MEDIÇÃO DE TERRA

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quarta-feira, 10 de junho de 2026

Copa do Mundo: Combinação de estresse emocional e excessos acende alerta para a saúde cardiovascular e mental

 

Vitru Educação


Copa do Mundo: Combinação de estresse emocional e excessos acende alerta para a saúde cardiovascular e mental



Especialistas da UniCesumar explicam como a tensão das partidas e a quebra de rotina afetam o organismo e orientam sobre os cuidados necessários para evitar crises hipertensivas e infartos

 

Com a chegada da Copa do Mundo 2026, a rotina dos torcedores brasileiros sofre alterações imediatas, com a criação de um cenário de atenção para a saúde pública devido à alta carga emocional das partidas decisivas somada ao aumento no consumo de bebidas alcoólicas e alimentos ultraprocessados.

 

"Essa combinação gera um impacto cardiovascular direto e em curto prazo. O excesso de sódio eleva a pressão arterial, enquanto o álcool contribui para a desidratação e para alterações no ritmo cardíaco. Quando associados ao estresse intenso de um jogo, esses fatores sobrecarregam o organismo e podem precipitar crises hipertensivas e arritmias graves, especialmente em pacientes que já possuem histórico de doenças cardiovasculares", alerta Rafael Battilani, cardiologista e professor do curso de Medicina da UniCesumar de Maringá.

 

Durante os jogos, o organismo entra em um estado de alerta comparável a situações de estresse agudo. Há a ativação do sistema nervoso simpático, que provoca o aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial. Em pessoas sem condições pré-existentes, essas alterações são temporárias. No entanto, para grupos de risco, o impacto pode ser deletério.

 

“Em pacientes com hipertensão, diabetes, obesidade ou histórico de infarto, isso pode precipitar descompensações. Sintomas como aperto no peito, falta de ar súbita, palpitações duradouras e sensação de desmaio nunca devem ser ignorados e exigem atendimento imediato”, complementa o docente.

 

Saúde mental e o gerenciamento do estresse

Além dos impactos físicos, o evento esportivo atua diretamente na saúde mental. O futebol promove uma experiência coletiva que gera picos de euforia e frustração em curtos períodos de tempo. A ansiedade pré-jogo é uma resposta natural do corpo, mas passa a ser um problema de saúde quando afeta o sono, a concentração no trabalho e as relações interpessoais.

 

“O comportamento em grupo intensifica as reações emocionais, tornando as emoções contagiosas. É fundamental que o torcedor observe seus próprios sinais físicos de tensão e aplique estratégias de autocuidado para regular o estresse. A resiliência emocional se fortalece quando compreendemos que o esporte deve ser uma fonte de lazer e integração social, e não um gatilho para o sofrimento constante”, afirma Andrea Rua, coordenadora do curso de Psicologia da UniCesumar de Curitiba.

 

Medidas práticas de prevenção

Para que o período do campeonato seja aproveitado de forma segura, os especialistas da UniCesumar destacam diretrizes práticas de prevenção:

 

  • Adesão aos tratamentos: pacientes com doenças crônicas não devem, sob nenhuma circunstância, interromper o uso das medicações prescritas.
  • Moderação no consumo: reduzir a ingestão de alimentos ricos em gordura e sódio. O consumo de álcool deve ser intercalado com a hidratação contínua com água.
  • Higiene do sono: manter a rotina de descanso estruturada, adaptando-se com cautela aos horários alternativos das partidas.
  • Regulação emocional: praticar exercícios de respiração nos momentos de maior tensão e focar na convivência social positiva.

 

“A Copa do Mundo é um momento de união. Com atenção aos limites do corpo e manutenção de hábitos preventivos, é possível acompanhar a competição protegendo a integridade física e mental”, conclui Andrea Rua.

 

Sobre a UniCesumar

Com mais de 35 anos no mercado educacional e desde 2022 como uma das marcas integradas ao grupo Vitru Educação, a UniCesumar conta com uma comunidade de cerca de 500 mil alunos. Atualmente, possui uma robusta estrutura de Educação a Distância (EAD), com mais de 1,3 mil polos espalhados por todas as regiões do país, além de três unidades internacionais, localizadas em Dubai (Emirados Árabes) e Genebra (Suíça). No ensino presencial, destaca-se o curso de Medicina, oferecido nos campus de Maringá (PR) e Corumbá (MS), juntamente a outros três campi, localizados em Curitiba, Londrina e Ponta Grossa (PR). Como um dos dez maiores grupos educacionais privados do Brasil, a UniCesumar oferece portfólio diversificado, com 350 cursos, abrangendo graduação, pós-graduação, técnicos, profissionalizantes, mestrado e doutorado. Sua missão é promover o acesso à educação de qualidade e contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional de seus alunos, preparando-os para os desafios do mercado de trabalho.

 

Contatos para imprensa:

Weber Shandwick

E-mail: vitru@webershandwick.com

 

Priscilla Poubel – ppoubel@webershandwick.com | Telefone: (21) 9 8351-0185

Paulo Lima plima@webershandwick.com | Telefone: (11) 9 8398-6996

 


No dia da estreia do Brasil na Copa, Salvador recebe empresários para falar de liderança e negócios

 




Encontro promovido pelo Clube CDC terá palestra de Marcelo Antonioli e destacará a importância das conexões estratégicas para o crescimento empresarial

O Clube CDC promove no próximo dia 13 de junho, mais uma edição do Almoço Conexões & Negócios. O evento tem como objetivo estimular o networking, a troca de experiências e a geração de oportunidades entre empresários. O evento será realizado às 12h30, no Medieval Restaurante e contará com palestra de Marcelo Antonioli.

Marcelo Antonioli é publicitário especialista em marketing e gestão de branding. Está no mercado há mais de 20 anos e desde 2014, empreende no digital com uma escola para infoprodutores, ajudando empresários, mentores e consultores.

No evento, o executivo irá abordar o tema "O novo jogo da influência empresarial". A escolha da data não é por acaso. Realizado no dia da estreia do Brasil na Copa do Mundo, o evento utiliza o maior espetáculo esportivo do planeta como inspiração para discutir temas que também fazem parte do universo dos negócios, como liderança, influência, preparação, planejamento e construção de resultados.

A proposta é mostrar que, assim como no esporte, as conexões certas podem fazer a diferença na conquista de grandes objetivos empresariais, além de discutir como a influência se tornou um diferencial estratégico para profissionais e empresas em um mercado cada vez mais competitivo e conectado.

De acordo com Marcelo, o ambiente empresarial vive uma transformação em que a influência passou a ser um ativo fundamental para o crescimento dos negócios.

"Vivemos uma era em que relacionamentos valem tanto quanto conhecimento técnico. As empresas e profissionais que conseguem construir conexões autênticas, gerar confiança e ampliar sua rede de influência saem na frente. O networking deixou de ser apenas uma ferramenta de relacionamento para se tornar uma estratégia de crescimento, geração de oportunidades e fortalecimento de marcas", afirma.

Para o idealizador do Clube CDC, Rodrigo Monteiro, a escolha da data também reforça a importância dos relacionamentos para o sucesso empresarial.  "A Copa do Mundo é um momento que desperta sentimentos de união, estratégia e superação. No mundo empresarial, esses elementos também são fundamentais. Escolhemos realizar o encontro nesse dia justamente para reforçar a importância das conexões, da preparação e da influência na construção de resultados duradouros", destaca.

Segundo Monteiro, o evento foi criado para aproximar empresários que entendem o valor do relacionamento como ferramenta de crescimento. "Muitos negócios surgem a partir de conexões construídas com confiança e propósito.

O Conexões & Negócios é um ambiente pensado para reunir empresários que desejam ampliar sua rede de contatos, compartilhar experiências e identificar novas oportunidades de mercado. Quando as pessoas certas se encontram, os negócios acontecem naturalmente", afirma. Quem participar deste encontro ganhará uma camiseta da seleção brasileira personalizada.

O Clube CDC promove encontros periódicos voltados ao desenvolvimento empresarial, à ampliação de redes de relacionamento e à geração de negócios, reunindo lideranças de diferentes setores em torno de temas ligados à gestão, inovação, liderança e empreendedorismo.

 

Serviço

Almoço Conexões & Negócios
Tema: O novo jogo da influência empresarial
Data: 13 de junho
Horário: 12h30
Local: Medieval Restaurante – Salvador (BA)
Público: Empresários e empreendedores convidados.

 

 



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Rodrigo Monteiro e Marcelo Antonioli.
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Lucky Assessoria de Comunicação

Carolina Bozzi
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Dia dos Namorados: especialista explica como construir vínculos emocionais mais saudáveis no cotidiano

 


Dia dos Namorados: especialista explica como construir vínculos emocionais mais saudáveis no cotidiano

Falta de presença, rotina automática e excesso de distrações silenciam conexões afetivas modernas, alerta neuropsicóloga

São Paulo, junho de 2026 - Em meio à correria do dia a dia, às cobranças emocionais e parcerias      cada vez mais influenciadas pelas redes sociais, o Dia dos Namorados surge como um convite para refletir sobre a qualidade das conexões amorosas.      

A neuropsicóloga Aline Reichert, do CAISM de Franco da Rocha, unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) e gerenciada pelo CEJAM – Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”, explica como pequenas atitudes ajudam a fortalecer vínculos e quais sinais merecem atenção quando a vida a dois deixa de ser prazerosa. 

Em meio à rotina acelerada, excesso de estímulos e relações cada vez mais imediatas, por que a comunicação continua sendo um dos pilares mais importantes em um relacionamento? 

Porque é através da comunicação que o casal consegue se sentir visto e compreendido. Hoje vivemos cercados de distrações, respostas rápidas e pouca presença. Muitas vezes, as pessoas convivem fisicamente, mas afetivamente estão distantes. Comunicação não é apenas conversar, mas conseguir expressar necessidades, frustrações, carinhos e vulnerabilidades sem medo de julgamento ou rejeição. 

A escuta acolhedora também exige presença genuína. É ouvir para compreender, não apenas para responder. Muitas vezes, o parceiro não precisa de solução imediata, mas sentir que sua dor, medo ou insegurança fazem sentido. 

Muitas pessoas associam afeto apenas a grandes demonstrações românticas. No dia a dia, quais atitudes simples costumam ter mais impacto na construção de vínculos saudáveis? 

São os pequenos gestos consistentes que sustentam os elos ao longo do tempo. Ser ouvido com atenção, receber um olhar genuíno, perceber que o outro lembra de algo importante para você, perguntar como foi o dia e realmente se interessar pela resposta, tudo isso transmite cuidado. 

Afeto não está apenas em presentes ou datas especiais. Está na delicadeza cotidiana, no respeito durante os momentos difíceis e na sensação de que existe alguém genuinamente disponível ao seu lado. 

Em relacionamentos longos, é comum que o casal entre no “modo automático”. Como isso pode abalar a convivência e quais sinais indicam que a conexão amorosa está sendo deixada de lado? 

O “modo automático” costuma surgir quando o cotidiano passa a funcionar apenas no campo das obrigações: pagar contas, resolver problemas e cumprir rotina. Aos poucos, o casal deixa de nutrir o vínculo, muitas vezes de forma silenciosa. 

Alguns sinais importantes são conversas cada vez mais superficiais, ausência de parceria, irritação constante, distanciamento físico e sensação de solidão mesmo estando acompanhado. Quando começa a afetar autoestima, sono, humor e sensação de bem-estar, é importante não naturalizar o sofrimento. 

As redes sociais acabam influenciando expectativas amorosas, comparações e até inseguranças. De que forma esse cenário impacta os casais? 

As redes sociais criaram uma vitrine constante de perfeição as pessoas começam a comparar a intimidade real delas com recortes idealizados da vida dos outros. Isso gera frustração, insegurança e expectativas irreais sobre amor.      

Muitos casais passam a performar umfelicidade em vez de realmente vivê-la. Além disso, a comparação excessiva pode aumentar sentimentos de insuficiência, ciúme e cobrança     . 

Conflitos fazem parte de qualquer relacionamento, mas nem toda discussão é destrutiva. O que diferencia casais que conseguem atravessar conflitos de forma amistosa daqueles que entram em ciclos de desgaste? 

A diferença está na forma como o conflito é conduzido. Casais saudáveis entendem que estão enfrentando um problema juntos, e não lutando um contra o outro. Mesmo em momentos de irritação, conseguem preservar o respeito     . 

Já relações desgastadas frequentemente entram em dinâmicas de ataque, humilhação, ironia, silêncio punitivo ou invalidação constante. O conflito destrutivo não é aquele em que há divergência, mas aquele em que a parceria deixa de ser protegida durante a discussão. 

Pensando no contexto do Dia dos Namorados, como os casais podem transformar a data em uma oportunidade de conexão real e não apenas em uma celebração simbólica? 

Talvez o mais importante seja tirar o foco da perfeição e voltar para a presença. O Dia dos Namorados não precisa ser uma disputa de grandes demonstrações. Pode ser um momento de pausa em meio à correria para lembrar por que escolheram caminhar juntos. 

Conversar com mais verdade, demonstrar gratidão, resgatar memórias afetivas, ouvir o outro sem distrações e criar momentos simples de troca costumam ter muito mais valor do que qualquer ideal romântico performático. 

 

Sobre o CEJAM  

O CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” é uma entidade filantrópica e sem fins lucrativos. Fundada em 1991, a Instituição atua em parceria com o poder público no gerenciamento de serviços e programas de saúde em São Paulo, Rio de Janeiro, Mogi das Cruzes, Osasco, Campinas, Carapicuíba, Barueri, Franco da Rocha, Guarulhos, Santos, São Roque, Lins, Assis, Ferraz de Vasconcelos, Pariquera-Açu, Itapevi, Peruíbe e São José dos Campos.  

A organização faz parte do Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (IBROSS), e tem a missão de ser instrumento transformador da vida das pessoas por meio de ações de promoção, prevenção e assistência à saúde.  

O CEJAM é considerado uma Instituição de excelência no apoio ao Sistema Único de Saúde (SUS), tendo conquistado, em 2025, a certificação Great Place to Work. O seu nome é uma homenagem ao Dr. João Amorim, médico obstetra e um dos fundadores da Instituição.  

Neste ano, a organização lança a campanha CEJAM 2026: respeito à vida, respeito ao planeta. 365 dias cuidando do presente, transformando o futuro!  

Siga o CEJAM nas redes sociais (@cejamoficial) e acompanhe os conteúdos divulgados no site da instituição.  
 
Informações à imprensa:    
Máquina  
cejam@agenciamaquina.com  



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Máquina Cohn & Wolfe

terça-feira, 9 de junho de 2026

Qual o futuro do ERP diante da era da IA?

 


Por Marco Vonzodas 

No atual cenário corporativo, existe uma corrida desenfreada rumo à Inteligência Artificial. CEOs, conselhos e diretores compartilham do mesmo temor: o medo de ficar para trás. Diante dos olhos do mercado, a IA assumiu o papel de resolver gargalos históricos, acelerar entregas e cortar custos com um simples comando. No entanto, é nos bastidores dessa euforia coletiva que reside um erro invisível, silencioso e que pode custar milhões de reais: tentar acelerar a adoção de IA sem antes alcançar a maturidade operacional.   

A verdade que o mercado tenta ignorar é que a Inteligência Artificial não cria organização, mas depende dela. Isso é, dentro do ecossistema de uma empresa, velocidade sem contexto não é eficiência — é um risco financeiro e jurídico imenso. Afinal, uma IA só consegue operar com profundidade, precisão e segurança quando compreende as nuances do negócio. Dessa forma, sem uma base estruturada, a tecnologia trabalha às cegas, operando sobre dados fragmentados e gerando diagnósticos falhos que podem direcionar investimentos errados ou comprometer a conformidade fiscal.   

Neste aspecto, o ERP continua se mantendo como o elo principal para garantir o direcionamento correto. No entanto, mesmo tendo essa relevância, muitos previram, de forma precipitada, que a era da IA decretaria o fim dos sistemas de gestão tradicionais. Entretanto, a realidade aponta para o caminho oposto, uma vez que o futuro do ERP não é desaparecer, mas sim tornar-se invisível, integrando-se de forma tão profunda à inteligência operacional que passará a funcionar como o verdadeiro sistema nervoso da empresa.   

Durante décadas, o mercado enxergou o ERP sob uma ótica transacional. Seu papel era meramente registrar o que já havia acontecido: o pedido faturado, o nível do estoque, o fechamento do balancete financeiro ou o volume produzido. Com a maturidade tecnológica atual, essa dinâmica mudou drasticamente. O ERP deixa de ser um livro de registros e passa a ser o motor operacional ativo.  

Não à toa, segundo a pesquisa feita pela Censuswide com mais de quatro mil CFOs, CISOs, CIOs e CEOs em todo o mundo, 33% acreditam que o futuro está em um “ERP agêntico, com tomada de decisão autônoma orientada por IA”. Isso acontece porque é o sistema de gestão que transforma dados brutos em inteligência empresarial real.   

O que a inteligência artificial de fato elimina não é o sistema de gestão, mas a burocracia que antes podem o cercar, como interfaces manuais, tarefas repetitivas, dependência de consultas humanas morosas e workflows engessados. Em contrapartida, ela eleva drasticamente a exigência por dados confiáveis, governança e processos padronizados. Ou seja, quanto mais automações uma empresa deseja aplicar, mais sólida e madura sua base operacional precisa ser.   

Até porque, uma vez que os dados estão centralizados, o sistema não diz apenas o que aconteceu, mas dá os insumos para a IA apontar o que deve ser feito. Contudo, quando as áreas de uma empresa operam desconectadas, com cada departamento defendendo sua própria versão da verdade em planilhas paralelas, a inteligência perde o contexto, e a partir disso, a organização pode estar exposta a erros.  

E uma IA sem contexto toma decisões frágeis, que podem desalinhar o planejamento de compras, comprometer o fluxo de caixa ou gerar furos graves na cadeia de suprimentos. A integração operacional, portanto, deixou de ser uma métrica de eficiência interna para se tornar a condição de sobrevivência para a Inteligência Artificial corporativa.   

Segundo dados da McKinsey, cerca de 72% das empresas do mundo já usam essa tecnologia. Por sua vez, a respostas daquilo que a organização precisa não está necessariamente vinculada à ferramenta adquirida, mas na qualidade operacional que alimenta essa solução. O  

Sob essa nova perspectiva, o papel da implementação de um sistema de gestão ganha um peso muito mais estratégico. No passado, o sucesso de uma implantação se resumia a colocar o software para funcionar dentro do prazo e do orçamento. Hoje, implantar um sistema significa construir a fundação estrutural que sustentará toda a inteligência operacional e a escala futura da empresa.   

É por essa razão que plataformas globais e integradas, como o SAP Business One, ganham ainda mais relevância nessa nova era dos negócios. O ecossistema SAP atua justamente como esse alicerce de dados centralizados, integração nativa entre áreas, rastreabilidade ponta a ponta e governança rígida que a tecnologia exige. Além disso, utilizar uma solução consolidada de mercado garante que os processos estejam maduros e os dados limpos antes mesmo de a IA interagir com eles. Sem essa preparação prévia, a automação pode até gerar velocidade, mas dificilmente entregará consistência operacional.   

O grande movimento de mercado daqui para frente exige uma mudança de mentalidade por parte das lideranças. Empresários e gestores precisam compreender, de uma vez por todas, que a Inteligência Artificial não substitui a gestão. Ela potencializa a qualidade da gestão que já existe. Por isso, antes de buscar a próxima tecnologia revolucionária, é fundamental olhar para a base. Afinal, o sucesso do próximo passo tecnológico depende inteiramente da solidez do solo onde que está pisando hoje.  

Marco Vonzodas é Co-CEO da Okser.

Sobre a Okser    
A Okser é uma consultoria especializada na implementação do SAP Business One. Com 17 anos de expertise, atendendo empresas em todo o território nacional, a empresa já soma mais de 2 mil projetos realizados e mais de 3 mil usuários. A organização vai além, criando soluções tecnológicas personalizadas para lidar com qualquer desafio, simplificando processos e garantindo maior segurança e eficiência operacional. 



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Cinthia Guimarães


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Ford Ranger é o 0KM mais buscado da Bahia em maio, segundo a Webmotors

 


Webmotors

Ford Ranger é o 0KM mais buscado da Bahia em maio, segundo a Webmotors

Levantamento do Webmotors Autoinsights aponta os 10 modelos novos e usados mais procurados no período com base nas visitas em anúncios da plataforma

São Paulo, junho de 2026 – A Ford Ranger foi o veículo zero quilômetro mais procurado da Bahia no mês de maio. A informação é do Webmotors Autoinsights, ferramenta que fornece dados sobre o mercado automotivo brasileiro com base nas visitas em anúncios da plataforma por usuários do estado.

Na sequência, entre os carros novos, aparecem Toyota Corolla (2º) e BYD King (3º). Logo após, surgem a Toyota Hilux SW4 (4º), Hyundai Creta (5º), BYD Dolphin Mini (6º) e Volkswagen Tiguan (7º). Fiat Fastback (8º), BYD Dolphin (9º) e CAOA Chery Tiggo 7 (10º) completam a lista.

Já em relação aos veículos usados, o Toyota Corolla (1º) lidera as buscas em maio no estado, seguido por Honda Civic (2º) e Chevrolet Onix (3º). Também figuram entre os modelos mais pesquisados no período o Volkswagen Polo (4º), Volkswagen Gol (5º), BMW 320i (6º), Hyundai HB20 (7º), Chevrolet S10 (8º), Toyota Hilux SW4 (9º) e Toyota Hilux (10º).

Confira os rankings dos 10 carros novos e usados mais buscados na Bahia em maio de 2026 e a comparação com o mês anterior:

 

0KM - BAHIA

MAIO DE 2026

ABRIL DE 2026

Ford Ranger (1º)

Ford Ranger (1º)

Toyota Corolla (2º)

Hyundai Creta (2º)

BYD King (3º)

Volkswagen Tera (3º)

Toyota Hilux SW4 (4º)

BYD King (4°)

Hyundai Creta (5º)

Fiat Toro (5°)

BYD Dolphin Mini (6º)

Toyota Corolla (6°)

Volkswagen Tiguan (7º)

BYD Dolphin Mini (7º)

Fiat Fastback (8º)

Caoa Chery Tiggo 8 Pro (8°)

BYD Dolphin (9º)

Volkswagen Jetta (9°)

CAOA Chery Tiggo 7 (10º)

BYD Seal (10°)

 

USADOS - BAHIA

MAIO DE 2026

ABRIL DE 2026

Toyota Corolla (1º)

Toyota Corolla (1º)

Honda Civic (2º)

Honda Civic (2º)

Chevrolet Onix (3º)

Chevrolet Onix (3º)

Volkswagen Polo (4º)

Volkswagen Polo (4º)

Volkswagen Gol (5º)

BMW 320i (5º)

BMW 320i (6º)

Hyundai HB20 (6º)

Hyundai HB20 (7º)

Volkswagen Gol (7º)

Chevrolet S10 (8º)

Toyota Hilux (8º)

Toyota Hilux SW4 (9º)

Ford Ranger (9º)

Toyota Hilux (10º)

Hyundai Creta (10º)

Sobre a Webmotors

A Webmotors (www.webmotors.com.br) foi a primeira marca brasileira a inovar na forma de comprar e vender carros e é o principal ecossistema automotivo, que engloba desde a compra, venda e uso do veículo, oferecendo soluções completas para o segmento no Brasil. Fundada em 1995, Webmotors foi pioneira na inovação do marketplace online automotivo e continua a definir o padrão para compra, venda e pesquisa online automotiva.

Em 2002, o Grupo Santander Brasil se juntou à Webmotors como seu principal parceiro e, em abril de 2013, a empresa deu boas-vindas à carsales.com Ltd., que adquiriu uma participação de 30%. Desde então, a empresa de tecnologia australiana contribuiu para a aceleração do crescimento da Webmotors e, em março de 2023, a carsales.com Ltd. aumentou sua participação acionária na Webmotors para 70%. O Santander mantém os outros 30%, além da exclusividade comercial, sendo o parceiro de crédito, seguros e soluções financeiras para transações feitas por meio da plataforma da Webmotors.

Informações para a imprensa RPMA Comunicação

www.rpmacomunicacao.com.br

Jaqueline Nunes - jaqueline.nunes@rpmacomunicacao.com.br

(11) 94119-9351

Relações com a imprensa – Webmotors

www.webmotors.com.br/

Vinícius Fernandes Chaves – vinicius.chaves@webmotors.com.br

Relações com a imprensa – Santander Brasil

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Luciana Silva – luciana.silva@prservicos.com.br


Samara Castro
samara.castro@rpmacomunicacao.com.br
(11) 5501-4655

Moçambique e Brasil articulam uso de 10% de receitas extrativas para resiliência climática em encontro internacional

 


Com foco na transparência, projeto utiliza democracia deliberativa para que cidadãos definam investimentos em serviços públicos e mitigação de impactos ambientais

 

SALVADOR – Um modelo inovador de gestão pública, que destina 10% dos impostos da produção mineira e petrolífera para o desenvolvimento local, é o centro das discussões que reúnem autoridades e especialistas em Salvador entre os dias 10 e 16 de junho. O programa “Troca de Experiências e Boas Práticas pós-Deliberação” foca na implementação das recomendações das Assembleias Cidadãs de Moçambique sobre as Mudanças Climáticas, projeto que busca garantir que a exploração de recursos naturais reverta em benefícios diretos para a resiliência das comunidades.

Baseado nas Leis 15/2022 e 16/2022 de Moçambique, o processo envolveu cerca de 60 cidadãos escolhidos por sorteio representativo em Cabo Delgado e Tete. Os resultados práticos já incluem a priorização de 13 ações em Cabo Delgado — como a construção de maternidades e sistemas de aviso prévio — e 11 recomendações em Tete, com foco em agricultura de conservação e escolas resilientes que servem de abrigo em crises.

 

Destaque: Práticas Reais na Quinta-Feira (11 de junho)

O ponto alto do debate sobre a viabilidade dessas políticas ocorre nesta quinta-feira, 11 de junho, no Fera Palace Hotel. Sob o tema "Práticas na prática: experiências reais e possibilidades para acompanhamento e implementação das recomendações cidadãs", o encontro promoverá um intercâmbio direto entre modelos internacionais e brasileiros.

Pela manhã, das 9h às 12h30, os holofotes se voltam para a experiência global com as apresentações de Iain Walker (Austrália), diretor da newDemocracy Foundation, e Doreen Grove (Escócia), líder de Governo Aberto na Escócia. Walker traz o conhecimento de mais de 20 projetos de inovação democrática, enquanto Grove compartilha sua expertise em transparência e inovação nos serviços públicos escoceses.

No turno da tarde, a partir das 14h30, a programação foca na realidade dos municípios brasileiros. Serão apresentados casos de sucesso em participação cidadã de:

  • Francisco Morato (SP): com o Prefeito Ildo Gusmão.
  • Fortaleza (CE): com a Professora Elis Teixeira.
  • Salvador (BA): com a apresentação de Thais Rebouças, Fernanda Gonzalez e Tássio Santos, detalhando como a capital baiana integra o planejamento público à voz do cidadão.

O dia se encerra com um trabalho prático em grupos para definir governança, controle social e matrizes de esforço para a implementação dessas políticas, seguido por um café de integração.

 

Continuidade e Governança

A programação segue na sexta-feira, 12 de junho, com mesas de cocriação para adaptar as melhores práticas aos contextos específicos de Moçambique e do Brasil. 

O encerramento das atividades técnicas no hotel contará com a sistematização dos aprendizados antes da transição para o seminário acadêmico na Universidade do Estado da Bahia (Uneb), que ocorrerá nos dias 15 e 16 de junho.

O evento é organizado pelo governo moçambicano (projeto GEPRES) e pela organização Delibera Brasil, contando com o apoio financeiro do Banco Mundial.


Luanda Nera
Diretora
luanda@lneracomunica.com.br
(11) 99320-3726

domingo, 7 de junho de 2026

 Pode ser uma imagem de texto que diz "@rioverdegoies Mroverdegolas riovere egoias ADIDAS, NIKE E FILA SAEM DO BRASIL E TRANSFEREM PRODUÇÃO PARA o PARAGUAI APROVEITANDO MENOS IMPOSTOS MANANCIAL AMPARO RH SOLUT ECONDICIONADO"

A conta que sempre chega

 


 

Alex Pipkin, PhD

         Recentemente, ao comentar o declínio intelectual promovido por décadas de hegemonia "progressista" nas universidades, recebi uma observação que me levou a uma conclusão talvez mais importante do que a crítica original. O verdadeiro problema não é a existência de determinadas ideias, mas a institucionalização de ideias imunes à lógica da ralidade.

Toda geração produz suas utopias. O problema começa quando elas deixam de ser hipóteses e passam a ser tratadas como verdades sagradas. Nesse instante, os fatos deixam de ser um teste da teoria, e essa teoria passa a julgar os fatos.

Foi exatamente esse erro que acompanhou tantas experiências coletivistas ao longo da história. Não faltaram boas intenções. Faltou realidade.

O mundo não é como gostaríamos que fosse. O mundo é como é.

O ser humano não é uma peça de laboratório esperando ser moldada por burocratas, intelectuais ou engenheiros sociais. Ele possui interesses, ambições, medos, virtudes e defeitos. Coopera, mas também compete. É capaz de solidariedade, mas responde a incentivos. Ignorar essa realidade não transforma a natureza humana, apenas converte a teoria em ficção.

Existe uma característica particularmente resistente nas utopias; elas nunca admitem fracasso. Quando produzem pobreza, a culpa é dos governantes. Quando produzem escassez, a culpa é das circunstâncias. Quando produzem miséria, a culpa é de sabotagens externas. A teoria permanece sempre "inocente".

Vejam Cuba, por exemplo. Décadas de estagnação, escassez e fuga de cidadãos. Ainda assim, para muitos, o problema não está no modelo. A explicação é sempre a mesma; foi mal aplicado.

Mas quantas vezes uma ideia pode fracassar antes que se considere a possibilidade de que o problema esteja na própria ideia? A realidade não exige perfeição, mas resultados.

A grande tragédia das utopias não é produzir fracassos. É convencer sucessivas gerações de que, desta vez, a realidade finalmente se curvará à teoria.

Nunca se curvou. Nunca se curvará.

Alguns amigos que visitaram o antigo Leste Europeu, caminharam pelas ruas de Cuba, conversaram com pessoas que escaparam da Coreia do Norte ou testemunharam os contrastes da China moderna relatam a mesma sensação. Em determinado momento, a névoa desaparece. As teorias ficam para trás, restando apenas os fatos.

É assim. A realidade não vota, não milita, não assina manifestos e não participa de debates ideológicos.

Quem tem os pés no chão sabe que, mais cedo ou mais tarde, a realidade sempre apresenta a conta.

A ideologia do medo

 


 

Percival Puggina

         Há poucos dias, numa entrevista, indagado sobre o encerramento do inquérito dito “do fim do mundo” ou das “fake news”, o ministro Gilmar Mendes afirmou que esse inquérito “vai acabar quando terminar”. Salientou que a investigação segue necessária e “não deve ser encerrada antes do período eleitoral”, pois “o STF tem sido vilipendiado”.

A propósito, há que sublinhar, mais uma vez, que os membros de um poder não são a instituição a que pertencem. As pessoas dos ministros não são o Supremo, como as pessoas dos senadores não são o Senado. Não surpreende que tantos cidadãos não façam essa distinção se os próprios ministros, reiteradamente, incorrem no mesmo erro. E há que reconhecer, também, os dois fatores que dão causa às reações da sociedade. Refiro-me aos excessos que, para salvar a democracia, a tornaram irreconhecível e o silêncio que envolve seriíssimas ocorrências nas entranhas do poder.     

Esquece-se, o ministro, de que o inquérito em questão é um concentrado de anomalias: foi instaurado de ofício; viola o sistema acusatório; desrespeita o juiz natural (o relator foi designado e não sorteado); seu objeto é indeterminado e tem servido para uma devassa genérica; não há como incluir a quase totalidade dos investigados num foro (o do STF) cuja natureza é especial por prerrogativa de função.

O leitor destas linhas, que não é bobo, deve ter percebido uma falácia lógica (um non sequitur) na afirmação reproduzida no primeiro parágrafo. O que têm a ver o encerramento de um inquérito e o período eleitoral com o fato de estar, o Supremo, sendo vilipendiado? Nada! A menos que a intenção seja usar o inquérito como instrumento no período eleitoral. Toda essa história é uma narrativa de tragédias pessoais, de pressões psicológicas, de críticas amordaçadas, de interdições, de mandados de busca e apreensão que, recolhendo telefones e computadores, equivalem, em tempos modernos, a mutilação dos investigados. O produto eficaz desse instrumento é a difusão do medo para obter, dos cidadãos, um silêncio de cemitério.

De fato, a violência sofrida por uns intimida os demais. Os danos sofridos por uns estendem seus efeitos para além das vítimas diretas, afetando a população civil e produzindo submissão. Muitos cientistas políticos, sem hesitar, classificariam como terrorismo de Estado a relação entre o instrumento – inquérito – e a finalidade descrita.

Percival Puggina (81) é arquiteto, escritor, titular do site Liberais e Conservadores (www.puggina.org), colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+. Membro da Academia Rio-Grandense de Letras.

Fundação Bahia apresenta nova fase e reúne lideranças do agro na Bahia Farm Show

 




Encontro marcará a apresentação dos novos direcionamentos estratégicos da instituição e reunirá pesquisadores, parceiros e representantes do setor produtivo


Jarbas Bergamaschi, presidente da Fundação BA (Fotos Agência Marca Comunicação)

A partir desta segunda-feira (8), quando a Bahia Farm Show abre oficialmente sua edição comemorativa de 20 anos, um dos principais debates sobre o futuro da agricultura brasileira ganhará espaço dentro da feira. A Fundação Bahia preparou uma agenda estratégica que reunirá pesquisadores, empresas, consultores, produtores rurais e lideranças do setor para discutir inovação, pesquisa e os desafios que moldam o agro do MATOPIBA.


Reconhecida por sua atuação em pesquisa agrícola aplicada, a instituição transformará seu espaço na feira em um ambiente voltado à troca de ideias, fortalecimento de parcerias e construção de novas soluções para o campo. A programação marca também o início de uma nova fase da Fundação Bahia, sob a presidência do produtor rural Jarbas Bergamaschi, que assumiu a entidade em janeiro de 2026 ao lado de uma nova diretoria.


A agenda começa na terça-feira (9), às 8h, com o evento "Nova Era", que reunirá pesquisadores do Comitê Técnico Científico da Fundação Bahia (CTC), empresas parceiras, consultores, produtores e lideranças do agronegócio regional. O encontro será dedicado à apresentação dos novos direcionamentos estratégicos da Fundação Bahia e das prioridades que devem orientar a atuação da instituição nos próximos anos.


Além de apresentar sua visão para o futuro, a Fundação pretende reforçar o papel da pesquisa como ferramenta essencial para aumentar a competitividade da agricultura tropical, aproximando ainda mais o conhecimento científico das demandas do setor produtivo.


Ainda no dia 9, a instituição promove um encontro com seus sócios cotistas, em uma agenda interna voltada ao alinhamento institucional e ao fortalecimento das ações desenvolvidas pela entidade.

Campo Experimental da Fundação Bahia, em Luís Eduardo Magalhães/BA

Encontros estratégicos

Entre os dias 10 e 12 de junho, a programação segue com reuniões e encontros exclusivos com empresas e parceiros no estande da Fundação Bahia, localizado no prédio da Aiba, ampliando oportunidades de cooperação, desenvolvimento tecnológico e geração de soluções para o campo.


A movimentação ocorre em um momento em que o Oeste da Bahia e o MATOPIBA consolidam sua posição entre as regiões agrícolas mais importantes do país, impulsionando a demanda por inovação, sustentabilidade e ganhos de produtividade.


“Estamos iniciando uma nova fase da Fundação Bahia, com foco em modernização, fortalecimento da pesquisa e ampliação das conexões com o setor produtivo. A Bahia Farm Show é o ambiente ideal para apresentar essa visão e construir, junto aos nossos parceiros, os próximos passos da instituição”, afirma o presidente da Fundação Bahia, Jarbas Bergamaschi.


A Fundação Bahia convida os profissionais de imprensa para acompanhar o evento "Nova Era", que será realizado na terça-feira (9), às 8h, no auditório da instituição, dentro da Bahia Farm Show. O encontro reunirá diretores, pesquisadores, parceiros e lideranças do agronegócio regional, proporcionando uma oportunidade para conhecer de perto os projetos, prioridades e perspectivas que devem orientar a atuação da entidade nos próximos anos

 

SERVIÇO

Evento: Nova Era – Fundação Bahia

Data: 9 de junho de 2026 (terça-feira)

Horário: 8h

Local: Auditório da Fundação Bahia – Complexo Bahia Farm Show, Luís Eduardo Magalhães (BA)

Primor celebra maior Pé de Moleque do Mundo: tradição, cultura e sabor, em Caruaru


Primor celebra maior Pé de Moleque do Mundo: tradição, cultura e sabor, em Caruaru


O clima junino tomou conta da Praça das Rendeiras neste sábado (6) com a realização da 29ª edição do Maior Pé de Moleque do Mundo, que mais uma vez é patrocinado por Primor.


A margarina mais querida do Nordeste, reafirma seu compromisso com a valorização da cultura nordestina, gastronomia junina e de tradições que atravessam gerações.


A festa reúne moradores e visitantes em uma celebração marcada pela gastronomia, pela música e pela valorização das manifestações populares que ajudam a construir a identidade da Capital do Forró.


Este ano o Maior Pé de Moleque do mundo ganhou  um significado especial ao celebrar os 80 anos de Maria Eugênia da Silva, carinhosamente conhecida como Dona Maria do Bolo. Referência na gastronomia popular e na cultura junina de Caruaru, ela é a idealizadora da festa e mantém viva a tradição.


O evento é conhecido por transformar uma das receitas mais tradicionais do período em um verdadeiro símbolo de confraternização. São distribuídas milhares de fatias do gigante pé de moleque, com apresentações musicais, homenagens e momentos de integração entre artistas, comunicadores e representantes da cultura local.


A programação contou com apresentações dos cantores Derso Luiz e Reginaldo Azevedo, além de outras atrações culturais que animaram o público ao longo da noite. Foram mais de 2 toneladas, em 20 metros do tradicional bolo, que rendeu entre 8 e 10 mil fatias, distribuídas gratuitamente durante a festa.


A edição de 2026, também prestou homenagem a personalidades e instituições que contribuem para a cultura e a comunicação da cidade, entre elas a Câmara Setorial de Portais de Notícias e Blogs da Acic, os comunicadores Almir Vilanova e Moisés Rouche, o cantor Elifas Júnior, a artesã Tereza Gonzaga, a chefe do 1º Batalhão 27, Ângela Bacamarteira, e o poeta Jénerson Alves.


História e tradição


Natural de Santa Maria do Cambucá, Dona Maria chegou a Caruaru ainda na adolescência e construiu sua história na cidade. Em 1998, a partir de uma conversa em família, surgiu a ideia de criar o Maior Pé de Moleque do Mundo. O que começou como uma iniciativa para celebrar a cultura popular cresceu e se transformou em um dos eventos mais aguardados do São João caruaruense.


Ao longo de quase três décadas, a festa consolidou-se como um patrimônio afetivo da cidade, reunindo moradores e turistas em torno da partilha, da solidariedade e das tradições nordestinas. 


Mais do que um grande bolo, o Maior Pé de Moleque do Mundo representa a força da cultura popular e o espírito acolhedor que fazem do São João de Caruaru uma referência para todo o Brasil.


INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA

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