MEDIÇÃO DE TERRA

MEDIÇÃO DE TERRA
MEDIÇÃO DE TERRAS

terça-feira, 13 de outubro de 2026

Recarga rápida (DC) quase triplica em 12 meses e já responde por 38% da rede

 



ABVE
Logo Comunica

Recarga rápida (DC) quase triplica em 12 meses e já responde por 38% da rede

A Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE) e a Tupi, plataforma de Mobilidade Elétrica apresentam a atualização da base nacional de pontos de recarga de veículos elétricos, com dados referentes a agosto de 2026.

O levantamento indica que o Brasil conta com 29.866 pontos públicos e semipúblicos de recarga. São 4.437 novos pontos em relação ao levantamento anterior, de junho de 2026 (25.429), um avanço de 17,4% no trimestre. Na comparação com agosto de 2025 (16.880), o crescimento é de 76,9%, com 12.986 novos pontos em 12 meses.

A frota de veículos elétricos plug-in no Brasil (BEV e PHEV), contabilizada de 2022 a agosto de 2026, totaliza 639.133 unidades, o que representa uma relação de 21,4 veículos elétricos plug-in por ponto de recarga.

Do total dos veículos elétricos plug-in:

● 49% (313.140 veículos) são 100% elétricos (BEV) e dependem totalmente dos carregadores.
● 51% (325.993 veículos) são híbridos plug-in (PHEV) e possuem dependência parcial da infraestrutura, pois também operam com motor a combustão.

TIPO DE CARREGADORES

Dos 29.866 pontos existentes, 61,8% (18.469) oferecem recarga lenta (AC) e 38,2% (11.397) são de recarga rápida em corrente contínua (DC). A participação da carga rápida mais que dobrou em 18 meses: era de 16,4% em fevereiro de 2025 e de 30,6% em fevereiro de 2026.

A recarga rápida cresceu 195,6% em 12 meses, de 3.855 para 11.397 pontos, com 7.542 novas instalações. O dado mais consistente, porém, está no ritmo: o DC avançou 32,2% no trimestre encerrado em junho e 32,4% no trimestre encerrado em setembro. Os dois levantamentos mostram manutenção do ritmo de crescimento em patamar próximo de 32%.

A mudança aparece com mais clareza na composição do que está sendo instalado. Dos 4.433 pontos acrescentados entre junho e setembro, 2.792 são DC, ou 63,0% do total. No trimestre anterior, a proporção era de 50,1%. A recarga rápida passou a representar a maior parte do acréscimo líquido de pontos da rede.

O movimento é impulsionado pela queda contínua no custo dos equipamentos, pela evolução tecnológica e pelo ganho de escala dos operadores, pela demanda crescente por viagens de média e longa distância, pela expansão da eletrificação em frotas corporativas e logísticas e pela maior confiança do consumidor brasileiro.

A RECARGA LENTA CRESCE 41,8% EM 12 MESES

A base AC cresceu 41,8% em 12 meses, de 13.025 para 18.469 pontos. Só no trimestre encerrado em agosto foram 1.641 novos pontos de recarga lenta, volume superior ao acréscimo de 628 pontos entre os levantamentos identificados como fevereiro e agosto de 2025.

O carregador AC é a infraestrutura de uso cotidiano: condomínios residenciais e comerciais, escritórios, estacionamentos de longa permanência e frotas. Entre fevereiro e agosto de 2026, São Paulo cresceu 27,0%, ante 25,3% na média nacional. A leitura trimestral mostra desaceleração do crescimento percentual de AC, de 14,2% entre fevereiro e maio para 9,8% entre maio e agosto. A mudança na composição da rede, portanto, reflete menos uma perda de fôlego da recarga lenta e mais um desempenho da recarga rápida acima de qualquer projeção.

Para Davi Bertoncello, diretor executivo da Tupi e diretor de Comunicação da ABVE: “Quase 2 mil municípios brasileiros já têm onde carregar um carro elétrico, e mais de mil deles já têm carga rápida. A pergunta do consumidor deixou de ser se existe carregador no país e passou a ser se existe carregador no caminho que ele faz. Isso só foi possível porque o Brasil resolveu o problema do equipamento: o custo caiu, a tecnologia amadureceu e o operador aprendeu a instalar. O gargalo agora é anterior ao carregador. Está no prazo e nas condições de conexão de uma nova carga à rede. A consulta pública que a ANEEL abriu neste mês trata exatamente disso, e é a discussão mais importante do setor até o fim do ano.”

AMBIENTE REGULATÓRIO

Dois marcos normativos entraram em vigor no primeiro semestre e tendem a influenciar a recarga lenta, ainda que seus efeitos não sejam isoláveis nesta série. A Lei 18.403/2026, sancionada em 19 de fevereiro pelo governador Tarcísio de Freitas, garante o direito à instalação de carregadores individuais em vagas privativas de condomínios residenciais e comerciais no estado de São Paulo, vedando proibições arbitrárias e exigindo apenas adequação técnica e de segurança. Em paralelo, a diretriz nacional dos Corpos de Bombeiros para pontos de recarga, em vigor desde o fim de fevereiro de 2026, passou a oferecer parâmetros uniformes de projeto e vistoria, reduzindo a insegurança que travava aprovações em edificações.

O próximo capítulo regulatório está na infraestrutura de energia. Em 10 de setembro, a ANEEL abriu a Consulta Pública 033/2026, que discute a modernização das regras de conexão de tecnologias como geração distribuída, armazenamento, veículos elétricos e cargas flexíveis. A consulta fica aberta até 9 de novembro de 2026 e trata exatamente do gargalo apontado pelos operadores: prazo e condições de ligação de novas cargas de alta potência. ABVE apresentará suas contribuições à consulta pública.

GEOGRAFIA

A contagem provisória por UF e código municipal identifica 1.911 municípios com infraestrutura de recarga disponível para veículos elétricos, um aumento de 6,9% em relação a junho de 2026 (1.787) e de 13,1% em relação a fevereiro de 2026 (1.690). Na comparação com agosto de 2025 (1.452), o crescimento chega a 31,6%. Esses resultados dependem da reconciliação dos nomes e códigos municipais indicada nas notas dos quadros.

A série mostra aumento do número de localidades atendidas. Pela mesma contagem provisória de UF e código municipal, 1.156 contam com ao menos um ponto de recarga rápida, ante 1.021 em junho.

Contagem provisória, o Nordeste liderou o avanço no semestre (+18,4%), seguido pelo Centro-Oeste (+15,6%). O Norte cresceu 13,3%, o Sul, 10,7%, e o Sudeste, 10,4%.A distribuição revela diferenças na composição regional da rede. No Norte, 58,1% dos pontos são DC; no Nordeste, 49,6%; no Centro-Oeste, 45,9%. No Sudeste, que concentra 42,4% da rede nacional, a proporção é de 27,9%. O Nordeste foi também a região que mais cresceu no trimestre, com alta de 22,7% no total e de 40,9% em recarga rápida.

São Paulo segue como maior estado da rede, com 7.864 pontos, seguido por Paraná (2.513), Rio Grande do Sul (2.422), Santa Catarina (2.333) e Minas Gerais (2.295). No trimestre, São Paulo acrescentou 910 pontos, o maior volume absoluto, enquanto Pernambuco registrou a maior expansão proporcional entre os dez maiores estados, com alta de 41,7%. Entre as localidades identificadas na base, a liderança é da capital paulista (3.101), à frente de Brasília (1.225), Rio de Janeiro (1.071), Curitiba (796) e Goiânia (531).

Sobre a ABVE

A Associação Brasileira do Veículo Elétrico tem por objeto social promover o desenvolvimento do mercado de veículos eletrificados no Brasil, apoiando o transporte limpo, sustentável e eficiente de pessoas e de carga e a geração e distribuição de energia elétrica por meio de fontes renováveis. Tem cerca de 140 associados, de multinacionais a startups, que representam todo o ecossistema da eletromobilidade no Brasil. A entidade se divide em oito grupos de trabalho: veículos leves, pesados, levíssimos, componentes, infraestrutura, mobilidade urbana, segurança e tributação.

ABVE COMUNICAÇÃO:
Cuca Fromer

cucafromer@gmail.com
11- 97615-4781



Carregadores de veículos elétricos, evolução da Base Instalada Carregadores de veículos elétricos: Municípios com infraestrutura de recarga, por região
Visualizar todas as imagens em alta resolução





GRUPO PRINTER COMUNICAÇÃO:

Aryane Costa
Celular: (11) 99371-9015
E-mail: aryane.costa@grupoprinter.com.br

Eduardo Sanches
Celular: (11) 99305-3328
E-mail: eduardo.sanches@grupoprinter.com.br

Fernando Saliba
Celular: (11) 98684-1976
E-mail: fernando.saliba@grupoprinter.com.br

Dia do Sake: descubra curiosidades sobre a bebida que carrega a tradição japonesa

 


No dia 01 de outubro é celebrado o Dia do Sake

Água, arroz e koji são os principais ingredientes do sake, bebida tradicional japonesa produzida a partir da fermentação do arroz. Com uma história que atravessa gerações, a bebida ao longo dos anos conquistou consumidores em diferentes partes do mundo. No dia 01 de outubro é celebrado o Dia do Sake.

Versátil, o sake pode ser consumido puro, gelado, aquecido, em drinks ou harmonizado com diferentes tipos de gastronomia. Embora seja tradicionalmente associado à culinária japonesa, a bebida combina também com pratos e ingredientes de diversas culturas.

Para celebrar o Dia do Sake, a Azuma apresenta três sugestões de drinks que mostram a versatilidade da bebida, confira:

Samba

Ingredientes

70 ml de Sake 
5 rodelas de 0,5cm de pepino japonês
20 ml de limão siciliano
1 e ½ colher de sopa de açúcar
06 folhas de manjericão fresco
Rolinho de pepino no bambu para decorar

Modo de preparo

Em uma coqueteleira, adicione os pedaços de pepino e macere com o açúcar.
Coloque gelo, as folhas de manjericão, Sake e o limão siciliano espremido. Agite bem e sirva coado em um copo baixo com gelo novo. Finalize decorando com um rolinho de pepino no bambu.

Sora

Ingredientes

100 ml de Sake 
30 ml de limão siciliano espremido
1 colher de sopa de açúcar
15 ml de Curaçao Blue
15 ml de água com gás
Gelo
Zest de limão siciliano

Modo de preparo

Em uma coqueteleira, bata o Sake , limão siciliano, açúcar e Curaçao Blue com gelo. Sirva no copo com gelo novo. Complete com água com gás. Esprema o Zest de limão em cima do drink.

Tokyo Pepper

Ingredientes

70 ml Sake 
20 ml limão taiti
20 ml xarope de maracujá vermelho
2 dashes pimenta Tabasco
Finalização: Canela em casca

Modo de preparo

Em uma coqueteleira bata o Sake, xarope, limão e pimenta. Sirva o copo com bastante gelo e finalize com cascas de canela.

 

 

Sobre a Azuma Sake

A Azuma é líder no segmento de sakes no mercado brasileiro, fundada em 1934, tornando-se pioneira e referência na categoria. Há mais de 90 anos de atuação, a empresa ganhou reconhecimento e investe em inovação, insumos de qualidade, além de todo o processo de criação, produção e logística, oferecendo produtos de qualidade e sabor inigualável.

Site: https://www.kikkoman.com.br/azumasake/

Imprensa
Notícia Expressa
Miriam Lago – miriam@notíciaexpressa.com.br
Renato Lopes Aranha – jornalismo@noticiaexpressa.com.br
Tel: (11) 98259-3530



Imagens relacionadas


baixar em alta resolução



baixar em alta resolução



baixar em alta resolução


 

Notícia Expressa   Renato Lopes
(11) 2311.0494 / (11) 2311.0484
(11) 91030-3530
www.noticiaexpressa.com.br

Appian Capital Brazil lança Projeto Raízes e investe na profissionalização de microempreendedores no Sul da Bahia

 

Appian Capital Brazil



Appian Capital Brazil lança Projeto Raízes e investe na profissionalização de microempreendedores no Sul da Bahia

Com aporte de R$ 224 mil, iniciativa apoia 75 empreendedores rurais e urbanos de Ipiaú, Itagibá e Gongogi; Foco em inclusão produtiva e empoderamento feminino: 80% dos participantes são mulheres e o projeto contribui para a formalização dos negócios locais; Capacitação alia práticas de finanças e gestão ao uso acessível de Inteligência Artificial para impulsionar vendas.

Com o propósito de transformar as comunidades anfitriãs de suas operações e fortalecer a economia local, a Appian Capital Brazil, fundo de investimento privado especializado em mineração, e Atlantic Nickel, ativo do grupo produtor de níquel sulfetado, anunciam a criação do Projeto Raízes. Implantado nos municípios de Ipiaú, Itagibá e Gongogi, o programa tem como objetivo acelerar o desenvolvimento socioeconômico e a profissionalização de micro e pequenos empreendedores das comunidades vizinhas das operações da companhia no Sul da Bahia. 

Com investimento inicial de R$ 224 mil, a iniciativa promove a capacitação técnica de micro, pequenos e futuros empreendedores que desejam investir em seus próprios negócios. “Nosso propósito é deixar um legado sólido. O Projeto Raízes prepara esse contingente de empreendedores locais para gerirem seus negócios com sucesso. Queremos ajudá-los a fazer uma melhor gestão de suas finanças, escalar suas vendas e conquistar a formalização, tornando-os aptos a fornecer para grandes empresas da região, inclusive para a própria Atlantic Nickel”, ressalta Gilcimar Oliveira, Diretor de ESG e Pessoas da Appian Capital Brazil. 

A formação técnica profissionalizante, com carga horária de 64 horas, é realizada em parceria com a MMüller Desenvolvimento em Gestão Social. O diferencial do programa é combinar ensinamentos fundamentais para a gestão dos negócios, como a separação entre finanças pessoais e empresariais, com soluções inovadoras e acessíveis. Os participantes aprendem estratégias de vendas por meio do WhatsApp Business e utilizam ferramentas gratuitas de Inteligência Artificial diretamente pelo celular. Com isso, conseguem desenvolver identidades visuais, embalagens, conteúdos para redes sociais e materiais de divulgação de forma autônoma, agregando valor aos seus produtos e serviços. 

“O Projeto Raízes representou uma grande virada de chave na minha vida. Antes de participar, muitas oportunidades pareciam distantes da minha realidade. Ao longo da formação, percebi que elas existiam, mas eu ainda não tinha acesso às informações e ferramentas necessárias para aproveitá-las. Outro aprendizado importante foi sobre tecnologia. Eu via esse tema como algo complexo, mas descobri que pode ser uma ferramenta poderosa para divulgar e fortalecer meu negócio. Cada conhecimento adquirido ampliou minha visão e me preparou para construir um futuro melhor.”, depoimento de Rosania Oliveira, moradora de Ipiaú. 

Projeto mobiliza empreendedores e amplia oportunidades de geração de renda 

O interesse da população superou as expectativas iniciais, e o projeto conta atualmente com 75 participantes. A iniciativa tem forte caráter de inclusão produtiva e empoderamento econômico, sendo que 80% do público é composto por mulheres. Além disso, 60% dos participantes iniciaram o curso ainda na informalidade, sem registro como MEI ou CNPJ. O programa também valoriza profissionais experientes da região, com 68% dos inscritos concentrados na faixa etária entre 35 e 59 anos. 

“O Grupo Reciclarte (projeto apoiado anteriormente pela Atlantic Nickel) teve um impacto muito importante na minha vida. Por meio dele, descobri novas habilidades, ganhei confiança e passei a enxergar novas possibilidades. Aprendi muito como costureira e como pessoa, superando desafios e acreditando mais em mim. Cada aprendizado tem contribuído para o meu crescimento e para a realização dos meus sonhos. Sou muito grata por fazer parte do Projeto Raízes e por todas as oportunidades que surgiram ao longo dessa jornada, que vem transformando minha vida e me ajudando a construir um futuro melhor. 

Também agradeço à Atlantic Nickel por trazer essa oportunidade especialmente para nós, mulheres empreendedoras. É uma iniciativa que nos incentiva a crescer, aprender e acreditar ainda mais no nosso potencial.”, depoimento de Onorina Santos Lopes, moradora da região e participante do Projeto Raízes. 

“O Projeto Raízes tem sido um divisor de águas na minha trajetória. Quando comecei, tinha dúvidas sobre a viabilidade do meu negócio e sobre meu potencial como empreendedora. Ao longo das aulas, mentorias e atividades práticas, recuperei a confiança para seguir em frente e estruturar melhor meu empreendimento. Outro aspecto transformador foi o contato com ferramentas de inteligência artificial, que ampliaram minhas possibilidades de divulgação e profissionalização. Hoje consigo enxergar meu negócio de forma mais estratégica e acredito que estou mais preparada para alcançar meus objetivos. Meu sonho de empreender deixou de parecer distante e começou a ganhar forma. Sou muito grata pela oportunidade de participar do projeto e por todo o conhecimento compartilhado ao longo dessa jornada.” depoimento de Lígia Sinfrônio Oliveira, moradora da região e participante do Projeto Raízes. 

Para saber mais sobre as iniciativas socioambientais realizadas pelo fundo e seus ativos, acesse os sites Appian Capital Brazil e Atlantic Nickel. 

 

Sobre a Appian Capital Brazil 

A Appian Capital Brazil, fundo de investimentos privados especializado em mineração e metalurgia, é a representante no país do grupo Appian Capital Advisory.  Fundada em 2011 em Londres com investimentos em diversos países, a empresa é referência no setor, com seu modelo diferenciado de mineração inteligente, respeitando o meio ambiente, trabalhando de forma integrada com as comunidades onde atua e apoiando o desenvolvimento destas regiões. Com seis anos de atuação no mercado brasileiro e, atualmente presente em dois estados (Minas Gerais e Bahia), o fundo se estabeleceu no país em 2018. O grupo possui dois ativos de mineração no país: Atlantic Nickel e Graphcoa, além da subsidiária Omnigen Energy. 

Com sólido compromisso e missão de transformar recursos naturais em prosperidade e desenvolvimento sustentável, o grupo trabalha alinhada às melhores práticas ESG. Transformando regiões onde atua, aliado à Integração Social, o grupo Appian tem como prioridade o profundo respeito com as pessoas e com a segurança nas operações. 

 

Contatos para imprensa:  

Weber Shandwick  

E-mail: appianpr@webershandwick.com  

Luciana Messa– luciana.messa@omc.com | Telefone: (11) 99155-7742  

Giulia Falcetta – giulia.falcetta@omc.com | Telefone: (11) 9 9398-4545  

Paulo Lima – paulo.lima1@omc.com | Telefone: (11) 9 8879-1711 

 
 


Foco em inclusão produtiva e empoderamento feminino com 80% dos participantes mulheres
Visualizar todas as imagens em alta resolução


Alta dos fertilizantes aumenta a importância da eficiência no manejo do solo

 



Piccin Equipamentos

Alta dos fertilizantes aumenta a importância da eficiência no manejo do solo

Compactação, por exemplo, pode limitar o desenvolvimento das raízes e reduzir o aproveitamento dos nutrientes, mesmo quando as recomendações de adubação são seguidas

O investimento em fertilizantes representa uma parcela relevante dos custos de produção agrícola e, em um cenário de forte dependência brasileira de insumos importados, aumentar a eficiência de cada aplicação tornou-se ainda mais relevante. Dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) mostram que o Brasil importa cerca de 85% dos fertilizantes que utiliza, enquanto soja, milho e cana-de-açúcar respondem por mais de 70% da demanda nacional.

Nesse contexto, a condição do solo é um dos fatores que podem interferir no aproveitamento dos nutrientes. A compactação, por exemplo, pode limitar o crescimento das raízes e reduzir o volume da área explorada pelas plantas, fazendo com que parte do potencial do fertilizante não seja aproveitada.

De acordo com Henrique Moscatelli, engenheiro agrônomo, responsável pela área de inteligência de mercado e marketing da Piccin Equipamentos, a limitação física pode comprometer o desempenho da cultura mesmo quando a adubação é realizada de acordo com a recomendação. “Para que o fertilizante seja bem aproveitado, é preciso que os nutrientes estejam acessíveis às raízes. Em um solo compactado, elas tendem a se concentrar nas camadas mais superficiais, e o produtor passa a depender de uma faixa menor dele para nutrir a planta durante toda a safra”, explica.

Adubar mais nem sempre significa produzir mais

Um dos sinais de que a limitação pode estar relacionada à estrutura física do solo é a ausência de resposta proporcional ao aumento das doses de fertilizantes. Segundo Moscatelli, a avaliação química precisa ser acompanhada pela análise das condições físicas da área. “O produtor pode comprar o fertilizante correto e aplicar a dose recomendada, mas a planta não responder na mesma proporção porque a raiz encontra uma barreira física. Nesse caso, o problema não está necessariamente no adubo, mas na condição do solo”, afirma.

Entre os sinais que podem indicar compactação estão plantas menores concentradas nos mesmos pontos do talhão ao longo das safras, baixa resposta ao incremento da adubação, sintomas de deficiência nutricional mesmo após a fertilização, encharcamento localizado e demora na infiltração da água. Cabeceiras, carreadores e locais submetidos a maior tráfego de máquinas também merecem atenção, já que tendem a apresentar maior pressão sobre o solo.

Diagnóstico orienta a descompactação

Quando o diagnóstico confirma a existência de uma camada compactada, operações mecânicas podem ajudar a restabelecer condições adequadas para o crescimento das raízes. O rompimento dessa camada amplia o volume de solo explorado pelas plantas e pode favorecer tanto o acesso aos nutrientes quanto à água armazenada em camadas superficiais.

A melhora da estrutura também pode favorecer a infiltração da água e reduzir o escoamento superficial. O manejo, porém, precisa ser dimensionado de acordo com a necessidade da área. “O equilíbrio está em trabalhar somente onde o diagnóstico identificou compactação e na profundidade necessária para romper a camada de impedimento. Fazer uma operação mais intensa do que a área exige aumenta o consumo de combustível, as horas de máquina e pode comprometer a estrutura do solo”, ressalta o engenheiro agrônomo.

Regulagem interfere no custo da operação

Além de definir onde e em qual profundidade intervir, a regulagem do implemento influencia a eficiência operacional. Profundidade de trabalho, nivelamento, condição das ponteiras e configuração das hastes devem estar adequados às características da operação. Um equipamento mal regulado pode exigir maior força de tração do trator e elevar o consumo de combustível.

Para operações de descompactação, a Piccin dispõe de diferentes configurações de escarificadores e subsoladores para distintas profundidades e condições de solo. Entre as opções estão o escarificador EPCR 300, para trabalhos de até 260 milímetros, e a linha SP de subsoladores, com profundidades entre 200 e 450 milímetros. As linhas Controle Remoto e Advanced também permitem trabalhar em camadas mais profundas e ajustar características do equipamento às condições identificadas na área.

Na distribuição de insumos, a empresa conta ainda com a linha Master equipada com a Esteira Precisa, tecnologia destinada à aplicação de produtos como calcário, gesso, fertilizantes químicos e orgânicos e pó de rocha, com configurações para operações em agricultura de taxa variável.

 



Imagens relacionadas


Divulgação
baixar em alta resolução



Divulgação
baixar em alta resolução



Divulgação
baixar em alta resolução



Ruralpress

Kassi Bonissoni
Gerente de atendimento
kassiana.ruralpress@gmail.com
(19) 98320-0286

delaware Brasil combina metodologia SAP Grow Fast e IA para acelerar implementações de ERP

 


Baseada na metodologia SAP Grow Fast e na abordagem Safe Launch da delaware, oferta reduz riscos, aumenta a previsibilidade de projetos de SAP Cloud ERP e garante a entrega em 16 semanas

Com a crescente pressão por modernização tecnológica e resultados mais rápidos, as empresas têm buscado alternativas para implementar sistemas de gestão de forma ágil, sem comprometer a operação ou assumir riscos excessivos ao longo do projeto. Para atender a essa demanda, a delaware Brasil, multinacional de consultoria em tecnologia e sistemas de gestão, lança sua oferta de implementação acelerada do SAP Cloud ERP, baseada na metodologia SAP Grow Fast e enriquecida por aceleradores próprios de entrega.  

A proposta foi desenvolvida para empresas que desejam acelerar sua jornada para a nuvem por meio de uma abordagem estruturada, baseada em melhores práticas de mercado, escopo predefinido e governança desde as primeiras etapas do projeto, sem ficar meses em um projeto de implementação. O objetivo é simplificar a adoção do ERP, reduzir a complexidade da implementação e acelerar a geração de valor para o negócio.   

Mais do que acelerar a implementação, a proposta da delaware busca enfrentar um dos principais desafios dos projetos de ERP: a previsibilidade da entrega. Por meio da combinação entre a metodologia SAP Grow Fast, a abordagem Safe Launch e recursos de inteligência artificial, a consultoria estruturou um modelo voltado à redução de riscos, controle de escopo e preparação consistente para o go-live.  

A abordagem Safe Launch reúne práticas de governança, gerenciamento de riscos, testes, acompanhamento de marcos do projeto e preparação da operação para a entrada em produção. O modelo tem como foco proporcionar maior segurança durante toda a implementação, reduzindo retrabalhos e contribuindo para entregas mais previsíveis.  

Como parte dessa estratégia, a delaware também incorpora recursos de inteligência artificial por meio do Promar.ai, framework proprietário que apoia atividades como documentação, testes, padronização de processos e automação de tarefas operacionais ao longo do projeto. Utilizada sempre sob a supervisão de especialistas, a tecnologia contribui para aumentar a eficiência das equipes e acelerar etapas da implementação.  

A nova oferta foi desenhada especialmente para organizações dos setores de serviços, manufatura, distribuição e operações administrativas que buscam modernizar sua gestão, sem enfrentar projetos longos ou excessivamente customizados. O modelo prioriza a adoção de processos alinhados às melhores práticas da SAP, permitindo implementações com cronogramas que podem chegar a, aproximadamente, 16 semanas, de acordo com o escopo e a complexidade do ambiente.  

Outro diferencial da iniciativa está na experiência prática da própria delaware como usuária das soluções SAP. A companhia utiliza internamente as mesmas tecnologias e metodologias que implementa em seus clientes, agregando ao projeto uma visão baseada em experiência real de operação e gestão.   

"O mercado busca cada vez mais projetos que combinem velocidade, previsibilidade e geração de valor. A inovação deixou de estar apenas no software e passou a fazer parte da forma como esses projetos são executados. Ao combinar a metodologia SAP Grow Fast, a abordagem Safe Launch e recursos de inteligência artificial, conseguimos acelerar a implementação sem abrir mão da governança e da preparação necessária para um go-live seguro", afirma Javier Rivas, head de portfólio da delaware Brasil.  

Com a nova oferta, a delaware reforça sua estratégia de apoiar empresas em sua jornada de transformação digital, oferecendo um modelo de implementação orientado à previsibilidade, à redução de riscos e à rápida geração de resultados em ambientes SAP Cloud ERP. 

 

Sobre a delaware:   

A delaware conta com mais de 20 anos de experiência em consultorias, implementações, sustentações e inovações tecnológicas em diversos setores. Com presença em mais de 20 países e origem na Bélgica, a empresa conta com mais de 5 mil profissionais que atuam na orientação dos clientes, através da transformação de seus negócios, oferecendo soluções end-to-end focadas em criar valor e inovar, incluindo desenvolvimento, inovação e implementação de tecnologias avançadas. Para mais informações, siga a delaware Brasil nas redes sociais: LinkedIn, Instagram e Facebook.  



Imagens relacionadas


baixar em alta resolução



Cinthia Guimarães


Tel: +55 (11) 95457-3500
Email: cinthia@informamidia.com.br
www.informamidia.com.br

 Pode ser uma imagem de texto

Colégio Mackenzie Agnes recebe representantes do Instituto Presbiteriano Mackenzie para fortalecimento de parceria educacional

 

Mackenzie

Colégio Mackenzie Agnes recebe representantes do Instituto Presbiteriano Mackenzie para fortalecimento de parceria educacional

Visita possibilitou trocas de experiências e o alinhamento de estratégias voltadas ao desenvolvimento educacional e institucional

O Colégio Presbiteriano Mackenzie Agnes, no Recife, recebeu na última sexta-feira (25), representantes do Instituto Presbiteriano Mackenzie (IPM). A agenda foi marcada pelo diálogo, compartilhamento de experiências e fortalecimento dos laços institucionais que sustentam a missão educacional da instituição.

Participaram da visita o Rev. Victor Ximenes, Conselheiro do IPM; O diretor de Saúde e Educação do Mackenzie, André Peixoto; a superintendente de Ensino Técnico e Básico, Márcia Regis; o gerente de Operações de Educação e Saúde, Werner Guimarães; Ana Paula Rocha, coordenadora de Educação; e Janaina Vieira, coordenadora de Saúde.

Durante o encontro, o diretor-geral do Mackenzie Agnes, Eduardo Azevedo, junto com a equipe de coordenação, apresentou projetos, resultados e iniciativas desenvolvidas pela instituição, evidenciando o compromisso permanente com a formação integral dos estudantes e a busca por uma educação de excelência.

Além das apresentações, os representantes do IPM tiveram a oportunidade de conhecer os espaços do colégio, acompanhar práticas pedagógicas e conhecer ações que fazem parte da rotina acadêmica e formativa da instituição.

A visita reforçou a importância da integração entre o Mackenzie Agnes e o IPM, promovendo um ambiente de escuta, troca de conhecimentos e alinhamento estratégico. O encontro reafirmou o compromisso conjunto de oferecer uma educação de excelência, fundamentada em princípios cristãos e valores que contribuem para a transformação de vidas e da sociedade.



Representantes do IPM no Recife
Visualizar todas as imagens em alta resolução

Festival BEM.BOM anuncia DJs Eli Iwasa e Gui Boratto em programação que terá mais de 12 horas de música por dia

 

Festival BEM.BOM anuncia DJs Eli Iwasa e Gui Boratto em programação que terá mais de 12 horas de música por dia

Referências da música eletrônica no Brasil, artistas vão encerrar as duas noites de festival, em 8 e 9 de janeiro, após atrações como Criolo, Gilsons e Nando Reis

O festival BEM.BOM,  que terá sua primeira edição nos dias 8 e 9 de janeiro de 2027 na fazenda Jacumã, entre Caraíva e Trancoso, no Sul da Bahia, contará com os DJs Gui Boratto (dia 8) e Eli Iwasa (dia 9), encerrando a programação de 12 horas por dia. Dois dos principais nomes da música eletrônica, eles se juntam aos já anunciados no line-up Criolo, Silvia Machete feat. Letrux, Gilsons, Don L, Nando Reis e Nação Zumbi. “A música eletrônica também é música brasileira, e trazendo para o nosso line-up esses dois grandes nomes da cena queremos exaltar essa diversidade", diz Isabel Chaves, diretora e idealizadora do evento. 

Com mais de 20 anos dedicados à música eletrônica e presença nos principais palcos do Brasil e ao redor do mundo, Eli Iwasa é conhecida por incendiar pistas com sets inspirados por house, techno, indie dance e electro. Já Gui Boratto é reconhecido por sua habilidade em mesclar techno, house e melodias emotivas em seus sets, além de ter se firmado como um dos produtores mais respeitados e versáteis da cena eletrônica global.

Mais sobre o festival BEM.BOM

Com a proposta de unir uma curadoria refinada de música brasileira com projetos que promovam transformação social, o festival BEM.BOM acontece em um palco com vista para o mar, em um espaço cercado por mata nativa em uma praia preservada.

O cenário paradisíaco escolhido para o evento, a Fazenda Jacumã, pertence à família que concebeu e vai realizar o festival, com a bagagem de quem vive há mais de 30 anos o dia a dia da região. “Nessa atmosfera, queremos promover uma experiência intimista, para um número limitado de pessoas, já que estamos literalmente em casa e queremos fazer com que todos se sintam confortáveis", conta Isabel. 

Com abertura às 14h e encerramento às 2h, o festival BEM.BOM ainda aposta em uma curadoria especial de performances e diferentes ativações disponíveis pela fazenda, pensando não só no público dos shows, que poderá se estender até a madrugada, mas também em receber famílias que queiram curtir o dia com conforto e infraestrutura. “A proposta é criar uma jornada em que o público possa circular pelo espaço em seu próprio ritmo, entre descobertas, encontros e momentos de celebração, fortalecendo a conexão com os artistas e a natureza", diz a idealizadora. 

Uma programação à parte foi pensada para os pequenos, que terão uma área kids com sombra e direito a brinquedos como pula-pula, maquiagem de rosto e teatro infantil. 

As opções gastronômicas virão de uma parceria com o projeto Nossa Feira, tradicional feira da região, organizada por mulheres. A experiência do BEM.BOM não vai se limitar aos dias de evento e nem a quem já mora na área. Para quem quiser fazer do festival um pretexto para uma viagem pelo sul da Bahia, o BEM.BOM oferece serviço de concierge com dicas de hospedagem, transfers e passeios, além, é claro, de suporte durante os dias de evento.

Foco em projetos socioambientais 

Em seu pilar social, o BEM.BOM desenvolveu projetos voltados ao seu entorno e habilitados para apoio. Todos foram criados a partir de um diagnóstico participativo realizado com a comunidade local, baseado em escuta ativa, levantamento de demandas e construção coletiva de soluções. As principais necessidades foram separadas em áreas prioritárias como educação, saúde, infraestrutura e cultura. Há várias maneiras de contribuir (mais infos em www.festivalbembom.com.br/social). Cada artista que subirá ao palco do festival foi convidado a escolher uma ação para apadrinhar e é bem-vindo a participar ativamente de sua realização. “O nome BEM.BOM vem da ideia de ‘fazer o bem’ e ‘viver o bom’. A nossa história com a comunidade existe há muitos anos. Claro que, quando pensei neste festival, de algum modo o nosso entorno precisava estar envolvido, daí a ideia de ter os artistas apadrinhando projetos. Essa ação busca fortalecer o vínculo do BEM.BOM com o território", finaliza Isabel. 

Festival BEM.BOM 

Quando: dias 8 e 9 de janeiro de 2027. 

Onde: Fazenda Jacumã, entre Trancoso e Caraíva, sul da Bahia. 

Mais informações e ingressos: festivalbembom.com.br



Gui Boratto Eli Iwasa
Visualizar todas as imagens em alta resolução





Música Popular do Terceiro Mundo

Marina Santa Clara Yakabe
marina@musicapopulardoterceiromundo.com
(11) 98266-2647

Ondas de calor no país podem elevar os riscos de desidratação: entenda!

 



Especialista do CEJAM dá dicas para evitar problemas de saúde diante de temperaturas extremas ao longo da semana

São Paulo, setembro de 2026 - Após intenso período de chuvas, a primavera inicia sob influência de uma onda de calor, e o Brasil enfrenta uma combinação de temperaturas acima da média e baixa umidade do ar. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta vermelho para oito estados, onde os termômetros podem registrar temperaturas até 5°C acima da média. Desde o início da semana, cidades de nove estados já alcançaram ou ultrapassaram os 40°C.  

A previsão indica que o calor deve persistir ao longo da semana, e esse cenário aumenta o risco de desidratação, especialmente entre populações mais vulneráveis, como idosos, crianças e pessoas com condições de saúde que afetam a regulação térmica do corpo, incluindo diabetes, obesidade e doenças cardiovasculares. 

A exposição prolongada ao sol intensifica a perda de líquidos e sais minerais essenciais ao organismo, o que exige atenção e cuidados redobrados durante esse período. 

"Quando apresentamos sintomas como sede, significa que nosso corpo já está apresentando um certo grau de desidratação, então beba bastante água. Um excelente parâmetro para avaliar nosso nível de hidratação é a cor da urina, pois à medida que ela fica mais escura ou em menor quantidade, já é um indicador de que está faltando água", afirma Raul Queiroz Mota de Sousa, Médico de Família e Comunidade da UBS Jardim Valquíria, gerenciado pelo CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisas "Dr. João Amorim", em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo. 

Os sintomas iniciais de desidratação incluem sede intensa, boca seca e fadiga. Em casos mais graves, podem surgir tontura, confusão mental e até pele ressecada. Crianças e idosos tendem a apresentar sinais específicos.  

“Nos pequenos, os sinais incluem ausência de lágrimas ao chorar, boca seca, urina escura e diminuição na quantidade, que é o parâmetro mais percebido nessa faixa etária. Entre os idosos, a perda de elasticidade da pele, tontura e confusão mental são comuns. Gestantes, por sua vez, manifestam os mesmos sintomas gerais”, detalha o especialista. 

Ele aponta que há outros fatores que podem potencializar a perda de líquido no dia a dia, como episódios de vômito e diarreia frequentes, que devem ser cuidadas adequadamente para que não se torne uma desidratação grave. Há ainda as perdas insensíveis de líquido pelo suor e respiração, que podem intensificar.  

“Se não tratada, a desidratação pode gerar complicações graves para a saúde, como lesões renais, distúrbios nos eletrólitos e problemas circulatórios”, reforça o médico.  

Mantendo o corpo hidratado  

Dr. Raul orienta que a melhor forma de evitar os riscos associados à desidratação é garantindo o consumo adequado de líquidos e adotando hábitos alimentares que favoreçam a hidratação.  

"A recomendação geral é consumir, em média, 35 ml de líquido por quilo de peso corporal. No entanto, é importante considerar fatores que podem aumentar a perda de líquidos, como a prática de atividades físicas intensas e a exposição prolongada a altas temperaturas, situações em que o corpo perde mais água de forma insensível, pelo suor e pela respiração.” 

Pessoas com problemas renais ou cardíacos, no entanto, precisam de orientações personalizadas sobre a ingestão hídrica. “Nesses casos, o consumo excessivo de líquidos também pode ser prejudicial e deve ser ajustado de acordo com a patologia de cada pessoa”. 

Além da água, outras opções líquidas podem ajudar a complementar a hidratação do organismo, como leite, chás, sucos naturais sem açúcar e água de coco, por exemplo. Os isotônicos são indicados principalmente para atletas de alto rendimento, já que auxiliam na reposição de eletrólitos perdidos em atividades de alta intensidade. 

Quanto aos alimentos, frutas como melancia, melão, abacaxi, laranja e morango, além de vegetais como alface, tomate e pepino, são ótimos aliados.   

Cuidados extras: 

Evitar a exposição direta ao sol, principalmente nos horários de maior intensidade, é uma medida essencial para prevenir a desidratação. Apostar no uso de chapéus, sombrinhas, roupas leves e claras, além da aplicação regular de protetor solar, também ajuda a proteger o organismo. 

“Isso porque queimaduras de pele, além de serem desconfortáveis, podem agravar a perda de líquidos ao comprometer a barreira natural de proteção da epiderme”, finaliza o doutor.  

 

Sobre o CEJAM  

O CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” é uma entidade filantrópica e sem fins lucrativos. Fundada em 1991, a Instituição atua em parceria com o poder público no gerenciamento de serviços e programas de saúde em São Paulo, Rio de Janeiro, Mogi das Cruzes, Osasco, Campinas, Carapicuíba, Barueri, Franco da Rocha, Guarulhos, Santos, São Roque, Lins, Assis, Ferraz de Vasconcelos, Pariquera-Açu, Itapevi, Peruíbe e São José dos Campos.  

A organização faz parte do Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (IBROSS), e tem a missão de ser instrumento transformador da vida das pessoas por meio de ações de promoção, prevenção e assistência à saúde.  

O CEJAM é considerado uma Instituição de excelência no apoio ao Sistema Único de Saúde (SUS), tendo conquistado novamente, em 2026, a certificação Great Place to Work. O seu nome é uma homenagem ao Dr. João Amorim, médico obstetra e um dos fundadores da Instituição.  

Neste ano, a organização lança a campanha CEJAM 2026: respeito à vida, respeito ao planeta. 365 dias cuidando do presente, transformando o futuro!  

Siga o CEJAM nas redes sociais (@cejamoficial) e acompanhe os conteúdos divulgados no site da instituição.  
 
Informações à imprensa:  
Máquina  
cejam@agenciamaquina.com  



Imagens relacionadas


Freepik
baixar em alta resolução



Máquina Cohn & Wolfe

Outubro Rosa Pet: alta taxa de malignidade em tumores mamários felinos exige diagnóstico precoce

 

Vitru Educação


Outubro Rosa Pet: alta taxa de malignidade em tumores mamários felinos exige diagnóstico precoce


Dados do Manual MSD de Veterinária indicam que até 90% dos tumores de mama em gatas são malignos, contra 50% em cadelas; especialista da UniCesumar alerta para a importância da detecção precoce


Durante a campanha do Outubro Rosa Pet, médicos-veterinários alertam para as diferenças biológicas e o grau de agressividade do câncer de mama entre cães e gatos. Embora a incidência geral de tumores mamários seja menor em felinos, a gravidade dos casos na espécie requer atenção imediata dos tutores logo ao primeiro sinal.

"Estudos de epidemiologia veterinária e dados do Manual MSD indicam que entre 80% e 90% dos tumores mamários identificados em gatas são malignos, enquanto em cadelas essa proporção fica em torno de 50%. Por isso, nove em cada dez gatas diagnosticadas apresentam quadros de alta gravidade, o que torna fundamental procurar atendimento ao menor sinal de nódulo”, explica Vinicius Gonzalez Peres Albernaz, professor do curso de Medicina Veterinária da UniCesumar Curitiba (PR).

Diante desse cenário, a campanha Outubro Rosa Pet reforça que a prevenção, especialmente a castração no primeiro ano de vida, e a observação atenta das mamas são as principais armas dos tutores. Quanto mais cedo o nódulo for identificado e avaliado por um médico-veterinário, maiores são as chances de tratamento eficaz e sobrevida, transformando o diagnóstico precoce em um verdadeiro ato de amor e responsabilidade com a saúde das gatas.

Biologia e evolução da doença

A diferença de comportamento do câncer entre as duas espécies decorre da complexidade genética dos felinos. Em cães, prevalecem subtipos tumorais mais simples, enquanto gatas desenvolvem neoplasias com maior capacidade de invasão tecidual e disseminação metastática.

Mesmo em estágios iniciais e com nódulos de dimensões reduzidas, o câncer de mama felino apresenta alto potencial de gravidade. Pesquisas indicam que mais de 50% das gatas com tumor de mama já possuem células tumorais fora da cadeia mamária no momento do diagnóstico inicial, frequentemente com comprometimento da musculatura local ou dos gânglios linfáticos.

"Gatos não são cães pequenos. Eles possuem características biológicas e genéticas distintas, o que resulta em doenças com comportamentos completamente diferentes. Uma vez sabendo que nove em cada dez gatas com câncer de mama têm tumores malignos, qualquer nódulo detectado exige avaliação imediata. O tamanho do nódulo influencia a capacidade de tratamento, mas não altera a natureza maligna do tumor. Iniciar o protocolo clínico enquanto a lesão ainda é pequena aumenta as chances de sucesso”, afirma o docente.

Fatores de risco e ocorrência em machos

O câncer de mama também pode acometer felinos machos, correspondendo a cerca de 0,5% do total de casos da doença, segundo o especialista. Quando ocorre em machos, a condição apresenta taxa de agressividade superior à observada em fêmeas.

“O principal fator de risco evitável para o aparecimento do tumor de mama em gatos de ambos os sexos é o uso de anticoncepcionais e injeções hormonais. A administração dessas substâncias eleva expressivamente o risco de desenvolvimento de neoplasias. Por outro lado, a castração precoce atua como medida preventiva eficaz. A realização do procedimento antes dos seis meses de vida reduz o risco de desenvolvimento de câncer de mama em gatas para 9%. Quando realizada antes de um ano de idade, o risco é de 14%”, diz Albernaz.

Sinais clínicos e conduta recomendada

Em fases iniciais, a doença manifesta-se por meio de pequenos nódulos palpáveis sob a pele na região ventral, da axila à virilha. Alterações como vermelhidão, inchaço, secreção e feridas sem cicatrização também integram o quadro clínico. Em estágios avançados com metástase, o animal pode apresentar dificuldade respiratória, tosse, perda de peso, falta de apetite, apatia, fraqueza e dores ósseas. A doença também pode evoluir de forma assintomática até fases adiantadas.

“Diante da identificação de qualquer volume anormal na cadeia mamária, a orientação é encaminhar o animal para consulta com um médico veterinário especialista em oncologia. A conduta terapêutica padrão envolve a remoção cirúrgica completa de ambas as cadeias mamárias e dos linfonodos regionais, podendo ser complementada por quimioterapia, terapias-alvo ou cuidados paliativos”, conclui o especialista da UniCesumar.

Sobre a UniCesumar

Com mais de 35 anos no mercado educacional e desde 2022 como uma das marcas integradas ao grupo Vitru Educação, a UniCesumar conta com uma comunidade de cerca de 500 mil alunos. Atualmente, possui uma robusta estrutura de Educação a Distância (EAD), com mais de 1,3 mil polos espalhados por todas as regiões do país, além de três unidades internacionais, localizadas em Dubai (Emirados Árabes) e Genebra (Suíça). No ensino presencial, destaca-se o curso de Medicina, oferecido nos campi de Maringá (PR) e Corumbá (MS), juntamente a outros três campi, localizados em Curitiba, Londrina e Ponta Grossa (PR). Como um dos dez maiores grupos educacionais privados do Brasil, a UniCesumar oferece portfólio diversificado, com 350 cursos, abrangendo graduação, pós-graduação, técnicos, profissionalizantes, mestrado e doutorado. Sua missão é promover o acesso à educação de qualidade e contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional de seus alunos, preparando-os para os desafios do mercado de trabalho.

 

Contatos para imprensa:

Weber Shandwick

E-mail: vitru@webershandwick.com

Priscilla Poubel – priscilla.poubel@omc.com | Telefone: (21) 9 8351-0185

Paulo Lima – paulo.lima1@omc.com | Telefone: (11) 9 8398-6996

 

Com alta no frete e juros elevados, varejistas antecipam compras para evitar falta de produtos na Black Friday

 



Vitru Educação


Com alta no frete e juros elevados, varejistas antecipam compras para evitar falta de produtos na Black Friday



Especialista da UniCesumar explica que empresas antecipam compras e apostam na integração de canais e condições de pagamento para garantir vendas no final do ano.

 

Com o encerramento do terceiro trimestre, o varejo brasileiro entra na fase decisiva de abastecimento e preparação operacional para a Black Friday de 2026 e as vendas de fim de ano. Em um cenário marcado por juros elevados, custos do crédito ainda altos e variação no frete internacional, as empresas ajustam estoques e antecedem pedidos com fornecedores para mitigar rupturas e proteger margens.

 

"A Black Friday deve encontrar um consumidor com renda e emprego relativamente favoráveis, mas bastante cauteloso por causa dos juros elevados. Será menos uma disputa por quem dá o maior desconto e mais por quem oferece o melhor valor percebido: preço, conveniência e condições de pagamento", afirma Juliana Franco, professora de Economia EAD UniCesumar.

 

O contexto macroeconômico dos últimos três meses apresenta indicadores mistos, pois embora o mercado de trabalho registre estabilidade no mercado de trabalho e crescimento da renda real, o custo do dinheiro e o endividamento continuam limitando o orçamento das famílias. A confiança do consumidor indica maior seletividade, exigindo do varejo estratégias fundamentadas em valor percebido e opções flexíveis de parcelamento.

 

“O varejista precisa entender que o limite do consumidor não é apenas sua renda, mas a disponibilidade dela após as despesas e compromissos financeiros. Por isso, condições de pagamento podem ser quase tão importantes quanto o desconto. Em determinados segmentos, uma condição de parcelamento adequada pode converter mais vendas do que o aumento do percentual benefícios. Não basta olhar apenas o faturamento nominal, é preciso mensurar o crescimento real descontando a variação de preços e a quantidade de itens vendidos”, complementa a docente.

 

Comportamento do consumidor e tendências online

Um levantamento realizado pela Cielo em 2025 registrou crescimento nas vendas do e-commerce durante a Black Friday, com alta de 8,8% na categoria de bens duráveis. Para esse ano, dados da Serasa Experian apontam que cerca de 23,5 milhões de brasileiros declaram afinidade com a data, sendo que 86,4% desse público possui perfil habitual de compra online. A pesquisa prévia por preços e o uso de comparadores reduzem o espaço para compras por impulso e reforçam a antecipação de presentes do Natal ainda em novembro.

 

“Hoje, temos um perfil de consumidor mais digital, informado e planejado. Ele usa comparadores de preços, monitora o histórico do valor dos produtos e evita compras por impulso. Quando encontra uma promoção real e uma condição de pagamento adequada, esse cliente aproveita para antecipar as compras de datas comemorativas ainda em novembro, aliviando o orçamento de dezembro diante do custo do crédito atual”, explica Franco.

 

Antecedência na cadeia de suprimentos

Diante das incertezas no transporte global e da urgência para evitar a falta de produtos no período de maior movimento do ano, a gestão da cadeia de suprimentos passou a exigir cronogramas rígidos de execução. Para fornecedores nacionais, o ciclo de pedidos exige antecedência de 45 a 60 dias para garantir a capacidade de reposição. Já no caso de itens importados ou com rotas logísticas mais extensas, o prazo de resposta varia de 90 a 120 dias, reflexo direto dos custos e do tempo de trânsito do transporte marítimo e aéreo.

 

"Não existe um prazo único porque depende do setor e da origem do produto, mas agora já deve ser considerado um período de execução. Além do preço, é fundamental negociar prazos de pagamento e entregas escalonadas para alinhar o custo do estoque ao ciclo financeiro da empresa", recomenda a professora da UniCesumar.

 

Gestão de estoque e margem financeira

Para evitar falhas recorrentes, como excesso de itens encalhados, rupturas de ponta de gôndola ou erro no mix de produtos, a recomendação técnica para o período inclui a aplicação do método ABC para classificação de itens e a criação de três cenários de projeção de demanda (conservador, base e otimista).

 

“Antes de anunciar qualquer desconto, o varejista precisa fazer a conta completa. O Preço Promocional só deve ser definido depois de descontar do valor do produto tudo o que ele custa de fato: o valor pago ao fornecedor, os impostos, as comissões, as taxas do cartão ou do marketplace e o frete grátis. Só assim a empresa garante que a promoção traga vendas sem destruir a margem do negócio”, diz Juliana Franco.

 

Sobre a UniCesumar

Com mais de 35 anos no mercado educacional e desde 2022 como uma das marcas integradas ao grupo Vitru Educação, a UniCesumar conta com uma comunidade de cerca de 500 mil alunos. Atualmente, possui uma robusta estrutura de Educação a Distância (EAD), com mais de 1,3 mil polos espalhados por todas as regiões do país, além de três unidades internacionais, localizadas em Dubai (Emirados Árabes) e Genebra (Suíça). No ensino presencial, destaca-se o curso de Medicina, oferecido nos campi de Maringá (PR) e Corumbá (MS), juntamente a outros três campi, localizados em Curitiba, Londrina e Ponta Grossa (PR). Como um dos dez maiores grupos educacionais privados do Brasil, a UniCesumar oferece portfólio diversificado, com 350 cursos, abrangendo graduação, pós-graduação, técnicos, profissionalizantes, mestrado e doutorado. Sua missão é promover o acesso à educação de qualidade e contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional de seus alunos, preparando-os para os desafios do mercado de trabalho.

 

Contatos para imprensa:

Weber Shandwick

E-mail: vitru@webershandwick.com

 

Priscilla Poubel – priscilla.poubel@omc.com | Telefone: (21) 9 8351-0185

Paulo Lima – paulo.lima1@omc.com | Telefone: (11) 9 8398-6996

 



Visualizar todas as imagens em alta resolução


Startup quer transformar eficiência de dados em nova matéria-prima para as serrarias

 


CyKlo Agritech

Startup quer transformar eficiência de dados em nova matéria-prima para as serrarias

Criada por profissionais com experiência em automação da indústria madeireira, MindsGlobal lança plataforma Castor para integrar informações da produção, melhorar o aproveitamento das toras e ampliar o acesso à tecnologia entre pequenas e médias empresas

Em uma serraria, alguns minutos podem valer uma tora inteira. Enquanto máquinas cortam, classificam e transformam madeira, toneladas de matéria-prima passam pela linha de produção todos os dias. O problema é que, em muitas operações, parte das informações geradas nesse processo ainda termina espalhada entre relatórios, planilhas, anotações e sistemas que não conversam entre si. Para a MindsGlobal, esse desencontro entre produção e informação representa uma oportunidade de eficiência que ainda está pouco explorada pela indústria madeireira.

Criada por profissionais que passaram anos dentro de operações do setor, a startup chega ao mercado com a Castor, uma plataforma desenvolvida para transformar os dados gerados pelas serrarias em ferramentas de decisão. A proposta é atuar sobre três desafios diretamente ligados à rentabilidade da operação: disponibilidade dos equipamentos, aproveitamento da madeira e rastreabilidade dos produtos, principalmente em pequenas e médias serrarias que, que muitas vezes, não têm acesso às mesmas ferramentas disponíveis em operações de maior porte.

A Minds Global nasceu como uma spin-off da Mendes Máquinas, empresa de Curitibanos (SC) especializada em equipamentos e automação para a indústria madeireira. O CTO da startup, Thiago Sampaio Röper, é engenheiro de controle e automação, com mestrado em sistemas automatizados para máquinas, e acumula mais de dez anos de experiência no segmento. O sócio, Diego Uncini, soma 20 anos de atuação em automação, treinamento de equipes para operação e manutenção voltada ao setor madeireiro.

Os dois trabalhavam na Mendes quando começaram a perceber que o avanço da automação estava produzindo uma quantidade cada vez maior de dados, mas que nem sempre essas informações eram utilizadas de maneira integrada. “Víamos muitos clientes com alta produção, com cerca de 4 mil a 5 mil toras por turno, mas que não conseguiam quantificar a operação com seus relatórios e planilhas manuais que não se convergiam”, conta Röper.

O primeiro passo foi desenvolver internamente uma ferramenta capaz de organizar e analisar essas informações. A tecnologia ajudou a identificar gargalos e acompanhar indicadores da operação, permitindo que a equipe entendesse se determinado problema estava relacionado à manutenção, planejamento, processo ou até mesmo a questões culturais.

Segundo o executivo, o uso dos indicadores reduziu aproximadamente pela metade o período necessário para que uma nova operação atingisse um nível adequado de desempenho. “Uma implantação que poderia levar entre oito e dez meses passou a ter uma curva de adaptação significativamente menor. Foi justamente nessa experiência que surgiu a percepção de que aquela tecnologia poderia ultrapassar os limites dos clientes da Mendes”, destacou.

Uma indústria que precisa ser eficiente

Nos últimos anos, a disponibilidade de toras de maior diâmetro vem diminuindo, o que tem feito com que as serrarias trabalhem cada vez mais com madeira de menor diâmetro. Isso aumenta a importância do planejamento do corte, pois cada decisão tomada sobre uma tora interfere diretamente na quantidade e no tipo de produto que será obtido dela.

Em uma indústria na qual a matéria-prima representa parcela importante dos custos, transformar madeira em produto de maior valor deixou de ser apenas uma questão operacional e é justamente nesse ponto que a Castor busca atuar.

Por meio de uma câmera convencional, a plataforma analisa as características da madeira e auxilia o operador na definição do melhor aproveitamento possível para aquela tora. A ferramenta considera medidas e características do material para orientar a escolha do corte mais adequado ao produto que será fabricado.

Segundo Röper, dependendo das características da operação, o recurso pode proporcionar ganhos de até 10% no aproveitamento da tora. “Na prática, isso significa fazer com que uma parcela maior da matéria-prima seja transformada em produtos de maior valor, reduzindo o volume destinado a cavacos, serragem ou outros materiais de menor retorno econômico”, detalha.

A mesma lógica também vale para o tempo. Em uma serraria convencional, pequenos períodos de parada podem se acumular ao longo de um turno. Se uma tomada de decisão pode ser antecipada, minutos aparentemente insignificantes passam a representar capacidade produtiva. “Um pacote de madeira representa até R$1.800,00 e leva em torno de 10 minutos para ser produzido, imagine o impacto de recuperar esses minutos todos os dias. O tempo que se ganha em uma tomada de decisão, parece pouco mas pode representar impacto direto na receita da operação”, afirma Röper.

Tecnologia além da linha de produção

Depois que a madeira é transformada em produto, começa outro desafio: saber exatamente o que está no pátio. Em muitas serrarias, os pacotes permanecem armazenados durante períodos de secagem antes de seguirem para a comercialização ou para outra etapa de processamento. Sem uma gestão adequada, a empresa pode perder visibilidade sobre os lotes, volumes, localização e tempo de permanência do produto.

O Castor também foi concebido para atuar nessa etapa, permitindo o acompanhamento digital dos lotes e dos produtos armazenados. A ideia é transformar o estoque físico em uma base de informações que possa ser consultada e utilizada na gestão. “Madeira no pátio é dinheiro parado. Eficiência não está apenas na velocidade com que a madeira entra e sai da máquina, mas na capacidade de enxergar toda a cadeia interna da operação”, resume o CTO.

Apesar de ser uma plataforma digital, a Minds Global aposta em um modelo que vai além da simples instalação de um software. A startup considera que a digitalização de uma serraria envolve também uma mudança na maneira como as pessoas trabalham e tomam decisões.  Desta forma, a implantação do Castor inclui uma etapa de análise da operação, treinamento e acompanhamento. “Não adianta entregarmos a tecnologia sem ensinar como se usar. É uma transformação cultural e de inovação”, explica Röper.

Recomendação personalizada

O modelo desenvolvido pela startup considera que cada serraria possui características próprias. O tipo de produto fabricado, o perfil da matéria-prima, os equipamentos disponíveis e os gargalos encontrados variam de uma operação para outra. Por isso, a implantação começa com uma análise da realidade do cliente para definir como a plataforma será utilizada.

A solução opera em nuvem e utiliza inteligência artificial em seu desenvolvimento. O modelo comercial prevê um investimento inicial de implementação e uma cobrança recorrente. A recorrência está relacionada não apenas ao armazenamento dos dados, mas também à evolução contínua da plataforma. A proposta é desenvolver novos módulos e disponibilizá-los aos clientes que já utilizam o Castor, sem cobrança adicional.

Próximos passo e atuação  

A Minds Global ainda é uma startup em desenvolvimento. Embora a tecnologia venha sendo validada há cerca de quatro anos, a empresa de fato foi lançada ao mercado no final de 2025. Os primeiros clientes em operação estão concentrados no Sul do Brasil, em Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, região que reúne uma parcela importante da indústria madeireira.

A empresa também começa a ampliar seu raio de atuação. Segundo Röper, já há negociações avançadas com potenciais clientes na Bahia e em São Paulo, enquanto uma operação começa a ser estruturada no Uruguai. A Argentina também aparece entre os mercados avaliados pela startup.

Este movimento ocorre paralelamente à participação da Minds Global em um processo de aceleração junto à Cyklo, uma Agritech que ajuda negócios a crescer de forma inteligente, sustentável e escalável conectando empreendedores a mentores, capital e mercado.

A aproximação surgiu a partir de uma iniciativa relacionada à Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) e aos desafios da cadeia madeireira, colocando a empresa em contato com discussões que envolvem competitividade, custo da matéria-prima, exportações e modernização do setor.

Para Röper, essa conexão foi parte importante do próprio propósito da startup. “Uma das nossas ideias realmente é movimentar, conectar pessoas e profissionais deste importante mercado através de tecnologia e inovação. Essa é a nossa missão e juntamente com a Cyklo certamente vamos acelerar e aperfeiçoar essa jornada”, finaliza o profissional.



Imagens relacionadas


Divulgação
baixar em alta resolução



Divulgação
baixar em alta resolução



Divulgação
baixar em alta resolução



Ruralpress

Kassi Bonissoni
Gerente de atendimento
kassiana.ruralpress@gmail.com
(19) 98320-0286