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quinta-feira, 9 de abril de 2026

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Malária, escrito por alemã radicada na Bahia, tem evento de lançamento em Ilhéus

 



Malária, escrito por alemã radicada na Bahia, tem evento de lançamento em Ilhéus

No premiado romance, Carmen Stephan relata sua experiência com a malária a partir da perspectiva do mosquito que a infectou. A autora participa de bate-papo no dia 16 de abril, às 18h30


Malária: um romance, de Carmen Stephan
Divulgação/Tinta-da-China Brasil

Recém-publicado pela Tinta-da-China Brasil, o livro Malária: um romance, de Carmen Stephan — premiado na Alemanha — terá evento de lançamento em Ilhéus, na Bahia, estado onde a autora é radicada, no dia 16 de abril, às 18h30, no Auditório da Academia de Letras de Ilhéus. Além da presença de Stephan, o evento conta com a mediação da professora Priscila Dias. 

A autora também é uma das convidadas da 24ª Flip, que ocorre entre 22 e 26 de julho. Stephan se junta ao autor franco-argelino Kamel Daoud, à brasileira Andréa del Fuego e ao italiano Andrea Bajani na lista de autores confirmados. 

Malária, publicado originalmente na Alemanha em 2012, parte de uma premissa improvável: como seria uma autoficção narrada por um mosquito? Em 2003, na Amazônia brasileira, a alemã Stephan pegou malária. O diagnóstico tardou, e a autora quase morreu. Anos depois, inspirada pelo livro O médico doente, de Drauzio Varella, Stephan enfim tomou coragem de escrever essa história, mas o caminho que escolheu está longe de ser o mais fácil.

Em vez de apostar na primeira pessoa, tão usual na literatura contemporânea, Stephan elegeu como narradora a fêmea de anófeles que a picou, e que depois dessa picada ficou atormentada pela culpa e se irmanou com a vítima, passando a conhecê-la profundamente — a ponto de rememorar eventos de sua infância. Afinal, o mosquito é habitado pelos mesmos parasitas que se espalham pelo sangue da hospedeira quando a pica. Ele mata para não morrer. Stephan é fascinada pela imagem: “Nesse sutil e avermelhado lugar da picada na pele de Carmen, morte e vida se juntavam num ponto quase invisível”.

A protagonista é Carmen, mas não a mesma Carmen que escreve — uma Carmen contaminada em 2004 e que talvez tenha um destino diferente. A evolução da doença no corpo da personagem segue o formato de um angustiante diário em direção ao nada; em meio ao abandono e à incompetência, o diagnóstico parece ficar a cada dia mais distante. O país vive uma epidemia de dengue e os médicos estão convencidos de que Carmen é mais um caso, por isso nem a examinam direito. “A única coisa de que vocês dispõem é a consciência; e vocês não a usam”, diagnostica a anófeles. O corpo da mulher é submetido à violência, ao descaso médico e hospitalar, e os profissionais não escutam os sinais da paciente como deveriam.

Assim os parasitas encontram as portas abertas para se espalhar pelo seu sangue, se alojar em seu fígado, atacar gradualmente os órgãos e lhe causar uma febre delirante, durante treze dias e noites. Para entremear esse diário de enfermidade, a narradora apresenta uma pesquisa rica, repleta de conhecimento e apuro técnico, da história da malária e de sua descoberta pela humanidade. É mais uma trajetória feita de enganos, começando pela etimologia da palavra: acreditava-se que a malária vinha do ar ruim dos pântanos, daí “mal aria”.

De mãos dadas com as patas da fêmea transmissora, seguimos cada passo dado por cada cientista, numa competição entre ingleses e italianos cheia de reviravoltas. No fim, foi o britânico Ronald Ross quem “fincou a bandeira na lua da malária”, como escreve Stephan — e pelo feito recebeu o prêmio Nobel em 1902. Mas há controvérsias.

Aos leitores é ofertado um banquete histórico e cultural: conhecemos as crenças de cada época, os tratamentos mais estapafúrdios já inventados e as maiores matanças causadas pela malária e seu exército de chicotinhos — os plasmódios que invadem o sangue dos insetos e o dos humanos. A construção do canal do Panamá, por exemplo, no final do século XIX, vitimou mais de 20 mil homens, e a anófeles nos conta por quê: “Em Colón, os pacientes dispunham de vista para o mar e o vento tropical circulava pelos ambientes abertos. Sim, e os pés dos leitos, os pés dos leitos estavam metidos em bacias com água. Bacias bonitas, pequenas, que impediam a subida de formigas e de aranhas. Ali nos multiplicamos”.

A narradora explica com orgulho como seus semelhantes podem ter interferido na história mundial: “Quem freou Alexandre, o Grande, o conquistador do mundo? Uma cruzinha preta, que aterrissou num pedaço de pele. A malária interrompeu Cruzadas, lançou na cova mendigos, crianças, imperadores e papas, vicejou nas duas guerras mundiais. Não foram os canhões, não foram os adversários que decidiram algumas batalhas, mas uma manchinha flutuante com um par de asas. Quem protegeu Roma da invasão dos povos germânicos? E quem acabou contribuindo para a queda do Império Romano? Mosquitos não têm partido”.

Num outro capítulo da história da humanidade, os nazistas tentam fazer dos mosquitos seus cúmplices, inundando as terras italianas onde esperavam os Aliados. No pântano, surgiria um viveiro de morte, e os mosquitos atacariam os inimigos. A solução veio com o veneno e o slogan “let us spray”, até que “crianças nasceram sem olhos e sapos com três pernas”.

A natureza retratada por Stephan é implacável, e seu romance nos faz questionar profundamente nosso antropocentrismo. Espirituosa, a fêmea de anófeles — que ironicamente quer dizer “inútil” em grego — nos lembra que, segundo a Bíblia, ela existia antes do homem, que só foi criado no último dia: “Vocês são os invasores do nosso mundo”.

Desde a primeira página de Malária: um romance, a morte está à espreita, nos fazendo notar que não temos controle sobre o nosso destino e vivemos alheios ao fato de que todos, um dia, vamos morrer. Até que ela bate à nossa porta, e somos forçados a encará-la.

Vencedor dos prêmios Jürgen Ponto-Stiftung de Literatura e Buddenbrookhaus para romance de estreia, na Alemanha, esse diário aterrador consegue ao mesmo tempo nos divertir e informar, além de refletir profundamente sobre a relação entre o homem e a natureza. Um romance original, ambientado na Amazônia, na Bahia e no Rio de Janeiro, que une a potência das narrativas autobiográficas, a maestria da construção ficcional e a beleza da divulgação científica. 

Malária: um romance, de Carmen Stephan, foi traduzido por Claudia Abeling e contou com o apoio de fomento à tradução do Goethe-Institut. O livro chegou às livrarias brasileiras em março de 2026 pela Tinta-da-China Brasil.

Sobre a autora


A alemã Carmen Stephan

Divulgação

Carmen Stephan (Berching, Alemanha, 1974) vive na Bahia. Depois de vários anos morando no Rio de Janeiro, publicou em 2005 seu primeiro livro, Brasília Stories, uma coletânea de contos. É autora, ainda, de It’s All True (2017), traduzido na França, que conta a história de quatro jangadeiros e recebeu uma bolsa de literatura da Baviera. Stephan trabalhou por muito tempo como jornalista para a SZ-Magazin e o Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung, entre outros veículos. Viveu também em Genebra e Munique.

Sobre a tradutora
Claudia Abeling (São Paulo, 1965) cursou editoração na ECA/USP e fez a Formação de Escritores no Instituto Vera Cruz, em São Paulo. Foi editora de diversas casas literárias paulistanas e, como bolsista da Fundação Bertelsmann, trabalhou também em Frankfurt, na Alemanha, nas editoras Campus e Vittorio Klostermann. Num segundo momento, concentrou-se na tradução do alemão. Entre os títulos trazidos ao português, dois foram finalistas do prêmio Jabuti. Também é autora dos livros de poemas p:l:a:n:g:e p:l:a:n:g:e (Quelônio, 2019) e a que manca (Quelônio, no prelo).

Lançamento de Malária: um romance – bate-papo com Carmen Stephan
Mediação: Priscila Dias
Data: Quinta-feira, 16/04/2026
Horário: 18:30
Local: Auditório da Academia de Letras de Ilhéus. Rua Antônio Lavigne de Lemos, 39, Centro, Ilhéus/BA

Ficha técnica
Título: Malária: um romance
Autor: Carmen Stephan
Tradução: Claudia Abeling
Capa: Vera Tavares
Páginas: 168 pp.
ISBN: 978-65-84835-59-7
Formato: Brochura, 14 x 21 cm
Preço: R$ 79,90
O livro contou com o apoio de fomento à tradução do Goethe-Institut.

Sobre a Tinta-da-China Brasil
A Tinta-da-China Brasil foi fundada em 2012, no Rio de Janeiro, por Bárbara Bulhosa, para trazer ao país a excelência da casa fundada em 2005 em Lisboa. Em 2022, a editora brasileira passou para os cuidados da Associação Quatro Cinco Um, em São Paulo, organização sem fins lucrativos voltada para a difusão do livro no Brasil, que deu prosseguimento ao projeto editorial, concentrado nos eixos de literatura, história e ciência, com desvios pelo humor, jornalismo, quadrinhos e crítica literária.

https://www.tintadachina.com.br/
https://www.instagram.com/tintadachinabrasil/



A alemã Carmen Stephan A alemã Carmen Stephan Malária: um romance
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Julio Sitto
juliositto@a4eholofote.com.br
(11) 94654-4078

a4&holofote comunicação

Tray quer atrair novos lojistas na Bahia e ganhar escala em nova fase do e-commerce

 

LWSA - Tray

Tray quer atrair novos lojistas na Bahia e ganhar escala em nova fase do e-commerce

No Estado, lvendas cresceram 31,3%, segundo plataforma; combinação de IA, capacitação e integrações reduzem barreiras de entrada de empreendedores

São Paulo, abril de 2026 – A Tray, plataforma de e-commerce da LWSA, mira a expansão da base e acelera a entrada de novos empreendedores no e-commerce. Na Bahia, um dos focos da empresa, lojistas online movimentaram R$1,7 bilhão em vendas transacionadas pela soluções de ecommerce do grupo, aumento de 31,3% no ano passado. Para sustentar esse crescimento, a empresa intensifica investimentos em tecnologia, integração e capacitação, com foco em negócios em estágio inicial ou em fase de escala. Ao mesmo tempo, mantém sua atuação junto a operações mais maduras, incluindo varejistas físicos em processo de digitalização e médias empresas com estruturas mais complexas. 

A estratégia combina diferentes frentes. Campanhas de aquisição, uso de inteligência artificial e iniciativas de formação profissional sustentam o avanço da companhia em um mercado cada vez mais competitivo.

No ambiente digital, a Tray aposta em conteúdos com lojistas e influenciadores que compartilham experiências com a plataforma, evidenciando a facilidade de entrada e crescimento no e-commerce. “São histórias reais de empreendedores que encontraram na Tray uma forma de estruturar e escalar seus negócios”, afirma Thiago Mazeto, diretor da Tray. 

IA e capacitação como vetores de entrada

A incorporação de inteligência artificial é outro pilar dessa estratégia. Segundo Mazeto, a tecnologia vem sendo aplicada para simplificar e, em alguns casos, automatizar etapas críticas da jornada do empreendedor.

Os recursos atuam desde a configuração inicial da loja até a organização do catálogo e a geração de conteúdo, reduzindo o tempo de entrada, minimizando erros operacionais e acelerando o início das vendas.

Em paralelo, a empresa reforça sua frente educacional com a Escola de E-commerce, que oferece trilhas gratuitas voltadas tanto para iniciantes quanto para lojistas em operação. Os conteúdos cobrem toda a jornada do varejo digital, incluindo criação de loja, precificação, estratégias promocionais, logística e gestão multicanal.

Ecossistema integrado e multicanal

A empresa também ancora seu plano de avanço com a oferta de uma estrutura completa para lojistas em todas as fases do negócio, ou seja, desde quem está começando e quer escalar até quem está com o negócio em crescimento. As integrações nativas com marketplaces e outras soluções como logística e meios de pagamento integram esse racional. 

“Ao oferecermos todas soluções em único ambiente, permitimos ao empreendedor reduzir a dependência de outras ferramentas, muitas vezes adicionadas por meio da aquisição de aplicativos, que geram custos adicionais, cenário comum em plataformas internacionais, que tornam a operação mais complexa e reduz margem do lojista”, explica Mazeto. 

Exemplos de integrações realizadas pela plataforma estão as iniciativas com Temu, em meados do ano passado. Outra iniciativa foi a integração com o TikTok Shop que movimentou, apenas em janeiro deste ano,  R$4 milhões em GMV transacionados por lojistas que utilizam a Tray. “Social commerce é uma das formas de entrada para quem quer começar a vender online e reforço para quem já vende e quer crescer. O empreendedor de hoje está em múltiplos canais, marketplaces, redes sociais ou loja própria, e com uma plataforma completa, consegue operar e fazer seu negócio crescer. 

Atualmente, a Tray reúne mais de 600 funcionalidades nativas, conexões com mais de 30 marketplaces e integração com mais de mil sistemas de ERP, permitindo a gestão centralizada de diferentes canais de venda.

Sobre a Tray

A Tray, uma empresa LWSA, é uma ferramenta para vender produtos físicos na internet, seja em uma loja virtual, marketplace, redes sociais ou em outros canais de vendas. Sua missão é ajudar a digitalizar o varejo brasileiro, oferecendo recursos para o lojista vender, gerenciar e escalar o seu negócio. É uma solução que facilita o dia a dia, entregando tudo em um único painel. Para conhecer mais, acesse: https://www.tray.com.br/  




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Edelman

Richard Selestrino
tel: +55 (11) 3066-7777
Edelman SP | Rua Fradique Coutinho, 50, 12º andar – Pinheiros, SP
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Mega Bazar Inbrands movimenta o Outlet Premium Salvador com descontos agressivos até 30 de abril

 





Campanha reúne marcas como Ellus, Richards, VR, Bob Store e Salinas com remarcações especiais e ofertas por tempo limitado


O Outlet Premium Salvador recebe até o dia 30 de abril uma nova edição do MEGA BAZAR Inbrands, ação promocional que reúne descontos expressivos em produtos de algumas das principais marcas do grupo, como Ellus, Richards, VR, Bob Store e Salinas. A campanha reforça o empreendimento como um dos principais destinos de compras da região metropolitana, combinando marcas desejadas e preços altamente competitivos.

A iniciativa retorna ao empreendimento após o grande sucesso registrado em 2025, quando a edição anterior, inicialmente programada para um único final de semana, precisou ser prorrogada por mais 10 dias devido à alta procura do público. Para 2026, o MEGA BAZAR chega com uma proposta ainda mais robusta: período estendido e ofertas ainda mais agressivas, ampliando o fluxo de visitantes ao longo de mais de um mês.

Fundada em 1972, a Ellus construiu sua trajetória como uma das marcas que traduzem o espírito da juventude brasileira, especialmente por meio do jeans, e se consolidou como símbolo de comportamento e identidade urbano. Durante esta edição do MEGA BAZAR, a marca se destaca com uma ampla seleção de produtos a preços especiais. No masculino, há T‑shirts até R$ 159, polos até R$ 179 e bermudas e camisas até R$ 279. Já no feminino, é possível encontrar blusas a partir de R$ 98, além de saias e shorts até R$ 179, camisas até R$ 198 e calças até R$ 298, entre outras ofertas.

Já a VR participa com condições especiais em T-shirts, polos, bermudas e calças, além de paletós por R$ 679. Enquanto as marcas Bob Store e Salinas levam ao público peças femininas e beachwear com preços a partir de R$ 98 em blusas, regatas e biquínis, além de vestidos por até R$ 298.

Com estoques limitados, forte apelo de preço e marcas de alto desejo, o MEGA BAZAR Inbrands no Outlet Premium Salvador se consolida como uma boa oportunidade de compra, atraindo consumidores em busca de moda, qualidade e economia em um único local.

O Outlet Premium Salvador está localizado na Estrada do Coco, KM 12,5, em Camaçari – BA.

 

Outlet Premium Salvador

O Outlet Premium Salvador está situado no município de Camaçari, na Estrada do Coco (BA-099), km 12,5, importante rodovia de ligação ao litoral norte da Bahia, onde estão localizados os principais resorts do estado. Primeiro Outlet da Região Nordeste do Brasil, o empreendimento está localizado a apenas 25 minutos de Salvador, 40 minutos da Praia do Forte e 55 minutos da Costa do Sauipe, região de maior potencial turístico do estado da Bahia. Possui mais de 120 marcas em operação, que vendem produtos com desconto o ano inteiro. Entre as marcas presentes no empreendimento estão: Adidas, Nike, Puma, Asics, Animale, Aramis, Calvin Klein, Track&Field, Ellus, Lacoste, Levi’s, Nike, OSKLEN, entre outras.

Serviços: Wifi grátis.

Site

General Shopping e Outlets do Brasil

A General Shopping e Outlets do Brasil está entre as líderes no mercado brasileiro de shopping centers, administrando um total de 302.100 mil m2 de ABL, de 16 empreendimentos em operação. São eles: Parque Shopping Barueri, Cascavel JL Shopping, Parque Shopping Sulacap, Shopping Bonsucesso, Shopping do Vale, Parque Shopping Maia, Unimart Shopping, Auto Shopping Internacional, Poli Shopping Guarulhos, Outlet Premium Brasília, Outlet Premium Salvador, Outlet Premium São Paulo, Outlet Premium Grande São Paulo, Outlet Premium Rio de Janeiro, Outlet Premium Fortaleza e Outlet Premium Imigrantes. Os shopping centers da General Shopping e Outlets do Brasil estão estrategicamente concentrados nas Regiões Sul e Sudeste do país. Com abrangência nacional, os Outlets Premium estão localizados nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste do país, e são líderes do segmento no Brasil.

Pioneira na introdução do conceito Outlet no mercado brasileiro, a General Shopping e Outlets do Brasil também é reconhecida pela diversidade dos seus empreendimentos e a proximidade que mantém com seus mais de dois mil lojistas. Para mais informações, basta acessar o site.

Contatos para a Imprensa

Weber Shandwick - gsob@webershandwick.com

Deline reúne influenciadores nordestinos para celebrar a riqueza cultural e gastronômica do cuscuz

 

BRF (Produtos Sadia, Perdigão, Qualy, Deline)


Deline reúne influenciadores nordestinos para celebrar a riqueza cultural e gastronômica do cuscuz


Ação retomou o movimento #MeuCuscuzÉPatrimônio nas redes sociais para explorar o prato típico como símbolo de identidade e afeto da região


Deline, marca líder em margarinas no Norte e Nordeste, realizou uma parceria com um time de influenciadores nordestinos para uma imersão cultural e gastronômica no universo do cuscuz. A iniciativa retomou o movimento #MeuCuscuzÉPatrimônio, criado pela marca em 2025 para enaltecer o prato típico como um símbolo de tradição e afeto do Nordeste. Os conteúdos, veiculados nos perfis da marca no Instagram e no Kwai, não apenas exploram a conexão entre o cuscuz e Deline, que garante mais sabor e cremosidade às receitas, mas também o vínculo profundo deste alimento com a identidade e os rituais do dia a dia da população local.

Para aprofundar a conversa e ilustrar a riqueza do cuscuz, a iniciativa contou com dois perfis de criadores de conteúdo. Os especialistas, representados por  Toninho Maranhão (@toninhomaranhao) e Léo Cavalcanti  (@anfitriaodepernambuco), que abordaram a história, tradições, raízes e as curiosidades culturais do prato; e um chef de cozinha, com a participação de  Karleane Oliveira  (@nacozinhadakarle), responsável por explorar a variedade de preparos regionais, combinações inesperadas, importância da matéria-prima e as características sensoriais que tornam o cuscuz tão especial.

A iniciativa também se desdobrou em duas frentes principais de conteúdo. A primeira, “Despertar com Deline”, focada no café da manhã, um ritual cotidiano em que o cuscuz e Deline se tornam essenciais e que revela a riqueza da culinária nordestina. Já a segunda frente, “Descubra mais com Deline”, expande a conversa para outros momentos de consumo, como almoço, lanche da tarde e jantar, demonstrando a versatilidade do prato e de Deline por meio de novas possibilidades de uso, histórias e contextos culturais.

“O objetivo dessa iniciativa é reforçar o nosso compromisso em celebrar e valorizar a cultura nordestina de maneira autêntica. Ao unir um time de influenciadores que realmente vivem e entendem a riqueza do cuscuz, conseguimos explorar esse universo sob diferentes perspectivas, seja histórica, cultural ou gastronômica. Além disso, é uma oportunidade de demonstrarmos, na prática, a sinergia entre Deline e um dos pratos mais queridos e populares do Nordeste, trazendo diversas possibilidades de preparo e consumo a partir dessa combinação”, explica Marina Secaf, gerente executiva de marketing de Spreads na MBRF.

O movimento #MeuCuscuzÉPatrimônio, idealizado por Deline em parceria com a Africa Creative em 2025, foi criado para homenagear um dos alimentos mais tradicionais do Nordeste, reconhecido como patrimônio imaterial da humanidade pela UNESCO e patrimônio cultural dos estados de Pernambuco e Ceará pelas suas respectivas assembleias legislativas. A campanha reforça que, assim como a Deline, o cuscuz é uma herança cultural transmitida de geração em geração, sempre presente em memórias afetivas e nas mesas de lares de toda região.

SOBRE DELINE

Desenvolvida pensando no público nordestino, a margarina Deline é a opção perfeita para a elaboração de diversos tipos de receitas, sejam salgadas, doces, para um almoço especial ou para uma receita rápida do café da tarde. Com a versatilidade e com seu sabor característico, Deline deixa os momentos compartilhados com a família e com os amigos ainda mais especiais. A flor de Mandacaru, ícone do Nordeste brasileiro, marca presença na embalagem da Deline, reforçando ainda mais a ligação da marca com o consumidor.   

Contato Imprensa – MBRF

Weber Shandwick     

mbrf@webershandwick.com 

 
 


Karleane Oliveira (@nacozinhadakarle) com Deline. Meu Cuscuz é Patrimônio.
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Executivos brilhantes, resultados curtos: por que muitos C-Levels falham tão rápido?

 


Por Thiago Xavier

No primeiro ano de um C-Level em uma empresa, o que está em jogo vai muito além da entrega de resultados. Ainda que seu histórico e currículo impressionem, a realidade mostra que muitos desses profissionais não passam do chamado “período de experiência”. E, na maioria das vezes, o motivo não está na falta de competência técnica — mas em algo muito mais complexo e crucial: o desalinhamento entre o executivo, a cultura corporativa e expectativas entre as partes. 

A aderência entre o perfil do executivo e o contexto real da organização é um dos fatores mais críticos nesse sentido, a qual acaba sendo impactada quando não há um alinhamento profundo, desde o processo seletivo, não apenas com a cultura empresarial, como também com o momento do negócio, o nível de maturidade da liderança, a expectativa dos acionistas e o horizonte de resultado esperado.   

Muitas vezes, a empresa busca transformação, mas mantém expectativas de curto prazo incompatíveis com a natureza da mudança que deseja promover. Isso faz com que um executivo contratado para conduzir uma reestruturação, turnaround ou mudança cultural, por exemplo, dificilmente consiga entregar resultados consistentes em prazo imediato se os problemas forem estruturais.   

Um estudo conduzido pela Harvard Business Review, inclusive, deixa evidente que uma das principais causas do fracasso de CEOs não é a falta de competência técnica, mas a ausência de alinhamento com os valores organizacionais e a dificuldade de gerir mudanças profundas. Ou seja, não é sobre “quem é o executivo”, mas “como e por que ele foi escolhido”. 

Há casos em que existe um descompasso claro entre o diagnóstico do problema e o remédio escolhido para enfrentá-lo.  Por isso, antes de aceitar uma posição, é fundamental que o executivo avalie, com profundidade, alguns pontos que farão grande diferença nesse sentido, como: qual o cenário real da companhia, quais são os marcos esperados de resultado, em que prazo essas entregas são desejadas e qual o grau de abertura da organização para "ajustes de rota".   

Da mesma forma, a empresa também precisa ter clareza sobre o que, de fato, espera desse profissional — e estar aberta aos novos insights que surgirão quando ele efetivamente assumir a posição.  Isso porque há uma diferença importante entre o cenário apresentado durante o recrutamento e o diagnóstico que só se torna possível quando o executivo se senta na cadeira, acessa stakeholders, entende a dinâmica informal de poder e aprofunda sua leitura do negócio.  E, nesse contexto, quando uma saída precoce acontece, normalmente não há um único responsável. O impacto é compartilhado.  

Para a empresa, essa saída gera ruído interno e externo, quebra de ritmo estratégico, ocasiona insegurança para a equipe e prejudica o custo reputacional. Para o executivo, há uma frustração, interrupção de trajetória e, inevitavelmente, um processo de reflexão sobre o que poderia ter sido diferente. Por isso, mais importante do que buscar culpados, é compreender os motivadores reais desse rompimento, de forma que gere aprendizados para ambos os lados. 

Uma das formas mais eficazes de reduzir esse risco é aprofundar essas conversas antes da decisão final. Explore temas específicos, discuta o modo de operação da empresa e torne explícitos não apenas os acordos formais, mas também aquilo que normalmente só se percebe convivendo com a organização. 

Além disso, os primeiros meses precisam ter checkpoints estruturados. É recomendável que as partes definam, desde o início, quais serão os indicadores de sucesso, os fóruns de alinhamento e os interlocutores críticos nesse processo: conselho, acionistas, família empresária, pares e equipe. Corrigir a direção nos primeiros meses é muito mais eficiente do que esperar um ano para constatar que a relação perdeu sustentação.   

Em posições estratégicas, ajustes são naturais. O que faz diferença é a capacidade de ambos os lados manterem diálogo, revisarem expectativas e preservarem autonomia para que o executivo consiga exercer o papel para o qual foi contratado.  No fim, a continuidade de um C-Level não depende apenas de competência individual, mas, sobretudo, da qualidade do alinhamento entre mandato, contexto e confiança.   

Thiago Xavier é headhunter e sócio da Wide Executive Search, boutique de recrutamento executivo focado em posições de alta e média gestão.    

     

Sobre a Wide:    

https://wide.works/    

Com mais de 50 anos de experiência combinada, a Wide é especialista em recrutamento executivo alinhado às necessidades e objetivos de cada empresa. Seu foco é fortalecer a governança corporativa, com atendimento exclusivo e processos ágeis e assertivos, conduzidos pela expertise de seus sócios. 



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Quem realmente manda na fábrica quando o algoritmo começa a decidir?

 



Por Wellington Ott

Durante décadas, a lógica industrial foi simples e quase incontestável: máquinas executam, pessoas decidem. Essa hierarquia sustentou a previsibilidade que sempre definiu a indústria. Mas agora, ela está deixando de existir.

Com o avanço da automação e, principalmente, da inteligência artificial, parte relevante das decisões operacionais já não passa mais diretamente pelas mãos humanas. Sistemas priorizam pedidos, ajustam linhas de produção em tempo real e antecipam falhas antes mesmo que elas se manifestem. Não se trata mais de eficiência. Trata-se de comando.

Em muitas operações, o algoritmo já ocupa, na prática, um espaço de decisão. Não porque alguém formalmente delegou esse papel, mas porque a complexidade e a velocidade dos processos tornaram a intervenção humana lenta demais.

Um exemplo claro está nas linhas automatizadas que se reconfiguram sozinhas diante de uma mudança de demanda. O sistema redistribui recursos, altera sequências de produção e redefine prioridades em segundos. Nenhum operador conseguiria acompanhar esse ritmo. A decisão acontece, com ou sem supervisão direta.

O operador deixa de ser executor e passa a vigiar sistemas que ele nem sempre compreende por completo. O gestor, por sua vez, precisa confiar em decisões baseadas em dados que não acompanhou na origem. Entre ação e decisão, surge um novo agente, que é o algoritmo.

O problema é que essa mudança não está sendo tratada como mudança de poder. Está sendo tratada como evolução tecnológica. Muitas empresas adotam soluções avançadas sem redesenhar responsabilidades. Quando tudo funciona, o ganho de produtividade é celebrado. Quando algo falha, surge a pergunta que ninguém estruturou antes: quem responde por uma decisão que ninguém tomou diretamente?

A indústria sempre foi um ambiente de controle. Processos previsíveis, riscos calculados, decisões rastreáveis. Ao introduzir sistemas que aprendem, se adaptam e tomam decisões com base em padrões dinâmicos, esse controle deixa de ser centralizado e passa a ser distribuído.

E isso não é um problema e sim uma mudança estrutural. O risco está em não a reconhecer. O futuro da indústria não será definido apenas pela capacidade de automatizar processos, mas pela maturidade em governar decisões que não nascem mais exclusivamente do humano. Empresas que não estabelecerem critérios claros de supervisão, responsabilidade e entendimento sobre o papel dos algoritmos estarão operando com eficiência aparente e risco oculto. No fim, a pergunta não é mais quem manda na fábrica. É quem está preparado para assumir quando o sistema decide.

Sobre

Wellington Ott é especialista em automação industrial e sistemas inteligentes, com atuação em projetos no Brasil e no exterior. Ao longo da carreira, participou da implementação e integração de sistemas automatizados em ambientes industriais de alta complexidade, com foco em eficiência operacional, conectividade e tomada de decisão orientada por dados.

 



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Lucky Assessoria de Comunicação

Karol Romagnoli
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Fondue: dicas de queijos brasileiros e vinhos para harmonizar

 


Wine

Fondue: dicas de queijos brasileiros e vinhos para harmonizar

Sommelière da Wine traz sugestões para elevar a experiência do prato com toques de regionalidade e harmonizações interessantes

No dia 11 de abril, celebra-se o Dia do Fondue, uma tradição suíça que encontrou no Brasil um terreno fértil para as melhores reinvenções. Embora a receita clássica com Gruyère e Emmental seja deliciosa e bem-vinda, a gastronomia contemporânea tem voltado os olhos para a riqueza dos alimentos e laticínios nacionais. Substituir ou mesclar clássicos europeus por queijos brasileiros não apenas valoriza a cultura e a produção local, como também entrega uma complexidade sensorial única, ideal para quem busca uma experiência mais gourmet e autêntica.

Thamirys Schneider, sommelière da Wine, maior clube de assinatura de vinhos do mundo, destaca que essa tropicalização do fondue pede coragem também na taça. "Sair do óbvio na escolha dos vinhos permite que as notas terrosas, picantes ou amanteigadas dos nossos queijos brilhem de uma forma nova", afirma. Abaixo, exploramos cinco propostas de fondues com DNA brasileiro e as diretrizes para harmonizações saborosas e singulares.

  1. Fondue de Queijo Minas e Cachaça

Nesta versão autêntica, a leveza do queijo Minas ganha a personalidade e o calor da cachaça. Ideal para ser servido com cubos de pão ou legumes grelhados, este preparo pede vinhos brancos de corpo leve a médio. Uma boa ideia é buscar rótulos com notas aromáticas evidentes e acidez elevada para limpar o paladar, como os elaborados com as uvas Sauvignon Blanc, Pinot Grigio ou Riesling. A indicação da especialista é o português Casa de Vila Verde Alvarinho D.O.C. Vinho Verde 2024, que traz o frescor necessário para a combinação.

(https://www.wine.com.br/vinhos/casa-de-vila-verde-alvarinho-doc-vinho-verde-2024/prod31398.html

  1. Fondue de Queijo Canastra

Para quem busca uma opção mais sofisticada e de sabor intenso, o icônico queijo mineiro é a escolha certa. Por possuir uma presença marcante, ele harmoniza perfeitamente com cubos de carne. Na taça, a sugestão é apostar em tintos de mais corpo, com estrutura tânica e acidez elevada, capazes de equilibrar a proteína e a intensidade do queijo. Vinhos com passagem por barrica, como os das uvas Cabernet Sauvignon, Syrah e Malbec, agregam complexidade à experiência.  Uma indicação com este perfil é o chileno Pérez Cruz Limited Edition D.O. Maipo Andes Syrah 2023.

(https://www.wine.com.br/vinhos/perez-cruz-limited-edition-d-o-maipo-andes-syrah-2023/prod31392.html)

  1. Fondue de Queijo Coalho e Cream Cheese com Ervas

Esta é uma proposta mais leve e delicada, onde o toque das ervas finas traz um frescor aromático irresistível. Para acompanhar essa suavidade, o ideal são vinhos brancos leves e cítricos. A harmonização deve buscar o equilíbrio entre a delicadeza do queijo e um toque herbáceo no vinho, mantendo sempre a acidez alta para refrescar o paladar. O argentino Portillo Valle de Uco Sauvignon Blanc 2024 é o parceiro ideal para esta composição.

(https://www.wine.com.br/vinhos/portillo-valle-de-uco-sauvignon-blanc-2024/prod31464.html)

  1. Fondue agridoce: Minas Padrão, Goiabada e Mel

Uma releitura criativa que traz o clássico contraste brasileiro para o mundo do fondue. Cremosa e levemente adocicada, esta opção é perfeita para quem deseja servir estes sabores tradicionais de uma nova maneira. Para harmonizar com o dulçor da goiabada e do mel, a recomendação é utilizar vinhos que acompanhem essa característica sem perder a vivacidade. Espumantes moscatéis são escolhas charmosas e afetuosas que elevam o prato. Uma indicação que harmoniza bem é um vinho brasilheiro, o Espumante Maraví Moscatel.

(https://www.wine.com.br/vinhos/espumante-maravi-moscatel/prod30798.html

Sobre a Wine

A Wine foi fundada em 2008. A empresa, que já nasceu online há 15 anos, ousou investir em vinho no país da cerveja e, hoje, é o maior clube de assinatura de vinhos do mundo.Com a missão de conectar mais pessoas por meio da paixão pelo vinho e tornar o vinho um produto hiper disponível no mercado brasileiro, além do Clube Wine, a marca atua com o e-commerce www.wine.com.br, o app Wine Vinhos (disponível para download na AppStore e Google Play) e possui 13 lojas físicas no Brasil. São duas unidades na capital paulista, uma no Rio de Janeiro e 10 em cidades como Ribeirão Preto, Campinas, Salvador, Natal, Fortaleza, Recife, Belo Horizonte, Curitiba, Vitória e Porto Alegre. Além disso, a Wine está presente no México, com o clube de assinatura “Vino como quieras”.Ao lado da Cantu Grupo Wine e da Bodegas Grupo Wine, marcas que atuam com foco no B2B, a empresa compõe o Grupo Wine, que ocupa o primeiro lugar no ranking de importação e se consolidou como o grupo número 1 de vinhos no Brasil




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Hercog Comunicação e Estratégia

Nova contribuição patronal ao SESI e SENAI: quais os impactos para a indústria e agroindústria?

 



Por Caroline Barbizan e Gabriela Vasconi

A partir de maio de 2026, empresas da indústria e da agroindústria que possuem convênio direto com as entidades de SESI e SENAI precisarão lidar com uma mudança relevante na forma de recolhimento das contribuições. À primeira vista, trata-se apenas de mais uma alteração operacional dentro do ecossistema do eSocial, no entanto, uma análise mais aprofundada revela que os impactos podem ir além da rotina da folha de pagamento, e atingir diretamente o custo e a previsibilidade financeira das empresas. 

Essa mudança faz parte de um movimento mais amplo da Receita Federal de centralizar a arrecadação das contribuições previdenciárias e de terceiros em um ambiente unificado. Com isso, valores que antes eram recolhidos diretamente às entidades passam a ser apurados via eSocial, declarados na DCTFWeb e recolhidos por meio de DARF, junto aos demais tributos. Na prática, o que se observa é a consolidação do controle dessas contribuições sob a gestão da Receita Federal, assim como já é feito com as empresas não conveniadas e de demais setores. 

Até a competência abril de 2026, o modelo atual permanece válido, permitindo que empresas que possuem convênios com SESI e SENAI continuem realizando o recolhimento direto. A partir da competência seguinte, no entanto, esse formato deixa de existir. É nesse ponto que surge uma das principais questões estratégicas: o fim do convênio não representa apenas uma mudança de canal de pagamento, podendo alterar também a relação que a empresa mantinha com essas entidades. 

Isso porque embora a contribuição ao SESI e ao SENAI continue sendo obrigatória e não configure um benefício fiscal, muitas empresas operavam dentro de um contexto que envolvia condições diferenciadas, acordos institucionais ou, até mesmo, percepções de ganho indireto decorrentes dessa relação. Com a centralização da arrecadação, esse vínculo tende a se enfraquecer e, com ele, podem desaparecer eventuais vantagens que antes faziam parte da equação. 

O resultado é que algumas empresas podem se deparar com um cenário em que o valor da contribuição permanece, mas os benefícios associados deixam de existir, como subsídios, treinamentos ou outras vantagens institucionais. Esse efeito não é imediato para todos, mas pode ser significativo, especialmente para organizações que tinham uma maior proximidade institucional com o SESI e SENAI, ou que estruturavam parte de sua estratégia considerando essas relações. 

Além disso, há um ponto técnico que não pode ser negligenciado. Para que o eSocial realize a apuração correta dessas contribuições, será necessário ajustar a parametrização da folha, especialmente no que diz respeito à Tabela de Lotação Tributária no eSocial. A correta definição do FPAS e a atualização do código de terceiros são fundamentais para evitar divergências na DCTFWeb, que hoje é o principal instrumento de confissão de dívida perante a Receita Federal. Pequenos erros nesse processo podem gerar inconsistências, recolhimentos incorretos e exposição a fiscalizações. 

Outro aspecto que merece atenção é a contribuição adicional ao SENAI, aplicável a empresas da indústria e da agroindústria com mais de 500 empregados, antes emitida apenas no site da entidade. Nesse novo modelo, o cálculo será feito automaticamente pelo eSocial, sem necessidade de ação manual. Embora isso simplifique a operação, também exige que as empresas acompanhem com atenção os valores apurados, garantindo que estejam alinhados com sua realidade. 

É importante destacar que parcelamentos já firmados com SESI ou SENAI não serão impactados por essa mudança. Esses acordos continuam válidos e devem ser cumpridos conforme pactuado. A nova sistemática se aplica apenas às competências a partir de maio de 2026. 

A experiência mostra que mudanças no eSocial raramente são apenas técnicas. Elas costumam trazer efeitos indiretos que só se tornam visíveis com o tempo, especialmente quando envolvem contribuições de terceiros e estruturas já consolidadas nas empresas. 

Por isso, este é o momento ideal para uma análise preventiva. Entender como sua empresa está posicionada hoje, quais benefícios podem ser impactados e como a nova apuração afetará sua folha pode fazer toda a diferença na transição. Mais do que se adequar, trata-se de antecipar cenários e tomar decisões com base em informação e estratégia. 

Caroline Barbizan é Coordenadora de Departamento Pessoal na PKF BSP. 

Gabriela Vasconi é Especialista em Folha de Pagamento na PKF BSP. 

    

Sobre a PKF BSP:      

www.pkfbrazil.com.br      

PKF BSP, firma-membro da PKF Brazil      

A PKF Brazil é uma firma-membro da PKF Global, a rede de empresas-membro da PKF International Limited. Cada uma das quais é uma entidade legal separada e independente, não assumindo qualquer responsabilidade ou obrigação pelas ações ou omissões de qualquer empresa-membro ou correspondente. 



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Nathália Bellintani


Tel: +55 (11) 9848-4042
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Central de Transplantes e OPO Tapajós fortalecem ações para doação e captação de órgãos e tecidos

 



Visita técnica ao Hospital Regional do Baixo Amazonas foi momento de alinhamento para novos projetos no Oeste paraense. Unidade é referência em captações e transplantes renais

Referência em captação de órgãos e transplantes renais, o Hospital Regional do Baixo Amazonas Dr. Waldemar Penna (HRBA), em Santarém, no Oeste paraense, recebeu a visita da equipe da Central Estadual de Transplantes (CET), da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). O momento foi de discussão e alinhamento para novos projetos que incentivem a doação de órgãos e tecidos na Região de Integração. A visita técnica no município foi realizada nos dias 6 e 7 deste mês. 
 
Seis integrantes da CET conheceram a estrutura do HRBA, conversaram com profissionais do setor de transplantes e da Organização de Procura de Órgãos (OPO) Tapajós, que funciona dentro da unidade e atua na identificação, manutenção e captação de potenciais doadores para fins de transplantes de órgãos e tecidos em toda a região Oeste do Estado.

“Nosso objetivo, além de saber como está a estrutura e o funcionamento dos serviços, é fortalecer essa parceria e a aproximação da Central de Transplantes junto a essa instituição, que consideramos super importante para o cenário de doação de órgãos no Estado. A equipe conversou com os profissionais, conheceu os processos de trabalho, as potencialidades e observou os pontos de melhoria e como podemos ajudar. Essa é a primeira OPO do estado do Pará e esse serviço precisa cada vez mais ser fortalecido. Até mesmo porque se não há doação, não há transplantes”, explicou a gerente administrativa da Central de Transplantes do Pará, Enfermeira Perla Corrêa.
 
Busca ativa - Desde 2012, o HRBA conta com a Organização de Procura de Órgãos (OPO) Tapajós, que trabalha na busca ativa de potenciais doadores nas unidades de saúde de Santarém e região, no apoio ao diagnóstico de morte encefálica e no acolhimento e consentimento da família para doação. Atualmente, um médico, dois enfermeiros e uma assistente administrativa fazem parte da OPO. De lá para cá, já foram realizadas 56 captações, que resultaram na doação  de 201 órgãos, sendo 105 rins, 79 córneas, 13 fígados e quatro corações. 

Além das captações, o Hospital Regional também é referência em transplantes renais, e já realizou 138 procedimentos desde 2016, sendo 54 intervivos, quando o doador é geralmente parente do transplantado, e mais 84 de doadores falecidos, mudando a vida de pacientes que deixaram as sessões de hemodiálise e ganharam maior qualidade de vida.
 
“Temos uma equipe preparada, tanto para realizar as captações e transplantes quanto para abordar os familiares, explicar todo o processo e até para divulgar as informações sobre a doação de órgãos para a população em geral. Ficamos felizes com a visita da Central de Transplantes para que possamos fortalecer ainda mais o trabalho que é realizado aqui no oeste do Pará, aumentando o número de doações e mudando a vida de cada vez mais pessoas que aguardam na fila por um transplante de órgãos”, ressaltou o diretor-geral do HRBA, Matheus Coutinho.
 
Durante a visita, a equipe da Central conheceu a estrutura da Unidade de Terapia Intensiva do HRBA, conversou com os médicos que atuam nos processos de captação e transplantes e teve uma reunião com a direção do hospital. Tudo com o objetivo de alinhar ações que incentivem a doação de órgãos na Região de Integração do Baixo Amazonas 
 
“Consideramos que a visita foi muito produtiva e ficamos muito felizes com a receptividade, lembrando que é de fundamental importância fortalecer os serviços de doação de órgãos e tecidos para que tenha um impacto maior na questão dos transplantes”, destacou Perla.

Além do Hospital Regional, a CET também visitou o Hospital Municipal de Santarém. Na quarta-feira (8), membros da OPO Tapajós participaram de uma reunião com a secretaria de saúde do município e a direção do hospital local.
 
Incentivo – Para ser um doador de órgãos após a morte é necessária a realização de um rigoroso protocolo médico, a fim de determinar se o paciente teve morte encefálica, que consiste na parada irreversível das funções do cérebro. No Brasil, a retirada de órgãos só pode ser realizada após autorização familiar. Mesmo que uma pessoa tenha dito em vida que gostaria de ser doador, a captação só é feita se a família autorizar. O Hospital Regional do Baixo Amazonas realiza uma série de ações durante o ano para incentivar a doação de órgãos e conscientizar as pessoas sobre a importância que essa decisão pode ter na vida de outros pacientes.
 
“O hospital está capacitado para realizar a captação de órgãos e temos feito isso ao longo do tempo. E existe um trabalho de conscientização, tanto dos profissionais da área da saúde quanto da comunidade em geral, abordando a importância da doação. É fundamental ressaltar que tudo isso é feito de forma muito segura, que o diagnóstico de morte encefálica é realizado após a avaliação de equipes médicas diferentes e segue um protocolo rígido, para dar toda a segurança também aos familiares”, concluiu o coordenador da OPO, o médico Antônio Carlos Silva.
 
Serviço:

O HRBA, mantido pelo governo do Pará, é referência em média e alta complexidade para uma população de 1,4 milhão de pessoas residentes em 29 municípios, e presta serviço 100% referenciado, atendendo à demanda originária da Central de Regulação do Estado.

--

Gustavo Barros Campos, analista de comunicação

 
Avenida Sérgio Henn, 1.100. Diamantino.
Diamantino, Santarém (PA)

Especialista em marketing literário promove workshop com consultoria na Bienal da Bahia

 




Lilian Cardoso, diretora do Grupo LC, comanda encontro no estande "Escreva, Garota!" com foco em estratégia e desenvolvimento para carreira literária

Quem escreve e busca espaço no mercado editorial terá uma oportunidade concreta de transformar teoria em ação durante a Bienal do Livro da Bahia. No dia 19 de abril (domingo), das 14h às 16h, a especialista em marketing literário Lilian Cardoso promove um workshop no estande “Escreva, Garota!”, voltado ao desenvolvimento estratégico de autores em diferentes fases da carreira.

 

A proposta é oferecer uma imersão prática, com foco em posicionamento, planejamento de divulgação e fortalecimento da presença no mercado editorial. Ao longo do encontro, os participantes serão estimulados a refletir sobre seus próprios projetos e sair com direcionamentos aplicáveis, ampliando a visão estratégica sobre suas trajetórias como escritores.

 

Um dos destaques da programação será a consultoria ao vivo, considerada um dos momentos mais aguardados. Durante a atividade, um participante será selecionado para apresentar seu trabalho e receber orientações personalizadas em tempo real, com sugestões práticas para ajustes e potencialização de resultados.

 

Durante a ocasião, o público poderá adquirir exemplares de O Livro Secreto do Escritor, um guia projetado pela Lilian, que também oferecerá brindes especiais. Aberta aos visitantes da Bienal, a iniciativa é voltada a quem deseja fortalecer sua atuação e ampliar conhecimentos no universo literário.

 

Serviço:

Workshop de Marketing Literário com Lilian Cardoso

Data: 19 de abril (domingo)

Horário: das 14h às 16h

Local: Estande “Escreva, Garota!” – Areninha (C06 – Asa A)

Endereço: Centro de Convenções Salvador - Av. Octávio Mangabeira, Boca do Rio, Salvador



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     LC - Agência de Comunicação      Caroline Arnold



Celular: (11) 96476-2941
Caixa Postal: 80.397
04046-973 São Paulo/SP


domingo, 5 de abril de 2026

 Pode ser uma imagem de ‎uma ou mais pessoas e ‎texto que diz "‎As vezes precisamos passar por momentos difíceis para saber quem é família, quem é amigo e quem é apenas passageiro. MGAA ال এতর 口重3 通品‎"‎‎

Com o coração na mão

 


 

Dartagnan da Silva Zanela

                    Lembro-me da primeira vez que assisti ao filme A Paixão de Cristo (2004), de Mel Gibson. Como também não esqueço o guaju que se espalhou pelos quatro ventos contra a obra, com incontáveis figuras, figurinhas, figuraças e figurões rasgando as vestes por conta da forma crua com que o diretor procurou retratar a Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. E, do mesmo modo, não me esqueço das palavras ditas pelo Papa São João Paulo II que, ao ser perguntado sobre o que achou do filme, disse, de forma lacônica: "Foi assim".

Mas, como estava dizendo, não me esqueço da primeira vez que o assisti. Cheguei ao cinema, tomei meu assento e, enquanto aguardava o início da exibição, havia um clima levemente festivo dentro da sala de projeção, típico de um cinema. De repente, a luz foi apagada, a exibição começou e, gradativamente, o silêncio tomou conta da sala; o ambiente foi tomado pelas cenas da película, com os diálogos das personagens encenadas nas línguas da época — aramaico, hebraico e latim — juntamente com uma trilha sonora que nos envolvia de tal forma que nos colocava como testemunhas diretas da Sexta-Feira Santa.

Até hoje, quando revejo esta obra de arte, sinto-me impactado, tendo o véu que encobre meus olhos e coração partido ao meio, tal qual o véu do Templo que se partiu quando Cristo expirou no alto do madeiro da cruz.

Desde seu nascimento neste mundo, o Nazareno foi um sinal de contradição entre os homens. Sua presença revela em nós — em cada um de nós — a pessoa que deveríamos ser, mas que resistimos e nos negamos, com muita força, a nos tornar. Por isso, não é à toa que o referido filme, à época, causou tanto escândalo entre aqueles que se consideram pessoas muito boas, boníssimas. Aliás, lembremos e, se possível for, jamais nos esqueçamos de que, como nos recorda Léon Bloy, no mundo há apenas dois tipos de pessoas: aquelas boas que se acham ruins, e as ruins que se consideram boas.

Isso mesmo! Toda pessoa que se considera muito boa, de certa forma, é movida por um "espírito de Caifás", acreditando candidamente que está fazendo algo muito bom e justo através das suas maldades mal disfarçadas de cada dia. Espírito esse que, no início deste milênio, moveu muitos a apedrejar o filme em questão, e que move boleiras de outros a realizar mil e uma ações reprováveis, crentes de que, na verdade, estariam agindo de forma benemérita — seja nas redes sociais ou em círculos não tão privados de escarnecedores.

Mas voltemos ao ponto: a primeira vez que assisti ao filme supracitado. Após o término da exibição, ao invés de balbúrdia e agitação, conversas e cumprimentos entre amigos, havia apenas silêncio. Aquele silêncio que tememos ouvir. Todos, um a um, foram levantando-se para sair da sala. Eu fui diretamente para o elevador, com a cabeça baixa, pensativo com o que eu acabara de testemunhar, pensando na vida, na minha porca vida; então, resolvi levantar a minha cabeça e o que vi foi uma longa fila de pessoas silentes que, como eu, estavam de cabeça baixa, pensando. Por isso, repito: não é à toa, nem por acaso, que os ecos desta produção incomodaram tanta gente — e que até hoje incomodam.

Hoje, passadas duas décadas e meia, o filme pode ser assistido — ou revisitado — por qualquer um pela internet. E se formos fazer isso, façamos com os olhos bem abertos e, se possível for, com o coração na mão, para que o olhar do Servo Sofredor nos desnude diante do altar da nossa consciência. Fazendo isso, com certeza o clima irá pesar, mas é preciso que ele pese para que nossa alma possa ser elevada ao encontro d'Ele.

*           O autor, Dartagnan da Silva Zanela, é professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de "UM GRANDE MONTE DE PÓ E SOMBRAS", entre outros livros.

Carro elétrico: como adaptar o espaço para receber o automóvel

 

Lity

Carro elétrico: como adaptar o espaço para receber o automóvel

Análise do quadro elétrico, ambiente disponível e adequação à rotina estão entre as recomendações para ter sucesso nessa transição



A eletrificação do setor automotivo avança em ritmo acelerado, impulsionando a presença dos veículos elétricos no dia a dia dos consumidores. Segundo informações divulgadas pela Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), 2026 deve alcançar o marco de 300 mil carros elétricos e híbridos vendidos no Brasil. Diante desse contexto, surge a necessidade deadaptação a esse novo modelo de mobilidade e, por isso, a Lity, fabricante de eletrônicos e acessórios compatíveis com dispositivos de última geração, traz dicas sobre como preparar o ambiente para o recebimento de carregadores para carros.
 

“Ter um carro elétrico vai além da compra do veículo. É preciso pensar na infraestrutura para garantir segurança, eficiência e praticidade no dia a dia. Uma recomendação é preparar a residência ou a empresa a fim de aproveitar plenamente o potencial da tecnologia, que está transformando a maneira como as pessoas se deslocam, consomem energia e se relacionam com a mobilidade”, afirma Rogério Robles, gerente comercial da linha Green Energy da Lity. 

Para quem está considerando essa transição, alguns cuidados são essenciais, segundo o executivo. Confira abaixo:  

1. Avalie a capacidade da instalação elétrica 
Antes de instalar um ponto de recarga, é fundamental verificar se a rede elétrica suporta a nova demanda de energia. Carregadores de veículos elétricos podem exigir uma potência significativa, especialmente em recargas mais rápidas. Por isso, é recomendável contar com um eletricista qualificado para analisar o quadro de distribuição, os disjuntores e a fiação existente. Em muitos casos, pode ser necessário redistribuir os circuitos da garagem, instalar disjuntores dedicados para o carregador ou até aumentar a carga contratada junto à concessionária de energia. Essas adequações garantem o funcionamento eficiente do carregamento, além de evitarem sobrecargas e quedas de energia. 

2. Pense no espaço físico
Além da parte elétrica, adaptar a garagem ao automóvel é importante. Uma recomendação é deixar o ponto de recarga em áreas térreas, ventiladas e distantes de materiais inflamáveis. Outra dica é organizar o layout para evitar acidentes com o cabo, afinal, pequenas adaptações no ambiente geram impacto direto na comodidade do dia a dia. Por fim, os estabelecimentos devem conter o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), documento que atesta a segurança contra incêndios em edificações, obtido por meio do sistema Via Fácil Bombeiros. Vale lembrar que a renovação é periódica e obrigatória.

3. Escolha o tipo de carregador ideal para a sua rotina ou público 
Existem diferentes níveis de carregamento disponíveis para uso doméstico e comercial no mercado, e escolher o mais adequado depende da rotina, público, do tempo de permanência e do modelo do veículo. O carregamento em tomada convencional (Nível 1) é mais lento e indicado para quem faz poucos quilômetros por dia, sendo mais comum em residências. Já o wallbox (Nível 2) oferece recarga mais rápida e é a opção mais recomendada para uso residencial frequente. Em ambientes comerciais, como empresas, lojas, condomínios estacionamentos, o wallbox também tende a ser a escolha mais adequada, pois permite atender diferentes usuários ao longo do dia com mais agilidade. Entender essas diferenças ajuda a tomar uma decisão mais econômica e funcional. 

4. Aposte em soluções inteligentes 
A escolha de equipamentos define a experiência de recarga. Por isso, contar com uma empresa especializada pode ser decisivo no processo. A Lity acredita que a tecnologia tem o papel de facilitar a rotina e contribuir com um futuro mais sustentável. Dessa forma, a marca apresenta em seu portfólio a linha de carregadores para carros elétricos Green Energy, dividida nas frentes de carregador portátil e wallbox (AC) e carregadores DC (carga ultra-rápida, onde os carregadores são indicados a ambientes profissionais, como eletropostos). A primeira divisão foi criada pensando em versatilidade. As soluções Eco Power Bivolt3,5 kW, Eco Power semi-portátil 7,2kW e Eco Power semi-portátil 7,2kW Bivolt tornam a experiência de carregamento mais simples e confiável. Já a frente wallbox, nasceu para garantir recargas rápidas e estáveis, como no caso do lançamento do Eco Station Wallbox 7kW. 

Toda a linha apresenta o diferencial de 24 meses de garantia. Para saber mais detalhes, basta acessar o e-commerce da Lity: https://loja.litybrasil.com.br/ 

Sobre a Lity  

A Lity é uma marca de eletrônicos e acessórios compatíveis com dispositivos de última geração. Com o propósito de oferecer produtos de alta qualidade a preços acessíveis, trabalha para viabilizar soluções que também ajudem a otimizar experiências no dia a dia de seus clientes. Em sua linha de equipamentos, atua com produtos 100% certificados de acordo com as regulamentações vigentes no país, garantindo a segurança e confiabilidade aos consumidores, como, por exemplo, a certificação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), INMETRO, entre outras. A Lity apresenta diferentes modelos de carregadores, cabos de dados e carregamento, headphones e fones de ouvido, todos com garantia mínima de 18 meses para linha de áudio e acessórios, e 24 meses para linha de carregadores automotivos elétricos.  

 Website: https://lityglobal.com/  

 LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/lityglobal/about/    

 Instagram: https://www.instagram.com/litybrasil/  

 E-commerce: https://loja.litybrasil.com.br/ 



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