
domingo, 18 de outubro de 2026
O castelo de cartas marcadas
Percival Puggina
* Para publicação nos dias anteriores à eleição de 4 de outubro, o jornal Poder 360 pediu a alguns autores que respondessem à pergunta sobre em quem votariam para presidente e por que o fariam. Meu artigo foi publicado na edição do dia 30 setembro, sob o título “Por que votarei em Flávio Bolsonaro”. O texto abaixo, sem o primeiro parágrafo ambientado em dias anteriores à eleição, reproduz, na íntegra, o restante do artigo e é inteiramente aplicável ao atual momento político.
Flávio Bolsonaro tem o mais vulnerável adversário que um candidato a presidente gostaria de enfrentar. Qualquer cidadão que preze a Liberdade, a Justiça, a Ordem, o Progresso e a Segurança percebe que Lula, ao longo de sua extensa carreira, nada fez para preservar esses bens pelos quais todo indivíduo sensato tem apreço.
Num curto lapso de 27 anos, o partido que comanda busca a sexta vitória em sete eleições presidenciais havidas neste século. Isto não é produto do acaso. Sem jamais ter lido Nietzsche ou Heidegger, Lula intuiu ou alguém o ensinou que a destruição das estruturas de sustentação de uma sociedade é o melhor meio de dominá-la. Ele nunca escondeu seu sonho de obter e preservar o poder mediante tais instrumentos. São evidências disso:
- A asfixia da Liberdade: A autonomia do indivíduo é constrangida pelo cerceamento da expressão e pelo controle cirúrgico da informação;
- A instrumentalização da Justiça: Os tribunais são convertidos em extensões políticas do Estado, gerando ativismo ideológico e o colapso da segurança jurídica;
- A sabotagem da Ordem: A convivência pacífica e a estabilidade social são tratadas como inimigas estratégicas a serem combatidas;
- O desinteresse pelo Progresso: A prosperidade econômica e o bem-estar são travados para manter os cidadãos dependentes de assistencialismo e reféns do voto de cabresto;
- O colapso da Segurança: O anseio por paz pública não pode ser viabilizado por um corpo político revolucionário que precisa do caos para justificar sua própria existência.
A receita que abastecerá o poder no futuro é a mesma que define o poder no presente. Quanto piores forem as condições de vida numa sociedade, maior será o espaço que ela franqueia a discursos messiânicos e práticas revolucionárias que criam a fome para prometer pratos de comida.
A flacidez da democracia brasileira é produto semipronto da destruição planejada. O voto na oposição não é uma escolha partidária, mas uma barreira democrática, política e moral. Por isso, darei meu voto na candidatura que se revela capaz de antagonizá-la para que se promovam, aqui, as recomendações do Promotor de Justiça Robert H. Jackson no Tribunal de Nuremberg: “O bom senso da humanidade exige que a lei não se limite a punir crimes menores cometidos por pessoas comuns. Ela deve alcançar também aqueles que detêm grande poder e dele fazem uso deliberado e concertado para desencadear males que não poupam nenhum lar no mundo”.
Isso, Lula nunca fez nem fará. Nem ele, nem Hugo Motta, nem Davi Alcolumbre, nem metade do STF, nem a PGR, nem a Faria Lima, nem a falsa intelectualidade brasileira. Só o eleitor o fará, votando no candidato que pode derrubar o castelo de cartas marcadas.
Percival Puggina (81) é arquiteto, escritor, titular do site Liberais e Conservadores (www.puggina.org), colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+. Membro da Academia Rio-Grandense de Letras.
Petra reposiciona a marca para valorizar cerveja premium à brasileira
Assinada pela agência anacouto, nova identidade visual reforça a conexão com a cultura nacional e inaugura novo momento com o lançamento de Petra Ultra
Premium à brasileira. Esse é o conceito da nova fase de Petra, cerveja puro malte do Grupo Petrópolis, que apresenta ao mercado sua nova identidade visual e um posicionamento renovado, que reforçam uma tendência cada vez mais presente entre os consumidores: a valorização da qualidade do que é produzido no Brasil.
O rebranding traduz esse movimento em uma identidade mais contemporânea, elegante e marcante, com atributos que revelam uma verdadeira premium à brasileira: magnética, criativa, refinada e calorosa. O novo design incorpora elementos orgânicos, com curvas inspiradas na Serra de Petrópolis (RJ) - cidade onde a marca nasceu, trazendo mais dinamismo às embalagens e reforçando a sofisticação, proximidade e qualidade.
A mudança acompanha a evolução do mercado e a demanda por produtos com códigos premium, que despertem desejo, revelem qualidade e transformem a experiência de consumo. Segundo Danilo Cid, sócio e VP de criação da agência anacouto, desde o começo do projeto, a imagem da cerveja que desceu a Serra de Petrópolis para brindar o prazer à brasileira foi algo muito cativante. “A partir disso, buscamos construir uma marca mais magnética e mais consciente dessa sensação de Brasil: o calor, as curvas, a sensorialidade, as montanhas. Uma marca que não esquece de onde veio, mas que está cada vez mais relevante", afirma.
Feita com o exclusivo Petra Malte, água pura da serra e um sabor marcante, Petra reforça seu compromisso em oferecer uma cerveja feita com ingredientes nacionais e alto padrão de qualidade. “Acreditamos que ser premium não é uma questão de origem, mas de qualidade, experiência e capacidade de criar desejo. O Brasil tem excelência, criatividade e sofisticação para construir marcas relevantes e desejadas, e Petra quer ocupar esse espaço. Mais do que renovar sua identidade visual, estamos apresentando uma evolução da marca, que valoriza sua origem brasileira e, ao mesmo tempo, olha para o futuro, acompanhando a transformação dos consumidores e da categoria”, afirma João Netto, CMO do Grupo Petrópolis.
A nova plataforma da marca também amplia a presença de Petra em territórios que fazem parte de sua história e valoriza o que é feito no país, como música, gastronomia, cultura e grandes celebrações nacionais, fortalecendo sua conexão com consumidores que valorizam experiências autênticas. Para apresentar a nova etapa ao público, Petra aposta também em uma estratégia robusta de comunicação no ambiente digital, reunindo um squad de influenciadores que representam diferentes expressões da cultura brasileira, entre eles Marina Sena, Jota.Pê, Mestrinho, Mari Gonzalez, Danielle Diz, José Loreto e Lary Nascimento.
Petra Ultra celebra nova fase da marca
A primeira grande aposta do novo momento é Petra Ultra, cerveja puro malte sem glúten, ultra saborosa e com menos calorias do que a Petra tradicional.
Desenvolvida para atender consumidores que buscam por equilíbrio sem abrir mão do sabor, a cerveja tem um perfil sensorial leve e refrescante, notas suaves, além de um corpo leve e amargor equilibrado. Com 4% de teor alcoólico, Petra Ultra tem apenas 67 calorias na lata de 269ml e 69 calorias na garrafa long neck de 275 ml.
"Petra Ultra representa, na prática, essa nova etapa da marca. O consumidor está mudando, buscando novas possibilidades de consumo e, ao mesmo tempo, mantendo expectativas cada vez maiores em relação a sabor e qualidade. Nosso papel é entender essas transformações e traduzir isso em produtos que entreguem novas experiências, combinando sabor e qualidade com atributos que atendem às novas demandas do consumidor, como a busca por opções de baixa caloria. Ultra nasce desse equilíbrio e materializa o novo momento da marca", finaliza João Netto.
Ranking Global de Inovação: Brasil cai pelo terceiro ano consecutivo e acende alerta sobre ambiente institucional
Por Alexandre Pierro
O Brasil voltou a perder espaço no cenário mundial de inovação. Segundo o Global Innovation Index (GII) 2026, divulgado nesta terça-feira pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (WIPO/OMPI), ficamos na 53ª posição entre 139 economias, uma posição abaixo do 52º lugar registrado em 2025. É o terceiro recuo consecutivo desde 2023, quando alcançamos a 49ª colocação - com destaque negativo para o índice de ambiente institucional, o qual teve uma deterioração expressiva.
O movimento merece uma leitura cuidadosa. Por um lado, a posição atual ainda é consideravelmente melhor do que a registrada no início desta década: em 2020, o Brasil ocupava o 62º lugar. A própria WIPO inclui o país entre as economias que mais avançaram desde 2019. O sinal de alerta está, portanto, menos no desempenho de longo prazo, e mais na inversão da trajetória observada nos últimos três anos.
Isso porque, depois de sucessivos avanços até 2023, parece que encontramos dificuldade para sustentar o ritmo de aproximação das economias mais inovadoras. A WIPO chama justamente a atenção para o desafio de transformar os ganhos recentes em desempenho mais amplo e sustentado.
A análise dos sete pilares que compõem o índice ajuda a explicar esse quadro. Comparando 2020 com 2025, o comportamento brasileiro foi bastante desigual. Em 2020, o país ocupava a 82ª posição mundial em Instituições; em 2025, caiu para a 107ª. São 25 posições perdidas, o pior movimento entre os sete pilares. Na edição do ano passado, este pilar de instituições já era, com grande diferença, a dimensão mais mal posicionada do Brasil.
Essa deterioração contrasta fortemente com os resultados obtidos em outras dimensões. Em Capital humano e pesquisa, o Brasil passou da 49ª posição em 2020 para a 48ª em 2025, uma pequena melhora. Em Infraestrutura, passou de 61º para 60º, também praticamente estável. Os números indicam que essas duas dimensões não foram responsáveis por grandes mudanças na posição relativa do país durante o período.
Em Sofisticação de mercado, porém, ocorreu uma transformação importante. O Brasil estava na 91ª posição em 2020 e chegou à 71ª em 2025. Mesmo permanecendo atrás de sua posição geral no índice, o movimento indica uma melhora significativa na capacidade do ambiente econômico de oferecer condições de mercado e financiamento associadas à inovação.
A Sofisticação de negócios seguiu a direção contrária. Estávamos na 35ª posição em 2020, e passamos para 39º em 2025. Apesar do recuo, continua sendo o pilar brasileiro mais bem colocado internacionalmente. Em 2025, a WIPO destacava aspectos como trabalhadores do conhecimento, conexões para inovação e absorção de conhecimento dentro desse conjunto de indicadores.
Nos pilares relacionados aos resultados da inovação, o desempenho é mais positivo. Em Conhecimento e tecnologia, passamos da 56ª para a 50ª entre 2020 e 2025. O resultado é coerente com a avaliação da WIPO de que o país mantém uma base relevante de pesquisa, investimento em P&D e capacidades acadêmicas e empresariais.
O maior avanço ocorreu em Criatividade: saímos da 77ª posição em 2020 à 50ª em 2025 - mesmo ano em que Conhecimento e Tecnologia e Criatividade colocaram o Brasil na 50ª posição mundial em ambos os pilares, evidenciando que os resultados gerados pelo ecossistema nacional estavam melhor posicionados do que parte das condições estruturais que deveriam sustentá-los.
O resultado revela um aparente paradoxo. Entre 2020 e 2025, avançamos 10 posições no ranking geral, de 62º para 52º, e melhoramos em cinco dos sete pilares. Ao mesmo tempo, a perda de 25 posições em Instituições criou um desequilíbrio crescente dentro do próprio sistema nacional de inovação.
A fotografia regional reforça a necessidade de acompanhar essa perda de ritmo. Em 2026, o Chile permanece como a economia mais bem posicionada da América Latina; o Caribe, em 51º lugar, seguido pelo Brasil, em 53º. O Uruguai avançou do 68º lugar em 2025 para o 66º em 2026, enquanto a Costa Rica passou de 72º para 70º. Portanto, enquanto o Brasil perdeu mais uma posição, essas duas economias latino-americanas avançaram duas posições cada.
Este movimento, contudo, é heterogêneo. O México, por exemplo, caiu de 58º em 2025 para 65º em 2026. A WIPO também destaca que os ativos de inovação latino-americanos continuam concentrados em poucas economias e que pesquisa, empreendedorismo e acesso ao mercado ainda não estão suficientemente conectados para formar um motor regional de inovação.
Apesar disso, ainda mantivemos ativos relevantes. A WIPO destaca a profundidade da base científica e de P&D brasileira, a atividade de marcas e o mercado de venture capital em estágios mais avançados. São Paulo permanece entre os 100 maiores clusters mundiais de inovação, ocupando a 49ª posição em 2026. Além disso, continuamos sendo a única economia da América Latina e Caribe cujo desempenho em inovação está acima do esperado para seu nível de desenvolvimento, condição mantida pelo sexto ano consecutivo.
Os dados dos últimos cinco anos sugerem, entretanto, que o desafio brasileiro deixou de ser apenas gerar conhecimento ou resultados criativos, já que apesar de demonstramos capacidade para produzir resultados de inovação, convivemos com um ambiente institucional que se distancia, em termos relativos, de outras economias avaliadas pelo índice.
O resultado de 2026, portanto, não elimina os avanços acumulados pelo país desde o início da década, mas sinaliza que o ciclo de ascensão perdeu impulso. Para voltar a avançar, os dados sugerem que teremos de preservar os ganhos em criatividade, conhecimento, tecnologia e sofisticação empresarial, ao mesmo tempo em que enfrentamos nosso principal desequilíbrio estrutural: a distância entre a capacidade de produzir inovação e a qualidade relativa do ambiente institucional que sustenta esse processo.
Alexandre Pierro é doutorando em energia e mestre em gestão e engenharia da inovação, engenheiro mecânico, bacharel em física e especialista de gestão da PALAS, consultoria pioneira na implementação da ISO de inovação na América Latina.
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RH brasileiro não alcança nível estratégico: onde está o gargalo?
Por Jordano Rischter
O RH brasileiro ainda está longe de ser tão estratégico quanto o discurso corporativo costuma afirmar. Um estudo recente divulgado pela Você RH aponta que a área alcançou 37 pontos em 100 em maturidade, sem atingir o nível médio ideal. Mais do que um número, o resultado acende um alerta: existe uma diferença significativa entre reconhecer que pessoas são essenciais para o negócio, e dar a este departamento as condições, competências e espaço necessários para participar, mais ativamente, das tomadas de decisões da empresa.
Uma das razões para esse descompasso está na própria forma como a área é inserida nas decisões empresariais. Em muitos casos, seus profissionais ainda são acionados quando uma estratégia já foi definida e passa a exigir alguma resposta relacionada a pessoas. Ou seja, entram para viabilizar uma decisão que já foi tomada, e não necessariamente para ajudar a construi-la.
Quando isso acontece, é natural que sua atuação se torne mais operacional. Afinal, se o RH participa apenas dos efeitos que uma decisão produz sobre as pessoas, seu espaço de contribuição fica limitado – o que acaba sendo diferente quando a área está envolvida desde o início da discussão estratégica. Quanto mais o RH compreende o negócio, seus objetivos, desafios e indicadores, mais condições terá de antecipar necessidades e contribuir para decisões que envolvam pessoas — e não apenas administrar seus efeitos.
Outro ponto que também acaba impactando esse protagonismo está relacionado à própria maturidade do departamento. Ainda é comum que o RH acompanhe se determinada iniciativa foi entregue, quantas pessoas foram treinadas ou qual foi o índice de turnover, sem necessariamente avançar para uma pergunta mais importante: qual foi o impacto disso para o negócio? Mensurar o turnover, por exemplo, é diferente de compreender quanto a rotatividade representa em custos de recrutamento e treinamento, perda de produtividade, impacto na rentabilidade e, até mesmo, no comprometimento da capacidade de geração de receita da empresa.
Quando a área consegue conectar seus indicadores aos resultados financeiros e operacionais da organização, sua contribuição deixa de ser percebida apenas como uma agenda de pessoas, e passa a fazer parte da discussão do negócio. E, para isso, estar munido de dados é essencial: demonstrar, com números, como suas decisões influenciam custos, produtividade, receita e rentabilidade, sustentando sua posição e conquistando espaço nas conversas estratégicas.
A conquista deste espaço está diretamente relacionada a uma mudança na própria atuação desses profissionais. Dominar ferramentas de gestão de pessoas, processos e metodologias já não é suficiente: hoje, um RH que pretende participar das decisões relevantes da companhia precisa compreender também suas estratégias, operações, riscos, dinâmica de mercado e desafios financeiros. Só assim conseguirá interpretar os impactos que uma decisão terá sobre pessoas e lideranças e, ao mesmo tempo, contribuir para que essas decisões sejam mais consistentes do ponto de vista organizacional.
Essa transformação, contudo, não depende de um único responsável. Por um lado, cabe à companhia reconhecer este departamento como parte essencial deste processo, criando o espaço para que participe das discussões desde sua origem. Mas, também cabe ao próprio executivo de RH desenvolver um alto grau de fluência no negócio, indo além dos indicadores tradicionais do departamento.
Os dois lados precisam avançar juntos. O RH não pode esperar que esse reconhecimento aconteça espontaneamente: precisa demonstrar, por meio de indicadores concretos e de uma compreensão profunda do negócio, porque sua participação é relevante, ao mesmo tempo que a liderança precisa reconhecer que cultura, desenvolvimento, liderança e sucessão não são agendas paralelas à estratégia, mas elementos que sustentam sua execução.
Não adianta cobrar um departamento que seja mais estratégico, e continuar colocando a área para trabalhar de forma operacional. É essa capacidade de transformar desafios do negócio em decisões sobre pessoas — e demonstrar concretamente seus efeitos — que pode tirar o RH da condição de área operacional e colocá-lo, de fato, no centro das discussões estratégicas.
Jordano Rischter é headhunter e sócio da Wide Executive Search, boutique de recrutamento executivo focado em posições de alta e média gestão.
Sobre a Wide:
Com mais de 70 anos de experiência combinada, a Wide é especialista em recrutamento executivo alinhado às necessidades e objetivos de cada empresa. Seu foco é fortalecer a governança corporativa, com atendimento exclusivo e processos ágeis e assertivos, conduzidos pela expertise de seus sócios.
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IA invisível: quando a tecnologia deixa de ser percebida e passa a facilitar a jornada do cliente
Por Karina Coelho
Quando falamos em inteligência artificial no atendimento ao cliente, é comum pensarmos em ferramentas capazes de responder perguntas, interpretar solicitações e conduzir conversas de maneira cada vez mais natural. Mas, existe uma dimensão menos discutida dessa evolução: a capacidade de a tecnologia funcionar sem exigir esforço adicional de quem está do outro lado. Uma IA "invisível", verdadeiramente integrada à jornada, não precisa ser percebida a cada interação, mas utilizar o contexto disponível para antecipar necessidades, evitar perguntas repetidas e facilitar a resolução de problemas, tornando a experiência mais simples, fluida e conectada.
É importante compreender este termo não como se referindo a uma ferramenta que "não aparece" nas interações, mas que não gera atritos ao usuário, pedindo para o cliente repetir uma informação que a marca já tem, forçando um menu de opções que não cobre o caso dele, ou devolvendo uma resposta genérica quando o histórico da conversa já dava contexto suficiente para resolver a necessidade. Um atendimento invisível é desenhado a partir do contexto, considerando o que o consumidor comprou, em que canal ele fala com a marca, o que já foi dito em interações anteriores, e usando isso para agir, não apenas para responder.
Essa fluidez na conversa exige que o dado circule entre sistemas antes de exigir inteligência do modelo – do contrário, sem essa base, qualquer agente vira só um chatbot "bem-vestido", que não irá atender a necessidade o cliente que entra em contato. Dados divulgados em uma pesquisa da McKinsey mostram o quanto que essa lacuna entre a adoção da IA e uma transformação operacional significativa, infelizmente, ainda é predominante no mercado: embora 88% das empresas já utilizem essa tecnologia em, pelo menos, uma função, quase dois terços ainda permanecem em fases de teste.
A pressa em automatizar sem, antes, organizar os ativos internos, é o erro mais recorrente que vemos no mercado brasileiro atualmente, acelerado, ainda, pela chegada de soluções nativas que tornam muito fácil "ligar" um agente sem, necessariamente, integrá-lo à realidade operacional corporativa. Isso, na prática, faz com que haja uma tentativa de automação de uma estrutura de atendimento que já é fragmentada, enfrentando barreiras que vão desde a existência de canais e sistemas legados, à ausência de protocolo claro de quando escalar a IA para um humano; e responsabilidade compartilhada ou ausência dela para o agente.
Um dos pontos mais importantes a ser levado em consideração no desenvolvimento de uma IA invisível e verdadeiramente eficaz, é o discernimento de até onde uma empresa deve permitir que um agente tome decisões sozinho. Aqui, o critério não deve ser tecnológico, mas sim de risco e reversibilidade (Two-Way Door vs. One-Way Door Decisions).
Ações de baixo risco e fáceis de reverter, como consultar status de pedido, remarcar um horário, aplicar uma política de troca já parametrizada ou qualificar um lead, podem – e devem – ser autônomas, já que são onde a IA gera ganho real sem exposição. Por outro lado, ações de alto risco ou difíceis de reverter, que envolvem valores financeiros relevantes, exceções a contratos, disputas ou dados sensíveis, precisam manter o recurso humano no circuito, mesmo que a IA prepare a decisão.
A autonomia deste agente é um processo em escala, devendo, a todo o momento, ser apoiada por uma governança constante, orquestrando a trilha de auditoria de toda decisão tomada, gatilhos claros de escalonamento para o humano, testes de cenário adversarial antes do go-live, assegurando o monitoramento em tempo real do que o agente está fazendo — não só do que ele responde, mas das ações que executa em sistemas de backend — e mantendo a aderência à LGPD no tratamento dos dados dos clientes que alimentam essas decisões.
Quanto mais o agente pode agir sozinho, mais essa camada de controle precisa estar madura antes de sua adoção prática, não sendo construída às pressas depois de um erro público. Isso também auxiliará para que a IA não apenas responda rapidamente às demandas, mas, sobretudo, reduza o esforço do cliente para chegar à resolução desejada. O verdadeiro salto de valor acontece quando o agente age proativamente a partir do contexto: seja identificando um atraso na entrega e já reagendando ou notificando antes de o cliente perguntar; reconhecendo que a conversa começou por outro canal e continua por WhatsApp sem pedir para que reconte a história; ou concluindo a ação no mesmo fluxo da conversa, sem redirecionar para um site, um app ou um número de protocolo.
Para garantir esses benefícios, é crucial definir, antes de escalar velocidade, onde estão os limites que o agente não pode ultrapassar sozinho, testando-os em um ambiente controlado antes de expor ao cliente real. Crie um comitê multidisciplinar para acompanhar o comportamento do agente; garanta um ambiente de observabilidade contínua, não só dashboard de volume, mas de padrão de decisão; e faça um loop de revisão frequente dos casos em que o agente escalou, ou que não teve este resultado.
No final, o indicador mais seguro de uma IA invisível é sua taxa de resolução efetiva sem necessidade de reabertura ou escalonamento humano, cruzada com satisfação pós-interação e, principalmente, taxa de contato repetido. Um placar equilibrado, de verdade, olha para quatro frentes juntas: eficiência (custo e volume), efetividade (resolução real), experiência (satisfação) e impacto de negócio (retenção, redução de churn). Se não, uma empresa que só reporta "quantas conversas a IA automatizou" estará, na prática, escondendo se o consumidor foi bem atendido, ou só bem desviado.
Karina Coelho é Head de CS na Pontaltech.
Fundada em 2011, a Pontaltech é uma empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel que ajuda empresas a automatizar e escalar seus atendimentos com um portfólio composto por diversos canais digitais e de voz. Com soluções integradas de SMS, e-mail, chatbot, RCS, agente virtuais, WhatsApp, entre outros, simplifica a comunicação das empresas com seus clientes de forma inteligente e eficiente, sem nunca perder a proximidade humana.
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Projeto nacional amplia proteção solar gratuita a espaços públicos
Iniciativa prevê ampliar estruturas permanentes de proteção solar, hidratação, vaporização de água para amenizar o calor em parques, ciclovias e outros locais de grande circulação de cidades brasileiras
Um projeto nacional do WWF-Brasil com empresa parceira propõe ampliar o acesso gratuito à proteção solar, à hidratação, a vaporizadores de água para reduzir o desconforto térmico, além de outras medidas de cuidado em espaços públicos.
A proposta é fazer com que estruturas existentes para iniciativas pontuais e eventos também passem a integrar, de forma permanente, parques, praças, ciclovias, além de outros locais de grande circulação em diferentes cidades brasileiras.
A iniciativa começa em São Paulo, com totens de protetor solar FPS 30 instalados em todas as entradas da Orla TotalPass, no Parque Villa-Lobos.
O projeto pretende mobilizar empresas para viabilizar novas iniciativas e colocar no centro do debate uma questão cada vez mais urgente: as cidades brasileiras estão preparadas para proteger a população diante do calor extremo?
“As cidades não estão preparadas o suficiente para enfrentar as altas temperaturas. A iniciativa é o ponto de partida de um modelo que queremos replicar para que essas estruturas se tornem mais presentes e definitivas. A expectativa é incorporar novos parceiros ao projeto nos próximos meses e ampliar o alcance para mais cidades brasileiras”, afirma Higor Amaral, CEO da Social & Soluções, empresa responsável pela implantação, comunicação e patente dos equipamentos do projeto.
Para Daniela Teston, diretora de Relações Corporativas do WWF-Brasil, “cuidar da população passa por tornar medidas de proteção acessíveis no cotidiano das cidades, especialmente em um contexto de temperaturas mais altas. A colaboração entre organizações da sociedade civil e o setor privado pode ajudar a levar esse cuidado a mais pessoas”, afirma.
Acesse imagens dos totens de distribuição gratuita de protetor solar instalados no Parque Villa-Lobos, São Paulo. Crédito: Daniel Martins.
Sobre o WWF-Brasil: ONG brasileira que há 30 anos atua coletivamente com parceiros da sociedade civil, academia, governos e empresas em todo país para combater a degradação socioambiental e defender a vida das pessoas e da natureza. Estamos conectados numa rede interdependente que busca soluções urgentes para a emergência climática.
Sobre a Social & Soluções: empresa brasileira especializada em soluções de infraestrutura de bem-estar para espaços públicos e grandes eventos. Referência nacional em experiências de marca voltadas à saúde e ao bem-estar, foi pioneira em unir comunicação e saúde por meio da distribuição gratuita de protetor solar, repelente e água, conectando inovação, sustentabilidade e impacto social.
Informações para a imprensa:
AViV Comunicação - assessoria de imprensa do WWF-Brasil
Rita Silva - rita.silva@avivcomunicacao.com.br
Sandra Miyashiro - sandra.miyashiro@avivcomunicacao.com.br
Upper PR Comunicação – assessoria de imprensa da Social & Soluções
Taiane Luz - taiane.luz@upperpr.com.br | (11) 95173-0154
Danielle Vieira - pauta@upperpr.com.br
Beephish reforça expansão no Nordeste com busca por novos parceiros no Ceará

Beephish reforça expansão no Nordeste com busca por novos parceiros no Ceará
Expansão regional mira descentralizar soluções de ponta e capacitar os canais para incluir a inteligência comportamental em seus portfólios de cibersegurança, gerando novas linhas de receita e ajudando o mercado regional a cumprir as exigências de compliance e da LGPD
São Paulo, outubro de 2026 – A Beephish, empresa brasileira de cibersegurança com foco em Human Risk Management (HRM), faz um movimento estratégico para ampliar sua presença na Região Nordeste por meio da conquista de novos parceiros no Ceará. Com atuação comercial 100% via canais, a companhia foca na parceria com consultorias de TI, integradores e provedores de serviços gerenciados (MSSPs) e empresas de GRC (Governança, Riscos e Compliance) que atendam o mercado corporativo e possam incorporar ao portfólio soluções de cibersegurança focadas em Conscientização e Gestão do Risco Humano.
"O Ceará é um celeiro de inovação e tem uma economia digital forte, mas as barreiras tecnológicas tradicionais falham quando o elo humano é enganado por uma engenharia social bem construída. Não queremos apenas vender mais uma ferramenta de cibersegurança na região; queremos capacitar os parceiros locais de TI para que eles liderem a transformação da cultura de segurança dentro das corporações. Ao entender a jornada do colaborador não estamos somente capacitando esse usuário contra as vulnerabilidades de segurança, estamos protegendo a continuidade dos negócios ", afirma Glauco Sampaio, CEO da Beephish.
Para a gerente de Canais e Marketing da empresa, Natália Santos, a chegada da Beephish ao Ceará busca descentralizar as soluções de ponta e capacitar os canais de tecnologia locais. O Programa de Parcerias da Beephish foi desenhado para que empresas cearenses de TI possam incluir a Conscientização e Gestão de Risco Humano em seus portfólios, gerando novas linhas de receita recorrente e ajudando o mercado regional a cumprir as exigências de compliance e da LGPD.
Inteligência Comportamental
A executiva da Beephish explica que ao contrário da abordagem tradicional de segurança, que trata apenas softwares e barreiras técnicas, a Beephish foca na inteligência comportamental como estratégia de combate ao cibercrime. Estimativas de mercado apontam que cerca de 80% dos ataques cibernéticos começam com phishing — e-mails, SMS (smishing) ou mensagens falsas de WhatsApp direcionadas a colaboradores para roubar senhas e dados financeiros das organizações.
Uma pesquisa inédita realizada pela própria empresa, em parceria com o Security Leaders, acende o alerta para a questão do risco humano na segurança digital: embora 54,5% das empresas brasileiras façam simulações de ataques, 59,1% ainda não possuem um orçamento fixo e dedicado exclusivamente para treinar e conscientizar seus funcionários no combate ao cibercrime. No Ceará, estado que abriga uma densa rede de micro, médias e grandes empresas em setores como varejo, saúde e logística, o impacto de um sequestro de dados (ransomware) pode paralisar operações inteiras.
Para mitigar esse risco sem exigir pesados investimentos em infraestrutura técnica, a Beephish desenvolveu uma plataforma nacional que já treinou mais de 100 mil usuários. O sistema automatiza simulações de phishing baseadas em cenários reais e utiliza um indicador exclusivo, o Unified Human Risk Index (UHRI), que mapeia em tempo real quais setores ou colaboradores de uma empresa oferecem maior risco de vulnerabilidade.
“Para o canal, incluir essa abordagem mais ampla de segurança, cria oportunidades em diferentes etapas da jornada de segurança do cliente. Em algumas empresas, a demanda ainda está na estruturação de programas de conscientização; em outras, já existe espaço para incorporar uma visão voltada ao risco humano, com acompanhamento contínuo e indicadores que apoiem as decisões de segurança. Essa amplitude permite ao parceiro desenvolver novas frentes de atuação dentro da própria base de clientes”, destaca executiva.
Em 2025, a Beephish ampliou sua rede de 18 para 52 parceiros ativos, crescimento de 189%. Até o final de 2026, a companhia espera alcançar a meta de contar com ao menos um parceiro ativo em cada estado brasileiro e ampliar a capilaridade da rede em mercados estratégicos no país.
Sobre a Beephish
A Beephish é uma empresa de cibersegurança, fundada em 2024, especializada em soluções voltadas à identificação, mensuração e redução dos riscos cibernéticos relacionados ao comportamento humano dentro das organizações. Sua plataforma, 100% SaaS, conta com soluções de HRM - Gestão do Risco Humano e Conscientização (treinamentos e simulações de phishing), que apoiam as empresas a criar e manter uma cultura de segurança que transforma funcionários e colaboradores na defesa mais eficiente contra o crime cibernético.
A companhia atua 100% via canais, em parceria com integradores, MSSPs e empresas de GRC (Governança, Riscos e Compliance). Entre os clientes que já confiam na tecnologia da Beephish estão CPFL Energia, Hospital Sírio-Libanês, Valid e Grupo Yamam.
Saiba mais em: https://beephish.com/
Informações para imprensa: Capital Informação
Paulino Comunale Junior – paulino@capitalinformacao.com.br
Adriana Athayde – adriana@capitalinformacao.com.br
Débora Monteiro – debora@capitalinformacao.com.br
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Natália Santos, gerente de canal e marketing na Beephish baixar em alta resolução |
Débora Monteiro
debora@capitalinformacao.com.br
Wellnext Conexão Flamboyant promoveu debates sobre saúde, longevidade e qualidade de vida
Wellnext Conexão Flamboyant promoveu debates sobre saúde, longevidade e qualidade de vida
Programação contou com especialistas em saúde, comportamento e arquitetura, além de atividades práticas de movimento, arte e bem-estar em diferentes espaços no Flamboyant Shopping

Como as escolhas cotidianas podem contribuir para viver e envelhecer melhor? Essa questão conduziu os debates do Wellnext Conexão Flamboyant, realizado na sexta-feira, 9 de outubro, em Goiânia. Com programação no Flamboyant Hall e na Cúpula do Flamboyant Shopping, o evento reuniu especialistas de diferentes áreas e combinou conversas sobre saúde, longevidade e comportamento com atividades de movimento, relaxamento e experiências artísticas.
Aberta e mediada pela jornalista Mariana Ferrão, a programação de talks começou com uma conversa sobre hábitos, genética e os avanços da medicina no cuidado com a saúde e a longevidade. A endocrinologista Isabela Bussade destacou a importância do sono, da alimentação de qualidade, da atividade física, das conexões sociais e do manejo do estresse. O médico Benedito Neto ampliou a discussão ao abordar como os novos tratamentos vêm mudando o peso das predisposições genéticas no cuidado com a saúde. Entre os exemplos, citou as chamadas canetas emagrecedoras e apresentou estudos recentes sobre longevidade.
A relação entre corpo, arquitetura e natureza esteve no centro da conversa entre o educador físico Márcio Atalla e o arquiteto Paulo Gonçalves, apresentada pela Flamboyant Urbanismo. Os especialistas discutiram como o planejamento das cidades e dos ambientes influencia o movimento, as escolhas alimentares e o bem-estar. A regularidade da atividade física, as oportunidades de caminhar e utilizar escadas e a presença de vegetação e luz natural foram apontadas como elementos que aproximam o cuidado com a saúde da rotina.
Leo Fraiman abordou os desafios de preservar a autonomia, as relações e a saúde emocional diante do excesso de estímulos digitais. O palestrante trouxe discussões sobre as redes sociais, a convivência com os filhos e as dificuldades de concentração associadas à tentativa de realizar várias tarefas ao mesmo tempo. Entre as orientações, destacou a importância de estabelecer limites para o uso das telas e reservar tempo para as conexões humanas, o contato com a natureza e os momentos sem estímulos digitais.
Aos 83 anos, o médico Drauzio Varella compartilhou reflexões sobre seus 33 anos de dedicação à corrida e defendeu a incorporação da atividade física à rotina. Também chamou atenção para a importância de cultivar amizades e conviver com pessoas mais jovens, além de discutir a solidão no envelhecimento e os impactos da conexão permanente com as telas.
O antropólogo Michel Alcoforado encerrou os talks com uma análise sobre comportamento, consumo e escolhas. Em sua apresentação, destacou o pensamento crítico, a autenticidade e o repertório de vida como recursos para tomar decisões. Também questionou a expectativa de encontrar satisfação em sucessivas conquistas materiais e discutiu o espaço das experiências e das relações na construção do bem-estar.
Além das conversas, o Wellnext Conexão Flamboyant ofereceu a 1ª corrida indoor do Flamboyant Shopping que percorreu os 3 andares em um circuito com muita adrenalina e diversão, dança, aulas de movimento, oficinas de arte e práticas de respiração e recuperação. As atividades ampliaram as formas de participação e permitiram ao público combinar os conteúdos dos talks com experiências práticas ao longo do dia.
“Queremos que o Flamboyant seja também um espaço de experiências que inspirem novas escolhas e contribuam para a qualidade de vida das pessoas. O Wellnext Conexão Flamboyant reuniu conhecimento, conteúdo relevante e atividades práticas em torno de temas que fazem parte do dia a dia e das discussões sobre o futuro. É uma satisfação trazer essa agenda para Goiânia e proporcionar ao público diferentes formas de refletir e vivenciar o bem-estar”, afirma Ricardo Leão, gerente de marketing do Flamboyant.
O Wellnext Conexão Flamboyant teve apresentação da Unimed Goiânia e correalização do Sesc. O patrocínio foi do Banco Safra, Brutal Fruit, Chá Leão, Farmácia Artesanal e Red House, com apoio da Flom. A realização foi do Flamboyant Shopping, da Flamboyant Urbanismo, do Flamboyant Instituto e da Flamboyant Agropecuária.
Sobre o Flamboyant Shopping
Com mais de quatro décadas de sucesso e crescimento, o Flamboyant Shopping é o mais importante complexo de compras, entretenimento e lazer de Goiás, reconhecido como protagonista do desenvolvimento econômico da capital e porta de entrada de grandes marcas nacionais e internacionais. Tendência, moda e expertise de consumo são os destaques que colocam o Flamboyant Shopping entre os maiores shoppings em vendas no Brasil, ofertando um mix perfeito de lojas que misturam tradição e modernidade. Especializando-se como a primeira escolha de um exigente perfil de consumidor, estimado em 1,5 milhão de pessoas por mês, o empreendimento apresenta atualmente um universo superior a 300 marcas e exibe grifes exclusivas no Estado. A lista de grifes de luxo contempla marcas como CHANEL Fragrance & Beauty, Dolce & Gabbana, Tiffany & Co, Emporio Armani, Gucci, Louis Vuitton, Montblanc, Boss/Hugo Boss, Alexandre Birman, Tania Bulhões, Patbo, Nati Vozza (NV), Ricardo Almeida, Cris Barros, Danglar Luxury Store (rolex), Carol Bassi, Martha Medeiros e Paula Torres. No quesito lojas especiais, destaque para Adidas Originals, Calvin Klein, Coach, H. Stern, Isla, Lacoste, Lenny Niemeyer, MAC, Nike Flamboyant, Sephora, Vix Paula Hermanny, além de megalojas com assinatura Fast Shop, Hering, Vie Pratique e Rildo Lasmar. Outra inovação é seu Polo Gastronômico, que reúne opções como Coco Bambu, Cucina Mia (chef Claude Troisgros), Empório Piquiras, Fulles Kitchen (chef Ian Baiocchi), Kabanas Bar e Restaurante, Kanpai Blue, Madero, Outback Steakhouse e Pobre Juan.
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Samantha Dias
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Projeto inédito analisa o tecido vegetal do cafezal e transforma dados da planta em decisões de manejo

Projeto inédito analisa o tecido vegetal do cafezal e transforma dados da planta em decisões de manejo
Iniciativa da Agroallianz cruza análises fisiológicas, indicadores de campo e produtividade para avaliar respostas ao manejo e o retorno dos investimentos na Fazenda BellaMinas, em Minas Gerais
A gestão da lavoura de café exige cada vez mais precisão na relação entre investimento, produtividade e rentabilidade. Em um cenário de custos elevados e maior influência das condições ambientais sobre as plantas, identificar os fatores que limitam o desempenho da cultura tornou-se parte fundamental da decisão sobre onde, quando e quanto investir.
Essa lógica está no centro do Projeto AAcRes (Análises de Acúmulo de Reserva), desenvolvido pela Agroallianz para apoiar decisões de manejo a partir da avaliação da atividade fisiológica das plantas. A metodologia combina análises laboratoriais e dados de campo para identificar limitações, direcionar estratégias e medir as respostas obtidas em diferentes condições ambientais.
De acordo com Renato Menezes, engenheiro agrônomo e gerente de marketing técnico da empresa, hoje, o produtor precisa fazer mais contas dentro da gestão da lavoura. “Não basta saber quanto custa uma determinada tecnologia, é preciso entender qual problema ela resolve, qual resposta pode proporcionar à planta e se essa resposta tem potencial para se transformar em produtividade e rentabilidade”, diz.
O AAcRes nasce justamente dessa necessidade de transformar o manejo em um processo de decisão baseado em dados. Inicialmente aplicado no cultivo de café e posteriormente também no citrus, o projeto utiliza análises laboratoriais de tecido vegetal para identificar a presença ou ausência de compostos relacionados ao funcionamento metabólico das plantas e à expressão do potencial produtivo. “As informações obtidas são relacionadas aos dados de campo para identificar pontos limitantes e direcionar estratégias”, relata Menezes.
Da análise fisiológica aos resultados no campo
Na prática, o acompanhamento permite observar não apenas quanto a lavoura produziu, mas também como os pés de café chegaram a esse resultado. Na Fazenda BellaMinas, em Guapé (MG), os dados coletados pelo projeto mostram essa relação entre produtividade, crescimento vegetativo e manutenção da área foliar. Na safra de 2026, as plantas submetidas ao manejo AAcRes alcançaram produtividade de 105,46 sacas por hectare (sc/ha), contra 83,82 sc/ha na testemunha. Ou seja, a diferença é de 21,64 sc/ha, com um incremento de 25,8%.
A diferença também apareceu nos indicadores biométricos. Em maio de 2026, as plantas do projeto apresentavam média de 9,43 nós, enquanto a testemunha registrava 8,86 nós. No momento da colheita, o enfolhamento também foi maior no tratamento AAcRes, com 80,19% contra 72,59% na testemunha.
Segundo Diego Santos, engenheiro agrônomo e gerente da fazenda, os resultados mostram que o ganho de produtividade não ocorreu isoladamente. “Tivemos, ao mesmo tempo, maior produtividade, crescimento vegetativo e manutenção do enfolhamento. Isso indica uma planta com uma arquitetura mais equilibrada e uma estrutura que continua sendo construída para os ciclos seguintes”, explica.
A interpretação conjunta desses indicadores amplia a avaliação tradicional de produtividade. Para o projeto, características como número de nós, formação de ramos e retenção de folhas ajudam a compreender como a planta está respondendo às condições de cultivo e quais recursos estão sendo direcionados para a formação e manutenção da estrutura produtiva.
Conforme explica Santos, ao avaliar a arquitetura da planta, é preciso analisar a consequência do seu funcionamento fisiológico. “Uma planta que mantém folhas, produz novos nós e sustenta uma produtividade elevada demonstra que conseguiu preservar processos importantes mesmo diante das condições ambientais. É essa relação que nos permite falar em engenharia fisiológica”, diz.
Manejo diante das condições ambientais
Essa abordagem ganha relevância diante da crescente ocorrência de estresse hídrico e oxidativo e períodos de temperaturas elevadas nas lavouras. Mesmo com avanços em genética, nutrição e manejo fitossanitário, o ambiente continua sendo um dos principais fatores que interferem na capacidade produtiva do cafeeiro.
Para o especialista da Agroallianz, compreender essas limitações permite deslocar parte das decisões de um modelo predominantemente corretivo para uma estratégia que considere a preparação da planta para diferentes condições ambientais. “Não estamos falando simplesmente em colocar mais um produto no manejo. A questão é entender qual é o fator limitante naquele momento e qual ferramenta pode ajudar a manter o funcionamento. A partir daí, conseguimos medir a resposta e avaliar se aquele investimento realmente fez sentido dentro do sistema produtivo”, destaca Menezes.
No AAcRes, uma das estratégias avaliadas envolve o uso de osmorreguladores, com observação de respostas relacionadas à manutenção do estado hídrico, crescimento vegetativo e área foliar. A análise dos resultados em campo permite relacionar essas respostas ao desempenho e à capacidade da planta de atravessar períodos de maior pressão ambiental.
Para o cafeicultor, essa leitura também muda a forma de avaliar o custo das tecnologias. Em vez de considerar apenas o valor aplicado por hectare, a proposta é relacionar o investimento ao problema identificado, à resposta fisiológica observada e ao impacto sobre a produtividade e a estabilidade da lavoura.
Durante muito tempo, a decisão sobre uma tecnologia esteve associada ao custo por hectare, mas a Agroallianz trabalha uma linha diferente. “O caminho que estamos propondo é entender o que se pretende resolver, qual resposta se espera obter e como medir esse resultado. Dessa forma, o investimento passa a ser avaliado não apenas como custo, mas como parte da gestão do risco e do potencial produtivo”, conclui Menezes.
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Kassi Bonissoni
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Hyundai Creta é o carro mais buscado do Move Brasil na Bahia nos primeiros três meses do programa, aponta Webmotors
Hyundai Creta é o carro mais buscado do Move Brasil na Bahia nos primeiros três meses do programa, aponta Webmotors
Levantamento inédito do Webmotors Autoinsights mostra os 10 modelos contemplados pela iniciativa do governo federal que mais despertaram o interesse dos usuários da plataforma no estado
São Paulo, outubro de 2026 – Na hora de escolher um carro dentro do Move Brasil, o Hyundai Creta foi o modelo que mais chamou a atenção na Bahia. É o que revela um levantamento inédito do Webmotors Autoinsights, ferramenta que fornece dados e informações sobre o mercado automotivo brasileiro, com base nas buscas realizadas por usuários da plataforma no estado.
O SUV liderou a procura no período, com 13,48% do total de acessos entre 19 de junho e 18 de setembro, considerando os veículos elegíveis ao programa. Na sequência, aparecem Honda HR-V (12,45%), BYD Song Pro (11,47%), BYD King (10,86%), BYD Dolphin Mini (10,59%), BYD Dolphin (9,52%), Chevrolet Onix (9,49%), Geely EX2 (8,36%), Hyundai HB20 (7,60%) e Chevrolet Tracker (6,19%), que completam o top 10.
O Move Brasil Táxi e Aplicativos é uma iniciativa do governo federal voltada à renovação da frota nacional destinada ao transporte individual de passageiros. A ação oferece uma linha de financiamento exclusiva para aquisição de automóveis novos e sustentáveis por profissionais que atuam nesse segmento. Podem ser financiados modelos que atendam a critérios de sustentabilidade ambiental, social e econômica com preço de venda de até R$ 200 mil e fabricados por montadoras habilitadas no Programa Mover.
Confira o ranking dos 10 modelos que mais receberam buscas e visitas na Bahia durante os três meses de vigência do programa Move Brasil Táxi e Aplicativos:
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BAHIA |
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Ranking dos 10 modelos mais buscados durante os três meses do Programa Move Brasil |
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1.Hyundai Creta (13,48%) |
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2.Honda HR-V (12,45%) |
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3.BYD Song Pro (11,47%) |
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4.BYD King (10,86%) |
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5.BYD Dolphin Mini (10,59%) |
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6.BYD Dolphin (9,52%) |
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7.Chevrolet Onix (9,49%) |
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8.Geely EX2 (8,36%) |
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9.Hyundai HB20 (7,60%) |
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10.Chevrolet Tracker (6,19%) |
Sobre a Webmotors
A Webmotors (www.webmotors.com.br) foi a primeira marca brasileira a inovar na forma de comprar e vender carros e é o principal ecossistema automotivo, que engloba desde a compra, venda e uso do veículo, oferecendo soluções completas para o segmento no Brasil. Fundada em 1995, Webmotors foi pioneira na inovação do marketplace online automotivo e continua a definir o padrão para compra, venda e pesquisa online automotiva.
Em 2002, o Grupo Santander Brasil se juntou à Webmotors como seu principal parceiro e, em abril de 2013, a empresa deu boas-vindas à carsales.com Ltd., que adquiriu uma participação de 30%. Desde então, a empresa de tecnologia australiana contribuiu para a aceleração do crescimento da Webmotors e, em março de 2023, a carsales.com Ltd. aumentou sua participação acionária na Webmotors para 70%. O Santander mantém os outros 30%, além da exclusividade comercial, sendo o parceiro de crédito, seguros e soluções financeiras para transações feitas por meio da plataforma da Webmotors.
Informações para a imprensa - Webmotors
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delaware Brasil lança framework Promar.AI para transformar o modelo de implementação e sustentação do SAP Cloud ERP
Solução garante previsibilidade, segurança e assertividade ao diagnosticar gargalos e oportunidades no sistema em poucas semanas
Para responder à crescente complexidade dos projetos de transformação digital e superar os gargalos tradicionais de tempo e custo das implementações de ERP, a delaware Brasil, multinacional de consultoria em tecnologia e sistemas de gestão, acaba de lançar o Promar.AI. O framework repensa a forma como a delaware entrega projetos, sustentação e transformação de negócios no ecossistema SAP, combinando agentes de inteligência artificial proprietários e de parceiros ao conhecimento técnico acumulado em mais de 20 anos de projetos no ecossistema SAP e a uma governança rigorosa.
O framework é a evolução da metodologia Promar, que orienta os projetos da delaware. Com a incorporação da IA, o Promar.AI deixa de ser apenas um guia de boas práticas e passa a ser ferramenta e guia dos projetos: saindo da recomendação, e indo para a ação. A evolução reflete a estratégia de Inteligência Artificial da consultoria, baseada em experimentação prática em projetos reais.
O Promar.AI atua ao lado de ferramentas e agentes de IA desenvolvidos pela própria consultoria, criando uma estrutura capaz de automatizar desde o desenho inicial de processos, até a operação contínua. Os resultados iniciais já aparecem em projetos de clientes. Em atividades de desenvolvimento, documentação e testes unitários com cerca de 25 consultores, a companhia registrou um aumento de produtividade de até quatro vezes – o equivalente a, aproximadamente, 282 dias de trabalho.
Tecnicamente, o Promar.AI inverte a lógica tradicional de avaliação de sistemas corporativos. Em vez de ciclos longos que levavam meses baseados em amostragens e relatos de usuários, ele atua em semanas utilizando análises automatizadas e diagnósticos técnicos diretamente no ambiente SAP, deixando as entrevistas para o momento final, e com um entregável que já traduz a complexidade técnica em linguagem de negócio. “Antes, a gente fazia inúmeras perguntas ao cliente a fim de entender os problemas. Agora, quem investiga é a IA. Com a anamnese completa, as informações que precisamos checar com o cliente são apenas um refino do que já descobrimos de forma automatizada”, destaca Javier Rivas, head de portfólio da delaware Brasil.
O framework está disponível para todos os clientes da delaware e é compatível com todas as versões do SAP. Para empresas que estão iniciando a jornada SAP, ele traz um novo formato de entrega de projetos, com mais assertividade e garantia de qualidade. Para quem já utiliza o sistema, abre novas possibilidades, que vão de diagnósticos em ciclos rápidos, à modernização do ambiente e a um novo modelo de sustentação.
Um dos grandes benefícios do Promar.AI é garantir que a aceleração não comprometa a qualidade. A IA apoia os consultores em cada etapa: ajuda a evitar falhas, padroniza processos e libera os profissionais para se dedicarem às decisões que exigem experiência e conhecimento do negócio.
Com isso, as empresas ganham mais qualidade e assertividade em cada etapa, e o valor do projeto chega mais cedo ao negócio. As decisões passam a se apoiar em fatos e dados reais do ambiente, e não em estimativas, o que aproxima a tecnologia dos resultados que a empresa quer alcançar. "Os clientes não querem apenas um sistema funcionando, querem ver o resultado no negócio. O Promar.AI traduz o técnico em valor real: com uma IA que amplia a capacidade dos nossos consultores, entregando com mais qualidade e assertividade, e antecipando os ganhos que o cliente busca", completa Rivas.
Com esse lançamento, a delaware Brasil consolida sua posição de liderança na aceleração da gestão corporativa, oferecendo às empresas uma abordagem madura, escalável e comprovada para modernizar seus ecossistemas SAP com máxima eficiência e controle. “A ideia não é só trazer IA para o modelo de entrega. É repensar a forma como fazemos projetos. O ganho não está apenas em fazer mais rápido, mas em fazer com mais segurança. É desenvolver a capacidade de evoluir continuamente”, finaliza.
A delaware conta com mais de 20 anos de experiência em consultorias, implementações, sustentações e inovações tecnológicas em diversos setores. Com presença em mais de 20 países e origem na Bélgica, a empresa conta com mais de 5 mil profissionais que atuam na orientação dos clientes, através da transformação de seus negócios, oferecendo soluções end-to-end focadas em criar valor e inovar, incluindo desenvolvimento, inovação e implementação de tecnologias avançadas. Para mais informações, siga a delaware Brasil nas redes sociais: LinkedIn, Instagram e Facebook.
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Cinthia Guimarães Tel: +55 (11) 95457-3500 Email: cinthia@informamidia.com.br www.informamidia.com.br |








