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terça-feira, 18 de agosto de 2026

Entenda o que muda na conta de luz com a chegada do Mercado Livre de Energia a partir de 2027

 



Vitru Educação


Entenda o que muda na conta de luz com a chegada do Mercado Livre de Energia a partir de 2027



Especialista da UniCesumar explica que mudança trará liberdade de escolha do fornecedor e separação de tarifas na fatura, mas exige atenção a cláusulas contratuais e taxas fixas que permanecem

 

A regulamentação da Lei nº 15.269 trará uma transformação estrutural no setor elétrico brasileiro ao permitir que consumidores conectados em baixa tensão escolham a empresa que fornecerá sua energia elétrica. Pelo cronograma oficial, pequenos comércios e empresas industriais poderão negociar a compra de energia em até 24 meses após a vigência do dispositivo (novembro de 2027). Já os consumidores residenciais passarão a ter acesso ao modelo em até 36 meses (novembro de 2028).

 

A principal mudança é o fim da compra compulsória de energia da concessionária regional. O modelo passa a funcionar de forma semelhante ao setor de telecomunicações: a infraestrutura física de fios e postes continua sendo um monopólio regulado da distribuidora local, enquanto a venda comercial do insumo passa a ser aberta à concorrência entre comercializadores.

 

"A abertura separa progressivamente a infraestrutura física de distribuição, que continua sendo um monopólio regulado, da comercialização da energia, que passa a ser concorrencial. É uma mudança fundamentalmente comercial e contratual. A eletricidade continuará chegando pela mesma rede da concessionária local, que responde pela conexão e manutenção do serviço”, diz Roberto Uebel, economista e professor de Geografia da EAD UniCesumar.

 

Como funcionará na prática

Para migrar ao mercado livre, o consumidor não precisará realizar obras ou trocar a fiação elétrica de seu imóvel. A distribuidora de sua cidade continuará responsável técnica e operacionalmente pela entrega física do serviço, manutenção da rede e atendimento a interrupções de fornecimento. "Com a migração, a fatura de energia passará a deixar explícita a divisão de custos. O consumidor pagará um valor fixo regulado pela Aneel à distribuidora local pelo uso da rede física, o chamado 'fio', enquanto o valor da energia propriamente dita passa a ser um componente negociável diretamente com a comercializadora varejista”, explica Uebel

 

A contratação por pequenas empresas e residências será intermediada principalmente por comercializadoras varejistas, que representam o cliente final e administram as obrigações operacionais perante a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

 

Custos, riscos e o que avaliar antes de assinar

Como o consumidor continuará pagando pelos custos do uso da rede, transmissões e encargos setoriais obrigatórios, apenas a parcela correspondente à energia bruta é sujeita à negociação comercial. "A abertura de mercado não significa automaticamente redução de preços. O resultado dependerá do grau de concorrência, da regulamentação e da capacidade de comparação das ofertas. Como apenas parte da conta se torna efetivamente negociável, uma redução expressiva no preço da energia não corresponde necessariamente à mesma redução percentual na conta final", alerta o professor da UniCesumar.

 

Para minimizar os riscos, o economista ressalta que o consumidor deve analisar criteriosamente as cláusulas contratuais antes da assinatura. A avaliação precisa considerar o preço efetivo do kilowatt-hora (kWh), prazos de vigência, índices e periodicidade de reajustes, limites para oscilação de consumo, regras de renovação automática, multas por rescisão antecipada, além de eventuais taxas de gestão e garantias financeiras exigidas. "O consumidor pode aceitar ofertas aparentemente baratas no primeiro mês, mas sujeitas a indexadores desfavoráveis, taxas administrativas ocultas ou multas elevadas em caso de rescisão. A concorrência precisa vir acompanhada de transparência, criação de preços de referência e fiscalização rigorosa".

 

Transição setorial e fiscalização

A migração de consumidores do mercado regulado para o livre pode gerar custos de transição associados à sobre contratação involuntária das distribuidoras regionais. A legislação determina que esses custos residuais de transição sejam rateados proporcionalmente entre os consumidores de ambos os mercados (livre e regulado), evitando que o impacto recaia exclusivamente sobre quem permanecer na distribuidora.

“A fiscalização das operações será integrada: a Aneel atuará na regulação setorial e sanções administrativas aos agentes; a CCEE responderá pelo monitoramento operacional e liquidação financeira do mercado; e os órgãos de defesa do consumidor (Procons e Senacon) atuarão na coibição de abusos contratuais e práticas comerciais enganosas”, conclui Roberto Uebel.

 

Sobre a UniCesumar

Com mais de 35 anos no mercado educacional e desde 2022 como uma das marcas integradas ao grupo Vitru Educação, a UniCesumar conta com uma comunidade de cerca de 500 mil alunos. Atualmente, possui uma robusta estrutura de Educação a Distância (EAD), com mais de 1,3 mil polos espalhados por todas as regiões do país, além de três unidades internacionais, localizadas em Dubai (Emirados Árabes) e Genebra (Suíça). No ensino presencial, destaca-se o curso de Medicina, oferecido nos campi de Maringá (PR) e Corumbá (MS), juntamente a outros três campi, localizados em Curitiba, Londrina e Ponta Grossa (PR). Como um dos dez maiores grupos educacionais privados do Brasil, a UniCesumar oferece portfólio diversificado, com 350 cursos, abrangendo graduação, pós-graduação, técnicos, profissionalizantes, mestrado e doutorado. Sua missão é promover o acesso à educação de qualidade e contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional de seus alunos, preparando-os para os desafios do mercado de trabalho.

 

Contatos para imprensa:

Weber Shandwick

E-mail: vitru@webershandwick.com

 

Priscilla Poubel – priscilla.moreira@omc.com | Telefone: (21) 9 8351-0185

Paulo Lima – paulo.lima1@omc.com | Telefone: (11) 9 8398-6996

 

 



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O fim da confiança e a identidade como novo perímetro de segurança

 



Nava

O fim da confiança e a identidade como novo perímetro de segurança

*por Domingo Montanaro

No cenário atual de cibersegurança, ostentar infraestrutura robusta deixou de ser diferencial competitivo para ser um pré-requisito muito básico de sobrevivência. Enquanto o Brasil enfrenta mais de 753,8 bilhões de tentativas de ataques registrados em 2025, o mercado começa a entender que o investimento em tecnologia, isoladamente, não resolve a equação. De acordo com o Gartner, até 2026, organizações que priorizarem seus investimentos em segurança com base em gestão contínua de exposição terão três vezes menos probabilidade de sofrer uma violação, 

O dado mais inquietante, contudo, não reside nos firewalls. Está no comportamento! A principal porta de entrada para a imensa maioria dessas invasões não explora falhas complexas de código, mas a confiança humana.

Historicamente, as empresas investiram em muros digitais. Mas, em um mundo de nuvem e trabalho híbrido, o perímetro sumiu. Segundo a McKinsey, a convergência de tecnologias como IA generativa e cloud computing exige que a cibersegurança seja tratada como uma capacidade organizacional estratégica. Hoje o perímetro é a identidade. Incidentes de segurança começam com ações cotidianas dos usuários, o que torna as pessoas o principal vetor de risco nas organizações. Erros simples expõe sessões e a desatenção - mais do que o investimento em treinamentos - é um problema persistente. 

Nesse contexto, o conceito de Zero Trust se posiciona como uma necessidade vital. A filosofia é radical e define que cada solicitação de acesso deve ser autenticada, autorizada e criptografada continuamente, não importa a origem.  A adoção dessa filosofia não é uma escolha técnica, mas uma decisão de negócios. Segundo o ISC, empresas que implementam arquiteturas de confiança zero conseguem reduzir o impacto financeiro de violações de dados em cerca de 40%, pois limitam o raio de explosão de ataques. Se os atacantes conseguem operar dentro dos sistemas, como se fossem usuários legítimos, reduzem a eficácia dos mecanismos tradicionais. 

Já atuei em casos em que invasores permaneceram por 190 dias no ambiente corporativo sem serem identificados, esperando o momento certo para agir. A entrada foi viabilizada por uma falha humana aparentemente simples, mas a consequência foi grave. O custo médio de um ataque cibernético é de cerca de 5 milhões de dólares, sem considerar os impactos indiretos, a exemplo de interrupção operacional e danos à reputação. Em ambientes industriais e infraestruturas críticas, os efeitos podem ser ainda mais severos. A manipulação de sistemas que afetam operações energéticas já causou apagões e alteraram processos produtivos, com potencial de colocar vidas em risco.

Para mudar o jogo, a chave está na cultura organizacional. A cyber-resiliência, capacidade de antecipar, resistir e se recuperar de ataques é um impulsionador de valor para os acionistas. Isso exige três pilares:

  1. A segurança deve ser integrada ao fluxo de trabalho, onde cada usuário entende que é um sensor ativo na rede. Somente a higiene digital será capaz de mudar o jogo em que o erro humano viabiliza quase 70% das violações.

  2. Implementar gestão de acessos privilegiados e autenticação multifatorial como proteção da própria autonomia do colaborador

  3. A liderança precisa ser testada em cenários de war gaming, de modo que possam mostrar como decidiria em ambientes sob pressão que separa as empresas que sobrevivem das que colapsam.

A cibersegurança moderna é um esporte em equipe. Enquanto a gestão de identidades e o comportamento humano não forem tratados como pilares estratégicos de negócio, continuaremos oferecendo aos criminosos o caminho de menor resistência. A tecnologia é o meio, mas a resiliência é, e sempre será feita por pessoas.

* Domingo Montanaro, Fundador da Ventura e Vice-presidente de Cibersegurança da Nava




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Anna Mattos
anna.mattos@rpmacomunicacao.com.br
(11) 9424-7680

Maria Coruja é a homenageada do Caju de Leitores 2026

 


Festival Caju de Leitores

Maria Coruja é a homenageada do Caju de Leitores 2026

Aos 87 anos, anciã e mestra dos saberes ancestrais Pataxó será celebrada durante a 5ª edição do festival, realizada de 2 a 4 de setembro, na Aldeia Xandó, em Porto Seguro

A 5ª edição do Festival Caju de Leitores, que acontece nos dias 2, 3 e 4 de setembro de 2026, na Oca Tururim, na Aldeia Xandó, Território Indígena Barra Velha, em Porto Seguro (BA), terá como homenageada a anciã e mestra dos saberes ancestrais Maria Coruja.

Liderança Pataxó, Maria Coruja, de 87 anos, mantém uma atuação ativa em sua comunidade. Entre suas atividades está o trabalho desenvolvido com crianças e jovens do grupo Marujinhos Pataxó, por meio do qual contribui para a transmissão de conhecimentos entre gerações e para a preservação da memória e da cultura Pataxó, ensinando cantigas antigas e recuperando brincadeiras tradicionais.

Memória e resistência

Nascida sob o nome de Maria Bernarda da Conceição, a mestra é também símbolo de resistência. Maria Coruja é uma das sobreviventes do Fogo de 51, episódio de violência que marcou profundamente a história do povo Pataxó e provocou a dispersão de muitas famílias indígenas de seu território.

Reconhecida como grande conhecedora das medicinas tradicionais, Maria Coruja conta que aprendeu seu ofício com os encantados, seres espirituais ligados à proteção das florestas, dos rios, dos animais e dos mares. É conhecida por suas rezas e seus banhos, assim como por sua atuação como benzedeira e parteira.

A música também faz parte de sua trajetória. Ao lado do marido, Maria Coruja compôs diversas canções. Ela também participa ativamente do movimento indígena e de encontros realizados em diferentes regiões do Brasil, contribuindo para a defesa dos direitos, da cultura e da memória do povo Pataxó.

Contadora de histórias, Maria Coruja estará no Caju de Leitores para compartilhar parte de suas vivências e memórias relacionadas aos encantados, aos bichos e à Mãe Terra. Sua participação dialoga diretamente com o tema desta edição e com a proposta do festival de promover a circulação dos saberes transmitidos entre gerações.

Sobre o festival

O Festival Caju de Leitores chega à sua 5ª edição com o tema “Um Manifesto de Bichos”, que propõe reconhecer os animais como seres presentes nas histórias, nas memórias e nos conhecimentos compartilhados entre gerações. A proposta estabelece relações entre bichos, ancestralidade, território, língua, natureza e os modos indígenas de compreender a existência.

Com foco na formação de leitores, na ampliação do acesso à literatura indígena e no encontro entre escritores, artistas, educadores, estudantes, lideranças e comunidades, o festival contará com uma programação gratuita composta por rodas de conversa, encontros com autores, contações de histórias, apresentações culturais, atividades educativas e ações relacionadas à literatura, à oralidade, à língua, ao território e à natureza.

O Festival Caju de Leitores é uma realização do Ministério da Cultura e da Savá Cultural. Conta com patrocínio da Neoenergia e do Itaú, via Lei Rouanet, além da Secretaria Municipal de Educação de Porto Seguro, por meio da Superintendência de Cultura e Patrimônio Histórico. Tem ainda parceria acadêmica da Universidade Federal do Sul da Bahia.

Serviço

5ª edição do Festival Caju de Leitores
Tema: Um Manifesto de Bichos
Data: 2, 3 e 4 de setembro de 2026
Local: Oca Tururim, Aldeia Xandó, Território Indígena Barra Velha, Porto Seguro (BA)
Acesso: gratuito

Informações para a imprensa

Débora do Carmo
Assessoria de imprensa regional
abcdeboraa@gmail.com

Gabriela Toledo
Assessoria de imprensa nacional
obaramail@gmail.com

 



Anciã da Aldeia Pará e mestra dos saberes ancestrais Pataxó, Maria Coruja é a homenageada da 5ª edição do Festival Caju de Leitores Aos 87 anos, Maria Coruja mantém uma atuação ativa na transmissão de cantigas, histórias, brincadeiras e outros conhecimentos tradicionais às novas gerações Rodas de conversa, contações de histórias, encontros com autores e atividades educativas integram a programação gratuita da 5ª edição do Festival Caju de Leitores
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Savá Cultural
producao@cajuleitores.com.br
(73) 99916-2495

Gincana do Caminhoneiro chega a Feira de Santana, na Bahia

 

Gincana do Caminhoneiro

Gincana do Caminhoneiro chega a Feira de Santana, na Bahia

Cidade recebe, entre os dias 21 e 23 de agosto, a quarta etapa da temporada 2026 da competição mais tradicional das estradas brasileiras

Depois de passar por Paraná, Mato Grosso e Maranhão, a Gincana do Caminhoneiro 2026 segue sua trajetória pelo Nordeste brasileiro e desembarca agora em Feira de Santana (BA). A quarta etapa da competição acontece entre os dias 21 e 23 de agosto, no Posto São Gonçalo 4, localizado na BR-324, km 531,1, um dos principais corredores do transporte rodoviário de cargas do país.

Considerada o maior entroncamento rodoviário das regiões Norte e Nordeste e o segundo maior de todo o Brasil, atrás apenas de São Paulo, Feira de Santana ocupa posição estratégica na malha viária nacional. A cidade conecta importantes rodovias federais e recebe diariamente milhares de caminhões que transportam cargas para diferentes estados brasileiros, tornando-se um ponto de passagem obrigatório para quem vive a rotina das estradas.

Ao longo de três dias, caminhoneiros terão a oportunidade de demonstrar suas habilidades ao volante na tradicional prova de slalom, que exige precisão, técnica e controle. Todos competem em condições iguais, utilizando o mesmo caminhão, o extrapesado Volkswagen Meteor Highline 28.480 6x2. Os três melhores colocados garantem vaga na grande final da temporada, marcada para o dia 1º de novembro, em Campo Largo (PR).

Mais do que uma competição, a GDC consolidou-se, ao longo de mais de três décadas, como uma iniciativa de valorização do motorista profissional, incentivando a condução segura, a qualificação e o aperfeiçoamento técnico. Além das provas, cada etapa oferece uma estrutura de serviços gratuitos voltados aos caminhoneiros, incluindo orientações de saúde e bem-estar, espaços de convivência e ações realizadas em parceria com instituições do setor.

"Feira de Santana é uma cidade que representa muito bem a realidade do transporte rodoviário brasileiro. Por ser um grande entroncamento rodoviário, reúne diariamente caminhoneiros de diferentes regiões do país, o que torna essa etapa extremamente representativa para a Gincana. Temos a expectativa de receber participantes de diversos estados e viver mais uma grande festa de valorização dos profissionais da estrada", destaca Patryck Furtado, coordenador da GDC.

A temporada 2026 já definiu nove finalistas, classificados nas etapas de São José dos Pinhais (PR), Rondonópolis (MT) e São Luís (MA). Agora, Feira de Santana será responsável por indicar mais três caminhoneiros para a grande decisão, na qual estarão em disputa um caminhão Volkswagen Delivery Express zero km para o campeão da temporada e uma assinatura anual do extrapesado Meteor 29.530 para o vice-campeão.

4ª etapa da Gincana do Caminhoneiro 2026

Local: Posto São Gonçalo 4 - BR-324, km 531,1 - Feira de Santana (BA)

Data: 21, 22 e 23 de agosto

Horário: Das 8h às 18h

*As inscrições são gratuitas e feitas no local



Gincana do Caminhoneiro 2026 Gincana do Caminhoneiro 2026
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Fernando Fischer
Diretor de Conteúdo
fernando@fischercomunicacao.com.br
(11) 98730-8109

"Como eles conseguiram meu número?": vazamento de dados alimenta o telemarketing abusivo; saiba se proteger

 



Vitru Educação


"Como eles conseguiram meu número?": vazamento de dados alimenta o telemarketing abusivo; saiba se proteger


Invasão de privacidade por meio de Ligações indesejadas e mensagens no WhatsApp podem constituir invasão de privacidade; especialista da UNIASSELVI detalha direitos do consumidor e onde denunciar abusos digitais


Invasão de privacidade por meio de Ligações indesejadas

Todo cidadão que já recebeu chamadas frequentes de telemarketing ou mensagens indesejadas no WhatsApp oferecendo produtos e serviços fez a mesma pergunta: "Como eles conseguiram meu número?". O problema surge quando dados pessoais são compartilhados ou comercializados sem o conhecimento ou autorização prévia do titular.

Embora ações publicitárias sejam legítimas, o envio ostensivo de mensagens via WhatsApp ou ligações telefônicas pode configurar assédio comercial. Kamila Mendes, advogada e professora do curso de Direito da UNIASSELVI, aponta que a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) impõe limites claros para proteger o consumidor contra abordagens abusivas.

“O marketing, por si só, não é ilegal. O problema começa quando há excesso. Mensagens insistentes, repetitivas, enviadas sem consentimento ou que continuam chegando mesmo após o consumidor pedir para não ser mais contatado podem caracterizar prática abusiva. Além da LGPD, o Código de Defesa do Consumidor protege o cidadão contra práticas comerciais que violem sua tranquilidade, sua privacidade e sua liberdade de escolha”, alerta ela.

Empresas especializadas em captar números

Segundo ela, a captação de contatos ocorre por múltiplos caminhos, inclusive quando o próprio consumidor faz cadastros cotidianos. “Algumas empresas obtêm os dados quando o próprio consumidor faz um cadastro, participa de promoções ou aceita termos de uso sem perceber o alcance dessa autorização. O problema surge quando esses dados são compartilhados ou comercializados sem uma base legal válida. Se a empresa utiliza o número para finalidades diferentes daquelas informadas ao consumidor ou sem uma hipótese prevista na LGPD, pode, sim, haver infração à lei”, explica.

Grande parte dessa circulação de dados é movida pelos chamados Data Brokers, empresas especializadas em coletar, organizar e comercializar informações pessoais para fins de marketing e análise de mercado. Kamila ressalta que a atuação dessas empresas não é proibida, mas precisa respeitar integralmente as diretrizes legais. “Deve existir uma base legal para o tratamento dos dados, além de transparência sobre a origem dessas informações e a finalidade da utilização. O grande desafio é justamente garantir que o consumidor saiba quem possui seus dados e como eles estão sendo utilizados”, destaca Kamila.

Proteção e canais de denúncia

Para conter a importunação e reforçar a segurança digital, o consumidor dispõe de recursos práticos em smartphones (Android e iOS) para bloquear contatos, silenciar chamadas desconhecidas e filtrar os contatos indesejados e recorrentes, chamados ‘spams’. Também é possível cadastrar o número de telefone no serviço Não Me Perturbe (www.naomeperturbe.com.br). No entanto, a especialista enfatiza que, em situações de uso irregular de dados, o cidadão deve acionar os órgãos competentes.

“O Procon pode atuar quando houver violação dos direitos do consumidor. A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) é o órgão responsável por fiscalizar o cumprimento da LGPD e receber denúncias relacionadas ao tratamento inadequado de dados pessoais. Já a plataforma ‘consumidor.gov.br’ é uma ferramenta eficiente para buscar uma solução direta com a empresa antes mesmo de recorrer ao Judiciário. Em muitos casos, utilizar esses canais de forma conjunta pode ser o caminho mais eficaz”, sugere.

Kamila lembra ainda que a LGPD assegura mecanismos para revogar o consentimento, exigir a exclusão de informações e interromper o tratamento indevido de dados. As empresas infratoras estão sujeitas a advertências, multas, bloqueio ou eliminação dos dados tratados de forma inadequada. “A proteção de dados hoje não é apenas uma questão de conformidade legal, mas também de confiança e respeito ao consumidor”, conclui a especialista.

 

Sobre a UNIASSELVI

A UNIASSELVI é uma das mais conceituadas instituições de ensino superior do Brasil. Com uma oferta diversificada de mais de 500 cursos, que incluem Graduação, Pós-Graduação, Profissionalizantes e Técnicos, tanto na modalidade presencial quanto a distância (EAD), a instituição se destaca pela sua abrangência e qualidade educacional. Presente em todos os estados brasileiros, a UNIASSELVI conta com uma ampla rede de mais de 1,2 polos e mais de 16 campi de ensino presencial. É reconhecida como a única instituição de grande porte nacional a receber nota máxima no Recredenciamento Institucional, concedido pelo Ministério da Educação (MEC). A missão da UNIASSELVI é fornecer os recursos e o suporte necessários para que os alunos construam suas próprias histórias e alcancem o sucesso acadêmico e profissional, promovendo assim o desenvolvimento pessoal e profissional de cada estudante.

 

Contatos para imprensa:

Weber Shandwick

E-mail: vitru@webershandwick.com

 

Luciana Messa – lmessa@webershandwick.com | Telefone: (11) 9 9155-7742

Paulo Lima – plima@webershandwick.com | Telefone: (11) 9 8398-699

 


Invasão de privacidade por meio de Ligações indesejadas
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Crea-BA fiscaliza Usina de Pedra do Cavalo; barragem responde por cerca de 60% do abastecimento de Salvador e RMS

 


Crea-BA

Crea-BA fiscaliza Usina de Pedra do Cavalo; barragem responde por cerca de 60% do abastecimento de Salvador e RMS

Conselho verificou quadro profissional, responsabilidades técnicas e serviços de Engenharia executados diretamente e por empresas terceirizadas

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia da Bahia (Crea-BA) fiscalizou, nesta segunda-feira (17), a Usina Hidrelétrica de Pedra do Cavalo, em Cachoeira, no Recôncavo baiano. A ação verificou o quadro de profissionais responsáveis pelas atividades técnicas e levantou os serviços de Engenharia executados no empreendimento, inclusive por empresas terceirizadas.
 
A usina está instalada na Barragem de Pedra do Cavalo, no Rio Paraguaçu, estrutura que responde por cerca de 60% do abastecimento de água de Salvador e da Região Metropolitana e também exerce funções de geração de energia e controle de cheias.
 
Durante a fiscalização, os agentes Jailson Peixoto e Elinton Santiago verificaram a participação de profissionais habilitados nas atividades de Engenharia e as respectivas responsabilidades técnicas. O levantamento também abrangeu contratos de serviços terceirizados realizados no empreendimento.
 
Segundo o supervisor de Fiscalização do Crea-BA, Eduardo Bruni, a dimensão e as diferentes funções desempenhadas por Pedra do Cavalo aumentam a relevância do acompanhamento das atividades técnicas desenvolvidas no local.
 
“A barragem é vital para a região, pois abastece diversas cidades do Recôncavo e da Região Metropolitana, respondendo por 60% do abastecimento de água de Salvador”, afirma Bruni.
 
Além do abastecimento hídrico, Pedra do Cavalo desempenha papel no controle das cheias do Rio Paraguaçu, contribuindo para a proteção de municípios como Cachoeira, São Félix e Maragogipe. A barragem também é utilizada para geração hidrelétrica desde 2005.
 
Fiscalização das atividades de Engenharia
 
Em empreendimentos como barragens e usinas hidrelétricas, diferentes atividades de operação, manutenção e serviços especializados dependem da atuação de profissionais legalmente habilitados e da definição das respectivas responsabilidades técnicas.
 
A fiscalização do Crea-BA busca identificar quais atividades técnicas são executadas, os profissionais responsáveis e os serviços realizados por empresas contratadas, dentro das atribuições do Conselho de fiscalização do exercício das profissões abrangidas pelo Sistema Confea/Crea.
 
A Barragem de Pedra do Cavalo entrou em operação em 1985, inicialmente com funções relacionadas ao controle das cheias do Rio Paraguaçu e ao abastecimento de água. A geração de energia elétrica no empreendimento teve início em 2005.
 
A fiscalização realizada nesta segunda-feira integra as ações do Crea-BA em empreendimentos de infraestrutura no estado.

 



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Camila Fiuza
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segunda-feira, 17 de agosto de 2026

 Pode ser uma imagem de uma ou mais pessoas e texto que diz "OCB A MALDIÇÃO PETISTA CASAS BAHIA FECHA 298 LOJAS E DEMITE 1,9 MIL FUNCIONÁRIOS"

PF indicia 25 por fraude em licitação

 

JORNAL A REGIÃO

A Polícia Federal fez mais uma fase da operação Overclean, desta vez indiciando o empresário baiano José Marcos Moura, o "Rei do Lixo", e outras 24 pessoas. Todos são suspeitos de fazer parte da quadrilha que desviava recursos de emendas parlamentares e ocultava o dinheiro em empresas.

A primeira fase levou à prisão do vereador Francisco Manoel do Nascimento Neto, de de Campo Formoso. Ele ficou famoso ao tentar jogar uma sacola pela janela que tinha mais de R$ 220 mil em dinheiro. Na mesa fase, a PF começou a investigar os deputados federais Elmar Nascimento, Felix Mendonça Jr, Dal Barreto e Vicentinho Júnior.

Neste nova fase, a Polícia Federal investiga fraude em licitações, peculato, corrupção e lavagem de dinheiro. Além de Moura e dos 24 suspeitos, foram indiciados Lucas Maciel Lobão Vieira e Rafael Guimarães de Carvalho, ex-coordenadores do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs) na Bahia.

Os investigados podem responder por organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos e lavagem de dinheiro. A Overclean apurou contratos que eram superfaturados e somaram mais de R$ 1,4 bilhão, ligados principalmente a contratos com o Dnocs.

Neto quer mais hospitais no interior

 

JORNAL A REGIÃO

O candidato a governador da Bahia ACM Neto prometeu implantar um campus da Uneb em Correntina. O compromisso foi assumido no domingo, durante o primeiro comício da campanha. Neto afirmou que pretende ampliar a presença da universidade no interior e que a unidade atende a uma demanda apresentada pelo prefeito Mariano, do União Brasil.

Na educação, o candidato prometeu revogar, caso seja eleito, a medida do governo Jerônimo Souza de “aprovação automática” dos estudantes. Neto afirmou que professores e escolas devem decidir sobre a aprovação dos alunos. O candidato participou do ato ao lado do vice Zé Cocá, e dos candidatos ao Senado João Roma e Angelo Coronel.

ACM Neto também anunciou propostas para ampliar a assistência à saúde no oeste baiano. Ele prometeu construir um novo Hospital do Oeste e estabelecer parcerias com as prefeituras para construir ou ampliar hospitais municipais, adquirir equipamentos e contratar profissionais.

O candidato citou as filas de ambulâncias no atual Hospital do Oeste, em Barreiras, e afirmou que moradores da região ainda precisam buscar atendimento até em outros estados. Neto voltou a criticar a administração estadual e afirmou que o governador Jerônimo não cumpriu as promessas feitas na campanha de 2022.

Ilhéus homenageia produtores e leva educação ambiental às escolas no Dia Nacional do Campo Limpo

 


LVBA Comunicação

inpEV

Ilhéus homenageia produtores e leva educação ambiental às escolas no Dia Nacional do Campo Limpo

Ações de 18 e 20 de agosto reúnem produtores rurais, poder público e estudantes no sul da Bahia.

Uma homenagem aos produtores rurais abre a 22ª edição do Dia Nacional do Campo Limpo (DNCL) em Ilhéus. Ao lado da Associação dos Revendedores de Insumos Agrícolas do Sul da Bahia, a cidade celebra a data parte do calendário oficial brasileiro que é dedicada aos resultados de uma logística reversa referência mundial em uma programação que deve alcançar cerca de 500 pessoas.

No dia 18 de agosto, um café da manhã presta homenagem a produtores rurais locais, com palestra sobre o Sistema Campo Limpo e a logística reversa, música e sorteio de brindes. Em 20 de agosto, uma escola recebe uma manhã de recreação com lanches e brincadeiras, reunindo professores, secretários de educação e empresas apoiadoras, além da apresentação do vídeo do Programa de Educação Ambiental (PEA) Campo Limpo.

O trabalho vem de longe: em mais de vinte anos de operação, o Sistema Campo Limpo já assegurou a destinação ambientalmente correta de mais de 900 mil toneladas de embalagens vazias de defensivos agrícolas. Somente em 2025, o Sistema Campo Limpo destinou 75.996 toneladas, o maior volume anual de sua história e 11% acima do registrado no ano anterior. Desse total, 6.090 toneladas foram destinadas na Bahia, o equivalente a 8% do volume nacional. Atualmente, todas as embalagens devolvidas ao Sistema recebem destinação ambientalmente correta, sendo 92% encaminhadas à reciclagem e transformadas em 38 artefatos homologados, que retornam ao ciclo produtivo.

Neste ano, o DNCL reúne mais de 223 ações em 21 estados ao longo da semana de 18 de agosto, reforçando a atuação conjunta de agricultores, canais de distribuição, indústria fabricante e poder público a lógica de que, quando cada elo faz a sua parte, o ciclo se completa e contribui para um destino melhor.

SERVIÇO

O quê: Ações do Dia Nacional do Campo Limpo em Ilhéus (BA)

Quando: 18 de agosto (homenagem aos produtores) e 20 de agosto (escola)

Onde: Ilhéus (BA) — central na Rodovia BR-415, km 22

Sistema Campo Limpo

O Sistema Campo Limpo é uma referência mundial em logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas. Desde o início de sua operação, em 2002, o Sistema já destinou de forma ambientalmente correta mais de 900 mil toneladas de embalagens vazias e sobras pós-consumo em todo o Brasil.

A operação é baseada no princípio da responsabilidade compartilhada entre os elos da cadeia produtiva — indústria, canais de distribuição, agricultores — com o suporte e fiscalização do poder público.

Presente em todo o país, o Sistema conta com 424 unidades de recebimento, mais de 242 associações de revendas e cooperativas, e mais de 4.500 ações de Recebimentos Itinerantes, que ampliam o alcance junto aos pequenos produtores. No total, quase 2 milhões de propriedades rurais são impactadas.

Com o propósito de construir um destino melhor, o Sistema Campo Limpo mobiliza o setor agro para ações sustentáveis, eficientes e de impacto social e ambiental compartilhado.

Mais informações sobre o Sistema Campo Limpo estão disponíveis no site no Facebook, Youtube, Instagram e TikTok.

 

Informações para a imprensa

LVBA Comunicação

Nathalie Campoy | 55 11 97359 7903 | nathalie.campoy@lvba.com.br

Murilo Surian | 55 14 99664 1130| murilo.surian@lvba.com.br




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Falha na comunicação com o cliente ameaça a relevância das empresas no mercado

 



Com 84% das marcas ignoradas pelos consumidores, empresas trocam disparo massivo por mensagens hiperpersonalizadas para acelerar vendas e cortar custos de aquisição


Apesar dos investimentos crescentes em marketing digital, conquistar a atenção do consumidor deixou de ser suficiente para impulsionar vendas.  Hoje, 84% das marcas operam na chamada “zona de indiferença”, segundo um relatório da consultoria Havas, indicando que grande parte delas é percebida como pouco relevante pelo público. Ao mesmo tempo, o aumento do custo de aquisição de clientes (CAC) e a busca por mais eficiência nos investimentos têm levado empresas a rever a forma como se relacionam com seus públicos.


Em vez de concentrar esforços em campanhas massivas, cresce a aposta em canais conversacionais, que permitem reunir atendimento, vendas e suporte em uma única plataforma digital.


“O consumidor espera resolver toda a jornada em poucos cliques e no canal que já utiliza diariamente. Isso faz com que as empresas deixem de enxergar aplicativos de mensagens apenas como ferramentas de comunicação e passem a utilizá-los como canais efetivos de vendas e relacionamento”, afirma Giovanna Dominiquini, diretora de vendas da Infobip, plataforma global de comunicações em nuvem, responsável pela comunicação de grandes marcas com consumidores no Brasil. 


Segundo ela, a estratégia busca reduzir os principais pontos de atrito da jornada de compra. Em vez de receber uma promoção por e-mail, acessar outro site para concluir a compra e procurar diferentes canais para tirar dúvidas, o consumidor consegue realizar todas essas etapas dentro do mesmo ambiente, como o WhatsApp, diminuindo as chances de abandono do processo.


O movimento já aparece nos indicadores de mercado. O uso do WhatsApp por empresas brasileiras cresceu 18% em 2025, segundo o relatório Messaging Trends 2026, da Infobip. O levantamento também identificou  aumento de 753% no uso do RCS (tecnologia que amplia as funcionalidades tradicionais do SMS) e uma alta de 69% no envio de e-mails segmentados no mesmo período, refletindo uma estratégia cada vez mais baseada em comunicações personalizadas.


Para Giovanna, o avanço desses canais acompanha uma mudança mais ampla na forma como as empresas buscam aumentar a eficiência comercial.


"Não se trata apenas de estar presente em vários canais, mas de oferecer continuidade ao atendimento. O cliente pode iniciar uma conversa por SMS, esclarecer dúvidas pelo WhatsApp e receber confirmações e informações pós-venda por e-mail, sem precisar repetir informações", explica.


Essa integração responde ao comportamento do próprio consumidor. Dados da Infobip mostram que 98% das pessoas utilizam mais de um canal digital para interagir com marcas, tornando a experiência multicanal um fator cada vez mais relevante para a retenção e fidelização.


A inteligência artificial vem acelerando esse processo. Em vez de executar apenas respostas programadas, os sistemas conseguem analisar o histórico do cliente, personalizar recomendações, antecipar necessidades e resolver solicitações com maior rapidez. A expectativa também parte dos consumidores. Para 61% dos consumidores, há a expectativa de  um atendimento mais rápido e personalizado com o uso de IA, de acordo com pesquisa da Zendesk.


Apesar do avanço tecnológico, um dos principais desafios continua sendo a integração das informações internas. Apenas 16% das empresas possuem integração eficiente entre os times de vendas e marketing, segundo dados da RD Station, dificultando uma visão única do cliente e aumentando o uso de mensagens duplicadas, ofertas pouco relevantes e perda de oportunidades comerciais.


Na avaliação da Infobip, superar essa fragmentação deixou de ser apenas uma questão operacional e passou a representar uma vantagem competitiva. “Quando a empresa consegue resolver a demanda do cliente de forma rápida no canal que ele já usa, ela depende menos de investimentos elevados em mídia paga e descontos agressivos para gerar conversões”, explica Giovanna. 


Além do impacto na experiência do cliente, a estratégia influencia indicadores diretamente ligados ao negócio, como redução do CAC, aumento do lifetime value (LTV), maior conversão e retenção de clientes.


Em um cenário em que 70% dos executivos acreditam que as expectativas dos clientes estão superando a capacidade das empresas de se adaptar, segundo pesquisa da PwC, a presença constante e resolutiva nos canais diretos ajuda a reduzir gargalos de maneira eficiente. Além disso, as estratégias conversacionais fazem com que interações pontuais se transformem em hábitos de compra recorrentes, estabelecendo a relevância de marca necessária para sustentar o crescimento do negócio.


Sobre a Infobip:

A Infobip é uma plataforma global de comunicações em nuvem que permite às empresas criar experiências conectadas em todas as etapas da jornada do cliente, com a IA como força propulsora da inovação. Por meio de uma plataforma única e de construção nativa, a Infobip entrega soluções de engajamento omnichannel, identidade, autenticação de usuários e contact center, que ajudam empresas e parceiros a superar a complexidade das comunicações com os consumidores, enquanto impulsionam o crescimento e aumentam a fidelidade dos clientes. A Infobip está focada em viabilizar e acelerar a adoção de IA à medida que continua sua transformação em uma empresa AI-first. A tecnologia da Infobip tem capacidade para alcançar mais de sete bilhões de dispositivos móveis em 6 continentes, conectada a mais de 10 mil conexões, das quais mais de 800 são conexões diretas com operadoras. A empresa foi fundada em 2006 e é liderada por seus cofundadores, o CEO Silvio Kutić e Izabel Jelenić.


Prêmios e Reconhecimentos Recentes:

  • A Infobip foi classificada em 16º lugar no ranking Fortune’s Europe’s Most Innovative Companies 2026 (junho de 2026), saltando de sua posição inicial de 68º lugar em 2025.

  • Infobip foi nomeada Líder no Gartner® Magic Quadrant™ para Plataforma de Comunicação como Serviço (CPaaS) pelo quarto ano consecutivo. A empresa foi posicionada na extremidade máxima em "Abordagem Completa de Visão" pela segunda vez (maio de 2026).

  • Infobip foi eleita a líder consolidada número um no ranking Juniper Research RCS for Business 2026 Leaderboard (fevereiro de 2026).

  • Infobip foi reconhecida como líder em crescimento e inovação no relatório Frost Radar™: Communications Platform as a Service (CPaaS) da Frost & Sullivan (outubro de 2025).

  • Infobip foi classificada como a líder consolidada número umno relatório Juniper Research Mobile Messaging Fraud Prevention Market (setembro de 2025).

  • Infobip foi classificada como Líder no relatório Omdia CPaaS Universe Report pela terceira vez (abril de 2025).

  • Infobip foi classificada como Líder Consolidada no ranking Juniper Research Conversational AI Leaderboard (fevereiro de 2025).

  • Infobip foi nomeada Líder em CPaaS pela terceira vez no relatório IDC MarketScape (fevereiro de 2025).

  • Infobip foi nomeada uma das principais provedoras de CPaaS no relatório CPaaS MetriRank Report da Metrigy (dezembro de 2024).

  • Infobip foi reconhecida como a provedora número um no mercado de Prevenção de Fraudes AIT pela Juniper Research (outubro de 2024).



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Luana Lopes

Senior Account Executive

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Best Agency in LATAM - PRWeek Global Awards 2025, 2024, 2022, 2021, 2020 & 2019

Best International Agency - PRWeek Global Awards 2024 & 2023

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Fortinet Cybersecurity Summit: IA ajuda cibercriminosos a trabalhar de forma mais inteligente com menos esforço

 


Fortinet


Fortinet Cybersecurity Summit: IA ajuda cibercriminosos a trabalhar de forma mais inteligente com menos esforço

  • No Fortinet Cybersecurity Summit Brasil 2026, a empresa anunciou dados que apontam para uma nova tendência de ampliação das atividades voltadas à preparação dos ataques

  • No 1º semestre de 2026, a Fortinet registrou 249,3 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos ao Brasil

  • Varreduras ativas, distribuição de malware e mineração irregular de criptomoedas superam, em seis meses, os volumes registrados durante todo o ano de 2025

 

São Paulo, agosto de 2026, FCS Brasil – Relatório inédito da Fortinet® (NASDAQ: FTNT), líder global em segurança cibernética que impulsiona a convergência de rede e segurança, aponta uma tendência de mudança no perfil de ataques cibernéticos direcionados ao Brasil. Apresentado durante o Fortinet Cybersecurity Summit Brasil 2026, a nova edição do relatório do Cenário Global de Ameaças traz dados dos primeiros seis meses deste ano e revela uma crescente valorização das etapas iniciais da cadeia de ataque – isto é, de mapeamento e de reconhecimento das vulnerabilidades e oportunidades para ações maliciosas – e de novas dinâmicas de financiamento das atividades criminosas, ampliando o uso de criptomoedas.

No primeiro semestre de 2026, o Brasil recebeu 249,3 bilhões de tentativas de ataques e atividades maliciosas. Com destaque para 9 bilhões de varreduras ativas, volume 44% superior ao total registrado em todo o ano de 2025. Essa etapa passou a ter importância superior para os grupos cibercriminosos que, ao localizar pontos vulneráveis conseguem selecionar melhor os alvos que trarão o retorno esperado antes de iniciar uma tentativa de comprometimento.

Diante desse cenário, a Fortinet afirma que com a IA os criminosos trabalham de forma mais inteligente e com menos esforço. O relatório do Cenário Global de Ameaças revela como os agentes maliciosos estão utilizando a IA agêntica para executar ataques mais sofisticados.

Frederico Tostes, country manager da Fortinet Brasil, afirma que o cibercrime é uma das ameaças mais disseminadas e que mais causam prejuízos financeiros no mundo “nas previsões de ameaças cibernéticas para 2026, alertamos o mercado de que os cibercriminosos estão funcionando como empresas semiautônomas. Incentivar o combate ao cibercrime nunca foi tão importante. Por isso, durante o Fortinet Cybersecurity Summit deste ano buscamos mostrar como a companhia está empenhada em combater o cibercrime, coletando e compartilhando informações sobre ameaças e trabalhando ativamente para combatê-las em escala global”, finalizou Tostes.

As ações de etapa final da cadeia de ataque figuram no relatório do 1º semestre de 2026 com 238 bilhões de tentativas de negação de serviço e 6.932 incidentes de ransomware. Outro ponto de atenção apontado pela Fortinet está na distribuição de malware, o Brasil contabilizou 406,8 milhões de atividades relacionadas à disseminação de softwares maliciosos no primeiro semestre de 2026, mais que o dobro identificado em todo o ano de 2025, que registrou 187,5 milhões de atividades desse tipo.

“Os dados do relatório reforçam as recomendações, análises e anúncios que fizemos durante o Fortinet Cybersecurity Summit Brasil para todos os setores da economia: a segurança cibernética precisa evoluir suas operações para uma defesa industrializada também, e adotar ferramentas com IA que respondam e protejam na mesma velocidade que as ameaças modernas. A Fortinet defende o uso de uma plataforma unificada de operações de segurança, com tecnologia de IA, capaz de reduzir a complexidade operacional e acelerar as investigações, permitindo que as empresas brasileiras se defendam contra ameaças impulsionadas por IA em escala”, explica Alexandre Bonatti, vice-presidente de Engenharia da Fortinet Brasil.

A análise, elaborada pelo FortiGuard Labs, laboratório de inteligência de ameaças da companhia, utiliza como referência o modelo Cyber Kill Chain, que acompanha as diferentes fases de um ataque cibernético (do reconhecimento do alvo até a execução do objetivo). A etapa final da cadeia de ataque segue como as mais empreendidas em meio às atividades maliciosas, respondendo por mais de 95% das atividades mapeadas. Contudo, na perspetiva histórica do monitoramento do cibercrime, o laboratório da Fortinet identificou essa ascensão das iniciativas de reconhecimento. Ou seja, apesar da capacidade de disseminar milhões de ações simultâneas, os cibercriminosos têm investido tempo e preparação na identificação dos alvos e das melhores oportunidades de ataque, potencialmente as que tiverem maior impacto e melhor retorno.

O relatório do FortiGuard Labs ainda destaca que o Brasil recebeu no período:

  • 976 mil tentativas de drive-by download na fase de entrega do ataque; 

  • 42 milhões de atividades relacionadas a botnets no Brasil;

  • Os registros de trojans triplicaram ao saltar de 32 milhões, no último ano, para 100 milhões apenas no 1º semestre de 2026; 

  • Diferentemente de ataques pontuais, esse tipo de abordagem com trojans permite que os agentes maliciosos permaneçam dentro dos sistemas enquanto avaliam novas possibilidades de exploração.

 

Criptomoedas
Entre os indicadores que ganharam relevância no período está o crescimento das tentativas de cryptominer. Diferentemente de ataques que buscam impacto imediato, como ransomware ou negação de serviço, esse tipo de atividade está associado à exploração contínua de recursos computacionais obtidos de forma ilegal. As tentativas de cryptominer no Brasil também apresentaram crescimento significativo, alcançando 69 mil ocorrências em 2026, acima do total registrado durante todo o ano passado.

Esse comportamento amplia a discussão sobre os impactos financeiros do cibercrime. Além dos custos para as empresas associados à interrupção de operações ou recuperação de ambientes, ameaças desse tipo podem representar consumo indevido de recursos tecnológicos, aumento de utilização de infraestrutura e perda de eficiência operacional.

“Esse aumento de cryptominer chama atenção porque evidencia uma frente do cibercrime voltada à exploração econômica de recursos computacionais comprometidos. Atividades relacionadas a cryptominer revelam uma lógica diferente de monetização, os criminosos estão utilizando a capacidade computacional de terceiros no país para obter retorno financeiro, transformando equipamentos e ambientes invadidos em recursos exploráveis ao longo do tempo”, explica Bonatti.



Sobre a Fortinet

A Fortinet (NASDAQ: FTNT) é uma força motriz na evolução da segurança cibernética e na convergência de rede e segurança. Nossa missão é proteger pessoas, dispositivos e dados em todos os lugares, e hoje oferecemos segurança cibernética onde você precisar com o maior portfólio integrado de mais de 50 produtos de nível empresarial. Mais de meio milhão de clientes confiam nas soluções da Fortinet, que estão entre as mais implantadas, mais patenteadas e mais validadas do setor. O Fortinet Training Institute, um dos maiores e mais amplos programas de treinamento do setor, dedica-se a disponibilizar treinamento em segurança cibernética e novas oportunidades de carreira para todos. O FortiGuard Labs, laboratório de pesquisa e inteligência de ameaças de elite da Fortinet, desenvolve e utiliza aprendizado de máquina de ponta e tecnologias de IA para fornecer aos clientes inteligência de ameaças acionável e proteção oportuna e consistente com a melhor classificação do mercado. Saiba mais em www.fortinet.com/br, Fortinet Blog e FortiGuard Labs.



Frederico Tostes, Country Manager da Fortinet Brasil Frederico Tostes, Country Manager da Fortinet Brasil Frederico Tostes, Country Manager da Fortinet Brasil
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Edson Raphael
Executivo de atendimento
edson.raphael@nr7.ag
(11) 91831-5360

Receitas caseiras contra a calvície: o que funciona e como usar

 

Vitru Educação


Receitas caseiras contra a calvície: o que funciona e como usar


Especialista explica a alopecia androgenética, analisa os efeitos de produtos superficiais e indica os cuidados para conter a queda capilar


Especialista explica a alopecia androgenética, analisa os efeitos de produtos superficiais e indica os cuidados para conter a queda capilar

Com a popularização e o crescimento do mercado de beleza e bem-estar focado no público masculino, a busca por soluções contra a queda de cabelo tornou-se um dos assuntos mais populares nas redes sociais. Em plataformas como TikTok e Instagram, vídeos sobre o uso de óleos, babosa, xampus e até microagulhamento caseiro acumulam milhões de visualizações com promessas de crescimento capilar. Contudo, do ponto de vista técnico, a calvície masculina (conhecida como alopecia androgenética) exige diagnóstico adequado e não pode ser revertida por soluções domésticas.

Izadora Figueredo, professora do curso de Estética e Imagem Pessoal da UNIASSELVI, vê algumas “técnicas milagrosas” populares na internet com desconfiança e até receio. “Com toda certeza, as técnicas que são mais invasivas, como o microagulhamento, são as mais perigosas. O risco de contaminação por procedimentos que causam lesões no tecido é grande quando realizados por pessoas sem nenhum conhecimento. Já a suplementação vitamínica sem nenhuma orientação profissional pode ocasionar outros problemas posteriormente, como sobrecarga no fígado e nos rins, problemas no coração, além de interações perigosas com remédios”, afirma.

No entanto, ela não vê problemas em produtos menos invasivos. “O uso de óleos, shampoos e outros produtos que são colocados na superfície da pele podem trazer algum benefício e não oferecem riscos eminentes ao uso. Mas é preciso cuidado: é importante respeitar a integridade do couro cabeludo para que o uso não gere lesões, podendo então gerar um problema maior”.

 

Calvície masculina e feminina têm diferenças

A calvície masculina é uma condição genética e hereditária impulsionada pela ação do hormônio testosterona no couro cabeludo. "Não se trata necessariamente do excesso do hormônio, mas de características genéticas que levam o organismo a transformar a testosterona em um causador da queda. Na manifestação masculina, o padrão de perda na coroa craniana tende à queda total dos fios. É diferente da alopecia feminina, que geralmente causa o afinamento dos cabelos, sem a morte completa do folículo", explica.

Por isso, produtos diferentes e específicos para homens e mulheres foram desenvolvidos pela indústria farmacêutica e pela área da estética. "Atualmente, contamos com medicamentos que retardam a perda, cosméticos específicos para o controle do processo e equipamentos como o laser, que estimulam a circulação sanguínea na região do folículo piloso, potencializando as respostas aos tratamentos orientados", aponta a docente da UNIASSELVI.

Mas ela ressalta que ações simples podem ajudar a mitigar o problema. “Os estágios iniciais possuem mais probabilidade de uma resposta positiva, porém é necessário que o paciente siga as orientações de um profissional habilitado, como um esteticista. Os melhores cuidados em casa são melhorar a alimentação e praticar exercícios físicos. Essas medidas podem ajudar a retardar a queda e, em alguns casos, fazer com que os fios voltem a crescer”, ressalta.

 

Sobre a UNIASSELVI

A UNIASSELVI é uma das mais conceituadas instituições de ensino superior do Brasil. Com uma oferta diversificada de mais de 500 cursos, que incluem Graduação, Pós-Graduação, Profissionalizantes e Técnicos, tanto na modalidade presencial quanto a distância (EAD), a instituição se destaca pela sua abrangência e qualidade educacional. Presente em todos os estados brasileiros, a UNIASSELVI conta com uma ampla rede de mais de 1,2 polos e mais de 16 campi de ensino presencial. É reconhecida como a única instituição de grande porte nacional a receber nota máxima no Recredenciamento Institucional, concedido pelo Ministério da Educação (MEC). A missão da UNIASSELVI é fornecer os recursos e o suporte necessários para que os alunos construam suas próprias histórias e alcancem o sucesso acadêmico e profissional, promovendo assim o desenvolvimento pessoal e profissional de cada estudante.

 

Contatos para imprensa:

Weber Shandwick

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Luciana Messa – lmessa@webershandwick.com | Telefone: (11) 9 9155-7742

 


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