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“O Brasil é um laboratório avançado de mensageria conversacional”, afirma VP da Sinch para as AméricasPara a empresa, o RCS, será a próxima onda de crescimento no país, elevando o nível de segurança e personalização na comunicação entre marcas e clientes. Clique aqui para visualizar a foto de Julia Fraser, vice-presidente da Sinch para as Américas São Paulo, março de 2026 – Enquanto empresas na América do Norte e Europa ainda focam em comunicações de via única, o Brasil se consolida como um dos mercados mais avançados do mundo em mensageria conversacional. Segundo informações da Sinch, líder global em comunicações em nuvem o consumidor brasileiro é um dos mais exigentes, demandando experiências interativas e fluidas com as marcas, muito acima do padrão global. Impulsionado pela dominância do WhatsApp e por uma cultura mais orientada ao diálogo, o país se tornou um ambiente onde a comunicação evoluiu de simples envios de ofertas para conversas de mão dupla, com personalização e capacidade de fechar negócios. “Em muitos mercados, a comunicação ainda é uma mensagem simples, como ‘aqui está seu desconto’. No Brasil, as marcas conversam, engajam e conduzem jornadas de compra completas por canais de mensagem. Esse padrão inovador transforma o país em uma fonte de aprendizado para a Sinch globalmente”, afirma Julia Fraser, vice-presidente da Sinch para as Américas. Com a chegada do RCS ao ecossistema de mensagens nativas dos smartphones, a empresa vê a tecnologia como a próxima grande onda de crescimento no país. O formato atua como uma evolução do SMS, adicionando atributos essenciais para a confiança do consumidor, como a verificação da marca e mais camadas de segurança. Além disso, o RCS traz uma dimensão crítica para as empresas: dados de interação do usuário, como taxas de abertura, leitura e cliques, aproximando a experiência da mensuração típica do marketing digital. “O RCS será reconhecido pela verificação e identidade visual da marca. Mas o benefício estratégico está no nível de informação sobre o comportamento do cliente, que é valioso para orquestrar a jornada de comunicação de forma mais inteligente”, destaca a executiva. Apesar da força das novas tecnologias, a Sinch ressalta que canais tradicionais não perdem espaço, mas ganham funções estratégicas. Contrariando o discurso de que “o e-mail morreu”, a empresa reforça que ele segue relevante para comunicações de maior densidade e fluxos de relacionamento. Globalmente, a companhia sustenta um negócio robusto de e-mail e iniciou sua oferta na América Latina há pouco mais de um ano, com crescimento gradual. “Organizações maduras não abandonam canais: elas aprendem a usá-los melhor. A inteligência está em decidir quando usar e-mail, quando usar mensageria, sempre com base em dados e no que o cliente valoriza”, reforça a vice-presidente. Em um mercado marcado por fraudes, a Sinch afirma que investe em integridade de campanhas e gestão de risco, com conectividade direta com as principais operadoras no Brasil para garantir a qualidade na entrega das mensagens. “O que muitos mercados ainda estão tentando entender, o Brasil já está praticando. Para nós, isso transforma o país em um espaço de desenvolvimento de soluções que podem escalar globalmente”, conclui Fraser. Sobre a Sinch A visão de Sinch é conectar cada negócio com cada cliente, em qualquer lugar do mundo. Com a base mais confiável do setor para comunicações inteligentes com clientes, a Sinch gere mais de 900 bilhões de interações com clientes anualmente para mais de 200.000 clientes ao redor do mundo. Empresas globais líderes, incluindo inovadoras em IA, contam com a Sinch para fortalecer o relacionamento com os clientes e proporcionar experiências fluidas por mensagens, e-mail e voz. Lucrativa desde sua fundação em 2008, a Sinch gerou vendas líquidas de USD 3 bilhões (SEK 27 bilhões) em 2025 e conta com mais de 4.000 funcionários em mais de 60 países, com sede em Estocolmo. Sinch está listado na Nasdaq Estocolmo (XSTO: SINCH). Visite-nos no sinch.com. Assessoria de imprensa DFREIRE Comunicação e Negócios (11) 5105-7171/ (11) 97399-0031 Debora Freire - debora@dfreire.com.br - (11) 99976-1165 Luciana Abritta – luciana@dfreire.com.br (11) 99299-0411 Estela Naime - estela@dfreire.com.br - (16) 99762-1467 |








Os
testes realizados com seres humanos para saber se uma nova vacina, um
novo medicamento ou tratamento é seguro e eficaz são chamados de estudos
clínicos. O Brasil, apesar da diversidade étnica e grande população,
ocupa a 19ª posição no ranking mundial de pesquisa clínica segundo
estudo da empresa IQVIA, mas esse cenário está prestes a mudar, graças
ao Decreto nº 12.651/2025, que regulamentou a Lei da Pesquisa Clínica
com Seres Humanos (Lei nº 14.874/2024) em outubro do ano passado.







