
quinta-feira, 13 de agosto de 2026
Cultura além do concreto e a estratégia que não morre no ar-condicionado
Cultura além do concreto e a estratégia que não morre no ar-condicionado
*por Lúcia Menezes Cotes
Uma armadilha comum para executivos de Recursos Humanos é desenhar uma cultura perfeitamente alinhada aos objetivos do negócio, tecnicamente consistente e compatível com a estrutura da empresa, mas falhar no exercício de levá-la até a base operacional. Quando a cultura permanece restrita aos escritórios corporativos e às reuniões de diretoria, perde força e se transforma em um conceito distante da realidade prática da operação.
Afinal, cultura organizacional não é o que está escrito no estatuto social ou apresentado em campanhas internas. Ela se manifesta nas atitudes, nos hábitos e nas escolhas feitas diariamente pelas pessoas. É especialmente nos momentos de pressão, urgência ou dilema que a cultura se revela de forma mais clara. Porque cultura não se sustenta em discurso — ela se consolida nas decisões tomadas todos os dias, principalmente quando o caminho correto exige mais esforço do que a alternativa mais simples.
Uma cultura organizacional que existe apenas no papel ou em discursos executivos bem ensaiados dificilmente sustenta a complexidade de operações de grande escala e, consequentemente, não gera resultados consistentes no longo prazo. Outro fenômeno recorrente — e particularmente sensível no setor de infraestrutura — é a distância cultural entre os centros administrativos e as frentes operacionais.
De um lado, estão as unidades corporativas compostas por profissionais altamente especializados e habituados à linguagem estratégica do ambiente empresarial. Do outro, estão milhares de colaboradores responsáveis pela execução diária das operações espalhadas pelo país. São profissionais que carregam conhecimento técnico e prático indispensável para o funcionamento do negócio, mas que muitas vezes possuem vivências, repertórios e formas de comunicação bastante diferentes das lideranças corporativas.
Acreditar que uma cultura organizacional terá sucesso apenas por ser bem estruturada no campo teórico é um erro recorrente. A realidade das operações mostra que uma cultura que não é traduzida para a linguagem de quem a executa deixa de ser prática e se transforma apenas em um manual esquecido ou em mensagens que não geram identificação real.
É frequente vermos diretrizes que nascem em salas de reunião carregadas de termos como accountability, compliance, agile e mindset. Para o corpo executivo, esses conceitos são familiares. No entanto, quando a mensagem percorre os diferentes níveis hierárquicos e chega ao colaborador que está na ponta da operação, o significado pode se perder se a comunicação não for adaptada à sua realidade.
O impacto na segurança, na eficiência e nos resultados é direto. Quando o trabalhador não compreende o propósito de uma norma de segurança ou de um processo de qualidade, a adesão dificilmente acontece de forma genuína. Muitas vezes, o comportamento passa a existir apenas enquanto há supervisão. O resultado é uma cultura frágil, que perde força diante do primeiro desafio operacional ou da pressão por prazo.
Por isso, o grande desafio do RH em empresas de infraestrutura, logística e indústria é garantir capilaridade. A cultura precisa ultrapassar os limites dos escritórios corporativos e fazer parte da rotina concreta das operações, dos canteiros e das decisões tomadas diariamente pelas equipes que sustentam o negócio.
Quando a comunicação acontece de forma distante da realidade operacional, cria-se uma barreira invisível de exclusão. O colaborador deixa de se reconhecer naquela mensagem e passa a enxergar a cultura como algo pertencente apenas à liderança. A partir daí, surgem comportamentos paralelos, improvisos e, muitas vezes, uma resistência silenciosa ao que vem da gestão. O impacto dessa desconexão atinge diretamente os resultados, a padronização dos processos e o engajamento das equipes.
Para que a cultura organizacional deixe de ser apenas um conjunto de quadros decorativos, o RH precisa assumir um papel de tradução estratégica. Isso significa conectar a visão da diretoria à realidade prática de cada unidade operacional. Exige transformar conceitos abstratos em comportamentos concretos, observáveis e aplicáveis no dia a dia.
Em um canteiro de obras, por exemplo, integridade significa fazer o certo mesmo diante da pressão por prazo. Inovação pode significar encontrar uma forma mais segura, eficiente e inteligente de executar uma atividade. É nesse nível de compreensão prática que a cultura deixa de ser discurso e passa a gerar comportamento.
Contudo, essa tradução só ganha força por meio da liderança de proximidade. Se os líderes não forem preparados para transmitir os valores da empresa na linguagem cotidiana de suas equipes, a estratégia dificilmente ultrapassará os níveis gerenciais. Da mesma forma, essa conexão exige escuta genuína. Comunicação não é apenas o que o RH comunica, mas aquilo que o colaborador realmente compreende e incorpora na rotina.
Paralelamente, o RH moderno precisa ampliar o uso das plataformas de comunicação para além do óbvio. Murais estáticos já não são suficientes para alcançar quem está na operação. É necessário investir em ferramentas acessíveis, dinâmicas e compatíveis com a realidade de diferentes turnos, funções e níveis de escolaridade. O desafio está menos na quantidade de comunicação e mais na capacidade de tornar a mensagem presente, compreensível e relevante.
Em empresas que caminham rumo aos 100 anos, cultura organizacional não é apenas um atributo institucional — é um ativo estratégico de continuidade. Estruturas mudam, mercados evoluem, tecnologias avançam e lideranças se renovam. O que garante coerência ao longo do tempo é a capacidade de preservar princípios essenciais enquanto a organização continua evoluindo.
Em organizações de infraestrutura, onde a distância entre o planejamento estratégico e a execução operacional pode ser imensa, a cultura é o elo que conecta propósito e prática. Quando os valores da empresa deixam de existir apenas nos discursos institucionais e passam a fazer sentido na realidade das equipes, a cultura ganha legitimidade.
E culturas legítimas não apenas fortalecem resultados. Elas sustentam segurança, confiança, reputação e a capacidade de atravessar gerações. Para empresas que se aproximam de um século de trajetória, esse talvez seja o maior desafio — e também o maior legado.
* Lúcia Menezes Cotes é diretora de Gestão de Pessoas da Passarelli
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Anna Mattos
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Pequenos contra gigantes: no e-commerce, tamanho já não decide quem leva o cliente

Pequenos contra gigantes: no e-commerce, tamanho já não decide quem leva o cliente
Execução operacional, integração sistêmica e capacidade logística reposicionam pequenos e médios sellers na disputa por performance dentro dos marketplaces

Grandes equipes e altos investimentos em mídia já não estão mais definindo quem ganha o cliente no momento da compra no comércio eletrônico. Enquanto os gigantes do setor travam guerras bilionárias por tráfego, muitos vendedores de menor porte têm conquistado cada vez mais território.
Com a consolidação dos marketplaces como principal ambiente transacional do varejo digital, sellers de menor porte passaram a competir em níveis mais equilibrados com grandes operações, especialmente em categorias de alta recorrência e forte pressão logística.
A mudança ocorre em um momento de expansão acelerada do setor. Segundo projeções da Associação Brasileira de Inteligência Artificial e E-commerce (ABIACOM), o e-commerce brasileiro deve ultrapassar R$ 258 bilhões em faturamento em 2026, impulsionado pela digitalização do consumo, crescimento do mobile commerce e avanço da automação operacional.
Mas o que eles estão fazendo para mudar esse jogo?
A resposta está em três fatores, segundo Claudio Dias, CEO da Magis5, hub de automação e integração de sellers com marketplaces como Mercado Livre, Amazon, Magalu e Shopee. "Tudo começa na excelência na execução operacional, combinada a uma vantagem de difícil competição: a logística. Sustentando tudo isso, está o acesso cada vez mais amplo a tecnologias de ponta", afirma.

Claudio Dias, CEO da Magis5
O executivo explica que ferramentas de automação e inteligência logística tornaram-se cada vez mais acessíveis e de fácil implementação, permitindo que lojistas menores operem com o mesmo nível técnico dos líderes de mercado.
Outro diferencial que tem colocado sellers de menor porte cara a cara com os grandes está na proximidade com o cliente, combinada à agilidade operacional. Os empreendedores locais enxergam o mercado com mais precisão e agem mais rápido.
Tudo começa com os sistemas de geolocalização, que ajudam a identificar onde está a demanda, mapear regiões com maior volume de compras e reorganizar a operação a partir disso, inclusive na escolha de parceiros logísticos mais eficientes. O resultado é uma redução drástica nos prazos de entrega, algo que estruturas burocráticas de grande porte não conseguem replicar com a mesma velocidade.
Em marketplaces cada vez mais orientados por performance operacional, a eficiência logística se tornou um ativo estratégico. Estudos recentes do setor mostram que consumidores brasileiros priorizam cada vez mais velocidade de entrega, previsibilidade e experiência pós-compra como fatores decisivos na conversão.
Para Dias, é nesse ponto que sellers menores conseguem disputar espaço. "É preciso que tudo esteja sincronizado. Quando existe integração entre ERP, marketplaces e operadores logísticos, tudo funciona como um fluxo único, com menos erro, menos atraso e mais previsibilidade. O pedido entra, é processado e entregue dentro do que foi prometido, de forma automatizada e quase em tempo real. Quando há demora, o custo vem em forma de cancelamento, retrabalho e perda de cliente", diz Dias.
Ao reduzir complexidade com tecnologia e operar com mais controle, sellers menores conseguem responder mais rápido ao consumidor e sustentar uma experiência consistente, sem depender de escala para isso. "Os grandes competem por volume. Os menores conseguem competir por proximidade, especialização e domínio da própria operação", diz o CEO da Magis5.
Com uso de dados geográficos, análise de demanda e inteligência de distribuição, operações menores conseguem reorganizar estoques, ajustar malhas logísticas e selecionar parceiros de entrega com maior agilidade do que estruturas mais burocráticas.
Para Dias, tentar replicar o modelo dos grandes sem ter a estrutura necessária é o caminho mais rápido para se perder. A alternativa é conhecer o próprio público, organizar o processo e executar com consistência. "No e-commerce, tamanho ajuda. Mas execução decide", conclui.
Mais informações: https://magis5.com.br/
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Mecânica de garagem em carros modernos é paixão que pode virar prejuízo
Mecânica de garagem em carros modernos é paixão que pode virar prejuízo
Arquitetura eletrônica complexa e peças de alto valor agregado transformam os reparos caseiros em risco para o bolso e para a segurança da família
São Paulo, agosto de 2026 – Durante gerações, passar o fim de semana na garagem com o pai para mexer no carro, abrir o capô e tentar diagnosticar barulhos foi uma tradição comum entre brasileiros. No entanto, a rápida evolução da engenharia automotiva transformou essa tradição em risco. Hoje, a manutenção preventiva e corretiva depende diretamente de diagnósticos precisos e equipamentos especializados. A Niterra, detentora das marcas NGK e NTK, destaca as principais ameaças das manutenções caseiras.
1 - O avanço da tecnologia dos componentes automotivos ampliou o valor agregado dos componentes. Qualquer dano a injetores de combustível e sensores modernos, por exemplo, pode representar um prejuízo importante. A eletrônica presente nos veículos, levou a necessidade de uso de equipamentos de diagnósticos e uso de scanners modernos, muitas vezes sendo necessário a desmontagem de travas e chicotes elétricos. Por isso, a Niterra recomenda que qualquer reparo seja realizado por um mecânico profissional, em ambiente adequado e com as ferramentas corretas para o trabalho.
2 - Identificar o problema de um carro moderno baseando-se apenas na intuição e em conteúdo da internet é praticamente impossível. Conteúdos de internet, muitas vezes podem ser superficiais ou apresentar uma simplificação nos testes e edição, não representando todas as fases do diagnóstico e testes envolvidos, bem como raciocínio lógico do diagnóstico. Sem equipamentos essenciais como scanners automotivos, osciloscópios, esquemas elétricos e a verificação de sensores e atuadores do sistema, somado à interpretação de um profissional, corre-se o risco de trocar peças em bom estado e não resolver a falha real.
3 - O sistema de ignição e o gerenciamento eletrônico trabalham em conjunto com a calibração do motor utilizando sensores de alta precisão. Intervenções inadequadas podem afetar diretamente o desempenho do veículo, resultando em quebras inesperadas que podem levar a custos mais altos no seu reparo.
4 - A manutenção preventiva com profissional especializado e os recursos adequados é sempre o melhor caminho. Esperar o componente quebrar ou tentar uma solução caseira pode representar transtornos na rotina e, no caso de motoristas profissionais, como entregadores, motoristas de aplicativos e taxistas, perda direta de faturamento, devido a imobilização do veículo.
"A paixão por carros deve permanecer presente entre as gerações, mas os automóveis modernos contam com uma arquitetura eletrônica complexa. Tentar solucionar problemas na garagem com base em tutoriais de internet ou sem equipamentos e ferramentas adequadas pode comprometer todo o sistema e levar a custos desnecessários devido ao reparo inadequado", destaca Hiromori Mori, Consultor de Assistência Técnica da Niterra.
Quando e como realizar a manutenção adequada
A manutenção preventiva do veículo deve ser um hábito contínuo, pautado pelas especificações do manual do proprietário e pelo plano de revisões estabelecido pela montadora. Em vez de aguardar o surgimento de falhas visíveis, falhas de funcionamento ou barulhos no motor, o condutor deve respeitar os intervalos de tempo e de quilometragem indicados pelo fabricante para a checagem de itens de alto desgaste. Esse comportamento garante a eficiência do sistema de ignição e do gerenciamento eletrônico.
A revisão deve ser feita por uma oficina mecânica qualificada, com as ferramentas adequadas, profissionais especializados e utilizando componentes de alta qualidade. É possível analisar o estado de componentes, identificando os sinais de desgastes possibilitando a troca do componente antes da ocorrência de uma quebra ou agravamento da situação.
“A paixão pelos carros não mudou, mas sim a forma de cuidar deles. Transmitir esse carinho para as próximas gerações significa priorizar a segurança, a manutenção preventiva e a confiança em oficinas e profissionais qualificados”, complementa Hiro.
Quando o diagnóstico técnico indicar a necessidade real de substituição de peças, a escolha do componente de reposição torna-se decisiva para a longevidade e o desempenho do veículo. Para assegurar a máxima eficiência, durabilidade e manter as características originais do motor, a NGK e a NTK oferecem ao mercado de reposição peças de alta qualidade, fornecendo componentes desenvolvidos com tecnologia de ponta e rigorosamente testados para garantir total segurança e confiabilidade ao motorista.
Sobre a Niterra
Fundada em 1936, a Niterra Co., Ltd. é uma fabricante global, reconhecida mundialmente por suas velas de ignição da marca NGK e produtos cerâmicos da marca NTK. Em conformidade com sua visão para 2040, a Niterra busca ser uma empresa que ilumina a Terra ao resolver questões sociais por meio de suas tecnologias e ideias exclusivas. Atualmente, a companhia concentra seus recursos estratégicos em três áreas principais: Mobilidade, Semicondutores e Meio Ambiente & Energia, e utiliza sua expertise em cerâmica para gerar novo valor de negócio.
A missão da Niterra é integrar seus ativos consolidados a novas frentes de inovação, otimizando o uso de recursos e entregando soluções regenerativas e circulares para a sociedade. No ano fiscal de 2024/25, a receita consolidada da empresa somou ¥ 652,9 bilhões (~ U$ 4,26 bilhões).
A Niterra conta com 31 unidades no Japão, 62 bases no exterior e cerca de 16.000 colaboradores em todo o mundo. No Brasil, a empresa atua há 66 anos, conta com cerca de 1.300 funcionários e mantém uma fábrica com 625 mil m² em Mogi das Cruzes (SP).
Para mais informações, visite: https://www.niterragroup.com/english/
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Anna Mattos
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Agentes de IA da Meta: expansão da ferramenta exige novas estratégia conversacionais para as empresas
Pontaltech, Business Partner da Meta, oferta consultoria estratégica durante toda a jornada de transformação
O lançamento do Meta Business Agent para o WhatsApp e Instagram inaugura uma nova geração de experiências conversacionais nos processos de atendimento, vendas e relacionamento entre empresas e clientes. A solução, lançada pela Meta em julho, atua como uma camada inteligente e integrada aos sistemas das empresas, que executa o atendimento ao cliente de maneira resolutiva e orientada a geração de negócios. Apoiando essa transição, a Pontaltech, empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel e Business Partner da Meta, está preparada para oferecer uma consultoria estratégica que apoie as organizações durante toda essa jornada.
Diferentemente dos modelos tradicionais de atendimento automatizado, baseados em fluxos predefinidos com regras rígidas, menus fixos, escalabilidade limitada e experiências fragmentadas, o Meta Business Agent altera essa lógica ao compreender a intenção do cliente e executar tarefas automaticamente, através de suas capacidades de integração com sistemas corporativos como CRM, ERP, plataformas de e-commerce e bancos de dados.
Isso, na prática, cria uma experiência mais natural para o consumidor, além de uma maior capacidade de automação para as empresas, reduzindo transferências para atendentes humanos e aumentando os índices de resolução na primeira interação. “Mais do que responder perguntas, a IA passa a executar ações dentro da jornada do cliente, compreendendo suas necessidades e executando as resoluções de ponta a ponta, sem transferências”, explica Carlos Feist, Diretor de Growth Platforms da Pontaltech.
Essas mudanças, segundo Feist, reforçam uma tendência que já vinha sendo observada há tempos: a necessidade de as empresas tratarem cada interação de forma mais estratégica, medindo, cuidadosamente, o retorno gerado por cada jornada conversacional. Isso porque, não se trata apenas de uma inclusão de recursos tecnológicos, mas uma mudança estrutural na forma como as empresas se relacionam com seus clientes.
No atendimento, por exemplo, haverá uma busca maior por resoluções automáticas mais eficientes, reduzindo contatos desnecessários e aumentando a assertividade dos agentes de IA. No marketing, as marcas deverão priorizar campanhas mais segmentadas, relevantes e contextualizadas, aproveitando os canais conversacionais para criar experiências personalizadas ao longo de toda a jornada do consumidor. Já em vendas, ganha força o conceito de comércio conversacional (Conversational Commerce), no qual a conversa deixa de ser apenas um canal de suporte e passa a atuar diretamente na geração de receita.
Ao operar como uma camada de inteligência transversal, capaz de atuar em múltiplos domínios do negócio simultaneamente, os ganhos se tornam ainda mais significativos. Dados do “Meta Conversations”, de 2026, comprovam esses benefícios: as taxas de engajamento e resolução via canal conversacional chegam em torno de 79%, com um índice médio de 80% de satisfação dos consumidores. E é nesse ponto que a atuação da Pontaltech ganha destaque.
Como Business Partner Select da Meta e especialistas em plataformas conversacionais, atuam como uma consultora estratégica durante toda a jornada de transformação. “Nosso papel não é apenas implementar a tecnologia em si, mas ajudar as empresas a identificarem onde a IA gera valor, quais processos devem ser automatizados, quais integrações são necessárias, os melhores canais para a jornada do cliente, e como estruturar uma operação sustentável e orientada a resultados”, destaca o Diretor.
Ao combinar conhecimento técnico, experiência em comunicação empresarial e visão de negócios, focam em transformar os canais conversacionais em ativos estratégicos para atendimento, marketing, vendas e relacionamento. Isso, através de uma implementação gradual e estruturada, alinhada ao nível de maturidade digital de cada empresa. Até porque, mais do que incorporar uma nova tecnologia, é fundamental preparar processos, dados, integrações e jornadas de relacionamento para que a IA gere resultados concretos para o negócio.
Essa abordagem, conforme destaca Feist, reduz riscos, acelera a curva de aprendizado, garante uma maior aderência à realidade de cada empresa e maximiza o retorno sobre o investimento em inteligência artificial conversacional – identificando as oportunidades de ganho de eficiência e definindo um plano de adoção compatível com os objetivos estratégicos da organização.
Diante desta fase estratégica para que cada vez mais empresas consigam transformar a IA em resultados concretos, as expectativas são altas. “Nosso papel será atuar como um parceiro estratégico de transformação, ajudando clientes a navegar pelas mudanças de precificação, definir prioridades de investimento, estruturar jornadas inteligentes e criar operações conversacionais preparadas para escalar. Estamos preparados para apoiar cada cliente em sua jornada de amadurecimento digital, desde a avaliação do momento atual até a implementação e evolução contínua dessas novas experiências conversacionais, garantindo que cada operação obtenha o máximo valor dessa transformação”, finaliza Feist.
Fundada em 2011, a Pontaltech é uma empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel que ajuda empresas a automatizar e escalar seus atendimentos com um portfólio composto por diversos canais digitais e de voz. Com soluções integradas de SMS, e-mail, chatbot, WhatsApp, RCS, VoiceBot, entre outros, simplifica a comunicação das empresas com seus clientes de forma inteligente e eficiente, sem nunca perder a proximidade humana.
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Nathália Bellintani Tel: +55 (11) 9848-4042 Email: nathalia@informamidia.com.br www.informamidia.com.br |
Por que tantas lavouras ainda produzem abaixo do potencial
Propriedades semelhantes apresentam resultados muito diferentes, o diferencial é a gestão
O Brasil é o maior produtor mundial de maracujá. Ainda assim, basta comparar diferentes propriedades para perceber um contraste expressivo: enquanto muitos agricultores colhem cerca de 15 toneladas por hectare, outros ultrapassam 40 toneladas cultivando o mesmo fruto em áreas semelhantes.
A diferença, segundo Vitor Borges, especialista em gestão agrícola e otimização da produção rural, começa muito antes da colheita. Mais do que clima ou variedade da planta, fatores como preparo do solo, irrigação, nutrição, monitoramento da lavoura e planejamento das operações determinam o potencial produtivo da cultura.
O tema ganha relevância porque o país responde por cerca de 70% da produção mundial de maracujá. De acordo com a Embrapa, são aproximadamente 736 mil toneladas produzidas por ano em cerca de 47 mil hectares, grande parte conduzida por pequenos produtores.
Para Vitor, aumentar a produtividade nem sempre exige ampliar a área plantada. "Muitos produtores acreditam que produzir mais significa plantar mais. Na prática, o maior ganho está em conduzir melhor a lavoura. Quando o manejo passa a ser técnico e planejado, a produtividade responde", afirma.
Antes de compartilhar esse método com outros agricultores, Vitor o aplicou na própria propriedade. O resultado foi o aumento da produtividade para até 45 toneladas por hectare, desempenho que também passou a ser observado por produtores que adotaram a mesma estratégia.
Segundo ele, um dos erros mais comuns é agir apenas quando a planta já apresenta sinais de estresse, doenças ou ataque de pragas. "Na agricultura, tempo também significa produtividade. Quanto mais cedo o problema é identificado, maiores são as chances de preservar a produção".
Nesse processo, a tecnologia vem ganhando espaço. Ferramentas baseadas em inteligência artificial já auxiliam produtores na identificação de pragas, doenças e deficiências nutricionais, além de organizar informações que tornam o manejo mais preciso. "A tecnologia não substitui a experiência de quem está no campo. Ela ajuda o produtor a tomar decisões mais rápidas e mais seguras".
As mudanças climáticas reforçam essa necessidade. Períodos de estiagem, excesso de chuva e oscilações de temperatura exigem lavouras mais preparadas para enfrentar situações de estresse. "Não existe tecnologia capaz de impedir um evento climático extremo. O que existe é uma propriedade mais preparada para responder a esses desafios. Quanto melhor o manejo, maior a capacidade da lavoura de manter sua produtividade".
Para Vitor, o próximo salto da fruticultura brasileira não depende da abertura de novas áreas, mas da capacidade de produzir mais e melhor nas propriedades que já existem. "O Brasil já mostrou que sabe produzir maracujá. O desafio agora é transformar conhecimento e gestão em produtividade".
Sobre
Vitor Borges é
especialista em manejo agrícola, produtividade e rentabilidade no
agronegócio. Atua no desenvolvimento de metodologias para gestão da
produção rural, manejo de culturas, irrigação, nutrição vegetal e
controle fitossanitário, com foco na integração entre conhecimento
agronômico e tecnologias digitais aplicadas ao campo.
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Karol Romagnoli
Assessora Sênior
karol@luckyassessoria.com.br
(27) 99840-3305
Empresa brasileira começa a validar forrageiras tropicais em solo americano

Empresa brasileira começa a validar forrageiras tropicais em solo americano
Parceria entre a Semembrás e o Instituto de Agricultura da Universidade do Tennessee, avalia gramíneas selecionadas no Brasil como alternativa para alimentar rebanhos durante o verão dos Estados Unidos
A expertise brasileira no desenvolvimento e seleção de forrageiras tropicais está abrindo espaço em um dos maiores mercados pecuários do mundo. A Semembrás, especializada em sementes para pastagens, firmou uma importante parceria com a Universidade do Tennessee para avaliar o potencial de gramíneas forrageiras selecionadas no Brasil como alternativa para alimentação de bovinos durante o verão norte-americano.
A iniciativa busca solucionar um desafio típico da pecuária nos Estados Unidos. Em uma extensa região conhecida como Fescue Belt, que reúne aproximadamente 15 milhões de hectares de pastagens, predominam espécies adaptadas ao inverno. Com a chegada do verão e o aumento das temperaturas, essas forrageiras reduzem drasticamente sua produção, criando um período de escassez de alimento para os rebanhos.
É justamente nesse intervalo que entram as gramíneas tropicais desenvolvidas no Brasil. “Quando chega o verão, as forrageiras utilizadas atualmente lá perdem produtividade. Nossa proposta é avaliar materiais capazes de suprir essa demanda justamente nesse período”, explica, Hemython Luis Bandeira do Nascimento, engenheiro agrônomo, doutor em Zootecnia e gerente de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação da empresa.
Para os ensaios, conduzidos em parceria com Bruno Pedreira, diretor do Beef & Forage Center, do Instituto de Agricultura da Universidade do Tennessee, e pesquisador com passagem e ampla experiência pela Embrapa, a Semembrás enviou três materiais para avaliação: Urochloa ruziziensis, Urochloa brizantha e um mix de forrageiras. Os experimentos tiveram início em maio e contemplam cinco épocas distintas de plantio, permitindo identificar quais materiais apresentam melhor adaptação às condições climáticas e ao calendário agrícola da região.
Universidade parceira dos produtores
As pesquisas com os materiais enviados pela Semembrás ganham ainda mais relevância diante do papel desempenhado pelas universidades no sistema de inovação agrícola norte-americano. Neste modelo, as instituições de pesquisa possuem forte integração com produtores rurais e órgãos locais de extensão.
As tecnologias são avaliadas e validadas em campo e, posteriormente, os pesquisadores geram recomendações como base para suas decisões de investimento. “Os produtores acompanham os experimentos e, com base nos resultados, decidem que forrageira utilizar na sua propriedade. A nossa intenção é oferecer novas alternativas para os produtores do Tennessee, aumentando a diversidade e resiliência dos nossos sistemas de produção com base em patentes”, diz Pedreira.
Os primeiros resultados serão apresentados agora em setembro, durante um dia de campo promovido pela Universidade, no qual os americanos poderão conhecer o desempenho das cultivares brasileiras em condições reais de campo. “Estamos muito empolgados com o que será revelado no evento, afinal, os resultados preliminares já são muito positivos”, adianta Nascimento.
Brasil exportando conhecimento
Além do potencial científico, a iniciativa da Semembrás com a universidade norte-americana representa uma oportunidade estratégica para ampliar a presença internacional das sementes produzidas no Brasil. Além disso, é um mercado com grande demanda e que remunera bem. “Temos capacidade para produzir sementes com a qualidade exigida por esse mercado, com volume e preço para atender essa demanda. É uma oportunidade importante ampliando a nossa presença internacional”, finaliza Nascimento.
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Kassi Bonissoni
Gerente de atendimento
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O novo horizonte para o financiamento corporativo

O novo horizonte para o financiamento corporativo
* por Guilherme Maldonado Ribeiro
A emissão de debêntures por sociedades limitadas ganhou crescente relevância nas operações estruturadas e de financiamento privado no Brasil. Embora o instrumento tenha origem atrelada à Lei das Sociedades por Ações (Lei nº 6.404/76), o que, à primeira vista, afastaria sua aplicação às limitadas, a prática de mercado superou essa rigidez. Amparada pela interpretação do artigo 1.053, parágrafo único, do Código Civil, que admite a aplicação supletiva da disciplina das S.A. às sociedades limitadas (desde que haja previsão contratual), consolidou-se a possibilidade de emissão de títulos de dívida customizados, estruturados para atender às demandas de financiamento e investimento.
Nesse cenário, o posicionamento do Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração (DREI), por meio do Ofício Circular SEI nº 92/2026, de 09 de fevereiro de 2026, representa um importante marco ao conferir maior segurança registral à emissão de debêntures por sociedades limitadas. Ao reconhecer e balizar o procedimento, o órgão ratificou o entendimento que já encontrava respaldo na prática empresarial, oferecendo maior clareza e diretrizes fundamentais para o registro.
Do ponto de vista operacional, a admissão das debêntures nas limitadas amplia o leque de instrumentos de captação de recursos para a grande maioria das empresas brasileiras. A possibilidade de emitir títulos estruturados, com remuneração, garantias e cláusulas flexíveis, aproxima a sociedade limitada do dinamismo do mercado de capitais, permitindo maior sofisticação na engenharia financeira dos negócios.
Por anos, o debate sobre a admissibilidade da emissão de debêntures por limitadas pautou-se na discussão sobre a suposta falta de correspondência estrutural com o Código Civil. No entanto, tais posições teóricas foram superadas pela evolução das operações empresariais e pela necessidade do mercado por estruturas mais ágeis.
A atuação do DREI representa um passo decisivo para a redução de incertezas e para a uniformização do entendimento entre as Juntas Comerciais. Em operações de vulto, que demandam segurança jurídica e previsibilidade registral, essa consolidação é um ativo fundamental.
Em suma, a formalização da emissão de debêntures por sociedades limitadas representa um avanço estratégico. O alinhamento da prática jurídica às necessidades reais do mercado de capitais favorece o desenvolvimento das empresas e amplia as opções de financiamento. Cabe agora aos assessores jurídicos assegurar que tais estruturas sejam implementadas com o rigor técnico necessário, aproveitando este novo ambiente de segurança para estruturar operações cada vez mais robustas e eficientes.
* Guilherme Maldonado Ribeiro é advogado especializado na área Societária, com ênfase em planejamentos patrimoniais, sucessórios e reestruturações societárias, operações de fusão e aquisição, governança corporativa e investimento estrangeiro, no Marcos Martins Advogados.
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Davi Maciel
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Dia do Pão de Queijo: descubra como preparar uma receita inusitada para celebrar a data
Para quem quer celebrar a data saboreando uma receita diferenciada e saborosa, a Kikkoman explica o passo a passo de uma receita exclusiva
Desde
2007, no dia 17 de agosto é comemorado no Brasil o Dia Nacional do Pão
de Queijo. A data tem como objetivo homenagear um dos maiores símbolos
da culinária brasileira. Seja no café da manhã, da tarde ou em outras
ocasiões, o pão de queijo hoje possui diferentes versões e variadas
receitas. Para quem quer celebrar a data saboreando uma receita
diferenciada e saborosa, a Kikkoman explica o passo a passo de uma
receita exclusiva, confira:
Pão de Queijo com Hambúrguer
Tempo de preparo: 30min
Rendimento: 6 porções
Ingredientes
12 pães de queijo
4 colheres (sopa) de Shoyu
Molho barbecue a gosto
300g de acém moído
12 folhas de alface lisa mini
6 fatias de queijo prato cortadas ao meio
Rodelas de tomate cereja
Modo de preparo
Asse os pães de queijo em uma AirFryer seguindo as instruções da embalagem.
Enquanto os pães de queijo assam prepare os hambúrgueres, em uma tigela adicione o acém moído e o Shoyu e misture bem.
Molde pequenas bolinhas de aproximadamente 25 gramas e achate com as mãos para formar mini hambúrgueres.
Aqueça um grill elétrico ou uma frigideira. Pincele manteiga derretida apenas para untar, frite os hambúrgueres por 2 minutos de cada lado, retire do fogo, adicione as fatias de queijo prato e deixe descansar cobertos por uma tampa ou assadeira por 2 minutos.
Corte os pães de queijo ao meio e passe rapidamente pela frigideira ou grill em que grelhou o hambúrguer, não é preciso limpar.
Espalhe molho barbecue na base do pão de queijo, adicione uma fatia de alface, o hambúrguer, as rodelas de tomate cereja, uma porção de molho barbecue e cubra com a tampa do pão de queijo.
Sirva a seguir.
Dica
Você pode fazer hambúrgueres de frango, basta substituir o acém por frango moído. Se desejar um hambúrguer de carne suína abra algumas linguiças toscanas e molde o recheio em formato de hambúrguer.
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Renato Lopes (11) 2311.0494 / (11) 2311.0484 (11) 91030-3530 www.noticiaexpressa.com. |
Pesquisa inédita mostra apoio da população à mídia regenerativa para revitalização urbana na cidade de São Paulo
Pesquisa inédita mostra apoio da população à mídia regenerativa para revitalização urbana na cidade de São Paulo
Estudo da Central de Outdoor, realizado pelo Instituto QualiBest, aponta ampla aceitação da publicidade na revitalização urbana e amplia o debate sobre mídia, paisagem e cidade, com participação de Regina Monteiro

Felipe Davis, vice-presidente da Central de Outdoor, Regina Monteiro, presidente da CPPU e superintendente de Paisagem Urbana na SP Urbanismo, Halisson Pontarolla, presidente da Central de Outdoor, e Fabi Soriano, diretora executiva da associação, debatem sobre os resultados da pesquisa e o futuro da mídia regenerativa nas cidades - Crédito: Alê Oliveira
Lançada durante o evento "Nasce um novo conceito de mídia", realizado em 13 de agosto de 2026 pela Central de Outdoor, a primeira pesquisa nacional sobre mídia regenerativa, desenvolvida em parceria com o Instituto QualiBest, revela que moradores da cidade de São Paulo são favoráveis ao uso da publicidade como alternativa para recuperar prédios degradados, revitalizar espaços urbanos e contribuir para a melhoria da paisagem urbana. O estudo ouviu 1.025 pessoas entre os dias 22 e 27 de fevereiro de 2026, sendo 875 por meio de painel online e 150 em entrevistas presenciais realizadas com população circulante da Avenida Paulista, Praça da República e Anhangabaú. O lançamento contou com a participação de Regina Monteiro, Presidente da Comissão de Proteção à Paisagem Urbana (CPPU) vinculada à Prefeitura de São Paulo e Superintendente de Paisagem Urbana na SP Urbanismo, que integrou um painel sobre os impactos da pesquisa e o futuro da mídia OOH nas cidades mediado por Felipe Davis, Vice-presidente da Central de Outdoor. A pesquisa está disponível no site da Central de Outdoor: https://centraldeoutdoor.org.br/midia-regenerativa
A pesquisa foi contratada pela Central de Outdoor, maior associação de mídia Out of Home (OOH) do país e uma das cinco maiores do mundo e conduzida pelo Instituto QualiBest. O levantamento é apresentado em um momento de transformação da mídia exterior, em que a discussão sobre mídia regenerativa amplia o papel do OOH ao propor que a publicidade também contribua para a qualificação dos espaços urbanos.
Os resultados indicam que essa proposta encontra ampla aceitação entre a população. Após conhecerem o conceito por meio de explicações e estímulos visuais apresentados durante a pesquisa, os entrevistados demonstraram forte aceitação ao modelo. No caso do restauro ou reforma de edifícios públicos e privados degradados financiados por anúncios comerciais, 83% dos entrevistados online e 95% dos entrevistados presenciais afirmaram aprovar a proposta. Quando o tema é a recuperação e preservação de espaços públicos ou privados, a aprovação continua muito positiva, com 84% entre os entrevistados online e 97% entre os entrevistados presenciais.

Pesquisa da Central de Outdoor, em parceria com o Instituto QualiBest, mostra ampla aprovação da população da cidade de São Paulo ao uso da publicidade como ferramenta para revitalização urbana: 83% dos entrevistados online e 95% dos presenciais aprovam a recuperação de edifícios degradados financiada por anúncios comerciais - Crédito: Divulgação
Além da aceitação, a população associa a mídia regenerativa a benefícios concretos para a cidade. Entre os entrevistados online, 91% consideram importante adotar esse modelo para recuperar espaços públicos; no recorte presencial, esse índice chega a 99%. A percepção predominante é de que a publicidade, quando vinculada à revitalização urbana, pode deixar a cidade mais agradável visualmente, contribuir para o bem-estar coletivo e até aumentar a sensação de segurança.
Para Halisson Pontarolla, presidente da Central de Outdoor, os dados mostram que a discussão sobre comunicação urbana está evoluindo. "A pesquisa mostra que a população entende que a comunicação urbana pode ter um papel construtivo quando está associada a benefícios concretos para a cidade. A mídia regenerativa propõe exatamente isso: integrar publicidade, responsabilidade urbana e melhoria real do espaço público", afirma.
Segundo o executivo, o conceito representa uma evolução no papel da mídia exterior nas cidades. "Não se trata apenas de onde a publicidade está, mas do que ela viabiliza. Quando a comunicação ajuda a restaurar patrimônios, recuperar áreas degradadas e qualificar a paisagem, ela deixa de ser percebida como interferência e passa a ser vista como contribuição para a cidade", completa.

Felipe Davis, vice-presidente da Central de Outdoor, Regina Monteiro, presidente da CPPU e superintendente de Paisagem Urbana na SP Urbanismo, Halisson Pontarolla, presidente da Central de Outdoor, e Fabi Soriano, diretora executiva da associação, debatem sobre os resultados da pesquisa e o futuro da mídia regenerativa nas cidades - Crédito: Alê Oliveira
Para Fabi Soriano, diretora executiva da associação, o levantamento ajuda a ampliar o debate sobre a paisagem urbana e ocupação responsável dos espaços públicos. "Existe espaço para uma discussão mais madura sobre a presença da comunicação nas cidades. Quando associada a contrapartidas claras para o ambiente urbano, a publicidade deixa de ser vista apenas como exposição comercial e passa a ser compreendida como ferramenta de qualificação da paisagem", destaca.

Levantamento aponta que a população associa a mídia regenerativa a benefícios concretos para o ambiente urbano: entre os entrevistados online, 91% consideram importante o uso desse modelo para aumentar a segurança, 89% para recuperar espaços públicos e 87% para melhorar o bem-estar coletivo - Crédito: QualiBest / Central de Outdoor
A discussão sobre mídia regenerativa acontece em um momento de fortalecimento e transformação da mídia Out of Home no Brasil. Segundo a Panorama Central de Outdoor 2026, pesquisa conduzida pela consultoria Objet Trouvé Soluções, a entidade reúne 195 associados entre exibidoras, agências e fornecedores, que movimentam R$ 2,9 bilhões por ano, disponibilizam cerca de 147 mil faces publicitárias e atuam nos 27 estados brasileiros, formando um dos maiores ecossistemas de mídia exterior da América Latina.
O que moradores da cidade de São Paulo valorizam e criticam no ambiente urbano
A pesquisa também investigou a percepção da população sobre o ambiente urbano de São Paulo. Áreas verdes, parques e praças aparecem como os elementos mais valorizados da cidade, citados por 57% dos entrevistados online e 58% dos presenciais como os aspectos mais bonitos e agradáveis do ambiente urbano. A arquitetura também aparece entre os pontos positivos, especialmente entre a população entrevistada presencialmente, mais conectada a regiões históricas e centrais da capital.
Na outra ponta, a percepção sobre a cidade ainda é crítica. Entre os principais fatores que prejudicam o ambiente urbano estão sujeira, lixo acumulado e poluição causada por veículos. A pesquisa também revela avaliação crítica sobre aspectos da infraestrutura urbana, como conservação de ruas, calçadas, fachadas, prédios históricos, parques, postes e fiações, indicando que a população reconhece a necessidade de melhorias concretas.
Esse
contexto ajuda a explicar a receptividade à mídia regenerativa. Para
75% dos entrevistados online e 94% dos presenciais, a adoção desse
modelo tem potencial para melhorar o ambiente urbano.
Os
resultados indicam que a discussão sobre comunicação urbana pode
avançar para além da oposição entre publicidade e preservação da
paisagem. Quando vinculada à recuperação de edifícios, espaços
degradados e melhorias urbanas, a mídia regenerativa passa a ser
percebida como uma ferramenta capaz de gerar benefícios concretos para a
cidade e para a população.
Regina Monteiro defende nova relação entre mídia, paisagem urbana e cidade
Durante o evento, Regina Monteiro, Presidente da Comissão de Proteção à Paisagem Urbana (CPPU) vinculada à Prefeitura de São Paulo e Superintendente de Paisagem Urbana na SP Urbanismo, participou de um painel mediado por Felipe Davis, vice-presidente da Central de Outdoor, para discutir os resultados da pesquisa e os caminhos para uma nova relação entre publicidade e espaço urbano. A conversa aborda o desafio atual de pensar como a comunicação pode respeitar esse legado e, ao mesmo tempo, contribuir para a recuperação e qualificação da cidade.
Ao comentar os resultados do levantamento, Regina destacou que a discussão sobre mídia regenerativa não deve ser entendida como uma oportunidade de estabelecer novas formas de parceria entre poder público, empresas e sociedade. Para ela, iniciativas desse tipo precisam partir das características e necessidades de cada território, considerando aspectos como mobilidade, sustentabilidade, preservação e qualidade dos espaços públicos.
A pesquisa apresentada pela Central de Outdoor também foi apontada como um importante ponto de partida para essa discussão. Os dados mostram que a população identifica problemas concretos na paisagem urbana e, ao mesmo tempo, demonstra abertura para modelos em que a publicidade esteja associada à recuperação de espaços e à geração de benefícios permanentes. Nesse sentido, Felipe Davis ressaltou que a pesquisa representa uma responsabilidade de demonstrar que a presença da mídia pode contribuir efetivamente para melhorar o ambiente urbano.
Outro ponto central do painel foi a necessidade de estabelecer critérios claros para que projetos de mídia regenerativa possam avançar com segurança e transparência. Segundo Davis, é necessário definir quais benefícios serão entregues à cidade, quem será responsável por sua execução e manutenção, por quanto tempo permanecerão e como seus resultados serão acompanhados. “A ideia é criar parâmetros que ofereçam segurança ao poder público, às empresas e à população, sem perder de vista as particularidades de cada região”.
Como exemplo do potencial desse modelo, Regina defendeu que áreas históricas, espaços públicos, recursos naturais e regiões que demandam melhorias podem se tornar pontos de partida para projetos que unam investimento privado e qualificação urbana. “É importante construir soluções em conjunto, com participação de arquitetos, designers, empresas, poder público e sociedade. Mais do que financiar uma campanha, a mídia regenerativa busca fazer com que a publicidade seja o meio para viabilizar um benefício que permaneça na cidade”.
Sobre a Central de Outdoor
A Central de Outdoor é a maior associação de mídia Out of Home (OOH) do país e uma das cinco maiores do mundo. Reúne 195 associados entre exibidoras, agências de planejamento e fornecedores, que movimentam R$2,9 bilhões por ano (base 2025), disponibilizam cerca de 147 mil faces publicitárias e atuam nos 27 estados brasileiros, formando um dos maiores ecossistemas de mídia exterior da América Latina (Fonte: Pesquisa Panorama Central de Outdoor - Objet Trouvé Soluções). É cofundadora do CENP (Fórum da Autorregulação do Mercado Publicitário), do CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), da Associação Latino-Americana de Out of Home (ALOOH) e membro da World Out of Home Organization (WOO).
Sobre o Instituto QualiBest
Pioneiro em pesquisas online, o Instituto QualiBest acumulou, ao longo dos anos, uma série de ferramentas inovadoras, que vêm transformando a forma de conduzir pesquisa de mercado e buscar respostas para projetos qualitativos e quantitativos de diversos níveis de complexidade. Além disso, compartilha com o mercado com regularidade seus estudos proprietários. Possui hoje um painel com mais de 250 mil usuários ativos cadastrados em todo o País e já realizou mais de 5.000 estudos. Entre os clientes do Instituto destacam-se Kellogg’s, Heineken, Assaí, Decathlon, Sanofi, Royal Canin, Unilever, Oswaldo Cruz, Vivara e Ogilvy, entre outros.
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Paternidade ativa redefine carreiras, transforma empresas e impulsiona uma nova cultura no mercado de trabalho
Paternidade ativa redefine carreiras, transforma empresas e impulsiona uma nova cultura no mercado de trabalho

De acordo com especialista da UniCesumar, a participação do pai na primeira infância ganha espaço nas organizações, influencia modelos de liderança e reforça debates sobre flexibilidade no trabalho e retenção de talentos
Durante muito tempo a paternidade, para alguns, esteve associada ao papel de provedor financeiro. Contudo, hoje, esse conceito passa por uma transformação e já produz reflexos no mercado de trabalho. Cada vez mais homens buscam participar ativamente da criação dos filhos, reorganizam prioridades profissionais, empreendem em busca de maior flexibilidade ou pressionam empresas a reverem políticas de licença-paternidade, jornadas de trabalho e modelos de gestão. O resultado é uma mudança que ultrapassa o ambiente familiar e influencia estratégias de retenção de talentos, cultura organizacional e desenvolvimento de lideranças.
“Apesar de extremamente significativa, essa não é uma mudança fácil de acontecer, levando em consideração o exemplo cultural herdado de outras gerações. Ela acontece de forma estrutural, com um processo de ressignificação da identidade masculina. O homem deixou de ser visto apenas como provedor da casa e passa a buscar reconhecimento também pela qualidade das relações que constrói dentro da família. Esse movimento ganha força à medida que as mulheres ocupam um papel cada vez mais relevante no mercado de trabalho e compartilham a responsabilidade pela sustentação financeira da casa", explica Luciane Centenaro, professora do curso de Psicologia da UniCesumar Curitiba (PR).
Esse movimento acompanha uma nova compreensão sobre os impactos da presença paterna na primeira infância. Ao menos é o que revela o resultado de um estudo sobre o tema pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, em que foi constatado que crianças apresentam trajetórias de desenvolvimento mais saudáveis, levando em consideração desde os primeiros meses de vida, quando os pais participam ativamente dos cuidados. Outros fatores revelados são que o desenvolvimento emocional e cognitivo são favorecidos a partir dessa interação e o ganho para a relação familiar é a redução da sobrecarga materna.
Mudanças no mercado de trabalho
Essa transformação também repercute na forma como muitos profissionais conduzem suas carreiras, já que em diferentes setores, cresce o número de pais que optam por empreender para conquistar maior autonomia sobre a agenda ou que passam a valorizar empresas com políticas mais flexíveis. Ao mesmo tempo, organizações começam a perceber que benefícios voltados à parentalidade deixaram de ser apenas uma pauta de bem-estar e passaram a integrar estratégias de atração e retenção de talentos.
“Entre as iniciativas que ganham espaço estão a ampliação da licença-paternidade, jornadas flexíveis, trabalho híbrido, programas de apoio à parentalidade e ambientes que incentivam homens a exercerem esse papel sem receio de impactos negativos na carreira. Mas, não basta criar benefícios se o ambiente não permite que eles sejam utilizados com naturalidade. É preciso abrir espaço para que os homens falem sobre a rotina com os filhos, sobre a divisão das responsabilidades em casa e para que gestores alinhem expectativas durante esse período. Quando a empresa trata esse tema de forma transparente, reduz o medo da estigmatização e fortalece uma cultura organizacional mais saudável", afirma a especialista da UniCesumar.
Competências que fortalecem a liderança
A experiência da paternidade também desenvolve competências que passaram a ser valorizadas pelas organizações. Escuta ativa, inteligência emocional, flexibilidade, gestão de conflitos e capacidade de adaptação são habilidades frequentemente fortalecidas durante a convivência com os filhos e que encontram aplicação direta em posições de liderança. "Para romper padrões e tornar-se referência para os filhos, o pai desenvolve autoconhecimento, aprende a validar emoções, aprimora a escuta e a flexibilidade cognitiva. Essas competências repercutem diretamente no ambiente corporativo, aumentando a capacidade de lidar com pressão, administrar conflitos e conduzir equipes de maneira mais equilibrada", observa a psicóloga.
Apesar desse avanço, conciliar as demandas profissionais com a presença na rotina dos filhos continua sendo um desafio para muitos pais. A sensação de culpa e a dificuldade para estabelecer limites entre trabalho e vida pessoal ainda fazem parte da realidade de diversas famílias. "O primeiro passo é abandonar a busca pela perfeição. Muitas vezes, quinze minutos de atenção integral, sem celular ou outras interrupções, têm mais impacto do que longos períodos de convivência sem conexão verdadeira. A primeira infância é uma fase única e exige escolhas conscientes sobre como administrar o tempo", conclui Centenaro.
Sobre a UniCesumar
Com mais de 35 anos no mercado educacional e desde 2022 como uma das marcas integradas ao grupo Vitru Educação, a UniCesumar conta com uma comunidade de cerca de 500 mil alunos. Atualmente, possui uma robusta estrutura de Educação a Distância (EAD), com mais de 1,3 mil polos espalhados por todas as regiões do país, além de três unidades internacionais, localizadas em Dubai (Emirados Árabes) e Genebra (Suíça). No ensino presencial, destaca-se o curso de Medicina, oferecido nos campi de Maringá (PR) e Corumbá (MS), juntamente a outros três campi, localizados em Curitiba, Londrina e Ponta Grossa (PR). Como um dos dez maiores grupos educacionais privados do Brasil, a UniCesumar oferece portfólio diversificado, com 350 cursos, abrangendo graduação, pós-graduação, técnicos, profissionalizantes, mestrado e doutorado. Sua missão é promover o acesso à educação de qualidade e contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional de seus alunos, preparando-os para os desafios do mercado de trabalho.
Contatos para imprensa:
E-mail: vitru@webershandwick.com
Priscilla Poubel – ppoubel@webershandwick.com | Telefone: (21) 9 8351-0185
Paulo Lima – plima@webershandwick.com | Telefone: (11) 9 8398-6996
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Paternidade ativa redefine carreiras, transforma empresas e impulsiona uma nova cultura no mercado de trabalho

De acordo com especialista da UniCesumar, a participação do pai na primeira infância ganha espaço nas organizações, influencia modelos de liderança e reforça debates sobre flexibilidade no trabalho e retenção de talentos
Durante muito tempo a paternidade, para alguns, esteve associada ao papel de provedor financeiro. Contudo, hoje, esse conceito passa por uma transformação e já produz reflexos no mercado de trabalho. Cada vez mais homens buscam participar ativamente da criação dos filhos, reorganizam prioridades profissionais, empreendem em busca de maior flexibilidade ou pressionam empresas a reverem políticas de licença-paternidade, jornadas de trabalho e modelos de gestão. O resultado é uma mudança que ultrapassa o ambiente familiar e influencia estratégias de retenção de talentos, cultura organizacional e desenvolvimento de lideranças.
“Apesar de extremamente significativa, essa não é uma mudança fácil de acontecer, levando em consideração o exemplo cultural herdado de outras gerações. Ela acontece de forma estrutural, com um processo de ressignificação da identidade masculina. O homem deixou de ser visto apenas como provedor da casa e passa a buscar reconhecimento também pela qualidade das relações que constrói dentro da família. Esse movimento ganha força à medida que as mulheres ocupam um papel cada vez mais relevante no mercado de trabalho e compartilham a responsabilidade pela sustentação financeira da casa", explica Luciane Centenaro, professora do curso de Psicologia da UniCesumar Curitiba (PR).
Esse movimento acompanha uma nova compreensão sobre os impactos da presença paterna na primeira infância. Ao menos é o que revela o resultado de um estudo sobre o tema pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, em que foi constatado que crianças apresentam trajetórias de desenvolvimento mais saudáveis, levando em consideração desde os primeiros meses de vida, quando os pais participam ativamente dos cuidados. Outros fatores revelados são que o desenvolvimento emocional e cognitivo são favorecidos a partir dessa interação e o ganho para a relação familiar é a redução da sobrecarga materna.
Mudanças no mercado de trabalho
Essa transformação também repercute na forma como muitos profissionais conduzem suas carreiras, já que em diferentes setores, cresce o número de pais que optam por empreender para conquistar maior autonomia sobre a agenda ou que passam a valorizar empresas com políticas mais flexíveis. Ao mesmo tempo, organizações começam a perceber que benefícios voltados à parentalidade deixaram de ser apenas uma pauta de bem-estar e passaram a integrar estratégias de atração e retenção de talentos.
“Entre as iniciativas que ganham espaço estão a ampliação da licença-paternidade, jornadas flexíveis, trabalho híbrido, programas de apoio à parentalidade e ambientes que incentivam homens a exercerem esse papel sem receio de impactos negativos na carreira. Mas, não basta criar benefícios se o ambiente não permite que eles sejam utilizados com naturalidade. É preciso abrir espaço para que os homens falem sobre a rotina com os filhos, sobre a divisão das responsabilidades em casa e para que gestores alinhem expectativas durante esse período. Quando a empresa trata esse tema de forma transparente, reduz o medo da estigmatização e fortalece uma cultura organizacional mais saudável", afirma a especialista da UniCesumar.
Competências que fortalecem a liderança
A experiência da paternidade também desenvolve competências que passaram a ser valorizadas pelas organizações. Escuta ativa, inteligência emocional, flexibilidade, gestão de conflitos e capacidade de adaptação são habilidades frequentemente fortalecidas durante a convivência com os filhos e que encontram aplicação direta em posições de liderança. "Para romper padrões e tornar-se referência para os filhos, o pai desenvolve autoconhecimento, aprende a validar emoções, aprimora a escuta e a flexibilidade cognitiva. Essas competências repercutem diretamente no ambiente corporativo, aumentando a capacidade de lidar com pressão, administrar conflitos e conduzir equipes de maneira mais equilibrada", observa a psicóloga.
Apesar desse avanço, conciliar as demandas profissionais com a presença na rotina dos filhos continua sendo um desafio para muitos pais. A sensação de culpa e a dificuldade para estabelecer limites entre trabalho e vida pessoal ainda fazem parte da realidade de diversas famílias. "O primeiro passo é abandonar a busca pela perfeição. Muitas vezes, quinze minutos de atenção integral, sem celular ou outras interrupções, têm mais impacto do que longos períodos de convivência sem conexão verdadeira. A primeira infância é uma fase única e exige escolhas conscientes sobre como administrar o tempo", conclui Centenaro.
Sobre a UniCesumar
Com mais de 35 anos no mercado educacional e desde 2022 como uma das marcas integradas ao grupo Vitru Educação, a UniCesumar conta com uma comunidade de cerca de 500 mil alunos. Atualmente, possui uma robusta estrutura de Educação a Distância (EAD), com mais de 1,3 mil polos espalhados por todas as regiões do país, além de três unidades internacionais, localizadas em Dubai (Emirados Árabes) e Genebra (Suíça). No ensino presencial, destaca-se o curso de Medicina, oferecido nos campi de Maringá (PR) e Corumbá (MS), juntamente a outros três campi, localizados em Curitiba, Londrina e Ponta Grossa (PR). Como um dos dez maiores grupos educacionais privados do Brasil, a UniCesumar oferece portfólio diversificado, com 350 cursos, abrangendo graduação, pós-graduação, técnicos, profissionalizantes, mestrado e doutorado. Sua missão é promover o acesso à educação de qualidade e contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional de seus alunos, preparando-os para os desafios do mercado de trabalho.
Contatos para imprensa:
E-mail: vitru@webershandwick.com
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quarta-feira, 12 de agosto de 2026
Fortinet Cybersecurity Summit: IA ajuda cibercriminosos a trabalhar de forma mais inteligente com menos esforço
Fortinet Cybersecurity Summit: IA ajuda cibercriminosos a trabalhar de forma mais inteligente com menos esforço
-
No Fortinet Cybersecurity Summit Brasil 2026, a empresa anunciou dados que apontam para uma nova tendência de ampliação das atividades voltadas à preparação dos ataques
-
No 1º semestre de 2026, a Fortinet registrou 249,3 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos ao Brasil
-
Varreduras ativas, distribuição de malware e mineração irregular de criptomoedas superam, em seis meses, os volumes registrados durante todo o ano de 2025
São Paulo, agosto de 2026, FCS Brasil
– Relatório inédito da Fortinet® (NASDAQ: FTNT), líder global em
segurança cibernética que impulsiona a convergência de rede e segurança,
aponta uma tendência de mudança no perfil de ataques cibernéticos
direcionados ao Brasil. Apresentado durante o Fortinet Cybersecurity
Summit Brasil 2026, a nova edição do relatório do Cenário Global de
Ameaças traz dados dos primeiros seis meses deste ano e revela uma
crescente valorização das etapas iniciais da cadeia de ataque – isto é,
de mapeamento e de reconhecimento das vulnerabilidades e oportunidades
para ações maliciosas – e de novas dinâmicas de financiamento das
atividades criminosas, ampliando o uso de criptomoedas.
No
primeiro semestre de 2026, o Brasil recebeu 249,3 bilhões de tentativas
de ataques e atividades maliciosas. Com destaque para 9 bilhões de
varreduras ativas, volume 44% superior ao total registrado em todo o ano
de 2025. Essa etapa passou a ter importância superior para os grupos
cibercriminosos que, ao localizar pontos vulneráveis conseguem
selecionar melhor os alvos que trarão o retorno esperado antes de
iniciar uma tentativa de comprometimento.
Diante desse cenário, a
Fortinet afirma que com a IA os criminosos trabalham de forma mais
inteligente e com menos esforço. O relatório do Cenário Global de
Ameaças revela como os agentes maliciosos estão utilizando a IA agêntica
para executar ataques mais sofisticados.
Frederico Tostes,
country manager da Fortinet Brasil, afirma que o cibercrime é uma das
ameaças mais disseminadas e que mais causam prejuízos financeiros no
mundo “nas previsões de ameaças cibernéticas para 2026, alertamos o
mercado de que os cibercriminosos estão funcionando como empresas
semiautônomas. Incentivar o combate ao cibercrime nunca foi tão
importante. Por isso, durante o Fortinet Cybersecurity Summit deste ano
buscamos mostrar como a companhia está empenhada em combater o
cibercrime, coletando e compartilhando informações sobre ameaças e
trabalhando ativamente para combatê-las em escala global”, finalizou
Tostes.
As ações de etapa final da cadeia de ataque figuram no
relatório do 1º semestre de 2026 com 238 bilhões de tentativas de
negação de serviço e 6.932 incidentes de ransomware. Outro ponto de
atenção apontado pela Fortinet está na distribuição de malware, o Brasil
contabilizou 406,8 milhões de atividades relacionadas à disseminação de
softwares maliciosos no primeiro semestre de 2026, mais que o dobro
identificado em todo o ano de 2025, que registrou 187,5 milhões de
atividades desse tipo.
“Os dados do relatório reforçam as
recomendações, análises e anúncios que fizemos durante o Fortinet
Cybersecurity Summit Brasil para todos os setores da economia: a
segurança cibernética precisa evoluir suas operações para uma defesa
industrializada também, e adotar ferramentas com IA que respondam e
protejam na mesma velocidade que as ameaças modernas. A Fortinet defende
o uso de uma plataforma unificada de operações de segurança, com
tecnologia de IA, capaz de reduzir a complexidade operacional e acelerar
as investigações, permitindo que as empresas brasileiras se defendam
contra ameaças impulsionadas por IA em escala”, explica Alexandre
Bonatti, vice-presidente de Engenharia da Fortinet Brasil.
A
análise, elaborada pelo FortiGuard Labs, laboratório de inteligência de
ameaças da companhia, utiliza como referência o modelo Cyber Kill Chain,
que acompanha as diferentes fases de um ataque cibernético (do
reconhecimento do alvo até a execução do objetivo). A etapa final da
cadeia de ataque segue como as mais empreendidas em meio às atividades
maliciosas, respondendo por mais de 95% das atividades mapeadas.
Contudo, na perspetiva histórica do monitoramento do cibercrime, o
laboratório da Fortinet identificou essa ascensão das iniciativas de
reconhecimento. Ou seja, apesar da capacidade de disseminar milhões de
ações simultâneas, os cibercriminosos têm investido tempo e preparação
na identificação dos alvos e das melhores oportunidades de ataque,
potencialmente as que tiverem maior impacto e melhor retorno.
O relatório do FortiGuard Labs ainda destaca que o Brasil recebeu no período:
-
976 mil tentativas de drive-by download na fase de entrega do ataque;
-
42 milhões de atividades relacionadas a botnets no Brasil;
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Os registros de trojans triplicaram ao saltar de 32 milhões, no último ano, para 100 milhões apenas no 1º semestre de 2026;
-
Diferentemente de ataques pontuais, esse tipo de abordagem com trojans permite que os agentes maliciosos permaneçam dentro dos sistemas enquanto avaliam novas possibilidades de exploração.
Criptomoedas
Entre
os indicadores que ganharam relevância no período está o crescimento
das tentativas de cryptominer. Diferentemente de ataques que buscam
impacto imediato, como ransomware ou negação de serviço, esse tipo de
atividade está associado à exploração contínua de recursos
computacionais obtidos de forma ilegal. As tentativas de cryptominer no
Brasil também apresentaram crescimento significativo, alcançando 69 mil
ocorrências em 2026, acima do total registrado durante todo o ano
passado.
Esse comportamento amplia a discussão sobre os impactos
financeiros do cibercrime. Além dos custos para as empresas associados à
interrupção de operações ou recuperação de ambientes, ameaças desse
tipo podem representar consumo indevido de recursos tecnológicos,
aumento de utilização de infraestrutura e perda de eficiência
operacional.
“Esse aumento de cryptominer chama atenção porque
evidencia uma frente do cibercrime voltada à exploração econômica de
recursos computacionais comprometidos. Atividades relacionadas a
cryptominer revelam uma lógica diferente de monetização, os criminosos
estão utilizando a capacidade computacional de terceiros no país para
obter retorno financeiro, transformando equipamentos e ambientes
invadidos em recursos exploráveis ao longo do tempo”, explica Bonatti.
Sobre a Fortinet
A Fortinet (NASDAQ: FTNT) é uma força motriz na evolução da segurança cibernética e na convergência de rede e segurança. Nossa missão é proteger pessoas, dispositivos e dados em todos os lugares, e hoje oferecemos segurança cibernética onde você precisar com o maior portfólio integrado de mais de 50 produtos de nível empresarial. Mais de meio milhão de clientes confiam nas soluções da Fortinet, que estão entre as mais implantadas, mais patenteadas e mais validadas do setor. O Fortinet Training Institute, um dos maiores e mais amplos programas de treinamento do setor, dedica-se a disponibilizar treinamento em segurança cibernética e novas oportunidades de carreira para todos. O FortiGuard Labs, laboratório de pesquisa e inteligência de ameaças de elite da Fortinet, desenvolve e utiliza aprendizado de máquina de ponta e tecnologias de IA para fornecer aos clientes inteligência de ameaças acionável e proteção oportuna e consistente com a melhor classificação do mercado. Saiba mais em www.fortinet.com/br, Fortinet Blog e FortiGuard Labs.
Edson Raphael
Executivo de atendimento
edson.raphael@nr7.ag
(11) 91831-5360





