MEDIÇÃO DE TERRA

MEDIÇÃO DE TERRA
MEDIÇÃO DE TERRAS

segunda-feira, 20 de setembro de 2021

A morte de Abimael Guzmán, fundador do Sendero Luminoso.

 



Desde que alcançamos a independência, estivemos guerreando uns contra os outros, ou tratando de derrubar nossos governos, o que permitiu que nossos Exércitos se enchessem de armas e alimentassem as ditaduras. Mario Vargas Llosa para o El País:


O fundador do Sendero Luminoso, ou, como gostava de ser chamado, “a quarta espada do marxismo”, Abimael Guzmán, faleceu em 11 de setembro na prisão de Lima onde cumpria pena de prisão perpétua. Terá ele se arrependido em seus últimos minutos dos 70.000 mortos causados pela insurreição maoísta que provocou no Peru, segundo o número que a Comissão da Verdade calculou quanto ao total de vítimas que esta causou? Provavelmente não. Era um arequipenho de Mollendo, tinha 86 anos, havia estudado Direito e Filosofia, e conhecer a China e a obra de Mao Tsé-tung tinha transformado a sua vida. Tanto que dedicou muitos anos a preparar discretamente esta revolução que encheu de sangue e de mortos a região andina, a mais pobre do Peru. Seu centro foi a Universidade de Huamanga, em Ayacucho, de onde procedia a maior parte de seus primeiros quadros; depois viriam muitos outros, de quase todo o Peru.

Foi uma revolução que durou quase 12 anos desde que começou, em maio de 1980, e na qual houve de tudo, desde assassinatos a sangue frio até blecautes pelas explosões das torres de eletricidade, torturas, cães pendurados nos postes com uma inscrição que os senderistas consideravam ominosa (“Ten Siao Ping”), confinamentos e, sobretudo, cadáveres de inocentes regados por todo lado. Os camponeses da serra, inicialmente, apoiaram essa insensata guerrilha, dadas as condições miseráveis em que viviam e trabalhavam, mas quando Guzmán, fiel nisto aos ensinamentos de Mao, que queria que o campo tomasse as cidades, proibiu as feiras de sábado onde eles vendiam e faziam suas compras, se voltaram contra ele e, além de combatê-lo com os chamados ronderos, apoiaram o Exército nas emboscadas e na repressão. Assim terminaram essas matanças coletivas e o desastroso empobrecimento do Peru nos anos oitenta, quando (por que ocultá-lo?) houve também uma ditadura que assassinou muitos inocentes e saqueou os cofres públicos.

Agora há um interessante debate no Peru sobre o que fazer com o cadáver de Abimael Guzmán: se entregá-lo à sua viúva, Elena Iparraguirre, que também cumpre pena de prisão por ser a segunda do Sendero Luminoso, ou incinerá-lo para evitar que sua tumba atraia todos os esquerdistas extremos para lhe prestar sua homenagem. Esta última hipótese é segura, de modo que o Poder Judiciário, ou o Governo, ou o Parlamento, que devem decidir sobre este assunto, já sabem a que se ater.

O tempo das revoluções ainda está vigente na América Latina? Só os insensatos podem achar que sim. Desde que alcançamos a independência, estivemos guerreando uns contra os outros, ou tratando de derrubar nossos governos, o que permitiu que nossos Exércitos se enchessem de armas e alimentassem as ditaduras saídas de seu seio, além de liquidar dezenas de milhares dos jovens mais generosos e sacrificados dos nossos países, de modo que seguir por este caminho só pode continuar produzindo matanças, além de nos afundar cada dia mais no subdesenvolvimento, no terceiro-mundismo e na miséria. Talvez tenha chegado a hora de empreender outro caminho, o dos países que seriamente progridem, aumentam seus níveis de vida, expandem suas indústrias e com elas os sistemas de educação e de saúde, os salários e os postos de trabalho. Isto não é impossível. Basta olhar o exemplo dos países europeus e, ultimamente, o dos países asiáticos como a Coreia do Sul, Taiwan e Singapura. Olhar o outro lado, por sua vez, deveria bastar para ver que as famosas “revoluções” só trouxeram catástrofes semelhantes às que Abimael Guzmán produziu no Peru. É verdade que alguns de seus admiradores estão agora no Governo peruano e são nada menos do que ministros, mas o mínimo que se pode dizer destas pessoas, que figuram em prontuários policiais, é que, se seguirem o modelo de seu admirado Guzmán, fracassarão tanto ou mais do que ele e afundarão um pouco mais o Peru na desilusão e na miséria.

A única revolução que teve “sucesso” na história da América Latina foi a cubana de Fidel Castro e seus dois satélites, Venezuela e Nicarágua. O triste espetáculo que presenciamos há alguns dias em quase todos os povoados da ilha deixa uma impressão lamentável quanto a seus feitos, que parecem ser ínfimos, enquanto milhares de famílias cubanas se distribuíram pelos Estados Unidos e o resto do mundo (aqui na Espanha são inumeráveis). E o que dizer da Venezuela, o país potencialmente mais rico da América Latina, talvez do mundo, que expulsou 5,5 milhões de venezuelanos que estavam morrendo de fome? E a Nicarágua? Para se reeleger mais uma vez, o sinistro casal que governa esse país mandou todos os seus adversários para a prisão ― como é fácil ganhar eleições assim ―, e a última de suas vítimas, o escritor Sergio Ramírez, acaba de chegar à Espanha, onde declarou: “É duro ter 79 anos e exilar-se de novo”. Ele é um generoso lutador, já viveu muitos anos de exílio lutando contra a ditadura de Somoza, e uma vez mais inicia um desterro que, tomara, não durará muito mais, pois serão, é evidente, anos de horror e miséria para seu desventurado país.

O grande problema da América Latina é a corrupção, que tem seu foco nos ministérios e centros oficiais, e que dissuade os melhores latino-americanos de fazerem política, a qual veem a cada dia com mais asco e repugnância. E enquanto os melhores desdenharem da política, os piores se ocuparão dela, com as consequências mais temidas. A mais grave é a fome das maiorias e as doenças que produz, a falta de trabalho, a péssima educação pública e a excelência da privada, que amplia cada vez mais a diferença entre os pobres e os ricos. Frente a isso não há revoluções que tenham triunfado e que respeitem a liberdade, a qual é indispensável para cortar a corrupção pela raiz e para respirar tranquilo, sabendo-se que ninguém será vítima da noite para o dia dos atropelos da arbitrariedade governamental.

Há quem remonte a cinco séculos atrás as fontes do mal que aflige a América Latina. Por exemplo, o presidente do México, que pediu à Espanha que pague em dinheiro os muitos milhões que sem dúvida custaria a conquista do México. A verdade é que a primeira responsabilidade pelo estado dos indígenas da América Latina é dos governos que tivemos desde a independência. Todos eles, sem exceção, fracassaram vergonhosamente na obrigação que tinham de impulsionar os índios da América Latina em sua modernização e em seu sistema de vida. Nem México, nem Guatemala, nem Colômbia, nem Peru, nem Bolívia, nem Paraguai fizeram absolutamente nada pelos indígenas que são, como dizia José María Arguedas, uma “classe cercada” pela ingratidão e o desprezo dos “brancos” e “mestiços”, que continuaram a explorá-los e marginalizá-los. De maneira que não é a Espanha, que nos deixou essa magia do idioma mais vigente no mundo depois do inglês, e que é o melhor salvo-conduto para a modernidade, e sim nós mesmos, os latino-americanos, os responsáveis pela triste condição dos indígenas, em todos os países da América Latina, sem uma só exceção.
 
BLOG  ORLANDO  TAMBOSI

Brancos demais? Um mundo sem Bach, Beethoven, Brahms, Mozart…

 



É claro que os gênios da música - europeia, branca, masculina e quase sempre cristã- não iam escapar dos expurgos politicamente corretos. Vilma Gryzinski:


Ninguém espera que, hoje, um artista pinte como Monet ou esculpa como Rodin, mas a música ocupa um lugar tão único que o piano continua a ser tocado como Chopin o fazia. Ou Beethoven. Ou algum dos outros grandes mestres cuja genialidade paira acima de inovações, sem que isso signifique que tenha parado no tempo.

Ou pairava. Depois de sobreviver a tantas tentativas de desconstrução, a música clássica agora enfrenta um novo destino: o exílio.

É “cada vez mais comum na musicologia” a visão de que “as obras musicais do século XIX são produto de uma sociedade imperial e que o cânone da música clássica precisa ser descolonizado”.

Foi com esta conclusão que Paul Harper-Scott, um conhecido professor de história e teoria musical do Royal Holloway, parte da Universidade de Londres, decidiu simplesmente abandonar o mundo acadêmico.

Como está de saída, o professor de 43 anos não economizou nas palavras. Disse que por causa das análises distorcidas, os departamentos de música podem vir a “parar de ensinar Beethoven, Wagner e companhia”, com base na “convicção francamente insana de que isso de alguma maneira melhore as condições de vida dos desprivilegiados economicamente, socialmente, sexualmente, religiosamente ou racialmente”.

“Se as universidades se tornarem um lugar onde o compromisso com o ceticismo e o pensamento crítico se torne crescentemente impossível, deixarão de servir a qualquer função útil. Não estou otimista”, desabafou o professor.

Pode parecer exagero, mas o movimento de “descolonização” – ou desmasculinização ou desbranqueamento – que começou pelos departamentos de literatura, hoje alcança todas as esferas do mundo acadêmico. É claro que a música, como ápice da arte europeia, ocidental e cristã, não escaparia dos novos cânones politicamente corretos.

Cedendo, alegre ou covardemente às bases, professores de Oxford já disseram no começo do ano que cursos de música onde são ensinadas as obras de Beethoven e Mozart têm um foco excessivo na “música europeia branca do período escravagista”.

Como esta última designação abrange toda a história da humanidade, tendo começado a ser repudiada por obra do pensamento ocidental avançado, é possível que a nova inquisição queira um mundo sem música (ou talvez só com música atonal, o que é praticamente a mesma coisa).

Do outro lado do Atlântico, na Universidade de Delaware (onde estudou Joe Biden), o diretor do Departamento de Música, Paul Head, “reconhecendo” que os alunos selecionados por currículo e apresentações acabam tendo muitos estudantes com formação em música ocidental (o curso é de música, certo?). A alternativa seria “mudar o currículo para dar aos estudantes a liberdade de estudar outros gêneros de música fora a clássica”.

Ah, sim, o sistema de notação musical, escreveu um aluno no. Jornal da faculdade, também tem um pé na supremacia branca.

E os fenomenais músicos negros americanos que criaram o jazz apropriando-se brilhantemente de tudo, dos hinos religiosos à música clássica? E os musicistas asiáticos que se tornam estrelas? E uma Jessye Norman? E o mestiço Carlos Gomes?

“Sou um tupi tangendo um alaúde”, escreveu Mário de Andrade sobre a pororoca cultural que nos produziu. Pelos padrões atuais, provavelmente ele também vai, ironicamente, para a categoria supremacista branco.

É curioso imaginar o que ele diria ao ver a civilização ocidental se suicidar sem nem poder ouvir um Réquiem de Mozart.
 
BLOG  ORLANDO  TAMBOSI

Jornalismo - menos narrativas e mais fatos

 



O grande equívoco da imprensa é deixar de lado a informação e assumir, mesmo com a melhor das intenções, certa politização das coberturas. Carlos Alberto Di Franco para o Estadão:


Jornalismo é a busca do essencial, sem adereços, adjetivos ou adornos. O jornalismo transformador é substantivo. Sua força não está na militância, mas no vigor persuasivo da verdade factual e na integridade e no equilíbrio da sua opinião. A credibilidade não é fruto de um momento. É o somatório de uma longa e transparente coerência. É um ativo difícil de ganhar e fácil de perder.

A sociedade está cansada, exausta do clima de radicalização que tomou conta da agenda pública. Sobra opinião e falta informação. Os leitores estão perdidos num cipoal de afirmações categóricas e pouco fundamentadas, declarações de “especialistas” e uma overdose de colunismo militante. Um denominador comum marca o achismo que invadiu o espaço outrora destinado à informação qualificada: a politização.

A forte presença popular – não de baderneiros, mas de brasileiros comuns com suas famílias – nas manifestações do 7 de Setembro pediria uma leitura correta e manchetes adequadas aos fatos. Não foi o que aconteceu. Dois equívocos afloraram nas chamadas de alguns veículos. O primeiro deles foi simplesmente desqualificar os participantes de um evento pacífico como radicais e desconsiderar o que ocorreu.

Como salientou editorial do jornal Gazeta do Povo, também não há como ignorar que, além dos que foram às ruas, houve muitos outros que compartilharam de uma mesma insatisfação quanto ao futuro das liberdades democráticas no Brasil e quanto aos excessos recentes cometidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) – excessos que, surpreendentemente, continuam ignorados ou são até aplaudidos por setores da imprensa e da sociedade, incapazes de compreender o apagão da liberdade de expressão em curso no Brasil. Os abusos dessa liberdade existem, mas precisam ser identificados corretamente e coibidos nas instâncias adequadas; o que está havendo, no entanto, é uma repressão generalizada, dirigida indiscriminadamente contra um único lado do espectro ideológico, em que uma corte acumula funções de vítima, investigador e julgador, além de implantar um “crime de opinião” no País.

Protestar contra os excessos do STF não configura ação antidemocrática. Trata-se, ao contrário, de manifestação explícita de defesa da democracia. O discurso destemperado e fora de tom do presidente da República não poderia servir de pretexto para construir uma narrativa de costas para a realidade. Bolsonaro, ele mesmo, se deu conta do tamanho do estrago e recuou.

A radicalização é tóxica. Faz mal às relações familiares e pessoais, empurra políticos e autoridades para uma guerra que destrói pontes e compromete consensos mínimos para o funcionamento dos Poderes. E também faz grandes estragos na credibilidade dos meios de comunicação.

Em tempos de ansiedade digital, a reinvenção do jornalismo reclama revisitar alguns valores essenciais: amor pela verdade, paixão pela liberdade e uma imensa capacidade de sonhar e de inovar. Eles resumem boa parte da nossa missão e do fascínio do nosso ofício. Hoje, mais do que nunca, numa sociedade polarizada e intolerante, precisam ser resgatados e promovidos.

A democracia reclama um jornalismo vigoroso e independente. Comprometido com a verdade possível. O jornalismo de qualidade exige cobrir os fatos. Não as nossas percepções subjetivas. Analisar e explicar a realidade. Não as nossas preferências, as simpatias que absolvem ou as antipatias que condenam. Isso faz toda a diferença e é serviço à sociedade.

O grande equívoco da imprensa é deixar de lado a informação e assumir, mesmo com a melhor das intenções, certa politização das coberturas. Os desvios não se combatem com o enviesamento informativo, mas com a força objetiva dos fatos e de uma apuração bem conduzida.

O jornalismo sustenta a democracia não com engajamentos espúrios, mas com a força informativa da reportagem e com o farol de uma opinião firme, mas equilibrada e magnânima. A reportagem é, sem dúvida, o coração da mídia.

Os leitores, com razão, manifestam cansaço com o tom sombrio e negativo das nossas coberturas. É possível denunciar mazelas com um olhar propositivo. Em vez de ficarmos reféns do diz que diz, do blá-blá-blá inconsistente do teatro político, das intrigas e da espuma que brota nos corredores de Brasília, que não são rigorosamente notícia, mergulhemos de cabeça em pautas que, de fato, ajudem a construir um País que não pode continuar olhando pelo retrovisor.

Não podemos viver de costas para a sociedade real. Isso não significa ficar refém do pensamento da maioria. Mas o jornalismo, observador atento do cotidiano, não pode desconhecer e, mais do que isso, confrontar permanentemente o sentir das suas audiências.

A internet, o Facebook, o Twitter e todas as ferramentas que as tecnologias digitais despejam a cada momento sobre o universo das comunicações transformaram a política e mudaram o jornalismo. Queiramos ou não. Precisamos fazer a autocrítica sobre o nosso modo de operar. Não bastam medidas paliativas. É hora de dinamitar antigos processos e modelos mentais. A crise é grave. Mas a oportunidade pode ser imensa.
 
BLOG  ORLANDO  TAMBOSSI

A volta do "mais honesto"

 



Tal como Bolsonaro se elegeu aterrorizando o eleitorado com a visão de um novo mandato petista, Lula, que já se qualificou como “a alma mais honesta” do Brasil, conta com o pavor de um novo mandato bolsonarista para arrancar dele seus votos. Editorial do Estadão:


As decisões judiciais favoráveis a Luiz Inácio Lula da Silva têm servido ao seu partido não só para proclamar sua suposta inocência, mas reinventar a sua imagem. Tripudiando da memória dos brasileiros, o PT espera apagar seu passivo de incompetência, corrupção e negacionismo, anunciando-se a solução para as agruras do presente, como se não fosse um dos grandes responsáveis por muitas delas.

As revisões judiciais revelam mais as falhas da Justiça que as virtudes de Lula. Sua defesa contestou os vícios dos processos, não o seu mérito. Nunca houve explicações convincentes para casos como os do sítio ou do triplex. Se, com anos de atraso, a Suprema Corte declarou a suspeição do juiz de primeira instância, anulando as acusações que agora prescrevem, isso limpa a ficha eleitoral de Lula, mas sua ficha moral segue suja – em dimensões que extrapolam o âmbito judicial.

Em ininterrupta campanha eleitoral, o PT liberou recentemente uma peça de propaganda comparando a gestão de Jair Bolsonaro à de Lula. Não é por lapso de seus marqueteiros que as menções terminem em 2010. Assim como Bolsonaro tenta se desvencilhar de sua responsabilidade pelo desastre pandêmico, Lula tenta se desvencilhar da sua pelo desastre econômico que foi a década perdida de 2010, talvez a de menor crescimento desde a República Velha.

Após a conciliação promissora, mesmo surpreendente, no primeiro mandato, com a arquitetura econômica legada pelo governo FHC e a expansão de seus programas sociais, a gestão Lula aproveitou o boom das commodities para impulsionar o consumo, ampliar redes assistencialistas e injetar esteroides nos “campeões nacionais”, negligenciando as condições para um crescimento sustentável, como infraestrutura, produtividade e educação.

A contabilidade criativa de Dilma Rousseff – o poste do qual Lula tenta se desvencilhar – precipitou a economia no buraco do qual busca sair a duras penas com mecanismos de saneamento fiscal como o teto de gastos que Lula promete demolir. O negacionismo bolsonarista das ciências médicas não é menos acintoso que o negacionismo lulopetista das ciências econômicas.

Mas o legado do PT não se limita à recessão: há o mensalão e o petrolão. O partido, que há pouco acusava a Justiça de conspirar com as elites para perseguir o “pai dos pobres”, agora louva a sua idoneidade. Mas se “esquece” de que essa Justiça condenou seus correligionários por roubalheira bilionária. Nunca houve explicação, muito menos retratação, por tão volumosos malfeitos e tão celerados malfeitores. Ao contrário: seguem consagrados como “guerreiros do povo brasileiro”.

É fácil posar de moderado ante um delinquente político como Bolsonaro. Mas, recentemente, aquele que se anuncia como a esperança da democracia lamentou que o Brasil não tenha um partido com o mesmo “controle e poder de comando” do regime totalitário chinês. Quando milhões de cubanos foram às ruas, Lula acusou o bloqueio dos EUA – sem o qual Cuba seria uma “Holanda” –, silenciando sobre a ditadura mais longeva e sangrenta das Américas.

De resto, também o bolsonarismo é de algum modo uma criatura lulopetista. Em sua política belicosa do “nós contra eles”, tanto o PT acusou por toda parte um fascismo imaginário que o fascismo real se materializou. Ninguém duvida que a onda de votos que elegeu Bolsonaro foi motivada muito menos pelo entusiasmo por seus inexistentes programas de governo do que pela aversão a um quinto mandato petista. Seria irônico, não fosse trágico, que agora a criatura sirva de álibi para ressuscitar seu criador.

Não se pode nem sequer dizer que, ante a ameaça Bolsonaro, o PT queira uma anistia por sua incompetência, seus escândalos de corrupção, seu vandalismo sobre a moralidade pública, porque anistia pressupõe o reconhecimento de culpa. No caso do PT, como no inferno de Sartre, os culpados são sempre os outros.

Tal como Bolsonaro se elegeu aterrorizando o eleitorado com a visão de um novo mandato petista, Lula, que já se qualificou como “a alma mais honesta” do Brasil, conta com o pavor de um novo mandato bolsonarista para arrancar dele seus votos. Em troca, promete repetir milimetricamente o que os governos lulopetistas já fizeram e que pavimentou o caminho para o desastre econômico, político e moral no qual o País está metido.
 
BLOG  ORLANDO  TAMBOSI

 Pode ser uma imagem de texto que diz "SADL. SOLUÇÕES DE ENGENHARIA TOPOGRAFIA GEORREFERENCIAMENTO MEDIÇÃO DE ÁREA 71 99678-3783 contato@sadl.com.br"

Cinco atitudes que você precisa ter para preservar os oceanos

 

Abeaço


Em comemoração ao Dia Mundial do Mar, a associação Prolata traz algumas orientações para evitar a degradação marinha

Em 26 de setembro, é celebrado o Dia Mundial do Mar. A data foi instituída pela Organização Marítima Internacional (OMI) com o objetivo de conscientizar a população sobre a necessidade de proteger os oceanos, que contêm 97% de toda água do planeta e cobrem mais de 70% da superfície da Terra. Cuidar dos oceanos é fundamental para a humanidade, eles fornecem metade do oxigênio que respiramos, equilibram a temperatura e servem de lar para mais de um milhão de espécies marinhas.

A Prolata, associação sem fins lucrativos, focada em estimular a logística reversa de latas aço pós consumo, é comprometida em buscar alternativas que garantam revalorização e coleta dos resíduos sólidos. A Associação reconhece a importância de garantir que o lixo não chegue aos mares, onde frequentemente são encontradas sacolas, garrafas, copos descartáveis e outros materiais. O plástico, por exemplo, é responsável por 80% do lixo acumulado nos oceanos.

Além do descarte irregular, outras ações cotidianas que emitem gases responsáveis pelo efeito estufa contribuem para a degradação do oceano. Para diminuir esse problema, é necessário criar uma rotina que considere hábitos sustentáveis.

Para te ajudar, a Prolata trouxe cinco maneiras que podem diminuir a poluição marinha e, consequentemente, preservam a biodiversidade do planeta. Confira:

  1. Invista em embalagens mais sustentáveis: na hora de escolher um produto, prefira embalagens feitas de materiais recicláveis e efetivamente reciclados como aço, alumínio ou papel. O aço e alumínio, por exemplo, são 100% recicláveis, podendo ser reaproveitados inúmeras vezes sem perder as características originais dos materiais.Materiais que demoram mais tempo para se decompor e são deixados em áreas inadequadas podem contaminar as águas e espécies marinhas.
  2. Busque novas alternativas para se deslocar na cidade: quando possível, opte por outro meio de transporte que não seja o carro particular. O setor do transporte emite aproximadamente um quarto das emissões globais responsáveis pelo efeito estufa e é uma das principais causas da poluição nas cidades. O oceano absorve mais de 25% as emissões de dióxido de carbono geradas ela população.
  3. Recicle o seu lixo: separe o seu lixo para coleta seletiva entre orgânicos e recicláveis. Para o descarte de materiais de aço, a Prolata possui Postos de Entrega Voluntária (PEVs) em diversos municípios, nos quais podem ser descartadas latas de tintas e alimentos. (Confira aqui os endereços: https://www.prolata.com.br/.) Caso não haja um PEV Prolata próximo a sua residência, você pode descartar as latas no lixo de recicláveis.
  4. Preserve as praias: nunca descarte o seu lixo no mar. A ingestão de resíduos como o plástico pode provocar a perfuração do tudo digestivo dos animais marinhos, causando óbito.Assim que chegar à praia, localize a lixeira mais próxima. Caso não tenha, separe o seu lixo individualmente em sacolas recicláveis.  
  5. Seja um consumidor consciente: Preste atenção ao escolher as suas refeições. Você sabia que alimentos enlatados ajudam a reduzir? De acordo com estudo da Associação Europeia de Fabricantes de Latas de Aço (APEAL), um dos principais motivos que faz com que alimentos frescos sejam jogados no lixo é a deterioração. Na lata, alimentos perecíveis como frutas, vegetais, carnes e pescados ficam preservados por até três anos (ou mais), sem perda do valor nutricional, evitando o descarte.

Sobre o Prolata
O Prolata é uma associação sem fins lucrativos, criada em 2012, pela cadeia de valor dos fabricantes de latas de aço no Brasil. Iniciativa da Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço) e coordenação e patrocínio em conjunto com a Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas (ABRAFATI) para o cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), Lei no 12.305/10, e demais políticas públicas de âmbitos federal, estadual e municipal, o Prolata obtém recursos de seus associados e parceiros investidores, os quais são integralmente aplicados na manutenção e desenvolvimento de seus objetivos.



Imagens relacionadas

Cinco atitudes que você precisa ter para preservar os oceanos
Cinco atitudes que você precisa ter para preservar os oceanos
Divulgação Prolata
baixar em alta resolução



Press à Porter

Tatiane Almeida
tatiane@pressaporter.com.br
(11) 98913-4752

Startup oferece aula gratuita para investidores iniciantes

 


Valor do Dinheiro realiza Imersão do Investidor Iniciante no dia 04 de outubro

Os investimentos financeiros vêm chamando cada vez mais atenção dos brasileiros. Somente a Bolsa de Valores, registrou um salto de 92,1% de investidores cadastrados entre 2019 e 2020. O número, apesar de parecer relevante, representa apenas 3% da população.

No intuito de permitir que cada vez mais brasileiros comecem a investir, a educadora financeira Danielle Teixeira, especialista em investimentos e fundadora da startup Valor do Dinheiro, irá realizar a Imersão do Investidor Iniciante, no dia 04 de outubro, às 20h20, num evento online e gratuito.

A proposta é ajudar pessoas que desejam se organizar financeiramente para começar a investir. “A aula abordará o passo a passo, que pode literalmente fazer seu dinheiro render todos os dias, mesmo que você tenha pouco dinheiro para começar ou esteja com as finanças ainda desorganizadas”, explica Danielle.

A grande maioria das pessoas ainda aplica seu dinheiro na poupança por achar que esse é o único investimento seguro e por não conhecer outras opções de investimentos mais rentáveis e com mesma segurança.

Diante dessa dificuldade, a aula, com duração de uma hora e meia, abordará os principais tipos de investimentos disponíveis e seus benefícios: a renda fixa, variável, títulos públicos, CDB e a famosa Bolsa de Valores.

Quem já mudou sua forma de investir, aprova. Everton Vinicius, ex-aluno do programa de mentoria da Valor do Dinheiro, compartilha os resultados que obteve. Sem nenhum conhecimento anterior na área, os encontros lhe proporcionaram um entendimento aprofundado sobre cada tipo de investimento e as oportunidades para criar sua própria carteira de investimentos. “Antes, eu acreditava que era preciso ter muito dinheiro para investir. Eu comecei do zero e hoje, sei exatamente quais caminhos devo seguir, analisando as opções disponíveis e o melhor momento para isso”, compartilha.

Com tanto o que aprender, as expectativas para o evento são grandes. “Muitas pessoas se sentem perdidas com tantas opções de investimentos e termos técnicos, que irei descomplicar durante a aula. A ideia é de que, ao final, cada um consiga ter um melhor entendimento sobre qual caminho trilhar com base em suas condições financeiras”, finaliza Danielle.

 

Serviço:

Imersão do Investidor Iniciante

Dia 04 de outubro, às 20h20

Inscrições: https://valordodinheiro.orbitpages.online/imersao-investidor-iniciante



Imagens relacionadas


baixar em alta resolução



Nathalia Bellintani


Tel: +55 (11) 9849-1352
Email: nathalia@informamidia.com.br
www.informamidia.com.br

Branco cresce 70% no primeiro semestre de 2021 comparado com o mesmo período do ano passado

 


Graças ao superávit no Agronegócios, os agricultores adquiriram mais equipamentos para aumento de sua produção



O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) publicou, no último dia 12, o fechamento dos dados de julho do comércio exterior do agronegócio brasileiro. A balança comercial do setor encerrou o mês com saldo positivo de US$ 10,1 bilhões, sendo registradas exportações de US$ 11,29 bilhões e importações de US$ 1,23 bilhão. Na comparação com julho de 2020, houve alta de 38,6% nos preços médios das exportações, já no acumulado do ano, houve alta de 20,8%.


Em julho, apesar da acomodação nas exportações, alguns produtos do agronegócio brasileiro alcançaram volumes recorde de exportação ao longo do primeiro semestre de 2021: café, açúcar, algodão e carne suína. No acumulado do ano, de janeiro a julho de 2021, os produtos com maior variação positiva nos preços médios foram a soja (28,6%), a carne bovina (12,2%), o açúcar (14,7%), a madeira (15%) e o milho (22,2%).


A confiança do agricultor melhora, após a crise causada pela pandemia da COVID-19. Após analisar o setor, entender as necessidades do cliente e as tendências de mercado, a Branco, indústria brasileira que completa 85 anos de atuação e é referência no segmento de força e energia, além de líder em motores a combustão, lançou, ao longo do ano, produtos como Motocultivador multiagro, trator cortador, novos geradores, soprador, motobombas enfim muitos produtos que fazem a diferença no campo e que contribuíram para o aumento de sua produção.


No primeiro semestre de 2021 a empresa cresceu aproximadamente 70%, em comparação com o mesmo período em 2020, e graças à alta demanda, a companhia planeja lançar no segundo semestre duas novas marcas, com pelo menos 10 produtos novos, em diferentes categorias. Nos próximos 12 meses, vamos estrear em mais três categoriais de produtos, aumentando o nosso portfólio em 20%, afirma Juliano Silva, Diretor Geral da Branco. 

Um estudo da Associação Brasileira de Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) exemplifica essa confiança dos produtores em equipamentos com alta tecnologia e qualidade: a Associação espera crescimento real, descontada a inflação, de 30% nas vendas de máquinas e implementos agrícolas em 2021. No ano passado, as vendas reais cresceram 17%, e o faturamento do setor atingiu R$ 42 bilhões.



“Vale destacar que no ano em que comemoramos 85 anos, a Branco reforça o comprometimento com o setor ao desenvolver novos produtos, que atendem uma ampla gama de clientes, com tecnologia de ponta, design e qualidade dos motores Briggs & Stratton. Os lançamentos deste ano também embalaram ainda mais o crescimento da empresa, já que por si só já representam 25% do faturamento total da companhia, complementa Juliano. 


Parte do faturamento da Branco é revertido para o contínuo investimento na automatização de seus processos, melhoria de sua estrutura física e capacitação dos colaboradores.



Sobre a Branco: Fundada em 1936, a Branco Motores é uma das principais marcas nacionais no segmento de força e energia e oferece o mais completo e inovador portfólio de produtos. A empresa possui um compromisso permanente com a qualidade, a ética e o desenvolvimento de soluções pioneiras e eficientes. O portfólio conta com produtos nas linhas de motores, geradores, motobombas, motocultivadores, produtos para construção civil e jardim. São itens com alta tecnologia, desempenho, segurança e economia, além de reconhecida assistência técnica e pós-venda.



--

Mapeamento analisa mais de 370 negócios de impacto social; do total, 62% são liderados por mulheres

 


Pioneira no Brasil no fomento e aceleração de negócios de impacto social, a Artemisia conduziu um levantamento com mais de 370 negócios analisados para o processo de seleção do programa de aceleração Lab NIP; entre eles, empresas periféricas e de impacto socioambiental de diferentes setores. Entre as mapeadas, 232 negócios (62%) são liderados por mulheres; desses, 59% são conduzidos por mulheres negras e periféricas.

São Paulo | 2021  O empreendedorismo social feminino prospera e fortalece o Brasil. A despeito dos desafios encontrados para empreender, as mulheres estão transformando escassez em abundância de soluções criativas em diferentes setores. Um mapeamento conduzido pela Artemisia – organização pioneira no país no fomento de negócios de impacto social – com mais de 370 negócios periféricos das regiões Sul e Sudeste aponta que das empresas analisadas, 232 são lideradas por mulheres; dessas, 59% são conduzidas por empreendedoras pretas e periféricas. A análise integra o processo seletivo do Lab NIP: Negócios de Impacto da Periferia, programa gratuito de aceleração criado pela Artemisia, A Banca e FGVcenn, alinhado ao conceito de inclusão produtiva. Por meio de metodologia exclusiva, a iniciativa aceleradora potencializa negócios criados e geridos por empreendedores sociais de periferias.

Segundo Maure Pessanha, diretora-executiva da Artemisia, o levantamento – concluído em maio de 2021 – foi feita pela equipe de Busca e Seleção de Negócios da organização. “O mapeamento contou com uma análise do perfil dos negócios e dos sócios, além de entrevistas em profundidade com 20% da base de analisados, que lideram negócios de impacto social em diferentes territórios. O objetivo é produzir um conhecimento qualificado sobre esses empreendedores e entender quais são as principais demandas como, por exemplo, letramento digital que pode auxiliar na potencialização das vendas”, afirma a executiva.

Um dos exemplos dos negócios liderados por mulheres é o LabJaca. Fundado no Rio de Janeiro por Mariana de Paula Santos, a empresa é um laboratório que transforma dados, pesquisas e comunicação – compilados nas favelas e periferias – em narrativas audiovisuais acessíveis para a população. O objetivo é combater a narrativa “marginal” que costuma estigmatizar o morador de favela, trocando-a pela valorização do conhecimento local e pautar políticas públicas que visam potencializar esse território.

O Visão do Bem é um outro exemplo. Criado em 2017 por Ana Lúcia Barbosa Santos, no Rio de Janeiro, o negócio de impacto social realiza a venda de óculos de grau, exclusivamente dentro das comunidades. O foco é oferecer, a pessoas em situação de vulnerabilidade social, o acesso a consulta, exame oftalmológico e óculos de qualidade com preços acessíveis. A venda é feita por mulheres moradoras das comunidades, que passam por capacitação e atuam como comissionadas para terem renda com a revenda direta porta a porta.

Em Ribeirão Preto, São Paulo, a arquiteta e urbanista Natascha Vital tem conduzido a AzA Vital Studio – negócio de impacto social que tem como princípio tornar a arquitetura acessível. A empresa atua com serviços de reformas e obras de pequenas construções – de residências e espaços culturais e de lazer das periferias da cidade. A empreendedora norteia o trabalho pelo objetivo de evitar erros e desperdícios de materiais nas obras, dando a oportunidade de ter um planejamento técnico para este território.

De acordo com Fabiana Ivo, gestora operacional da Articuladora de Negócios de Impacto da Periferia (ANIP), mesmo com todos os avanços no campo do empreendedorismo, ainda hoje, o empreendedorismo social feminino segue enfrentando diversos desafios. "Dentre eles, destaco a dificuldade em se obter igualdade em temas como acesso a capital-semente e crédito justo, fatores que podem impedir o desenvolvimento de negócios liderados por mulheres", afirma, acrescentando que é necessário evidenciar o impacto positivo que esses negócios – encabeçados por empreendedoras que produzem em seus territórios – e, também, enxergar o aumento da qualidade de vida de outras mulheres do entorno.

Para Edgard Barki, coordenador do FGVcenn, o mapeamento mostra a força do empreendedorismo feminino na periferia e, principalmente, das empreendedoras negras. "Os negócios liderados por essas mulheres movimentam a economia e criam emprego e renda. É preciso criar mais mecanismos de apoio para que essas empreendedoras possam se estruturar melhor e potencializar ainda mais seus negócios”, defende.

 

||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||| CONCLUSÕES DO MAPEAMENTO |||||||||||||||||||||||||||||||||||||| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||| ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||

 

MAPEAMENTO DE +370 NEGÓCIOS

PERIFÉRIOS DAS REGIÕES SUL E SUDESTE DO PAÍS

 

  • As mulheres negras estão no comando dos negócios periféricos: a maioria dos mais de 370 negócios analisados pela Artemisia são liderados por mulheres: 232 negócios, o equivalente a 62% dos mapeados. Empreendedoras negras e periféricas lideram 59% dessas empresas de impacto social, que reportam que, embora a motivação para empreender tenha sido, muitas vezes, por necessidade, amam o que fazem.
  • Migração para o digital: vários dos negócios que integram o mapeamento já tinham um canal digital (site, Instagram e Facebook), antes da pandemia. Hoje, no contexto de distanciamento social, estão aprendendo a vender os produtos e serviços de maneira totalmente ou parcialmente digital.
  • Vendas diminuíram na pandemia: muitos empreendedores foram e ainda estão sendo afetados economicamente pela pandemia.
  • “Quero viver do meu negócio, mas ainda não consigo”: essa é a fala de muitos dos empreendedores que lideram os mais de 370 negócios mapeados. A sustentabilidade financeira é algo que consideram importante, mas que ainda não conseguem atingir com sucesso.
  • Parceria: a maioria dos empreendedores não está sozinha na empreitada, ou seja, contam com sócios, equipe ou terceirizados; mas muitos não conseguem ainda se dedicar 100% do tempo ao negócio.
  • Setores: o mapeamento mostrou que a maioria dos negócios se enquadra em setores como Arte e Cultura, Moda & Acessórios e Artesanato. Um ponto que se destaca é o grande número de negócios que se encaixam no microempreendedorismo. “Esse é um ponto interessante porque são iniciativas que buscam formar novos empreendedores dentro da periferia – sobretudo, jovens, mulheres e integrantes de públicos em situação de vulnerabilidade. Há, também, empreendedores mais experientes que precisam se reinventar e se estabelecer melhor em um cenário pós-pandemia”, detalha Maure Pessanha.
  • Homens: dos 126 negócios liderados por eles (33,8%), o mapeamento aponta que 36,5% são de raça preta; 31,7% de raça parda; e 24,6% são de raça branca.

 

*Dados baseados em autodeclarações feitas pelos empreendedores e empreendedoras do programa.

 

 

ARTEMISIA | Organização sem fins lucrativos pioneira no fomento de negócios de impacto social no Brasil. A Artemisia apoia negócios voltados à população em situação de vulnerabilidade econômica, que criam soluções para problemas socioambientais e provocam impacto social positivo por meio de sua atividade principal. Sua missão é identificar e potencializar empreendedores (as) e negócios de impacto social que sejam referência na construção de um Brasil mais ético e justo. Já apoiou mais de 530 iniciativas de todo o Brasil em seus diferentes programas, tendo acelerado intensamente mais de 180 negócios de impacto social. Fundada em 2005, a Artemisia possui atuação nacional. www.artemisia.org.br

 

ARTICULADORA DE NEGÓCIOS DE IMPACTO SOCIAL (ANIP) | Para apoiar e potencializar o empreendedorismo periférico, A Banca, a Artemisia e o FGVcenn se uniram, em 2018, para criar uma iniciativa pioneira na temática; em 2020, as organizações anunciaram a nova Articuladora de Negócios de Impacto da Periferia. Com uma estratégia integrada de apoio à jornada empreendedora dentro das periferias, a ANIP – que atua em quatro grandes frentes de atuação: mobilização e inspiração; novos modelos financeiros; geração de conhecimento; e formação de empreendedores – conta com o apoio da Fundação ARYMAX, Fundação Tide Setubal, Fundação Casas Bahia, Instituto Humanize e AZ Quest. Hoje, como articuladora, tem a intenção de compreender, articular e mobilizar atores estratégicos para a consolidação do ecossistema de negócios de impacto nas periferias. www.articuladoranip.com

 

MAIS INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA

Assessoria de imprensa da Artemisia | imprensa@artemisia.org.br

Betânia Lins betania.lins@gmail.com

Celular: (11) 9 7338-3879

 

 



Imagens relacionadas


baixar em alta resolução




Betania Lins

(11) 97338-3879

Semana do Trânsito: a tecnologia salva vida

 

Pointer


Já começou a semana que é dedicada a conscientizar as pessoas sobre o ato de dirigir com prudência, mas o que muitas pessoas não sabem, é que isso pode se tornar uma tarefa muito mais fácil. Especialista explica...

Com certeza todo mundo já se perguntou o por que tantas mortes no trânsito continuam a acontecer. As respostas são inúmeras: imprudência, falta de manutenção, estradas impróprias, entre outros. Todos esses fatores acarretaram em 2019, últimos dados fornecidos pelo Observatório Nacional de Segurança Viária, em 31.945 vítimas fatais nas vias brasileiras.

E se as pessoas descobrissem que seria muito mais fácil prevenir esses acontecimentos por meio da Internet das Coisas (IoT – Internet of Things)?

Daniel Schnaider, especialista em tecnologias disruptivas para prevenção de acidentes no trânsito, apresenta a perda de vidas por essa causa não só no Brasil, mas também no mundo, como fator pandêmico e ressalta que é preciso, urgentemente, falar sobre telemetria.

 

Não existe saída melhor para preservar vidas no trânsito do que a IoT. As políticas públicas precisam começar a pensar em monitoramento, educação que, por fim, resulta na prevenção. As pessoas não imaginam quantas possibilidades a tecnologia pode trazer, como exemplo, melhorar a direção em até 400%. – Daniel Schnaider (CEO da multinacional Pointer by PowerFleet Brasil)

 

São três os pilares mais importantes e que podem ser facilmente resolvidos com câmeras e dispositivos instalados, de acordo com o especialista.

- Como estou dirigindo?

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 90% dos acidentes de trânsito são causados por falhas humanas; 15% das mortes no trânsito são provenientes de motoristas alcoolizados e, de acordo com a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, 18% está relacionado à fadiga do condutor. Esses dados mostram que a educação e o monitoramento do condutor são prioridades.

A IoT é capaz de emitir alertas a qualquer sinal de curvas perigosas, freadas bruscas, até mesmo comportamento inadequado do motorista, tudo isso em tempo real. Além de “ensinar” o condutor diariamente a ser melhor em suas decisões, tornando-o mais pró ativo em situações de risco. A tecnologia falará com o motorista e com a central, isso poderá fazer com que o possível infrator seja parado antes mesmo de causar um acidente.

- Manutenção

Não manter o veículo em boas condições, segundo a OMS, representa 4% dos acidentes, ou seja, a falha mecânica pode trazer sérias consequências e as desculpas, provavelmente, são as mesmas: “não sabia que estava assim”, “meu mecânico não disse nada”, “eu mandei para revisão”.

Com um dispositivo acoplado no carro, é possível escanear constantemente todas as funcionalidades do veículo. A tecnologia vai detectar e emitir sinais sonoros e visuais para alertar o condutor do problema, seja nos pneus, motor, direção ou freios.

- Más condições das vias

Ainda a OMS mostra que 6% dos acidentes são provenientes das falhas nas vias. Pode não ser culpa diretamente do condutor, mas com certeza é possível driblar esses obstáculos. Com uma linha de trajeto traçada de forma que identifique as melhores rotas e previna o motorista do que ele irá encontrar, é bastante simples desviar o caminho, ou mesmo, redobrar a atenção.

 

Daniel Schnaider é CEO da Pointer by Powerfleet Brasil, líder mundial em soluções de IoT para redução de custo, prevenção de acidentes e roubos em frotas. Integrou a Unidade Global de Tecnologia da IBM e a 8200 unidade de Inteligência Israelense. Especialista em logística, tecnologias disruptivas, economista e autor da obra "Pense com calma, aja rápido".

 



Imagens relacionadas


Carro foto criado por aleksandarlittlewolf - br.freepik.com
baixar em alta resolução



Enxame de Comunicação

Caroline Arnold
caroline@enxamedecomunicacao.com.br
(11) 96476-2941

Mais 10 casos da variante Delta em sete cidades da Bahia

 


A variante Delta da covid-19 não para de se espalhar na Bahia. Nesta segunda-feira (20), o Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia (Lacen-BA) divulgou ter detectado mais 10 casos em sete cidades do estado: Senhor do Bonfim (2), Sapeaçu, Conceição do Almeida, Salvador (2), Vereda, Medeiros Neto (2) e Vitória da Conquista. Um dos casos evoluiu para óbito, mas a Sesab não divulgou qual. A idade dos pacientes varia de um a 45 anos. São três homens e sete mulheres. A detecção foi feita por meio de sequenciamento genético. Com os novos registros, a Bahia tem, no total, 14 casos da variante, com dois óbitos. Os quatro primeiros foram identificados em residentes dos municípios de Feira de Santana, Vereda e Prado, além de um tripulante de um navio ancorado em Salvador. Apesar dos casos da Delta, a variante Gamma é a responsável por quase 80% das infecções no estado. Segundo a Sesab, a escolha das amostras para o sequenciamento é baseada na representatividade de todas as regiões geográficas do estado da Bahia, casos suspeitos de reinfecção, amostras de indivíduos que evoluíram para óbito, contatos de indivíduos portadores de variantes de atenção (VOC) e indivíduos que viajaram para área de circulação das novas variantes com sintomas clínicos característicos. A secretária da Saúde da Bahia em exercício, Tereza Paim, alerta que a principal medida para conter o avanço da covid-19 e, por consequência, a variante Delta, é o avanço da vacinação. “É importante que as pessoas busquem as unidades de saúde para tomarem o imunizante contra a doença, incluindo também a dose de reforço. O esquema completo de vacinação dá uma maior garantia de defesa contra a Covid-19”, ressalta. Reconhecido como a 3ª maior unidade de vigilância laboratorial do país e classificado na categoria máxima de qualidade pelo Ministério da Saúde, o Lacen-BA já analisou amostras de mais de 150 municípios dos nove Núcleos Regionais de Saúde. Vitória da Conquista teve o primeiro caso confirmado da variante delta da covid-19. A paciente, uma mulher de 39 anos, estava vacinada com as duas doses, não chegou a ser internada e já está recuperada, informou a prefeitura da cidade. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Conquista, seis meses antes a mulher tomou as duas doses da Coronavac. Depois disso, viajou para o Espírito Santo e retornou à Bahia em 14 de agosto, assintomática. Ela declarou que continuou fazendo uso correto da máscara nesse período. Dois dias depois de voltar da viagem, a mulher começou a apresentar obstrução nasal, febre, tosse a ter calafrios. Ela seguiu em isolamento domiciliar. No dia 19, cinco dias após chegar da viagem, fez o teste de laboratório para saber se estava com covid-19, o que se confirmou. Em 2020, a paciente já tinha sido diagnosticada com covid-19. O novo resultado do exame foi submetico ao sequenciamento genético e foi identificado que se tratava da variante delta. O resultado foi enviado na sexta (17) à Coordenação da Vigilância Epidemiológica da SMS. Em investigação clínica e epidemiológica, a paciente foi monitorada desde o início dos sintomas, sendo observada a evolução benigna da doença e hoje ela se encontra recuperada, acrescenta a SMS. Um familiar com quem a paciente teve contato também apresentou resultado positivo para Covid-19 e se manteve em isolamento domiciliar por 10-14 dias do início dos sintomas. A variante Delta tem um histórico de transmissibilidade maior do que as demais variantes, mas a vacinação tem se mostrado eficaz para conter os quadros graves que necessitam de hospitalização. Em nota, a secretaria reforça a importância da população se vacinar e continuar com os cuidados para evitar disseminação da doença, como usod e máscaras e de álcool em gel.

Diplomata da comitiva de Bolsonaro testa positivo para Covid

 


Um diplomata brasileiro enviado aos Estados Unidos para planejar a viagem do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) testou positivo para Covid-19 no sábado (18/9), segundo revelou a CNN. Ele havia tomado apenas a primeira dose da vacina e esteve em contato com pelo menos 30 pessoas, dentre funcionários da diplomacia brasileira em Nova York e estrangeiros. O presidente chegou aos EUA nesse domingo (19/9) para participar da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) e discursa nesta terça-feira (21/9). Bolsonaro ainda não tomou a vacina contra o novo coronavírus e está hospedado no mesmo hotel que o diplomata. Segundo a CNN, o Itamaraty está tratando o assunto com reserva, já que o jovem teve contato com integrantes de outros países. O órgão está rastreando por onde ele passou nos Estados Unidos para poder informar as autoridades americanas. Tanto o Itamaraty como a Secretaria de Comunicação do Palácio do Planalto (Secom) ainda não se manifestaram. Na foto, Bolsonaro come pizza no meio da rua porque não está vacinado. Em Nova Iorque é proibido entrar no comércio sem vacinação.

Bahia registra 130 novos casos de Covid e mais 16 óbitos

 



Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 130 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,01%) e 165 recuperados (+0,01%). O boletim epidemiológico desta segunda-feira (20) também registra 16 óbitos. Apesar de as mortes terem ocorrido em diversas datas, a confirmação e registro foram realizados hoje. Dos 1.229.200 casos confirmados desde o início da pandemia, 1.200.087 já são considerados recuperados, 2.342 encontram-se ativos e 26.771 tiveram óbito confirmado. Os dados ainda podem sofrer alterações devido a instabilidade do sistema do Ministério da Saúde. A base ministerial tem, eventualmente, disponibilizado informações inconsistentes ou incompletas. O boletim epidemiológico contabiliza ainda 1.526.952 casos descartados e 233.425 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta segunda-feira. Na Bahia, 51.975 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Com 9.586.502 vacinados contra o coronavírus (Covid-19) com a primeira dose ou dose única, a Bahia já vacinou 75,29% da população com 12 anos ou mais, estimada em 12.732.254. A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) realiza o contato diário com as equipes de cada município a fim de aferir o quantitativo de doses aplicadas e disponibiliza as informações detalhadas.

Itabuna: 34.138 casos de covid (+12) Ilhéus: 22.021 (+9) (Sesab)

 


Com mais 203 mortes por covid, Brasil ultrapassa 590 mil

 




 Pode ser uma imagem de texto que diz "SADL. SOLUÇÕES DE ENGENHARIA TOPOGRAFIA GEORREFERENCIAMENTO MEDIÇÃO DE ÁREA 71 99678-3783 contato@sadl.com.br"

Pesquisas comprovam que crianças bilíngues têm mais facilidade para aprender

 

Positivo


Neurociência aponta maior plasticidade do cérebro das pessoas bilíngues, que significa melhor adaptabilidade em diferentes circunstâncias, maior capacidade de concentração, autoconfiança, autocontrole e memória

 

Novos estudos na área da neurociência podem explicar o aumento impressionante da procura por escolas bilíngues - e a multiplicação dessas instituições na mesma velocidade. Isso porque os neurocientistas mostraram que a translinguagem proporcionada pelo bilinguismo é uma das melhores formas de desenvolver a plasticidade do cérebro, ou neuroplasticidade, que é a capacidade de mudança e reorganização dos neurônios de acordo com mudanças ambientais, experimentais, sociais e físicas. "Isso se deve, em grande parte, ao treinamento que nosso cérebro recebe ao alternar entre um idioma e outro ao decidir como se comunicar", explica a coordenadora do Ensino Bilíngue do Centro de Inovação Pedagógica, Pesquisa e Desenvolvimento do Colégio Positivo (CIPP), Ana Paula Teixeira.

Um estudo da Universidade de Stanford chamado Bilingual Brains revela que, por estimular a neuroplasticidade constantemente, crianças bilíngues têm maior habilidade de bloquear distrações, reter a atenção e priorizar, analisar, focar e organizar a informação. O neurocientista Andrea Mechelli, da University College London, mostra que falar duas línguas provoca mudanças anatômicas no cérebro, aumentando a densidade da massa cinzenta – e ainda: quanto mais cedo as crianças aprendem o segundo idioma e quando maior a proficiência, maior a massa cinzenta.

Em comparação com os monolíngues, as crianças bilíngues estudadas, que tiveram de cinco a dez anos de exposição bilíngue, alcançaram médias mais altas no desempenho cognitivo nos testes e maior foco de atenção, resistência à distração, tomada de decisão, julgamento e capacidade de resposta ao feedback. A neuroimagem correlacionada dessas crianças revelou maior atividade nas redes do córtex pré-frontal que direcionam essas e outras funções executivas que apoiam o comportamento orientado para metas, incluindo direcionamento do foco atento, priorização, planejamento, automonitoramento, controle inibitório, julgamento, memória de trabalho (manutenção e manipulação de informações) e análise.

Pesquisas na Universidade de Cambridge aumentam as evidências de que bilíngues têm vantagem em habilidade cognitiva, interação social e habilidades de comunicação. No Brasil, o Colégio Positivo conta com ensino bilíngue em 14 unidades no Paraná e em Santa Catarina. “Além de todos os benefícios cognitivos, o ensino bilíngue desperta nos alunos a sensibilidade intercultural, ampliando as perspectivas desses alunos, favorecendo que saibam se colocar no lugar do outro, entendendo melhor a sua própria realidade, seus valores, suas crenças e percebendo a realidade do outro como algo a ser visto com menos estranheza, e mais aceitação", revela a coordenadora.





___________________________________

Sobre o Colégio Positivo

O Colégio Positivo compreende oito unidades na cidade de Curitiba, onde nasceu e desenvolveu o modelo de ensino levado a todo o país e ao exterior. O Colégio Positivo - Júnior, o Colégio Positivo - Jardim Ambiental, o Colégio Positivo - Ângelo Sampaio, o Colégio Positivo - Hauer, o Colégio Positivo - Internacional, o Colégio Positivo - Água Verde, o Colégio Positivo - Boa Vista e o Colégio Positivo - Batel atendem alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio, sempre combinando tecnologia aplicada à Educação, material didático atualizado e professores qualificados, com o compromisso de formar cidadãos conscientes e solidários. Em 2016, o grupo chegou em Santa Catarina - onde hoje fica o Colégio Positivo - Joinville e o Colégio Positivo - Joinville Jr. Em 2017, foi incorporado ao grupo o Colégio Positivo – Santa Maria, em Londrina (PR). Em 2018, o Positivo chegou a Ponta Grossa (PR), onde hoje está o Colégio Positivo - Master. Em 2019, somaram-se ao Grupo duas unidades da escola Passo Certo, em Cascavel (PR), e o Colégio Semeador, em Foz do Iguaçu (PR). Em 2020, o Colégio Vila Olímpia, em Florianópolis (SC), passou a fazer parte do Grupo. Em 2021, com a aquisição da St. James' em Londrina (PR), o Colégio Positivo passa a contar com 17 unidades de ensino, em sete cidades, no Sul do Brasil, que atendem, juntas, aproximadamente 16 mil alunos desde a Educação Infantil ao Ensino Médio.






Central Press

MAIS INFORMAÇÕES / AGENDAMENTO DE ENTREVISTAS
Curitiba: + 55 41 3026-2610 | + 55 41 99273-8999
São Paulo: + 55 11 94199-9379
Londres: + 44 7379-138858
centralpress@centralpress.com.br
www.centralpress.com.br

   

Imagens



divulgação / Colégio Positivo
baixar em alta resolução




divulgação / Colégio Positivo
baixar em alta resolução




divulgação / Colégio Positivo
baixar em alta resolução

Livro discute a importância de liderar com amor para promover mudanças profundas no mundo corporativo

 

Ligia Costa


Em pré-lançamento, obra repleta de cases reais debate a atuação de gestores compassivos e a necessidade de evolução de estilos de liderança

Chega ao mercado o livro Líder Humano Gera Resultados, escrito pela empresária Ligia Costa. A publicação do selo Autoridade, da Editora Gente, apresenta um debate inovador e profundo sobre o futuro da liderança e a necessidade de mudanças para um modelo de gestão mais inclusivo e compassivo. Para o pré-lançamento do livro foi programada uma série de iniciativas. Na próxima semana, entre os dias 21 e 23 de setembro, serão três lives com a participação da autora e de convidados especiais. A publicação estará disponível nas livrarias do Brasil a partir de 6 de outubro.

O livro Líder Humano Gera Resultados, fruto de anos de pesquisas e reflexões de Ligia Costa sobre o universo empresarial, é repleto de depoimentos, cases reais de sucesso e constitui um trabalho sem paralelo na área no Brasil. “Na obra, falamos de um olhar mais humano e altruísta por parte de quem lidera”, diz a autora. “Aquele que conduz uma equipe tem como papel estar a serviço, fazer o seu melhor para que o time esteja psicologicamente seguro e, assim, atinja resultados de alta performance. Liderar com amor é ser aprendiz, curioso e aberto ao diálogo. Consiste em estar focado na ampliação de consciência para obter negócios e lideranças sustentáveis, capazes de gerar resultados impactantes”, ressalta.

Na próxima semana, para o pré-lançamento do livro, estão previstas três lives. A primeira desta série, no dia 21 de setembro, será realizada pela Casa Firjan. A webinar do dia 22 é promovida pela Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EESP), onde Ligia é professora. No dia 23, a autora se encontra com lideranças femininas em uma live que será transmitida pelo canal da agência Thank God it’s Today. Nas webinars, os participantes encontram na trajetória de Ligia uma voz da nova liderança, pautada pelo autoequilíbrio, igualdade de gêneros, inclusão e diversidade dentro das empresas. No Brasil, a empresária é precursora do movimento “Liderar com amor gera lucros”.

“Esta semana de pré-lançamento do livro, com as três lives programadas, é muito especial para mim”, afirma Ligia. Em uma parceria com o instituto Capim Santo, fundado pela chef Morena Leite, cada exemplar vendido no período de 21 de setembro a 6 de outubro, vai gerar a doação de uma marmita para reduzir a fome de famílias em vulnerabilidade, prejudicadas pela Covid-19. “Esta é uma contribuição importante para o nosso entorno, para a nossa comunidade”, diz a autora.

Acompanhe as lives programadas para o pré-lançamento do livro:

 

Casa Firjan, 21/09, às 19h

Ambiente de inovação, educação, criatividade e tendências, a Casa Firjan, da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, promove a live de pré-lançamento do livro no dia 21/09, às 19h.

Neste evento on-line e gratuito, Ligia Costa debate a “liderança humana”, ponto crucial de seu livro, com Patricia Coimbra, vice-presidente de RH, Sustentabilidade e Marketing da SulAmérica, tendo como mediadora Maristella Iannuzzi, da CMI Bussiness Transformation.

No encontro vai discutir a transformação e a evolução dos estilos de liderança.

A live pode ser acessada em Bit.ly/aquario21set .

 

FGV EESP, 22/09, às 19h

Para o pré-lançamento do livro Líder Humano Gera Resultados, a Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EESP) realiza um webinar gratuito, no dia 22 de setembro, às 19h, com a participação de Ligia Costa, Thiago Godoy, head de Educação Financeira da XP Inc, e mediação da jornalista Isabela Leite.

O debate vai repercutir a realidade atual em que as relações estão cada vez mais frágeis e os modelos convencionais de gestão, fadados ao fracasso. No ambiente corporativo, os participantes vão abordar a frequência dos afastamentos por saúde mental, burnout e crises nas lideranças.

Os interessados em participar devem se inscrever pelo site: https://evento.fgv.br/liderhumanogeraresultados . Após o cadastro, os participantes receberão o endereço do evento por e-mail.

 

Thank God it’s Today, 23/09, às 19h

No pré-lançamento do livro Líder Humano Gera Resultados, a live do dia 23/09 começa às 19h no canal da agência Thank God it’s Today. Neste encontro, Ligia Costa vai reunir lideranças femininas do mundo corporativo, como a gerente geral Alta Renda do Banco do Brasil  Roberta Camargo Pequim e gerente de regionais da ABRH-SP (Associação Brasileira de Recursos Humanos – São Paulo), psicóloga, mentora e diretora do Grupo Rosa e Amor, Roberta Nunes Barbosa.

A live pode ser acessada em https://bit.ly/LivroLigiaCosta

 

Sobre a autora

Ligia Costa é a empreendedora à frente da agência de transformação de indivíduos Thank God it’s Today. A empresa prepara líderes por meio do desenvolvimento de habilidades socioemocionais. Atuou no Vale do Silício, nos Estados Unidos, na LucasArts, empresa de games do George Lucas, e foi executiva em multinacionais por 18 anos. Atuou em agências de publicidade como Ogilvy Mather, 141 e Neogama BBH. Também foi diretora de marketing da Brasil Telecom e liderou equipes em oito países na América Latina como executiva regional pelo Yahoo. Eleita em 2012 executiva destaque pelo jornal Valor Econômico, é formada em Marketing pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduada em Gestão Organizacional e Relações Públicas pela Universidade de São Paulo (USP). Ligia é professora na Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV EESP).

 

Serviço

Líder Humano Gera Resultados: como ser um líder que transcende o eu e faz a equipe e a empresa crescerem

Editora Gente/selo Autoridade (www.editoragente.com.br)

Nas livrarias a partir de 6 de outubro.

Parceria: entre 21/09 e 6/10, a compra de um livro gera a doação de uma marmita pelo instituto Capim Santo.

Mais informações: http://ligiacosta.com.br/

 



Imagens relacionadas

Líder Humano Gera Resultados - nas livrarias a partir de 6 de outubro
Líder Humano Gera Resultados - nas livrarias a partir de 6 de outubro
Divulgação
baixar em alta resolução


Ligia Costa
Ligia Costa
Divulgação
baixar em alta resolução



MXP Comunicação

Maiko Magalhães
maiko.magalhaes@mxpcomunicacao.com
(19) 98178-8100