Appian
e Atlantic Nickel investem mais de R$ 28,7 milhões em ações
socioambientais e revegetam o equivalente a 543 campos de futebol da
Mata Atlântica
- Desde 2018, 388,37 hectares da Mata Atlântica no Sul da Bahia foram reflorestados com o programa de proteção ambiental da Atlantic Nickel (ATN), ativo do grupo produtor de níquel sulfetado;
- Nos últimos 3 anos o viveiro de mudas da ATN produziu mais de 147 mil mudas de 96 espécies do Bioma Mata Atlântica. Apenas em 2025 foram 70.217;
- A partir do Projeto de Proteção e
Mapeamento das Espécies Florísticas, companhia registra mais de 509
espécies do bioma local como pau-brasil, ipê-amarelo, ingá-de-metro,
entre outras;
- Com o Programa de Proteção e
Monitoramento da Fauna, grupo registra 411espécies silvestres locais
como gato-do-mato, mico, saruê, entre outras na Zona da Mata baiana.
Em um passo importante rumo à preservação ambiental, a Appian Capital Brazil,
fundo de investimento privado especializado em mineração, atinge marco
histórico de valorização à biodiversidade ao revegetar 388,37 hectares
de Mata Atlântica no entorno das operações da Atlantic Nickel,
ativo do grupo produtor de níquel sulfetado. Os hectares revitalizados
equivalem a aproximadamente 543 campos de futebol e abrangem Áreas de
Reserva Legal e Áreas de Preservação Permanente (APPs), no entorno das
cidades de Ipiaú e Itagibá, no Sul da Bahia.
Para dar suporte a essa crescente
demanda, a Appian dispõe de Viveiro de Mudas em Itagibá, área de atuação
da Atlantic Nickel, com capacidade total de produção de 120 mil mudas
por ano, apenas no últimos quatro anos, após ampliação do viveiro,
foram produzidas mais 147 mil mudas de espécies típicas da Mata
Atlântica, como pau-brasil, ipê-amarelo, ingá-de-metro, nativas do bioma
local, que são destinadas a projetos de reflorestamento, recuperação de
áreas degradadas e iniciativas socioambientais na região. “Seguimos com
um sólido propósito com o meio ambiente em nossas operações rumo à
sustentabilidade e ao desenvolvimento equilibrado. Para isso, nos
últimos quatro anos investimos mais de R$ 28,7 milhões em ações
socioambientais, incluindo revegetação monitoramento e proteção da Mata
Atlântica, de 2018 a 2024”, ressalta Gilcimar Oliveira, diretor de ESG e
Pessoas da Appian Capital Brazil.
O espaço do viveiro ocupa uma área de
cerca de 1000m², incluindo área interna e de rustificação (processo de
adaptação de plantas a condições adversas, como sol intenso, ventos
fortes, baixas temperaturas e falta de água, para que as plantas
consigam sobreviver e se desenvolver em diversos ambientes e
temperaturas). Além da produção de mudas, a ATN / Appian também realiza
iniciativas de educação ambiental junto à comunidade local. Escolas e
organizações da região podem visitar o viveiro para conhecer de perto as
etapas do cultivo e aprender sobre a importância da conservação
ambiental, e parte da produção de mudas são doadas para a prefeitura das
cidades próximas das operações da companhia, com o propósito de
fomentar o incentivo a educação ambiental.
Recuperação e preservação da Mata baiana
Composto por três iniciativas: Programa de Proteção e Monitoramento da Fauna, voltado à recuperação de habitats favorecendo espécies ameaçadas de extinção, Projeto de Proteção e Mapeamento das espécies florísticas, que reintegra espécies vegetais nativas da localidade e o Programa de Reflorestamento da Mata Atlântica.
Este último visa o aumento da área de Mata Atlântica, em Itagibá (BA),
por meio da revitalização e preservação do ecossistema / bioma da
região, ao estimular retorno e desenvolvimento de espécies nativas
locais.
“Investimos em um legado ambiental que
beneficia as futuras gerações. Essas espécies contribuem para a
recuperação de áreas desmatadas, auxiliam na manutenção da fauna local e
na proteção do solo contra erosão. Além disso, o cultivo de exemplares
nativos em viveiros torna-se uma forma eficaz de envolver a comunidade
local em ações de preservação e conservação ambiental,
conscientizando-os sobre boas práticas sustentáveis. Esse espaço é uma
parte fundamental de nossa estratégia de responsabilidade ambiental e
social”, complementa Oliveira.
Projeto de Proteção e Monitoramento da Fauna
O programa tem como proposta o
monitoramento de animais nativos da região. Com auxílio de empresas de
consultoria ambiental, as espécies locais são acompanhadas por meio de
câmeras trap, que mapeiam ocorrências, atividades e costumes, além de
auxiliar no desenvolvimento. No Sul da Bahia, o ativo já registrou cerca
de 411 espécies da fauna silvestre local preservada na Zona da Mata
baiana. Entre as espécies já identificadas, estão: a raposa “Cerdocyon thous”, tamanduá “Tamandua tetradactyla”, saruê “Didelphis albiventris”, mico “Callithrix kuhlii”, saruê “Didelphis aurita”, o tatu-peba “Euphractus sexcintus”, gato-do-mato-pequeno “Leopardus tigrinus”, papa-mel “Eira barbara”, quati “Nasua nasua”, mão-pelada “Procyon cancrivorus”,
dentre outras espécies. A ação conta com a ajuda dos empregados da mina
Santa Rita, que através de uma linha direta com a equipe do projeto,
informam o local e quais espécies foram vistas nas proximidades da
unidade. Em seis anos de atuação do programa, a Atlantic Nickel
registrou o crescimento de 164 espécies locais preservadas na região.
Projeto de Proteção e Mapeamento das Espécies Florísticas
A Atlantic Nickel preserva e monitora
509 espécies do bioma local, incluindo espécies da Mata Atlântica,
através de monitoramento trimestral, com uso de câmeras e acompanhamento
in loco de equipe composta por três pessoas do seu Núcleo de
Preservação da Fauna e Flora. Desde 2018, quando a Appian Capital Brazil
assumiu a gestão do ativo, o projeto monitorou mais de 5.000 indivíduos
arbóreos floresceram na região, com destaque para: pau-brasil “Paubrasilia echinata”, jacarandá-da-bahia “Dalbergia nigra”, jequitibá-rosa “Cariniana legalis”, embaúba-branca “Cecropia hololeuca”, ipê-amarelo “Handroanthus chrysotrichus”, ingá-de-metro “Inga edulis”, casqueiro “Samanea tubulosa”, cedro “Cedrela odorata”, vinhático “Plathymenia reticulata”, pau-ferro “Libidibia ferrea”, pau-d'alho “Gallesia integrifolia”.
Por meio da iniciativa, o programa é capaz de mapear o local de
nascimento das plantas, além do cuidado e preservação de diversas
espécies arbóreas de grande valor ecológico para o bioma local, evitando
seu desaparecimento.
O programa protege e monitora o
desenvolvimento de espécies de plantas originárias das regiões onde
opera a Atlantic Nickel, que são acompanhados por meio de câmeras e
integrantes da equipe, mapeando ocorrências, atividades e costumes.
Reflorestamento da Mata Atlântica
No entorno das cidades de Ipiaú e
Itagibá, no Sul da Bahia, a Atlantic Nickel, ativo do grupo Appian, já
revegetou, de 2018 até abril de 2026, mais de 388 hectares do bioma da
Mata Atlântica, o que equivale a aproximadamente 584 campos de futebol,
com seu programa de reflorestamento. São cultivadas mudas de 96 espécies
locais, como angico-vermelho “Anadenanthera peregrina”, mutamba “Guazuma ulmifolia”, dandá “Joannesia princeps”, braúna “Melanoxylon braúna, pau-ferro "Libidibia férrea", jequitibá-rosa "Cariniana legalis", ingá-de-metro "Inga edulis", aroeira "Schinus terebinthifolius", pau brasil "Paubrasilia echinata", jacarandá-da- bahia "Dalbergia nigra", cedro "Cedrela odorata", gonçalo-alves "Astronium fraxinifolium" e outras. Somente em 2025, foram produzidos mais de 70 mil mudas de 38 espécies da Mata Atlântica.
O programa tem como objetivo a recuperação de flora nas regiões onde a Appian Capital Brazil, por meio da gestão de seu ativo Atlantic Nickel,
atua. A partir de boas práticas ambientais como plantio de mudas de
espécies originárias da região de Mata Atlântica na Bahia, realiza-se a
revitalização de áreas locais com o reflorestamento.
Para saber mais sobre as iniciativas socioambientais realizadas pelo fundo e seus ativos, acesse os sites Appian Capital Brazil e Atlantic Nickel.
Sobre a Appian Capital Brazil
A Appian
Capital Brazil, fundo de investimentos privados especializado em
mineração e metalurgia, é a representante no país do grupo Appian
Capital Advisory. Fundada em 2011 em Londres com investimentos em
diversos países, a empresa é referência no setor, com seu modelo
diferenciado de mineração inteligente, respeitando o meio ambiente,
trabalhando de forma integrada com as comunidades onde atua e apoiando o
desenvolvimento destas regiões. Com seis anos de atuação no mercado
brasileiro e, atualmente presente em dois estados (Minas Gerais e
Bahia), o fundo se estabeleceu no país em 2018. O grupo possui dois
ativos de mineração no país: Atlantic Nickel e Graphcoa, além da
subsidiária Omnigen Energy.
Com sólido
compromisso e missão de transformar recursos naturais em prosperidade e
desenvolvimento sustentável, o grupo trabalha alinhada às melhores
práticas ESG. Transformando regiões onde atua, aliado à Integração
Social, o grupo Appian tem como prioridade o profundo respeito com as
pessoas e com a segurança nas operações.
Contatos para imprensa:
Weber Shandwick
E-mail: appianpr@webershandwick.com
Paulo Lima – plima@webershandwick.com | Telefone: (11) 9 8398-699