MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

domingo, 31 de maio de 2026

 O Grupo Mateus, uma das maiores redes varejistas do Brasil, iniciou um amplo processo de reestruturação que resultou no fechamento de 28 lojas e na demissão de aproximadamente 6,6 mil funcionários entre 2025 e o primeiro trimestre de 2026. Os cortes atingiram principalmente estados das regiões Norte e Nordeste, como Bahia, Ceará, Maranhão, Piauí, Sergipe e Pará.

Segundo informações divulgadas em balanços financeiros da empresa, a redução representa cerca de 13,9% do quadro de funcionários do grupo, que passou de quase 48 mil para pouco mais de 41 mil trabalhadores. A empresa afirma que as mudanças fazem parte de um plano de “ajustes operacionais” e da busca por maior eficiência e rentabilidade após anos de expansão acelerada.

Apesar das demissões e do fechamento das unidades, o Grupo Mateus segue registrando faturamento bilionário. Dados financeiros apontam receita bruta superior a R$ 43 bilhões em 2025 e lucro bilionário no início de 2026, o que gerou forte repercussão nas redes sociais. Muitos internautas criticaram o contraste entre os resultados financeiros da companhia e o corte de milhares de empregos em regiões que já enfrentam dificuldades econômicas.

A companhia também afirmou que a reestruturação não significa o fim dos planos de crescimento e que novas unidades ainda podem ser abertas em mercados considerados estratégicos nos próximos anos.

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Drogasil está "no ritmo dos selinhos" em campanha inédita no Nordeste

 




Agora é possível acumular selos em compras nas farmácias da rede e trocar por itens exclusivos da marca francesa Le Coq Sportif

A Drogasil, rede de farmácias da RD Saúde, inicia uma campanha promocional inédita de selinhos com foco na Região Nordeste. A iniciativa, realizada em parceria com a L - founders of loyalty (empresa global de campanhas de fidelidade no varejo), integra a estratégia do maior grupo de varejo farmacêutico do país de ampliar a recorrência e fortalecer o relacionamento com os clientes na região por meio de ações que promovam o bem-estar, a prevenção e a saúde.

A campanha de troca dos selinhos dá acesso a uma coleção exclusiva da marca de esportes francesa Le Coq Sportif, com itens voltados ao dia a dia, como mochila, mala/bolsa esportiva, garrafa térmica, toalha esportiva, pochete e nécessaire.

A mecânica segue o modelo de fidelização já consolidado em outros segmentos do varejo e que a RD Saúde traz para as farmácias: a cada R$ 20 em compras em produtos elegíveis, clientes cadastrados no Programa Mais Saúde recebem selos de desconto, que podem ser acumulados e trocados por produtos com descontos de até 97%.

Por exemplo, com 25 selos de desconto e o pagamento de R$ 5,99, o cliente da Drogasil leva uma toalha esportiva. O mesmo item também pode ser trocado por 10 selos de desconto e mais R$ 19,99.

Segundo Daniel Campos, diretor-executivo de clientes e marketing da RD Saúde, mais do que uma ação promocional, a campanha desenvolvida pela L - founders of loyalty (empresa global de campanhas de fidelidade no varejo) reflete um movimento estratégico da companhia de combinar conveniência e experiências de bem-estar e saúde.

“O Nordeste tem um papel central na nossa estratégia, tanto pelo potencial de crescimento quanto pela oportunidade de fortalecer vínculos com os clientes. A campanha nasce do entendimento de gerar valor concreto no dia a dia, de forma simples e relevante, com ações que conversem com a nossa missão de ajudar a construir uma sociedade mais saudável”, afirma Campos.

Atualmente, a RD Saúde conta com mais de 550 farmácias na região, o que garante capilaridade e proximidade com o consumidor. Neste sentido, mais do que incentivo promocional, a ação busca ampliar o papel da farmácia como ponto de contato com saúde e conveniência.

“Buscamos construir uma jornada mais próxima e funcional para o cliente, ao mesmo tempo em que apoiamos a operação e criamos diferenciação no ponto de venda. É uma iniciativa que conecta experiência, fidelização e resultado”, diz o executivo.

“A dinâmica dos selinhos conquistou o coração dos consumidores brasileiros, fomentando uma conexão emocional genuína com a marca, que vai muito além do transacional. Desenvolver essa campanha inédita ao lado da Drogasil e da Le Coq Sportif tem sido um enorme prazer, reforçando nosso objetivo de transformar fidelização em incentivo real, com impacto direto na experiência do consumidor e nos resultados do varejista.  Agradeço ao Grupo RD Saúde pela confiança no nosso trabalho. Sem dúvida, estamos diante de uma iniciativa que promete ser histórica no Nordeste”, diz Beatriz Ramos, CEO da L-founders of loyalty no Brasil e América Latina.

Serviço

Campanha de selinhos – Drogasil (Nordeste)
Como funciona: a cada R$ 20 em compras nas farmácias físicas, o cliente recebe 1 selo de desconto
Período:
11/05/2026 a 13/09/2026: distribuição de selos de desconto e resgates por produtos exclusivos;
14/09/2026 a 27/09/2026: resgates finais

Sobre a RD Saúde

A RD Saúde é resultado da fusão, em 2011, da Raia e da Drogasil, que combinam trajetória de mais de um século no varejo farmacêutico. Atualmente, o grupo está presente em todos os estados do país, com mais de 3.500 farmácias e 70 mil colaboradores. Em 2024, ao adotar uma nova marca corporativa, a companhia reforçou a sua atuação como ecossistema de saúde voltado para prestação de serviços e cuidados com o bem-estar da população. Desta forma, continua ampliando sua capilaridade física e digital, disseminando um novo conceito de farmácia em um modelo de negócio multicanal.

Sobre L - founders of loyalty

A parceria com Drogasil marca a entrada da L-founders of loyalty no mercado brasileiro de farmácias. Com operação em todos os continentes e presença em 35 países, a empresa é líder global em campanhas de fidelidade no varejo, já tendo beneficiado mais de 100 milhões de consumidores ao redor do mundo, anualmente.

No Brasil, até o presente, as campanhas da L – founders já geraram mais de 3,3 bilhões de selos, R$ 12 bilhões em receitas incrementais e movimentaram R$ 117 bilhões no varejo.

A cada segundo, 17 brindes são resgatados em suas campanhas globalmente. No Brasil, a companhia atua como parceira estratégica de grandes varejistas utilizando programas de fidelidade como ferramenta para geração de engajamento e incremento de vendas.

Detentora da marca Fidelidade com Propósito®, a L-founders of loyalty integra impacto social às campanhas, promovendo doações e iniciativas que fortalecem resultados sustentáveis para o varejo e para a sociedade. As ações com Fidelidade com Propósito® resultaram na doação de mais de 150 toneladas de cestas básicas.



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Laís Rodrigues
lais.rodrigues@spmj.com.br

Feira de Santana recebe novo centro de serviços da Interfit

 


Trelleborg - Yokohama TWS

Feira de Santana recebe novo centro de serviços da Interfit

Com modelo de serviço com coleta e entrega ("leva e traz"), a operação garante mais conveniência, eficiência e redução de paradas operacionais

Interfit inaugura o primeiro centro de serviços no nordeste do Brasil - Créditos: Divulgação

A Interfit, marca global de centros de serviço do grupo Yokohama TWS, anuncia a inauguração de seu novo Centro de Serviços Interfit em Feira de Santana (BA), Brasil, localizado dentro da unidade industrial do Grupo. A nova operação representa um passo importante na estratégia de expansão da empresa no país, reforçando o compromisso com proximidade ao cliente, excelência em serviços e eficiência operacional.

A escolha de Feira de Santana reflete sua relevância estratégica no cenário logístico e industrial brasileiro. Como um dos principais entroncamentos rodoviários que conectam importantes corredores de transporte, a cidade desempenha papel central no fluxo de mercadorias em todo o estado da Bahia. Aliada à sua forte relevância econômica regional, Feira de Santana consolidou-se como um hub estratégico para atividades industriais e logísticas.

Nesse contexto, o novo Centro de Serviços Interfit ganha ainda mais relevância para clientes que operam na Bahia, ampliando a proximidade e a capacidade de resposta em um estado com crescente atividade industrial e logística — especialmente no segmento de movimentação de materiais, onde disponibilidade, confiabilidade e desempenho são fatores críticos.

Um dos principais diferenciais da nova operação é o modelo de serviço com coleta e entrega (“leva e traz”), realizado por um caminhão dedicado que retira e devolve os pneus e rodas diretamente nas operações dos clientes. Essa abordagem garante maior conveniência, otimização logística e redução do tempo de parada das operações.

O modelo com coleta e entrega (“leva e traz”) é um dos principais diferenciais da operação do  novo Centro de Serviços Interfit  - Créditos: Divulgação

Segundo Alessandro Sacco, Diretor Comercial para a América do Sul da Yokohama TWS: “A inauguração do Centro de Serviços Interfit em Feira de Santana representa um passo estratégico para fortalecer nossa presença no Brasil e acelerar nossa expansão na região Nordeste. Embora esta seja nossa primeira unidade na região, ela tem grande relevância para a Bahia, onde agora podemos atender nossos clientes com maior proximidade por meio de um modelo eficiente e confiável de coleta e entrega, desenvolvido para minimizar paradas e simplificar as operações.”

Com essa nova unidade, a Interfit segue executando seu plano de expansão no Brasil, combinando know-how técnico global, processos padronizados e forte presença local para oferecer serviços consistentes e de alta qualidade em toda a sua rede.

O novo Centro de Serviços Interfit amplia a proximidade e a capacidade de resposta em um estado com crescente atividade industrial e logística - Créditos: Divulgação

A iniciativa também reflete o crescimento contínuo da Bahia como um importante polo logístico e industrial, impulsionando a demanda por soluções de serviços especializados.

Interfit Service Center Feira de Santana – BA

Av. Luis Deputado Eduardo Magalhães, Qd J

Feira de Santana – Ba – CEP: 44094-312

https://www.interfit-group.com/pt/home-pt/

Interfit, parte da Yokohama TWS, é líder global em serviços especializados de pneus e rodas, com presença em mais de 21 países, nos cinco continentes. A excelência em serviços, o conhecimento técnico em pneus e o amplo portfólio de produtos fazem da Interfit o parceiro ideal para especialistas em máquinas de movimentação de materiais, agricultura e construção que buscam maximizar receitas mantendo o controle de seus negócios de pneus.

 

Agência ERA®

Mariana Cruz - Jornalista Responsável

mariana@agenciaera.com.br  

(11) 98159-0000

Lucas Voigt - Diretor

lucas@agenciaera.com.br    

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Pamela Barbosa - Jornalista | Atendimento

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Interfit inaugura o primeiro centro de serviços no nordeste do Brasil O modelo com coleta e entrega (“leva e traz”) é um dos principais diferenciais da operação do  novo Centro de Serviços Interfit O novo Centro de Serviços Interfit amplia a proximidade e a capacidade de resposta em um estado com crescente atividade industrial e logística
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Agência ERA®

Pamela Barbosa | Agência ERA®
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Inovação sob pressão: como as novas gerações estão reinventando o setor de alimentos e bebidas?

 


Por Alexandre Pierro

Para uma indústria construída sobre escala, eficiência operacional e previsibilidade de demanda, lidar com incertezas não é simples. Esse é o caso do setor de alimentos e bebidas que, por décadas, operou sob uma lógica de ciclos de consumo estáveis e portfólios consolidados. Contudo, com a chegada das novas gerações, sobretudo a Z e Alfa, este consumo tem passado por grandes mudanças e novas tendências que vêm exigindo dessas empresas que saiam de uma zona de conforto baseada em escala e eficiência, para um território onde a inovação precisa lidar, acima de tudo, com a imprevisibilidade. 

Durante décadas, este setor foi guiado por padrões relativamente estáveis de consumo. Preferências eram herdadas entre gerações, a lealdade às marcas era consistente e a inovação seguia uma lógica incremental, com novos sabores e melhorias nos produtos que já tinham ampla aderência pela população. Hoje, esse cenário é profundamente diferente: 54% dos consumidores dizem buscar ativamente novos sabores e experiências ao consumir alimentos, segundo o “Food & Drinks Trends 2025”. 

Ao invés de manter padrões repetitivos, o consumidor moderno é mais movido à descoberta de novas opções e tendências, sobretudo se estiverem alinhadas a hábitos mais saudáveis. Dados divulgados no portal Suzy revelam que 65% da Gen Z está disposta a substituir bebidas alcoólicas por alternativas não alcoólicas em ambientes sociais, comprovando essa clara tendência ao consumo consciente.   

Os estudos acima mostram que essa transformação não é pontual, mas estrutural. Se, antes, o setor de alimentos e bebidas operava com base em ciclos relativamente previsíveis, hoje passa a navegar em um ambiente de demandas voláteis, experimentais e altamente influenciadas por hábitos mais saudáveis focados no bem-estar – o que reforça não apenas a importância da inovação como peça-chave para se destacar neste cenário, como, principalmente, a sustentação da incerteza como pilar indispensável desta governança. 

Ao invés de ser encarado como um risco a ser evitado, o cenário de incerteza pode ser utilizado estrategicamente a favor da simulação de diferentes cenários e seus possíveis impactos, mapeamento das novas demandas dos consumidores, assim como da realização de testes de cada decisão capaz de ser tomada, de forma que seja criado um sistema contínuo de inovação baseado na experimentação, no aprendizado acelerado e na adaptação constante aos desejos dos clientes, de forma que possam continuar desenvolvendo produtos aderentes ao que buscam. 

Uma boa governança de inovação analisa e projeta possíveis cenários futuros, fornecendo parâmetros que indiquem os melhores caminhos a serem seguidos que favoreçam com a conquista dos objetivos desejados. Em um mercado onde a previsibilidade já não é mais suficiente para sustentar o crescimento corporativo, a capacidade de governar a incerteza passa a ser, na prática, o novo diferencial competitivo que será determinante para a atração e fidelização de cada vez mais consumidores. 

Diante de gerações cada vez mais exigentes que não apenas consomem de forma diferente, mas redefinem, constantemente, o que esperam das marcas, seus produtos e experiências, insistir em modelos rígidos de inovação se torna um risco grave à própria sobrevivência do negócio. Nesse contexto, a governança de inovação orientada pela incerteza é uma necessidade estratégica para que as empresas respondam, com agilidade, a tais mudanças, mantendo sua relevância em um mercado onde a fidelidade do cliente é cada vez mais complexa de ser sustentada. 

Alexandre Pierro é doutorando em energia e mestre em gestão e engenharia da inovação, engenheiro mecânico, bacharel em física e especialista de gestão da PALAS, consultoria pioneira na implementação da ISO de inovação na América Latina.     



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Nathália Bellintani


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Inclusão digital na educação: direito básico ou privilégio silencioso?

 


Por Renata Reis

A inclusão digital já é reconhecida por organismos internacionais como uma condição essencial para o direito à educação. A própria UNESCO destaca que a equidade e a inclusão, fortemente mediadas pelo acesso às tecnologias, são pilares centrais para o desenvolvimento educacional contemporâneo. Contudo, a realidade ainda revela um cenário desigual, sobretudo em regiões mais vulneráveis, nas quais seu avanço ainda é insuficiente para uma verdadeira transformação estrutural.  O resultado disso tudo é um ecossistema de inovação que cresce, mas não necessariamente inclui – o que precisa ser urgentemente repensado e combatido. 

Dados recentes reforçam essa contradição. Segundo a pesquisa TIC Domicílios 2025, apesar de 86% dos estudantes utilizarem internet para suas atividades escolares, o acesso a ferramentas mais avançadas, como inteligência artificial, varia drasticamente conforme renda e escolaridade — indo de 69% nas classes mais altas para apenas 16% nas mais baixas. Na América Latina, em muitas regiões rurais e periferias urbanas, a realidade é ainda mais grave, deixando claro que a inclusão digital não é apenas uma questão de acesso, mas de equidade de oportunidades. 

O que dificulta que tenhamos uma acessibilidade em larga escala nesse sentido? Uma série de barreiras dimensionais, que vão desde uma desigualdade em termos de infraestrutura, que varia significativamente entre regiões e classes sociais; à falta de formação docente de qualidade, incluindo capacitação contínua para uso pedagógico eficaz; altos custos inevitáveis para implementação e uso dessas tecnologias em grande parte das escolas; além de fatores socioeconômicos, geográficos e culturais que continuam determinando o nível de inclusão digital. 

Agora, mesmo com dados que expõem lacunas preocupantes, ainda assim devemos enxergar o potencial transformador da tecnologia quando bem aplicada na educação — especialmente em três frentes que, hoje, redefinem a experiência de aprendizagem: personalização, engajamento e acessibilidade. 

No primeiro caso, com o avanço da inteligência artificial e da análise de dados, torna-se possível adaptar conteúdos, ritmo e formato de ensino às necessidades individuais de cada aluno — algo praticamente inviável em modelos tradicionais. Muitas plataformas educacionais já conseguem identificar dificuldades específicas, sugerir trilhas de aprendizagem sob medida e ajustar o nível de complexidade em tempo real. 

A tecnologia também tem o poder de tornar o aprendizado mais interativo, dinâmico e conectado à realidade dos estudantes. Recursos como gamificação, vídeos interativos, simulações e ambientes digitais colaborativos transformam o aluno, de espectador passivo, para agente ativo do próprio aprendizado, aumentando consideravelmente o engajamento de cada um durante as aulas. 

E, claro que não poderíamos deixar de mencionar o quanto que as ferramentas digitais permitem que conteúdos educacionais cheguem a públicos historicamente excluídos, seja por limitações geográficas, físicas ou socioeconômicas. Funcionalidades como leitores de tela, legendas automáticas, tradução em tempo real e interfaces adaptadas tornam o aprendizado mais inclusivo, levando educação de qualidade a regiões onde a presença física de instituições ou professores especializados ainda é limitada. 

Diversas tecnologias já apresentam evidências de impacto positivo nesse sentido: ambientes virtuais de aprendizagem (LMS), os quais ampliam o acesso e organização do ensino; IA e plataformas adaptativas que personalizam o aprendizado; e tecnologias assistivas que promovem uma maior inclusão de alunos com deficiência. Mas, de todas, uma das que mais vem se destacando é o RCS, tecnologia Google, especialmente por não depender de aplicativos adicionais; permitir envio de conteúdos multimídia e interativos aos alunos e, com isso, facilitar uma comunicação mais direta e acessível entre os professores, estudantes e responsáveis.   

Deixar de investir nesses recursos impacta não apenas a qualidade educacional, mas todo o desenvolvimento social e econômico do país. Isso porque estudantes sem acesso digital têm menor desempenho e oportunidades profissionais, e se tornam menos preparados para inovar – sem falar que a tecnologia pode aprofundar desigualdades quando não é acessível a todos. 

A inclusão digital não é apenas uma agenda educacional, mas, acima de tudo, de desenvolvimento. E, para que seja adotada mantendo uma qualidade pedagógica, deve estar sempre alinhada ao currículo e aos objetivos de aprendizagem, evitando uso superficial. Sua função é complementar, e não substituir o papel do educador – o que também reforça que seu impacto depende, diretamente, da capacitação dos professores nesta era digital. 

Tratar o acesso, o uso qualificado da tecnologia e a equidade digital como elementos secundários é, na prática, limitar o potencial de desenvolvimento do país e aprofundar desigualdades já existentes. A verdadeira inovação neste setor não se mede apenas pela sofisticação das soluções, mas pela capacidade de ampliar oportunidades de forma consistente e inclusiva – o que faz com que ignorar isso seja o mesmo que correr o risco de construir um futuro tecnologicamente avançado, mas socialmente restrito. 

Renata Reis é Diretora de Receitas na Pontaltech.       

  

Sobre a Pontaltech:      

Fundada em 2011, a Pontaltech é uma empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel que ajuda empresas a automatizar e escalar seus atendimentos com um portfólio composto por diversos canais digitais e de voz. Com soluções integradas de SMS, e-mail, chatbot, RCS, agente virtuais, WhatsApp, entre outros, simplifica a comunicação das empresas com seus clientes de forma inteligente e eficiente, sem nunca perder a proximidade humana. 



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Wine zera impostos em todo o portfólio e oferece descontos de até 80% nos vinhos

 



Wine

Wine zera impostos em todo o portfólio e oferece descontos de até 80% nos vinhos 

Campanha Imposto Zero 2026 traz as principais ofertas do ano, happy hour nas lojas e o inédito Impostômetro, que devolve tributos em cashback

O mês de maio marca o auge da conscientização tributária e da oportunidade para os entusiastas do vinho no Brasil. Por ocasião do Dia Livre de Impostos (29/05) e do Dia Nacional do Contribuinte (25/05), a Wine, maior clube de vinhos do mundo, dá início à fase principal de sua Campanha Imposto Zero, oferecendo o seu portfólio de vinhos com imposto zerado em todos os seus canais de venda, que incluem e-commerce, aplicativo e as unidades físicas em todo o país. 

Voltada para democratizar o acesso a rótulos nacionais e internacionais, a Campanha Imposto Zero, a ação é válida até 31/05/26. Desde o começo do mês de maio, o Clube Wine, o serviço de assinatura, está com condições especiais para novos sócios: até 40% de desconto no preço das suas assinaturas, e quem assinar esse mês ainda ganhará taças de cristal, vinhos extras e até uma bag personalizada.

E agora,  às 19h do dia 19 de maio, chega ao e-commerce www.wine.com.br e ao aplicativo Wine, para liberar as ofertas mais esperadas do ano. Com descontos que chegam a 80% em todo o portfólio, também conta com a mecânica de Vinhos por 1 real (disponível mediante compra mínima).

Além disso, a plataforma contará com o Vinho do Dia, ação que equipara o preço da garrafa de vinho ao dia do mês – por exemplo, no dia 20, vinho por R$20.  Há também a oportunidade de adquirir a WineBox Surpresa, um kit com rótulos selecionados pela curadoria por um valor significativamente abaixo do mercado, revelados apenas na entrega. Confira rótulos com ofertas exclusiva em www.wine.com.br:

  • Metropolitano D.O. Valle Central Cabernet Sauvignon 2024 por R$ 29,90
  • Piranha D.O.C. Vinho Verde 2025: por R$ 39,90
  • Partridge Reserva Edição Limitada Petit Verdot 2023: por R$ 47,90
  • Carpineto D.O.C.G. Chianti Classico 2022: por R$ 139,90

Experiência presencial 

Para quem prefere aproveitar a oportunidade em compras presenciais, a dica é comparecer às lojas físicas da Wine, que iniciam sua participação na Campanha Imposto Zero, também a partir de 19 de maio. As lojas terão horário de atendimento estendido e happy hour diário com petiscos e degustações.

Os clientes que realizarem compras acima de R$ 599 poderão testar a sorte na Roleta Premiada, garantindo brindes ou descontos extras. Para facilitar a logística, a Entrega em Minutos via aplicativo também estará integrada ao estoque das lojas. Confira alguns exemplares da Seleção das Sommelières e CEO com preços especiais nas lojas:

  • Casas Del Toqui Barrel Series Reserva Carménère 2023: R$ 64,90
  • Piccini Memoro Rosso: R$ 99,90
  • Sibaris Gran Reserva D.O. Valle Del Maule Cabernet Sauvignon 2024: R$ 99,90
  • Humberto Barberis Gran Reserva Malbec 2019: R$ 154,90

Impostômetro traz cashback até da concorrência

A principal ação da campanha deste ano é o Impostômetro. Pela primeira vez, a Wine devolverá em cashback o valor dos impostos de vinhos comprados em qualquer estabelecimento.  Para participar, a dinâmica é simples: as notas fiscais devem ser cadastradas no site www.impostometrovinho.com.br e o sistema reconhece automaticamente os vinhos e credita 30% do valor dos vinhos em cashback no app da Wine, que é o valor aproximado de imposto que os consumidores pagam em cada garrafa de vinho.

"A ideia do impostômetro é gerar conscientização sobre o peso da carga tributária no consumo, no geral, e proporcionar aos nossos clientes a oportunidade de conhecer e degustar, por valores acessíveis, uma gama maior de vinhos”, afirma Gabriel Benz, Diretor B2C da Wine.

Sobre a Wine

A Wine foi fundada em 2008. A empresa, que já nasceu online há 15 anos, ousou investir em vinho no país da cerveja e, hoje, é o maior clube de assinatura de vinhos do mundo.Com a missão de conectar mais pessoas por meio da paixão pelo vinho e tornar o vinho um produto hiper disponível no mercado brasileiro, além do Clube Wine, a marca atua com o e-commerce www.wine.com.br, o app Wine Vinhos (disponível para download na AppStore e Google Play) e possui 13 lojas físicas no Brasil. São duas unidades na capital paulista, uma no Rio de Janeiro e 10 em cidades como Ribeirão Preto, Campinas, Salvador, Natal, Fortaleza, Recife, Belo Horizonte, Curitiba, Vitória e Porto Alegre. Além disso, a Wine está presente no México, com o clube de assinatura “Vino como quieras”.Ao lado da Cantu Grupo Wine e da Bodegas Grupo Wine, marcas que atuam com foco no B2B, a empresa compõe o Grupo Wine, que ocupa o primeiro lugar no ranking de importação e se consolidou como o grupo número 1 de vinhos no Brasil.




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Username no WhatsApp: como o fim do número impacta a comunicação entre marcas e clientes?

 


Por Werique Franca

Durante anos, a lógica do WhatsApp foi simples: para existir na plataforma, era preciso um número de telefone. Essa escolha acelerou o crescimento do aplicativo, eliminando fricções e simplificando o acesso – ao mesmo tempo que consolidou um modelo em que conversar significava, inevitavelmente, expor um dado pessoal sensível. Agora, com a chegada dos WhatsApp usernames, essa lógica começa a mudar, reorganizando toda a dinâmica da plataforma ao possibilitar que o usuário escolha se quer ou não compartilhar seu número ao iniciar uma conversa. 

Não se trata apenas de uma nova funcionalidade, mas de uma mudança estrutural, a partir da qual o contato deixa de estar condicionado à exposição e passa a acontecer por escolha. Na prática, o número deixa de ser obrigatório para iniciar uma conversa, de forma que quem busca ter mais controle sobre sua privacidade, passa a ter uma alternativa. 

Há um ponto central e estratégico nessa transição: o WhatsApp não está rompendo com o modelo que o tornou popular, apenas o ampliando – criando um ambiente híbrido no qual ambas as partes tendem a se beneficiar significativamente. Para o usuário, o ganho é direto: mais controle e conforto em suas experiências, uma vez que, ao permitir conversas sem exposição imediata do telefone, o canal reduz barreiras e tende a ampliar a disposição para o primeiro contato, especialmente com empresas.  E, quanto menos atrito houver, maior tende a ser a abertura de mensagens. 

Já para as organizações, o impacto é mais profundo. Uma vez que o número de telefone deixa de ser garantido como identificador principal, em seu lugar, surge um modelo baseado em identificadores internos, como o business-scoped user ID (BSUID), que representa o usuário dentro da relação com cada empresa. Nesse sentido, a identificação deixa de ser universal e passa a ser contextual – o que exige ajustes relevantes, tanto tecnicamente quanto estrategicamente, para sustentar as jornadas de comunicação entre as partes mantendo a qualidade e assertividade nas mensagens enviadas. 

Sistemas, CRMs e fluxos automatizados precisam lidar com cenários onde o telefone simplesmente não está disponível. Trata-se, portanto, de uma mudança de lógica, em que os dados deixam de ser pressupostos e passam a ser construídos ao longo da relação. Isso altera, profundamente, o papel da comunicação, já que pedir um dado passa a exigir contexto, justificativa e valor percebido. Não é mais um passo automático, é parte integrante da estratégia corporativa, de forma que a empresa consiga usufruir dos benefícios deste canal que se tornou tão relevante em nosso país. 

Mais de 90% das empresas utilizam o WhatsApp com foco em atendimento ao cliente, segundo o estudo “Panorama do Uso do WhatsApp e Estratégias de Marketing no Brasil”. E, para que continue proporcionando tamanhas vantagens em termos de conversão e fidelização, é fundamental que as empresas entendam o reposicionamento deste canal, saindo de uma plataforma apenas relacional, passando a operar também como um ambiente onde descoberta, interação e conversão se conectam. 

Essa mudança aproxima o WhatsApp de uma lógica mais próxima das redes sociais, onde identidade e descoberta caminham juntas. Marcas deixam de ser contatos e passam a ser reconhecidas como entidades, exigindo que tenham uma abordagem mais estratégica, clara e relevante com seu público-alvo, sobretudo com contatos que ainda não tenham compartilhado seus dados. Ter vantagem competitiva, nesse cenário, exige muito mais do que capacidade técnica, dependendo, também, da construção de relacionamentos sem pressupostos. 

Nesse sentido, é crucial revisar sistemas, adaptar fluxos, reduzir a dependência do telefone e repensar o momento de coleta de dados. Além disso, devem investir em identidade de marca e melhorar a qualidade das interações iniciais, de forma que consigam desenhar jornadas e construir confiança sem depender de dados prévios. A grande diferença estará na estratégia em si, não apenas na implementação do canal – o que reforça a importância de contar com a orientação de parceiros especializados na área para identificar os melhores caminhos a serem seguidos. 

Empresas que entenderem essa mudança cedo não apenas evitam problemas operacionais, como também se posicionam melhor em um cenário onde o usuário tem mais controle do que nunca.    

Werique Franca é Product & Business Manager na Pontaltech. 

 

Sobre a Pontaltech:      

Fundada em 2011, a Pontaltech é uma empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel que ajuda empresas a automatizar e escalar seus atendimentos com um portfólio composto por diversos canais digitais e de voz. Com soluções integradas de SMS, e-mail, chatbot, RCS, agente virtuais, WhatsApp, entre outros, simplifica a comunicação das empresas com seus clientes de forma inteligente e eficiente, sem nunca perder a proximidade humana. 



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Maio Amarelo: ação educativa vai mobilizar motociclistas sobre segurança no trânsito nesta terça-feira (19)

 

INTO

Maio Amarelo: ação educativa vai mobilizar motociclistas sobre segurança no trânsito nesta terça-feira (19)

Entre as atividades estão jogos e atividades interativas e distribuição de material informativo

Uma grande ação educativa vai mobilizar centenas de motociclistas nesta terça-feira (19/05), a partir das 10h, no Sambódromo, na altura da rua Benedito Hipólito. Com atividades interativas, distribuição de equipamentos de segurança e material informativo, a iniciativa integra a programação especial do Maio Amarelo, promovida por diversos órgãos e instituições para reforçar a conscientização sobre a segurança no trânsito.

Dados do INTO mostram que, nos primeiros quatro meses deste ano, cerca de 30% dos pacientes transferidos para a instituição, encaminhados de outras unidades de saúde, sofreram algum tipo de acidente de trânsito — a grande maioria homens (72%), com idade entre 16 e 59 anos.

“Grande parte das vítimas de acidentes de trânsito atendidas pelo INTO é formada por jovens em idade produtiva, que muitas vezes ficam afastados do trabalho por longos períodos devido às sequelas e ao processo de reabilitação. Além do impacto na vida desses pacientes e de suas famílias, isso também gera custos importantes para o sistema de saúde e para a sociedade”, destaca Mariana Maciel, chefe da área de Projetos Especiais do INTO.

A iniciativa é realizada em parceria pelo INTO, CET-Rio, Detran-RJ, Rio Ônibus, Operação Lei Seca, Secretaria Municipal de Saúde e outras instituições que, ao longo do mês de maio, promovem ações educativas e culturais em diferentes espaços públicos da cidade com foco na conscientização e na prevenção de acidentes de trânsito.

Entre as atividades programadas estão circuitos educativos com simulações dos efeitos do álcool e das drogas na direção, dinâmicas sobre pontos cegos no trânsito, além de abordagens sobre os impactos dos acidentes na saúde e a importância da doação de sangue e tecidos. Haverá ainda distribuição de água, oferta de serviços de vacinação — tríplice viral e influenza — e realização de testes rápidos para o público presente.




Apex Conteúdo Estratégico

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Apex Conteúdo Estratégico
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80% dos lançamentos: Apartamentos menores mudam como brasileiros lavam roupa

 




Redução no tamanho dos imóveis elimina áreas de serviço e desloca a lavagem de roupas para fora de casa.

       

 

       A redução do tamanho dos imóveis passou a alterar diretamente a organização da rotina doméstica nas grandes cidades. Dados mostram que, em 2024, 80% dos lançamentos foram de apartamentos compactos, enquanto em São Paulo 70% das unidades já têm entre 40 metros quadrados e 45 metros quadrados ou menos. Esse padrão se intensifica com a queda do tamanho mediano dos imóveis, que passou de 71 metros quadrados em 2023 para 58 metros quadrados em 2025. A consequência prática aparece dentro das plantas: áreas de serviço deixam de existir ou são reduzidas ao mínimo, eliminando a possibilidade de instalar equipamentos de grande porte. O que antes fazia parte da estrutura básica da casa passa a não caber mais no projeto, criando uma necessidade objetiva de reorganizar tarefas cotidianas fora do ambiente doméstico.
       Essa mudança altera um comportamento consolidado ao longo de décadas. A posse de eletrodomésticos, especialmente a máquina de lavar, sempre esteve associada à autonomia dentro de casa. Com menos espaço disponível, essa lógica perde sustentação e abre espaço para um modelo baseado em acesso. “Quando o imóvel encolhe, a casa deixa de absorver todas as funções do dia a dia. A lavanderia é uma das primeiras a sair porque ocupa área, exige instalação e tem uso concentrado. Isso empurra a atividade para fora do imóvel”, afirma Isaelson Oliveira, CEO do Grupo Hi. O consumidor passa a substituir estrutura própria por serviços externos, adotando um padrão semelhante ao observado em mobilidade e alimentação. A casa deixa de concentrar todas as funções e passa a operar como um espaço essencial, enquanto atividades operacionais são deslocadas para a cidade.
       O avanço das lavanderias self service se conecta diretamente a essa limitação estrutural. Com a retirada das áreas de serviço dos apartamentos, cresce a demanda por pontos externos de lavagem, inseridos na rotina urbana. Esses espaços passam a ocupar um papel funcional, localizados em regiões de circulação e integrados a outros serviços do dia a dia. “A mudança não é sobre conveniência, é sobre adaptação. Quando não há espaço físico, o serviço deixa de ser opcional e passa a ser parte da infraestrutura da cidade”, diz Isaelson. O modelo atende uma necessidade prática: resolver uma tarefa doméstica sem exigir espaço dentro do imóvel, investimento em equipamentos ou tempo prolongado. A utilização desses serviços acompanha a expansão dos imóveis compactos e o adensamento urbano, onde o custo do metro quadrado redefine prioridades dentro da casa.
       O movimento aponta para uma reorganização mais ampla da vida urbana. À medida que os imóveis continuam menores, cresce a dependência de serviços externos para atividades básicas, alterando a forma como o cotidiano é estruturado. A autonomia deixa de estar vinculada à posse de equipamentos e passa a depender da disponibilidade de serviços acessíveis na cidade. Esse padrão acompanha a lógica de adensamento incentivada por políticas urbanas e pelo próprio mercado imobiliário, que privilegia localização e preço em detrimento de metragem. O resultado é uma mudança concreta no uso do espaço doméstico e na relação do consumidor com tarefas do dia a dia, que passam a ser resolvidas fora de casa de forma integrada à dinâmica urbana.

 



Sobre o Grupo Hi


https://grupohi.com.br/
O Grupo Hi é a holding por trás da maior rede de lavanderias self-service da América Latina, a Lavanderia 60 Minutos. Fundado em 2015 por Isaelson Oliveira, o grupo revolucionou o mercado com um modelo de franquia inovador, acessível e escalável, unindo tecnologia, sustentabilidade e conveniência para transformar a experiência de higienização têxtil.
Com um crescimento exponencial, a rede encerrou 2024 com 1,5 milhão de clientes fidelizados e um faturamento de R$ 150 milhões, além de 890 unidades ativas e um ambicioso plano de expansão para atingir 1.400 lojas e internacionalizar a rede de lavanderias self-service em breve para países como Estados Unidos e Portugal. Esse avanço é impulsionado pela recente entrada de João Kepler, CEO da Equity Group, como investidor e chairman do conselho.
O Grupo Hi se diferencia pela criação e desenvolvimento de soluções inteligentes, como os armários automatizados Laundry in Box, os produtos biodegradáveis HiPlim, e a digitalização dos serviços com plataformas como BolePix, um meio de pagamento próprio, e HiChat, um chat e voicebot baseado em inteligência artificial desenvolvido pela IKLI, braço tecnológico do grupo. Além disso, a empresa se preocupa com o desenvolvimento dos seus colaboradores. Através do programa HI Academy, a empresa disponibiliza cursos e grupos de aprendizado e destina 4 horas da carga horária semanal para que a equipe possa se dedicar a adquirir mais conhecimento.
Com um olhar estratégico para o futuro, o Grupo Hi não apenas lidera o setor de lavanderias self-service, mas também projeta um valuation de R$ 1 bilhão nos próximos três anos, consolidando-se como referência global em inovação, franquias e soluções sustentáveis, além do foco em fazer o primeiro IPO do setor.



Assessoria de Imprensa


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Priscila Oliveira: 11 9 8171 4242




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Vazamento de Dados INSS: Fortinet comenta aumento dos incidentes de segurança da informação no Brasil

 


Fortinet


Vazamento de Dados INSS: Fortinet comenta aumento dos incidentes de segurança da informação no Brasil

São Paulo, maio de 2026 - O recente episódio de vazamento de dados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), expondo informações de dois milhões de pessoas, amplia a preocupação com a segurança cibernética no país e evidencia o avanço das ameaças cibernéticas. O caso se soma a outros incidentes relevantes, como a exposição de mais de 46 milhões de chaves PIX e 9 milhões de CPFs em Pernambuco em 2025, afora outros.

A Fortinet, líder global em segurança digital, comenta que a crescente onda de vazamentos de dados, com incidentes cada vez mais sofisticados e de grande escala, estão associados à industrialização das práticas de ciberatacantes. Impulsionados por soluções de inteligência artificial, em 2025, o Brasil foi alvo de 753,8 bilhões de tentativas de ataques, segundo o último relatório de inteligência da empresa. Dentre eles, destacam-se algumas estratégias passíveis de utilização para extração e exposição de dados sigilosos:

5 bilhões de varreduras ativas (reconhecimento)

  • Característica: mapeamento de ambientes e identificação de alvos vulneráveis.
  • Relação com vazamento de dados: etapa preparatória para invasões voltadas à obtenção de acesso e dados.


187,5 milhões de atividades de distribuição de malwares

  • Crescimento de 535% em relação a 2024.
  • Característica: softwares projetados para causar danos ou obter acesso não autorizado a sistemas digitais.
  • Relação com extração de dados: malwares podem ser utilizados para roubo de credenciais, espionagem e exfiltração de informações.


35 mil incidentes de ransomware
no Brasil em 2025

  • Característica: malware que sequestra e criptografa os dados da vítima, exigindo pagamento de resgate para restaurar o acesso.
  • Relação com vazamento de dados: ataques de ransomware frequentemente envolvem exfiltração de dados antes da criptografia.


1,4 bilhão de ataques por força bruta

  • Crescimento de 70% em relação a 2024.
  • Característica: tentativas automatizadas de descoberta de credenciais.
  • Relação com extração de dados: acesso indevido a sistemas e contas pode resultar em roubo de informações.


A Fortinet aponta que, ao lado do avanço do cibercrime, as estratégias para proteção de dados também evoluíram. Em meio às soluções para a criação de ecossistemas seguros para armazenamento e trânsito de informações, as mais eficazes contemplam a Prevenção de Perda de Dados (DLP), proteção contra ransomware e adoção de modelos Zero Trust.

Em linhas gerais, uma estratégia eficiente de DLP envolve políticas de segurança e governança; identificação e proteção de dados sensíveis; controle de acesso e segmentação de rede; criptografia de dados; proteção de dispositivos móveis e nuvem; monitoramento de conteúdo e aplicações.

No âmbito da prevenção contra ransomware, as ações buscam impedir tanto a instalação quanto a propagação dessas ameaças dentro da infraestrutura. E o modelo Zero Trust, por sua vez, se baseia na premissa de que nenhum usuário, dispositivo ou aplicação deve ser considerado confiável por padrão. Toda tentativa de acesso deve passar por validação contínua, seguindo políticas de menor privilégio.

Os principais pilares do Zero Trust incluem a identificação dos ativos mais críticos da organização; autenticação multifator; validação contínua de dispositivos e endpoints (como notebooks, smartphones, tablets, servidores, impressoras e outros dispositivos); microssegmentação da rede; concessão de acessos mínimos necessários; e controle de acesso às aplicações por meio de ZTNA (Zero Trust Network Access).

De acordo com a empresa, a combinação dessas práticas pode reduzir os riscos de invasão, movimentação lateral de ameaças e vazamento de dados.


Sobre a Fortinet

A Fortinet (NASDAQ: FTNT) é uma força motriz na evolução da segurança cibernética e na convergência de rede e segurança. Nossa missão é proteger pessoas, dispositivos e dados em todos os lugares, e hoje oferecemos segurança cibernética onde você precisar com o maior portfólio integrado de mais de 50 produtos de nível empresarial. Mais de meio milhão de clientes confiam nas soluções da Fortinet, que estão entre as mais implantadas, mais patenteadas e mais validadas do setor. O Fortinet Training Institute, um dos maiores e mais amplos programas de treinamento do setor, dedica-se a disponibilizar treinamento em segurança cibernética e novas oportunidades de carreira para todos. O FortiGuard Labs, laboratório de pesquisa e inteligência de ameaças de elite da Fortinet, desenvolve e utiliza aprendizado de máquina de ponta e tecnologias de IA para fornecer aos clientes inteligência de ameaças acionável e proteção oportuna e consistente com a melhor classificação do mercado. Saiba mais em www.fortinet.com/br, Fortinet Blog e FortiGuard Labs.


Edson Raphael
Executivo de atendimento
edson.raphael@nr7.ag
(11) 91831-5360

74% das empresas já recuaram no uso de agentes de IA após falhas, aponta estudo da Sinch

 

DFreire

sábado, 30 de maio de 2026

 Pode ser uma imagem de texto que diz "Na vida é preciso três coisas: Humildade de não se sentir superior a ninguém; Coragem para enfrentar OS desafios; Sabedoria para ficar quieto diante da estupidez de algumas pessoas."

Fortaleza recebe 3ª edição do evento Comunicação Antirracista com Carla Akotirene e Caio Prado

 


Com o tema "Nordeste em Voz Alta", o projeto ocupa o Centro Dragão do Mar nos dias 30 e 31 de maio, reunindo a  pesquisadora Carla Akotirene, o cantor Caio Prado e vozes de referência local para afirmar a força das narrativas de luta e resistência nordestina.

CAIXA e Governo do Brasil apresentam: COMUNICAÇÃO ANTIRRACISTA – 3ª EDIÇÃO: Nordeste em Voz Alta 

A voz do Nordeste ganha força na capital cearense para afirmar identidades, ocupar territórios e disputar o espaço público. Um encontro entre pensamento e arte para consolidar a comunicação como ferramenta legítima de combate ao racismo. 

 

Fortaleza-CE vira o ponto de encontro entre memória, território e arte com a 3ª edição do evento Comunicação Antirracista. Com o tema "Nordeste em Voz Alta", o projeto ocupa o Centro Dragão do Mar nos dias 30 e 31 de maio, reunindo a  pesquisadora Carla Akotirene, o cantor Caio Prado e vozes de referência local para afirmar a força das narrativas de luta e resistência nordestina.

O evento, que tem o patrocínio master da CAIXA e do Governo do Brasil, além do patrocínio do Banco do Nordeste, chega à sua terceira edição após passar por Brasília e Rio de Janeiro em 2025. O objetivo é reunir quem faz e quem pensa a comunicação para mostrar que o combate ao racismo é uma tarefa de todos e que nossas narrativas precisam de local de fala, escuta, respeito e dignidade. 

Impacto do início ao fim

A programação traz nomes de peso do cenário intelectual e artístico nacional para costurar essa rede de ideias e fortalecimento de conexões antirracistas no Ceará:

  • Abertura com Carla Akotirene (BA): Carla Akotirene é doutora em Estudos Feministas pela Universidade Federal da Bahia, pesquisadora de antirracismo e feminismos negros, consultora em políticas públicas, autora de livros como “O que é interseccionalidade?”, “Ó Paí, Prezada!” e “É fragrante fojado dôtor vossa excelência”, além de idealizadora da Opará Saberes. 
  • Encerramento com Caio Prado (RJ): Para selar o encontro no dia 31, o evento traz Caio Prado (RJ), destaque do cenário atual da música brasileira. Com álbuns como “Incendeia” e “Caio em Ti”, sua obra funde estética e ativismo, utilizando composições como "Não Recomendado" e "Baobá" para pautar a ancestralidade, a liberdade de corpos marginalizados e o enfrentamento ao racismo. 

Nordeste em Voz Alta: Saberes e Territórios em Debate

O conceito 'Nordeste em Voz Alta' afirma a região como sujeito político e intelectual, deslocando-a de cenário para protagonista na produção de políticas públicas e memória. A 3ª edição promove, no Ceará, uma costura entre saberes da Bahia, Rio de Janeiro e outros estados para disputar narrativas nacionais. Os painéis e nomes convidados refletem essa diversidade com pautas estruturantes e urgentes, articuladas por vozes que protagonizam a luta antirracista. Confira os detalhes:"  

  • Painel 1 (Memória): Raquel Kariri e Bruno de Castro articulam jornalismo e pesquisa para reconstruir as presenças negras e originárias silenciadas no Nordeste.
  • Painel 2 (Legitimidade): Vera Rodrigues e Rubens Rodrigues tensionam a universidade e a mídia na disputa por quem tem autoridade para narrar a região.
  • Painel 3 (Território): Juliana Jenipapo e Aurila Quilombola trazem a força das lideranças tradicionais na defesa da palavra, da terra e da vida.
  • Painel 5 (Dignidade): Dediane Souza e Larissa Carvalho conectam literatura, periferia e memória LGBTQIA+ para pensar uma comunicação que respeite a cada história.

Democratização e Comunidade

Entendendo que o conhecimento antirracista deve ser acessível, o evento é totalmente gratuito e terá tradução simultânea em Libras. Durante o final de semana, o público também poderá fortalecer o afroempreendedorismo e a economia criativa local com a presença da Feira Negra de Fortaleza (sábado) e a tradicional Feira do Fuxico (domingo), integrando o ecossistema de circulação do Dragão do Mar.

Programação Ampla

Além dos nomes nacionais, o evento conta com a participação de diversos especialistas cearenses, jornalistas e lideranças negras, quilombolas e indígenas que estão na linha de frente da defesa de seus territórios.

Como prática de democratização de acesso ao evento, desde a sua primeira edição, o Comunicação Antirracista realiza transmissões ao vivo dos painéis do evento pelo YouTube (@ComunicacaoAntirracista). Após o evento, os conteúdos ficarão disponíveis  no canal, formando um acervo digital público de memória, circulação de conhecimento e formação antirracista. 

CRONOGRAMA COMPLETO

29 DE MAIO | PRÉ-EVENTO: IMERSÃO EDUCATIVA (OFICINAS) Local: Hub Cultural Porto Dragão 

  • 10h às 12h: Narrativas que Libertam – com Coletivo Fortaleza Negra (Douglas Souza e Wanessa Brandão).
  • 14h às 16h: Samba Corpo Vivo – vivência prática com o Samba Kanjerê.

30/05 | ABERTURA (DIA 1): MEMÓRIA E LEGITIMIDADE  (Teatro Dragão do Mar)

  • 14h00 – Momento Panorama: Políticas Antirracistas no Ceará. Com Zelma Madeira, Isaac Santos e Sarah Menezes. Mediação Pâmela Carvalho 
  • 15h00 – Conferência de Abertura: Interseccionalidade e Comunicação. Com Carla Akotirene (BA). Mediação: Luizete Vicente.
  • 17h00 – Painel 1: Memória que Resiste. Com Raquel Kariri e Bruno de Castro. Mediação Pâmela Carvalho 
  • 18h30 – Painel 2: Quem pode narrar o Nordeste? Com Vera Rodrigues e Rubens Rodrigues. Mediação Luizete Vicente.
  • 20h00 – Pocket Show: Roberta Kaya (CE).

31/05 | DIA 2: TERRITÓRIO E TRANSFORMAÇÃO (Teatro Dragão do Mar)

  • 14h00 – Painel 3: Território, Palavra e Defesa da Vida. Com Juliana Jenipapo e Aurila Quilombola. Mediação Pâmela Carvalho.
  • 15h15 – Painel 4: Coletivo Caixa Preta: Transformação Institucional. Com Karina Dória (BA). Mediação Carlos Borges.
  • 16h30 – Painel 5: Vozes que contam o país: Jornalismo e Dignidade. Com Dediane Souza e Larissa Carvalho. Mediação Luizete Vicente.
  • 18h– Painel 6: Diversidade na prática: investimento e oportunidades no Nordeste. Com representante da Caixa e representante do Banco do Nordeste. Mediação: Pâmela Carvalho.
  • 19h00 – Encerramento Cultural: Caio Prado (RJ).

SERVIÇO:

  • Data: 30 e 31 de maio de 2026.
  • Local: Teatro Dragão do Mar, Fortaleza/CE.
  • Gratuito: retirada de pulseiras 1h antes de cada programação na bilheteria do teatro
  • Acessibilidade: Tradução em Libras em todos os painéis.
  • Transmissão dos painéis: YouTube (@ComunicacaoAntirracista).

 

COMUNICAÇÃO ANTIRRACISTA – 3ª EDIÇÃO: Nordeste em Voz Alta 

Apresentação e Patrocínio Master: CAIXA e Governo do Brasil

Patrocínio: Banco do Nordeste

Realização: Terra Livre

Apoio Institucional: Secretaria de Cultura do Governo do Ceará, Secretaria de Direitos Humanos e Desenvolvimento Social da Prefeitura de Fortaleza, Instituto Dragão do Mar e Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.

Apoio: Área27 e AoQuadrado

 

 



Carla Akotirene, doutora em Estudos Feministas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e autora de obras sobre feminismos negros e interseccionalidade.
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SARA SOUSA
sarasousa.ce@gmail.com
(85) 99640-3721



A delicadeza do feito à mão: Thayná Caiçara marca o tapete vermelho de Cannes com o talento de bordadeiras brasileiras

 




Vestido de linho branco com pássaros exóticos da Mata Atlântica brilhou ao exaltar arte cheia de histórias de vida; projeto social dá protagonismo ao que das raízes culturais do Brasil

A passagem da modelo e empresária Thayná Soares pelo 79º Festival de Cinema de Cannes, no sábado, dia 23, levou ao cenário mais prestigiado do cinema mundial um vestido delicadamente produzido pelo talento de bordadeiras de Paraty, no Rio de Janeiro. A peça de linho belga branco eleva muito mais que um conceito de moda. Destaca, ao mesmo tempo, o simbolismo da força da mulher e a valorização do feito à mão.

O vestido levou meses para ficar pronto. Teve a participação intensiva de 17 bordadeiras do projeto social da marca Thayná Caiçara na terra natal da modelo. Ela fez questão de destacar que o Brasil está em alta no cenário mundial ao dar valor às manualidades, ao artesanal que tem rosto, identidade de quem produz. “O nosso movimento é para que as bordadeiras tenham protagonismo quando o trabalho artístico delas está no holofote, reforçando a cultura e a história delas”, afirma.

Para Thayná até o linho escolhido fala de renovação. “Esse é um tecido pouco usado no tapete vermelho pelas mulheres, mas é o que escolhemos usar na marca desde sempre. Nesse look apostamos numa saia muito rodada para que todas as artesãs pudessem trabalhar juntas, refinando a técnica e trocando experiências. Quero que elas se fortaleçam como mulheres que carregam uma cultura muito forte, sendo capazes de empreender”, comenta.

O projeto nasceu da conexão entre moda, ancestralidade e valorização do trabalho manual brasileiro, levando para diferentes países trajetórias pessoais, pertencimento e transformação social. Segundo Thayná, no exterior esse trabalho é muito bem valorizado. As pessoas querem saber de onde vêm aquela arte que transmite brasilidade. Mas no país de origem ainda enfrenta preconceito e desvalorização.

Depois de conquistar espaço em Paris e Nova York, a marca criada por Thayná Soares reafirma em Cannes que o luxo brasileiro também nasce das mãos simples de artesãs, das raízes da cultura popular e da potência feminina. O vestido desse tapete vermelho será apresentado em exposições internacionais.

 

 

 



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Todos os bordados foram feitos manualmente em 21 dias intensos de trabalho conjunto
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Juliana Rangel Comunicação 2
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