MEDIÇÃO DE TERRA

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domingo, 8 de março de 2026

Pragas ganham força na arrancada do milho e apertam o cerco por monitoramento

 

Sell Agro

Pragas ganham força na arrancada do milho e apertam o cerco por monitoramento

Com a maior parte da produção concentrada na segunda safra, as lavouras entram na janela crítica sob pressão de percevejos, pragas de solo e até roedores. Especialistas reforçam que a resposta passa por MIP mais rigoroso, com vistorias mais frequentes e atenção ao que fica "escondido" na palhada

A safra 2025/26 deve manter o milho como uma das culturas mais estratégicas do agro brasileiro e, justamente por isso, qualquer falha no manejo pesa no bolso. A Conab estima produção total de 138,45 milhões de toneladas, sendo 109,26 milhões vindos da segunda safra (cerca de 79% do volume nacional), período em que a cultura costuma entrar mais exposta a oscilações climáticas e ao avanço de pragas em áreas recém-saídas da soja. No campo, o “mapa” de pressão varia por região, mas o alerta se repete: pragas iniciais e de solo voltaram a ganhar relevância no plantio e na fase de estabelecimento do milho, em especial onde há muita palhada e histórico de ataques.

Segundo Alexandre Gazoni, engenheiro agrônomo, diretor comercial e da Sell Agro, empresa de Rondonópolis-MT, especialista em tecnologias para aplicação no campo, em 2026 o produtor deve encontrar um cenário mais fragmentado e imprevisível. “A pressão de pragas está muito regionalizada. Em algumas áreas, o coró voltou a aparecer com força e já tem causado danos. Também vimos relatos de lesmas em talhões com alta densidade de palhada e, em algumas regiões, um ponto novo tem chamado atenção: ataque de ratos reduzindo o estande do milho”, afirma.

O percevejo também segue como protagonista na largada, sobretudo em áreas onde a soja deixou grande volume de massa vegetativa. “O percevejo tem batido principalmente no início da cultura. Onde a soja deixou muita palhada, esse resíduo vira abrigo e favorece a multiplicação. O resultado aparece na arrancada do milho: a planta sente, perde vigor e o impacto vem logo nas primeiras semanas”, diz o profissional.

Do ponto de vista técnico, a lógica é conhecida: parte dessas pragas se abriga e “some” no sistema, dificultando a tomada de decisão. Publicações da Embrapa destacam que o percevejo barriga-verde, por exemplo, tem o comportamento de ficar escondido nos horários mais quentes, o que atrasa a detecção e reforça que o monitoramento deve começar antes mesmo da semeadura.

Além disso, as pragas transmitidas por vetores continuam no radar. Um levantamento divulgado por CNA, Embrapa e Epagri estimou prejuízos de US$ 25,8 bilhões associados à cigarrinha-do-milho entre as safras 2020/21 e 2023/24 (com redução média de 22,7% na produção nacional e 31,8 milhões de toneladas/ano como volume equivalente).

Palhada virou o “ponto cego”

A palhada, base do plantio direto e aliada de conservação do solo, também pode criar um microambiente favorável para certas pragas, e isso exige ajuste de rotina. Em material técnico sobre pragas iniciais no milho safrinha, a Embrapa descreve que lesmas e caramujos se desenvolvem em condições com abundância de palha; os ovos ficam em fendas do solo ou sob restos vegetais em decomposição, e os danos podem chegar a desfolha e morte de plantas jovens.

Então, o que fazer? A principal mudança, segundo Gazoni, é a frequência e método de vistoria, não só de produtos. “Este é um ano em que o monitoramento precisa ser mais intenso e mais bem feito, com intervalos menores. Não dá para olhar só o que está visível na superfície: é preciso levantar a palhada, observar a base da planta e procurar o que está ‘escondido’. Se a praga tiver condição de atacar, ela vai. Por isso, o MIP precisa ser levado mais a sério e com mais consistência”, afirma.

Na prática, o manejo mais consistente combina pilares do Manejo Integrado de Pragas (MIP) (monitoramento, nível de ação, controle biológico/cultural e químico quando necessário), como reforça a Embrapa sobre MIP no milho.

No campo, as recomendações mais citadas incluem:

  • Monitoramento mais frequente desde o plantio (e não “só em uma época”), com checagens direcionadas na linha, na base da planta e sob palhada.

  • Pragas de solo (ex.: corós): mapear talhões com histórico e fazer amostragens de solo, priorizando medidas preventivas onde o problema já ocorreu, como recomenda a Embrapa Cerrados.

  • Percevejos no sistema soja-milho: iniciar o controle com foco em pré-semeadura e início de estabelecimento, porque o dano pode ser detectado só depois das injúrias; reforçar dessecação/manejo de hospedeiros e decisões baseadas em foco/ocorrência.

  • Lagartas (ex.: lagarta-do-cartucho): intensificar amostragem, usar Bt como ferramenta com refúgio e rotacionar mecanismos de ação quando houver necessidade de inseticida, medidas-chave para reduzir seleção de resistência, segundo recomendações do IRAC-BR.

  • Roedores: reduzir oferta de alimento/abrigo e, quando aplicável, usar estratégias de controle de forma planejada e contínua, como descrito em cartilha técnica da Embrapa para controle integrado de ratos (orientações sobre posicionamento e reposição de iscas, por exemplo).

Tecnologia de aplicação entra como “ajuste fino”

O engenheiro agrônomo aponta que, com pragas protegidas pela palhada ou dentro do cartucho, a eficiência pode depender do como aplicar, não apenas do que utilizar. “A estratégia para 2026 é monitorar mais para acertar o timing e, ao mesmo tempo, aumentar a eficiência da aplicação. Há situações em que é necessário melhorar a cobertura e permanência da gota, e isso passa por tecnologias de aplicação. Em casos em que a lagarta já encartuchou ou o percevejo está protegido sob a palhada, o uso de ferramentas como o desalojante pode ajudar a ‘tirar’ a praga do esconderijo, aumentando a exposição ao defensivo e melhorando o resultado do controle”, completa o especialista da Sell Agro.

Sell Agro – Fundada em 2007, a Sell Agro atua na produção de adjuvantes agrícolas, com sede em Rondonópolis-MT, e estrutura moderna com amplo laboratório de pesquisa e equipe altamente qualificada, composta por engenheiros químicos e agrônomos. As soluções da empresa têm foco na geração de economia e, ainda, em potencializar os resultados das lavouras. Mais informações: https://sellagro.com.br.

 



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Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda)
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Ruralpress

Kassi Bonissoni
Gerente de atendimento
kassiana.ruralpress@gmail.com
(19) 98320-0286

H&CO amplia investimentos em CX

 


Área será comandada por Luiz Gesser

Há muito tempo, o diferencial competitivo deixou de ser o preço, passando a focar na experiência do cliente. Alinhada a essa estratégia, a H&CO, consultoria internacional especializada em tecnologia, terceirização de serviços profissionais e expansão global, vem ampliando os investimentos na área de Customer Experience (CX), com o objetivo de facilitar e simplificar o dia a dia de cada usuário. 

A criação do departamento de CX surgiu a partir do momento em que a consultoria deu início ao processo de novas aquisições. A fim de garantir a qualidade nos atendimentos e minimizar impactos para o público, a empresa estruturou a vertical visando acompanhar os processos ainda mais de perto, assegurando o alinhamento com a centralidade dos clientes. 

Para isso, o plano foi executado em duas fases. Embora se completem, a primeira etapa buscou separar o Customer Experience do Customer Success. Isso permitiu mapear as ações dos usuários desde a entrada do lead até o pós-venda, localizar pontos de contato e identificar quais ferramentas cada departamento utiliza, bem como os indicadores que mediam essa evolução. 

A segunda fase buscou obter dados mensuráveis. Através da aplicação de pesquisas de NPS, foi possível mapear processos e pontos de melhoria para estabelecer correções assertivas na jornada do cliente. Como resultado, em 2025, esse levantamento trouxe mais de 20 otimizações em todas as microjornadas dos usuários. 

Para 2026, a H&CO segue expandindo a frente de CX. A divisão operacional passa a contar com Luiz Gesser como Gerente de Experiência do Cliente Brasil. Formado em Administração e com MBA em Gestão Empresarial, o profissional já soma uma trajetória de mais de 20 anos no mercado de TI, atuando com os principais softwares do setor. “Chego à H&CO com esse olhar comercial, mas focado em elevar a experiência da nossa base. Minha missão é dar continuidade ao trabalho que já vem sendo executado, fortalecer o posicionamento da empresa como player de mercado e, principalmente, estreitar o relacionamento com os clientes, atendendo-os de ponta a ponta”, afirma. 

Flávio Silva, que até então estava à frente da área, passa a ocupar o cargo de Gerente de Experiência do Cliente LATAM, sendo responsável pela estratégia, governança e evolução do CX na América Latina. “Após liderar esse importante trabalho no Brasil, assumo a operação internacional com foco em garantir o alinhamento entre os países da região, bem como a padronização dos processos. Além disso, a chegada do Gesser ao nosso time é mais um importante apoio para darmos sequência aos planos de expansão da vertical”. 

A ampliação da área de CX vem ao encontro do objetivo da H&CO de se posicionar como um parceiro e parte da solução estratégica do cliente. A meta da empresa é que a frente de serviços esteja cada vez mais integrada às linhas de negócios da consultoria, que atualmente é dividida em: SAP Business One, SAP S/4HANA, BPO, Monday e Creatio. 

Além disso, com a expansão da área, a empresa almeja atingir o Customer Satisfaction, realizar pesquisas de NPS segmentadas, diminuir o esforço do usuário e criar melhorias de acordo com os valores de cada perfil. O objetivo principal é criar uma visão 360º, como explica Luiz Diaz, Presidente da H&CO: “O investimento em CX é uma iniciativa global da H&CO que visa nos diferenciar cada vez mais no mercado. A partir dessa reestruturação, iremos utilizar o nosso CRM conectando as frentes de marketing, venda, new name, base instalada, suporte e serviços. Isso mais do que nos dá a real percepção da jornada do usuário; nos permite ser assertivos e nos posicionar como o parceiro ideal”. 

Com todos os pontos alinhados, as expectativas são as melhores. “O CX é um guardião do cliente. Se ele cresce, nós também crescemos. Por ser uma frente de serviços que envolve todas as áreas, estabelecemos uma jornada embasada em dados, garantindo a real fidelidade das informações. Estamos otimistas com essa nova caminhada que começa agora, na certeza de que iremos apoiar ainda mais a nossa base”, finaliza Gesser. 

Sobre a H&CO:  
https://www.hco.com/   
A H&CO é uma das principais empresas internacionais de consultoria em tecnologia e terceirização de serviços profissionais. Com 30 anos de história, a empresa está presente em 29 países com mais de 900 pessoas comprometidas em prestar serviços de qualidade em contabilidade, impostos internacionais, implantação de SAP Business One, gestão de entidade global, entre outros.    



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Luiz Gesser, Gerente de Experiência do Cliente Brasil da H&CO
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Flávio Silva, Gerente de Experiência do Cliente LATAM da H&CO
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Cinthia Guimarães


Tel: +55 (11) 95457-3500
Email: cinthia@informamidia.com.br
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Agentic Commerce: por que o varejo deve se preparar para essa tendência?

 


Por Tailan Oliveira 

O varejo sempre foi uma indústria de etapas. Do momento em que um consumidor sente uma necessidade até o clique final no botão "comprar", existe uma jornada repleta de filtros, comparações de preço, dúvidas sobre frete e, muitas vezes, desistências causadas por fricções desnecessárias. Quanto a isso, a NRF 2026 deixou um recado: descoberta, transação e relacionamento estão virando processos mediados por Agentic Commerce. 

O conceito trata-se da evolução da jornada de compras no e-commerce mediada pela Inteligência Artificial. Isso significa que, atualmente, a tecnologia sai do papel de uma simples assistente que responde e passa a ser a agente que executa. Durante o encontro em Nova York, essa tendência foi descrita como uma mudança da compra que era, até então, guiada por filtros, para interações orientadas por intenção, tendo o agente de IA como auxiliador direto. 

E, quanto a isso, o Agentic Commerce traz uma grande provocação: como a marca irá se posicionar quando o cliente não for um humano navegando por um layout atrativo, mas um algoritmo buscando dados estruturados? 

Para o varejista, o desafio deixa de ser puramente estético e passa a ser, mais do que nunca, operacional e de dados. Se o catálogo de produtos tem atributos inconsistentes, o agente de IA simplesmente ignorará aquela opção. Ou seja, no mundo agêntico, a "verdade do dado" é a única moeda de troca. 

Entretanto, mesmo sendo esta a próxima grande revolução para o varejo digital, o mercado ainda não trata essa autonomia total como consenso. Há, naturalmente, uma resistência cultural, marcada pelo fato de que muitos gestores temem perder o controle sobre a jornada da marca ou o contato direto com o consumidor. 

Contudo, é preciso enfatizar que o foco do setor deve ser a redução da fricção. O consumidor moderno está exausto de microdecisões. Sendo assim, delegar compras recorrentes ou a busca por itens específicos para um agente de IA não é perder o cliente, mas ganhar a sua lealdade pela conveniência. 

Para que isso funcione, as etapas devem atender a um cronograma rigoroso. Afinal, não há como implementar o Agentic Commerce sobre uma base de dados desorganizada. Deste modo, é necessário que o sistema de gestão esteja integrado com as regras de negócio e com informações de estoque em tempo real, bem como as demais áreas como, por exemplo, contas a pagar e receber, precisam conversar entre si sem ruídos. 

Embora falar sobre uma tendência tenha um tom futurístico, o Agentic Commerce não se trata de previsão, mas de uma realidade. Na NRF 2026, o Google apresentou o Universal Commerce Protocol (UCP) como um padrão aberto para viabilizar compras de ponta a ponta a partir de superfícies de IA (como o AI Mode na Busca e o app Gemini). Além disso, a empresa também mostrou o Agent Payments Protocol (AP2), que permite que agentes de IA façam pagamentos seguros pelos usuários. 

A pergunta que fica para os líderes do varejo não é se essa tecnologia será adotada, mas se a infraestrutura atual é capaz de suportar uma transação que acontece em segundos, sem intervenção humana. Hoje, o futuro do e-commerce é menos sobre navegação e mais sobre intenção. Por isso, aqueles que tratarem seus dados com o mesmo zelo que tratam suas vitrines serão os novos líderes desse mercado invisível, mas onipresente. 

Tailan Oliveira é CRO da ALFA. 

Sobre a ALFA Consultoria – SAP Gold Partner    
A ALFA é a única consultoria SAP com expertise no varejo e que mais cresce no Middle Market nos últimos 6 anos. Com mais de 180 clientes ativos no Brasil e no exterior, uma equipe de 150 especialistas e 38 prêmios de excelência da SAP, a empresa se consolidou como parceira estratégica para organizações em expansão.       



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Cinthia Guimarães


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 Pode ser uma imagem de texto que diz "@fitosofo.citouu "Dê ao ρονο pão e circo, e eles nunca se se revoltarão" -Frase atribuída atribuída a Júlio César"

delaware lança solução para beneficiamento de sementes

 


AgriCore Seeds é a única solução completa nativa SAP no Brasil 

De acordo com dados da CropLife Brasil, entre janeiro e outubro de 2025, as exportações de sementes do país atingiram um novo recorde, somando US$ 204 milhões em receita. Considerando a relevância desse segmento, a delaware Brasil, consultoria especializada na implementação de soluções tecnológicas para transformação de negócios, lançou o AgriCore Seeds, solução que acompanha todo o ciclo de beneficiamento de sementes, desde a recepção e classificação dos materiais, passando pelas etapas de limpeza, secagem, padronização, tratamento industrial e controle de qualidade, até a armazenagem e a expedição. A expectativa é que a ferramenta represente 15% do faturamento da empresa até 2026. 

Desenvolvido a partir do profundo conhecimento do setor agrícola, o AgriCore Seeds tem como intuito ajudar as organizações a evoluírem com agilidade, enfrentando os desafios que impedem o crescimento no beneficiamento de sementes. Desta forma, a plataforma reflete as necessidades reais das operações, falando a mesma língua de gestores e operadores ao garantir que cada lote seja monitorado com precisão em todas as etapas do processo produtivo e assegurando a conformidade regulatória, obtida por meio de análises laboratoriais integradas e relatórios em tempo real. 

Além disso, a solução, que é atualmente a única nativa SAP no Brasil, foi construída 100% dentro do SAP S/4HANA, o que permite escalabilidade, segurança e prontidão para integração com outras tecnologias. Tudo isso ocorre dentro da mesma plataforma, evitando retrabalhos ou dados isolados em sistemas paralelos. 

A fim de dar uma visão 360º de toda a cadeia produtiva, o AgriCore Seeds conta com módulos que abrangem desde a gestão de campo, realizando a rastreabilidade e apresentando laudos de acompanhamento, até a recepção integrada, que registra e classifica automaticamente os materiais recebidos, conectando-se a sistemas de balanças para pesagem precisa. A ferramenta também executa o processamento de sementes, com a gestão completa do beneficiamento, incluindo controle de etapas industriais, reembalagem, armazenamento e descarte com determinação de custos e qualidade. 

Há ainda o módulo de tratamento de sementes, que registra desde a fórmula de tratamento e dosagem de produtos até a rastreabilidade de origem dos lotes; a gestão da qualidade, responsável pelo controle de amostras e testes laboratoriais com resultados em tempo real; e o módulo de logística, que possui controle da movimentação de estoque integrado, rastreamento de lotes entregues e planejamento de expedições. 

O AgriCore Seeds vem ao encontro da estratégia da empresa de ampliar a atuação no agronegócio, como explica Rodrigo Moulard, CSMO e fundador da delaware Brasil. “Considerando a representatividade que o agro tem para a nossa economia, estamos entregando mais do que tecnologia: uma consultoria estratégica, implementação técnica e suporte contínuo para garantir resultados reais, bem como contribuir com a transformação digital no setor”. 

A solução, voltada para empresas agrícolas que atuam no beneficiamento de sementes como soja, trigo, milho e gergelim, é ideal para gestores dessas unidades, responsáveis pela qualidade dos grãos, profissionais de TI no agro e parceiros que utilizam o SAP ECC ou SAP S/4HANA. Além da integração nativa, a ferramenta oferece informações centralizadas em tempo real com dados consolidados, funcionalidades específicas para atender o mercado de sementes e ampla acessibilidade para gestores e operadores. 

A plataforma chega ao mercado com uma abordagem interativa e orientada por dados, garantindo total transparência e visibilidade para os usuários. “A delaware, por ser um parceiro Platinum, optou por crescer e seguir a direção estratégica do agronegócio. O AgriCore Seeds é resultado da nossa união com especialistas que nos ajudaram a desenvolver um produto que olha para a operação como um todo. Estamos otimistas com a chegada de mais uma oferta no nosso portfólio que, certamente, fará a diferença no dia a dia das sementeiras”, finaliza Moulard. 

Sobre a delaware:  
A delaware conta com mais de 20 anos de experiência em consultorias, implementações, sustentações e inovações tecnológicas em diversos setores. Com presença em mais de 20 países e origem na Bélgica, a empresa conta com mais de 5 mil profissionais que atuam na orientação dos clientes, através da transformação de seus negócios, oferecendo soluções end-to-end focadas em criar valor e inovar, incluindo desenvolvimento, inovação e implementação de tecnologias avançadas. Para mais informações, siga a delaware Brasil nas redes sociais: LinkedInInstagram e Facebook.    



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Rodrigo Moulard, CSMO e fundador da delaware Brasil
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Cinthia Guimarães


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Aumento da tarifa elétrica: quais os impactos na indústria de alimentos e bebidas?

 


Por Manuel Vargas

A conta de luz sempre foi um dos principais desafios estruturais da indústria brasileira. Afinal, em um país marcado por encargos, tributos e subsídios embutidos nas tarifas, qualquer aumento nessa conta é reflexo direto de um conjunto de fatores estruturais do modelo energético. Para a indústria de alimentos e bebidas que, naturalmente, apresenta um alto consumo em refrigeração, processamento, transporte e armazenamento, é crucial que deixe de reagir aos aumentos e passe a estruturar melhor sua eficiência, de forma que não sinta danos severos em suas operações. 

Projeções do boletim Focus do Banco Central do Brasil apontam um reajuste médio nacional na faixa de 5% a 8%, refletindo diferenças de compra de energia, custos de distribuição e passivos regulatórios. Isso não se trata de um evento isolado, mas sim uma consequência de toda a estruturação deste setor no país - uma vez que, por mais que tenhamos uma matriz relativamente limpa, ainda somos altamente dependentes de variáveis como hidrologia, despacho térmico e exposição a combustíveis fósseis, cuja volatilidade internacional impacta os custos internos. 

Soma-se a isso, ainda, a presença de um modelo tarifário com forte repasse de encargos; judicializações e subsídios cruzados; baixa eficiência no consumo final, especialmente industrial; maior despacho de usinas térmicas (ligadas a combustíveis fósseis); pressões internacionais no preço do petróleo e gás; encargos setoriais acumulados; alto custo de expansão e manutenção da rede; e baixa modernização do consumo industrial em muitos setores. 

Mas, indo além disso, existe um ponto ainda pouco discutido: o fato de que o problema não está apenas na geração, mas na forma como se consome energia. Na indústria de alimentos e bebidas, grande parte dessas empresas ainda opera ativos frigoríficos com sistemas superdimensionados; baixo controle fino de temperatura; falta de monitoramento em tempo real e manutenção reativa, o que amplia sua exposição ao aumento tarifário e abre margem para consequências de uma imprevisibilidade operacional. 

Há uma necessidade urgente de modernização dessa infraestrutura, frente a um sistema que não apenas acaba se prejudicando, mas que também transfere tais ineficiências e riscos para o consumidor. Afinal, os impactos do reajuste tarifário vão muito além de questões financeiras – prejudicando, também, a competitividade industrial (reduzindo sua capacidade de investimentos e inovações); a cadeia produtiva (visto que o aumento no custo de armazenagem refrigerada impacta alimentos, bebidas e logística fria, pressionando preços ao consumidor); assim como toda a segurança operacional (já que, sem uma gestão eficiente, os aumentos tarifários levam a cortes mal planejados que podem comprometer a qualidade e segurança alimentar). 

Empresas menos eficientes energeticamente também enfrentam uma maior exposição a metas de descarbonização e pressão de investidores que, atualmente, priorizam, fortemente, organizações pautadas na Agenda ESG. Pode parecer uma missão à longo prazo reverter esse cenário, contudo, muitas iniciativas estabelecidas desde já são capazes de aperfeiçoar a cadeia logística deste setor. 

A realização de um diagnóstico profundo em cada indústria é o ponto de partida nessa jornada – afinal, sem dados, não há estratégia eficiente. Isso significa mapear o consumo real dos ativos frigoríficos, incluindo curvas de carga, picos de demanda, fatores de potência e perdas térmicas.  

Os insights colhidos orientarão essa indústria nas melhores medidas de otimização inteligente dos ativos frigoríficos, que podem incluir controle automatizado de temperaturas por zona, ajuste dinâmico de compressores, monitoramento contínuo da eficiência, retrofit de componentes críticos e uso de variadores de frequência (VFD). 

A gestão energética moderna também exige digitalização presente na captura e análise dos dados em tempo real, através de mecanismos de sensoriamento contínuo, algoritmos preditivos e indicadores de performance energética, por exemplo. E, para sustentar tais medidas a longo prazo, é importante compreender que a eficiência não pode ser uma ação isolada para enfrentar crise tarifária, mas precisa virar parte essencial da cultura operacional. 

Sistemas frigoríficos inteligentes não devem ser encarados como um custo, mas como um pilar fundamental contra volatilidade energética. Com um investimento constante em tecnologia, monitoramento contínuo e os pilares ESG, muitas frentes inovadoras e eficientes podem ser descobertas e exploradas – enquanto as indústrias que insistirem em operar “no escuro”, certamente pagarão mais caro por essa escolha. 

Manuel Vargas é fundador da Squair. 

 

Sobre a Squair: 

https://squair.io/ 

A Squair é uma plataforma de IA e IoT que transforma a refrigeração industrial, reduzindo desperdícios invisíveis. Com automação e monitoramento em tempo real, corta até 30% do consumo energético em ativos frigoríficos – levando eficiência energética e redução das emissões de carbono. 



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Nathália Bellintani


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Dia da Mulher: INTO alerta para cuidados com a saúde dos ossos e articulações

 

INTO

Dia da Mulher: INTO alerta para cuidados com a saúde dos ossos e articulações

Especialista orienta sobre hábitos que ajudam a fortalecer ossos e músculos e a reduzir o risco de doenças como osteoporose

Mudanças hormonais ao longo da vida, maior longevidade e diferenças na estrutura óssea tornam as mulheres mais vulneráveis a doenças que afetam ossos, músculos e articulações. No mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO) chama a atenção para a importância da prevenção e do diagnóstico precoce dessas condições.

“Durante a menopausa ocorre uma queda importante do estrogênio, o que favorece a redução da massa óssea e aumenta o risco de doenças como a osteoporose”, explica o ortopedista do INTO, Phelippe Valente Maia.

Segundo o especialista, as mudanças hormonais não afetam apenas os ossos. “Com a queda do estrogênio, a mulher também pode desenvolver sarcopenia, que é a perda de massa muscular. Isso pode causar fraqueza, redução da força e dificuldade para realizar atividades do dia a dia, principalmente na terceira idade”, afirma.

Esse conjunto de fatores também contribui para uma maior incidência de outros problemas ortopédicos entre as mulheres. Entre os mais comuns estão doenças degenerativas, como a artrose, e deformidades nos pés — como o hálux valgo, popularmente conhecido como joanete. Já nas lesões traumáticas, as mulheres são mais suscetíveis a lesões no joelho, especialmente do ligamento cruzado anterior.

No caso da osteoporose, um dos principais desafios é que a doença costuma evoluir de forma silenciosa e sem sintomas, sendo muitas vezes descoberta apenas após a ocorrência de uma fratura — principalmente no colo do fêmur, no punho ou na coluna vertebral.

“Por isso, é importante que, a partir do climatério, na transição para a fase pós-menopausa, ou por volta dos 50 anos, as mulheres façam acompanhamento médico e avaliem a necessidade de exames como a densitometria óssea”, orienta o especialista.

Além da avaliação médica, hábitos saudáveis são fundamentais para preservar a saúde musculoesquelética ao longo da vida. A prática regular de atividade física, especialmente exercícios de fortalecimento muscular, aliada a atividades de impacto moderado, contribui para manter ossos e músculos mais fortes.

“O ideal é combinar atividades de fortalecimento muscular, como musculação, pilates ou hidroginástica, com exercícios de impacto, como caminhada ou corrida. Também é importante tomar sol em horários adequados e manter acompanhamento médico para avaliação da saúde óssea”, conclui o ortopedista.

Saúde óssea feminina: 5 cuidados essenciais

• Pratique atividade física regularmente.
• Combine exercícios de fortalecimento muscular (musculação, pilates ou hidroginástica) com atividades de impacto moderado, como caminhada ou corrida.
• Tome sol no início da manhã ou no final da tarde para estimular a produção de vitamina D.
• A partir da menopausa ou por volta dos 50 anos, converse com o médico sobre a necessidade de exames como a densitometria óssea.
• Mantenha acompanhamento médico regular para avaliar a saúde dos ossos.

 




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Chega ao mercado solução biotecnológica bivalente contra patógenos de solo e nematoides

 


De Sangosse

Chega ao mercado solução biotecnológica bivalente contra patógenos de solo e nematoides

A multinacional francesa De Sangosse lança o Rifle, um produto formulado à base de consórcio microbiano exclusivo no Brasil com foco em cultivos de larga escala

A De Sangosse, multinacional francesa referência global em tecnologias de especialidades agrícolas, começa 2026 com o anúncio do lançamento do Rifle no mercado brasileiro. O produto é um bivalente biológico, que atua simultaneamente como bionematicida e biofungicida. Desenvolvido com agentes bioativos exclusivos, ele combina um arranjo sinérgico de microrganismos com modos de ação complementares, trazendo uma ferramenta multifuncional robusta para o manejo integrado de fungos de solo e nematoides.

O lançamento reúne duas bactérias e dois fungos, selecionados por sua eficiência em diversos ambientes agrícolas, cada um com expressão gênica específica e aptidão direcionada para o controle de diferentes grupos de nematoides e fungos fitopatogênicos.

Segundo Flávio Matarazzo, engenheiro agrônomo e Diretor de Desenvolvimento da De Sangosse no Brasil, a singularidade do produto está na combinação inédita de cepas e isolados. “Rifle é uma ferramenta diferenciadamente técnica. Não se trata apenas de misturar espécies, mas de selecionar cepas e isolados com mecanismos de ação complementares, de forma que o consórcio microbiano mantenha estabilidade de performance em diferentes solos, sistemas produtivos e pressões biológicas. É uma formulação única, com bioativos que não existem em nenhum outro produto do mercado nacional”, explica.

Quatro pilares

O especialista detalha que o desempenho de Rifle, que pode ser aplicado tanto no tratamento de sementes, quanto no sulco de plantio, está fundamentado em quatro pilares técnicos:

  1. Ação nematicida multialvo - As bactérias presentes no produto expressam diferentes estratégias de supressão: antagonismo direto sobre nematoides sedentários e migratórios; produção de metabólitos tóxicos específicos; colonização competitiva da rizosfera, reduzindo a motilidade e a penetração dos juvenis e indução de resistência nas plantas por ativação de vias fisiológicas associadas à integridade radicular.

Ou seja, cada bactéria contribui de forma distinta para o controle das principais espécies de nematoides presentes nos biomas agrícolas brasileiros, o que confere espectro amplo e estabilidade inter-regional. “A heterogeneidade das populações de nematoides no Brasil exige produtos com amplitude genética e funcional. Rifle se enquadra nessa nova geração de bionematicidas que combinam diferentes aptidões microbianas para equalizar resultados e reduzir gaps de performance, mesmo quando ocorre alternância de espécies dominantes dentro da área”, explica Matarazzo.

  1. Ação biofungicida integrada - O produto incorpora dois fungos microparasitas com forte capacidade de: parasitismo direto sobre estruturas de fungos patogênicos; competição por nicho e recursos na rizosfera e inibição enzimática dos processos de germinação e infecção de patógenos de solo.

Essa ação reduz de maneira significativa o estabelecimento de doenças oportunistas, especialmente quando há lesões radiculares provocadas por nematoides. “A sinergia entre o controle dos nematoides e o ataque direto aos fungos fitopatogênicos representa um diferencial crítico. Ao reduzir a penetração dos nematoides, diminuímos as portas de entrada. Ao mesmo tempo, o mix fúngico de Rifle atua eliminando patógenos presentes no solo. Esse duplo mecanismo amplia a sanidade radicular e protege o potencial produtivo da lavoura”, aponta o especialista da De Sangosse.  

  1. Estabilidade de performance em diferentes ambientes - A formulação foi desenvolvida para suportar: amplitudes térmicas típicas do Brasil; variações de pH e textura de solo; condições de estresse hídrico moderado; e a complexidade dos sistemas de rotação. Esse comportamento é atribuído ao design microbiológico da formulação, que possibilita redundância funcional e resiliência frente a variações ambientais.
  2. Aplicabilidade para os principais cultivos de larga escala - Rifle tem foco inicial nos cultivos de maior relevância fitossanitária e econômica com soja, milho, cana-de-açúcar. Matarazzo ressalta que o uso contínuo contribui para a redução progressiva do inóculo de nematoides e fungos no sistema, com efeitos residuais positivos sobre culturas subsequentes.

Estratégia de portfólio e futuro tecnológico

O lançamento de Rifle reforça o posicionamento da De Sangosse no mercado brasileiro de tecnologias biológicas, especialmente nos segmentos de controle de solo, biorracionais e soluções de manejo integrado. “Nosso objetivo é fornecer ferramentas que se complementem dentro de programas de manejo. Rifle soma-se a um portfólio em expansão. A De Sangosse continuará investindo em formulações exclusivas, evitando sobreposição e priorizando inovações que ampliem a eficiência agronômica dos agricultores brasileiros”, afirma Matarazzo. Novas tecnologias já estão em desenvolvimento, com previsão de incorporações estratégicas nos próximos anos.

 



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Kassi Bonissoni
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sábado, 7 de março de 2026

COLUNA MALHA FINA - JORNAL A REGIÃO - 07/03/2026

 

Pulando do barco

O vereador Meganha Suado "retou-se" e saiu da base de apoio de Valderico II em Ilhéus. A razão, segundo ele, foi o prefeito fazer uma reunião secreta com a base sem chamar o cara. O assunto teria sido o que fazer com três traíras do grupo - incluindo Meganha. O vereador diz ainda que Valderico II não cumpriu acordos políticos (leia-se cargos).

Só enxergou isso agora?

Para não deixar barato, Meganha Suado saiu atirando, descendo a lenha em Valderico II pelo "abandono de comunidades carentes", pelo aumento do contrato do lixo para R$ 36 milhões, pela falta de merenda escolar e por "licitações superfaturadas". A pergunta que ninguém fez ainda é: por que Meganha ficou calado e só denunciou tudo isso agora. Antes acobertava?

Homem sem palavra

Quando Zerônimo vier pedir votos aos ilheenses, vai ter trabalho para explicar o abandono das obras do estado na cidade assim que Valderico II venceu sua candidata. Em dezembro, ele prometeu ao prefeito a retomada das obras, mas já estamos em março e a dupllicação da BA-001, a reforma da Ponte Lomanto Jr e a revitalização da Zona Norte continuam juntando poeira.

Um desgovernador "rodado"

zeroim Zerônimo voltou à Bahia, depois de passeios na Índia, de onde trouxe incensos e um exemplar de luxo do Kama Sutra; e da Coreia do Sul, onde comprou muitos gadgets e eletrônicos. Já passeou na Bélgica, Holanda, China (quase um mês), Dubai, Espanha e Alemanha. Na volta anunciou um monte de coisas que, até hoje, nunca saíram do papel. Era só turismo mesmo...

Não é justo com o eleitor

Para que Erasmo Ávila e Thales Silva quiseram o voto dos itabunenses para vereador se sempre planejaram abandonar o mandato no meio para assumir secretarias? Pedir voto para vereador e largar o cargo no segundo ano de atividade é uma traição ao eleitor e um desrespeito a quem queria, de verdade, ser vereador mas foi impedido pelos dois.

Consultor de barragem

Na segunda, umas 7h, o coordenador da Defesa Civil de Itabuna, Kaique Brito, dava entrevista no Conexão Morena, da Morena FM, e repetiu que a barragem ainda estava "75cm acima do vertedouro". Devia ter olhado o mais novo vídeo de seu Valdeir... feito na mesma manhã, cachoeira na barragem, muita baronesa descendo e mais ainda na represa, pronta para descer.

Atrasando a nova ponte

Um tempo atrás a gente perguntava o que aconteceria com a obra da nova ponte caso o rio enchesse. Na segunda-feira a gente descobriu. As águas levaram os andaimes e afetaram os moldes, fizeram a bancada lateral virar um amontoado de lixo. Prejuízo para a empreiteira, atraso para a Prefeitura. Pelo jeito, não tem como evitar tudo isso.

Um outro tipo de piranha

Itabuna já teve abundância de piranhas na época de certo prefeito degenerado, que vivia cercado delas. Mas é a primeira vez que as de rio invadem a cidade. O aparecimento de piranhas (o peixe...) no Rio Cachoreira intriga a população. De onde vieram? Segundo um matuto, sairam de uma barragem que rompeu em Itajú do Colônia. Mas... para que alguém criaria piranhas?

Melhor apostar em concreto

A rotina é a mesma. Chove, aparecem centenas de buracos nas ruas asfaltadas há pouco tempo, a prefeitura faz operação tapa-buracos. Chove de novo e a história se repete. A prefeitura de Itabuna devia pensar em pavimento com concreto, que custa 30% mais para instalar, mas passa mais de 20 anos sem buraco para consertar. A longo prazo, é lucro.

Confirmando a derrota

Depois da pesquisa fajuta do PT, que não convenceu nem os aliados, o Bahia Notícias contratou uma que bate de frente, trazendo ACM Neto com 17 pontos de vantagem para Zerônimo. A cúpula do PT baiano se irritou com a divulgação, mas não pode reclamar. Segundo uma fonte "de dentro", os dados são iguais aos das pesquisas internas do partido.

Guerra sem paz nos bastidores

Por causa da confirmação de que ACM Neto tem tudo para vencer a eleição, um grupo de petistas graduados voltou a defender a troca de Zerônimo por Rui B. Osta, que tentaria voltar à cena do crime dos respiradores. No lugar dele, Ronaldo Carletto seria candidato ao Senado e Zerônimo ficaria com promessa de cargo futuro. Mas o povo de Waguinho não aceita.

O fogão de Pero Vaz

fogao Durante uma inspeção na Escola Municipal de Banco do Pedro, em Ilhéus, a associação dos professores se assustou com as condições. Falta merenda e materiais básicos, mas o que impressionou mesmo os fiscais foi este fogão, em estado precaríssimo. Historiadores chegaram à conclusão de que ele foi comprado por João Batista Sá Oliveira... primeiro prefeito de Ilhéus, em 1890.

Candelabro em barraco

Nesta semana a Câmara de Ilhéus aprovou um requerimento pedindo para que a Prefeitura instale internet em todas as escolas municipais. O problema é que muitas delas podem nem ter eletricidade para ligar os aparelhos. O que elas precisam mesmo é de fogão novo, pintura, reforma dos banheiros, telhado que não caia na cabeça dos alunos...

Rebaixando o capetão

A turma do Conexão Morena, da Morena FM, debatia sobre nomes que poderiam tentar uma vaga de deputado. Oziel citou Capetão Azêdo, ressalvando que ele hoje "só aparece de quatro em quatro anos". Andreyver jogou um caminhão de areia no mingau: "ele não tem mais os votos que tinha", afirmou. E deu o golpe de morte: "Guinho é capaz de ter mais que ele".

Forasteiros ingratos

Os dois comentaram a "mania" de vereadores de Itabuna apoiar candidatos a deputado de fora (por um agradinho, claro). Oziel lembrou que a dupla Zói e Zorêa vai fazer campanha para um cara de Cocos, do Oeste. E lembrou: "aquele Raimundinho da JR teve mais de mil votos aqui em Itabuna. Não mandou uma emenda, um real, para a cidade", detonou.

Tem que ser Carletto...

A obsessão de Rui B. Osta em emplacar um Carletto, qualquer um, na vice de Zerônimo, só aumentou depois que o atual vice, Geraldo Cabeção, repassou críticas a ele. Ronaldo Carletto correu para dizer que não quer ser vice e prefere a suplência de Rui no Senado. Mas, espertamente, não descartou indicar o filho, Neto, para a chapa no lugar do emedebista.

Ultimato virou piada

Para forçar uma posição da cúpula do Partido dos Traficantes na Bahia, Rui fez até um patético "ou eu ou ele", dizendo a amigos que se Cabeção não rolar, ele desiste e nem vai apoiar a chapa do partido. Balela pura. Rui não acredita na reeleição do Ludrão e está desesperado para garantir algum cargo, qualquer cargo, em 2027, mesmo que tenha que implodir o PT.

Tem angú nesse pirão

O ano era 2015. Wagner (PT) tinha abandonado o Centro de Convenções da Bahia. Seu sucessor, Rui B. Osta (PT) manteve o abandono até que fechou de vez. Rui sucedeu Rui e depois emplacou o sucessor, Zerônimo. Agora, depois de 11 anos sem fazer nada no CCB, o PT quer vender por menos da metade do valor, R$ 141 milhões (vale R$ 350 mi). Será para algum amigo?

Mais uma promessa vigarista

ccb Em 2016, o primeiro piso do CCB desabou, ferindo algumas pessoas. Para diminuir a indignação do povo, que viu uma das estruturas mais importantes da cidade ser destruída pelas gestões incompetentes do PT, o secretário de Turismo, José Alves Peixoto, anunciou que o estado construiria outro e entregaria em 2018. A promessa ficou numa cova ao lado da ponte de Itaparica.

As razões de Waguinho

Waguinho criou Rui B. Osta, que criou Zerônimo, que não criou ninguém porque é igual à pequena área do futebol: onde pisa, nem mato cresce. Hoje Waguinho está em guerra com sua criatura porque quer manter Geraldo Cabeção na vice. Acha que, com isso, em 2030 Zerônimo vai ter medo de disputar uma vaga no Senado, para não deixar o emedebista no poder por seis meses.

As maquinações de Rui

A criatura, Rui B. Osta, quer tirar o Cabeção da chapa e emplacar um Carletto, agora que manda e desmanda no Avante. Ele tem o plano secreto de apoiar Zerônimo para o Senado no lugar do criador em 2030, e mandar no governo por seis meses através de seu puppet. Zerônimo, que supostsamente é quem coordena a escolha da chapa, está mais perdido que bispo em orgia trans...

Estão começando a acordar

O esquema que tem enganado prefeitos inocentes desde a eleição de 2022 está começando a afundar. Desde aquele ano, Zerônimo assina convênios com as prefeituras, chega a dar ordem de serviço, mas a obra não anda. O tempo passa, a empresa desiste. Fazem nova licitação (90 dias no mínimo) e a farsa se repete. A maioria das obras ainda está em 2022...

Sem obra, sem aderência

Neste ano, vários prefeitos estão acordando, em especial os que aderiram recentemente à máquina. Fizeram as contas do tempo para cumprir todas as etapas de publicação de edital, licitação, recursos, assinatura da ordem de serviço e instalação do canteiro de obras. Nenhuma obra vai começar antes das eleições. Pode esperar um "refluxo" de prefeitos.

A promessa não vingou

A coisa está ficando feia, virando um vexame. Ao inaugurar os dois reservatórios do Mais Água e a ampliação da rede, tanto o prefeito Augusto Castro quanto o presidente da Emasa da época repetiram várias vezes que "agora não vai mais faltar água em Itabuna", e que, sem as manobras, os bairros teriam água "todo dia". De lá para cá, não passa uma semana sem reclamação.

Solução tem, falta fazer

Toda semana tem bairro reclamando de falta de água, tanto ou até mais que antes da ampliação da rede. A culpa, garante a Emasa, é da Coelba, com apagões constantes na estação de captação de água de Rio do Braço. O problema existe há décadas e a empresa já devia ter resolvido, com energia solar híbrida dotada de baterias, hoje muito eficientes. Falta querer.

Girando sem sair do lugar

A coisa vai ser engraçada. O finado Gelado Limões, depois de trair o PT com ACM Neto, achou que seria recebido no União Brasil. Não foi. Tentou ir para o MDB, mas o ex-presidiário Geddel barrou. Então, o encosto resolveu sair da suite do PT para o quartinho de empregada do Psol. Só que o Psol deve fazer federação com o... PT. Ou seja, o traíra vai voltar à represa que traiu.

Mais humilhação pela frente

Nas eleições de 2022, ACM Neto teve 10 mil votos a mais que Zerônimo em Itabuna. Agora pode ampliar a vantagem. Pancadão da AFI teve 23 mil votos e a gente duvida que tenha mais de 10 mil. Mas, para Augusto mostrar força contra ele, Andrea vai ter que passar os 23 mil votos que Pancadão da AFI teve em 2022. Pelo o que vemos nas ruas, deve passar fácil.

Histórias da política baiana


A mistura de políticos com alcool é quase uma tradição no Brasil e gera cenas interessantes. Jânio Quadros, presidente exótico, não escondia seu gosto por uma "branquinha", assim como o pinguço Lula, que já apareceu para entrevistas bêbado e até com a calça mijada.

Aqui na Bahia, os ex-governadores Wagner e Waldir Pires gostavam de exagerar na bebida. Quando veio ao carnaval de Itabuna, Waldir ficou cercado por seguranças, sem dar entrevistas, porque estava sem condições "etílicas" de conversar com ninguém. Mas tem o bêbado consciente.

Certa vez, num carnaval, nosso editor ia entrevistar o então prefeito Geraldo Simões. Tudo pronto, microfone na mão, o jornalista foi surpreendido. De repente, Geraldo parou, olhou fixo e disse "é melhor eu não dar entrevista não, porque bebi um pouco demais", admitiu, e foi se sentar.

ACM Neto tem 17 pontos sobre Jerônimo

 

JORNAL A REGIÃO

Uma nova pesquisa da Séculus Análise e Pesquisa, encomendada pelo site Bahia Notícias, contesta a apresentada por um site ligado ao PT, que dava ampla vantagem ao governador Jerônimo Souza (PT). Assim como todas as outras realizadas até aqui, ela mostra ACM Neto na frente.

Ele aparece com 48,28% das intenções de voto contra 31,15% de Jerônimo no levantamento estimulado. Além deles, aparecem José Carlos Aleluia com 0,65% e Ronaldo Mansur com 0,52%. Não sabem ou não opinaram 9,93%. Os brancos e nulos somam 9,47%.

A pesquisa ouviu 1.535 entrevistados em 72 municípios, com registro no TRE e margem de erro de 2,5 pontos percentuais. A Séculus também perguntou em quem as pessoas não votariam de jeito nenhum. Neste quesito, Jerônimo é imbatível, com 37,96% de rejeição.

ACM Neto tem 22,65%, Ronaldo Mansur 6,42% e José Carlos Aleluia 5,71%. O Avante quer barrar a divulgação da pequisa alegando que ela não indicou os municípios onde foi feita, porém, uma consulta ao TSE mostra que a lista completa foi informada no registro da pesquisa.

Conquista lança o programa Meu Lar

 

JORNAL A REGIÃO

A Prefeitura de Vitória da Conquista iniciou o programa Meu Lar. "A iniciativa é um programa habitacional pioneiro e estruturado inteiramente no âmbito da gestão municipal," destacou a prefeita Sheila Lemos, que encaminhou o projeto de lei à Câmara de Vereadores.

Pela primeira vez o município passa a contar com um programa habitacional próprio, que permitirá a construção de moradias e o atendimento de famílias pobres que não possuem casa própria. Para Sheila, o Meu Lar demonstra o compromisso com moradia digna.

"Nós temos um déficit habitacional e temos feito diversos estudos para entender como podemos enfrentar esse problema de forma estruturada e responsável. O Meu Lar nasce para realizar o sonho da casa própria de muitas famílias e, ao mesmo tempo, fortalecer a política habitacional do município, garantindo mais dignidade, segurança e qualidade de vida".

Segundo a prefeita, a Prefeitura irá criar um novo loteamento residencial, com infraestrutura completa. A expectativa é de que sejam criadas mais de 300 casas para a população, além de lotes comerciais, praça e quadra, garantindo infraestrutura completa.

A planta das residências e o projeto do bairro foram apresentados à imprensa durante uma coletiva. O Meu Lar reúne um conjunto de ações voltadas à construção de novas moradias, melhoria de casas já existentes, regularização habitacional e oferta de locação social.

A viabilidade financeira do projeto se dará por meio de alienação via leilão, com a venda de imóveis públicos desafetados, sendo o montante arrecadado destinado exclusivamente ao Fundo Municipal de Habitação e Interesse Social (FMHIS), para lotes urbanizados ou casas.

Também será viabilizado através da permuta por obras, cujo edital prevê que o licitante vencedor execute a urbanização ou a construção das casas como contrapartida direta pela aquisição de terrenos públicos (Permuta Física).

Rio reforça Bombeiros com veículos

 

JORNAL A REGIÃO

O Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro recebeu, nesta semana, 16 ambulâncias e 2 motorhomes para garantir mais eficiência no suporte à população e no atendimento às demandas de emergência. Os veículos fazem parte do pacote de 60 ambulâncias, 3 motorhomes e 25 viaturas multimissão, a um custo de R$ 90 milhões.

As demais viaturas serão incorporadas conforme o cronograma do governo. O governador do Estado, Cláudio Castro, destacou que o investimento reafirma o compromisso de sua gestão com a proteção da população fluminense.

"Estamos fortalecendo uma das instituições mais respeitadas do país, garantindo melhores condições de trabalho aos nossos bombeiros e um atendimento cada vez mais rápido e eficiente à população," afirmou o governador.

A iniciativa integra o projeto Bombeiro 100% e tem como objetivos reforçar a capacidade operacional do CBMERJ, ampliar e qualificar o atendimento pré-hospitalar, reduzir o tempo-resposta nas ocorrências, modernizar a frota e melhorar as condições de trabalho do bombeiro militar.

Atualmente, o Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro conta com 1.667 viaturas, entre caminhões e pick-ups.

16:23  |  

SP terá tempestades no fim de semana

 

JORNAL A REGIÃO

A Defesa Civil do Estado de São Paulo alerta para o retorno das chuvas em diversas regiões entre sexta-feira e domingo. Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE), a mudança ocorre devido à um cavado meteorológico em níveis mais elevados da atmosfera, associado à umidade do oceano.

Nesta sexta, o sol ainda aparece entre algumas nuvens ao longo do dia, o que mantém a sensação de calor e tempo abafado. A partir da tarde, há previsão de pancadas de chuva isoladas, típicas de verão, que podem vir acompanhadas de raios e rajadas de vento, principalmente no norte e leste do estado.

No sábado, as condições para chuva permanecem, com pancadas típicas de verão a partir da tarde, que podem ocorrer de forma rápida e isolada, mas com potencial para intensidade moderada a forte em alguns pontos. Já no domingo, uma frente fria vai se aproximar na costa do Sudeste.

Associada à alta disponibilidade de umidade, ela aumenta as condições para chuva mais persistente em parte do estado. Há possibilidade de temporais com raios, rajadas de vento e queda de granizo, com potencial para acumulados mais significativos, especialmente nas regiões próximas ao litoral.

Diante desse cenário, a Defesa Civil recomenda atenção redobrada, principalmente em áreas mais vulneráveis a alagamentos, deslizamentos e outros transtornos. Em caso de emergência, a população deve acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.

Valec retoma a obra da ferrovia Fiol

 

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A Valec publicou, nesta quinta-feira, um contrato de R$ 467.970.011 para as obras remanescentes do trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste entre Caetité e Guanambi. O trecho faz parte da Fiol 2, que vai de Caetité a Barreiras, no extremo-oeste do estado.

O Consórcio A.Gaspar-Vipetro venceu o certame para elaborar e executar os projetos daquele trecho da estrada de ferro. Ele terá 35 quilômetros e a previsão de entrega é de até quatro anos.

A Valec é uma estatal ligada ao Ministério dos Transportes e está encarregada do trecho 2 da Fiol porque ele ainda não foi concedido à iniciativa privada. Já o trecho 1 da Ferrovia, de Ilhéus a Caetité, faz parte das concessões vinculadas à exploração da mina Pedra de Ferro e ao Porto Sul, no litoral sul, sob a responsabilidade da Bahia Mineração.

A Bamin paralisou as duas obras no ano passado e busca investidores para retomá-las. Um grupo chinês e outro português já fizeram sondagens sobre a possibilidade de investir nos empreendimentos. Mas, até agora, não há nada de concreto sobre o destino deles.

16:25  |  

 Pode ser uma imagem de texto que diz "Os Estados Unidos podem até ter mais bombas nucleares no mundo, mas em corrupção ninguém é mais poderoso que o Brasil"

PF prende dois por fraude bancária

 

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A Polícia Federal e o Ministério Público cumprem dois mandados de prisão preventiva e 10 de busca e apreensão em Itabuna e Entre Rios, em uma nova operação que combate esquemas de fraudes contra instituições bancárias, principalmente a Caixa Econômica Federal.

Investigações apontam a tomada de diversos empréstimos por meio de contas bancárias fraudadas, que geraram prejuízo acima de R$ 500 mil para as instituições. A polícia detectou 17 contas bancárias em Conceição do Coité, Prado, Valença e em São Paulo abertas com documentos falsos.

A Polícia Federal passou a seguir o dinheiro que entrava nessas contas e identificou parte do grupo beneficiado com as fraudes. Os mandados de prisão e busca e apreensão cumpridos hoje foram expedidos pela 17ª Vara Federal da Seção Judiciária de Salvador.

Segundo a PF, o nome da operação foi escolhido "em razão da associação simbólica com o processo de ocultação, característica marcante da atuação do grupo investigado. A amêndoa, apesar de possuir um interior claro e vulnerável, é protegida por uma casca rígida e escura, que dificulta seu acesso".

Essa metáfora, explica a Polícia Federal, representa, no contexto criminal, o modo como a organização estruturou suas fraudes bancárias: utilizando camadas de dissimulação, contas de passagem, laranjas e mecanismos artificiais de proteção para ocultar a origem e o destino dos valores ilícitos.

Barragem de Jequié ameaça Itacaré

 

JORNAL A REGIÃO

A Prefeitura de Itacaré emitiu um alerta para os moradores ribeirinhos, pescadores e produtores rurais informando que a Barragem da Pedra, em Jequié, abriu as comportas e aumentou o nível do Rio de Contas por ordem da empresa concessionária AXIA Energia.

Essa liberação de água (defluência) vai triplicar nos próximos dias, o que pode aumentar bastante o volume de água trazida pelo rio até Itacaré. A operação começou nesta sexta-feira, com vazão de 60 metros cúbicos por segundo. A partir de sábado ele passa para 200 m³/s, até segunda.

A prefeitura diz que os moradores das margens do rio devem redobrar a atenção, pois o aumento da vazão pode ser repentino. A Defesa Civil reforçou que "não há motivo para pânico, mas sim para estado de atenção" e recomendou medidas preventivas.

Ela sugere fazer uma proteção dos equipamentos, evitar instalar bombas, sistemas de irrigação ou qualquer maquinário próximo às margens, e retirar os equipamentos móveis de áreas que possam ser alagadas. Nas casas, deve-se reforçar o cuidado com crianças, idosos e animais domésticos.

Proprietários de barcos, canoas e outras embarcações devem intensificar a amarração ou remover para locais seguros. A DC ainda orienta a não realizar atividade recreativas de banho e esportes, nem trabalhar na calha do rio durante os dias de maior vazão. O gado deve ser levado para áreas altas.

Sesop combate roubo de hidrômetros

 

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A Secretaria de Segurança e Ordem Pública de Itabuna deu início à Operação Hidrômetro, com o objetivo de combater os furtos e a receptação. Os dois crimes tornaram-se frequentes na cidade. A ação desta quinta mobilizou a Guarda Civil e policiais da Delegacia de Furtos e Roubos.

O secretário Roberto José coordenou a operação. As equipes fiscalizaram sete ferros-velhos em diferentes pontos da cidade. Segundo a Sesop, esses locais costumam receber materiais furtados para venda irregular de metais e fiação furtados.

Durante a operação, agentes encontraram três hidrômetros furtados, abandonados em uma via nas imediações da rodoviária. O material foi apreendido e devolvido à Emasa, responsável pelo abastecimento de água na cidade.

De acordo com a secretaria, a ação também avançou na identificação de um dos autores dos furtos. A operação foi a primeira de uma série. Informações sobre furto ou receptação de hidrômetros podem ser compartilhadas pelo telefone 190, da Polícia Militar. A corporação garante o sigilo da fonte.

16:28  |