MEDIÇÃO DE TERRA

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MEDIÇÃO DE TERRAS

domingo, 26 de abril de 2026

 Pode ser uma imagem de texto que diz "Como diz O filósofo Cortella: O MAL DAS PESSOAS É ACHAREM QUE NADA ACABA. QUE A PACIÊNCIA NÃO ACABA QUE A ADMIRAÇÃO NÃO ACABA. QUE O SENTIMENTO NÃO ACABA. MAS A VERDADE É SIMPLES: SE NÃO VALORIZAR, TUDO ACABA"

Brasil registra mais de 700 mil novos casos de câncer por ano; cerca de 40% podem ser prevenidos

 


Oncologista do CEJAM aponta como mudanças de hábitos podem ajudar na prevenção da doença

São Paulo, abril de 2026 - O Brasil registra cerca de 704 mil novos casos de câncer por ano, segundo a estimativa mais recente do Instituto Nacional de Câncer (INCA/Ministério da Saúde) para o triênio 2023-2025. O volume mantém a doença entre os maiores desafios de saúde pública no país, mas há um dado que reposiciona o debate: de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 30% e 50% dos casos podem ser prevenidos com medidas como redução do tabagismo e do consumo de álcool, alimentação mais saudável, atividade física e vacinação.

“Quando falamos em câncer, muita gente pensa que é sempre genética. Não é. Uma parte importante tem relação direta com fatores modificáveis: tabagismo, álcool, excesso de peso, sedentarismo, alimentação inadequada e exposição solar sem proteção”, afirma a Dra. Laísa Silva, oncologista do Hospital Regional de Assis, unidade da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) e gerenciada pelo CEJAM – Centro de Estudos e Pesquisas ‘Dr. João Amorim’.

Conforme  o INCA, entre os cânceres mais incidentes no país estão o de pele não melanoma, mama, próstata, cólon e reto, pulmão e estômago. “Nas mulheres, o câncer de mama segue como o mais comum; nos homens, o de próstata. Mas é importante olhar também para os tumores fortemente associados a hábitos — como pulmão, por exemplo, muito ligado ao tabaco”, explica Dra. Laísa.

O tabagismo é o fator isolado mais prevenível. No mundo, está relacionado a uma parcela expressiva das mortes por câncer e segue como prioridade de saúde pública. “Parar de fumar é a medida com maior impacto na redução de risco oncológico. E vale também para quem já fumou: o corpo se beneficia com o tempo”, afirma.

A médica reforça que o álcool é um fator de risco estabelecido para vários tumores. “É um tema que ainda surpreende: do ponto de vista oncológico, não há consumo totalmente isento de risco. Reduzir já ajuda. E evitar é melhor.”

Já o excesso de peso e sedentarismo aumentam o risco para múltiplos tipos de câncer. “Não se trata de dieta da moda. É necessário apenas ter uma rotina que inclui comida de verdade, com menos ultraprocessados, movimento regular e sono melhor”, resume. Além disso, o câncer de pele, o mais frequente no Brasil, pode ser evitado com proteção solar, roupas adequadas e a não exposição em horários de maior radiação. “São atitudes simples que mudam o risco ao longo da vida”, orienta.

A vacinação ocupa papel central na prevenção. “Quando se fala em tumores de colo de útero, orofaringe, ânus, pênis, vagina e vulva, um dos principais vilões é o HPV, que possui vacina. Assim como a imunização contra a  hepatite B, que previne a infecção pelo HBV, principal fator de risco para o câncer de fígado”, afirma.

Além de medidas preventivas, a detecção precoce é um dos  principais determinantes da sobrevida. De acordo com a oncologista, identificar o câncer em fases iniciais muda completamente a trajetória da doença, permitindo tratamentos com intenção curativa, menos agressivos, com menos efeitos colaterais e melhor qualidade de vida. Nesse sentido, a realização regular de consultas e exames de rotina, conforme orientações médicas, é fundamental.

Nos últimos anos, a oncologia avançou com a incorporação da medicina de precisão, testes moleculares, imunoterapia e terapias-alvo. Essas abordagens tornaram o cuidado mais individualizado, humanizado e, em alguns tumores, ampliaram as chances de cura em cenários antes improváveis.

A médica reforça que a combinação entre prevenção, diagnóstico precoce e acesso ao cuidado segue sendo a principal estratégia para reduzir o impacto da doença no país. “O câncer ainda assusta, mas hoje sabemos que muitos casos podem ser prevenidos e muitos outros podem ser curados quando diagnosticados precocemente. A informação e o cuidado contínuo fazem diferença real na vida das pessoas”, conclui.    

 

Sobre o CEJAM      

O CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” é uma entidade filantrópica e sem fins lucrativos. Fundada em 1991, a Instituição atua em parceria com o poder público no gerenciamento de serviços e programas de saúde em São Paulo, Rio de Janeiro, Mogi das Cruzes, Osasco, Campinas, Carapicuíba, Barueri, Franco da Rocha, Guarulhos, Santos, São Roque, Lins, Assis, Ferraz de Vasconcelos, Pariquera-Açu, Itapevi, Peruíbe e São José dos Campos.  

A organização faz parte do Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (IBROSS), e tem a missão de ser instrumento transformador da vida das pessoas por meio de ações de promoção, prevenção e assistência à saúde.  

O CEJAM é considerado uma Instituição de excelência no apoio ao Sistema Único de Saúde (SUS), tendo conquistado, em 2025, a certificação Great Place to Work. O seu nome é uma homenagem ao Dr. João Amorim, médico obstetra e um dos fundadores da Instituição.   

Neste ano, a organização lança a campanha CEJAM 2026: respeito à vida, respeito ao planeta. 365 dias cuidando do presente, transformando o futuro! 

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LS Tractor eleva o nível tecnológico com o lançamento da nova série Plus PRO na Agrishow

 



LS Tractor

LS Tractor eleva o nível tecnológico com o lançamento da nova série Plus PRO na Agrishow

Durante a feira, que acontecerá de 27 de abril a 01 de maio, em Ribeirão Preto/SP, a multinacional irá expor seu portfólio completo de tratores preparados para gerar mais eficiência, economia e precisão, principalmente na citricultura e cafeicultura

A agricultura moderna enfrenta uma série de desafios que exigem cada vez mais eficiência, planejamento e tecnologia no campo. Custos de produção elevados, escassez de mão de obra e a necessidade de aumentar a produtividade sem ampliar áreas cultivadas pressionam produtores de todos os portes. Nesse cenário, a mecanização se torna um fator fundamental, especialmente para agricultores familiares e propriedades que ainda operam com equipamentos antigos, muitas vezes limitados em desempenho e eficiência.

No cultivo de citros e café, por exemplo, esses desafios se intensificam. As particularidades das culturas quanto à relevo, espaçamento e a necessidade de operações mais precisas, exigem soluções específicas e adaptadas à realidade de cada produtor. Atenta a essa necessidade, a LS Tractor apresenta na Agrishow 2026, que acontecerá de 27 de abril a 01 de maio, em Ribeirão Preto/SP, sua linha completa de tratores desenvolvida para atender diferentes necessidades no campo, promovendo mais eficiência, economia e precisão.

Com o lançamento da nova série Plus PRO, a LS Tractor apresenta seus novos modelos de 80, 93 e 105 cv, que se destacam como uma solução completa para produtores das mais diferentes regiões do país e aplicações agrícolas que utilizam tratores nesta faixa de potência. Estes novos modelos entregam excelente torque e eficiência energética com menor consumo de combustível e sem sobrecarga. “Na prática, a motorização Perkins que equipa estes modelos, trabalha em uma faixa ideal de eficiência, sem sobrecarregar e sem esforço", afirma o consultor de marketing da LS Tractor, Astor Kilpp.

Com transmissão LS 20x20, com reversor sincronizado e super redutor Creeper integrado, estes novos modelos ampliam a versatilidade no campo, possibilitando desde operações de alta precisão, como pulverizações, até atividades mais rápidas, sempre com ganho de produtividade e conforto operacional. “O super redutor integrado é um diferencial aos citricultores de alta performance, pois permite trabalhar em velocidades reduzidas com torque máximo. Já o reversor sincronizado elimina a perda de eficiência em manobras, maior agilidade para inverter a marcha, uma vantagem enorme em operações repetitivas entre as linhas de plantio”, explica o especialista.

Outro ponto forte destes novos equipamentos, segundo o especialista, é o foco em segurança e bem-estar do operador. Uma nova cabine original de fábrica vai entregar ainda mais conforto e o sistema de filtragem moderno cria um ambiente protegido contra defensivos agrícolas, significa segurança total para o operador, além de oferecer um excelente isolamento acústico e ergonomia operacional, reduzindo a fadiga em jornadas prolongadas.

Novas soluções

Melhorando o desempenho e a eficiência operacional, o novo modelo Plus 80 PRO se apresenta como uma opção equilibrada para médias propriedades, com potência no motor de 80 cv, traz economia e versatilidade com o novo sistema hidráulico que passa a oferecer em seu controle remoto uma das válvulas com ajuste de fluxo da vazão (0 à 50) litros/min. É mais performance em atividades agrícolas que exigem uma capacidade hidráulica robusta e com a tecnologia para atender implementos com acionamento por motor hidráulico, o modelo já é reconhecido pelo excelente custo-benefício e pela confiabilidade no dia a dia do campo, e a nova versão vem para confirmar a sua tecnologia.

Complementando a nova linha, o Plus 90 PRO e o Plus100 PRO atendem aqueles produtores que precisam de mais potência e capacidade operacional. O modelo Plus 100 PRO com 105 cv, é indicado para tarefas mais pesadas, entregando robustez e alto desempenho sem abrir mão da versatilidade e da eficiência que caracterizam a Série Plus PRO.

O novo protagonista na cafeicultura

O LS Tractor MT4.70 é um trator utilitário moderno que se destaca pela versatilidade, é considerado o SUV dos tratores, economia e alta eficiência operacional, especialmente na cafeicultura. Agora com potência de 70 cv com o novo motor LS de 4 cilindros, Turbo/Intercooler, com excelente torque em baixas rotações, o modelo oferece desempenho consistente nas atividades do dia a dia, mantendo baixo consumo de combustível.

Na prática, sua grande vantagem no café está na agilidade e precisão. O tamanho médio ideal aliado ao excelente raio de giro e à sua transmissão LS com 32 opções de marcha (incluindo super redutor), permite trabalhar com facilidade entre linhas de plantio do cafezal, realizar manobras rápidas e operar em velocidades ideais para tarefas como pulverização, adubação e manejo e limpeza do carreador.

Além disso, o novo sistema hidráulico eficiente oferece no controle remoto uma válvula com ajuste de fluxo (0 à 35 litros/min.), as diversas opções de rotação na TDP ampliam sua capacidade de uso com diferentes implementos, tornando-o um equipamento extremamente funcional dentro da propriedade. A possibilidade de versão com cabine original de fábrica com alto padrão de conforto e segurança operacional, também agrega ao operador uma melhor qualidade de vida, reduzindo a sua fadiga durante longas jornadas. “O MT4.70 é uma opção única no mercado, por combinar agilidade, conforto e capacidade de trabalho em diferentes operações”, diz o consultor.

Mais agilidade nos cafezais 

Quando a prioridade é agilidade nas operações em áreas com tráfego restrito e plantio adensado do café, onde as dificuldades nas manobras interferem nos custos operacionais, o modelo LS Tractor R65 se destaca como uma excelente escolha. Compacto e fácil de operar ideal para tarefas que não exigem alta potência, este modelo alia eficiência, agilidade, economia de combustível e desempenho na medida certa. 

Com estrutura leve, transmissão LS 32x16 e TDP com cinco opções de rotação, o R65, equipado com motor LS diesel de 4 cilindros de 65cv, entrega uma ótima relação custo-benefício para as atividades rotineiras da cafeicultura. Isso permite manter a operação produtiva sem sobrecarregar o equipamento, garantindo economia ao longo da safra.

Já para operações de colheita e pós-colheita, o R65 se mostra eficiente no reboque de carretas e no transporte do café dentro da propriedade. “Outro fator determinante é em relação ao combustível que pode apresentar até 25% de economia em comparação a tratores convencionais da mesma categoria. Isso graças à eficiência da transmissão e à maior disponibilidade de marchas são 28 opções dentro da principal faixa de operação (0 à 12km/h)”, detalha Kilpp.

Condições especiais durante a feira

Para os produtores que pretendem investir em mecanização durante a Agrishow, a LS Tractor prepara um pacote de condições comerciais atrativas. Segundo Felippe Vieira, diretor comercial da companhia, um dos destaques é o Consórcio LS Tractor, que vem se consolidando como uma alternativa estratégica ao financiamento tradicional, além de contribuir para o planejamento financeiro do produtor. “Com o consórcio, é possível adquirir equipamentos sem juros, com prazo de até 120 meses, sem taxa de adesão e sem comprometer o crédito bancário, além de contar com flexibilidade nos lances. Isso amplia o acesso às nossas tecnologias no campo”, explica o executivo.

Além disso, a marca disponibiliza outras modalidades exclusivas para a feira:

Usado Vale Mais – Na troca de um trator LS usado por um modelo novo, o equipamento seminovo recebe valorização especial durante a feira.

Financiamento Cafeeiro – Condição com até 90% de financiamento, vencimento em 30/09/2026 e carência zero, válida para os modelos G40, J25, R50, R65, MT2, MT4, MT7, P80, P90 e P100.

Financiamento Taxa Zero – Opção com prazo de 12 meses e pagamentos semestrais, ou planos com pagamentos anuais: 24 meses (6,50%), 36 meses (8,50%) e 60 meses (10,50%), todos com até 90% financiado. “Também teremos tratores com bônus de fábrica, reunindo algumas das melhores condições comerciais do ano. É uma oportunidade única para o produtor renovar ou ampliar sua frota”, finaliza Vieira.

Sobre a LS Tractor

A LS Tractor é a marca de tratores da sul-coreana LS Mtron, integrante do LS Group – o 13º maior grupo empresarial da Coreia do Sul, com presença global, mais de 21 mil colaboradores e vendas anuais acima de 30 bilhões de dólares. Presente no Brasil desde 2013, com fábrica em Garuva (SC), a empresa atua no setor de máquinas agrícolas com uma linha de tratores voltada a diferentes perfis de produtores. Com 84 concessionárias em território nacional, a LS Tractor tem ampliado sua presença no mercado brasileiro por meio de estratégias baseadas nos dados de mercado, expansão da rede com foco na proximidade com os clientes e desenvolvimento de novas tecnologias em transmissão para atender as demandas do campo.



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Ruralpress

Kassi Bonissoni
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Brasil perde profissionais sêniores de TI para o exterior, que oferece salários de até US$ 150 mil

 


KOUD

Brasil perde profissionais sêniores de TI para o exterior, que oferece salários de até US$ 150 mil

A Inteligência Artificial acelera ainda mais essa reconfiguração, ao substituir tarefas manuais e deslocar o trabalho da execução para a supervisão de sistemas

O setor de Tecnologia da Informação atravessa um momento singular. Nunca se investiu tanto em automação, inteligência artificial e digitalização de processos e, ainda assim, empresas seguem travadas pela escassez de profissionais, ao mesmo tempo em que trabalhadores da área enfrentam dificuldades para se recolocar. Trata-se de um descompasso entre oferta, demanda, custo e qualificação.

“Nos últimos anos, as empresas de tecnologia passaram a operar sob uma lógica mais conservadora. Após ciclos de contratações agressivas e sucessivas ondas de layoffs, a prioridade deixou de ser crescimento acelerado e passou a ser eficiência. Isso se reflete diretamente na forma de contratar”, destaca Frederico Sieck, CEO da Koud, especializada em alocação e recrutamento de profissionais de tecnologia.

Sieck tem observado uma mudança de sentido, em que as companhias têm evitado profissionais em início de carreira e concentrado suas vagas em perfis sêniores, já prontos, produtivos e com menor curva de aprendizado. O problema é que esses profissionais se tornaram escassos e caros.

“A conta simplesmente não fecha. O mercado brasileiro não consegue competir com empresas estrangeiras na disputa por desenvolvedores sêniores que pagam em dólar ou euro”, afirma Frederico Sieck.

Frederico Sieck

De acordo com dados públicos de plataformas como Glassdoor e ferramentas de mercado salarial, a remuneração anual de desenvolvedores de software nos Estados Unidos costuma ficar entre cerca de US$ 75.000 e mais de US$ 130.000 por ano, refletindo diferenças por experiência, tecnologia e localização. Profissionais sêniores, especialmente com especializações em áreas como cloud, segurança de dados e inteligência artificial, frequentemente alcançam salários anuais bem acima da média, muitas vezes na faixa de US$ 150.000 ou mais, dependendo da empresa e da função.

No Brasil, segundo levantamentos de remuneração da Robert Half, Michael Page, Brasscom e Sindpd, desenvolvedores sêniores recebem, em média, entre R$ 12.000 e R$ 18.000 mensais, mesmo em empresas de médio e grande porte e em polos tecnológicos consolidados.

“Essa diferença estrutural de custos torna praticamente inviável para companhias nacionais competir com ofertas internacionais, acelerando a migração de talentos e aprofundando o déficit de mão de obra qualificada no mercado interno. Em termos práticos, uma empresa americana consegue montar times globais pagando menos do que pagaria localmente. Já a empresa brasileira perde seus melhores talentos e não consegue repor essa força de trabalho na mesma velocidade”, explica Sieck.

O impacto econômico é direto: projetos atrasam, a inovação desacelera e empresas recorrem cada vez mais a modelos híbridos, terceirização ou outsourcing como tentativa de manter competitividade. E, enquanto os sêniores se tornam inacessíveis, o mercado acumula profissionais júnior e pleno sem oportunidades.

Sieck explica que formar um júnior exige tempo, estrutura e acompanhamento. Durante esse processo, um profissional sênior deixa de produzir para treinar. Quando o júnior finalmente atinge maturidade, o mercado o absorve rapidamente, muitas vezes em outra empresa.

“Na prática, o custo de formar um júnior pode equivaler ao custo de contratar quase dois sêniores. Em um cenário de alta rotatividade, poucas empresas estão dispostas a assumir esse risco”, diz o CEO da Koud.

O resultado é um desequilíbrio estrutural: empresas reclamam da falta de profissionais experientes, enquanto uma nova geração de talentos encontra portas fechadas para entrar no mercado.

Inteligência Artificial: ganho de eficiência, perda de postos

Para o CEO da Koud, a chegada da Inteligência Artificial acelera ainda mais essa reconfiguração. Isso porque sistemas baseados em IA já substituem tarefas antes executadas por equipes inteiras, da prospecção comercial à análise de dados, passando por testes, suporte e produção de conteúdo.

“A tendência é que o trabalho deixe de ser execução e passe a ser supervisão e treinamento de sistemas. A consequência é um funil mais estreito de oportunidades, especialmente para quem não se especializa”, afirma Sieck.

O especialista avalia que esse impasse no setor de TI pode comprometer a competitividade da economia brasileira, já que, sem profissionais qualificados e estratégias eficazes de retenção, o país corre o risco de se tornar apenas um exportador de mão de obra, e não de tecnologia.

“A tecnologia continua avançando, mas o desafio agora é humano e estratégico. Ou as empresas repensam como formar, reter e desenvolver talentos, ou o crescimento do setor ficará limitado. O futuro da tecnologia não será definido apenas por linhas de código ou algoritmos, mas pela capacidade de equilibrar eficiência econômica, desenvolvimento profissional e inovação sustentável”, conclui.

Sobre a Koud

A Koud é uma empresa especializada em alocação e recrutamento de profissionais de tecnologia, conectando talentos qualificados às demandas estratégicas de empresas que atuam em ambientes digitais e de inovação. Com foco em eficiência, qualidade técnica e aderência cultural, a Koud apoia organizações na formação de times de TI preparados para os desafios do mercado.

Acesse: https://koud.com.br/

Referências:
https://www.glassdoor.com.br/Sal%C3%A1rios/estados-unidos-desenvolvedor-sal%C3%A1rio-SRCH_IL.0%2C14_IN1_KO15%2C28.htm

https://sindpd.org.br/wp-content/uploads/2025/01/estudo-de-remuneracao-michael-page-2025.pdf



TI Frederico Sieck, CEO da Koud
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Engenharia de Comunicação

imprensa@engenhariadecomunicacao.com.br

NR-1: tudo que o RH precisa saber para se adequar

 


Por Gisele Matias

A pouco mais de um mês da entrada em vigor das atualizações da Norma Regulamentadora nº 1, prevista para 26 de maio de 2026, o cenário ganhou novos contornos com o pedido da Confederação Nacional de Saúde (CNSaúde) para o adiamento da exigência de inclusão dos riscos psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO).  

A entidade solicitou ao Ministério do Trabalho e Emprego a postergação por, no mínimo, um ano, apontando lacunas técnicas, ausência de diretrizes claras e insegurança jurídica na aplicação da norma. Até o momento, no entanto, não há definição oficial sobre qualquer mudança de prazo — o que mantém as empresas diante de um cenário de incerteza, mas sem reduzir a urgência da preparação. 

Publicada em 2024, a atualização da NR-1 ampliou significativamente o escopo do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) ao tornar obrigatória a inclusão dos fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho. Na prática, isso exige que as organizações passem a identificar, avaliar e documentar aspectos como sobrecarga de trabalho, assédio, falta de clareza nas funções, ausência de suporte da liderança e falhas na comunicação interna.  

Esses elementos, até então, não são padronizados, e variam de acordo com a realidade de cada empresa, o que exige um olhar individualizado sobre o ambiente organizacional. Nesse contexto, o PGR precisa refletir fielmente as condições específicas de cada operação, afastando abordagens genéricas que pouco contribuem para a efetiva gestão dos riscos. 

Outro ponto relevante é que a norma não trata do acompanhamento individual da saúde mental dos trabalhadores, mas sim das condições coletivas de trabalho. O foco está no ambiente, nos processos e na forma como o trabalho é estruturado e gerido. Isso representa uma mudança importante de perspectiva, especialmente para o RH: não se trata de identificar casos isolados, mas de compreender quais fatores organizacionais podem gerar impacto sobre os colaboradores, como grupo, e atuar preventivamente sobre essas causas. 

Até porque, o cenário é preocupante: dados divulgados pelo G1 do Ministério da Previdência Social mostraram que, em 2025, mais de meio milhão de licenças foram concedidas por transtornos mentais, estabelecendo um novo recorde no país. Ao todo, o Brasil registrou cerca de quatro milhões de licenças do trabalho no ano. 

Apesar da clareza conceitual da norma, o que se observa no mercado é uma movimentação acelerada em busca de soluções rápidas, muitas vezes sem a devida profundidade. Empresas implementam ferramentas, realizam diagnósticos ou contratam serviços, mas deixam de estruturar adequadamente os registros dessas ações. Canais de denúncia sem comunicação formal, treinamentos sem comprovação documental e iniciativas sem rastreabilidade são exemplos comuns que revelam uma fragilidade capaz de comprometer a empresa em uma eventual fiscalização, mesmo quando há esforço real de adequação. Mais do que executar ações, será essencial demonstrar, de forma organizada e consistente, tudo o que foi feito. 

Nesse cenário, o papel do Recursos Humanos se torna ainda mais estratégico. O departamento passa a atuar como um elo entre as exigências legais, as soluções disponíveis no mercado de saúde e segurança do trabalho, e a tomada de decisão da liderança. Cabe a esses profissionais não apenas garantir conformidade, mas também traduzir a norma em práticas viáveis, avaliando, criticamente, fornecedores, e assegurando que as iniciativas implementadas estejam alinhadas tanto à legislação quanto à realidade da empresa. 

É importante destacar que a NR-1 não introduz uma responsabilidade inédita, mas formaliza, com maior rigor e exigência de comprovação, um compromisso que já deveria fazer parte da gestão organizacional: a promoção de um ambiente de trabalho seguro e saudável. A diferença agora está na necessidade de método, consistência e evidência. 

Diante da possibilidade de adiamento, algumas empresas podem considerar postergar suas ações. No entanto, essa é uma decisão que envolve riscos. Isso porque, independentemente da definição do governo, o tema já está consolidado e tende a ganhar ainda mais relevância, tanto no campo regulatório quanto na gestão de pessoas.  

Para o RH, portanto, o momento não é de espera, mas de estruturação — com foco em consistência, governança e preparo para um cenário que, com ou sem prorrogação, já é uma realidade. 

Gisele Matias é Analista de Departamento Pessoal na PKF BSP. 

 

Sobre a PKF BSP:       

www.pkfbrazil.com.br       

PKF BSP, firma-membro da PKF Brazil       

A PKF Brazil é uma firma-membro da PKF Global, a rede de empresas-membro da PKF International Limited. Cada uma das quais é uma entidade legal separada e independente, não assumindo qualquer responsabilidade ou obrigação pelas ações ou omissões de qualquer empresa-membro ou correspondente. 



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Nathália Bellintani


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Reajuste no Diesel faz Nordeste ter maior preço do Brasil

 


GESTRAN

Reajuste no Diesel faz Nordeste ter maior preço do Brasil

Plataforma recém-lançada que funciona como um " Consulta Preço do Diesel " revela o impacto do reajuste anunciado há um mês

O reajuste do diesel anunciado pela Petrobras, motivado pela defasagem em relação ao mercado internacional e à variação do câmbio, provocou uma alta média de 14,7% no preço do combustível em todo o país em apenas um mês.

Os dados são do Radar de Preços do Mercado de Combustíveis, tecnologia desenvolvida pela Gestran e disponibilizada ao mercado, que acompanha a variação do diesel por estado e região. A ferramenta comparou os valores antes e depois do reajuste, com base em abastecimentos realizados entre fevereiro e março de 2026. A solução monitora os preços em tempo real, a partir de dados reais coletados nos postos, permitindo análises detalhadas por estado, cidade e até por tipo de combustível.

Na média nacional, o diesel passou de R$ 5,7467 por litro em fevereiro para R$ 6,5940 em março — um aumento de R$ 0,85 por litro.

O levantamento considerou 3,51 milhões de litros de Diesel S10 registrados em 622 postos distribuídos pelo país. Os dados refletem transações reais de abastecimento, com nota fiscal vinculada, captando o impacto direto do reajuste na operação das transportadoras.

O reajuste foi sentido de forma uniforme no território nacional. Contudo, o Nordeste liderou o ranking de alta, com +15,57%, puxado por Pernambuco (+18,32%), Tocantins (+18,30%) e Bahia (+17,78%). O Norte, amortecido pelo Amapá — único estado que manteve preço estável em R$ 6,90 — registrou o menor avanço, mas ainda assim expressivo: +12,20%.

Veja a variação:

Nordeste: R$ 5,8467 → R$ 6,7568 (+15,57%)
Sul: R$ 5,6898 → R$ 6,5747 (+15,55%)
Centro-Oeste: R$ 6,0300 → R$ 6,9422 (+15,13%)
Sudeste: R$ 5,7603 → R$ 6,5448 (+13,62%)
Norte: R$ 5,8000 → R$ 6,5076 (+12,20%)

Segundo Paulo Raymundi, CEO da Gestran, o impacto é considerado significativo. Isso porque um caminhão semi-pesado com tanque de 300 litros, que abastecia por R$ 1.724,01 em fevereiro, passou a gastar R$ 1.978,20 em março — uma diferença de R$ 254,19 por operação. Em frotas maiores, esse aumento ganha escala rapidamente. Por exemplo, em uma frota de 20 veículos, com dois abastecimentos semanais, o impacto supera R$ 198 mil ao ano, apenas considerando o reajuste de março.

Frotas antecipam consumo e ajustam operação

Os dados indicam que muitas empresas anteciparam o abastecimento após o anúncio do reajuste. Em São Paulo, maior mercado da base, com 363 mil litros em fevereiro, o volume caiu para 248 mil litros em março — redução de 32%. Em Minas Gerais, a queda foi de 23%, e no Pará, de 38%.

“O padrão sugere uma antecipação de abastecimentos no fim de fevereiro, antes da entrada em vigor do reajuste — comportamento típico de frotas com gestão ativa de custos”, explica Paulo. “O reajuste de março deixou claro que frotas sem controle estruturado de abastecimento estão expostas a dois choques simultâneos: o do preço e o da ineficiência. Quem tem dados, tem vantagem”, complementou.

Paulo Raymundi, CEO da Gestran

Em contrapartida, estados como Bahia (+27%), Rio de Janeiro (+30%) e Mato Grosso do Sul (+18%) registraram crescimento de volume em março, possivelmente indicando expansão de operações ou novos contratos fechados no período.

MAPA

O estudo realizado permitiu construir o mapa real de preços do Diesel S10 pago pelas frotas — não o preço sugerido, mas o preço efetivamente desembolsado nas transações registradas na plataforma:

Estado

Preço Mar/26

Variação vs Fev

Posição

Mato Grosso do Sul

R$ 6,9974

+14,29%

🔴 Mais caro

Tocantins

R$ 6,9589

+18,30%

🔴 2º mais caro

Goiás

R$ 6,8053

+16,51%

🟠 Acima da média

Pernambuco

R$ 6,8541

+18,32%

🔴 Maior alta %

Bahia

R$ 6,7882

+17,78%

🟠 Acima da média

Paraná

R$ 6,6422

+17,11%

🟠 Acima da média

São Paulo

R$ 6,4534

+13,12%

🟡 Abaixo da média

Rio Grande do Sul

R$ 6,2807

+10,25%

🟢 Menor alta do Sul

Pará

R$ 6,2422

+9,39%

🟢 2º menor alta

Maranhão

R$ 5,8900

+7,29%

🟢 Menor preço

Nordeste registra maior alta

O Nordeste apresenta o fenômeno mais intrigante da base de dados da Gestran: é simultaneamente a região com maior variação percentual (+15,57%) e aquela que abriga o estado de menor preço absoluto em março (Maranhão, R$ 5,89). A explicação está na heterogeneidade interna da região: enquanto Maranhão e Ceará mantiveram aumentos abaixo de 8%, Pernambuco (+18,32%), Paraíba (+17,05%) e Bahia (+17,78%) registraram os maiores reajustes do país.

Segundo o CEO da Gestran, para as frotas que transitam pelo Nordeste, essa variação interna representa uma oportunidade real de arbitragem de preços. "Se o gestor de frotas tiver acesso a dados confiáveis de custo por posto, pode incorporar essa informação nas decisões de rota e realizar abastecimentos mais inteligentes, economizando bastante", diz.

Reajustes no Sul

No Sul do Brasil, o Paraná registrou a maior alta da região: +17,11%, saindo de R$ 5,6720 para R$ 6,6422 por litro. O Rio Grande do Sul, por sua vez, teve o menor avanço da região — e um dos menores do país em termos absolutos: +10,25%, com preço de R$ 6,2807 em março. A diferença entre os dois estados no mesmo mês chega a R$ 0,36 por litro, suficiente para representar economias significativas em frotas que operam na região.

Inteligência de Preço ajuda a economizar

A disparidade de preços entre estados não é novidade para o setor — mas a capacidade de enxergá-la com precisão, por posto, por período e por veículo ainda é privilégio de poucas operações. A maioria das frotas ainda define estratégias de abastecimento com base em referências de mercado genéricas, sem dados próprios da operação.

Com tecnologia, é possível obter o registro em tempo real de cada abastecimento, incluindo preço por litro, volume, posto e localização. Assim, o gestor acessa um painel comparativo que transforma a dispersão de preços em oportunidade de economia. A integração com o Portal do Posto garante que os dados sejam validados pelas duas partes, eliminando divergências e garantindo a confiabilidade da base para decisões estratégicas.

"Em um cenário em que a diferença entre o estado mais barato e o mais caro é de R$ 1,11 por litro, uma frota de 30 caminhões que abastece 250 litros por semana pode economizar até R$ 432.000,00 anuais simplesmente otimizando onde abastece, desde que tenha os dados para fazer essa escolha", conclui Raymundi.

Mais informações: www.gestran.com.br



Diesel_frota Paulo Raymundi, CEO da Gestran
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Engenharia de Comunicação

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Incomagri leva à Agrishow 2026 evolução do Overlander 2700 e reforça avanço na pulverização de alta tecnologia

 


Incomagri

Incomagri leva à Agrishow 2026 evolução do Overlander 2700 e reforça avanço na pulverização de alta tecnologia

Fabricante de Itapira (SP) apresenta pacote de upgrades voltado a menor amassamento, maior estabilidade de barras, melhor homogeneização da calda e mais precisão na aplicação

A Agrishow 2026, maior vitrine de tecnologia agrícola da América Latina, será palco para mais um avanço da Incomagri. A empresa apresenta a evolução do Overlander 2700, reforçando sua estratégia de crescimento no segmento de pulverização e consolidando seu posicionamento como uma indústria brasileira cada vez mais presente em máquinas de alto conteúdo tecnológico.

De 27 de abril a 1º de maio, em Ribeirão Preto (SP), o destaque da marca será um pacote de upgrades desenvolvido para elevar a eficiência operacional, a qualidade de aplicação e o desempenho agronômico no campo. O Overlander 2700, já reconhecido por sua robustez e produtividade, equipado com motor eletrônico Cummins de 194 cv, passa a incorporar soluções que atuam diretamente na precisão da pulverização e no resultado por hectare.

Entre os avanços está o sistema de esterçamento da roda traseira acompanhando o rastro da dianteira, solução que aumenta a inteligência de deslocamento dentro da lavoura. “Esse alinhamento de trajetória reduz o amassamento adicional da cultura, especialmente em manobras e cabeceiras, ao evitar que o eixo traseiro crie uma nova linha de tráfego. O resultado é menor agressão às plantas, melhor preservação do estande e maior eficiência operacional”, destaca Carlos Reinaldo Nogueira Filho, diretor da Incomagri.

Outro destaque é o sistema de recirculação de calda, que mantém a mistura homogênea em todo o circuito, elimina zonas mortas nas tubulações e garante resposta imediata nos bicos. Na prática, assegura aplicação precisa desde o início, reduz entupimentos e melhora a uniformidade ao longo da barra. “Agronomicamente, isso se traduz em constância de dose, melhor eficiência dos defensivos e menor desperdício”, complementa o diretor.

Precisão e controle na aplicação

O modelo passa a contar com sistema de corte de seções com acionamento pneumático de alta velocidade, que proporciona respostas rápidas e precisas na abertura e fechamento das seções. O equipamento é configurado com 12 seções para barras de 27 metros e 15 seções para barras de 30 metros, permitindo cortes mais refinados, com redução de sobreposições e falhas, especialmente em áreas irregulares. Esse nível de controle melhora a eficiência do uso de insumos e reforça o alinhamento do equipamento com práticas de agricultura de precisão.

Complementando o pacote, o Overlander 2700 passa a oferecer como versão o sistema de estabilização de barras reAction, já validado no Overlander Headshot. O sistema atua na manutenção da altura e estabilidade das barras em condições reais de campo, reduzindo oscilações e favorecendo uma deposição mais uniforme das gotas no alvo. Na prática, gera maior estabilidade e significa melhor qualidade de aplicação, menor deriva e maior potencial de resposta agronômica.

O Overlander Headshot, onde o sistema foi consolidado, foi apresentado em 2025 com sensores ópticos e potencial de economia de até 95% em aplicações localizadas de herbicidas, evidenciando o direcionamento da Incomagri para tecnologias cada vez mais eficientes e inteligentes.

A feira

A 31ª edição da Agrishow 2026 destaca a evolução da agricultura baseada em dados, com forte presença de máquinas de alta tecnologia, automação e agricultura de precisão. O evento reúne produtores, empresas e especialistas, consolidando-se como um dos principais ambientes de negócios e inovação do setor. “Queremos mostrar que evoluir um pulverizador vai além de potência e capacidade. Passa por inteligência de aplicação, estabilidade, resposta rápida e respeito à lavoura. O Overlander 2700 foi desenvolvido para entregar benefícios claros ao produtor: menos amassamento, mais uniformidade e mais precisão no campo”, finaliza o diretor.

Sobre a Incomagri

Fundada em 1983, em Itapira (SP), a Incomagri é uma fabricante brasileira de máquinas agrícolas com atuação nacional e portfólio voltado à agricultura e à pecuária. A empresa reúne tradição industrial, rede de distribuição e foco no desenvolvimento de soluções que combinam robustez, eficiência operacional e inovação aplicada ao campo.

 

 



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Kassi Bonissoni
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Sorgo avança no segmento de bebidas e revela potencial para cerveja sem glúten

 



Advanta

Sorgo avança no segmento de bebidas e revela potencial para cerveja sem glúten

Cooperação técnica entre Advanta Seeds e X Craft Beer, transforma grão ancestral em um produto inovador e aponta novas oportunidades de mercado ao cereal

O Brasil consome, em média, 69 litros de cerveja por pessoa ao ano e a demanda por cervejas artesanais sem glúten cresceu com a maior conscientização sobre a doença celíaca. Para atender a esse público, cervejarias estão substituindo trigo e cevada por outros insumos como arroz, milho, milheto e mais recente o sorgo. Além de permitirem a criação de novos sabores, esses grãos são altamente nutritivos e sustentáveis. Essa união de inovação, saúde e sustentabilidade garante um forte potencial de crescimento para o mercado de cervejas sem glúten.

Atenta a esse cenário e comprometida com inovação, sustentabilidade e diversificação de uso do sorgo no mercado brasileiro e internacional, a Advanta Seeds Brasil, em parceria técnica com a cervejaria paulista, X Craft Beer, desenvolveu um lote experimental de cerveja à base de sorgo.  Com receita exclusiva, o projeto evidencia, na prática, a versatilidade do sorgo como ingrediente estratégico para a indústria de bebidas.

A iniciativa teve como objetivo principal demonstrar o potencial técnico e sensorial do grão ancestral, contribuindo para ampliar sua percepção além dos usos tradicionais e abrindo espaço a cultura. Segundo Aline Silva, responsável na área de inteligência de mercado da Advanta, a iniciativa reforça a visão da empresa de conectar campo, inovação e novas oportunidades.

Embora a cerveja não esteja disponível comercialmente, o projeto cumpre seu papel como demonstração técnica e sensorial das possibilidades do cereal. “O sorgo ainda é muito associado a uma cultura secundária, utilizada em safrinha, com destinação a ração ou biocombustíveis. Com essa iniciativa, buscamos provocar uma mudança de percepção, mostrando que ele também pode ser protagonista em produtos inovadores, conectando agricultura, indústria e consumidor final“, explica a profissional.

Versatilidade e inovação

Presente na história da humanidade, o sorgo é reconhecido por sua resiliência, versatilidade e adaptação a diferentes condições agrícolas. Em regiões da África e da Ásia, o cereal já é base de bebidas fermentadas há séculos. De acordo com Aline, a ideia de produzir uma cerveja de sorgo era um projeto de longa data da empresa, inspirado em uma iniciativa já realizada pela Advanta na Argentina, e que agora encontrou o momento ideal para ser retomado.

O uso do sorgo na produção de cervejas já é conhecido em diferentes regiões do mundo, e a iniciativa ganhou forma a partir da conexão entre Advanta Seeds e a X Craft Beer durante um evento do agronegócio, em São Paulo. A cervejaria, que atua há 12 anos no mercado e possui fábrica própria há cinco, é liderada por Alexandre Lewis Xerxenevsky, cervejeiro há mais de 16 anos, com formação no Canadá e nos Estados Unidos, e responsável por um portfólio com mais de 30 rótulos registrados.

A parceria evoluiu para o desenvolvimento colaborativo de uma cerveja experimental com mais de 50% de sorgo não maltado, mas a ideia é continuar trabalhando a chegar em um produto final com 100% de sorgo. “Esse projeto vai além do produto: trata de inovação e sustentabilidade. Ao explorar o sorgo em uma bebida artesanal moderna, unimos tradição e tecnologia, valorizando um grão com herança cultural e grande potencial para cadeias produtivas sustentáveis”, destaca Aline.

O processo utilizou condução enzimática e técnicas modernas de brassagem, comprovando a viabilidade do sorgo em formulações de alto padrão. Para o cervejeiro, o desafio foi significativo, já que o sorgo é um cereal não maltado (não há maltearia no Brasil para o processo no insumo) e não possui naturalmente as enzimas necessárias para a conversão do amido em açúcares fermentáveis. Por isso, foi preciso desenvolver um processo específico, com controle rigoroso de temperatura, pH e uso de enzimas, garantindo eficiência na conversão e qualidade final da cerveja”, explica Xerxenevsky.

A proposta da receita foi trazer o sorgo para um contexto contemporâneo. “Escolhi o estilo Pale Ale, com lúpulos americanos e uma pequena adição de cevada. O resultado foi surpreendente, chegamos em uma cerveja leve, refrescante, com baixo teor alcoólico e características únicas de aroma e sabor”, afirma o cervejeiro.

Resultado aprovado

Os primeiros lotes fabricados foram apresentados em ações com colaboradores, parceiros e fornecedores durante eventos da Advanta. Segundo Aline, a receptividade foi bastante positiva, inclusive com solicitações por novos lotes. “A intenção da Advanta não é produzir cerveja em escala, mas fomentar a cadeia e demonstrar que, quando a indústria identifica oportunidades, é possível desenvolver produtos inovadores e diferenciados. Além disso, trata-se de uma alternativa interessante para o público que busca opções sem glúten e mais acessíveis e de qualidade”, conclui.

Sobre - A Advanta Seeds é uma empresa de sementes do grupo UPL, com mais de 50 anos de experiência em melhoramento genético. Atua lado a lado com o agricultor, compreendendo suas necessidades e oferecendo soluções específicas para maximizar o desempenho produtivo das lavouras. No Brasil, a companhia concentra esforços em Pesquisa & Desenvolvimento, conduzindo Programas de Melhoramento Genético adaptados às diversas regiões do país. Além da Estação Experimental em Indianópolis/MG, esses programas são implementados e testados nas principais áreas produtoras, de forma integrada e complementar aos centros globais de melhoramento da Advanta.

 



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Kassi Bonissoni
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O que mantém uma empresa relevante por décadas? Cultura

 


Passarelli

O que mantém uma empresa relevante por décadas? Cultura

*Por Kátia Almeida

Empresas que atravessam décadas e até séculos carregam algo que vai além de resultados ou participação de mercado. Carregam história. Ao longo do tempo, acumulam aprendizados, consolidam reputação e constroem formas próprias de trabalhar. Mas a longevidade também traz um desafio inevitável: como evoluir sem perder a própria identidade.

Nesse contexto, a cultura organizacional ganha papel central. Mais do que um conjunto de valores registrados em documentos institucionais, cultura é aquilo que orienta decisões, comportamentos e relações no cotidiano. É a forma como as coisas realmente acontecem dentro de uma organização.

Em empresas com longa trajetória, essa cultura costuma nascer de experiências concretas. Ela é moldada por gerações de profissionais, por decisões tomadas em momentos críticos e por aprendizados acumulados ao longo do tempo. Com o passar dos anos, certos princípios tornam-se quase intuitivos — passam a fazer parte da forma de pensar e agir das pessoas.

O desafio é que o ambiente de negócios muda rapidamente. Tecnologias transformam setores inteiros, modelos de negócio evoluem e as expectativas das pessoas em relação ao trabalho também se alteram. Hoje convivem nas organizações profissionais de diferentes gerações, com referências e motivações diversas.

Profissionais mais experientes tendem a valorizar estabilidade e clareza de papéis. Já as gerações mais jovens buscam propósito, autonomia e coerência entre discurso e prática. Liderar esse ambiente plural exige algo fundamental: clareza cultural.

Por isso, organizações longevas frequentemente precisam revisitar sua cultura. Não para romper com o passado, mas para compreender o que continua essencial e o que precisa evoluir. Cultura viva é cultura em movimento.

Esse processo exige reflexão. Muitas empresas descobrem que parte do que chamavam de tradição é apenas hábito. Práticas que fizeram sentido em determinado momento podem deixar de responder aos desafios atuais. Revisitar a cultura funciona como um check-up organizacional: um exercício para distinguir aquilo que representa a essência da empresa do que pode ser transformado.

Hoje, cultura deixou de ser apenas um tema institucional e passou a ser um fator estratégico. Pessoas não escolhem apenas cargos ou salários; escolhem ambientes onde possam contribuir, aprender e ser respeitadas.

Ao mesmo tempo, existe um risco recorrente quando organizações tradicionais decidem atualizar sua cultura: simplesmente reproduzir modelos que estão em evidência no mercado. Quando isso ocorre sem reflexão, o resultado costuma ser perda de autenticidade.

Cada organização carrega uma identidade construída ao longo de sua trajetória. Ignorar essa história em nome de modismos pode gerar ruído interno e enfraquecer a confiança. Curiosamente, profissionais mais jovens — frequentemente associados à mudança — costumam valorizar justamente a autenticidade institucional.

O verdadeiro desafio, portanto, não está em escolher entre tradição e transformação. Está em preservar aquilo que constitui a essência da organização enquanto práticas e formas de trabalhar evoluem.

Empresas que atravessam diferentes ciclos econômicos e tecnológicos geralmente compartilham essa capacidade de adaptação consciente. Elas entendem que reinvenção não é um evento isolado, mas um processo contínuo.

No fim, a cultura é a infraestrutura invisível que sustenta uma empresa. É ela que orienta decisões quando não há manual, molda comportamentos quando ninguém está olhando e define como os desafios são enfrentados.

Porque cultura não se sustenta em discurso.

Cultura se sustenta nas decisões que se toma todos os dias — especialmente quando as escolhas não são as mais fáceis.

* Kátia Almeida é superintendente de RH e Comunicação Corporativa na Passarelli Engenharia e Construção




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Anna Mattos
anna.mattos@rpmacomunicacao.com.br
(11) 9424-7680

Recidiva do câncer de mama: mitos e verdades que toda mulher precisa conhecer

 




Especialistas explicam o que muda no risco ao longo do tempo e como a informação qualificada fortalece decisões no tratamento e no acompanhamento

São Paulo, abril de 2026 – Mesmo com avanços no diagnóstico e no tratamento, a recidiva do câncer de mama ainda gera dúvidas e desinformação, fatores que podem influenciar escolhas ao longo da jornada de cuidado. Para apoiar pacientes e ampliar o conhecimento sobre o tema, especialistas reforçam a importância de compreender como o risco de recidiva se comporta, quais sinais exigem atenção e por que o acompanhamento contínuo é decisivo. Mesmo após o tratamento inicial, o câncer de mama pode voltar, especialmente nos primeiros anos após o diagnóstico, período considerado crítico para o acompanhamento e tratamento adjuvante[1].

Apesar dos avanços no diagnóstico e tratamento, o risco de recidiva ainda faz parte da realidade de muitas pacientes[2]. Estudos indicam que mulheres com câncer de mama inicial de alto risco apresentam entre 20% e 43% de chance de recorrência, enquanto pacientes de baixo risco têm probabilidade entre 5% e 7%[3]. Para reduzir a desinformação sobre o tema, Gilberto Amorim, Oncologista Clínico da Oncologia D’Or do RJ (CRM 5256783-4 RJ) e o psicólogo e psico-oncologista Caio Vianna esclarecem alguns dos principais mitos e verdades sobre a recidiva do câncer de mama:

Após o tratamento inicial, o câncer de mama está definitivamente curado.

Mito: Mesmo após cirurgia, quimioterapia ou radioterapia, o risco de recidiva pode persistir por anos. Isso ocorre porque células tumorais podem permanecer no organismo de forma silenciosa[4]. Por isso, o acompanhamento contínuo e, em alguns casos como o câncer de mama luminal, o uso de terapias adjuvantes são ferramentas fundamentais para reduzir o risco de retorno da doença[5].

O risco de recidiva é diferente para cada paciente.

Verdade: O risco varia significativamente de acordo com fatores clínicos e biológicos, como tamanho do tumor, comprometimento de linfonodos, subtipo molecular e resposta ao tratamento. Esses elementos orientam a definição de estratégias terapêuticas individualizadas[6].

“O entendimento sobre o risco de recidiva permite que a paciente participe ativamente das decisões ao longo da jornada de tratamento, o que impacta diretamente na qualidade do cuidado e nos desfechos clínicos”, afirma Amorim.

A recidiva pode acontecer mesmo muitos anos após o tratamento.

Verdade: O retorno do câncer de mama não ocorre apenas no curto prazo. Ele pode surgir meses ou até anos após o tratamento inicial, o que reforça a importância do acompanhamento de longo prazo e da vigilância contínua1.

Se não houver sintomas, não há risco de recidiva.

Mito: A recidiva pode não apresentar sintomas em estágios iniciais e ser identificada em exames de rotina, o que reforça a importância do acompanhamento contínuo, mesmo na ausência de sinais aparentes da doença1.

Informação sobre o risco de recidiva ajuda na tomada de decisão.

Verdade: Compreender o risco individual permite que mulheres participem de forma mais ativa das decisões sobre seu tratamento e acompanhamento. O acesso à informação qualificada também contribui para reduzir incertezas e melhorar o diálogo com a equipe médica, favorecendo escolhas mais seguras e alinhadas às necessidades de cada paciente1.

“Falar abertamente sobre a possibilidade de recidiva é um passo importante para reduzir a ansiedade e fortalecer o protagonismo da paciente na jornada de cuidado. Quando bem-informadas, as mulheres estão mais preparadas para discutir opções terapêuticas e buscar acesso ao cuidado adequado”, ressalta Vianna.

O impacto emocional da recidiva é menor porque a paciente já passou pelo tratamento uma vez.
Mito: “A possibilidade de recidiva pode gerar ansiedade, medo e insegurança ao longo de toda a jornada, muitas vezes até mais intensos do que no diagnóstico inicial”, explica o psico-oncologista. O temor do retorno da doença pode afetar o bem-estar emocional mesmo após o término do tratamento, reforçando a importância de acompanhamento psicológico com profissional especializado em pacientes oncológicas e de uma abordagem multidisciplinar no cuidado1.

Sobre a Novartis 

A Novartis está reimaginando a medicina para melhorar e ampliar a vida das pessoas. Como empresa líder global em medicamentos, utilizamos ciência inovadora e tecnologias digitais para criar tratamentos transformadores em áreas de grande necessidade médica. Em nossa busca por novos medicamentos, estamos constantemente classificados entre as principais empresas do mundo que investem em pesquisa e desenvolvimento. Os produtos da Novartis alcançam mais de 750 milhões de pessoas em todo o mundo e estamos encontrando maneiras inovadoras de expandir o acesso aos nossos tratamentos mais recentes. Cerca de 105 mil pessoas de mais de 140 nacionalidades trabalham na Novartis em todo o mundo. Saiba mais em www.novartis.com. 

Referências

[1] Instituto Oncoguia. Por que o câncer volta? Disponível em: https://www.oncoguia.org.br/conteudo/por-que-o-cancer-volta/17689/697/ Acesso em: 23/02/2026.

[2] Breast Cancer. Organização Mundial de Saúde. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/breast-cancer Acesso em: 23/02/2026.

[3] Real-world evidence on risk of recurrence in patients with node negative and node positive HR+/HER2− early breast cancer from US electronic health records. Disponível em: https://www.annalsofoncology.org/article/S0923-7534(24)01752-6/fulltext. Acesso em: 07/11/2024.

[4] Recaída do Câncer de Mama. Instituto Vencer o Câncer. Disponível em: https://vencerocancer.org.br/cancer/recaida-do-cancer-de-mama/ Acesso em: 30/03/2026.

[5] Conheça as possibilidades de tratamento para o câncer de mama. FEMAMA. Disponível em:

https://femama.org.br/site/noticias-recentes/conheca-as-possibilidades-de-tratamento-para-o-cancer-de-mama/ Acesso em: 30/03/2026.

[6] Tratamento do Câncer de mama. Instituto Vencer o Câncer. Disponível em:  https://vencerocancer.org.br/cancer/tratamento-do-cancer-de-mama/ Acesso em: 30/03/2026.




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Moovi anuncia nova Pós-graduação em Arquitetura Funcional SAP

 


As aulas do curso, que também é reconhecido pelo MEC, terão início em maio 

À medida que novas demandas surgem no mercado, os profissionais não podem mais depender apenas de formações teóricas. Compreendendo essa importância, a Moovi, empresa de capacitação em SAP do grupo Numen, que já formou mais de 5 mil alunos, acaba de anunciar o lançamento da sua nova pós-graduação validada pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC): “Arquitetura Funcional no Ecossistema Corporativo”. O início do curso está previsto para maio. Os interessados podem realizar a matrícula através do site. 

Após o sucesso da primeira pós-graduação em SAP lançada no início deste ano, o novo curso segue os mesmos passos, visando suprir a lacuna de aprendizado profissional que existe entre a teoria e a prática — desta vez, com foco no aspecto funcional. Para isso, a nova oferta propõe capacitar profissionais funcionais a conectarem processos de negócios, integrar áreas, estruturar soluções e tomar decisões estratégicas com segurança e clareza. 

Promovida em parceria com a Anhanguera, uma das principais marcas de ensino superior do Grupo Cogna Educação, a especialização é direcionada para profissionais que desejam dominar processos, integrações, governança e desenho de soluções no ecossistema SAP. A pós-graduação é ideal para: Consultores Funcionais SAP que buscam dar o próximo passo na carreira; Arquitetos de Soluções e Enterprise Architects que necessitam de frameworks modernos; Gerentes de Projetos e Líderes de TI que precisam de conhecimento sólido para conduzir projetos complexos; e profissionais em transição para Arquitetura Funcional SAP. 

Para participar, é obrigatória a apresentação do diploma de bacharelado ou tecnólogo. O curso conta com uma carga horária total de 360 horas e duração de 12 meses, em modalidade flexível, com a combinação de módulos gravados e encontros ao vivo, garantindo a interação necessária. Além disso, também está incluso por 12 meses o acesso à um curso completo de "S/4HANA para Funcionais”. Entre os diferenciais da pós-graduação, está a liberação de acesso a ferramentas SAP para colocar a mão na massa, em ambientes reais. 

Ao final, os alunos estarão aptos a dominar os principais processos de negócio do S/4HANA e compreender os fundamentos da Arquitetura Funcional e de Soluções, utilizando frameworks como TOGAF, SAP Signavio e SAP LeanIX. Ademais, os participantes desenvolverão habilidades para traduzir necessidades de negócio em requisitos estruturados, mapeando processos de ponta a ponta e identificando impactos no landscape SAP sob as práticas de Clean Core, governança e extensibilidade. 

Além disso, estarão capacitados a utilizar serviços essenciais como APIs, CDS Views e BTP, projetando soluções robustas para cenários on-premise e cloud. Por fim, o aluno assumirá uma visão estratégica que abrange desde a concepção (blueprint) até a implantação, dominando ferramentas de modelagem e documentação para garantir soluções escaláveis e sustentáveis dentro do ecossistema SAP. 

O lançamento da nova pós-graduação é celebrado por João Secco, arquiteto de soluções da Numen e cofundador da Moovi. “Há muito tempo temos visto no mercado a carência de especialistas SAP. Ao trazermos mais uma opção de especialização, estamos não apenas democratizando o acesso ao conhecimento, mas dando oportunidades para profissionais que nunca fizeram pós-graduação, pois não existiam cursos que se conectassem com sua área de atuação. Mais do que simplesmente criar um curso, estamos reforçando o nosso compromisso em estabelecer um alto padrão de qualidade e suprir lacunas de aprendizado.” 

Presente no mercado de educação desde 2018, a Moovi foi adquirida pela Numen, empresa SAP Gold Partner, eleita a melhor consultoria pela SAP em 2025. No total já são mais de 1.500 horas de aulas gravadas e mais de 100 logos parceiros B2B para capacitação e treinamento in-company Entre os alunos estão tanto profissionais do mercado de consultoria quanto usuários do sistema. 

Esse é o caso de Renato Chagas, aluno da Moovi que atua como arquiteto de soluções para a ArcelorMittal Canada. “Desde que fiz minha migração para o SAP, há cinco anos, sempre tive muita dificuldade em encontrar pessoas que quisessem compartilhar conhecimento e confesso que foi extremamente exaustivo lidar com tudo sozinho. Afinal, nem todos os especialistas compartilham o que sabem e, talvez, esse seja o motivo de termos uma falta de mão de obra realmente qualificada no mercado. A pós-graduação da Moovi vem para suprir essa lacuna de forma imediata, trazendo conteúdos de forma disruptiva e de alto nível, o que contribui para o aprimoramento profissional.” 

O curso tem um investimento de R$ 12.780,00, com condições acessíveis de pagamento. Durante o período de lançamento, será possível garantir a matrícula com mais de R$ 3.800,00 de desconto por meio do cupom LIVE30, que ficará disponível até a primeira semana de maio. Os alunos terão direito à carteirinha de estudante e não precisarão fazer TCC (Trabalho de Conclusão de Curso) ou monografia. 

Sobre a Moovi: 
Moovi Education é uma escola especializada no ensino SAP, criada por profissionais que vivem o ecossistema e entendem seus desafios reais. Com uma metodologia prática, ambiente SAP real e instrutores atuantes no mercado, a Moovi prepara profissionais para evoluir em suas carreiras, conectando talentos às oportunidades e ajudando empresas a se moverem para o próximo nível. Saiba mais: https://moovi.education/ 

Sobre a Numen: 
Com atuação no Brasil, Europa e América do Norte, a Numen é uma consultoria referência em projetos SAP e parceira estratégica de grandes players globais como AWS, Salesforce e Celonis. Reconhecida por sua abordagem inovadora e foco consistente em resultados, a empresa apoia organizações em sua transformação digital, potencializando eficiência e geração de valor sustentável. Saiba mais: https://numenit.com/ 



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Cinthia Guimarães


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