MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

segunda-feira, 13 de abril de 2026

 Pode ser uma imagem de texto que diz "" @filosofiayreflexao A vida é uma hospedaria estranha: partimos sempre às pressas, com malas inacabadas e contas nunca fecham. que"

Em tempos de layoff, perfil de liderança em tecnologia é outro

 


Por Thiago Xavier

As demissões no setor de tecnologia continuam em alta em 2026. Com foco intenso na reestruturação para adoção de Inteligência Artificial (IA) e otimização de custos, empresas de diversos os portes e segmentos tem feito cortes expressivos.  

Um estudo conduzido no primeiro trimestre pela Wide, empresa de recrutamento e seleção, com mais de 180 profissionais das áreas de Design, Produto e Tecnologia, revela que o diferencial competitivo migrou para líderes capazes de conectar estratégia, execução e influência organizacional de forma integrada. 

Essa transformação impacta diretamente variáveis críticas para o negócio, como velocidade de execução, time-to-market, eficiência operacional, capacidade de inovação e atração de talentos – fatores hoje determinantes para o sucesso empresarial. 

Em um cenário cada vez mais dinâmico, um novo perfil de liderança ganha espaço. O estudo destaca que os líderes mais valorizados no mercado possuem competências que vão além do domínio técnico.  

É preciso desenvolver também atributos como conexão consistente entre estratégia e execução; tomada de decisão em ambientes ambíguos; capacidade de influenciar múltiplos stakeholders; agilidade com qualidade na tomada de decisão, além de formação de novos líderes e escalabilidade de times. Na prática, o diferencial competitivo está na capacidade de transformar estratégia em resultado concreto, especialmente em ambientes complexos e de alta velocidade. 

O levantamento aponta que mais de 60% dos líderes analisados têm origem em ambientes digitais, fintechs e empresas de tecnologia, onde a maturidade em Inteligência Artificial, agilidade e tomada de decisão é mais avançada. 

Por outro lado, setores mais tradicionais e regulados se destacam pela robustez em governança e controle, mas ainda enfrentam desafios relacionados à velocidade e integração. Esse cenário amplia o gap competitivo entre organizações com estruturas mais ágeis e aquelas que operam de forma fragmentada. 

Outro ponto central do estudo é a necessidade de integração entre Design, Produto e Tecnologia como motor de resultados. Nesse modelo, o Produto atua como tradutor da estratégia em execução, conectando discovery, delivery e decisão. A Tecnologia impulsiona escala, eficiência e vantagem competitiva e, o Design reduz ambiguidades e acelera decisões com foco no usuário e no negócio. 

O uso de IA aparece como elemento transversal, acelerando ciclos de desenvolvimento e apoiando decisões estratégicas. Contudo, cultura organizacional e autonomia também impactam diretamente os resultados. 

A performance das organizações está fortemente ligada à velocidade de decisão, autonomia dos times e qualidade da integração entre áreas. E, entre os principais fatores de sucesso estão a decisão clara em cenários incertos, times com autonomia real e accountability, além de comunicação fluida e execução coordenada. Modelos com baixa autonomia e decisões lentas comprometem diretamente a inovação, a eficiência operacional e a retenção de talentos. 

Com isso, o recrutamento executivo precisa evoluir. A contratação de lideranças passa a exigir uma abordagem mais estratégica. A avaliação executiva deve considerar aderência ao contexto de negócio e cultura, a capacidade de integrar estratégia, execução e influência, incluindo a qualidade da tomada de decisão em ambientes complexos e a experiência prática em cenários de alta incerteza. A ausência dessa integração resulta em decisões mais lentas, menor eficiência e perda de competitividade. Obviamente, algo que ninguém quer para sua empresa. 

Thiago Xavier é headhunter e sócio da Wide Executive Search, boutique de recrutamento executivo focado em posições de alta e média gestão.  

 

Sobre a Wide:  

https://wide.works/  

Com mais de 50 anos de experiência combinada, a Wide é especialista em recrutamento executivo alinhado às necessidades e objetivos de cada empresa. Seu foco é fortalecer a governança corporativa, com atendimento exclusivo e processos ágeis e assertivos, conduzidos pela expertise de seus sócios.  



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Nathália Bellintani


Tel: +55 (11) 9848-4042
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Integração internacional no agro abre novas fronteiras de negócios

 

RuralPress Assessoria de imprensa

Integração internacional no agro abre novas fronteiras de negócios

Mesmo como concorrentes globais em commodities, Estados Unidos e Brasil podem ampliar oportunidades por meio da troca de conhecimento, tecnologia e estratégias de mercado

A agricultura mundial tem sido profundamente moldada pela força produtiva de dois gigantes: os Estados Unidos e o Brasil. De um lado, o modelo norte-americano se destaca pela alta tecnologia, eficiência operacional e liderança global na produção de grãos. Do outro, o Brasil consolida-se como um verdadeiro celeiro do mundo na produção de alimentos, impulsionado por sua diversidade, crescente inovação no campo e capacidade de produzir até três safras por ano.

Embora concorram em diversas commodities, esses dois países compartilham desafios e oportunidades que vão além da disputa por mercado. A integração entre as culturas agrícolas americana e brasileira abre espaço para a troca de conhecimento, adoção de boas práticas e geração de valor especialmente para empresas e agroindústrias brasileiras que buscam ampliar sua competitividade em escala global.

De acordo com Márcio Barboza, técnico em agricultura, gerente de exportação e vendas internacionais e especialista em expansão de mercado, planejamento estratégico e liderança de equipes, essa integração é sempre importante. “Não importa se é no preparo de solo ou em qualquer outra atividade: para atuar nos Estados Unidos, é fundamental entender suas peculiaridades se integrar a cultura local”, diz.

Segundo ele, os Estados Unidos são formados por uma diversidade cultural significativa, o que também se reflete no ambiente de negócios. “Cada estado tem suas características próprias. Em algumas regiões, principalmente no Sul, as relações são mais reservadas no início, mas, à medida que a confiança é construída, a proximidade cresce de forma consistente”, explica o especialista.

Importância da pesquisa de mercado

Para empresas que desejam acessar o mercado norte-americano, a pesquisa de mercado é um passo essencial. Compreender as características regionais, os perfis produtivos e as demandas específicas podem reduzir significativamente as barreiras de entrada. “Conhecer bem o produto e avaliar se ele se encaixa no mercado almejado é fundamental”, explica Barboza.

Não é recomendável, segundo o consultor, tentar inserir soluções voltadas para soja ou milho em regiões onde essas culturas não são expressivas, como na Califórnia, por exemplo. Nessa região já há mais oportunidades para segmentos específicos. “Quem atua com soluções para fruticultura, amêndoas e cultivos similares, a região pode ser estratégica”, destaca.

Outra recomendação é utilizar informações disponíveis online para mapear o mercado antes de ir a campo. “É possível acessar sites de revendas americanas, conhecer seus estoques, entender o tipo de maquinário utilizado e a potência de tratores mais comum em cada área, isso faz toda a diferença na abordagem comercial e torna as visitas presenciais muito mais assertivas”, orienta o profissional.

Além disso, ter uma base ou parceiro local nos Estados Unidos é um diferencial competitivo importante. “Os americanos valorizam muito a garantia de reposição de peças e suporte. Ter estoque local ou uma estrutura de apoio pode facilitar muito a entrada no mercado”, acrescenta.

Desafios

Entre os principais desafios para as empresas brasileiras está a comunicação. Dominar o idioma inglês é essencial para estabelecer relações comerciais sólidas, afinal a fluência facilitará a abertura de portas e fortalece a confiança nas negociações.

Outro ponto importante a se atentar é sobre às exigências logísticas e regulatórias. A boa notícia é que nesse ponto já há empresas especializadas locais que oferecem suporte completo, desde o transporte até o desembaraço aduaneiro. “Grande parte da operação pode ser terceirizada, o que facilita o processo de internacionalização”, explica Barboza.

Melhores oportunidades

Segundo o gerente de exportação, o segmento de componentes para o mercado de reposição (aftermarket) representa uma porta de entrada estratégica para empresas brasileiras. “É um caminho mais acessível do que tentar ingressar diretamente com máquinas ou equipamentos completos”, avalia.

Em relação às regiões, os estados do Sul dos Estados Unidos, como: Geórgia, Alabama, Mississippi, Flórida, Carolinas, Oklahoma e Arkansas, tendem a oferecer maior abertura inicial para novos negócios. Os estados da costa Oeste e parte do Noroeste, como Idaho, Washington, Oregon e Califórnia, também demonstram boa receptividade. “Tive experiências positivas tanto com revendas vinculadas a grandes marcas quanto com independentes, que estão mais abertas a novas parcerias. Também destacaria o Texas como um mercado promissor”, relata Barboza.

Já o Corn Belt, principal região produtora de grãos do país, é preciso um pouco mais de atenção, pois apresenta maior grau de competitividade e barreiras de entrada mais elevadas. “É um mercado mais consolidado e disputado e continua sendo o ambiente mais desafiador e competitivo para quem deseja entrar no mercado americano. É uma região mais indicada para quem já está com a operação consolidada”, conclui o consultor.

 



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Márcio Barboza, técnico em agricultura, gerente de exportação e vendas internacionais, especialista em expansão de mercado, planejamento estratégico e liderança de equipes
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Márcio Barboza, técnico em agricultura, gerente de exportação e vendas internacionais, especialista em expansão de mercado, planejamento estratégico e liderança de equipes
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Ruralpress

Kassi Bonissoni
Gerente de atendimento
kassiana.ruralpress@gmail.com
(19) 98320-0286

Dia Mundial do Café: Aprenda a fazer um Bolo Moka e um Rocambole de Café com Recheio Cremoso de Chocolate

 



BRF (Produtos Sadia, Perdigão, Qualy, Deline)


Dia Mundial do Café: Aprenda a fazer um Bolo Moka e um Rocambole de Café com Recheio Cremoso de Chocolate


Duas opções de sobremesas irresistíveis para celebrar o sabor da bebida mais popular do mundo


BOLO MOKA

QUALY 0 LACTOSE

Rendimento: 18 porções

Tempo de preparo: 2h30 minutos

Ingredientes:

Massa:

- 6 ovos (300g)

- 1 xícara (chá) de açúcar (190g)

- 1 ¼ xícara (chá) de farinha de trigo peneirada (180g)

- 6 colheres (sopa) de Qualy 0 Lactose derretida (60g)

Calda de café:

- 1 xícara (chá) de água (240ml)

- 1/3 xícara (chá) de açúcar (60g)

- 5 colheres (chá) de café solúvel (10g)

Creme de café:

- 4 colheres (chá) de café solúvel (8g)

- 1 colher (sopa) de água quente (15ml)

- ¾ xícara (chá) de açúcar (140g)

- 2 claras de ovo (100g)

- 1 ¾ xícara (chá) de Qualy 0 Lactose amolecida (280g)

Decoração:

- Cacau em pó a gosto

- Grãos de café a gosto

Modo de preparo:

Massa:

  1. Separe as claras e gemas dos ovos. Coloque as claras e o açúcar em uma tigela e leve ao banho-maria, mexendo bem até que o açúcar esteja completamente dissolvido. Retire do banho-maria e bata com a batedeira até obter claras em neve bem firmes. Adicione as gemas e bata bem.
  2. Desligue a batedeira e acrescente então a farinha de trigo, que deve ser delicadamente incorporada à massa, com uma espátula. Acrescente então a Qualy 0 Lactose derretida e misture delicadamente apenas até incorporar na massa.
  3. Despeje a massa em duas formas redondas de 20 cm, forradas com papel manteiga ou desmoldante, e asse em forno pré-aquecido em temperatura média por cerca de 15 minutos, ou até que as massas estejam assadas.
  4. Retire do forno e deixe esfriar antes de desenformar. Enquanto isso, prepare a calda e o creme de café.

Calda de café:

  1. Leve a água, o açúcar e o café solúvel ao fogo e ferva até que o açúcar esteja derretido. Reserve.

Creme de café:

  1. Em um pote pequeno, misture o café solúvel e a água quente de modo a formar uma pasta de café. Reserve.
  2. Em uma panela pequena, coloque o açúcar e as claras de ovo e misture. Leve ao fogo mexendo bem até que o açúcar esteja completamente dissolvido. Coloque a mistura na tigela da batedeira e bata até obter claras em neve bem firmes.
  3. Continue batendo e comece a colocar a Qualy 0 Lactose amolecida aos poucos, batendo bem a cada adição. Por fim, adicione a pasta de café feita anteriormente e misture bem. Reserve.

Montagem:

  1. Com uma faca de serra grande, divida cada uma das duas massas do bolo em duas, de modo a obter 4 camadas. Divida o creme de café em duas partes: uma será usada para as três camadas de recheio e a outra para cobertura do bolo.
  2. Coloque a primeira camada de massa no prato de bolo e regue com a calda de café, de modo a deixá-la bem úmida. Coloque um terço do creme de café separado para o recheio e repita o processo com as demais camadas de massa, calda e recheio.
  3. Com o restante do creme de café, cubra as laterais e topo do bolo. Decore com cacau em pó e grãos de café. Deixe gelar por cerca de 1 hora e sirva a seguir.

ROCAMBOLE DE CAFÉ COM RECHEIO CREMOSO DE CHOCOLATE

CLAYBOM CREMOSA SEM SAL

Rendimento: 12 porções

Tempo de preparo: 1 hora e 30 minutos

Ingredientes:

Recheio:

- 1 lata de leite condensado (395g)
- 1 caixinha de creme de leite (200g)
- 1 colher (sopa) de chocolate em pó (5g)
- 1 colher (sopa) de Claybom Cremosa Sem Sal (10g)

Massa:

- 2 colheres (sopa) de café solúvel (4g)

- 1 colheres (sopa) de água quente (15ml)

- 4 ovos (200g)

- 2/3 xícara (chá) de açúcar (125g)

- 4/5 xícara (chá) de farinha de trigo peneirada (115g)

- 4 colheres (sopa) de Claybom Cremosa Sem Sal (40g)

- Chocolate em pó para polvilhar

Modo de preparo:

Recheio:

  1. Em uma panela média, coloque o leite condensado, o creme de leite e o chocolate em pó e mexa bem até que o chocolate esteja completamente dissolvido. Acrescente a Claybom Cremosa Sem Sal e leve ao fogo médio, mexendo sempre.
  2. O recheio estará pronto quando estiver desgrudando do fundo da panela, e quando levantado com a espátula, cair em blocos sobre o restante da mistura, sem se misturar a ele rapidamente. Transfira o recheio para um recipiente e leve para gelar por cerca de 30 minutos.

Massa:

  1. Em um pote pequeno, dissolva o café solúvel na água quente e reserve.
  2. Separe as claras e gemas dos ovos. Coloque as claras e o açúcar em uma tigela e leve ao banho-maria, mexendo bem até que o açúcar esteja completamente dissolvido. Retire do banho-maria e bata com a batedeira até obter claras em neve bem firmes. Adicione as gemas e bata bem.
  3. Desligue a batedeira e acrescente a farinha de trigo, que deve ser delicadamente incorporada à massa, com uma espátula. Em seguida, acrescente a Claybom Cremosa Sem Sal derretida e misture delicadamente apenas até incorporar na massa.
  4. Despeje a massa em uma assadeira retangular grande, forrada com papel manteiga e untada com desmoldante, e asse em forno pré-aquecido em temperatura média por 10 a 15 minutos, com cuidado para que a massa não asse demais, pois ela ficaria dura como um biscoito.
  5. Retire do forno e deixe a massa esfriar um pouco. Antes que a massa esfrie completamente, ou seja, com a massa ainda morna, espalhe o recheio sobre a massa, e enrole delicadamente, com cuidado para que a massa não rache.
  6. Polvilhe com chocolate em pó por cima para decorar e deixe gelar antes de servir.
 
 


Bolo Moka. Bolo Moka. Rocambole de Café com Recheio Cremoso de Chocolate.
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Gêmeos digitais avançam no Brasil e já reduzem custos e tempo em hospitais e indústrias, afirma especialista do IEEE

 

IEEE

Gêmeos digitais avançam no Brasil e já reduzem custos e tempo em hospitais e indústrias, afirma especialista do IEEE

Aplicações práticas da tecnologia mostram ganhos de eficiência de até 58% e apontam nova fase com integração de IA e foco em logística

Abril, 2026 — Os gêmeos digitais — réplicas virtuais de ambientes físicos capazes de simular cenários e antecipar decisões — começam a ganhar escala no Brasil, com aplicações concretas tanto na saúde quanto na indústria. O tema está no centro das discussões do IEEE (Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos), maior organização profissional técnica do mundo dedicada ao avanço da tecnologia em benefício da humanidade. Mais do que uma promessa da transformação digital, os gêmeos digitais já apresentam resultados mensuráveis: em um hospital público, por exemplo, foi possível reduzir em até 58% o tempo de entrega de exames laboratoriais, além de gerar uma economia anual superior a R$ 300 mil.

“Ao criar uma representação virtual completa de um ambiente real, conseguimos testar cenários e antecipar decisões antes que elas aconteçam. Isso muda completamente a lógica da gestão, porque reduz incertezas e melhora a eficiência operacional”, afirma Cristiane Pimentel, membro sênior do IEEE e professora da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB).

Tecnologia sai do piloto e entrega ganho real em saúde

Na área da saúde, os primeiros projetos vêm demonstrando como a tecnologia pode impactar diretamente a qualidade do atendimento. Estudos aplicados permitiram redesenhar fluxos operacionais críticos, como coleta e análise de exames, movimentação de pacientes e distribuição de medicamentos. Os ganhos vão além da eficiência operacional. A redução no tempo de exames tem impacto direto em situações sensíveis, como partos e atendimentos de urgência, aumentando a segurança do paciente e reduzindo riscos clínicos.

“Quando falamos de saúde, não estamos falando apenas de eficiência, mas de vidas. Reduzir o tempo de um exame pode significar decisões mais rápidas e maior segurança para pacientes em situações críticas”, destaca Cristiane.

Outras melhorias incluem a reorganização da logística interna hospitalar, com redução de filas, melhor uso de equipes e implantação de farmácias satélites para atendimento mais ágil em casos críticos.

Indústria avança e leva gêmeos digitais da fábrica à logística

No setor industrial, os gêmeos digitais avançam para níveis mais sofisticados, com integração de sensores e dados em tempo real. Um dos destaques é o uso de “learning factories”, que permitem simular mudanças em escala reduzida antes da implementação no ambiente real. A tecnologia também começa a migrar do ambiente interno para a logística e a gestão de cadeias de suprimento, com uso crescente na simulação de rotas, previsão de riscos e otimização da distribuição em cenários de instabilidade global. Nesse movimento, ganha força a integração com inteligência artificial, conectividade avançada e sistemas de dados em tempo real.

IA amplia capacidade de decisão, mas mantém humano no comando

A evolução dos gêmeos digitais está diretamente ligada ao uso de inteligência artificial. Nos estágios mais avançados, a IA atua como camada de interpretação dos dados, permitindo análises preditivas e, em alguns casos, decisões automatizadas. “Na fase mais avançada, a inteligência artificial passa a interpretar os dados e apoiar a tomada de decisão. Mas, especialmente na saúde, ela amplia a capacidade de análise”, afirma Cristiane.

Custo, dados e formação ainda travam escala no país

Apesar dos avanços, a adoção da tecnologia no Brasil ainda enfrenta obstáculos relevantes, como o alto custo de implementação, a necessidade de infraestrutura adequada e a baixa qualidade ou confiabilidade dos dados disponíveis em muitas organizações. Há também desafios relacionados à formação de profissionais multidisciplinares, capazes de integrar conhecimento técnico, visão de processos e entendimento do setor de aplicação. No campo regulatório, especialistas apontam lacunas importantes, especialmente no que diz respeito à proteção de dados sensíveis e ao uso de inteligência artificial em ambientes críticos.

Para o IEEE, o avanço dos gêmeos digitais indica uma mudança estrutural na forma como organizações planejam e operam, com potencial de gerar ganhos de eficiência, sustentabilidade e qualidade em diversos setores.

Sobre o IEEE

IEEE é a maior organização profissional técnica do mundo e uma instituição beneficente pública dedicada ao avanço da tecnologia em benefício da humanidade. Com suas publicações altamente citadas, conferências, padrões tecnológicos e atividades profissionais e educacionais, o IEEE é uma voz confiável em uma ampla gama de áreas, que vão desde sistemas aeroespaciais, computadores e telecomunicações até engenharia biomédica, energia elétrica e eletrônicos de consumo. Saiba mais em https://www.ieee.org.

 


Cristiane Pimentel, engenheira e membro do IEEE Cristiane Pimentel, engenheira e membro do IEEE
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Thiago Leme
Estagiário
thiago.leme@spmj.com.br
(11) 91128-2699

Escritora Adriana Moro relança seu primeiro livro durante a Bienal da Bahia

 


"As meninas que nunca perderam a graça" traz texto mais maduro, inclusão de uma nova história em uma obra que continua impactante e de linguagem atual

É comum livros serem atualizados e relançados quando isso faz sentido e em datas comemorativas. Mas também é possível juntar as duas razões e fazer delas um livro quase novo. Foi com esse pensamento que a enfermeira Pós-Doutora em Saúde Pública Adriana Moro traz o relançamento de “As meninas que nunca perderam a graça” em versão revisada e ampliada de forma totalmente independente. A obra será relançada durante a Bienal do Livro da Bahia, nos dias 17 e 18 de abril, no estande do "Escreva, Garota".

“Gosto de dizer que a obra amadureceu comigo e com os leitores”, brinca Adriana. O amadurecimento da autora na escrita com o passar dos anos acompanhou o crescimento de seus leitores cada vez mais exigentes. Os textos mesclam a seriedade do compromisso profissional com a leveza de quem sabe encontrar a “graça” em cada encontro. Ao mergulhar neste universo, o leitor é conduzido por um mundo de empatia e resiliência, onde cada crônica serve como degrau para uma compreensão mais vasta e generosa da vida.

 

“A decisão de relançar o livro veio dos persistentes pedidos dos próprios leitores que já tinham lido a obra, mas que não a achavam mais disponível para a venda quando queriam presentear parentes e amigos com um livro que marcou as suas vidas. Já são 10 anos de carreira literária e rumo ao décimo livro lançado, então quis aproveitar para também celebrar com esse relaçamento tão especial para mim.” – Adriana Moro, escritora e Pós-doutora em saúde pública

 

“As meninas que nunca perderam a graça” são uma coletânea de, agora, sete histórias que se passam a partir de situações de cuidados de saúde, uma vez que além de escritora, Adriana Moro também é profissional da área. Com um punhado de realidade gerenciada pela autoficção, com pitadas de alegorias nos detalhes e respeito às pessoas com a utilização de nomes fictícios, cada uma das histórias apresentadas traz sua própria reflexão ao leitor.

Ao transitar entre a vida e a morte, as histórias contadas em “As meninas que nunca perderam a graça” são um reflexo da sociedade atual, seus preconceitos, grandes e pequenas violências, as dificuldades encontradas pelos pacientes e pelos profissionais da área da saúde, dúvidas e anseios. As batalhas do dia-a-dia para viver, chorar e aprender. Histórias de convívio e de cuidado. Histórias de resistência e fé na vida.

 

“A obra que, em sua primeira edição era parte de uma série, agora ganha protagonismo próprio. Anteriormente era uma coletânea de seis histórias que se passam a partir de situações de cuidados de saúde, nesta edição teve um novo texto acrescentado ao conjunto, uma história bastante envolvente e impactante sobre violência contra a mulher. Os leitores podem esperar ainda mais força nos encontros e vontade de resistir para viver.” – Adriana Moro

 

“As meninas que nunca perderam a graça” traz uma narrativa visceral e acolhedora sobre empatia e resiliência em histórias que se passam com mulheres, mas que não são só para mulheres. O relançamento embala também a comemoração dos 10 anos de carreira literárias da escritora Adriana Moro.

 

Sobre a autora:

Adriana Moro é enfermeira, escritora e pesquisadora. Pós-doutora em Saúde Pública pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/FIOCRUZ) e doutora em Políticas Públicas pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), com estágio doutoral no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, Portugal. Possui mestrado em Desenvolvimento Regional e Políticas Públicas e especializações em Enfermagem com Ênfase em Cuidados Intensivos Neonatais, Enfermagem em Saúde Mental e Psiquiatria e Acupuntura.

Na literatura, Adriana traz um olhar sensível e aprofundado sobre as complexidades da vida cotidiana. Seu primeiro romance, Não me chame de mãe, se destaca pela força narrativa e pela capacidade de provocar reflexões profundas no leitor.

 

Serviço:

Livro: As meninas que nunca perderam a graça

Autora: Adriana Moro (@adrimoro)

Editora: independente

Páginas: formato e-book

Preço: R$ 5,90

Compre o livro através do link



Marcelo Boero
(11) 99603-2034
aspasevirgulas.com.br

domingo, 12 de abril de 2026

O fruto da obediência

 


 

Gilberto Simões Pires

OBEDIÊNCIA À CARTILHA DO FORO DE SÃO PAULO

Mais do que sabido, percebido e lamentado, em todas as vezes que presidiu o Brasil o presidente LULA se mostrou OBEDIENTE com tudo que manda e/ou propõe a CARTILHA DO -FORO DE SÃO PAULO-, ORGANIZAÇÃO COMUNISTA que reúne mais de 100 partidos e organizações de esquerda, criada em 1990 a partir de um seminário internacional promovido pelo Partido dos Trabalhadores e pelo Partido Comunista de Cuba (leia-se Fidel Castro).

ENDIVIDAMENTO

Pois, entre tantas propostas e mudanças que já foram colocadas em prática, a maioria delas sempre teve como PRINCÍPIO, MEIO E FIM a indisfarçável -DESTRUÍÇÃO ECONÔMICA-. E neste particular o que mais salta aos olhos é o -EXCESSIVO ENDIVIDAMENTO-, tanto GOVERNAMENTAL quanto da POPULAÇÃO, cujo efeito supera -em número e grau- todas as malignas expectativas. 

DÍVIDA DAS FAMÍLIAS E DÍVIDA PÚBLICA

Por partes:

1- a DÍVIDA DAS FAMÍLIAS, segundo a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (CNC) bateu recorde no mês de março ao atingir a destruidora marca de 80,4%. Deste total 29,6% estão IINADIMPLENTES, ou seja, com PARCELAS EM ATRASO e com pouquíssimas chances de reversão e/ou redução;

2- a DÍVIDA PÚBLICA DO BRASIL, segundo dados recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI), atingiu a significativa marca de 90% do PIB. Detalhe: o avanço não está relacionado ao DESENVOLVIMENTO, mas ao AUMENTO CRIMINOSO DOS GASTOS PÚBLICO NOS ÚLTIMOS ANOS, mais precisamente no atual governo Lula.

EFEITO ÓBVIO

A título de esclarecimento, a ATUAL DÍVIDA DAS FAMÍLIAS faz , obviamente, com que o CONSUMO DESACELERE, o que implica em ÓBVIO RECUO NA PRODUÇÃO DE PRODUTOS E SERVIÇOS, assim como DIMINUIÇÃO DA OFERTA DE CRÉDITO POR PARTE DO SISTEMA FINANCEIRO. Aliás, o Banco Central já admite uma redução do crescimento do PIB para este ano, que já apontava para míseros 1,6%. Mais: segundo a CNI, caso venha a ser aprovado o fim da ESCALA 6 X 1, aí o Brasil vai acelerar ainda mais no sentido da DESTRUIÇÃO ECONÔMICA desejada por Lula. 

O silêncio de Pilatos

 


 

Dartagnan da Silva Zanela

           No mundo atual, há uma grande valorização daquilo que se convencionou chamar de "opinião própria"; e, se esta for qualificada como sendo uma "opinião crítica", aí a sua cotação vai para as alturas. Porém, como muitas outras coisas que abundam no mundo contemporâneo, essa supervalorização da posse de uma "opinião" é apenas mais um trem fuçado de valor duvidoso. Só isso, e olhe lá.

Pessoalmente falando, não dou importância nenhuma para a opinião de ninguém, muito menos para as minhas, pois toda opinião é apenas uma impressão imprecisa a respeito de algo ou de alguém e, como tal, é apenas uma geringonça de pouca valia. De mais a mais, se tivermos nossas vistas invadidas pela luz de uma verdade, o que faremos? Ficaremos agarrados à nossa opinião criticamente furada ou a deixaremos de lado para abraçar a verdade que nos foi revelada por uma determinada circunstância da vida? Bem, foi o que eu imaginei.

Infelizmente, tratamos as nossas opiniões como se fossem bichinhos de estimação e, ao fazermos isso, terminamos por colocá-las muito acima da verdade. Agindo deste modo, sem nos darmos conta, acabamos nos colocando no lugar de Deus, posando, em nossa vida, como se fôssemos Bruce Nolan, personagem interpretado por Jim Carrey no filme Todo Poderoso (2003) — figura que, por algum tempo, passa a ocupar o lugar de Deus e, ocupando o lugar do Altíssimo, terminou metendo os pés pelas mãos.

Aliás, falando em "todo poderoso", lembremos da Sexta-Feira Santa, onde vemos a multidão clamar, em alto e bom som, pela libertação de Barrabás e, na sequência, bradar a plenos pulmões para que o Nazareno fosse crucificado. Aí temos a multidão colocando-se acima de Deus, crendo que a sua opinião sobre tudo era superior à Verdade que se fez carne e que estava diante de suas vistas. Resumindo: um bando de "todos-poderosos" colocando-se acima do bem e do mal, condenando o Sumo Bem como se fosse todo o mal.

E assim somos nós, muitas e muitas vezes, em nosso dia a dia, em nossas decisões comezinhas e escolhas mesquinhas. Se somos daqueles que creem que tudo é relativo, é bem provável que, por conta disso — e sem nos darmos conta — terminemos por agir como se as nossas opiniões fossem incontestáveis. Não é à toa, nem por acaso, que tantas pessoas promovam campanhas de cancelamento aqui e acolá e, ainda por cima, sejam capazes de posar como baluartes da democracia; afinal, se tudo é relativo, apenas o nosso ego narcisicamente inchado é absoluto, não é mesmo?

Por essas e outras a verdade é tão levianamente assassinada por nós; por essas e outras trocamos tão facilmente de opinião sem ao menos refletir, um cadinho que seja, a respeito do que estamos fazendo.

Mas, afinal de contas, o que é a verdade? Bem, essa é a pergunta que foi feita por Pilatos ao Verbo Divino encarnado, estando com o seu coração dividido entre a pressão da opinião da turba, a ordem do Império Romano e a sua vaidade. E, mesmo tendo a Verdade diante de suas ventas, ele foi incapaz de reconhecê-la e, por isso, acabou lavando as mãos do sangue inocente que foi derramado.

Há quem diga que ele passou o resto de sua vida lavando compulsivamente as mãos, dizendo que elas estavam, o tempo todo, sujas de sangue.

Enfim, que tenhamos a coragem que Pilatos não teve; que tenhamos a humildade que as multidões não têm e, principalmente, a fortaleza necessária para abandonarmos as nossas opiniões quando estas forem silenciosamente tratoradas pela verdade — para que nossa mente e coração sejam iluminados por ela, renovando o nosso olhar e fazendo nova toda a nossa vida.

*      O autor, Dartagnan da Silva Zanela, é professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de "UM GRANDE MONTE DE PÓ E SOMBRAS", entre outros livros.

A fé incomoda o poder. A ciência explica o porquê.

 


 

 

Claudio Apolinario

           Mais de 3.300 estudos científicos analisaram a relação entre fé e saúde ao longo de um século. O Handbook of Religion and Health, publicado pela Oxford University Press, chegou a uma conclusão que regimes autoritários já sabiam: quem pratica fé ativamente é mais difícil de manipular.

Menor depressão. Menor risco de suicídio. Maior resistência sob pressão.

Isso não é religião. É pesquisa. Não estou falando de crença. Estou falando de dados.

Passei anos acompanhando homens em crise. E vi o mesmo padrão se repetir: quando a fé era real, a pessoa não se entregava, mesmo depois que tudo desmoronava. A fé impedia o desmoronamento.

Mas tem uma forma de esvaziar a fé sem atacá-la. Regimes inteligentes não a proíbem visivelmente. Até falam de religião. O que fazem é mais sutil: anestesiam. Deixam a fé existir só como conforto, nunca como estrutura. E quando a fé dorme, os valores dormem junto.

O que parece inofensivo, na prática é devastador.

É por isso que regimes preferem uma fé de amuleto. De enfeite. Porque enfeite não organiza resistência. A fé que estrutura civilizações não espera o colapso para entrar em cena. Ela organiza a vida antes que o colapso aconteça. É a diferença entre quem reforça o telhado antes da tempestade e quem corre atrás de balde quando já está tudo molhado.

A ciência demorou para entender isso. Durante boa parte do século XX, a fé foi tratada como coisa de gente que não pensa. Os dados, porém, foram na direção oposta — e foram consistentes o suficiente para mobilizar pesquisadores de Duke (uma das principais universidades médicas dos Estados Unidos por mais de duas décadas).

O que eles encontraram é direto.

Quem vive a fé de verdade desenvolve propósito — um senso de significado que ultrapassa o próprio umbigo. Quando a vida tem sentido além de si mesmo, suportamos mais. Cedemos menos. Decidimos com mais firmeza.

David DeSteno, psicólogo da Northeastern University, demonstrou em pesquisa controlada que gratidão reduz a disposição das pessoas de mentir mesmo quando há vantagem imediata em jogo. O mecanismo é direto: gratidão cria uma âncora moral por dentro. Quem reconhece que recebeu algo não consegue trapacear para ganhar mais sem um custo interno. A fé alimenta exatamente esse estado — e por isso forma pessoas mais difíceis de corromper.

Junto com isso vem o limite. A fé vivida comunica que existem linhas que não podem ser cruzadas. Não porque a lei proíbe. Não porque alguém está olhando. Porque há um código anterior a qualquer norma e posterior a qualquer conveniência. Um homem que sabe o que não fará — independente do que ganhe ou perca — é muito difícil de comprar.

Depois vem a responsabilidade. A fé cristã não produz passividade. Produz dever. A lógica de que cada um responde pelo que fez com o que recebeu é incompatível com a terceirização de culpa que alimenta o populismo. Quem foi formado assim não transfere para o Estado o que é sua responsabilidade.

E por último, comunidade. Redes religiosas criam vínculos de lealdade que resistem à manipulação do poder. Não têm um ponto único de controle. Por isso incomodam tanto quem quer controlar tudo.

Propósito. Limite. Responsabilidade. Comunidade. São o que permite que uma família se sustente sob pressão, que um pai permaneça quando seria mais fácil ir embora, que um profissional ou funcionário público recuse o suborno quando seria mais rentável aceitar.

Agora você entende por que regimes de dominação sempre atacam a fé primeiro?

Não é superstição. É estratégia.

Entre 1917 e 1935, 130.000 sacerdotes foram presos na União Soviética. Noventa e cinco mil foram executados. Na China de Mao Tse-tung, templos foram demolidos sistematicamente. O objetivo nunca foi religioso. Foi sempre político.

Porque a fé que forma caráter não se submete facilmente.

Fé que cria comunidade não tem dono. E o que não tem dono não se confisca.

Fé que ensina responsabilidade não terceiriza suas convicções para o Estado.

Isso incomoda o poder. Sempre incomodou.

A fé não é o lugar onde os fracos se escondem. É o lugar onde os firmes se formam.

*       O autor, Claudio Apolinario, é articulista e analista político.

Os principais cabos eleitorais da oposição

 


 

Percival Puggina

 

         Fazer política exige alguns talentos especiais. Não é por acaso que pessoas competentes, vencedoras em outros setores de atividade, são mal sucedidas quando, convocadas à atividade política, se apresentam ante o eleitorado.

A partir do momento em que por ampla maioria, a atual configuração do STF formou trincheira no teatro das operações políticas e abriu o arsenal dos meios jurídicos de que dispunha, suas decisões produziram as consequências que todos pudemos ver e lastimar. Num rápido sumário: oposição intimidada, redes sociais amordaçadas, população silenciosa, ministros parecendo usufrutuários do Supremo, e militância de redação recebendo poderosa parceria para acabar com as pretensões políticas de conservadores e liberais. Nas refregas quotidianas, era comum ver estúdios que lembravam barraca de campanha onde, entusiasmados jornalistas, diante do mapa dos fatos, recebiam do STF, por celular, mensagens transmitidas como se vindas do Alto Comando de uma guerra contra a direita.

Alijado assim, o povo – aquele povo de onde, se não me falha a memória, a Constituição diz emanar todo o poder – se descobria desabrigado na noite da História. A democracia, de hábito ruidosa, foi sendo silenciada. No vocabulário dos antigos, em meio a tanta truculência, a divergência foi sendo “exemplada”. A cada opinião ou movimento, levava um “para-te quieto”. A harmonia entre os poderes de Estado tinha lado para existir. Palácio do Planalto e STF eram a goiabada e o queijo ou o “baião de dois”, como disse certa vez alguém referindo-se a uma situação semelhante.

Assim como se sucedem as fases da Lua, o tempo passa e o calendário eleitoral comanda o andar dessa história. Na lua minguante de outubro, haverá eleições. Ao longo do ano, tem pesquisa, tem candidatos na rua, há conversas reservadas, há notícias a dar e objetivos a alcançar.

Não é por acaso que a rejeição ao presidente da República coincide com a avaliação negativa do Supremo Tribunal Federal, superando os 50%!

Trata-se de uma consequência inevitável da truculência verbal e judicial, e da inaptidão para a política como ela deve transcorrer num regime democrático. Ao tratar a divergência como inimiga, os donos da cena construíram o passado, sim, mas construíram, também, o futuro. Impor sigilos, brigar com certos fatos e ocultar outros nunca foi boa política. Ufanismo sem causa, agressividade explícita, maus tratos à opinião pública, censura, ânimo vingativo, injustiça explícita e abuso de poder não combinam com voto. Presidência da República e Supremo Tribunal Federal são, agora, os principais cabos eleitorais da oposição brasileira.

Percival Puggina (81) é arquiteto, escritor, titular do site Liberais e Conservadores (www.puggina.org), colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+. Membro da Academia Rio-Grandense de Letras.

Uma escolha de longo prazo entre liberdade e servidão

 


 

 

Percival Puggina

         Considero impossível uma derrota da oposição na eleição presidencial. Com cinco mandatos entre os seis deste século, Lula e os seus são os únicos responsáveis pelo empobrecimento e endividamento dos brasileiros. Desse pacote de prejuízos faz parte a atual configuração do STF, que atinge, ao lado do presidente, o ápice de seu desprestígio.

Há poucos dias foi informado que o loroteiro de Garanhuns teria aconselhado Dias Toffoli a cair fora e, agora, tenta descolar sua imagem da pessoa de Alexandre de Moraes, recomendando-lhe não manchar a própria biografia. Para a conta de Lula vão, também, os muitos desserviços à nação proporcionados pelos presidentes das duas casas do Congresso. Não, não há no Brasil, número suficiente de eleitores manipuláveis ao ponto de reeleger alguém como Lula.  

Por isso, enquanto tantos se preocupam com a sucessão presidencial, iludidos pela mitificação que cerca o presidencialismo, eu me preocupo com a eleição dos novos senadores. Aqui, a necessidade parece ser superior à oferta. Os 54 que saírem das urnas terão oito anos de mandato e apenas dentro de quatro anos será possível alterar um terço da composição da Casa. É uma escolha de longo prazo entre liberdade e servidão, entre democracia e tirania.

Eis-nos, então, diante de um paradoxo: por que a eleição majoritária dos senadores poderá não refletir o que se antevê para a eleição majoritária do presidente? Tal fenômeno se deve à gritante desproporção na representação da população no Senado Federal. Enquanto, por exemplo, a região Nordeste tem um senador para cada 2,1 milhões de habitantes, a região Sudeste tem um senador para cada 7,4 milhões de habitantes. Essa desproporção, que se reproduz em todas as regiões, afasta quaisquer simetrias entre os votos para presidente e para senador.

Um problema ainda mais grave me traz aflição em relação às reformas institucionais sem as quais estaremos em muito maus lençóis. Refiro-me ao fato de, em pleno século XXI, partidos brasileiros brotarem como fungo à sombra dos recursos públicos e ainda terem chefes e chefetes nacionais e regionais. São eles que, nestes dias, notadamente entre os cinzentos e mornos partidos do Centrão, estão montando as chapas majoritárias e as nominatas para as eleições de deputados. Parece que retornamos ao Segundo Império, quando, sob o telhado do Partido Republicano, surgiram suas muitas versões regionais. Aqui no RS, foi muito ativo o PRR (Partido Republicano Riograndense); em São Paulo, o PRP; no Rio, o PRFluminense, e assim por diante.

Ao autorizar a ida de Bolsonaro para prisão domiciliar, o ministro Alexandre de Moraes lhe impôs sanções adicionais de natureza política. Foram proibidas concentrações a menos de um quilômetro de sua residência e ele só recebe visitas dos médicos, advogados e membros do mais estreito círculo familiar! Em outras palavras, está impedido de manifestar apoio ou rejeição a nada e a ninguém.

Com disfarce de conduta humanitária, o óbito político de Bolsonaro foi a cereja judicial no bolo da eleição. Nos partidos que se poderiam beneficiar de uma vitória presidencial da oposição, as estratégias para montagem das chapas majoritárias ficaram inteiramente ao gosto dos caciques. Valdemar Costa Neto (PL), Gilberto Cassab (PSD), Antonio Rueda (União Brasil) e Marcos Pereira (Republicanos), ao longo dos últimos anos, puxando cordéis, desacreditaram politicamente o Senado. E é exatamente isso que estão fazendo e buscando reproduzir.

O Brasil precisaria muito, hoje, de eleitores com uma consciência política que quase ninguém cuidou, ajuizadamente, de formar.

Percival Puggina (81) é arquiteto, escritor, titular do site Liberais e Conservadores (www.puggina.org), colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+. Membro da Academia Rio-Grandense de Letras.

 Pode ser uma imagem de carro e texto

NVIDIA GTC 2026: a IA entra em nova fase e isso muda o papel do marketing

 

NVIDIA Enterprise

NVIDIA GTC 2026: a IA entra em nova fase e isso muda o papel do marketing

Por Marcelo Pontieri*

A edição de 2026 do NVIDIA GTC reforça uma mudança que já vinha se desenhando nos últimos anos: a inteligência artificial deixou de ser uma aposta tecnológica para se consolidar como infraestrutura essencial de negócios. Esse movimento não acontece apenas no discurso: ele já se reflete na forma como o mercado, investidores e empresas estão reagindo. Durante o evento, Jensen Huang indicou que a demanda por infraestrutura de IA pode ultrapassar US$ 1 trilhão até 2027, um número que ajuda a explicar por que a tecnologia passou a ocupar um papel central nas estratégias corporativas.

Mais do que uma projeção isolada, esse cenário é reforçado por análises que apontam para um backlog potencial ainda maior nos próximos anos, sustentado pela evolução contínua de novas arquiteturas, plataformas e aplicações. Ao mesmo tempo, o posicionamento da companhia, combinando crescimento acelerado com disciplina financeira, contribui para um ambiente de maior confiança, reforçando que o avanço da IA está ancorado em fundamentos concretos.

O equilíbrio entre inovação e execução foi um dos pontos mais evidentes ao longo do GTC. Nesse contexto, o que prevaleceu foi o tom de maturidade que dita um menor foco no hype e uma maior atenção à eficiência, ao custo e à aplicação prática da tecnologia. Essa mudança reflete a evolução do ciclo da IA, que sai da fase centrada no treinamento de grandes modelos e avança rapidamente para a inferência e execução em escala real, aumentando a pressão por infraestruturas mais eficientes, sustentáveis e economicamente viáveis.

Os anúncios apresentados acompanham esse movimento, evidenciando a transição da IA de soluções isoladas para uma arquitetura completa que integra hardware, software e operação contínua. No campo do software, iniciativas como OpenClaw e NemoClaw indicam o avanço dos agentes de IA como protagonistas da automação e aplicação prática da IA para qualquer setor. Ao mesmo tempo, isso fortalece os ecossistemas abertos e reforça um caminho estratégico para escalar a inovação e ampliar o acesso à tecnologia.

Quando observamos esse conjunto de movimentos, fica evidente que a IA está se consolidando como uma infraestrutura operacional, uma base sobre a qual empresas passam a construir novas estratégias de crescimento. E é nesse contexto que o papel do marketing também evolui.

Se antes o desafio era gerar awareness, agora a prioridade passa a ser traduzir complexidade em valor de negócio. A IA exige narrativas mais sofisticadas, conectadas a aplicações reais, impacto mensurável e contexto estratégico. Na América Latina, esse movimento ganha ainda mais relevância. O crescimento da participação regional no GTC mostra que o interesse está avançando de forma consistente, mas também evidencia que ainda estamos no início da jornada de adoção em larga escala. Isso amplia a responsabilidade de quem atua na construção dessas narrativas.

Além de comunicar inovação, o marketing passa a atuar como um facilitador de entendimento, conectando tecnologia a realidade de mercado e ajudando a acelerar a maturidade do ecossistema. E talvez um dos exemplos mais simbólicos dessa transformação tenha vindo justamente no encerramento do keynote.

De forma inesperada, a apresentação terminou com um vídeo criado com o apoio de ferramentas de IA generativa: uma cena em que robôs, reunidos ao redor de uma fogueira, recapitulam os principais anúncios do evento em forma de música, ao lado de uma versão virtual de Jensen Huang. Essa escolha vai além de um momento criativo e sintetiza uma mudança importante, pois a IA não está apenas transformando produtos e infraestruturas, mas também redefinindo a forma como as histórias são contadas.

Ao combinar diferentes modelos de geração de imagem, vídeo e música, o time conseguiu criar uma narrativa envolvente, flexível e alinhada ao conteúdo do evento. Um exemplo claro de como a tecnologia pode ampliar o potencial criativo, sem substituir o olhar estratégico e humano por trás da construção da mensagem.

No fim, o GTC 2026 deixa uma mensagem clara: estamos entrando em uma nova fase da inteligência artificial, mais madura, aplicada e integrada aos negócios. O papel do marketing, portanto, se torna ainda mais relevante. Porque, se a tecnologia define o que é possível, é a forma como contamos essas histórias que define o que realmente ganha escala.

*Marcelo Pontieri é diretor de marketing da divisão Enterprise da NVIDIA para América Latina.

Sobre a NVIDIA

Desde sua fundação em 1993, a NVIDIA (NASDAQ: NVDA) tem sido pioneira em computação acelerada. A invenção da GPU pela empresa em 1999 estimulou o crescimento do mercado de games para PC, redefiniu a computação gráfica, iniciou a era da IA moderna e tem ajudado a digitalização industrial em todos os mercados. A NVIDIA agora é uma empresa de infraestrutura de computação full-stack com soluções em escala de data center que estão revolucionando o setor. Mais informações em: https://www.nvidia.com/pt-br/.

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Marcelo Pontieri é diretor de marketing da divisão Enterprise da NVIDIA para América Latina.
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Booking.com celebra o Dia Mundial da Saúde com destinos no Brasil ideais para renovar a pele durante a viagem

 

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Booking.com celebra o Dia Mundial da Saúde com destinos no Brasil ideais para renovar a pele durante a viagem

O bem-estar passa a ocupar um espaço mais concreto também nas viagens. Entre as novas formas de incorporar o autocuidado ao dia a dia, cresce o interesse por experiências de viagem que usam o próprio destino como aliado, incluindo no cuidado com a pele. É nesse contexto que surgem as chamadas “dermoescapadas”, viagens pensadas para favorecer a regeneração da pele ao longo da estadia. A proposta combina fatores como clima, qualidade do sono e ritmo desacelerado, transformando o próprio destino em parte do cuidado.

De acordo com as Previsões de Viagem para 2026 da Booking.com*, esse movimento acompanha uma mudança no comportamento dos viajantes. A maioria dos brasileiros (91%) estão dispostos a reservar uma viagem para férias revigorantes, com tratamentos voltados às necessidades específicas da pele, enquanto 74% demonstram interesse em espelhos inteligentes que avaliam poros e níveis de hidratação para oferecer recomendações em tempo real. 

Inspirada por esse cenário e com a chegada do Dia Mundial da Saúde, em 7 de abril, a Booking.com – empresa de reserva de hotéis, aluguel de temporada, voos e outros serviços de turismo – selecionou quatro destinos no Brasil ideais para quem deseja transformar a viagem em um momento de descanso e renovação da pele.

Caldas Novas, Goiás

No coração do Centro-Oeste, Caldas Novas atrai viajantes em busca de pausa há décadas. Considerada a maior estância hidrotermal do mundo, a cidade é famosa por suas piscinas de águas naturalmente quentes, que podem chegar a 50°C. Entre parques aquáticos e hotéis com acesso às fontes termais, os banhos frequentes fazem parte da rotina e ajudam não só a relaxar o corpo, mas também a manter a pele hidratada e revitalizada. Para se hospedar, o Apartamento Le Jardin, que fica a 3 km do Aeroporto de Caldas Novas, conta com restaurante e salão de jogos na propriedade.


Jalapão, Tocantins

Entre paisagens de cerrado preservado, dunas douradas e rios de águas transparentes, o Jalapão se destaca pelos fervedouros: nascentes de água cristalina onde a pressão impede que o corpo afunde. Espalhados por regiões como Mateiros e São Félix do Tocantins, esses pequenos oásis de águas limpas e constantemente renovadas convidam a mergulhos sem pressa. O contato direto com a natureza, a água pura e os dias ao ar livre criam uma sensação imediata de renovação, em uma experiência que conecta descanso, paisagem e bem-estar. Uma boa opção de hospedagem no destino é a Pousada Beira da Mata-Jalapão, que fica em Mateiros e oferece acomodações com Wi-Fi grátis e estacionamento privativo gratuito.

Araxá, Minas Gerais

Localizado no Triângulo Mineiro, Araxá combina tradição e paisagens amplas com uma forte relação com o bem-estar. No complexo do Barreiro, os banhos de lama e as águas termais fazem parte da identidade do destino. A chamada lama negra, rica em minerais, é aplicada em rituais que fazem parte da experiência local há décadas. Ao redor, o parque do Barreiro reúne lagos, fontes e áreas para caminhada, criando um ambiente que convida a alternar momentos de cuidado com pausas ao ar livre. Para quem busca unir descanso e cuidados em um só lugar, Grande Hotel Termas de Araxá conta com spa de águas termais naturais, piscina coberta e quatro restaurantes. 

Águas de Lindóia, São Paulo

A cerca de 180 km de São Paulo, Águas de Lindóia é um dos principais destinos do Circuito das Águas Paulista, conhecido pelas fontes minerais e pela forte presença de spas e centros de bem-estar. Na cidade, tratamentos com argila e banhos minerais fazem parte da rotina de quem visita, com espaços dedicados a esse tipo de experiência. Além disso, a infraestrutura urbana, com praças, balneários e áreas verdes, facilita dias voltados ao descanso e ao cuidado sem a necessidade de grandes deslocamentos. Para a estadia, o Hotel Chalés Capitanias é uma opção de hospedagem aconchegante na cidade, rodeado por montanhas e áreas verdes.

*A pesquisa Previsões de Viagem para 2026 foi encomendada pela Booking.com e realizada com um grupo de adultos que planeja viajar a lazer ou a negócios nos próximos 12 a 24 meses. Ao todo, 29.733 pessoas em 33 países e territórios participaram da pesquisa. Os participantes responderam a uma pesquisa on-line em julho/agosto de 2025.

 



Apartamento Le Jardin - Caldas Novas Apartamento Le Jardin - Caldas Novas Pousada Beira da Mata - Jalapão
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Sobre a Booking.com 

Parte da Booking Holdings Inc. (NASDAQ: BKNG), a missão da Booking.com é tornar mais fácil a todas as pessoas conhecer o mundo. Ao investir na tecnologia, que ajuda a facilitar o processo de viagem, a Booking.com conecta milhões de viajantes com experiências memoráveis todos os dias. Para mais informações, siga a @bookingcom nas mídias sociais ou visite nosso site geral de notícias.





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Assessoria de Imprensa da Booking.com no Brasil
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Tuberculose, gripe ou resfriado? Especialista esclarece principais diferenças

 


Tuberculose, gripe ou resfriado? Especialista esclarece principais diferenças

São Paulo, abril de 2026 – Apesar de ser conhecida e contar com tratamento gratuito, a tuberculose ainda representa um importante desafio para a saúde pública no Brasil. De acordo com o Ministério da Saúde, o país registra mais de 84 mil novos casos por ano e um dos principais entraves no combate à doença é justamente sua semelhança com outros problemas respiratórios. 

Tosse, cansaço e febre são sintomas que, à primeira vista, podem ser facilmente confundidos com gripe ou resfriado. O que faz com que muitos pacientes demorem a procurar atendimento médico. Em alguns casos, a tuberculose evolui silenciosamente por semanas ou até meses sem diagnóstico. 

Diferentemente da gripe e resfriado, causados por vírus, a tuberculose é uma doença infecciosa provocada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, também conhecida como bacilo de Koch. A transmissão ocorre, como na maior parte das viroses, pelo ar, por meio da tosse, fala ou espirro de pessoas infectadas, com maior risco em ambientes fechados e pouco ventilados. 

Segundo o Dr. Gustavo Vinent, especialista em Medicina da Família do CEJAM – Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”, é comum que os sinais iniciais sejam interpretados como quadros mais simples do cotidiano. Ainda assim, algumas características ajudam a diferenciar: 

Rinite alérgica: espirros frequentes, coceira no nariz e nos olhos, secreção clara e ausência de febre;  

Infecções virais, como gripe e resfriado: febre variável, mal-estar e dores no corpo  

Sinusite: dor ou pressão facial, secreção mais espessa e sintomas persistentes  

O principal indicativo da tuberculose é a tosse por três semanas ou mais, que pode ser seca ou acompanhada de secreção. Outros sinais incluem febre, geralmente no fim do dia, suor noturno, cansaço excessivo e perda de peso sem causa aparente. 

O que pode agravar o quadro 

O uso indiscriminado de descongestionantes nasais e antigripais pode mascarar sintomas importantes, além de provocar efeitos colaterais como aumento da pressão arterial e arritmias. “Esse comportamento pode retardar a identificação da doença, comprometer o início do tratamento e favorecer a transmissão”, alerta o médico. 

Mudanças bruscas de temperatura e o ar seco também afetam a saúde respiratória e podem favorecer o surgimento ou a piora desses sintomas. “As oscilações térmicas e a baixa umidade ressecam as vias aéreas e prejudicam os mecanismos de defesa do organismo, facilitando a entrada de vírus e bactérias”, explica. Por isso, quadros persistentes ou fora do padrão merecem atenção redobrada.  

Principais cuidados 

Algumas medidas simples no dia a dia ajudam a reduzir os riscos e a proteger o bem-estar      respiratóriocomo manter os ambientes ventilados, higienizar superfícies para diminuir o acúmulo de poeira, manter boa hidratação e evitar, quando possível, locais fechados e com pouca circulação de ar. A ventilação, em especial, é fundamental, pois contribui com a dispersão de partículas no ambiente e reduz a possibilidade de contágio. 

A tuberculose tem cura e o tratamento é oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde. O acompanhamento adequado é essencial tanto para a recuperação do paciente quanto para interromper a transmissão da doença.  

A recomendação é procurar uma unidade de saúde sempre que houver febre persistente acima de 38 °C, falta de ar, chiado no peito, dor no tórax ou tosse que não melhora ou piora com o passar do tempo. 

Sobre o CEJAM   

O CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” é uma entidade filantrópica e sem fins lucrativos. Fundada em 1991, a Instituição atua em parceria com o poder público no gerenciamento de serviços e programas de saúde em São Paulo, Rio de Janeiro, Mogi das Cruzes, Osasco, Campinas, Carapicuíba, Barueri, Franco da Rocha, Guarulhos, Santos, São Roque, Lins, Assis, Ferraz de Vasconcelos, Pariquera-Açu, Itapevi, Peruíbe e São José dos Campos.   

A organização faz parte do Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (IBROSS), e tem a missão de ser instrumento transformador da vida das pessoas por meio de ações de promoção, prevenção e assistência à saúde.   

O CEJAM é considerado uma Instituição de excelência no apoio ao Sistema Único de Saúde (SUS), tendo conquistado, em 2025, a certificação Great Place to Work. O seu nome é uma homenagem ao Dr. João Amorim, médico obstetra e um dos fundadores da Instituição.   

Neste ano, a organização lança a campanha CEJAM 2026: respeito à vida, respeito ao planeta. 365 dias cuidando do presente, transformando o futuro!   

Siga o CEJAM nas redes sociais (@cejamoficial) e acompanhe os conteúdos divulgados no site da instituição.   
  
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