
domingo, 1 de março de 2026
Às vezes, o melhor Hotel do Mundo não tenha um endereço fixo: Explora Journeys revela nova campanha cinematográfica em Nova York
Às vezes, o melhor Hotel do Mundo não tenha um endereço fixo: Explora Journeys revela nova campanha cinematográfica em Nova York

Tema da campanha da Explora Journeys: Às vezes, o melhor Hotel do Mundo não tenha um endereço fixo
A Explora Journeys, marca de viagens oceânicas de luxo do Grupo MSC, está redefinindo a hospitalidade de alto padrão ao desafiar a própria definição do que um hotel pode ser. No dia 25 de fevereiro, em Nova York, a marca revelou uma nova campanha global cinematográfica desenvolvida pela McCann Paris e dirigida pelo premiado diretor e fotógrafo Jonas Lindstroem. Projetada para desafiar as convenções tradicionais dos cruzeiros, a campanha revela um vislumbre envolvente da experiência Explora Journeys — tão valorizada por seus hóspedes fiéis — ao mesmo tempo em que convida uma nova geração de exploradores de alto poder aquisitivo a ressignificar completamente o conceito de viagem de luxo.
Reafirmando que a Explora Journeys ocupa uma categoria própria, a campanha se afasta das imagens e narrativas tradicionais da indústria e adota uma estética lúdica, que remete ao cinema contemporâneo cuidadosamente composto e sutilmente excêntrico. Por meio de uma série de evocativos “Às vezes”, a direção criativa posiciona a marca não simplesmente como um cruzeiro, mas como um hotel cinco estrelas flutuante, onde os limites do luxo em terra são elegantemente superados, uma proposta que coloca a marca em uma categoria singular dentro do cenário dinâmico das viagens de luxo.
O conceito central da nova visão é: “O melhor de tudo, em todos os lugares, ao mesmo tempo”. Ao enquadrar o navio como o destino definitivo, a campanha destaca os atributos únicos de um resort boutique de luxo que se move.
“Estamos sugerindo que as experiências hoteleiras mais marcantes “às vezes não estão em terra firme”, afirma Anna Nash, Presidente da Explora Journeys. “Ao adotar uma narrativa mais lúdica e cinematográfica, convidamos os hóspedes mais exigentes a enxergar as viagens oceânicas sob uma nova perspectiva, onde o oceano não é apenas uma passagem entre destinos, mas um espaço de renovação e descoberta pessoal. A campanha traz uma virada intencional: reformula a própria ideia de hotel, propondo que o destino mais instigante da hospitalidade às vezes não está em uma rua, mas navegando no oceano, em constante evolução e infinitamente inspirador. À medida que avançamos para ter seis navios em operação até 2028, estamos animados em compartilhar essa campanha ousada que realmente captura a essência do nosso ‘Ocean State of Mind’.”
Julien Calot, Chief Creative Officer da McCann Paris, afirma: “A campanha oferece uma perspectiva radicalmente nova sobre a vida no mar, impulsionada por emoção, sensação e um sutil senso de humor. Atual, impactante e diferente de tudo o que se vê atualmente na indústria, ela foca nos sentimentos que permanecem com você muito depois que a jornada termina: serenidade, amplitude, contemplação e momentos silenciosos de alegria.”
“No coração do filme principal e das diversas imagens marcantes da campanha está uma ideia simples, porém poderosa”, comenta Liam Fearn, Diretor Executivo de Criação da McCann Paris. “Um navio da Explora Journeys é mais do que um navio. É um lugar que se move com você, se adapta a você e abre novas perspectivas todos os dias.”
A campanha ganha vida por meio de um filme publicitário em estilo curta-metragem cinematográfico, apoiado por uma série de visuais marcantes e distintos para televisão, mídia impressa e canais digitais, todos explorando o poder evocativo da palavra “Às vezes”. Uma única palavra que desperta curiosidade, possibilidade e interpretação pessoal — “‘As vezes” torna-se ao mesmo tempo pergunta e resposta, uma provocação sutil para reconsiderar o que as viagens oceânicas ultraelegantes podem ser.
À medida que a Explora Journeys continua a se posicionar como a exceção às normas tradicionais do luxo, esta campanha é mais do que uma nova publicidade; é uma reinterpretação criativa do status quo, projetada para ampliar os horizontes daqueles que já são apaixonados por viagens marítimas e, ao mesmo tempo, acolher uma nova geração de hóspedes exigentes. Com lançamento mundial nos canais digitais, TV, redes sociais, mídia impressa e mídia out-of-home selecionada, a campanha sinaliza um passo confiante rumo a um novo paradigma da hospitalidade, onde o oceano se torna não apenas um destino, mas um estado de espírito.
Descubra o vídeo completo da campanha aqui: Explore the Ocean State Of Mind.
Sobre a Explora Journeys
A Explora Journeys é a marca privada de viagens oceânicas de luxo do Grupo MSC, com sede em Genebra, Suíça.
Construída sobre os 300 anos de tradição marítima da família Aponte, a Explora Journeys redefine as viagens oceânicas de luxo com seu exclusivo Ocean State of Mind — uma filosofia que conecta hóspedes exigentes ao mar, a si mesmos e uns aos outros. Seus itinerários imersivos equilibram destinos consagrados com portos menos conhecidos, criando Journeys que inspiram curiosidade e descoberta.
Cada navio, inspirado em iates privativos, funciona como um hotel de luxo flutuante, cujo endereço é o oceano, com todas as suítes de frente para o mar, com terraços privativos, janelas do chão ao teto e interiores espaçosos com design europeu que evocam uma elegância contemporânea e descontraída — um verdadeiro Home at Sea.
Os hóspedes podem escolher entre 11 experiências gastronômicas distintas — incluindo seis restaurantes, uma Chef’s Kitchen experiencial, 12 bares e lounges e serviço de refeições 24 horas nas suítes. O ‘Ocean Wellness – The Spa’ é complementado por cinco piscinas aquecidas internas e externas, um extenso programa de bem-estar holístico, amplos espaços externos no deck e entretenimento refinado projetado para criar o clima perfeito para cada momento.
Inspirada por suas raízes europeias e guiada pela hospitalidade suíça de alto padrão, a Explora Journeys oferece um serviço intuitivo e uma abordagem moderna e descomplicada ao luxo.
A marca lançou seu primeiro navio, EXPLORA I, em julho de 2023, seguido pelo EXPLORA II em setembro de 2024. O EXPLORA III, movido a GNL, juntou-se à frota em julho de 2026, com o EXPLORA IV chegando em 2027. O EXPLORA V e o EXPLORA VI seguirão em 2027 e 2028, respectivamente, cada um incorporando tecnologias ambientais avançadas como parte do compromisso da marca com a sustentabilidade.
Descubra mais em explorajourneys.com ou siga a Explora Journeys no Instagram, X, Facebook, TikTok e LinkedIn.
Visualizar todas as imagens em alta resolução
Samantha Dias
samantha@azziandco.com
(11) 99201-8472
Da Bahia para o mundo: boas práticas de sustentabilidade brasileiras são reconhecidas internacionalmente
Reserva Ecológica Michelin é selecionada como referência pelo Business Council for Sustainable Development

A Reserva Ecológica Michelin foi selecionada pelo World Business Council for Sustainable Development (WBCSD) como case de referência em restauração ecológica, passando a integrar materiais globais de soluções empresariais para a sustentabilidade. A Reserva Ecológica Michelin é uma iniciativa que completa 22 anos em 2026 e que protege quase 4 mil hectares de Mata Atlântica na Bahia, além de um amplo trabalho de restauração e educação ambiental.
Depois de integrar a primeira edição do Brasil de Soluções, do CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável) e ser entregue à presidência da COP30, o estudo é reconhecido internacionalmente. O WBCSD é um conselho empresarial mundial para o desenvolvimento sustentável com mais de 250 empresas que impulsionam a sustentabilidade como um fator-chave de competitividade.
O reconhecimento do trabalho feito na Reserva Ecológica Michelin pela rede global destaca a iniciativa como um exemplo concreto de como é possível conciliar conservação da biodiversidade, restauração florestal em áreas anteriormente dedicadas a atividades produtivas, com impacto positivo para o meio ambiente, para a sociedade e para os negócios.
A Michelin, em seu compromisso com a sustentabilidade estabeleceu esta área protegida para preservar a fauna e a flora locais, além de promover a pesquisa científica, restauração e a educação ambiental.
“Proteger um dos ecossistemas com a maior biodiversidade do mundo é um feito de importância global. Entendemos nosso trabalho como fundamental para esta estratégia corporativa que vai além de mitigar os impactos da operação”, afirma Kevin Flesher, diretor da Reserva Ecológica Michelin e Doutor em Ecologia.
O case foi incluído no Business Action Bank, plataforma internacional do WBCSD que reúne iniciativas empresariais relevantes, com resultados comprovados e potencial de replicação.

Visualizar todas as imagens em alta resolução
Aline Gomes
alinegomes@textual.com.br
(21) 7891-5497
Recuperação judicial no agro virou sinal de alerta para toda a cadeia

Recuperação judicial no agro virou sinal de alerta para toda a cadeia
Por Leandro Viegas*
Nos últimos anos, é possível enxergar o avanço dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio como um termômetro claro de aperto de caixa. O setor sempre conviveu com risco, mas o cenário recente combinou custo financeiro elevado, margens mais apertadas, oscilação de preços e problemas climáticos em sequência. Quando isso acontece, quem está mais alavancado e, principalmente, sem gestão de custo bem-feita, sente primeiro.
Os números ajudam a mostrar esse movimento. No segundo trimestre de 2025, o agronegócio registrou 565 pedidos de recuperação judicial, alta de 31,7% sobre o mesmo período de 2024. Já no terceiro trimestre, o volume subiu para 628 pedidos, o maior da série desde 2021, segundo a Serasa Experian. O dado reforça o que podemos sentir na prática: não se trata de um problema isolado de um elo da cadeia, mas de uma pressão financeira espalhada entre produtores (PF e PJ) e empresas ligadas ao setor.
Esse cenário tem uma parte cíclica e outra estrutural. A primeira todo mundo conhece: safra, clima, preço e mercado. A estrutural é mais desafiadora, porque a cadeia ficou mais complexa e mais financeirizada. Hoje há mais operações a prazo, mais dependência de capital, mais barter e mais exposição ao risco de crédito. Quando uma empresa começa a falhar, o efeito dominó pode atingir revendas, distribuidores e, no fim, o produtor, que fica sem crédito, com entrega atrasada ou sem suporte técnico no meio da safra. É exatamente por isso que a recuperação judicial deixou de ser um tema “jurídico” e passou a ser tema de gestão e sobrevivência no campo.
Esse aperto também aparece no ambiente financeiro. O Banco Central manteve a Selic em 15% ao ano em janeiro de 2026, no maior patamar em quase 20 anos, o que encarece o crédito e aumenta a seletividade dos financiadores. Além disso, o Boletim de Crédito Rural do BC (março/2025) mostrou que, entre julho de 2024 e março de 2025, o crédito rural concedido somou R$ 278,1 bilhões, com queda de 16,9% em relação ao período anterior, enquanto o endividamento dos beneficiários chegou a R$ 752 bilhões.
Ao mesmo tempo, o quadro não é homogêneo, e isso é importante dizer. Dados mais recentes do Mapa, com base no Sicor/BC, mostram que no período de julho de 2025 a janeiro de 2026 o crédito rural empresarial contratado alcançou R$ 316,57 bilhões (alta de 6%), puxado pelas CPRs, mas com recuo de 20% no crédito para investimento e com o próprio governo reconhecendo um ambiente de cautela na oferta e demanda de crédito. Ou seja: há dinheiro circulando, mas com perfil mais conservador, mais concentrado e com mais exigência de segurança.
Outro ponto que reforça essa leitura é a inadimplência. A Serasa Experian apontou que 8,3% da população rural estava inadimplente no terceiro trimestre de 2025, com alta anual e sinais de desaceleração apenas na margem. E um dado que chama atenção: a inadimplência se concentrou principalmente em dívidas com instituições financeiras (7,3%), enquanto os débitos com credores do próprio agro ficaram em 0,3%. Isso mostra como a pressão de caixa e o custo do dinheiro pesam no sistema como um todo.
Reflexos práticos
No dia a dia da fazenda, esse cenário afeta o básico. O prazo encurta, o crédito trava, as condições mudam durante a safra e aumenta o risco de atraso de entrega. E o agro não espera. Por isso, insisto em alguns sinais práticos de alerta antes de fechar negócio: preço muito abaixo do mercado sem explicação, pressa excessiva para fechar, mudança constante de regra ou prazo, dificuldade para formalizar contrato ou garantia e histórico ruim de entrega e pós-venda. Em momentos de pressão, muita gente erra tentando resolver tudo só no preço, e esse é um dos erros mais caros no campo.
A recomendação é simples, mas exige disciplina. Primeiro: comprar por etapas e não concentrar tudo em um único fornecedor. Segundo: travar com antecedência o essencial da safra, especialmente semente e defensivos. Terceiro: manter sempre um plano B logístico e comercial. Se um parceiro falhar, você precisa saber de onde comprar e como reagir sem parar a operação. No agro, preço não é custo total, o barato que atrasa pode sair muito mais caro em produtividade perdida.
O produtor precisa tratar a gestão financeira como ferramenta de produção. Não dá para controlar clima e preço, mas dá para controlar custo por hectare, fluxo de caixa e timing de compra. Quem conhece seu ponto de equilíbrio decide melhor e evita contratos no escuro. E, do lado das empresas, a confiança se mantém com transparência e previsibilidade: melhor dizer a verdade cedo do que prometer e falhar. Contrato claro, condição formalizada, padrão definido, assistência prevista e pós-venda funcionando.
Resumindo, para tomadas de decisões mais seguras em 2026, é necessário fazer o básico muito bem feito. Caixa em primeiro lugar, custo por hectare na ponta do lápis, compras planejadas e diversificadas, contrato simples e por escrito. Além de um parceiro confiável no centro da estratégia. A melhor proteção no agro continua sendo antecipar o risco, e não reagir quando o problema já explodiu.
*Administrador, bacharel em Direito, CEO da Sell Agro.
Imagens relacionadas
Divulgação baixar em alta resolução |
Divulgação baixar em alta resolução |
Leandro Viegas, CEO da Sell Agro baixar em alta resolução |
Kassi Bonissoni
Gerente de atendimento
kassiana.ruralpress@gmail.com
(19) 98320-0286
Nova plataforma móvel transforma ideias em apps prontos em minutos

Nova plataforma móvel transforma ideias em apps prontos em minutos
Emergent AI permite a criação de software por bilhões de pessoas em qualquer lugar
São Francisco, fevereiro de 2026: A Emergent, plataforma de programação intuitiva que permite que qualquer pessoa transforme ideias em softwares rentáveis, anunciou o lançamento de seu aplicativo móvel, o Emergent AI.
Com o aplicativo móvel da Emergent, é possível eliminar barreiras para o desenvolvimento de software para bilhões de pessoas em todo o mundo. Usuários podem transformar uma ideia em aplicativo totalmente funcional e publicá-lo diretamente na App Store e no Google Play. Um fundador pode iterar a lógica do produto enquanto espera um voo. O dono de uma pequena ou média empresa pode ajustar fluxos de trabalho minutos após uma ligação com seu cliente. Um consultor pode transformar feedback em novos recursos instantaneamente.
“As melhores ideias raramente esperam você estar na sua mesa”, disse Mukund Jha, cofundador e CEO da Emergent. “A necessidade de novas ferramentas para desenvolvimento de software é clara, como evidenciado pelo sucesso da Emergent. Queríamos garantir que a criatividade nunca parasse. Agora, é possível falar sua ideia para o nosso aplicativo móvel e a IA a transforma em um aplicativo real e funcional em minutos.”
A empresa já viu mais de 10.000 aplicativos móveis serem desenvolvidos e lançados no acesso antecipado.
Os usuários interessados podem começar a criar hoje mesmo baixando o aplicativo móvel Emergent AI na App Store ou no Google Play.
Sobre a Emergent
Plataforma de rápido crescimento que permite a qualquer pessoa criar aplicações completas e prontas para produção usando agentes de IA autônomos. A visão da Emergent é permitir que pessoas ambiciosas se movam na velocidade do seu pensamento para construir mais rápido, ir além e se libertar de limitações técnicas. Lançada em 2025, a Emergent conta com o apoio da Khosla Ventures, SoftBank, Lightspeed, YC, Prosus, Together e do AI Futures Fund do Google. Sua missão é democratizar o acesso à criação de software e dar vida a novas ideias.
DFreire Comunicação e Negócios – (11) 97399-0031
Cassia Larrubia – cassia@dfreire.com.br
Luciana Abritta – lucianaabritta@dfreire.com.br
Hospital da Bahia está entre os melhores do mundo, segundo o World's Best Hospitals 2026
Instituição avançou sete posições frente a 2025 no ranking Brasil que é organizado pela conceituada revista norte-americana Newsweek em parceria com a empresa global de pesquisa de dados Statista
O Hospital da Bahia, administrado pela Rede Américas, segunda maior rede de hospitais privados do Brasil, acaba de ganhar mais um reconhecimento internacional: figura entre os melhores hospitais do mundo em qualidade hospitalar, segundo o ranking World’s Best Hospitals 2026. A lista é elaborada anualmente pela revista norte-americana Newsweek, em parceria com a empresa global de pesquisa de dados Statista.
A unidade aparece no ranking pelo segundo ano. “No ano em que o Hospital da Bahia completa 20 anos, receber esse reconhecimento internacional é especialmente simbólico. Ele é fruto de um novo momento que estamos vivenciando, marcado por uma fase de fortalecimento da nossa atuação em alta complexidade e, sobretudo, pela consolidação de um modelo assistencial cada vez mais humanizado e acolhedor”, afirma o diretor-geral da instituição, Daniel Medeiros.
A avaliação considerou critérios como métricas de qualidade
hospitalar, recomendações de especialistas (médicos, líderes
hospitalares e profissionais da saúde), resultados de pesquisas com
pacientes e indicadores de desfechos relatados pelos próprios pacientes
(PROMs). Na América Latina, apenas 120 instituições foram classificadas.
Sobre o ranking
O ranking integra o estudo World’s Best Hospitals 2026, que avaliou 2.530 instituições de saúde em 32 países, entre eles Estados Unidos, Alemanha, Japão, Reino Unido, França, Itália, Canadá, Brasil, Austrália, Espanha, Emirados Árabes Unidos. Ao todo, 120 hospitais brasileiros foram incluídos na edição deste ano, cinco a mais do que na edição anterior, que contou com 115 instituições do país.
Sobre a Rede Américas
A Rede Américas é a segunda maior rede de hospitais do Brasil, com atuação em oito estados (SP, RJ, PR, BA, PE, MA, SE, RN) e no DF. São 27 hospitais (*) e 42 unidades oncológicas, resultado da joint venture entre Dasa e Amil.
Com mais de 34 mil colaboradores, 40 mil médicos atuantes e mais de 4.200 leitos, une excelência clínica, inovação contínua e olhar humano. Guiada pelo propósito “Paixão por cuidar”, alia qualidade assistencial e segurança em cada etapa do atendimento aos pacientes.
(*) Hospital São Domingos e Hospital da Bahia são administrados pela Rede Américas
Mais informações: imprensa@americasmed.com
Imagens relacionadas
baixar em alta resolução |
Laís Buri
lais.buri@bowler.com.br
(11) 98565-0377
Terapias imunobiológicas transformam a vida de pacientes com doenças raras e trazem nova perspectiva de tratamento

Terapias imunobiológicas transformam a vida de pacientes com doenças raras e trazem nova perspectiva de tratamento
No Dia Mundial das Doenças Raras, especialista destaca como avanços da medicina têm permitido controle de patologias antes consideradas intratáveis
Visualizar todas as imagens em alta resolução
Bianca Rocha
Executiva de Atendimento
bianca@textoecia.com.br
(71) 99963-2513 / (71) 98147-4334
Após o Carnaval, infectologista alerta para infecções que podem surgir dias ou semanas após a folia na Bahia

Após o Carnaval, infectologista alerta para infecções que podem surgir dias ou semanas após a folia na Bahia
Aglomerações, privação de sono e exposição prolongada favorecem a transmissão de vírus, bactérias e arboviroses, exigindo atenção aos sinais do organismo no período pós-festa
Visualizar todas as imagens em alta resolução
Bianca Rocha
Executiva de Atendimento
bianca@textoecia.com.br
(71) 99963-2513 / (71) 98147-4334
Fim do hype: por que o varejo entrou na "era da execução"?
Por Tailan Oliveira
Durante anos, as conferências de varejo pareciam roteiros de ficção científica. Nesses encontros, falava-se de robôs, metaverso e até mesmo entregas por drones. Entretanto, a NRF 2026 consolidou uma virada de chave silenciosa, mas de alto impacto: o hype morreu. Como destacou David Lawrence na abertura do evento: "Se não funcionou, aprendemos. Mas, ficar parado não era uma opção".
Podemos afirmar que entramos oficialmente na era da execução. E, nesse novo cenário que se consolida, três pilares surgem como divisores de águas entre as empresas do setor que apenas sobrevivem e as que lideram. São eles:
#1 A IA saiu da vitrine. Se em 2025 a Inteligência Artificial era uma promessa abstrata, em 2026 é algo puramente pragmático. O mercado não se interessa mais em saber o que a IA pode fazer, mas o que ela está entregando em casos reais de uso, como: otimização logística, redução drástica de rupturas de estoque e, principalmente, a IA Conversacional. Com o avanço do protocolo UCP (Universal Commerce Protocol), o consumidor está migrando sua preferência para assistentes inteligentes. Desta forma, se o dado do produto não for legível por uma máquina, a marca poderá deixar de existir para esse novo consumidor.
#2 A Reforma Tributária como catalisadora de eficiência. No Brasil, podemos afirmar que o motor de inovação veio direto de Brasília. A transição para o novo modelo tributário se tornou o teste definitivo para o varejo. Aqueles que ainda operam com dados fragmentados ou sistemas legados, certamente, sofrerão com a complexidade fiscal. Nesse cenário, o software de gestão como, por exemplo, o ERP deixou de ser uma ferramenta de suporte para se tornar o “escudo” para garantir a margem de lucro. Afinal, organizar dados e garantir o compliance em tempo real não se restringe apenas à burocracia, mas trata-se de estratégia competitiva.
#3 Consumo em “K” e a valorização humana. O cenário macroeconômico desenhou uma curva em “K”, na qual, de um lado, há o consumo impulsionado pela valorização de ativos e busca por experiências positivas; do outro, existe a constante luta pela eficiência no varejo. No meio desse fogo cruzado, nosso país tem uma “arma secreta”: o acolhimento. Desta forma, a grande lição para 2026 é que a tecnologia deve ser “invisível” para servir e empoderar o humano. Na prática, a IA deve dar munição para que o vendedor conheça o cliente tão bem quanto o algoritmo, mas com a personalização que só o atendimento presencial oferece.
Em 2026, o varejo deve ser pautado em dados com propósito. Ou seja, não basta digitalizar as operações em nuvem; é necessário ser autônomo. Da mesma forma, não basta apenas ter IA; é preciso ter margem. Até porque, na prática, o sucesso pertence às empresas que já entenderam que a inovação tecnológica só tem sentido quando traduzida em eficiência operacional e conexão humana real.
Como sinalizado por Lawrence, o hype acabou. Essa afirmação ganha ainda mais força ao olharmos a projeção do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) de que, até março, o setor tenha uma alta de 6,3% nas vendas no país. Mesmo em meio às sazonalidades, é importante enfatizar que o setor não está buscando mais promessas, mas a execução. Quanto a isso, a pergunta que deve ser feita não é sobre qual tecnologia comprar, mas o quão rápido é possível executá-la para proteger o negócio.
Tailan Oliveira é CRO da ALFA.
Sobre a ALFA Consultoria – SAP Gold Partner
A ALFA é a
única consultoria SAP com expertise no varejo e que mais cresce no
Middle Market nos últimos 6 anos. Com mais de 180 clientes ativos no
Brasil e no exterior, uma equipe de 150 especialistas e 38 prêmios de
excelência da SAP, a empresa se consolidou como parceira estratégica
para organizações em expansão.
Imagens relacionadas
baixar em alta resolução |
|
Cinthia Guimarães Tel: +55 (11) 95457-3500 Email: cinthia@informamidia.com.br www.informamidia.com.br |
Porque em 2026 a indústria brasileira ainda perde dinheiro?
Por Fernando Bosnic
De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), 68% das empresas no país consideram a eficiência operacional um dos principais desafios a serem superados. O dado evidencia uma preocupação latente; no entanto, o caminho mais estratégico para romper essa barreira é, sem dúvida, a gestão integrada.
Talvez você já esteja cansado de ouvir sobre a importância de unir processos e os ganhos gerados no dia a dia. Mas, este é um assunto que precisa ser reforçado, pois a ausência dessa integração significa, na prática, perda de dinheiro.
Atualmente, o setor industrial brasileiro pode ser observado sob dois principais cenários. De um lado, estão empresas em fase de desenvolvimento que utilizam planilhas como principal ferramenta de gestão. De outro, organizações mais maduras que, embora possuam sistemas estruturados, continuam recorrendo a controles manuais de forma paralela.
O que parece inofensivo em um primeiro momento pode gerar prejuízos significativos, afinal, dados inconsistentes levam a decisões equivocadas. Gerir um negócio sem uma fonte única e confiável de informações significa conviver com retrabalhos, falhas operacionais e erros que impactam diretamente a lucratividade.
Quando financeiro, produção e fiscal não atuam de forma integrada, os erros deixam de ser pontuais e passam a ser sistêmicos. A falta de visibilidade compromete a tomada de decisão e reduz a capacidade de resposta, elevando o custo operacional e direcionando recursos para investimentos sem previsibilidade de retorno.
No campo tributário, a fragmentação de informações amplia a exposição a riscos fiscais. Indicadores conflitantes entre áreas geram inconsistências, autuações e multas que poderiam ser evitadas com processos alinhados.
Na operação, o impacto é igualmente crítico. Sem conexão entre demanda e planejamento, a produção pode acelerar sem lastro comercial, transformando o que deveria ser receita em capital imobilizado. O estoque parado deixa de ser apenas um indicador e passa a representar margem comprometida e pressão sobre o caixa.
Para todos esses cenários, o ERP se apresenta como a ferramenta ideal. O sistema integra e define processos, garante fluxo de informações em tempo real, reduz retrabalhos e proporciona transparência em todas as áreas.
No entanto, nenhum software entrega resultados sozinho. Seu sucesso depende da escolha de uma solução aderente aos processos industriais e do suporte de especialistas, que, livres dos “vícios” do negócio, identificam oportunidades de melhoria e orientam a implementação para alinhar sistema e operação de forma eficiente.
Em 2026, mesmo em meio aos avanços da transformação digital, a indústria brasileira ainda enfrenta perdas significativas devido à falta de integração entre processos e áreas, e o diferencial competitivo estará nas empresas que conseguirem alinhar estratégia, operação e informação.
Um ERP bem implementado funciona como elo entre operação, estratégia e decisão. Processos integrados, governança eficaz e tomada de decisão baseada em informações confiáveis não apenas evitam desperdícios, mas convertem eficiência operacional em resultados concretos.
Em um mercado cada vez mais dinâmico, a capacidade de operar de forma organizada, com processos claros e dados consistentes é um passo essencial para proteger a margem e sustentar o crescimento da empresa de forma consistente.
Fernando Bosnic é coordenador de projetos na ABC71.
Sobre a ABC71
Desde
1971, a ABC71 é pioneira em ERPs para indústrias com a missão de
melhorar a performance das empresas brasileiras com software e serviços.
Atendendo aproximadamente 400 clientes, a organização soma uma
trajetória de sucesso com o objetivo de ser reconhecida como a melhor
empresa de software de gestão no Brasil.
Imagens relacionadas
baixar em alta resolução |
|
Cinthia Guimarães Tel: +55 (11) 95457-3500 Email: cinthia@informamidia.com.br www.informamidia.com.br |
Numen apresenta visão de negócios para 2026 no SAP House
Em sua terceira participação no evento, empresa apresenta uma agenda exclusiva de experiências e conteúdo de alto nível
Ser mais forte, estratégica e potente: essa é a visão de negócios da Numen, líder em soluções de tecnologia, para 2026. Após um desempenho expressivo em 2025 – com crescimento de 28% em faturamento e expansão de 40% no quadro de colaboradores – a empresa inicia as ações deste ano mirando uma alta de 22%. Para compartilhar seu atual posicionamento e aprofundar temas-chave do ecossistema SAP, a consultoria marca sua terceira participação no SAP House, hub moderno voltado a ampliar conexões e impulsionar negócios.
O hub, que fica aberto de 02 de março a 16 de abril, promove workshops dinâmicos, palestras, sessões práticas e atividades interativas. Após a inauguração da casa no dia 02, o primeiro encontro aberto a inscrições do público é justamente da Numen, no dia 03, reforçando o reconhecimento recebido recentemente como Melhor Parceiro SAP no Brasil em 2025.
A consultoria abrirá as agendas com a experiência “Open House & Barbecue Numen 2.6: Decisões que moldam o futuro dos negócios no ecossistema SAP”. Nesse espaço, além de promover a troca de experiências, a empresa apresentará seu planejamento estratégico focado em governança, organização, regionalização e expansão internacional.
Ao longo da programação, a Numen contará com mais cinco eventos. No dia 05 de março, “Vinho, Voz & Liderança Feminina” reúne mulheres de grande influência na atualidade para discutir o acesso ao poder real. Integrando esse time de peso estará Andreia Tsuruhame, CEO da empresa. “Chegamos a esta edição do SAP House mais fortes e consolidados. Para mim, é motivo de orgulho sermos a empresa responsável por abrir a sequência de eventos de tamanha tradição, além de estar entre as lideranças femininas a compartilhar uma trajetória de mais de 20 anos em tecnologia”, afirma.
No dia 25 de março, a consultoria apresenta suas iniciativas de diversidade e inclusão com o encontro “Pluralidade que gera valor e inovação”, comandada por Felipe dos Anjos, Head de Employer Branding e DEI na Numen. Cabe destacar que a empresa segue reforçando o investimento em formação de talentos e diversidade como pilares de sua estratégia de crescimento. No dia seguinte, 26 de março, a consultoria segue com data reservada para mais um encontro.
As agendas de abril darão ênfase ao SAP Cloud ERP. No dia 07, a Numen lançará sua nova oferta de modernização contínua para SAP Cloud ERP e SAP Cloud ERP Private. A participação encerra-se em 15 de abril com o evento “Por que empresas em crescimento escolhem o SAP Cloud ERP?”, conduzido por Felipe Requião, sócio-diretor da Numen Lean Services, vertical especializada em SAP Cloud ERP e implementações com metodologia ágil.
A agenda reflete o DNA da consultoria em unir negócios e pessoas, como explica Rafael Cabral, diretor de marketing da Numen. “Cada tema foi pensado para mostrar tanto o lado técnico quanto o cultural da Numen. Nosso grande diferencial é ser uma empresa de tecnologia com forte caráter humano. O SAP House é uma oportunidade de mostrar o trabalho que nos colocou como o principal parceiro SAP no Brasil, mas também de apresentar as iniciativas que fazem parte de quem somos”.
As expectativas não poderiam ser melhores. “Estamos otimistas, na certeza de que cada participante conhecerá mais sobre como estamos atingindo o objetivo de ser a escolha natural dos clientes”, conclui Andreia.
Sobre a Numen:
Com
presença no Brasil, Europa e América do Norte, a Numen é uma
consultoria com forte atuação em projetos SAP e parceira estratégica de
grandes players globais como AWS, Salesforce e Celonis. Reconhecida por
sua abordagem inovadora e foco consistente em resultados, a Numen apoia
empresas na transformação digital e na geração de valor sustentável.
Para mais informações, visite: https://numenit.com/
Imagens relacionadas
Equipe feNUMENalls baixar em alta resolução |
![]() |
sábado, 28 de fevereiro de 2026
Numen apresenta visão de negócios para 2026 no SAP House
Em sua terceira participação no evento, empresa apresenta uma agenda exclusiva de experiências e conteúdo de alto nível
Ser mais forte, estratégica e potente: essa é a visão de negócios da Numen, líder em soluções de tecnologia, para 2026. Após um desempenho expressivo em 2025 – com crescimento de 28% em faturamento e expansão de 40% no quadro de colaboradores – a empresa inicia as ações deste ano mirando uma alta de 22%. Para compartilhar seu atual posicionamento e aprofundar temas-chave do ecossistema SAP, a consultoria marca sua terceira participação no SAP House, hub moderno voltado a ampliar conexões e impulsionar negócios.
O hub, que fica aberto de 02 de março a 16 de abril, promove workshops dinâmicos, palestras, sessões práticas e atividades interativas. Após a inauguração da casa no dia 02, o primeiro encontro aberto a inscrições do público é justamente da Numen, no dia 03, reforçando o reconhecimento recebido recentemente como Melhor Parceiro SAP no Brasil em 2025.
A consultoria abrirá as agendas com a experiência “Open House & Barbecue Numen 2.6: Decisões que moldam o futuro dos negócios no ecossistema SAP”. Nesse espaço, além de promover a troca de experiências, a empresa apresentará seu planejamento estratégico focado em governança, organização, regionalização e expansão internacional.
Ao longo da programação, a Numen contará com mais cinco eventos. No dia 05 de março, “Vinho, Voz & Liderança Feminina” reúne mulheres de grande influência na atualidade para discutir o acesso ao poder real. Integrando esse time de peso estará Andreia Tsuruhame, CEO da empresa. “Chegamos a esta edição do SAP House mais fortes e consolidados. Para mim, é motivo de orgulho sermos a empresa responsável por abrir a sequência de eventos de tamanha tradição, além de estar entre as lideranças femininas a compartilhar uma trajetória de mais de 20 anos em tecnologia”, afirma.
No dia 25 de março, a consultoria apresenta suas iniciativas de diversidade e inclusão com o encontro “Pluralidade que gera valor e inovação”, comandada por Felipe dos Anjos, Head de Employer Branding e DEI na Numen. Cabe destacar que a empresa segue reforçando o investimento em formação de talentos e diversidade como pilares de sua estratégia de crescimento. No dia seguinte, 26 de março, a consultoria segue com data reservada para mais um encontro.
As agendas de abril darão ênfase ao SAP Cloud ERP. No dia 07, a Numen lançará sua nova oferta de modernização contínua para SAP Cloud ERP e SAP Cloud ERP Private. A participação encerra-se em 15 de abril com o evento “Por que empresas em crescimento escolhem o SAP Cloud ERP?”, conduzido por Felipe Requião, sócio-diretor da Numen Lean Services, vertical especializada em SAP Cloud ERP e implementações com metodologia ágil.
A agenda reflete o DNA da consultoria em unir negócios e pessoas, como explica Rafael Cabral, diretor de marketing da Numen. “Cada tema foi pensado para mostrar tanto o lado técnico quanto o cultural da Numen. Nosso grande diferencial é ser uma empresa de tecnologia com forte caráter humano. O SAP House é uma oportunidade de mostrar o trabalho que nos colocou como o principal parceiro SAP no Brasil, mas também de apresentar as iniciativas que fazem parte de quem somos”.
As expectativas não poderiam ser melhores. “Estamos otimistas, na certeza de que cada participante conhecerá mais sobre como estamos atingindo o objetivo de ser a escolha natural dos clientes”, conclui Andreia.
Sobre a Numen:
Com
presença no Brasil, Europa e América do Norte, a Numen é uma
consultoria com forte atuação em projetos SAP e parceira estratégica de
grandes players globais como AWS, Salesforce e Celonis. Reconhecida por
sua abordagem inovadora e foco consistente em resultados, a Numen apoia
empresas na transformação digital e na geração de valor sustentável.
Para mais informações, visite: https://numenit.com/
Imagens relacionadas
Equipe feNUMENalls baixar em alta resolução |
Andreia Tsuruhame, CEO Numen Brasil baixar em alta resolução |
|
Cinthia Guimarães Tel: +55 (11) 95457-3500 Email: cinthia@informamidia.com.br www.informamidia.com.br |
Paraguai, México e Colômbia: como esses países atraem empresas brasileiras?
Por Cássio Menezes e Guilherme Kleinert
Paraíso das compras. Durante anos, esse foi o principal motivo da ida de brasileiros ao Paraguai. Mas essa realidade mudou. Hoje, vemos cada vez mais empresários cruzando a Ponte da Amizade incentivados pela busca por um ambiente de negócios que oferece benefícios fiscais e custos operacionais reduzidos. Não à toa, dados internos indicam que mais de 200 empresas nacionais já estão em atividade no país vizinho.
Embora a capital paraguaia esteja nos holofotes, a Colômbia também tem gerado forte atratividade. De acordo com a revista britânica The Economist, a economia colombiana registrou, em 2025, o melhor desempenho da América Latina e o quarto melhor do mundo.
Por falar em vizinhança, não podemos deixar de lado o México. Desde 2023, o país vive um forte boom industrial impulsionado pelo nearshoring (a relocalização de cadeias produtivas para mercados próximos ao consumidor final). A nação segue atraindo investimentos estrangeiros em automação, setor automotivo e tecnologia. No quarto trimestre de 2025, segundo o Instituto Nacional de Estatística e Geografia (Inegi), o PIB cresceu 0,8%, revertendo a contração de 0,3% registrada no terceiro trimestre do ano passado.
Certamente, esse breve histórico ajuda a demonstrar o que torna essas nações atrativas para o mercado brasileiro: vantagens tributárias, custos laborais competitivos e leis trabalhistas menos burocráticas. Contudo, por mais que o processo de internacionalização pareça simples, cada mercado possui particularidades que precisam ser respeitadas. Entre os principais passos para o sucesso, destacam-se:
#1 Estudo de mercado: Antes de realizar a mudança, é fundamental analisar a viabilidade da expansão. Apesar de sermos latino-americanos, existem barreiras que vão desde a língua até diferenças culturais que precisam ser ponderadas na escolha do destino.
#2 Avaliação da cultura local: Complementando o tópico anterior, a expansão internacional não é uma mera replicação. Por mais que existem semelhanças por pertencermos ao mesmo continente, cada mercado possui processos específicos e legislações próprias que exigem conformidade total (compliance).
#3 Gestão de questões legais e burocráticas: Após o reconhecimento do mercado, a organização precisa estruturar a operação — desde a abertura do CNPJ até a viabilização de contas bancárias. Na prática, são tarefas que envolvem assinaturas, traduções juramentadas e validações que exigem rigor técnico.
#4 Estabelecimento de operações rotineiras: Com a empresa constituída, é necessário recrutar mão de obra, gerenciar a contabilidade, exercer a gestão fiscal e instituir a tesouraria local. A falta desse gerenciamento pode resultar em multas e prejuízos que comprometem o desenvolvimento da operação.
#5 Escolha do parceiro ideal: São diversas etapas e, nesse sentido, contar com uma consultoria que ofereça serviços integrados em todas as fases da internacionalização é uma estratégia inteligente para reduzir custos e mitigar riscos.
Essa jornada não precisa ser um "bicho de sete cabeças", mas o apoio de especialistas é crucial para uma caminhada assertiva. O movimento de empresas brasileiras expandindo para países vizinhos deve se tornar ainda mais recorrente, pois as vantagens vão desde a diversificação cambial até o acesso a novos mercados, garantindo sustentação em caso de adversidades econômicas no Brasil.
O crescimento da Colômbia e do México, somado à migração para o Paraguai, elucida que as companhias brasileiras não precisam ir longe para se internacionalizar. A América Latina oferece um mar de oportunidades, mas, para aproveitá-las, é preciso saber remar a favor da maré.
Cássio Menezes é Sales Manager na H&CO Brasil.
Guilherme Kleinert é Global Expansion Advisor na H&CO.
Sobre a H&CO:
https://www.hco.com/
A H&CO é uma das principais empresas internacionais de consultoria em tecnologia e terceirização de serviços profissionais. Com 30 anos de história, a empresa está presente em 29 países com mais de 900 pessoas comprometidas em prestar serviços de qualidade em contabilidade, impostos internacionais, implantação de soluções SAP, gestão de entidade global, entre outros.
Imagens relacionadas
Cássio Menezes, Sales Manager na H&CO Brasil. baixar em alta resolução |
Guilherme Kleinert, Global Expansion Advisor na H&CO baixar em alta resolução |
|
Marília Cardoso Assessoria de Imprensa Tel: +55 (11) 98491-3527 Email: marilia@informamidia.com.br www.informamidia.com.br |










