MEDIÇÃO DE TERRA

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domingo, 21 de junho de 2026

O mentiroso das galáxias

 


 

Gilberto Simões Pires

MENTIROSO NATO

Mais do que sabido, percebido e comprovado, o presidente Lula é um verdadeiro ESPECIALISTA na ARTE DE MENTIR. Como tal, a cada MENTIRA que diz serve imediatamente como base de construção e lançamento de uma NOVA LOROTA AINDA MAIS DESCARADA. 

 LULA SE SUPEROU

Pois, ontem, o presidente LULA-MENTIROSO simplesmente se superou, de forma magnífica, na ARTE DE MENTIR DESCARADAMENTE, quando disse -alto e bom som- durante o encontro da Cúpula do G-7, em Paris, que -NUNCA FOI DE ESQUERDA-. Que tal? 

EXAGERO IMPERDOÁVEL

Desta vez, sem tirar nem pôr, LULA aplicou uma MENTIRA DE TAL ORDEM E TAMANHO DO TIPO QUE TODO E QUALQUER ANIMAL QUE VIVE NO NOSSO PLANETA, E ATÉ FORA DELE- VÊ COMO IMPOSSÍVEL DE ACREDITAR. Mais: nas rodas ONDE SE REÚNEM os GRANDES MENTIROSOS DO MUNDO, o comentário é que o EXAGERO COMETIDO POR LULA tem como princípio ESCULHAMBAR DE VEZ COM AS PRETENSÕES DAQUELES QUE TÊM FORTE DEDICAÇÃO NA ARTE DE MENTIR. 

NOTA DAS GALÁXIAS

Pelo que sei até agora, as principais GALÁXIAS mais próximas e conhecidas, como a Via Láctea, Andrômeda, a Galáxia do Triângulo e as Nuvens de Magalhães, não gostaram nem um pouco da MENTIRA APLICADA POR LULA. Mais: emitiram uma NOTA DIZENDO QUE MENTIRAS TÊM LIMITE E COMO TAL LULA SEQUER RESPEITOU A REGRA DO UNIVERSO. 

Uma conversa entre gerações

 


 

Percival Puggina

           Quase 80% dos atuais eleitores brasileiros tinham menos de 18 anos em 1988 e não sabem, portanto, o que representava viver sob as condições nacionais daquela época. A moeda era o Cruzado, a inflação chegou a 980% e bateu em 2.000% no ano seguinte! Em pouco tempo, o Cruzado virou Cruzado Novo (1989-1990), foi substituído pelo Cruzeiro (1990-1993), que se converteu em Cruzeiro Real. A transição para Real aconteceria em 1º de julho de 1994. Cinco moedas em seis anos.

Quanto aqueles anos foram pedagógicos e favorecem a compreensão dos riscos envolvidos num desmonte institucional como o que está em curso no nosso país! E não refiro apenas aos ataques cotidianos à disciplina monetária, à responsabilidade fiscal e à liberdade dos cidadãos. Sob um governo que é um delivery de desgraças, incluo e sublinho o deslocamento do eixo do poder político para o topo do Judiciário, porque loucura política com sintomas iguais nunca houve antes.

São densas as camadas ideológicas que sustentam tantas leviandades e não foi por outro motivo que iniciei este texto mencionando 1988. No ano de nascimento da atual Constituição, o comunismo soviético já fizera todo estrago possível no Leste Europeu. A prosperidade do lado ocidental do Muro de Berlim embaraçava o esquerdismo infiltrado nas democracias liberais do lado de cá. Muito escrevi e falei sobre isso naqueles anos porque o PT nascera em 1980 e defendia muitas daquelas ideias e regimes. Foram elas que inspiraram a atuação dos petistas na Constituinte eleita em 1986.

Chegou-se, então, ao ano de 1989 e à queda do Muro de Berlim no dia 9 de novembro. O contraste entre a próspera liberdade ocidental e a cativa miséria do Oriente comunista era tal que os gritos do povo funcionaram como as trombetas de Josué sobre as muralhas de Jericó. As pedras do Muro foram, contudo, as primeiras cartas a cair. O que sobreveio é tão ou mais impressionante, como se verá a seguir.

Dois meses após a queda do Muro, ao longo de todo o glorioso ano de 1990, desabou o comunismo institucionalizado no Leste Europeu. Em 1º de janeiro, foi extinta a Securitate, temida polícia secreta romena. Em 24 de fevereiro, o Partido Comunista foi vencido nas eleições da Lituânia. Em 26 de fevereiro, com a Checoslováquia no auge da Revolução de Veludo, Gorbachev anunciou a retirada de suas tropas de ocupação. Em 11 de março, o Parlamento da URSS revogou artigo 6º da constituição, que assegurava o monopólio do poder ao Partido Comunista. Em 11 de março, o Conselho Supremo da Lituânia assinou o Ato de Restauração da Independência. Em 2 de maio, o dissidente Arpad Goncz foi eleito presidente da Hungria. Em 4 e 8 de maio, respectivamente, a Letônia e a Estônia se declararam independentes. Em 20 de maio a Romênia teve suas primeiras eleições democráticas desde 1937.  Em 29 de maio, derrotando o candidato do Partido Comunista, Boris Ieltsin foi eleito presidente da Federação Russa. Em junho, a Bulgária teve sua primeira eleição democrática. Em dezembro, a Polônia elegeu o sindicalista Lech Walesa presidente com 75% dos votos. No mesmo ano, a Albânia cedeu aos protestos estudantis e abriu-se ao pluralismo partidário. Dois meses antes, acontecera a reunificação da Alemanha.

O esquerdismo latino-americano entrou em pânico. Os acontecimentos libertadores ainda seguiam seu curso quando, entre os dias 1º e 4 de julho, 48 partidos e organizações de esquerda, em vários tons de vermelho, se reuniram em São Paulo. Haviam sido convocados pelo PT brasileiro e pelo PC Cubano. Por Lula e Fidel Castro. Era preciso salvar aqui o que estavam perdendo lá.

Passaram quase quatro décadas daquela reunião. Depois de semear miséria sem apresentar um único bom exemplo, o Foro de São Paulo é sombra do que já foi. Fidel e Chávez morreram. Cuba estertora. Maduro está preso. As revoluções partiram para o narcotráfico. Mas o Brasil, senhores, deu cinco mandatos ao radicalismo esquerdista do PT. E nosso país está em pandarecos. Se você é chefe de família, coroa, sênior, pai, tio, avô, cumpra sua missão orientadora entre os mais jovens.

*              Percival Puggina (81) é arquiteto, escritor, titular do site Liberais e Conservadores (www.puggina.org), colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+. Membro da Academia Rio-Grandense de Letras.

Regime tirano, nação pelo cano

 


 

Percival Puggina

            Há alguns anos fui convidado, por um grupo católico, a falar sobre liberdade econômica e prosperidade social. A abordagem que fiz aproveitava o ensinamento proporcionado pelas trágicas experiências da Cortina de Ferro e do Muro de Berlim. Aquelas linhas divisórias, traçadas nas reuniões de Yalta e Potsdam após a Segunda Guerra Mundial, evidenciaram ao mundo as diferenças no curto, médio e longo prazo entre economias estatizadas e economias livres. O caso alemão era o mais didático por envolver o mesmo povo e a mesma cultura. De um lado, partido único, opressão e economia centralizada; de outro, Estado de Direito, democracia, liberdades políticas, civis e econômicas. Na primeira fila do auditório, um senhor, adepto da Teologia da Libertação, contrariado, se agitava na cadeira.

Enquanto eu falava, veio-me a ideia de ilustrar a mensagem com um exemplo que era presença cotidiana em todos os lares. Falei sobre as panelas alemãs. Expliquei que, finda a guerra, era preciso fabricar panelas para uma nação bombardeada. No lado ocidental, algum empreendedor instalou sua fábrica e passou a vender o produto. Perguntei ao auditório: “Quanto terá ele cobrado por unidade?”.

Arrancando risos, adiantou-se o tal sujeito na resposta: “Como explorador do trabalho alheio, deve ter cobrado o máximo que o povo estava disposto a pagar”. “Exatamente”, respondi. E acrescentei: “Ganhou tanto dinheiro que, logo, surgiram outros fabricantes para se beneficiar de uma fatia daquele mercado. Novas fábricas, novos empregos, mais gente vendendo e preços em queda por força da concorrência.”

Prossegui a exposição sobre o que de fato aconteceu no lado ocidental, falando na geração das panelas de aço inoxidável, fáceis de limpar, nas panelas de aço com fundo triplo, nas panelas de pressão, nas cerâmicas, nas válvulas reguláveis, nas variedades de design, nos materiais de cabos e alças, nas tampas de cristal, nas cores, nas panelas que apitam. Cada vez mais fábricas, mais operários, mais panelas criando a necessidade de buscar mercados e exportar volumosos excedentes de produção.

No lado oriental, submetido ao comunismo, as fábricas se transformaram em Empresas de Propriedade do Povo (VEB em alemão) e produziam espessas panelas de alumínio, desatualizadas, feias, mas feitas para durar gerações. Demanda atendida e decrescente. Em toda parte, pobreza e miséria se instalando pela ausência de fatores e motivações essenciais ao desenvolvimento econômico. O muro se tornou inevitável para conter o êxodo.

Ao final da palestra, dirigindo-me ao incomodado interlocutor da primeira fila, disse: “De cima do Muro de Berlim, durante três décadas, as donas de casa da Alemanha Oriental, olhavam as panelas usadas por suas irmãs e primas, tão próximas quanto inalcançáveis, e pensavam em quanto não dariam pelo privilégio de possuir ao menos uma em suas cozinhas. Certamente pagariam um preço ainda maior do que o ‘explorador do trabalho alheio’ havia cobrado pelas primeiras panelas que fabricou. Para entender o monumental efeito desses contrastes entre os dois modelos, ponderem que eu falei apenas em ... panelas.” Estado tirano, nação pelo cano.

Percival Puggina (81) é arquiteto, escritor, titular do site Liberais e Conservadores (www.puggina.org), colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+. Membro da Academia Rio-Grandense de Letras.

Performance de sementes de sorgo começa antes mesmo do plantio

 


Advanta

Performance de sementes de sorgo começa antes mesmo do plantio

Escolha criteriosa das áreas, controle rigoroso de possíveis contaminantes e manejo integrado são determinantes para garantir pureza genética, alta qualidade fisiológica e padrão da produção

A produção de sorgo no Brasil tem evoluído de forma expressiva nos últimos anos. O que antes era considerado uma cultura secundária passou a ocupar posição estratégica no agronegócio, destacando-se pela versatilidade, rentabilidade e eficiência em diferentes segmentos, como alimentação humana e animal, produção de biomassa e geração de biocombustíveis. Grande parte dessa evolução está diretamente relacionada aos avanços na qualidade das sementes, resultado de investimentos contínuos em pesquisa, melhoramento genético e tecnologias de produção.

A excelência de uma semente de sorgo começa na criteriosa escolha dos campos de produção, etapa essencial para assegurar elevados padrões de pureza genética. Esse cuidado inicial preserva características como vigor, germinação e sanidade, diretamente influenciadas pela genética, e que são determinantes para o estabelecimento uniforme da lavoura, a máxima expressão do potencial produtivo e maior segurança para o produtor.

Segundo José Geraldo Mendes, engenheiro agrônomo e responsável pela área de supply chain da Advanta Seeds, ao analisar as áreas de plantio, alguns fatores são fundamentais. Entre eles: solos com elevada fertilidade, topografia adequada, disponibilidade hídrica, baixa pressão de pragas, doenças e plantas daninhas, além da parceria com produtores/cooperantes altamente tecnificados e abertos à adoção de novas tecnologias. “Na produção de sementes, a altitude exerce influência direta sobre adaptação e desempenho das linhagens. Regiões acima de 800 metros, apresentam melhores condições favorecendo o desempenho e   qualidade final da semente”, destaca Mendes.

A escolha da melhor janela de plantio também tem impacto direto sobre a performance das linhagens. O objetivo é proporcionar condições ideais para que a planta expresse seu máximo potencial produtivo. Nesse contexto, o manejo integrado ganha protagonismo. “Desde a seleção da área até o controle químico, todas as etapas são conduzidas para minimizar interferências que possam comprometer a qualidade fisiológica da semente, especialmente germinação e vigor”, detalha o engenheiro agrônomo.

Pureza genética exige isolamento rigoroso

Além da qualidade fisiológica, a manutenção da integridade genética é um dos principais desafios na produção de sementes de sorgo. Para evitar contaminações, a seleção das áreas leva em consideração tanto riscos internos como plantas voluntárias oriundas de cultivos anteriores, conhecidas como “tigueras”, quanto contaminantes externos.

No caso do sorgo, o controle de cruzamentos indesejados é tratado com extremo rigor. A Advanta, por exemplo, adota padrões próprios de isolamento superiores aos exigidos pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Em algumas operações, áreas com potencial presença de contaminantes em um raio inferior a 1.500 metros sequer são utilizadas para produção de sementes.

Durante o florescimento, os cuidados continuam, equipes técnicas realizam operações específicas de inspeção visual, conhecidas como “roguing”, que consistem na eliminação de plantas atípicas identificadas por diferenças de cor, porte, ciclo ou características fenotípicas. “A nossa preocupação é ainda maior em relação ao Capim Massambará, planta daninha de difícil controle e com elevado potencial de contaminação dos campos”, diz Mendes.

Entre os diferenciais da produção de sementes de sorgo da Advanta está a tecnologia igrowth, que auxilia no controle de possíveis contaminantes vindos de espécies nativas ou áreas vizinhas. A tecnologia permite a aplicação de herbicidas específicos tanto nos campos de produção quanto nas lavouras dos produtores, eliminando plantas contaminantes que possam ter sido introduzidas, inclusive pelo vento.

Cuidados na colheita e beneficiamento

Na etapa de colheita e beneficiamento, o monitoramento da umidade dos grãos se torna decisivo para preservar o máximo potencial fisiológico das sementes. O controle envolve desde o momento ideal de colheita até o tempo de transporte e permanência no processo de secagem, garantindo a preservação da germinação, vigor e integridade física do material.

Após a secagem, o beneficiamento também passa por processos rigorosos de avaliação de eficiência e performance. Desta forma assegura-se que o produto final mantenha suas características genéticas e fisiológicas intactas.

 



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Ruralpress

Kassi Bonissoni
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Geração de Leads B2B: estratégias que realmente funcionam

 


Por Renan Cardarello

Gerar leads no mercado B2B é um dos maiores desafios para empresas que buscam crescimento sustentável. Diferente do B2C, em que as decisões costumam ser mais rápidas e emocionais, o processo B2B envolve múltiplos decisores, ciclos de vendas mais longos e análises mais criteriosas antes da conversão. 

Nesse cenário, atrair contatos deixou de ser suficiente. O foco das empresas passou a ser a construção de estratégias estruturadas, capazes de gerar leads qualificados e aumentar a previsibilidade comercial. Até porque, hoje, 61% dos profissionais afirmam que gerar leads qualificados continua sendo o maior desafio do marketing B2B, segundo dados divulgados pela WifiTalents. 

Uma das principais diferenças da geração de leads B2B está justamente na jornada de compra. Enquanto o consumidor final pode tomar decisões impulsivas, empresas avaliam fatores como retorno sobre investimento, eficiência operacional e impacto estratégico. Isso exige conteúdos mais educativos, técnicos e orientados por dados. 

Entre os principais canais de aquisição, o SEO vem ganhando cada vez mais relevância. Isso porque o tráfego orgânico conecta marcas a usuários que já estão buscando soluções para problemas reais. Além de gerar visitas qualificadas, o SEO fortalece a autoridade digital e reduz o custo de aquisição no médio e longo prazo. 

O conteúdo estratégico também desempenha um papel central nesse processo. Artigos, materiais ricos, estudos de caso e conteúdos educativos ajudam empresas a construir relacionamento e confiança ao longo da jornada de compra. 

Ao mesmo tempo, campanhas de mídia paga permitem acelerar a geração de oportunidades. Plataformas como Google Ads, Meta Ads e LinkedIn Ads oferecem segmentações avançadas por cargo, setor e comportamento digital, tornando as campanhas mais precisas. 

O LinkedIn, inclusive, se consolidou como uma das plataformas mais estratégicas para o mercado B2B. Além da geração de leads, a rede fortalece o posicionamento de marca e aproxima empresas de profissionais responsáveis pela tomada de decisão. 

Outro ponto essencial é a estruturação do funil de vendas. Estratégias eficientes precisam considerar todas as etapas da jornada: atração, nutrição e conversão. Leads que ainda não estão prontos para comprar precisam passar por um processo contínuo de relacionamento até chegarem ao momento de decisão. 

Por isso, conceitos como MQL (Marketing Qualified Lead) e SQL (Sales Qualified Lead) se tornaram fundamentais dentro das operações comerciais. Essa separação ajuda empresas a priorizarem oportunidades com maior potencial de fechamento e aumenta a eficiência do time de vendas. 

A tecnologia também passou a ocupar um papel estratégico na geração de demanda. Ferramentas de CRM, automação de marketing e análise de dados permitem acompanhar métricas em tempo real, identificar gargalos e otimizar continuamente os processos comerciais. 

Apesar da evolução das estratégias digitais, alguns erros ainda comprometem muitas operações B2B, como foco excessivo em volume de leads e não em qualidade, falta de alinhamento entre marketing e vendas e ausência de uma estratégia consistente de conteúdo. 

O mercado caminha para estratégias cada vez mais integradas, orientadas por dados e focadas em construção de relacionamento. Empresas que conseguem unir SEO, tráfego pago, conteúdo e automação tendem a criar operações mais previsíveis e sustentáveis. 

Mais do que gerar contatos, o desafio atual das marcas passou a ser construir autoridade, fortalecer confiança e entregar valor ao longo de toda a jornada do cliente. 

Renan Cardarello é Fundador e Diretor da iOBEE - Agência de marketing digital e Growth. 

 

Sobre a iOBEE: 

https://iobee.com.br/ 

Atuando de forma abrangente com serviços de Google Ads & Meta Ads, SEO, Inteligência em Gestão de Redes Sociais, Inbound Marketing e outros mais. A iOBEE é uma agência de marketing digital e tecnologia, com uma abordagem mais estratégica e serviços que atendem todas as áreas que são vitais para alavancar o faturamento das empresas. 



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Nathália Bellintani


Tel: +55 (11) 9848-4042
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Desvalorização do carro usado apresenta estabilidade na Bahia em maio, revela Índice Webmotors

 

Webmotors

Desvalorização do carro usado apresenta estabilidade na Bahia em maio, revela Índice Webmotors

Depreciação dos modelos do segmento foi de -0,491%, variação de -0,072 ponto percentual em relação a abril

São Paulo, junho de 2026 – O mercado de carros usados na Bahia apresentou uma desvalorização de -0,491% em maio de 2026. A informação é do Índice Webmotors, que calcula mensalmente as variações percentuais dos valores dos veículos anunciados na plataforma. O resultado verificado no mês apresentou estabilidade com relação a abril, quando o indicador havia marcado -0,419% - uma oscilação de -0,072 ponto percentual.

A variação constatada na Bahia em maio foi menor, inclusive, do que a média nacional, que recuou –0,132% nos preços no segmento de automóveis usados no consolidado do mês. 

Os dados mostram uma certa estabilidade no mercado baiano de usados em maio com relação ao mês anterior, com uma desvalorização natural de cada mês. Esse movimento indica uma demanda que pode voltar a aquecer nos próximos meses”, analisa Mariana Perez, CPO da Webmotors.

Sobre a Webmotors

A Webmotors (www.webmotors.com.br) foi a primeira marca brasileira a inovar na forma de comprar e vender carros e é o principal ecossistema automotivo, que engloba desde a compra, venda e uso do veículo, oferecendo soluções completas para o segmento no Brasil. Fundada em 1995, Webmotors foi pioneira na inovação do marketplace online automotivo e continua a definir o padrão para compra, venda e pesquisa online automotiva.

Em 2002, o Grupo Santander Brasil se juntou à Webmotors como seu principal parceiro e, em abril de 2013, a empresa deu boas-vindas à carsales.com Ltd., que adquiriu uma participação de 30%. Desde então, a empresa de tecnologia australiana contribuiu para a aceleração do crescimento da Webmotors e, em março de 2023, a carsales.com Ltd. aumentou sua participação acionária na Webmotors para 70%. O Santander mantém os outros 30%, além da exclusividade comercial, sendo o parceiro de crédito, seguros e soluções financeiras para transações feitas por meio da plataforma da Webmotors.

Informações para a imprensa RPMA Comunicação

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Jaqueline Nunes - jaqueline.nunes@rpmacomunicacao.com.br

(11) 94119-9351

Relações com a imprensa – Webmotors

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Relações com a imprensa – Santander Brasil

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Jaqueline Nunes
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Por que as Festas Juninas batem recordes de público na era digital

 



Vitru Educação


Por que as Festas Juninas batem recordes de público na era digital



Para além do mero entretenimento: especialista da UNIASSELVI reflete sobre como a essência de uma das celebrações mais queridas do ano sobrevive a grandes eventos

 

Com a chegada de junho, o Brasil se mobiliza para celebrar uma de suas manifestações culturais mais vibrantes: as Festas Juninas. Longe de serem apenas um festival de entretenimento, essas celebrações representam um complexo cruzamento de tradições populares, devoção católica e elementos regionais. Juntas, elas se consolidaram como um pilar da identidade cultural brasileira e uma resposta emocional aos anseios da sociedade contemporânea.

Ao desembarcar no Brasil com os colonizadores portugueses, a tradição foi profundamente recriada, misturando-se a elementos indígenas, africanos, rurais e comunitários. O resultado é uma festividade que, embora de matriz europeia, tornou-se autenticamente brasileira, marcada pela fé, culinária típica, dança, memória familiar e identidade popular.

“As celebrações Juninas são um excelente exemplo de como a cultura popular brasileira nasce do encontro entre diferentes camadas históricas. Suas raízes mergulham em antigas celebrações europeias ligadas ao ciclo agrícola, à fertilidade da terra e ao solstício de verão no hemisfério norte”, explica Kevin Leyser, professor e coordenador do curso de Ciências da Religião, Teologia e Filosofia da UNIASSELVI.

Com a cristianização dessas práticas, a Igreja Católica as associou à devoção a Santo Antônio, São João e São Pedro. "A Igreja percebeu que não se apaga a memória da terra, deitando a devoção aos santos sobre o mesmo solo onde os antigos celebravam a colheita", pontua o professor.

 

Símbolo nacional com coração nordestino

Do ponto de vista sociológico, as Festas Juninas consolidam uma imagem potente da cultura brasileira: comunitária, mestiça, regional, intimamente ligada à religiosidade popular. No Nordeste, em particular, a celebração de São João atua como o principal emblema cultural, articulando o forró, as quadrilhas, a culinária à base de milho e impulsionando significativamente a economia local.

“Para quem se prepara para vivenciar os festejos deste ano, a recomendação é adotar um olhar mais intencional, compreendendo que nada na decoração ou nos ritos é "apenas enfeite". A fogueira, os pratos típicos, a coreografia da quadrilha e as bandeirinhas coloridas carregam séculos de história, trabalho e afeto coletivo. Embora o Nordeste, a festa pertence ao imaginário afetivo de todo o país", acrescenta.

 

Festa Junina combina com megaprodução?

A crescente transformação dos festejos em megaproduções e festivais de música comercial acendem um alerta sobre o esvaziamento do aspecto religioso e comunitário. Há um risco real de perda de essência quando ela é reduzida ao consumo, a patrocínios ou ainda a um cenário instagramável.

No entanto, o especialista pondera que seria simplista decretar o fim do fator religioso. O que se observa na atualidade é uma convivência tensa. Grandes produções patrocinadas vivem lado a lado das verdadeiras festas, geralmente localizada em recantos menos comerciais, seja na imagem de uma avó amarrando com carinho uma fita no cabelo da neta, seja em alguém acendendo uma fogueira discreta no quintal para cumprir uma promessa silenciosa. Para Leyser, a questão central não é escolher um lado, mas questionar se a celebração ainda reconhece suas raízes ou se apenas consome seus símbolos.

 

Sobre a UNIASSELVI

A UNIASSELVI é uma das mais conceituadas instituições de ensino superior do Brasil. Com uma oferta diversificada de mais de 500 cursos, que incluem Graduação, Pós-Graduação, Profissionalizantes e Técnicos, tanto na modalidade presencial quanto a distância (EAD), a instituição se destaca pela sua abrangência e qualidade educacional. Presente em todos os estados brasileiros, a UNIASSELVI conta com uma ampla rede de mais de 1,2 polos e mais de 16 campi de ensino presencial. É reconhecida como a única instituição de grande porte nacional a receber nota máxima no Recredenciamento Institucional, concedido pelo Ministério da Educação (MEC). A missão da UNIASSELVI é fornecer os recursos e o suporte necessários para que os alunos construam suas próprias histórias e alcancem o sucesso acadêmico e profissional, promovendo assim o desenvolvimento pessoal e profissional de cada estudante.

 

Contatos para imprensa:

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Julia Carvalhaes jcarvalhaes@webershandwick.com | Telefone: (11) 93907-7758

 

 



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Copa do Mundo 2026: Fortinet identifica mais de 1.140 domínios maliciosos relacionados ao torneio

 


Fortinet


Copa do Mundo 2026: Fortinet identifica mais de 1.140 domínios maliciosos relacionados ao torneio

  • Estudo do FortiGuard Labs mapeou mais de 13 mil domínios criados com referências ao Mundial entre janeiro e maio de 2026
  • Pesquisa também identificou mais de 1.700 perfis e canais que se passam pela FIFA em redes sociais e aplicativos de mensagens
  • Criminosos digitais exploram a popularidade do evento para aplicar golpes envolvendo ingressos, transmissões falsas, lojas virtuais e vagas de emprego fraudulentas

 

São Paulo, junho de 2026 – A expectativa sobre a Copa do Mundo de 2026 vem sendo amplamente explorada por cibercriminosos em escala global. Levantamento realizado pelo FortiGuard Labs, laboratório de inteligência da Fortinet, identificou mais de 13 mil domínios registrados com referências ao torneio entre janeiro e maio deste ano. Desse universo, cerca de 1.140 endereços (o equivalente a 8,8%) foram classificados como maliciosos ou suspeitos, evidenciando o uso crescente do maior evento do futebol mundial como isca para fraudes digitais.

De acordo com a análise, a infraestrutura criada pelos criminosos sustenta campanhas organizadas voltadas à aplicação de golpes financeiros e ao roubo de informações sensíveis. Entre as principais ameaças observadas estão páginas falsas para venda de ingressos, inclusive por meio de canais como o Telegram; lojas virtuais fraudulentas de produtos oficiais; plataformas ilegítimas de transmissão de partidas; campanhas de phishing e falsas oportunidades de emprego relacionadas ao evento. 

Nos dois meses que antecederam a competição, foi identificado um crescimento expressivo no registro de novos domínios ligados à Copa do Mundo, acompanhando o movimento do mercado e dos países na ampliação das ações direcionadas ao evento e aumento do interesse do público. O levantamento apontou que mais de 270 mil credenciais de usuários/fãs que visitaram sites relacionados à FIFA foram identificadas em registros de roubo de dados baseados em delimitadores.


Contas falsas em redes sociais
Outro destaque do levantamento é a proliferação de perfis falsos em redes sociais. Mais de 1.700 contas e canais que utilizam indevidamente a identidade visual e a marca da FIFA foram identificados em plataformas digitais, especialmente Facebook e Instagram:

  • Instagram - 60,27% 
  • Facebook - 28,94%
  • X (antigo Twitter) - 8,16%
  • Telegram - 1,66%
  • Youtube - 0,97%

“Esses ambientes são utilizados para disseminar promoções inexistentes, páginas de phishing, sorteios falsos e outras estratégias de engenharia social destinadas a enganar torcedores. Os pesquisadores também utilizaram a circulação de aplicativos maliciosos que simulam serviços de apostas esportivas, streaming de partidas e acompanhamento de resultados. Distribuídos por sites não oficiais e canais de mensagens, esses aplicativos podem instalar malwares capazes de roubar credenciais, capturar dados financeiros e comprometer os dispositivos das vítimas”, aponta Alexandre Bonatti, vice-presidente de Engenharia da Fortinet Brasil.

A comercialização fraudulenta de ingressos aparece entre os golpes mais recorrentes. Criminosos criam páginas praticamente idênticas às oficiais para convencer consumidores a realizar pagamentos ou fornecer dados pessoais e bancários. Em muitos casos, a sensação de urgência e a escassez de ingressos são utilizadas para induzir decisões rápidas e reduzir a desconfiança dos usuários.

As falsas lojas de produtos licenciados também ganharam espaço nas campanhas identificadas pelo FortiGuard Labs. Bonatti comenta que os cibercriminosos têm aproveitado o interesse por camisas, itens colecionáveis e produtos exclusivos da Copa do Mundo para comercializar mercadorias inexistentes ou falsificadas, a partir de ambientes que replicam o visual de marcas conhecidas.

“Outra modalidade em crescimento envolve vagas de trabalho temporárias ligadas ao torneio. Mensagens distribuídas por redes sociais, aplicativos de conversa e e-mails direcionam candidatos para páginas falsas de recrutamento que simulam processos seletivos legítimos e capturam credenciais de acesso e informações pessoais”, acrescenta o executivo.

Além das fraudes voltadas aos consumidores, a Fortinet alerta para a necessidade de empresas e organizações envolvidas no evento e parceiros comerciais reforçarem seus mecanismos de proteção. O monitoramento contínuo de domínios semelhantes às marcas, a adoção de autenticação multifator, a atualização constante dos sistemas e o compartilhamento de inteligência sobre ameaças são medidas essenciais para reduzir riscos durante todo o ciclo da competição.


Como consumidores podem se proteger

  • Conferir cuidadosamente o endereço do site antes de realizar qualquer compra ou informar dados pessoais;
  • Priorizar a aquisição de ingressos e produtos em canais oficiais ou parceiros autorizados;
  • Desconfiar de ofertas com descontos muito acima do mercado ou com prazo extremamente limitado;
  • Evitar downloads de aplicativos e plataformas de streaming provenientes de fontes não oficiais;
  • Utilizar autenticação multifator em contas digitais sempre que possível;
  • Acompanhar regularmente movimentações bancárias e notificações de cartões para identificar operações suspeitas.

 

Recomendações para empresas

Para fortalecer a proteção contra ameaças cibernéticas durante a Copa do Mundo, a Fortinet recomenda que as empresas adotem uma estratégia integrada de segurança. Entre as principais medidas estão o monitoramento contínuo de domínios que possam explorar indevidamente suas marcas, a implementação de soluções avançadas para detecção de phishing e fraudes digitais, além da manutenção permanente de plataformas, aplicações e integrações atualizadas.

A companhia também destaca a importância de reforçar políticas de autenticação multifator para contas críticas e administrativas, promover ações de conscientização voltadas a colaboradores, parceiros e clientes sobre os golpes mais comuns relacionados ao torneio e estabelecer processos integrados de resposta a incidentes, garantindo uma atuação rápida diante de tentativas de fraude ou comprometimento de credenciais.


Sobre a Fortinet
A Fortinet (NASDAQ: FTNT) é uma força motriz na evolução da segurança cibernética e na convergência de rede e segurança. Nossa missão é proteger pessoas, dispositivos e dados em todos os lugares, e hoje oferecemos segurança cibernética onde você precisar com o maior portfólio integrado de mais de 50 produtos de nível empresarial. Mais de meio milhão de clientes confiam nas soluções da Fortinet, que estão entre as mais implantadas, mais patenteadas e mais validadas do setor. O Fortinet Training Institute, um dos maiores e mais amplos programas de treinamento do setor, dedica-se a disponibilizar treinamento em segurança cibernética e novas oportunidades de carreira para todos. O FortiGuard Labs, laboratório de pesquisa e inteligência de ameaças de elite da Fortinet, desenvolve e utiliza aprendizado de máquina de ponta e tecnologias de IA para fornecer aos clientes inteligência de ameaças acionável e proteção oportuna e consistente com a melhor classificação do mercado. Saiba mais em www.fortinet.com/br, Fortinet Blog e FortiGuard Labs.



Alexandre Bonatti, vice-presidente de Engenharia da Fortinet Brasil
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Edson Raphael
Executivo de atendimento
edson.raphael@nr7.ag
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Em que mundo você está? VUCA, BANI ou PLUTO?

 


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Em que mundo você está? VUCA, BANI ou PLUTO?

O mundo mudou. A lógica de gestão de muitas empresas, ainda não

Por Alfredo Passos, coordenador do Grupo de Excelência em Inteligência Competitiva - GEIC, do CRA-SP

Durante anos, o conceito de VUCA foi suficiente para descrever o ambiente onde as organizações operavam em um mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo. Desconfortável, mas ainda havia uma crença implícita de que, com análise e bons dados, a incerteza poderia ser reduzida.

A pandemia desmontou isso. Cadeias de suprimento consideradas robustas travaram. Modelos de negócio sólidos perderam relevância em semanas. Decisões que pareciam seguras se mostraram frágeis muito antes do previsto.

Foi nesse contexto que Jamais Cascio propôs o BANI, em 2020. A virada aqui é importante: enquanto o VUCA descreve o ambiente, o BANI expõe o efeito desse ambiente nas estruturas e nas pessoas:

  • Frágil (brittle), porque sistemas aparentemente sólidos colapsam sob pressão;
  • Ansioso (anxious) , porque operar sem referência clara gera tensão contínua;
  • Não linear (non-linear), porque causa e efeito deixam de ter proporção;
  • Incompreensível (incomprehensible), porque nem sempre mais informação leva a mais entendimento.

Isso desmonta uma crença muito difundida: a de que mais análise leva automaticamente a decisões melhores. Em muitos casos, hoje, leva apenas a decisões mais lentas.

E o cenário ficou ainda mais complexo. O modelo PLUTO, discutido pelo IESE Business School, adiciona uma camada que os dois anteriores não capturam: a tensão geopolítica e sistêmica. Um mundo polarizado, líquido nas suas regras, unilateral nas suas decisões, tenso nas relações e omni relacional, onde tudo impacta tudo o tempo inteiro.

Três modelos, uma mesma conclusão: o ambiente não vai voltar a ser estável o suficiente para que o planejamento tradicional funcione como antes.

E é justamente aí que muitas empresas começam a se perder. Continuam operando com uma lógica que pressupõe estabilidade suficiente para planejar com precisão. Refinam análises, aumentam controles, investem em tecnologia. Faz sentido, até certo ponto.

O problema é quando eficiência vira rigidez. Em um ambiente como o atual, eficiência sem flexibilidade pode acelerar o erro. Tecnologia, sem mudança na forma de decidir, frequentemente vira custo mal aproveitado.

E existe um fator que quase sempre aparece, mas raramente recebe atenção: a maior parte das transformações não trava por falta de tecnologia. Trava por resistência humana. Cultura, comportamento, modelos mentais.

No cenário atual, não é o mais eficiente que vence. Nem necessariamente o maior. É quem aprende mais rápido. Quem se adapta antes. E quem consegue agir enquanto outros ainda estão tentando entender.

E sua empresa? Em que mundo ela está?

Sobre o CRA-SP: O Conselho Regional de Administração de São Paulo – CRA-SP é uma autarquia federal, criada em 1968 (três anos após a regulamentação da profissão de Administrador) que atualmente reúne cerca de 8 mil empresas e 60 mil profissionais registrados. Embora suas principais funções sejam o registro e a fiscalização do exercício profissional nas áreas da Administração, o CRA-SP tornou-se referência na qualificação de profissionais, ao disponibilizar, de forma gratuita, palestras e eventos em um ambiente onde o conhecimento é tratado como uma poderosa ferramenta, capaz de promover profundas mudanças sociais. Atualmente, o CRA-SP é presidido pelo Adm. Alberto Whitaker.



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Informações para a imprensa:

ALFA anuncia parceria com a JET para acelerar a integração entre gestão e canais digitais no varejo

 


Aliança estratégica une a robustez à experiência para eliminar gargalos operacionais e impulsionar a eficiência 

O crescimento acelerado dos canais digitais no varejo trouxe um desafio complexo para as empresas do setor: como expandir as vendas online mantendo o controle absoluto da operação de backoffice? Compreendendo essa demanda, a ALFA Consultoria, parceira oficial da SAP, acaba de anunciar sua parceria estratégica com a JET, plataforma de e-commerce omnichannel referência em ecossistema para vendas digitais. 

A aliança nasce com o objetivo de construir uma oferta integrada, na qual o varejista consiga conectar sua operação digital à gestão empresarial. Essa sinergia une fluxos de pedidos, clientes, produtos, faturamento e obrigações fiscais, reduzindo o retrabalho e aumentando a confiabilidade de ponta a ponta. 

Na prática, a cooperação fortalece o portfólio de ambas as marcas por meio de uma atuação conjunta. A ALFA contribui com sua especialização em ERP, processos de negócio e ecossistema SAP (incluindo SAP Business One e SAP S/4HANA), enquanto a JET atua com sua plataforma e experiência em e-commerce, canais digitais e marketplaces. 

O principal ganho dessa união é encurtar a distância entre o digital e a gestão. "Muitas empresas avançaram de forma madura no digital, mas ainda sofrem para conectar essa ponta com o financeiro, o fiscal e o estoque de maneira fluida. A proposta da parceria é ajudar o varejista a vender melhor, operar melhor e decidir melhor, apoiados em dados confiáveis e em tempo real", destaca Tailan Oliveira, Head of Retail Business da ALFA. 

Com esse movimento, a consultoria amplia sua presença no setor com uma oferta ainda mais completa, conectando o ERP à jornada digital do cliente e apoiando o varejista na integração completa do negócio. Por outro lado, a JET adquire ainda mais robustez ao ampliar sua capacidade de entregar projetos conectados à gestão empresarial, uma vez que passa a contar com uma parceira especializada em processos e governança operacional, fortalecendo a atuação de quem precisa escalar no ambiente digital com consistência. 

Quem ganha, principalmente, são os clientes. Com a parceria, os usuários passam a ter uma jornada unificada e processos automatizados que otimizam a gestão de estoque, logística e indicadores financeiros. Isso reduz drasticamente os riscos em projetos de transformação tecnológica e garante a velocidade necessária para escalar a operação digital de forma sustentável. 

As metas das companhias para essa nova fase estão concentradas em três pilares: expansão comercial, fortalecimento de posicionamento e geração de valor para os usuários. Para atingir esses objetivos, as empresas desenharam uma estratégia conjunta de go-to-market, que engloba o desenvolvimento de ofertas unificadas, campanhas direcionadas para setores-chave, produção de conteúdos educativos e a participação em grandes eventos do setor. 

De acordo com Guilherme Lunardi, CCO da JET, mais do que uma meta de volume, o objetivo é construir uma presença consistente no mercado. "A mensagem que estamos levando ao mercado é clara: a transformação digital no varejo não é apenas sobre o canal de venda, mas sim sobre eficiência e escala. Não basta faturar mais no ambiente online se a operação interna não acompanha esse ritmo. O varejo verdadeiramente competitivo é aquele que consegue unificar gestão, dados, estoque e experiência do cliente sob uma única visão estratégica". 

Com as estratégias de go-to-market alinhadas, as empresas seguem focadas no mapeamento de contas estratégicas e no desenvolvimento de casos de uso práticos, visando à conquista de clientes de referência que demonstrem o impacto real dessa nova arquitetura de negócios. 

Sobre a ALFA Consultoria   
A ALFA é a única consultoria parceira oficial SAP com expertise no varejo e que mais cresce no Middle Market nos últimos 6 anos. Com mais de 180 clientes ativos no Brasil e no exterior, uma equipe de 150 especialistas e 38 prêmios de excelência da SAP, a empresa se consolidou como parceira estratégica para organizações em expansão.       



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Cinthia Guimarães


Tel: +55 (11) 95457-3500
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sábado, 20 de junho de 2026

 Pode ser uma imagem de texto que diz "@filosofiacativante @filosofia 99 Se o sofrimento realmente ensinasse lições, o mundo estaria povoado por sábios. A dor não tem nada a ensinar a quem não encontra coragem e força para ouvi-la."

Pesquisa Clínica: acesso a tratamentos e potencial do Brasil colocam setor no centro do debate em saúde

 


A pesquisa clínica tem papel fundamental não apenas no desenvolvimento de novos medicamentos, terapias e vacinas, mas também como alternativa concreta para pacientes que enfrentam doenças graves ou raras

A pesquisa clínica tem ganhado evidência no Brasil não apenas por seu papel no avanço da ciência, mas principalmente pelo impacto direto na vida de pacientes que encontram nos estudos clínicos uma oportunidade real de acesso a tratamentos inovadores, muitas vezes indisponíveis pelos meios tradicionais.

No Brasil, esse cenário ganha contornos ainda mais relevantes. O país reúne características estratégicas que o colocam como um dos mercados mais promissores para o desenvolvimento de pesquisas clínicas no mundo, como diversidade étnica, corpo médico qualificado e centros de pesquisa com experiência reconhecida.

A pesquisa clínica tem papel fundamental não apenas no desenvolvimento de novos medicamentos, terapias e vacinas, mas também como alternativa concreta para pacientes que enfrentam doenças graves ou raras e que já esgotaram as opções disponíveis no sistema de saúde.

“A pesquisa clínica representa, para muitos pacientes, a possibilidade de acesso a tratamentos que ainda não estão disponíveis comercialmente. Em diversos casos, é uma chance real de melhora na qualidade de vida e até de sobrevida”, destaca Fernando de Rezende Francisco, diretor executivo da Associação Brasileira de Organizações Representativas de Pesquisa Clínica (ABRACRO).

Além do impacto direto na jornada do paciente, o setor também movimenta a economia, gera empregos qualificados e fortalece o ecossistema de inovação em saúde. Ainda assim, o Brasil enfrenta desafios estruturais que impactam sua competitividade, como prazos regulatórios e processos que podem ser mais ágeis, especialmente diante de um cenário internacional cada vez mais dinâmico.

No Brasil, esse cenário ganha ainda mais relevância diante de avanços recentes, como a aprovação da Lei nº 14.874/2024 (que estabelece um marco legal para a pesquisa clínica com seres humanos no país) e iniciativas públicas voltadas ao incentivo do setor, com a destinação de recursos e estímulo à atração de novos estudos clínicos. Recentemente também tivemos mais uma boa notícia com a chegada do Programa Nacional de Pesquisa Clínica (PPClin), destinando R$ 120 milhões em 2026 para impulsionar a inovação no SUS.

“Temos um potencial enorme para ampliar nossa participação em estudos globais, mas é fundamental avançar em eficiência regulatória e em políticas que incentivem a pesquisa clínica no país. Isso não só atrai investimentos, como amplia o acesso da população brasileira a novas terapias”, reforça Francisco.

Sobre a ABRACRO

Associação Brasileira de Organizações Representativas de Pesquisa Clínica, ABRACRO, fundada em 2005, é a principal entidade que representa o setor de pesquisa clínica no Brasil, atuando na promoção de um ambiente mais ético, inovador, competitivo e alinhado aos mais altos padrões internacionais. A associação contribui ativamente para o aprimoramento regulatório, o desenvolvimento técnico do setor e a ampliação do acesso da sociedade à pesquisa clínica. Hoje, é fonte para os órgãos reguladores do setor que, pela rigidez dos processos e questões éticas, muitas vezes, consultam a ABRACRO antes da publicação de uma nova norma. A ABRACRO também realiza eventos e workshops para aproximar o paciente e o público leigo dos profissionais da área. 

Informações à Imprensa

Renato Lopes Aranha: jornalismo@noticiaexpressa.com.br

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Junho Violeta: isolamento social e abandono emocional também são formas de violência contra idosos

 


Hapvida Notredame Intermédica

Junho Violeta: isolamento social e abandono emocional também são formas de violência contra idosos

Especialista alerta para os impactos da solidão e da exclusão social na saúde física e emocional da população idosa

Quando se fala em violência contra a pessoa idosa, é comum que a sociedade associe o problema a agressões físicas ou maus-tratos evidentes. No entanto, especialistas chamam a atenção para formas menos visíveis de violência, como o abandono emocional, a negligência afetiva e o isolamento social, situações que podem comprometer significativamente a qualidade de vida e a saúde mental dessa população.

O tema ganha ainda mais relevância durante o Junho Violeta, campanha de conscientização voltada à prevenção e ao combate da violência contra a pessoa idosa. Além de discutir direitos e proteção, o período também convida a refletir sobre a importância da inclusão, do acolhimento e da manutenção dos vínculos sociais ao longo do envelhecimento.

De acordo com a psicóloga analista do comportamento da Hapvida, Fernanda Santos Quirino, é importante diferenciar isolamento social e solidão. Embora estejam relacionados, os conceitos não são sinônimos.

"O isolamento social diz respeito à diminuição dos contatos e das interações com outras pessoas. Já a solidão está ligada à percepção individual sobre essas relações. Uma pessoa pode ter poucos contatos e não se sentir sozinha, enquanto outra pode conviver diariamente com familiares e ainda experimentar um sentimento de vazio ou desconexão emocional", explica.

Segundo a especialista, algumas mudanças naturais do envelhecimento podem aumentar a vulnerabilidade ao isolamento. A aposentadoria, a perda de amigos e familiares, dificuldades de mobilidade e alterações na rotina costumam reduzir as oportunidades de convivência. Além disso, muitos idosos acabam sendo excluídos de atividades, conversas e decisões familiares, o que pode intensificar sentimentos de afastamento.

As consequências desse processo vão além do aspecto emocional. Fernanda destaca que o isolamento pode desencadear alterações de humor, tristeza frequente, desmotivação, irritabilidade e perda do interesse por atividades antes consideradas prazerosas. Mudanças nos hábitos de sono, alimentação e autocuidado também podem surgir como sinais de alerta.

"O mais importante é observar transformações significativas no comportamento habitual daquela pessoa", orienta.

Os impactos também podem ser percebidos na saúde física. O afastamento das relações sociais frequentemente está associado à redução da atividade física, à menor participação em atividades estimulantes e até à diminuição dos cuidados com a própria saúde, fatores que afetam diretamente o bem-estar e a qualidade de vida.

Nesse contexto, a família desempenha um papel fundamental. Mais do que estar presente fisicamente, é importante construir relações baseadas na escuta, no acolhimento e no respeito à autonomia da pessoa idosa.

Uma rede de apoio saudável pode ser formada por familiares, amigos, vizinhos, grupos de convivência e profissionais. O principal é que esses vínculos promovam o sentimento de pertencimento e contribuam para que o idoso continue participando ativamente da vida social.

Entre as atitudes que ajudam a fortalecer essas conexões estão a participação em atividades coletivas, passeios, grupos de interesse, além da manutenção do contato frequente com pessoas significativas. Pequenos momentos de convivência, segundo a psicóloga, podem fazer grande diferença para o bem-estar emocional.

Ao abordar o tema dentro da campanha Junho Violeta, Fernanda reforça que é necessário ampliar a compreensão sobre o que caracteriza violência contra a pessoa idosa.

"Nem toda violência é evidente. O abandono emocional, a negligência afetiva e o isolamento social podem gerar sofrimento significativo e impactar diretamente a saúde mental e a qualidade de vida da pessoa idosa. Falar sobre essas formas de violência é ampliar o olhar sobre o cuidado, destacando que respeito, inclusão, escuta e valorização também são direitos fundamentais durante o envelhecimento", conclui.

Sobre a Hapvida   
 
Com mais de 80 anos de experiência, a Hapvida é hoje a maior empresa de saúde integrada da América Latina. A companhia, que possui mais de 75 mil colaboradores, atende quase 16 milhões de beneficiários de saúde e odontologia espalhados pelas cinco regiões do Brasil.   
 
Todo o aparato foi construído a partir de uma visão voltada ao cuidado de ponta a ponta, a partir de 84 hospitais, 75 prontos atendimentos, 367 clínicas médicas e 313 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial, além de unidades especificamente voltadas ao cuidado preventivo e crônico. Dessa combinação de negócios, apoiada em qualidade médica e inovação, resulta uma empresa com os melhores recursos humanos e tecnológicos para os seus clientes.



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Bianca Rocha
Executiva de Atendimento
bianca@textoecia.com.br
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IFPA lança campanha na Bahia para incentivar o consumo de frutas cítricas

 

IFPA Brasil


IFPA lança campanha na Bahia para incentivar o consumo de frutas cítricas


A International Fresh Produce Association (IFPA), entidade global que representa o setor de frutas, flores, legumes e verduras, lança uma nova campanha de incentivo ao consumo de frutas cítricas no Brasil, com foco em apoiar gratuitamente o varejo na promoção de categorias como laranja, limão e tangerina. A iniciativa disponibiliza materiais de ponto de venda, conteúdos educativos e orientações estratégicas para impulsionar as vendas e valorizar os atributos nutricionais e de versatilidade das frutas, especialmente em um momento importante para o setor produtivo.

A ação conta com o apoio da Associação Brasileira de Citros de Mesa (ABCM) e reforça a importância da integração entre campo e varejo para estimular o consumo interno. Em meio a um cenário de custos elevados e pressões sobre a rentabilidade do produtor, a campanha surge como ferramenta essencial para ampliar a demanda e equilibrar a cadeia, incentivando o consumo contínuo e destacando a qualidade da produção nacional.

Segundo Carlos Lucato, presidente da ABCM, a safra atual enfrenta desafios relevantes do ponto de vista econômico: “Em termos de variedades nós estamos com a produção normal de laranja pera, lima e baía, então podemos fazer uma promoção ao longo do mês de junho, julho e agosto.  A mexerica Pocan provavelmente vai ter uma safra menor esse ano porque o ‘greening’ devastou os pomares.”

Diante desse contexto, a campanha da IFPA ganha ainda mais relevância ao estimular o consumo de cítricos no mercado interno — principal destino da produção brasileira — contribuindo para o escoamento da safra e a sustentabilidade econômica do setor. A expectativa é fortalecer a presença das frutas cítricas no varejo, ampliar a percepção de valor pelo consumidor e apoiar toda a cadeia produtiva em um momento estratégico.

Varejistas de todo o país podem baixar os materiais para a campanha de incentivo ao citrus gratuitamente - https://bit.ly/IFPAcitrus2026   

 

Vera Moreira/ Assessora de Imprensa da IFPA no Brasil/ (11) 99989-6217



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Vera Moreira
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Técnica brasileira de reconstrução areolar hiper-realista é destaque em congresso internacional de estética

 

Flávia Souza


Em Portugal, profissional mostrou arte, acolhimento e ciência para ajudar pacientes a ressignificarem marcas deixadas por doenças e intervenções cirúrgicas

A brasileira Flávia Souza, especialista em micropigmentação paramédica e campeã mundial em reconstrução areolar, foi uma das palestrantes da WULOP Portugal, congresso internacional que anualmente reúne profissionais da estética e da micropigmentação de diversos países. Durante o evento, ela apresentou a Aréola Thera®, técnica exclusiva desenvolvida para a reconstrução hiper-realista de aréolas em mulheres que passaram por mastectomias, reconstruções mamárias e outras cirurgias que alteraram a aparência da região.

A participação da especialista brasileira ocorre em um contexto em que o câncer de mama continua sendo um dos principais desafios de saúde feminina no mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a doença é atualmente o tipo de câncer mais comum entre as mulheres, com cerca de 2,3 milhões de novos casos e aproximadamente 670 mil mortes registradas anualmente em todo o planeta.

No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima mais de 73 mil novos casos por ano, enquanto em Portugal são registrados mais de 9 mil diagnósticos anuais, segundo a Liga Portuguesa Contra o Cancro. Em ambos os países, a doença lidera as estatísticas de incidência entre as mulheres.

Embora os avanços da medicina tenham aumentado significativamente as chances de cura e sobrevivência, muitas pacientes continuam enfrentando impactos físicos e emocionais após o tratamento. Além das cirurgias oncológicas, procedimentos reconstrutivos e estéticos podem resultar em cicatrizes, alterações de pigmentação, assimetrias e outras intercorrências que afetam a autoestima e a percepção da própria imagem.

Foi observando essa realidade que Flávia Souza desenvolveu a técnica Aréola Thera®. O método combina conhecimentos de anatomia, colorimetria e efeitos tridimensionais para recriar visualmente a aréola mamária de forma natural e personalizada. “Quando uma mulher olha para o espelho depois de vencer um câncer, ela não quer apenas ver uma cicatriz. Ela quer se reconhecer novamente. A reconstrução areolar devolve parte da identidade, da feminilidade e da confiança que muitas vezes foram abaladas durante o tratamento. Meu trabalho vai além da estética e ajuda a transformar uma marca de dor em um símbolo de superação”, afirma Flávia.

Com seis anos de atuação na área da micropigmentação paramédica, a especialista tornou-se referência internacional ao unir técnica, acolhimento e resultados hiper-realistas em seus atendimentos. Os efeitos desse trabalho podem ser percebidos nos relatos das próprias pacientes. “Depois de tudo o que vivi com o câncer, achei que nunca mais me sentiria completa. Quando vi o resultado, chorei. Pela primeira vez em muitos anos consegui olhar para mim sem lembrar apenas da doença”, relata a advogada Maria Luisa Marques, 53 anos.

Marilei Ribeiro do Vale, 51 anos, Gestora  administrativa, conta que a experiência veio como o encerramento de uma longa jornada de recuperação: “Eu sobrevivi ao câncer, mas ainda não me reconhecia. A reconstrução da aréola foi o último passo da minha jornada. Foi quando senti que realmente tinha voltado a ser eu”, relembra.

Para Flávia, histórias como essas demonstram a importância da micropigmentação paramédica como ferramenta complementar na recuperação da autoestima. “Cada aréola reconstruída representa uma história de superação. Quando uma paciente volta a se olhar com carinho, veste uma roupa sem insegurança ou recupera sua confiança, sabemos que a transformação aconteceu”, reflete.

A apresentação da técnica Aréola Thera® em Portugal reforça o reconhecimento internacional da micropigmentação paramédica brasileira e amplia o debate sobre a importância de abordagens que unem saúde, bem-estar e qualidade de vida para mulheres que passaram por grandes desafios físicos e emocionais.

Mais do que uma tendência estética, a reconstrução areolar tem se consolidado como uma etapa importante no processo de recuperação de muitas pacientes, ajudando-as a retomar a confiança e a reconstruir a própria imagem após o câncer de mama e outros procedimentos cirúrgicos.




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Damaris Pedro
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Tecnologia em tratores para impulsionar a fruticultura do Nordeste

 



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Tecnologia em tratores para impulsionar a fruticultura do Nordeste

Com equipamentos desenvolvidos para pomares e vinhedos, fruticultores buscam melhor produtividade, precisão operacional e redução dos custos, em importantes polos de produção de frutas

A fruticultura brasileira vive um período de forte modernização e expansão, consolidando-se entre os segmentos mais competitivos do agronegócio. Nos últimos dez anos, as exportações do setor cresceram 38% em valor e 62% em volume, segundo a Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas (Abrafrutas), impulsionadas por avanços em tecnologia, qualidade e produtividade. Em 2025, o país alcançou o recorde de aproximadamente US$ 1,5 bilhão em exportações, com saldo positivo próximo de US$ 400 milhões na balança comercial. O desempenho coloca o Brasil como o terceiro maior produtor de frutas do mundo, atrás apenas de China e Índia.

Na linha de frente desse crescimento está o Nordeste brasileiro, que abriga alguns dos mais importantes polos de produção do país. Entre eles está Juazeiro (BA), localizada às margens do Rio São Francisco, um dos principais centros de fruticultura irrigada do mundo. Ao lado de Petrolina (PE), a região reúne condições privilegiadas de clima, luminosidade e disponibilidade de água, permitindo a produção dos frutos de alta qualidade durante praticamente todo o ano. Destaque para as culturas de manga e uva, que abastecem mercados exigentes na Europa, América do Norte e outros destinos internacionais.

O sucesso da região também está diretamente ligado à adoção de tecnologias avançadas e à crescente mecanização das operações, fatores que contribuem para elevar a produtividade, a qualidade e a competitividade da fruticultura brasileira. “Tratores desenvolvidos especificamente para as necessidades dos pomares e vinhedos aumentando a eficiência operacional e os reduzindo custos de produção ampliando desta forma a produtividade”, afirma, Jane Passos, Gerente vendas na unidade da Motopema em Juazeiro, concessionária da LS Tractor na região. Além desta loja, o Grupo Motopema possui mais duas unidades na Bahia e outras quatro em Minas Gerais.

Segundo Jane, a fruticultura exerce papel fundamental na economia do Vale do São Francisco, contribuindo para a geração de emprego e renda em diversos municípios. “Somente a cadeia da manga gera cerca de 11 mil empregos diretos e indiretos. São trabalhadores oriundos de várias cidades que encontram aqui oportunidades de desenvolvimento”, destaca.

Tratores especializados para mecanização em cultivos adensados

Além da manga e da uva, a região Nordeste também produz coco, melancia, banana, goiaba e melão. Essa diversidade exige soluções adequadas para diferentes operações e perfis de produtores. Para atender essa demanda, a LS Tractor oferece um portfólio de tratores que vai de 25cv a 145 cv de potência.

Entre os modelos mais utilizados nos cultivos de manga e uva estão os tratores R50 e R65, desenvolvidos para oferecer desempenho, precisão e versatilidade em plantios adensadas, onde o espaçamento reduzido entre linhas exige máquinas com características especificas e tamanho compacto, com elevada capacidade de manobra.

Equipados com motores LS de quatro cilindros e potência de 50 e 65 cv, respectivamente, os modelos entregam desempenho consistente em operações como pulverização, roçada entre linhas, transporte de insumos e tração dos deferentes implementos específicos para a fruticultura. A transmissão LS Synchro Shuttle com 32 marchas à frente e 16 à ré, combinada ao super-redutor (Creeper), permite deslocamentos extremamente lentos e controlados, essenciais para operações delicadas em pomares e vinhedos. “Muitos modelos disponíveis no mercado recebem adaptações para o trabalho na fruticultura. Já os tratores da LS Tractor foram desenvolvidos especificamente para esse segmento, reunindo características técnicas especiais e dimensões compactas, a opção por pneus radiais vais oferecer uma eficiência operacional ainda maior”, explica a gerente.

Soluções para pequenos produtores

Pensando nas necessidades das pequenas propriedades, a LS Tractor oferece uma grande solução, o MT2 27E. Equipado com motor diesel LS de três cilindros e 25 cv, o modelo combina tecnologia, praticidade e eficiência operacional. Sua transmissão de 12 marchas à frente e 12 à ré, aliada à TDP independente de 540 rpm com acionamento eletro-hidráulico, proporciona mais agilidade com segurança máxima em todas as operações diárias.

O sistema hidráulico de três pontos, com capacidade de levante de 820 kg, amplia sua versatilidade no campo. “Esse equipamento abre novas possibilidades para os pequenos agricultores, oferecendo um trator de alto padrão de qualidade com excelente relação custo-benefício”, afirma Jane.

Outra opção é o J25H, também de 25 cv, desenvolvido para atividades que exigem agilidade em espaços restritos. Equipado com transmissão hidrostática e tração 4x4, destaca-se pela facilidade de operação. Sua versatilidade faz dele uma excelente porta de entrada para produtores que desejam iniciar a mecanização da propriedade.

Citricultura impulsiona demanda por mecanização

No Centro-Norte baiano, a região de Feira de Santana também se destaca pela produção de frutas, especialmente cítricos como laranja, limão e ponkan, além do cultivo de coco. De acordo com Nilton Lima, gerente geral do Grupo Motopema Tratores na Bahia, nesta região em específico um dos destaques é o MT4.70, trator utilitário de 70 cv que combina muita versatilidade, economia no consumo de combustível e eficiência operacional.  

Equipado com motor LS de quatro cilindros Turbo Intercooler, oferece o torque exato para esta necessidade de potência, garantindo excelente desempenho com baixo consumo de combustível. Sua principal característica é a agilidade, seu tamanho único neste segmento, transmissão LS com 32 opções de velocidade, permite trabalhar com facilidade entre as linhas do pomar, realizando pulverização, adubação e manejo com precisão.

O modelo também conta com sistema hidráulico de controle remoto com ajuste do fluxo de vazão (0 à 35 l/m), múltiplas opções de rotação da TDP e versão com cabine original de fábrica. “O MT4.70 é um trator único neste segmento de mercado por combinar agilidade, conforto e capacidade de trabalho nas diferentes operações da fruticultura”, destaca o gerente geral.

Outro modelo bastante utilizado na região é o MT7.80F. Desenvolvido para culturas que exigem mais força e mobilidade em espaços reduzidos, o trator de 80 cv é equipado com motor Perkins turbo de quatro cilindros e transmissão LS Synchro Shuttle 20x20. “O modelo possui largura adequada para trabalhar entre as linhas de plantio adensado, aliando potência, economia de combustível e elevada confiabilidade operacional. Tudo isso contribui para aumentar a eficiência de campo e gerar mais segurança na escolha do produtor”, afirma Lima.

Tecnologia mais próxima do fruticultor

Para ampliar o acesso dos agricultores às tecnologias da marca, a Motopema Tratores tem investido fortemente em programas de demonstração prática. “Trabalhamos com sistema de “test-drive”, essa estratégia evoluiu significativamente nosso processo comercial. Utilizando a máquina em suas condições de campo o produtor consegue comparar e avaliar e entender as diferenças na tecnologia oferecida pelos tratores LS. Os clientes aprovaram a iniciativa e agora estamos renovando toda a frota de demonstração, substituindo equipamentos usados por tratores novos”, explica o profissional.

Segundo Lima, a proximidade com o fruticultor continua sendo um dos principais diferenciais da concessionária. “Quando estamos presentes no momento em que a cliente mais precisa, construímos confiança, credibilidade e conquistamos indicações, que hoje são fundamentais para evoluir no mercado. Além disso, a LS Tractor conta com um portfólio completo para a Fruticultura, e um ampla disponibilidade de peças para atender com agilidade as demandas do campo”, com produção brasileira deste 2013, finaliza Lima.



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