma Tributária criam cenário de sobrevivência para empresas no 2º Semestre



Especialista da UniCesumar revela um Brasil de duas velocidades: enquanto agronegócio e investimentos crescem, varejo e serviços sofrem com crédito caro e custos de adaptação ao novo sistema de impostos.

 

A economia brasileira encerra o primeiro semestre de 2026 demonstrando resiliência. De acordo com levantamento do IBGE, no último período houve um crescimento moderado do país, impulsionado por um avanço de 3,5% nos investimentos da Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) e de 2,0% no agronegócio. Já a pesquisa a Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE aponta para o enfraquecimento do consumo das famílias, refletido na queda de 1,5% das vendas do varejo em abril. Trata-se do pior resultado para o mês em quase quatro anos. Tais números evidenciam que o cenário está longe de ser confortável para o setor produtivo.

 

Para Laís Requena, professora do curso Economia da EAD UniCesumar, não há uma realidade única para as empresas brasileiras no momento, já que o desempenho econômico tem se mostrado bastante desigual. “A saúde financeira das empresas neste fechamento de semestre é marcada por uma forte heterogeneidade. O cenário é de fragmentação entre empresas que ainda conseguem crescer e investir e aquelas que operam em modo de sobrevivência ou estagnação”, acrescenta

 

Essa dinâmica criou o que a especialista classifica como uma "forte heterogeneidade" no ambiente de negócios. Ainda de acordo com Requena, o principal fator que explica esse quadro é a combinação de juros elevados e inflação ainda resistente. “Mesmo com o início do ciclo de redução da taxa Selic, ela permanece em um patamar restritivo, mantendo elevado o custo do crédito, do capital de giro e dos financiamentos para expansão”.

 

Além do crédito restrito, um dos principais desafios que asfixiam o fôlego financeiro dos negócios é o impacto financeiro imediato gerado pela transição da reforma tributária. Embora 2026 seja um ano de teste com alíquota simbólica de 1%, as empresas já enfrentam uma corrida operacional para se adequar à nova legislação, o que se reflete em gastos imprevistos no fluxo de caixa de curto prazo.

 

 

Despesas de transição da Reforma Tributária pressionam o caixa

 

Segundo a análise de Requena, o setor de serviços é o mais pressionado por essa nova estrutura. Segmentos como educação, saúde, tecnologia, consultorias e escritórios profissionais dependem fortemente de mão de obra e não conseguem gerar créditos tributários relevantes no novo formato de Imposto sobre Valor Agregado (IVA). Isso pode acarretar um aumento da carga tributária efetiva e comprimir severamente as margens de lucro dessas áreas.

 

“O que tem pressionado fortemente o caixa das empresas é o chamado 'custo de conformidade'. Isso inclui investimentos na atualização de sistemas ERP, adequação de documentos fiscais, revisão de processos e contratação de consultorias. O problema é que, ao mesmo tempo em que as empresas precisam investir para se adaptar ao novo modelo, os tributos antigos continuam sendo recolhidos normalmente. Na prática, muitas organizações estão operando em um sistema híbrido, o que aumenta a complexidade e reduz a capacidade de direcionar recursos para investimentos produtivos, com impacto ainda mais significativo para as pequenas e médias empresas”, explica a professora da UniCesumar.

 

 

Cenário Externo e as Oportunidades de Crescimento

Apesar dos desafios, a economista aponta que há caminhos claros para a tração dos negócios. O cenário atual tem aberto oportunidades sólidas em setores como tecnologia, automação, energia renovável, logística e infraestrutura. Para as empresas de maneira geral, a saída é o foco na eficiência: organizações que investirem em produtividade, digitalização de processos e em um planejamento tributário robusto tendem a ganhar fôlego financeiro e se destacar frente à concorrência. Diante de um quadro tão complexo, a recomendação final da especialista para empresários e gestores financeiros é clara e direta.

 

“Se eu pudesse dar um único conselho seria, proteja o caixa antes de buscar crescimento. Em um cenário de juros ainda elevados, inflação persistente e mudanças tributárias em andamento, liquidez é um ativo estratégico. Isso significa priorizar o saneamento e o alongamento das dívidas de curto prazo. Além da gestão financeira, é fundamental preparar a empresa para a reforma tributária com um mapeamento rigoroso da cadeia de fornecedores. Quem combinar disciplina financeira, eficiência operacional e preparação para o novo ambiente tributário estará mais protegido e mais bem posicionado para aproveitar as oportunidades”, finaliza Laís Requena.

 

Olhando para a segunda metade de 2026, as incertezas persistem tanto dentro quanto fora do Brasil. No front externo, o principal alerta recai sobre a volatilidade cambial atrelada às decisões do Federal Reserve (Fed) sobre os juros nos Estados Unidos, um cenário que afeta diretamente os custos de importação, fretes e matérias-primas para a indústria nacional. No cenário interno, os receios continuam ancorados na inflação e na trajetória da taxa Selic.

 

Sobre a UniCesumar

Com mais de 35 anos no mercado educacional e desde 2022 como uma das marcas integradas ao grupo Vitru Educação, a UniCesumar conta com uma comunidade de cerca de 500 mil alunos. Atualmente, possui uma robusta estrutura de Educação a Distância (EAD), com mais de 1,3 mil polos espalhados por todas as regiões do país, além de três unidades internacionais, localizadas em Dubai (Emirados Árabes) e Genebra (Suíça). No ensino presencial, destaca-se o curso de Medicina, oferecido nos campus de Maringá (PR) e Corumbá (MS), juntamente a outros três campi, localizados em Curitiba, Londrina e Ponta Grossa (PR). Como um dos dez maiores grupos educacionais privados do Brasil, a UniCesumar oferece portfólio diversificado, com 350 cursos, abrangendo graduação, pós-graduação, técnicos, profissionalizantes, mestrado e doutorado. Sua missão é promover o acesso à educação de qualidade e contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional de seus alunos, preparando-os para os desafios do mercado de trabalho.

 

Contatos para imprensa:

Weber Shandwick

E-mail: vitru@webershandwick.com

 

Priscilla Poubel – ppoubel@webershandwick.com | Telefone: (21) 9 8351-0185

Paulo Lima – plima@webershandwick.com | Telefone: (11) 9 8398-6996

 



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 Pode ser uma imagem de texto que diz "INSUPORTÁVEL "បភធ FORA FORA TER LULA COMO CANDIDATO REPRESENTA O PONTO MAIS BAIXO VERGONHA A QUE CHEGAMOS COMO SOCIEDADE. É A FALÊNCIA MORAL DO NOSSO PAÍS. UM VERME FANTASIADO DE PRESIDENTE!"

Com foco em expansão, rede de higienização de capacetes mira na Bahia como estratégia de crescimento

 

Com foco em expansão, rede de higienização de capacetes mira na Bahia como estratégia de crescimento

Com modelo de negócio inovador, PitCap prevê 20 operações no Nordeste em 2026, sendo 7 na Bahia.

Com a terceira maior frota de motocicletas do país e ultrapassando mais de 2 milhões de veículos, segundo a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), a Bahia entra no radar de expansão da PitCap, primeira franquia de vending machine para higienização de capacetes do Brasil. De olho no potencial da região, que segundo a ABF (Associação Brasileira de Franchising) movimentou mais de R$10,8 bilhões no estado, a marca busca novos franqueados para ampliar sua presença e consolidar o modelo de negócio no Nordeste. A rede prevê 20 unidades na região em 2026, sendo 7 na Bahia.

Para  Antony Fedlallah, a região é uma das mais promissoras do país para o modelo de negócio. “A Bahia é um mercado estratégico, com grande volume de motociclistas e alto potencial de consumo. Existe uma demanda clara por soluções práticas no dia a dia, e nosso modelo atende exatamente essa necessidade, com um serviço rápido, acessível e escalável”, afirma .

O modelo de microfranquias vem ganhando espaço no franchising brasileiro por oferecer operações enxutas e de fácil gestão. Em 2025, o setor registrou um crescimento de 9,5% em relação ao ano anterior.  Com investimento inicial a partir de R$23.500 e prazo de retorno estimado em cerca de 13 meses, a PitCap permite que o franqueado opere sem necessidade de funcionários. 

O serviço funciona de forma 100% automatizada, com limpeza interna do acessório realizada em até quatro minutos por meio de tecnologia UV-C, um tipo de luz ultravioleta de onda curta, com alto poder germicida, capaz de destruir o DNA/RNA de microrganismos como vírus e vapor quente. Cada utilização custa R$10. O funcionamento é simples e cabe ao empreendedor realizar a reposição de insumos, a higienização externa e o acompanhamento da máquina, instalada em pontos de alto fluxo como postos de combustível, estacionamentos, shoppings, supermercados, oficinas e centros comerciais.  Seguindo sua estratégia de crescimento, a marca projeta alcançar 50 unidades em operação em 2026 e atingir faturamento de R$12,5 milhões, consolidando uma nova categoria de franquias automatizadas no país.

 

Sobre a PitCap

Fundada em 2026, é a primeira franquia de vending machine para higienização de capacetes do Brasil. A máquina, totalmente automatizada, utiliza tecnologia que combina raio UV-C e vapor quente para higienizar, desodorizar e perfumar levemente o capacete em menos de quatro minutos, com até 99,9% de eficácia.  O serviço opera em sistema de autoatendimento, com pagamento via Pix, cartão ou QR Code, e foi desenvolvido para atender locais de alto fluxo, como postos de combustível, shoppings, concessionárias de motos, supermercados e universidades.



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