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terça-feira, 23 de junho de 2026

Norte e Nordeste lideram crescimento proporcional de pizzarias no Brasil e ganham espaço no setor, aponta estudo da Apubra

 


Norte e Nordeste lideram crescimento proporcional de pizzarias no Brasil e ganham espaço no setor, aponta estudo da Apubra

As regiões Norte e Nordeste se consagram como os principais polos de crescimento proporcional do mercado de pizzarias no Brasil. De acordo com o estudo Mercado de Pizzarias 2025, realizado pela Associação Pizzarias Unidas do Brasil (Apubra), que há 23 anos atua na disseminação de informações qualificadas sobre o setor, juntas, as duas regiões já representam 21% dos estabelecimentos ativos no país e seguem em ritmo acelerado de expansão.

O levantamento mostra que os maiores crescimentos percentuais estão concentrados fora do eixo tradicional. O estado de Roraima lidera a expansão nacional, com alta de 31,08% no número de pizzarias em 2025. Na sequência aparecem Alagoas (17,24%), Acre (16,90%), Paraíba (16,62%) e Maranhão (15,60%), evidenciando o avanço do setor em mercados emergentes. O desempenho das regiões reflete uma mudança no mapa do consumo no país, com maior protagonismo de localidades que, historicamente, tinham menor participação no setor de food service. A expansão acompanha o aumento populacional, desenvolvimento econômico regional, o fortalecimento do consumo local e a adaptação dos modelos de negócio às realidades dessas áreas.

Segundo Gustavo Cardamoni, presidente da Apubra, o avanço no Norte e Nordeste revela um cenário promissor para o setor. “Essas regiões apresentam grande potencial de crescimento, com mercados ainda em desenvolvimento e menor nível de saturação. O que estamos vendo é um movimento consistente de expansão, impulsionado por empreendedores que estão adaptando seus negócios às características locais”, afirma.

Entre os fatores que explicam o crescimento estão a melhoria das soluções logísticas, o fortalecimento da cadeia de fornecimento regional e a adoção de modelos operacionais mais flexíveis, que permitem a viabilidade de negócios em diferentes contextos econômicos.

Além disso, a expansão nessas regiões demonstra o fortalecimento do mercado de pizzarias fora do eixo tradicional, ampliando a presença do setor em novas áreas de consumo e criando condições para uma distribuição mais equilibrada da atividade no país.

Para Cardamoni, o cenário abre oportunidades relevantes para novos investimentos. “O Norte e o Nordeste se tornam cada vez mais estratégicos para quem deseja empreender no setor de pizzarias. São regiões com demanda crescente e espaço para desenvolvimento de operações estruturadas, o que deve continuar impulsionando o crescimento nos próximos anos”, destaca.

Metodologia

A quinta edição do estudo Mercado de Pizzarias no Brasil tem como intuito mapear aspectos do segmento, como distribuição geográfica, concentração de estabelecimentos ativos, porte das empresas, aberturas e fechamentos, a partir do apoio  de especialistas em dados. As informações foram extraídas de fontes oficiais do governo, que compreendem empresas cadastradas na Receita Federal, em situação ativa, até dezembro de 2025, que correspondem a uma amostra representativa do mercado, em que o número final apresentado corresponde, em média, a 89% do setor de pizzarias no Brasil. Além disso, o estudo segue os critérios estabelecidos na pesquisa qualitativa, realizada diretamente pela Apubra, que, como atingiu um número relevante de resultados, adotou como critério de pesquisa analisar dados de mercado apenas das empresas autodenominadas como “pizzaria” na Razão Social/Nome Fantasia, com Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) 56, dos seguintes portes: ME, EPP e LTDA. Esse dado corresponde a uma amostra representativa do mercado, em que o número final apresentado corresponde, em média, a 89% do setor de pizzarias no Brasil, dentro dos portes avaliados.

Sobre a Apubra

Criada há 23 anos, a Apubra - Associação Pizzarias Unidas do Brasil surgiu da necessidade de empresários de trocar informações sobre o setor para conhecer a fundo o ramo em que atuavam e buscar conhecimento, capacidade de articulação, realizar grandes compras e, principalmente, compartilhar processos e soluções. A associação atua no fomento de informações de qualidade e atualizadas sobre o mercado gastronômico de pizzas por meio de dados precisos de balanços anuais e levantamentos junto aos associados, que ainda têm acesso a conteúdos para empreendedores da área. 







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Markable Comunicação Jullia Nascimento
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Infraestrutura se constrói com pessoas: o desafio estratégico de formar quem vai transformar o Brasil

 


Passarelli

Infraestrutura se constrói com pessoas: o desafio estratégico de formar quem vai transformar o Brasil

* Por Paulo Bittar

Diante da escassez crescente de profissionais qualificados, o setor de engenharia precisa assumir protagonismo na formação de talentos — condição essencial para garantir a continuidade de serviços essenciais e o desenvolvimento sustentável do país.

Quando assumi a posição de CEO da Passarelli, uma das prioridades que identifiquei de forma imediata foi o fortalecimento do pilar Pessoas. Não como um discurso institucional, mas como uma agenda estratégica de longo prazo. Afinal, garantir a longevidade de um negócio que se aproxima de um século passa, inevitavelmente, por investir em quem vai construir os próximos 100 anos dessa história.

No setor de infraestrutura, essa reflexão ganha ainda mais urgência. O Brasil vive um momento decisivo para avançar em competitividade, qualidade de vida e sustentabilidade — e isso depende diretamente da nossa capacidade de executar projetos estruturantes. No entanto, convivemos com um cenário desafiador: a escassez de mão de obra qualificada, especialmente na engenharia. Dados do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) indicam que o país pode enfrentar, em breve, um déficit de cerca de 400 mil profissionais.

Esse movimento já se reflete na base. O número de formandos em engenharia vem diminuindo de forma consistente nos últimos anos. Em 2018, eram pouco mais de 128 mil concluintes. Em 2023, esse número caiu para aproximadamente 95 mil, segundo levantamento do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP), com base no Censo da Educação Superior. Mais do que uma estatística, esse dado acende um alerta sobre o futuro da nossa capacidade produtiva.

Parte desse desafio passa pela forma como a engenharia é percebida pelas novas gerações. Em um cenário de múltiplas possibilidades de carreira, é natural que jovens busquem caminhos que ofereçam reconhecimento, desenvolvimento e propósito. E aqui está um ponto central: a infraestrutura precisa comunicar melhor o seu valor.

Poucas áreas têm um impacto tão direto e transformador na vida das pessoas. É a engenharia que viabiliza o acesso à água tratada, que conecta cidades, que sustenta o crescimento das indústrias e que melhora, de forma concreta, o cotidiano da população. Existe um legado tangível naquilo que construímos — e ele precisa ser mais evidente para quem está escolhendo seu caminho profissional.

Diante desse contexto, formar jovens deixa de ser apenas uma iniciativa de recursos humanos e passa a ser uma escolha estratégica — quase um compromisso com o país. É papel das empresas reduzir a distância entre teoria e prática, aproximar universidades do mercado e oferecer experiências que permitam aos estudantes enxergar, na prática, o impacto da profissão.

Na Passarelli, temos avançado com consistência nessa agenda. Investimos em parcerias com universidades, programas estruturados de estágio, mentorias e trilhas de desenvolvimento que combinam capacitação técnica e comportamental. Mais recentemente, proporcionamos a estudantes de engenharia civil uma imersão em uma de nossas obras, permitindo que vivenciassem o dia a dia de um projeto de infraestrutura e entendessem, de forma concreta, como a engenharia se materializa.

Essa conexão com a realidade é fundamental. O futuro da engenharia começa antes da formação — ele se constrói a partir das experiências que despertam interesse, desenvolvem habilidades e reforçam o propósito.

Ao mesmo tempo, aprendemos que não basta atrair talentos: é preciso desenvolvê-los e retê-los. Isso passa por ambientes que estimulem aprendizado contínuo, pela convivência entre diferentes gerações e pela valorização de quem escolhe construir carreira no setor. 

O desafio da mão de obra qualificada não será resolvido de forma isolada. Ele exige uma mudança de mentalidade coletiva — de empresas, instituições de ensino e lideranças. Mais do que disputar talentos, precisamos formar talentos.

Infraestrutura é, em essência, um projeto de futuro. E não existe futuro possível sem pessoas preparadas para transformá-lo em realidade.

* Paulo Bittar é CEO da Passarelli Engenharia e Construção



Paulo Bittar CEO da Passarelli Engenharia e Construção
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Sete erros clássicos na gestão industrial

 


Por André Ferreira 

Muito se fala sobre Indústria 4.0, automação e inteligência artificial nas linhas de produção. No entanto, o verdadeiro coração de uma gestão industrial eficiente não está nas ferramentas de prateleira que a empresa compra, mas em como as pessoas, a previsibilidade de demanda e a rotina de manutenção se conectam. 

O grande desafio atual é a falta de sintonia entre o planejamento e a execução. O que vemos é que, embora vivamos uma era marcada pelo avanço da transformação digital, uma grande parte das organizações, em vez de estar evoluindo a gestão, está dedicando seu tempo a corrigir erros e falhas que impactam diretamente o crescimento da empresa. Como prova disso, de acordo com uma pesquisa realizada pela ABB, mais de dois terços das empresas do segmento industrial sofrem paradas não planejadas pelo menos uma vez por mês, custando para a maioria das companhias cerca de R$ 712.500,00 por hora. 

Na correria para apagar os incêndios do cotidiano, muitos gestores acabam caindo em armadilhas invisíveis que corroem o OEE e a rentabilidade da operação. Abaixo, listo os sete erros clássicos na gestão industrial: 

#1 Dependência de planilhas auxiliares: por mais que o Excel seja uma ferramenta de fácil acesso, ela não foi projetada para rodar o PCP ou o estoque de uma fábrica em tempo real. Nesse caso, o uso de planilhas paralelas gera retrabalho, erros de digitação e obsolescência. Na prática, gerenciar a produção com esse método significa tomar decisões cruciais hoje com base nos dados frios de ontem. 

#2 Tratar os sintomas e ignorar a causa raiz: diante de uma máquina parada ou de um atraso na entrega, o erro mais comum é aplicar uma solução temporária para retomar a operação o mais rápido possível. Por sua vez, quando não se utilizam metodologias para investigar a verdadeira raiz do problema, a falha vai se repetir. Ou seja, corrigir apenas o efeito imediato sabota a previsibilidade e encarece o custo de manutenção a longo prazo. 

#3 Resistência em investir em sistemas especialistas de apoio: muitas indústrias operam no limite porque enxergam a tecnologia de gestão como custo, e não como investimento. Deixar de adotar um sistema robusto que auxilie no planejamento, sequenciamento e controle de chão de fábrica sobrecarrega a equipe, limita a capacidade de crescimento da planta e reduz o OEE (Overall Equipment Effectiveness). 

#4 Falta de comunicação entre setores: esse é o clássico "apagão" entre a engenharia, o comercial, o PCP e o chão de fábrica. Quando os departamentos operam como ilhas isoladas, surgem as metas conflitantes e os gargalos. 

#5 Tomada de decisão baseada em dados fragmentados: tomar decisões industriais sem informações centralizadas é um tiro no escuro. Afinal, quando os dados estão espalhados, as lideranças não conseguem ter um direcionamento correto da atual realidade da organização. Uma gestão madura exige decisões integradas, sustentadas por indicadores confiáveis e extraídos em tempo real, eliminando os palpites e o "achismo" das reuniões de resultado. 

#6 Uso de sistemas que não se conversam: muitas empresas compram o software "X" para uma função e o software "Y" para outra, caindo na armadilha dos sistemas isolados. Cada ferramenta resolve uma dor específica, mas elas não são integradas entre si. O resultado é uma colcha de retalhos tecnológica que gera duplicidade de dados, inconsistências e exige um esforço enorme da equipe para consolidar as informações. 

#7 Centralização e não compartilhamento do conhecimento: quando o conhecimento sobre o funcionamento de uma máquina ou sobre as regras de um processo fica guardado apenas para alguns colaboradores ou operadores antigos, a fábrica corre um risco altíssimo. A falta de padronização e de documentação dos processos gera dependência interna e impede que a operação se torne escalável e eficiente. 

Todos os erros têm em comum o fato de que eles acontecem quando o básico deixa de ser feito. Isto é, de nada adianta ter soluções robustas sem que os processos e a operação estejam em dia. Além disso, a gestão de pessoas também é um ponto importante a ser considerado, visto que, por mais que a tecnologia avance, a mão de obra humana continuará sendo um elo importante a ser trabalhado. 

Nesse contexto, a empresa precisa equilibrar o investimento em recursos juntamente com estratégias e ações que contribuam para o crescimento dos colaboradores e, consequentemente, para o desempenho da organização. 

Quando falamos do meio industrial, existe uma gama de soluções, como ERPs, WMS, APS e MES. Entretanto, é importante buscar uma ferramenta que tenha esses módulos prontos ou facilidade de integração com outros sistemas. Além disso, ter o apoio de uma consultoria é uma estratégia eficaz para direcionar não apenas em como utilizar a ferramenta, mas guiar a empresa rumo às melhores práticas para garantir melhores resultados. 

Hoje, diante da velocidade do mercado, eficiência e agilidade são elementos cruciais, mas para que a indústria evolua, é essencial que, antes de qualquer mudança, sejam feitos apontamentos para sanar os erros e garantir a fluidez dos processos. Afinal, a verdadeira transformação digital só acontece quando a tecnologia serve para potencializar processos que já são saudáveis, e não para automatizar ineficiências. 

André Ferreira é engenheiro de produção e consultor industrial na ABC71.   

Sobre a ABC71   

Desde 1971, a ABC71 é pioneira em ERPs para indústrias com a missão de melhorar a performance das empresas brasileiras com software e serviços. Atendendo aproximadamente 400 clientes, a organização soma uma trajetória de sucesso com o objetivo de ser reconhecida como a melhor empresa de software de gestão no Brasil.     



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Cinthia Guimarães


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Papel do RH em uma economia desafiadora: de área de suporte a agente de transformação

 


Por Thiago Xavier

Em momentos de instabilidade econômica, aumento da pressão por resultados, transformações tecnológicas e mudanças regulatórias, é comum que as organizações voltem seus olhares para o RH em busca de respostas. No entanto, a verdadeira contribuição da área não deve surgir apenas nos períodos de crise. Pelo contrário: quando o RH é acionado apenas nos momentos mais difíceis, muitas vezes já é tarde para atuar de forma preventiva.  

Seus profissionais precisam estar conectados ao negócio em todas as suas fases — da expansão, a consolidação, transformação ou retração. Ou seja, compreender a estratégia da organização, acompanhar os movimentos do mercado e manter proximidade com as lideranças, o que permite antecipar cenários, identificar riscos e agir de forma proativa. Mais do que apoiar a execução da estratégia, deve contribuir para sua construção, influenciando decisões que impactam, diretamente, a sustentabilidade e a competitividade da empresa.  

Nesse contexto, um dos temas mais relevantes é o engajamento dos colaboradores. Dados do relatório “State of the Global Workplace”, de 2026, mostram uma realidade preocupante: o engajamento global dos times caiu para 20% em 2025, o nível mais baixo desde 2020, custando à economia mundial cerca de US$ 10 trilhões em perda de produtividade. Embora o RH seja o guardião desse pilar, a responsabilidade pelo engajamento não pode ser atribuída exclusivamente à área de Pessoas.  

Um bom líder é quem constrói a experiência diária dos colaboradores, define prioridades, desenvolve talentos e influencia, diretamente, o ambiente de trabalho. Por isso, a construção de equipes engajadas é um trabalho contínuo e compartilhado entre o RH e liderança.  

Outro desafio crescente está relacionado à velocidade das mudanças. Novas tecnologias, inteligência artificial, modelos de trabalho e transformações nos modelos de negócio exigem das empresas uma capacidade de adaptação sem precedentes. Nesse cenário, as competências comportamentais ganham protagonismo. Aprendizagem contínua, adaptabilidade, pensamento crítico, colaboração, gestão de mudanças e liderança de equipes multigeracionais tornam-se diferenciais tão importantes quanto o conhecimento técnico.  

O RH também precisa ampliar sua atuação para além dos limites da organização. Estar conectado a universidades, associações setoriais, órgãos reguladores, sindicatos, comunidades profissionais, startups e demais agentes do ecossistema permite antecipar tendências, compreender movimentos do mercado de trabalho e influenciar, positivamente, a agenda de negócios por meio da atração, desenvolvimento e retenção de talentos.  

Além disso, o futuro exigirá uma área de Recursos Humanos cada vez mais orientada por dados. Decisões relacionadas à produtividade, sucessão, desenvolvimento de lideranças, retenção de profissionais e planejamento da força de trabalho precisam estar fundamentadas em indicadores consistentes. Organizações que conseguem transformar essas informações em ações estratégicas tendem a responder com mais agilidade aos desafios do mercado.  

Em última análise, o papel do RH não muda em momentos de crise. O que muda é a velocidade e a intensidade das decisões necessárias. As empresas que se destacarão nos próximos anos serão aquelas que conseguirem desenvolver uma cultura adaptável, lideranças preparadas e equipes capazes de aprender continuamente.  

Mais do que uma área de suporte, o RH tornou-se um agente estratégico de transformação. Sua missão é garantir que a organização tenha as pessoas certas, com as competências ideais, no melhor momento, para executar sua estratégia e prosperar em qualquer cenário econômico. 

Thiago Xavier é headhunter e sócio da Wide Executive Search, boutique de recrutamento executivo focado em posições de alta e média gestão.   

  

Sobre a Wide:   

https://wide.works/   

Com mais de 50 anos de experiência combinada, a Wide é especialista em recrutamento executivo alinhado às necessidades e objetivos de cada empresa. Seu foco é fortalecer a governança corporativa, com atendimento exclusivo e processos ágeis e assertivos, conduzidos pela expertise de seus sócios.   



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Nathália Bellintani


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Salvador recebe avant-première do novo Porsche Cayenne Electric

 


Grupo Bamaq

Salvador recebe avant-première do novo Porsche Cayenne Electric

Evento exclusivo apresentou o novo SUV da marca antes da sua chegada oficial ao mercado brasileiro

Salvador foi uma das primeiras cidades brasileiras a receber uma avant-première do novo Porsche Cayenne Electric. Promovido pelo Porsche Center Salvador, o encontro reuniu um grupo seleto de clientes e convidados para uma apresentação antecipada do SUV que inaugura uma nova fase na trajetória de um dos veículos mais emblemáticos da fabricante alemã.

A realização da apresentação na capital baiana evidencia a relevância crescente do Nordeste para o mercado de veículos premium. A região vem registrando avanços em áreas como geração de energia renovável, inovação e infraestrutura para mobilidade elétrica, criando um ambiente cada vez mais favorável para a chegada de novas tecnologias automotivas.

Mais do que um novo modelo, o Cayenne Electric representa a evolução de um veículo que ajudou a transformar a própria Porsche. Desde seu lançamento, em 2002, o SUV desempenhou papel decisivo na expansão da marca ao redor do mundo e passou a ocupar posição central em sua estratégia global.

“O Cayenne é um dos pilares da Porsche e um pioneiro ao mostrar que um SUV pode incorporar o DNA de um carro esportivo. Essa vocação segue presente no novo Cayenne elétrico, que representa nosso ápice tecnológico e demonstra o potencial de performance da eletrificação — não como substituição, mas como uma nova dimensão. Isso porque o Cayenne continuará a ser oferecido com motores movidos à combustão e híbridos”, afirmou Eduardo Brandão, gerente do Porsche Center Salvador.

A nova família será composta pelas versões Cayenne Electric, Cayenne S Electric e Cayenne Turbo Electric, disponíveis nas carrocerias SUV e Coupé. Construídos sobre uma arquitetura elétrica de 800 volts, os modelos combinam desempenho esportivo, eficiência energética e capacidade de recarga ultrarrápida, permitindo que a bateria passe de 10% para 80% de carga em menos de 16 minutos em estações compatíveis.

O modelo apresentado aos convidados em Salvador foi o Cayenne Turbo Electric, que reúne até 1.150 cv de potência e acelera de 0 a 100 km/h em apenas 2,5 segundos. O desempenho faz dele o Porsche de produção mais potente já desenvolvido pela marca.

O novo SUV também estreia uma série de recursos tecnológicos inéditos, incluindo sistema de inteligência artificial embarcada, head-up display com realidade aumentada e novos sistemas de assistência à condução. Em alguns mercados, o modelo contará ainda com carregamento por indução, reforçando a aposta da Porsche em uma experiência de mobilidade cada vez mais conectada, intuitiva e eficiente.

Sobre a Porsche Brasil

A Porsche Brasil, com sede em São Paulo, iniciou suas operações em julho de 2015. A rede Porsche no Brasil está presente nas seguintes praças: São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Florianópolis, Blumenau, Curitiba, Maringá, Brasília, Goiânia, Fortaleza, Recife e Salvador.

Sobre o Grupo Bamaq

Fundada em 1974, a Bamaq é hoje um dos grandes grupos empresariais do Brasil, com atuação nos setores de equipamentos pesados, automóveis e serviços financeiros. Com mais de 1.000 colaboradores e presença em 17 estados das regiões Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste, o grupo atua em todo o território nacional. No setor automotivo, representa as marcas Porsche (MG, BA e MS), GWM (RMBH e MS) e Mercedes-Benz (RMBH).

 



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Avant-première do novo Porsche Cayenne Electric em Salvador
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Avant-première do novo Porsche Cayenne Electric em Salvador
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Link Comunicação    Michele de Melo Borges
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Analista de Comunicação
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Mercado de biológicos cresce 34% na cana e consolida nova dinâmica de proteção de cultivos no Brasil

 

Koppert Brasil

Mercado de biológicos cresce 34% na cana e consolida nova dinâmica de proteção de cultivos no Brasil

Pesquisa revela rápida ascensão da "tecnologia viva" na cultura de cana e mostra liderança da Koppert Brasil no controle de pragas e na transformação do agro brasileiro

O mercado de produtos biológicos na cultura da cana-de-açúcar vive uma das maiores transformações de sua história. Na última safra, o segmento registrou crescimento de 34%, movimentando R$ 743 milhões, impulsionado pela rápida adoção dessas tecnologias pelas usinas e produtores brasileiros. Os dados são da Kynetec/Farmtrak Sugarcane 2025, referência global em inteligência de mercado para o agronegócio.

Esse avanço também aparece no uso em escala no campo. Em termos de área tratada (PAT), as soluções biológicas registraram aumento de 38% no mesmo período, ultrapassando 13 milhões de hectares tratados, indicando que os biológicos deixaram de ser uma alternativa pontual e passaram a integrar, de forma permanente, as estratégias de manejo da cana-de-açúcar.

Nesse contexto, a Koppert, líder global em soluções biológicas para a agricultura, posiciona-se como um dos principais vetores desse movimento. Segundo a Kynetec, a empresa é responsável por 45% de toda a área tratada com produtos biológicos na cultura de cana no Brasil, índice que a coloca como referência no segmento.

“Os biológicos já fazem parte da estratégia produtiva da cana-de-açúcar, tanto pela eficiência produtiva, como pela sustentabilidade e viabilidade econômica. E a Koppert tem contribuído ativamente para esse processo, com soluções que entregam resultados ao produtor e que fazem sentido à realidade do agronegócio”, afirma o CEO da Koppert Brasil, Gustavo Herrmann.

Além do desempenho no recorte exclusivo de biológicos, a Koppert também ocupa lugar de destaque no mercado total de proteção de cultivos. Considerando soluções químicas e biológicas, a empresa alcançou a vice-liderança em área tratada (PAT) na cultura da cana-de-açúcar, ranking que desconsidera herbicidas e adjuvantes — segmentos nos quais a companhia ainda não atua.

A expansão dos bioinsumos se estende aos principais desafios fitossanitários da cultura, abrangendo controle de insetos, doenças e manejo de solo, e evidencia o papel dessas tecnologias na construção de sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

No segmento de inseticidas, a Koppert ocupa a terceira posição no ranking geral (químicos e biológicos) em área tratada na cana-de-açúcar. Quando consideradas apenas soluções biológicas, a empresa responde por 50% de toda a área tratada no país, mantendo a liderança no segmento.

Em alvos importantes como Sphenophorus, broca-da-cana e cigarrinhas (raiz e folha), a participação da Koppert chega a 75% da área tratada, considerando apenas soluções biológicas, de acordo com a Kynetec.

No manejo de solo – que inclui fungicidas e nematicidas – a empresa também lidera em área tratada, com atuação nas etapas fundamentais do sistema produtivo da cana-de-açúcar. Já no segmento de fungicidas foliares, a companhia figura entre os três maiores players do mercado total e mantém a liderança quando considerado exclusivamente o recorte de biológicos.

Com ampla escala de uso, presença relevante nas diferentes frentes de manejo, ampla escala de adoção e participação expressiva no mercado, os biológicos assumem papel central no presente e no futuro da cana-de-açúcar brasileira, com a Koppert à frente dessa transformação.

 


A KOPPERT BRASIL

A Koppert, líder mundial em controle biológico, trabalha para agricultores em todo o mundo desde 1967, promovendo a sustentabilidade e a rentabilidade de cultivos, preservando a biodiversidade na agricultura, e contribuindo para sistemas alimentares mais seguros.

Está presente no Brasil desde 2011 e, atualmente, conta com três modernas unidades de produção: a de microbiológicos, localizada na cidade de Piracicaba, e as unidades de formulações e de macrobiológicos, que ficam na vizinha Charqueada, todas no estado de São Paulo.

A empresa possui infraestrutura completa para atender à crescente demanda do mercado agrícola por defensivos biológicos, tornando a agricultura brasileira mais sustentável, saudável, regenerativa e em harmonia com a natureza. Com processos produtivos padronizados, seguros e altamente tecnificados, garante confiabilidade e qualidade ao seu completo portfólio de produtos, além da aplicação de macrobiológicos via drones, por meio da Natutec® by Koppert.

A empresa conta ainda com departamento próprio de Pesquisa & Desenvolvimento para aperfeiçoamento de tecnologias de controle biológico para a agricultura tropical, e é parceira do SPARCBio (São Paulo Advanced Research Center for Biological Control) e do Gazebo, primeiro hub de inovação do agronegócio especializado em tecnologias voltadas para o controle biológico do país.



CCK-Centro-Corporativo-Koppert-Piracicaba_SP_ BRASIL_crédito-Koppert Brasil Cultura de cana consolida nova dinâmica de cultivos no Brasil  - crédito
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Comunicação
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Tendência culinária: gastronomia zero desperdício conquista cozinhas brasileiras

 

Vitru Educação


Tendência culinária: gastronomia zero desperdício conquista cozinhas brasileiras



Técnica de cozimento que utiliza o alimento em sua totalidade, extraindo máximo de sabor, textura e densidade nutricional, ganha força no país. Especialista da UNIASSELVI dá dicas de preparo e apresenta receita prática e rápida para o inverno

 

Com a chegada do inverno e das temperaturas mais baixas, o corpo humano naturalmente busca conforto em pratos quentes. É a temporada oficial dos cremes aveludados, das sopas fumegantes, dos empadões recém-saídos do forno e dos bolos acompanhados de uma boa xícara de chá. Junto com a culinária afetiva, conhecida como “Comfort food”, outro formato em alta é “gastronomia zero desperdício”, técnica que consiste no cozimento de alimentos com cascas, sementes e talos, usando o alimento em sua totalidade, respeitando sua estrutura integral e extraindo o máximo de sabor, textura e densidade nutricional que a natureza oferece.

“Esta filosofia, que está em evidência no cenário da gastronomia mundial, propõe olhar para vegetais como cenouras, abóboras e tomates sem focar em partes descartáveis. Em vez de descascar e separar, a regra é utilizar a peça inteira. Chefs renomados perceberam que a estética imperfeita de um prato que utiliza o ingrediente por completo transmite autenticidade, sustentabilidade e um profundo respeito pela terra”, explica Mônica Lizete Ruschel dos Reis, professora do curso de Gastronomia da UNIASSELVI.

Do ponto de vista nutricional, a decisão de não descascar os vegetais é extremamente vantajosa, especialmente no inverno, quando o sistema imunológico precisa de reforço. A maior concentração de vitaminas, minerais e antioxidantes frequentemente reside na casca ou logo abaixo dela.

Para a especialista, além de simplificar a rotina doméstica e economizar tempo de preparo, essa abordagem enriquece as receitas de maneira surpreendente. Cascas, sementes e talos conferem uma complexidade de sabores e uma riqueza de texturas que a culinária tradicional muitas vezes ignora.

 

 

Técnica que faz bem para a saúde

Esse modo de preparo é ainda mais nutritivo. A casca da batata, por exemplo, contém mais ferro e potássio do que seu interior, enquanto da cenoura é rica em fitonutrientes e fibras insolúveis, que auxiliam na digestão e promovem saciedade. Ao preparar um molho de tomate utilizando o fruto inteiro, incluindo pele e sementes, preserva-se uma quantidade muito maior de licopeno, um poderoso antioxidante. Da mesma forma, a abóbora cabotiá, quando assada ou cozida com sua casca verde e firme, mantém níveis elevados de betacaroteno e fibras, além de ganhar uma textura incrível. “O segredo para o sucesso dessa técnica rústica reside em duas etapas fundamentais: a higienização rigorosa dos alimentos com uma escova apropriada sob água corrente e o domínio das técnicas de cocção que amolecem essas estruturas mais fibrosas”, comenta a professora.

 

Dicas de culinária para o preparo integral

Essa visão sustentável nos convida a abraçar uma culinária mais consciente, nutritiva e saborosa, transformando a maneira como percebemos e utilizamos cada ingrediente. Para que o alimento integral brilhe em cremes, sopas e outros pratos, é fundamental dominar algumas técnicas culinárias simples. O segredo para o sucesso está três etapas principais:

  • Higienização rigorosa: lavar bem os alimentos com uma escova apropriada sob água corrente.
  • Cozimento lento e prolongado: estruturas fibrosas, como as cascas de abóbora ou batata, precisam de tempo para quebrar suas fibras e se tornarem macias. O uso do forno é um grande aliado, pois assar os vegetais inteiros concentra seus açúcares naturais, aprofunda os sabores e facilita a incorporação de todas as partes no prato final.
  • Triturar os alimentos: para cremes e sopas, um bom liquidificador ou mixer de imersão é essencial para garantir que cascas e sementes se integrem perfeitamente, criando uma emulsão rica e sem pedaços indesejados. No caso de bolos, ralar ou processar vegetais inteiros (como a cenoura com casca) garante umidade à massa, resultando em uma textura fofa e aromática.

 

Gastronomia zero desperdício / Receita prática e rápida para o inverno:

Creme rústico e aveludado de abóbora cabotiá inteira

Para colocar essa tendência rústica em prática, apresentamos uma receita clássica de inverno, repaginada para aproveitar o alimento de ponta a ponta. Este creme destaca-se por sua cor profunda e sabor terroso, características garantidas pelo uso da abóbora com sua casca, trazendo o melhor da tendência rústica para a sua mesa.

 

Ingredientes:

  • 1 abóbora cabotiá média inteira (com casca e sementes)
  • 1 cebola grande inteira (com casca, apenas lavada e cortada ao meio)
  • 4 dentes de alho inteiros (com casca)
  • 1 litro de caldo de legumes caseiro ou água
  • Azeite de oliva, sal, noz-moscada e pimenta-do-reino a gosto

 

Modo de preparo:

Lave rigorosamente a abóbora com uma escovinha. Corte-a em gomos rústicos, mantendo a casca e as sementes. Disponha os gomos, a cebola com casca e os dentes de alho em uma assadeira, regue generosamente com azeite, sal e pimenta. Asse em forno preaquecido a 200°C por cerca de 40 minutos, ou até que a abóbora esteja extremamente macia e levemente tostada nas bordas. Retire do forno. Esprema os dentes de alho (descartando apenas a película fina) e a cebola (retirando a casca externa mais seca). Transfira a abóbora inteira (com casca e sementes), a cebola assada e o alho para o liquidificador. Adicione o caldo quente aos poucos e bata em potência máxima até obter um creme perfeitamente liso, aveludado e com pontinhos verdes da casca. Tempere com noz-moscada e sirva bem quente.

 

Sobre a UNIASSELVI

A UNIASSELVI é uma das mais conceituadas instituições de ensino superior do Brasil. Com uma oferta diversificada de mais de 500 cursos, que incluem Graduação, Pós-Graduação, Profissionalizantes e Técnicos, tanto na modalidade presencial quanto a distância (EAD), a instituição se destaca pela sua abrangência e qualidade educacional. Presente em todos os estados brasileiros, a UNIASSELVI conta com uma ampla rede de mais de 1,2 polos e mais de 16 campi de ensino presencial. É reconhecida como a única instituição de grande porte nacional a receber nota máxima no Recredenciamento Institucional, concedido pelo Ministério da Educação (MEC). A missão da UNIASSELVI é fornecer os recursos e o suporte necessários para que os alunos construam suas próprias histórias e alcancem o sucesso acadêmico e profissional, promovendo assim o desenvolvimento pessoal e profissional de cada estudante.

 

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Quase metade dos cães idosos no Brasil convive com doenças crônicas, revela pesquisa

 



Quase metade dos cães idosos no Brasil convive com doenças crônicas, revela pesquisa

Estudo com tutores mapeia principais problemas de saúde, mudanças de comportamento, transformações na rotina e outros aspectos que envolvem a fase sênior dos pets

Assim como os seres humanos, os cachorros e gatos precisam de cuidados específicos quando ficam idosos, principalmente porque, muitas vezes, passam a ter algum tipo de problema de saúde, segundo uma pesquisa da Cobasi, empresa pioneira no Brasil no conceito de megaloja com produtos para pets, casa e jardim. De acordo com o estudo 41% dos cães com idade avançada convivem com doenças crônicas. Entre os gatos na terceira idade, o índice também chama atenção: 34% apresentam problemas de saúde contínuos.

O estudo “Hábitos de cuidados com pets idosos”, realizado neste ano, ouviu 527 tutores brasileiros, sendo 82,16% responsáveis por cães idosos e 17,84% por gatos na fase sênior. O objetivo foi entender como o cuidado com esses animais tem acontecido no país.

Principais doenças e diagnóstico

Entre os cães idosos, a pesquisa aponta que artrite e artrose lideram os diagnósticos, afetando 19% dos animais, seguidas por problemas cardíacos (17%). Também aparecem neoplasias (9%), alterações oculares (8%), problemas dentários (6%), inflamação intestinal (5%), Hipotireoidismo/Hipertireoidismo (5%), além de doença renal (5%).

O levantamento ainda revela que, em 63% dos casos, as doenças foram identificadas apenas após o surgimento de sintomas, enquanto 34% dos casos foram detectados por meio de exames preventivos, dado que reforça a importância do acompanhamento veterinário regular na fase sênior.

A pesquisa mostra que no caso dos felinos, a doença renal é a mais recorrente, representando 44% dos casos. Em seguida aparecem inflamação intestinal (19%), artrite e artrose (9%), Hipotireoidismo/Hipertireoidismo (5%) e diabetes (5%). Assim como ocorre com os cães, a maioria dos diagnósticos (63%) acontece após o surgimento de sintomas, enquanto 38% são identificados em exames preventivos.

Diante desse contexto, 49% dos cães idosos fazem uso de medicação contínua ou suplementação. Entre os gatos, o índice chega a 32%. Na geriatria veterinária, o foco não está apenas no tratamento de doenças já instaladas, mas no controle de processos degenerativos e na redução do risco de descompensações clínicas, garantindo mais estabilidade e conforto ao animal.

“Hoje, muitos pets vivem mais tempo e, com isso, é natural que desenvolvam doenças crônicas, como problemas articulares, cardíacos ou renais. Por isso, os tutores precisam redobrar a atenção com acompanhamento veterinário regular, alimentação adequada e adaptações na rotina. O cuidado na fase sênior não é apenas uma questão de bem-estar, mas de qualidade e longevidade”, afirma Daniela Bochi, Gerente de Marketing da Cobasi.

Mudanças de comportamento

O envelhecimento também traz transformações perceptíveis no comportamento. Segundo o levantamento, 73% dos tutores de cães idosos afirmam ter notado alterações, principalmente redução de energia e mudanças no padrão de sono. No caso dos gatos, 71% dos responsáveis relataram transformações, como menor disposição e maior dependência do tutor. Essas mudanças impactam diretamente a dinâmica da casa e exigem ajustes na rotina para preservar conforto, segurança e qualidade de vida.

Alimentação adequada

A alimentação é outro ponto central na fase sênior. Com o avanço da idade, o metabolismo desacelera, há alterações na absorção de nutrientes e aumentam as demandas relacionadas à saúde articular, cognitiva e imunológica. Ainda assim, apenas 52% dos tutores de cães e 46% dos responsáveis por gatos afirmam sempre optar por ração específica para pets idosos.

“As formulações sêniores são desenvolvidas com densidade energética ajustada, proteínas de alta digestibilidade para preservação de massa muscular, níveis controlados de fósforo e sódio para suporte renal e cardiovascular, além de nutrientes funcionais, como ômega 3, antioxidantes e c rotetores. Não se trata apenas de reduzir calorias, mas de oferecer um perfil nutricional adequado às necessidades da fase”, explica Bochi.

Adaptações dentro de casa

O ambiente doméstico também passa por mudanças. Entre os tutores de cães idosos, 34% afirmam ter realizado adaptações estruturais para facilitar a mobilidade e reduzir riscos de acidentes. Já entre os responsáveis por gatos, 19% precisaram reorganizar espaços, principalmente para limitar o acesso a locais altos ou tornar o ambiente mais seguro.

“Mudanças, mesmo pequenas, fazem diferença para animais que já apresentam maior desgaste articular, perda de massa muscular e, em muitos casos, redução da acuidade visual e da coordenação motora. Evitar pisos escorregadios, quedas ou esforço excessivo é essencial para prevenir dores e lesões nessa fase da vida”, diz a executiva.

Preparação emocional

Além dos cuidados físicos, a pesquisa evidencia o impacto emocional do envelhecimento dos pets na vida dos tutores. Apenas 25,4% dos entrevistados se consideram emocionalmente preparados para essa etapa. A maior parte, 49,1%, afirma estar parcialmente pronta, enquanto 25,4% reconhecem não estar psicologicamente preparados para lidar com o avanço da idade dos animais.

“Sabemos que essa é uma fase delicada, que envolve apego, medo da perda e mudanças na dinâmica familiar. Falar sobre envelhecimento de forma aberta e responsável ajuda a fortalecer vínculos e permite que o tutor ofereça mais qualidade de vida, conforto e dignidade ao pet na fase sênior”, conclui a Gerente de Marketing da Cobasi.

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Bahia tem alta de 1.605% nas ações contra planos de saúde por tratamento

 

Gandini Comunicação Jurídica

Bahia tem alta de 1.605% nas ações contra planos de saúde por tratamento

Justiça baiana recebeu 5,6 mil novos processos até abril de 2026, o terceiro maior volume do país nessa categoria

A Bahia entrou no grupo dos estados que mais judicializam disputas por tratamento médico-hospitalar contra planos de saúde. Até 30 de abril de 2026, a Justiça baiana recebeu 5.669 novos processos nessa categoria, média de 47 ações por dia. O volume representa 10,47% do total nacional e coloca o estado na terceira posição do ranking. O dado faz parte de levantamento inédito com base no Painel da Saúde do DataJud, do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).

O avanço chama atenção pela velocidade. Em 2025, a Bahia registrou 17.035 novos processos sobre o tema, contra 999 em 2020, alta de 1.605,21% em cinco anos. Em abril de 2026, o estado ainda acumulava 14.840 ações pendentes envolvendo tratamento médico-hospitalar por plano de saúde.

No Brasil, a Justiça recebeu 54.137 novos processos por tratamento médico-hospitalar contra planos de saúde no mesmo período, o equivalente a 451 ações por dia. Desde 2020, o número de novas ações nessa categoria passou de 36.583 para 170.833 em 2025, avanço de 366,97%. Em abril de 2026, o país ainda acumulava 203.778 processos pendentes sobre o tema.

Entre os estados, São Paulo concentra o maior número de processos em 2026, com 16.719 ações até abril. Na sequência aparecem Rio de Janeiro, com 6.880 ações, Bahia, com 5.669, Pernambuco, com 4.104, e Minas Gerais, com 2.877.

No Judiciário, a maior parte dos pedidos tem sido acolhida. Segundo diagnóstico do CNJ, entre setembro de 2024 e julho de 2025, 69,5% das liminares em saúde suplementar foram concedidas e cerca de 87% das ações terminaram com procedência do pedido. Na saúde pública, os percentuais foram de 73% de liminares deferidas e 84% de procedência.

Para Juliana Schabatt, advogada especializada em Direito da Saúde e sócia do Rocha e Schabatt Advocacia da Saúde, os números se parecem com casos que chegam todos os dias ao escritório, quase sempre com urgência. Segundo ela, a maior parte das ações atendidas pela banca está ligada ao acesso a tratamento médico-hospitalar.

“Quase ninguém procura a Justiça porque quer brigar com o plano. A pessoa procura porque recebeu um ‘não’ quando precisava de internação, cirurgia, exame ou tratamento. Às vezes, esse ‘não’ atrasa uma cirurgia, interrompe uma terapia ou mantém o paciente internado sem transferência. O beneficiário paga todo mês e só descobre o tamanho do problema na hora de usar”, afirma.

A disputa costuma começar fora do fórum. O médico prescreve o procedimento, o paciente envia o pedido ao plano, a operadora nega, pede nova análise ou demora a autorizar. Em alguns casos, a resposta formal nem chega. A família fica entre esperar, pagar particular ou judicializar.

“Quando o mesmo tipo de negativa aparece milhares de vezes, não dá para chamar tudo de caso isolado. Muitas famílias só conseguem avançar depois de uma decisão judicial”, diz Juliana. 

Lucas Dohmen, advogado especializado em Direito da Saúde e sócio do Dohmen & Matta Advogados Associados, afirma que o volume de ações indica um problema na forma como muitos pedidos são analisados pelas operadoras.

“O que aparece em muitos processos é uma negativa pronta para um caso que exigia análise individual. O plano responde com ‘fora do rol’, ‘ausência de cobertura’ ou ‘necessidade de junta médica’, mas o relatório do paciente fala em cirurgia marcada, risco de piora, tratamento em andamento. Essa distância entre a resposta administrativa e a situação clínica é o que leva muita gente ao Judiciário”, afirma.

O percentual de decisões favoráveis aos pacientes, segundo Dohmen, torna difícil atribuir esse volume apenas ao inconformismo dos beneficiários.

“Se o Judiciário reconhece o pedido em quase nove de cada dez ações, há uma triagem feita pela operadora que não está se sustentando no processo. Muitas negativas poderiam ter sido resolvidas antes, com análise individual, resposta clara e prazo compatível com o quadro clínico. Do jeito que acontece hoje, o paciente paga mensalidade, perde tempo no protocolo e ainda precisa levar ao juiz uma urgência que já estava no relatório médico”, diz.

A Dra. Nathália de Almeida, advogada especialista em Direito da Saúde do escritório Duarte e Almeida Advogados, afirma que a dificuldade de muitos pacientes para contestar uma negativa também precisa entrar na análise.

“Nem todo paciente consegue procurar um advogado, reunir documentos e entrar com uma ação, especialmente durante uma internação ou tratamento grave. As operadoras conhecem essa dificuldade. Em muitos casos, a recusa só é revista depois que o paciente obtém uma ordem judicial. Quem consegue contestar pode ter acesso à cobertura; outros desistem, pagam por conta própria ou ficam sem o tratamento”, afirma.

Para Nathália, esse modelo cria uma diferença prática entre pacientes que estão diante da mesma necessidade médica.

“O problema é que a cobertura acaba dependendo da capacidade do paciente de reagir à negativa. O mesmo tratamento pode ser autorizado para quem consegue entrar com uma ação e continuar inacessível para quem não tem informação, recursos ou apoio para enfrentar esse caminho”, afirma.

 

O que fazer em caso de negativa

A primeira providência é transformar a negativa em documento. O paciente deve pedir ao plano de saúde a justificativa por escrito, com número de protocolo, e guardar relatório médico, pedido do procedimento, exames, comprovantes de pagamento do plano e mensagens trocadas com a operadora.

Segundo Juliana Schabatt, o relatório médico precisa ser objetivo. 

“Além da prescrição, o relatório deve explicar o diagnóstico, a urgência do caso, os riscos de adiar o tratamento e o motivo da indicação médica. Quanto mais claro for esse vínculo entre o quadro clínico e o procedimento solicitado, melhor para demonstrar que o pedido não é uma preferência do paciente, mas uma conduta médica necessária” , afirma.

Lucas Dohmen orienta que, em casos urgentes, o paciente não espere a situação se agravar para buscar orientação.

“Se há risco de piora, dor intensa, necessidade de cirurgia, internação ou continuidade de tratamento, cada dia perdido pesa. A família deve documentar tudo e agir rápido. Muitas decisões saem em caráter de urgência porque o tempo do paciente não espera a fila da operadora”, diz.

Os advogados também recomendam registrar reclamação nos canais da operadora e, quando couber, na ANS. Em situações de urgência ou risco ao tratamento, a via judicial pode ser necessária para pedir uma liminar que obrigue o plano a autorizar o procedimento, exame, internação ou medicamento. 

 


Mylena Cristina
Assessora de imprensa jurídica
mylena@gandinicomunicacao.com.br
(61) 99201-0808

CEO: existe prazo de validade para este executivo?

 


Por Thiago Gaudencio

Quando uma empresa encontra um CEO capaz de entregar resultados consistentes, engajar equipes e conduzir o crescimento do negócio com prosperidade, é natural que surja a sensação de que ele deveria permanecer no cargo indefinidamente. Mas, será que existe um momento em que até os melhores líderes precisam dar lugar a novos olhares? Essa resposta não está, necessariamente, no tempo de permanência em si, mas na capacidade desse executivo de continuar gerando valor para a organização ao longo de diferentes ciclos estratégicos. 

Segundo uma pesquisa da PwC, 50% dos CEOs atuais das empresas do S&P 500 assumiram suas funções nos últimos cinco anos. Além disso, houve cerca de 600 trocas de CEOs desde 2016, com pelo menos 10% das empresas promovendo mudanças na liderança a cada ano. Essas movimentações evidenciam quanto que essa é uma das cadeiras mais desafiadoras do mundo corporativo – afinal, ao mesmo tempo em que exige visão de longo prazo, também demanda uma capacidade de adaptação constante com os objetivos corporativos e o desempenho individual de cada profissional.  

Por esse motivo, discutir o tempo ideal de permanência no cargo não é uma questão de idade ou calendário, mas de alinhamento entre o perfil do executivo e os desafios que a organização precisa enfrentar em cada momento de sua trajetória. Esse ciclo estratégico precisa ser combinado logo no momento de sua contratação, para que, em seu término, seja avaliado seu desempenho ao longo do tempo, se entregou o que era esperado, se promoveu possíveis sucessores internamente, se criou projetos interessantes de serem continuados futuramente e, acima de tudo, se o conselho administrativo entende que esse executivo ainda possa continuar conquistando bons resultados, caso continue no cargo. 

O peso dessa capacidade de construção contínua para o futuro deve pesar tanto quanto seu histórico de desempenho até o momento atual, já que grande parte de sua rotina e deveres são orquestrados com base nesta visão à longo prazo de onde a empresa espera chegar. São muitas as variáveis que incidem nessa equação complexa, o que impossibilita que seja criada uma receita que possa ser replicada em todos os negócios. Especialmente, considerando a volatilidade do mercado e complexidade econômica que, inevitavelmente, impactam cada empresa de forma diferente, conforme suas especificidades. 

Grandes entregas costumam nascer, justamente, de momentos de desconforto. São eles que obrigam os executivos a questionarem certezas, revisar estratégias e buscar caminhos diferentes dos já conhecidos. Um CEO que não se desafia dificilmente conseguirá desafiar sua organização. Por isso, uma das perguntas que devem fazer, periodicamente, não é apenas se o executivo continua entregando resultados, mas se ele ainda está disposto a assumir riscos calculados, aprender continuamente e conduzir transformações que o tirem da própria zona de conforto. 

Em um mundo marcado por incertezas permanentes, a governança corporativa precisa estar atenta a um risco silencioso: a acomodação da liderança. Nem sempre ela se manifesta por meio de resultados ruins, mas, muitas vezes, aparece na ausência de ousadia, na repetição de estratégias já conhecidas ou na falta de disposição para promover mudanças mais profundas. É justamente por isso que a avaliação de um CEO deve ir além dos números financeiros e considerar sua capacidade de continuar provocando evolução dentro da organização. 

A questão central não é substituir líderes experientes por novos nomes, mas garantir que a empresa continue sendo conduzida por alguém capaz de enfrentar novos desafios, a todo o momento. Quando o desconforto desaparece da rotina de um CEO, existe o risco de que a inovação, a transformação e o crescimento também percam espaço. 

Thiago Gaudencio é headhunter e sócio da Wide Executive Search, boutique de recrutamento executivo focado em posições de alta e média gestão.     

      

Sobre a Wide:     

https://wide.works/     
Com mais de 30 anos somados de recrutamento especializado e mais de 20 mil entrevistas realizadas, o propósito da Wide, empresa de recrutamento e seleção de alta gerência, é construir legados, seja o das empresas contratantes, o dos candidatos e o seu próprio. 



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Nathália Bellintani


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CPC: como essa métrica define o sucesso das campanhas digitais?

 


Por Renan Cardarello

No marketing digital, poucas métricas são tão estratégicas quanto o CPC (Custo por Clique). Mais do que apenas um indicador operacional, ele influencia, diretamente, a rentabilidade das ações digitais, a escalabilidade das campanhas e o retorno sobre investimento. E, diante de um cenário cada vez mais competitivo, controlar essa métrica passou a ser uma vantagem estratégica para marcas que buscam crescer no ambiente online, garantindo eficiência nas ações estabelecidas e evitando desperdícios de orçamento. 

A sigla, que representa o valor pago cada vez que um usuário clica em um anúncio, é amplamente utilizada em plataformas como Google Ads, Meta Ads e LinkedIn Ads, servindo como um dos principais indicadores de eficiência em campanhas de mídia paga. Seu cálculo, na prática, é simples: basta dividir o valor investido pela quantidade de cliques recebidos.  

Se, por exemplo, uma campanha gerou mil cliques com um investimento de R$ 2 mil, o CPC será de R$ 2. Apesar disso, especialistas alertam que o número isolado não deve ser analisado sozinho, já que sua relevância depende do contexto e da qualidade do tráfego gerado. 

Isso porque o termo impacta, diretamente, o custo de aquisição de clientes e a capacidade de crescimento das campanhas. Quanto menor o custo por clique, maior tende a ser a margem de retorno, desde que os acessos gerados mantenham potencial real de conversão. 

Reduzi-lo a qualquer custo, no entanto, pode se tornar um erro estratégico. Isso porque, em alguns casos, campanhas com um CPC muito baixo acabam atraindo usuários pouco qualificados, aumentando o volume de acessos sem gerar vendas ou oportunidades comerciais relevantes. Por isso, o mercado passou a priorizar não apenas essa métrica, mas também a qualidade do tráfego e a eficiência da conversão. 

Existem diversos fatores influenciam esse valor nas plataformas digitais, sendo um dos principais a qualidade do anúncio. Ferramentas como o Google Ads utilizam índices nesse sentido para avaliar relevância, taxa de clique e alinhamento entre anúncio, palavra-chave e página de destino. Dessa forma, quanto melhor a experiência entregue ao usuário, menor tende a ser o custo por clique – o que faz com que campanhas melhor estruturadas consigam resultados superiores mesmo com investimentos menores. 

Outro fator importante é a concorrência. Segmentos mais disputados, naturalmente, possuem CPC mais elevado, já que diversas empresas competem pelas mesmas palavras-chave e pelos mesmos públicos. Além disso, a segmentação também exerce forte impacto sobre a métrica, uma vez que públicos muito amplos ou mal definidos tendem a aumentar custos e reduzir a eficiência. Enquanto isso, campanhas mais segmentadas conseguem gerar cliques mais qualificados e melhorar a performance. 

Especialistas destacam que reduzir o CPC exige otimizações constantes em diferentes áreas da campanha. Testes de anúncios, ajustes de segmentação e melhorias nas landing pages estão entre as principais estratégias utilizadas pelas empresas. 

A experiência após o clique, inclusive, tem grande peso nos resultados. Páginas rápidas, objetivas e alinhadas com a proposta do anúncio aumentam a taxa de conversão e contribuem para melhorar os índices de qualidade das campanhas – afinal, o trabalho estratégico não termina no momento do clique.  

Um estudo de performance conduzido pela agência norte-americana Portent, como prova disso, revelou que sites que carregam em até um segundo apresentam uma taxa de conversão no e-commerce cerca de 2,5 vezes maior do que páginas que demoram cinco segundos. Ou seja, de nada adianta alcançar um CPC excelente, se a infraestrutura da landing page desperdiçar o tráfego gerado por lentidão ou falta de clareza. 

Outro ponto importante é o equilíbrio entre CPC, volume de tráfego e conversão. Empresas que conseguem alinhar esses três fatores tendem a criar campanhas mais eficientes, previsíveis e escaláveis. 

Com o crescimento da competitividade no ambiente digital, entender essa e muitas outras métricas deixou de ser uma atividade restrita aos times técnicos e passou a ocupar papel estratégico dentro das operações de marketing e vendas. Isso porque, mais do que reduzir custos, o desafio atual das empresas é aumentar eficiência, gerar tráfego qualificado e transformar investimento em crescimento real de resultados. 

Renan Cardarello é Fundador e Diretor da iOBEE - Agência de marketing digital e Growth. 

 

Sobre a iOBEE: 

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Atuando de forma abrangente com serviços de Google Ads & Meta Ads, SEO, Inteligência em Gestão de Redes Sociais, Inbound Marketing e outros mais. A iOBEE é uma agência de marketing digital e tecnologia, com uma abordagem mais estratégica e serviços que atendem todas as áreas que são vitais para alavancar o faturamento das empresas. 



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