
domingo, 30 de agosto de 2026
Kärcher reforça apoio ao Sertões com tecnologia de limpeza e soluções para reduzir o impacto ambiental
Apoiadora oficial da maior competição off-road das Américas, empresa leva ao evento equipamentos profissionais, acessório eco!Booster e piscinas de contenção de água para otimizar a manutenção dos veículos e ampliar a eficiência no uso de recursos

A Kärcher, referência mundial em soluções de limpeza, participa mais uma vez do Sertões como apoiadora oficial da competição, oferecendo sua estrutura de lava car para os veículos de competição ao longo do percurso da maior prova off-road das Américas. A iniciativa tem como objetivo facilitar a manutenção dos veículos, contribuindo diretamente para a performance das equipes durante as etapas do rally.
Realizado anualmente há mais de três décadas, o Sertões é um dos maiores eventos esportivos itinerantes do país. A competição reúne carros, motos, caminhões, quadriciclos e UTVs em um percurso que atravessa diferentes regiões do Brasil, mobilizando uma caravana de aproximadamente 2 mil pessoas entre competidores, equipes, organização, patrocinadores e imprensa. Além do impacto esportivo e turístico, o evento movimenta cerca de R$ 50 milhões por edição, impulsionando hotéis, restaurantes, postos de combustível, oficinas, comércio local e serviços nas cidades que recebem a prova. Na edição de 2025, o percurso percorreu 3.482 quilômetros, atravessando cinco estados brasileiros: Goiás, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Alagoas.
Para este ano, a Kärcher amplia sua atuação com uma novidade voltada à sustentabilidade: a utilização de piscinas de contenção de água, que permitem a recolha da água utilizada na lavagem dos veículos e o descarte adequado dos resíduos em local apropriado, reduzindo o impacto ambiental da operação.
A estrutura contará com lavadoras profissionais HD 10/25-4 Super, equipamento de alta performance desenvolvido para operações intensivas e capaz de remover lama, poeira e resíduos acumulados nos veículos de competição com rapidez e eficiência. A limpeza adequada dos componentes mecânicos e da carroceria é um fator importante para inspeções, manutenção preventiva e preparação dos veículos entre uma etapa e outra do rally.
Outro destaque é o uso do acessório eco!Booster da linha Profissional, que amplia significativamente a faixa de limpeza, reduzindo o tempo de lavagem e proporcionando economia de água em comparação aos métodos convencionais de alta pressão. A combinação entre o eco!Booster e as lavadoras profissionais permite maior produtividade da operação, aspecto essencial em um evento de longa duração e alta exigência logística.
“A
operação de limpeza no Sertões precisa ser extremamente eficiente,
porque o tempo entre as etapas é decisivo para as equipes. Estar
presente como apoiadora oficial reforça nosso compromisso com soluções
que unem desempenho operacional, inovação e responsabilidade ambiental. A
introdução das piscinas de contenção de água e do acessório eco!Booster
mostra como é possível reduzir o consumo de recursos naturais sem abrir
mão da performance”, afirma Lígia Pugliesi, Gerente de Marketing da Kärcher Brasil.
A participação da Kärcher no Sertões reforça a estratégia da empresa de apoiar grandes eventos esportivos por meio de tecnologias profissionais de limpeza, levando inovação, eficiência e práticas sustentáveis para operações de alta exigência em todo o país.
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Prolata divulga relatório regional de São Paulo com resultados de 2025
Prolata divulga relatório regional de São Paulo com resultados de 2025
Programa destinou corretamente 14,7 mil toneladas de embalagens em 75 municípios paulistas, fortalecendo a logística reversa no estado
A
Prolata Reciclagem, entidade gestora da logística reversa de latas de
aço, apresenta os resultados obtidos em São Paulo durante 2025. O
trabalho foi desenvolvido em quatro frentes principais: entrepostos,
cooperativas, Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) e educação ambiental,
sempre com o objetivo de assegurar a destinação correta das embalagens
pós-consumo e fortalecer a economia circular.
Em relação às metas de logística reversa, o programa garantiu que 100% das latas coletadas fossem encaminhadas para reciclagem por meio de entrepostos e siderúrgicas parceiras. No estado, foram estimadas 47.208,37 toneladas de embalagens de aço colocadas no mercado em 2024, com a meta de recuperar 31% desse volume em 2025, conforme o Plano Nacional de Resíduos Sólidos (PLANARES).
As cooperativas tiveram papel essencial. Ao todo, 17 unidades receberam apoio com diagnósticos sociais, econômicos e estruturais, treinamentos, melhorias nos galpões, doação de equipamentos e EPIs, além da implantação de programas de saúde e segurança como PGR, PCMSO e ASO. Todas passaram por acompanhamento mensal de consultores regionais, foram classificadas em diferentes níveis de maturidade e tiveram suas parcerias formalizadas por contrato.
Na frente dos entrepostos, a Prolata manteve 18 unidades e incorporou 8 novos parceiros, alcançando 26 entrepostos em 20 municípios paulistas, incluindo Campinas, Ribeirão Preto, Santo André, São Bernardo do Campo e São Paulo. Durante o ano, foram realizadas 371 coletas em obras e empresas credenciadas, que resultaram em 35,5 toneladas de embalagens encaminhadas corretamente para reciclagem.
Os Pontos de Entrega Voluntária também avançaram. O programa encerrou 2025 com 149 pontos parceiros via Retorna Machine e 241 pontos próprios, entre coletores físicos, pontos de recebimento e pontos de comunicação. Todo o material coletado tem rastreabilidade garantida por notas fiscais.
Na área de educação ambiental, o curso “Consumo Consciente e Economia Circular”, desenvolvido em parceria com o Instituto Akatu, foi reformulado para ampliar alcance e impacto. Além disso, o programa patrocinou atividades em escolas, como em Cubatão, onde a Cooperativa ABC Marbas participou de ações de conscientização sobre coleta seletiva e valorização do trabalho dos catadores.
"Os resultados de 2025 em São Paulo mostram que a reciclagem de aço está avançando de forma consistente. Conseguimos apoiar 17 cooperativas, ampliar a rede para 26 entrepostos e 390 pontos de entrega, além de garantir a destinação correta de 100% das embalagens coletadas. Esses avanços reforçam nosso compromisso com a economia circular no estado". Afirma Thais Fagury, presidente executiva da Prolata Reciclagem.
Sobre a Prolata Reciclagem
Criada em 2012, a Prolata Reciclagem é uma entidade gestora para logística reversa de latas de aço, com programa permanente voltado à reciclagem de latas de aço pós-consumo. A associação sem fins lucrativos é uma iniciativa da Abeaço (Associação Brasileira de Embalagem de Aço), para o cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), Lei no 12.305/10, e demais políticas.
O programa está presente nas cinco regiões do Brasil e possui o objetivo de estimular a reciclagem de latas de aço no país, gerar estatísticas confiáveis a respeito, abrir um canal direto com os consumidores, fomentar centros de reciclagem e parcerias com cooperativas de catadores, assim como valorizar o preço da sucata de aço para embalagens. Além disso, também investe em plataformas de comunicação e na educação da sociedade sobre o tema.
Saiba mais sobre a Prolata acessando o site https://www.prolata.com.br/.
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Cobasi amplia portfólio premium e passa a comercializar itens da Zee.Dog

Cobasi amplia portfólio premium e passa a comercializar itens da Zee.Dog
Tutores de cães e gatos agora podem encontrar acessórios, roupas, brinquedos, camas e capas, entre outros produtos da marca com mais praticidade e conveniência
A Cobasi, pioneira no Brasil no conceito de megaloja de produtos para pets, casa e jardim, amplia o portfólio com a chegada da Zee.Dog, marca referência em acessórios premium para animais de estimação. A partir de agora, tutores de cães e gatos poderão encontrar coleiras, peitorais, guias, brinquedos, camas, roupas, entre outros itens da marca, no site, aplicativo e lojas físicas da varejista, obtendo ainda mais praticidade e conveniência.
A chegada dos produtos reforça o compromisso da Cobasi em oferecer um mix de itens cada vez mais completo aos consumidores, ampliando o acesso de tutores a empresas já reconhecidas no mercado pet e que focam em conforto, segurança, inovação, funcionalidade e estilo.
“A novidade amplia o nosso portifólio premium, garantindo que tutores tenham acesso a produtos que fazem toda a diferença para o bem-estar dos pets, sem perder a estética. A chegada de marcas como essa mostra como podemos reunir em um único lugar, soluções para diferentes necessidades e estilos de vida dos cuidadores e seus animais”, afirma Caio Bernardo, Diretor Comercial e de Marketing do Grupo Petz Cobasi.
A Zee.Dog
Fundada em 2012, no Rio de Janeiro, a Zee.Dog revolucionou o segmento de acessórios pets, combinando design e funcionalidades em uma variedade de produtos. Hoje a marca está presente em diversos países e cidades do Brasil. A empresa conecta o universo pet aos mercados de moda, garantindo segurança.
Em 2021, a Zee.Dog foi adquirida pela Petz e agora, integra o Grupo Petz Cobasi. A companhia já lançou diferentes coleções como Marvel, Super Mario, Stranger Things, Disney 90, Game of Thrones, Simpsons, Toy Story, Star Wars, entre outras, fazendo sucesso entre tutores de pets. Tanto de forma online como presencial, o público pode conhecer mais sobre a marca e as linhas atuais comercializadas.
Sobre a Cobasi
A Cobasi é uma empresa com 40 anos de história, pioneira no conceito de megaloja com produtos para pets, casa e jardim no Brasil. A marca conta com mais de 250 lojas distribuídas em 19 estados e no Distrito Federal, oferecendo milhares de itens e soluções para o dia a dia dos consumidores. Em 2026, concluiu a fusão com a empresa Petz e passou a integrar o Grupo Petz Cobasi.
Em “O Caminho de Gaia”, Roger Dörl imagina uma sociedade onde o conhecimento é proibido pelo poder
Romance de ficção científica combina fantasia, espiritualidade e crítica social em uma jornada marcada por profecias, vidas passadas e disputas sobre o sentido da fé
No planeta Asdomiun, o conhecimento não é uma ideia abstrata. Ele se manifesta como o nooether, uma substância real que qualquer pessoa poderia aprender a manipular — se o regime dominante não fizesse de tudo para impedir. É nesse universo que se passa “O Caminho de Gaia” (Ed. do Autor, 358 págs.), novo romance de Roger Dörl, que combina ficção científica, fantasia e reflexão espiritual para discutir poder, religião e transformação social.
A narrativa acompanha Enarê, um jovem inconformado com as injustiças e a violência que estruturam sua sociedade. Prestes a ser executado durante o Grande Rito — cerimônia anual que determina o destino dos jovens ao atingirem a vida adulta — ele descobre habilidades ligadas ao nooether e sobrevive. A partir desse momento, passa a ocupar uma posição central em antigas profecias capazes de alterar os rumos de todo o planeta.
Enquanto tenta compreender seu papel nesse processo, Enarê é confrontado por lembranças de vidas passadas, segredos familiares e revelações que desafiam tudo o que acreditava saber sobre religião, política e realidade. Ao lado de Liora, uma noomante capaz de enxergar à distância, e de companheiros ligados à Terra, ele atravessa diferentes regiões de Asdomiun em uma jornada de redenção marcada por conflitos, descobertas e escolhas que ecoam através dos séculos.
Cristianismo, violência e caminhos alternativos para a fé
Depois de publicar o romance “Alena Existe” e a coletânea “Crônicas de Um Mundo”, Roger Dörl aprofunda em “O Caminho de Gaia” questões ligadas à espiritualidade, à política e aos mecanismos de controle social. O cristianismo ocupa um papel central nessa discussão.
“Tenho uma formação cristã que me distancia muito do que se entende hoje por Cristianismo”, afirma o autor. “O que vemos não é só uma distorção dos ensinamentos de Cristo, mas um problema de ordem prática, na medida em que a crença se transforma em uma escola política que, em vez de resolver, agrava problemas sociais.”
Movido pela necessidade de compreender como determinadas interpretações religiosas se consolidaram ao longo da história, Dörl realizou uma extensa pesquisa envolvendo livros bíblicos e evangelhos apócrifos, entre eles o Evangelho de Tomé e o Pastor de Hermas, mencionados na obra. O resultado é uma narrativa que questiona a instrumentalização política da fé, a violência institucional e a mercantilização do sagrado.
A discussão se estende a temas como discriminação étnico-racial e masculinidade tóxica. Em uma sociedade que valoriza a força e a agressividade como atributos masculinos, Enarê se destaca justamente por resistir à lógica da violência que o cerca.
A construção de um universo próprio
Além dos debates filosóficos e espirituais, “O Caminho de Gaia” apresenta um elaborado trabalho de construção de mundo. Asdomiun é habitado por diferentes povos e criaturas, entre eles os aljabes, seres sem boca que se comunicam por gestos e nooether e que escolheram servir aos humanos.
A geografia do planeta inclui locais como a Vila Mestra, a Cidade Antiga, os Montes Olímpicos, a Escada Aérea e o Leste Impossível. Para complementar a experiência de leitura, o livro traz mapas detalhados ao final da edição.
“Conforme eu construía o mundo, também já ia esboçando a trama e a sequência de acontecimentos. Só depois de tudo isso comecei a escrever. A partir daí, tudo fluiu mais rápido”, conta o autor. A produção do romance consumiu um ano inteiro de dedicação exclusiva.
Tolkien, RPG e romances espíritas entre as influências
Roger Dörl define sua trajetória criativa como um “caldeirão de inspirações e referências”. Entre as principais influências para “O Caminho de Gaia” estão o universo literário criado por J. R. R. Tolkien e o jogo de RPG Dungeons & Dragons. Outra referência importante vem dos romances espíritas.
“Li vários e sempre gostei de como são construídos os arcos dos personagens nessas histórias, com processos de cura e redenção que envolvem mergulhos profundos em sentimentos e experiências de vidas passadas”, explica.
Essa influência aparece diretamente na estrutura da narrativa, em que memórias de outras existências desempenham papel fundamental na trajetória dos personagens.
O autor escreve predominantemente à noite e busca equilibrar linguagem acessível com discussões complexas. “Fico mais à vontade com o silêncio e consigo manter a qualidade do foco. Dentro disso, busco trazer conteúdos mais elaborados e ideias mais complexas, normalmente com base em estudos e conhecimentos das áreas de Filosofia, Psicologia e Espiritualidade.”
Sobre o autor
Roger Dörl nasceu em Curitiba e cresceu no interior de Santa Catarina. É formado em Direção Teatral pela FAP (atual Unespar) e especialista em Ensino de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira pela UTFPR. Atuou como professor do Ensino Fundamental à Graduação, diretor de teatro, produtor cultural e redator para web.
Lecionou em universidades do Oeste catarinense, no município de Santa Isabel do Rio Negro (AM) e no SESI em Brasília, cidade onde reside atualmente. Em 2024, estreou na literatura com o romance de ficção científica “Alena Existe”, seguido pela coletânea “Crônicas de Um Mundo”. Participa de antologias de fantasia, aventura e mistério e publica contos gratuitos na internet. Atualmente dedica-se exclusivamente à escrita.
Ficha técnica
Livro: O Caminho de Gaia
Autor: Roger Dörl
Editora: Edição do Autor
Páginas: 358
Gênero: Ficção científica; literatura brasileira; fantasia
ISBN: 978-65-02-01286-4
Ano: 2026
Adquira “O Caminho de Gaia”, de Roger Dörl
Site do autor: livrosdoroger.com/o-caminho-de-gaia
Amazon: https://www.amazon.com.br/dp/6502012868
E-book Kindle, gratuito no Unlimited: https://www.amazon.com.br/dp/B0GZL2BFQY
Estante Virtual: https://www.estantevirtual.com.br/livro/o-caminho-de-gaia-PZK-8568-000
Jornalistas responsáveis: Karoline Lopes e Marcela Güther
Contato para atendimento: laura@comtato.co ou (11) 9 9900-1682
A ARMADURA QUE NOS FALTAA ARMADURA QUE NOS FALTA
Sim, isso é chique e é a mais pura verdade, porque a leitura nos faz parar e nos convida a seguir num passo mais lento e, por isso, mais atento. E essa é a chave para a boa formação de um indivíduo, principalmente no mundo em que vivemos, onde somos praticamente o tempo todo instados a seguir o fluxo acelerado e sem fim de uma sociedade que tem o seu ritmo maquinal regido pelo pulso contínuo de vídeos desconexos e imagens fragmentadas.
A leitura de uma obra literária exige a nossa entrega; ela não abre mão da nossa atenção para nos guiar pelas páginas codificadas de um livro. Lendo, somos obrigados a nos concentrar para não perder o fio da meada, conectando o que está sendo lido na página atual com o que já havia sido lido nas páginas anteriores e, de forma imaginativa, desenhando possíveis cenários que possam se descortinar nas páginas que estão por vir. E isso, meu amigo, é muito phoda.
Mas não somos uma sociedade de leitores e, por isso, é salutar lembrarmos que podemos avaliar o estado em que se encontra a consciência de uma sociedade pelo estado em que se encontra a linguagem utilizada pelos indivíduos, porque o estado da consciência humana reflete-se diretamente na linguagem por eles utilizada.
Ora, se voltarmos nossos olhos para o emaranhado de palavras que são utilizadas por nós em nosso dia a dia, constataremos que grande parte delas não passa de cacoetes mentais, jargões publicitários, trocadilhos oriundos de memes, termos vagos disseminados pela grande mídia, pelas redes sociais e demais traquitanas similares.
De mais a mais, uma sociedade que toma como referência apenas aquilo que as mídias apresentam é um mundo onde as pessoas se encontram presas em um círculo vicioso que, de tempos em tempos, se renova artificialmente, ao mesmo tempo que vai erodindo a nossa capacidade de discernir.
Um bom exemplo dessa erosão são as pessoas que, de um modo geral, dizem acreditar apenas na “ciência” e ponto final. Na real, essa gente acredita em qualquer bobagem que for apresentada pela televisão e confirmada pelo algoritmo de suas redes sociais — e nada mais.
Parece grosseria, mas não é. De um modo geral, todo aquele que diz que acredita apenas na “ciência” não tem uma ideia clara do que seja essa tal de ciência, do que é um objeto de estudo e do que são conceitos, definições, fenômenos e teorias; nunca teve contato com um estudo científico e, provavelmente, não tem o menor interesse em saber o que são procedimentos de pesquisa. Mesmo assim, afirma que crê nela, na ciência, porque essa palavra, em seu uso midiático — esvaziada do seu sentido original e convertida em um “lugar-comum” —, traz para ela uma ilusória e aconchegante sensação de segurança.
E o mesmo pode ser dito a respeito de inúmeros outros termos, como fascismo, comunismo, justiça social, iluminismo, libertário, liberdade, educação, família, amor, democracia — enfim, a lista é longa.
Todos esses termos — e muitos outros — encontram-se, no cenário atual, mutilados dos pés à cabeça. Por isso, te digo uma coisa: se não restaurarmos em nós a gravidade e o peso da linguagem, continuaremos presos neste “samsárico” círculo vicioso. E o caminho para isso — para defendermos a nossa alma do lixo midiático — é a grande literatura universal, pois, como bem nos lembra Saul Bellow, apenas ela pode nos libertar e nos proteger dos estereótipos. Ela não fala a linguagem de uma época ou de um grupo em particular; a grande literatura fala a linguagem da humanidade de todos os tempos para a humanidade de todas as épocas.
*
(*) professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de “NAS ENTRANHAS DO LEVIATÔ, entre outros livros.
Sorgo forrageiro ganha espaço na reforma de canaviais ao proteger o solo e recompor matéria orgânica

Sorgo forrageiro ganha espaço na reforma de canaviais ao proteger o solo e recompor matéria orgânica
Novo híbrido com tecnologia, ADV 2650 IG da Advanta Seeds, amplia as opções para usinas e produtores com sorgo forrageiro de alta produção de biomassa e tolerância a herbicidas do grupo das imidazolinonas
A reforma do canavial é uma etapa estratégica para sustentar altas produtividades na área, mas também pode ser um período de maior exposição do solo a processos erosivos. Em áreas mais arenosas, comuns em importantes regiões produtoras de cana-de-açúcar, o problema pode ser ainda mais significativo.
Nesse cenário, o uso do sorgo como planta de cobertura vem ganhando espaço entre usinas, agricultores e fornecedores. A Advanta Seeds, pioneira no Brasil no desenvolvimento, avaliação e comercialização de materiais de sorgo voltados especificamente para áreas de reforma de canaviais, acaba de ampliar sua estratégia com o ADV 2650 IG, lançamento para a safra 2026/27.
O novo sorgo forrageiro apresenta a consolidada tecnologia igrowth que confere tolerância genética aos herbicidas do grupo das imidazolinonas e foi desenvolvido com foco na produção de biomassa e na formação rápida de cobertura do solo. “Uma das principais dores da usina em uma área de reforma com manejo de herbicidas, são as poucas opções de plantas para cobertura, e o risco de erosão. Isso significa perda de solo, de área agricultável e de nutrientes”, explica, Henrique Pepato, engenheiro agrônomo e Gerente Comercial da Regional Centro-Sul da Advanta.
Conforme detalha o especialista, para as usinas e fornecedores que possuem canaviais com planejamento de reforma nesta safra, este é o momento ideal para iniciar estratégias da safra. Afinal, o plantio ocorre normalmente entre setembro e novembro, período de maior ocorrência de chuvas em importantes regiões produtoras. “O ADV 2650 IG permite uma cobertura rápida do solo e apresenta um desenvolvimento mais acelerado das plantas. Além disso, a biomassa que gera, tanto em matéria verde, quanto posteriormente em matéria seca, é maior”, diz Pepato.
Alta produtividade por hectare
Durante a safra 2025/26, a Advanta realizou trabalhos em usinas e fornecedores, com o objetivo de avaliar o desempenho do novo material em diferentes condições e reunir detalhes para os usuários. Os ensaios apresentaram resultados expressivos, demonstrando potencial de produção entre 15 e 30 toneladas de matéria seca por hectare. A variação, naturalmente, pode ocorrer de acordo com fatores como histórico da área, condições climáticas, época de plantio, manejo e fertilidade do solo.
Segundo o engenheiro agrônomo, mais do que reduzir a exposição do solo, a elevada produção de biomassa do lançamento cria uma oportunidade de melhorar suas condições para o próximo ciclo da cana. “Após o manejo do sorgo, a palhada permanece sobre a superfície e contribui para a proteção da área até o plantio do canavial”, detalha.
Com a decomposição, parte desse material passa a integrar a matéria orgânica do solo. “Quando há um aporte maior de matéria orgânica, melhora a infiltração e a retenção de água, além da aeração e temperatura do solo, o que permite um melhor desenvolvimento das raízes do canavial no ano seguinte. Também há benefícios no aspecto químico e biológico, porque a matéria orgânica fornece nutrientes e aumenta a disponibilidade de alimento para os microrganismos do solo”, explica o Gerente Comercial.
Novidade já disponível na safra 2026/27
O ADV 2650 IG entra agora em sua primeira safra comercial. Por ser um sorgo forrageiro o foco principal está na produção de biomassa e na cobertura do solo, e não na produção de grãos.
Outra possibilidade é a utilização do material em sistemas integrados com pecuária. Por apresentar alta capacidade de rebrota, o híbrido pode ser empregado na alimentação animal, ampliando as alternativas de uso da área durante o período de reforma. “Ele tem essa dupla aptidão: tanto cobertura, como alimentação animal. É mais uma opção de renda e uma possibilidade de diversificação da utilização da área”, afirma Pepato.
Tecnologia igrowth amplia segurança
A estratégia da Advanta para o sistema de reforma de canaviais está associada à tecnologia igrowth, que também possui relevância na produção de sorgo granífero. Ela permite o uso de herbicidas do grupo das imidazolinonas em materiais geneticamente tolerantes, possibilitando maior flexibilidade no manejo de plantas daninhas.
Para o agricultor que cultiva sorgo destinado à produção de grãos, a tecnologia também pode contribuir para a qualidade da colheita, especialmente em áreas com pressão de plantas indesejadas que podem contaminar a carga. “Ao optar pela tecnologia igrowth, da Advanta, o produtor tem maior segurança em relação à qualidade da colheita e à ausência de contaminação por outros materiais na carga de sorgo. Para quem pretende exportar, isso é imprescindível”, ressalta.
Demanda aquecida
Segundo Pepato, o avanço do sorgo no mercado brasileiro também cria novas oportunidades para a cultura. “Estamos vendo o sorgo crescer ano a ano no Brasil por alguns fatores. É uma cultura cujo custo de produção é menor que o do milho e, ao mesmo tempo, a demanda por grãos tem crescido, principalmente em função do mercado biocombustíveis”, avalia.
O especialista destaca ainda, que este movimento reforça a importância de ampliar o portfólio e desenvolver materiais cada vez mais adaptados às diferentes necessidades do produtor. “O futuro da Advanta está sempre focado em tecnologia e produtividade. Ele pode esperar novos materiais cada vez mais produtivos, com melhor desempenho a campo, maior estabilidade de produção” conclui Pepato.
Sobre - A Advanta Seeds é uma empresa de sementes do grupo UPL, com mais de 50 anos de experiência em melhoramento genético. Atua lado a lado com o agricultor, compreendendo suas necessidades e oferecendo soluções específicas para maximizar o desempenho produtivo das lavouras. No Brasil, a companhia concentra esforços em Pesquisa & Desenvolvimento, conduzindo Programas de Melhoramento Genético adaptados às diversas regiões do país. Além da Estação Experimental em Indianópolis/MG, esses programas são implementados e testados nas principais áreas produtoras, de forma integrada e complementar aos centros globais de melhoramento da Advanta.
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Kassi Bonissoni
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Pulverização começa antes de o equipamento entrar na lavoura

Pulverização começa antes de o equipamento entrar na lavoura
Especialista destaca que planejamento de manejo, condições climáticas, qualidade da água e preparação dos equipamentos estão entre os fatores que podem determinar a eficiência das aplicações
A eficiência de uma pulverização não começa quando o equipamento entra na lavoura. Antes da operação, decisões sobre histórico da área, monitoramento de pragas e doenças, escolha dos produtos, qualidade da água, condições climáticas, regulagem do pulverizador e características das gotas já podem determinar parte importante do resultado obtido no campo.
Em um cenário no qual produtores buscam maior eficiência operacional e controle de custos, o planejamento antecipado ganha peso dentro da estratégia de manejo. Para Leandro Viegas, CEO da Sell Agro, pulverizar deve ser assertivo. “A pulverização é apenas uma etapa da estratégia de manejo. Quando o produtor planeja antecipadamente, ele reduz improvisações, organiza a logística, escolhe corretamente os produtos, prepara os equipamentos e aumenta as chances de cada aplicação entregar o resultado esperado”, afirma.
A avaliação encontra respaldo nas recomendações técnicas da Embrapa. A instituição define a tecnologia de aplicação como uma interação entre fatores como cultura, praga, doença ou planta daninha, produto utilizado, equipamento e ambiente. Entre os problemas capazes de comprometer a operação estão equipamento desregulado, produto ou dose inadequados, condições meteorológicas desfavoráveis e problemas na qualidade da água utilizada na calda.
Viegas destaca que um dos primeiros passos antes da safra é justamente recuperar o histórico da propriedade. Saber quais pragas predominaram, quais doenças tiveram maior severidade e quais plantas daninhas apresentaram maior dificuldade de controle ajuda a antecipar estratégias.
O monitoramento complementa essas informações, pois, em vez de basear decisões exclusivamente em um calendário, o produtor consegue avaliar a situação real da área, o estágio da cultura, a pressão do alvo e as condições encontradas no momento. “A escolha correta depende de diagnóstico, e não apenas de calendário”, resume o especialista.
Decisão técnica não deve virar urgência
Quando o planejamento é deixado para a última hora, segundo Viegas, uma decisão que deveria ser técnica pode se transformar em uma resposta à urgência. Compras emergenciais, indisponibilidade de produtos, problemas logísticos e menor possibilidade de escolher a melhor janela de aplicação estão entre os riscos.
Definir antecipadamente os objetivos das aplicações também ajuda a organizar o uso das máquinas e da mão de obra e reduz a possibilidade de retrabalho ou intervenções redundantes.
Outro ponto importante é a preparação do pulverizador. Por exemplo, antes do início das operações, componentes como bombas, filtros, mangueiras, válvulas, barras e pontas precisam ser revisados, enquanto a regulagem e a calibração devem estar adequadas às condições de cada trabalho.
A Embrapa reforça a importância dessa etapa. A instituição mantém, inclusive, tecnologias específicas para avaliação da deposição das gotas durante a calibração de pulverizadores, com o objetivo de melhorar os parâmetros de aplicação e contribuir para a redução de custos relacionados à regulagem e calibração. A escolha das pontas também interfere na distribuição e no tamanho das gotas, cobertura do alvo e risco de deriva. “Não existe uma ponta ideal para todas as aplicações. Existe a ponta mais adequada para cada objetivo agronômico”, diz o CEO da Sell Agro.
Água precisa entrar no planejamento
Embora represente grande parte da calda utilizada nas pulverizações, a água nem sempre recebe a mesma atenção destinada aos demais componentes da operação. Características como pH, dureza e presença de determinadas substâncias podem afetar seu comportamento na mistura e interferir no desempenho de alguns produtos. “Muitas vezes o produtor investe em tecnologias de alto valor, mas perde eficiência por não conhecer a qualidade da água utilizada”, destaca Viegas.
As misturas em tanque também exigem planejamento, já que combinações inadequadas podem provocar problemas físicos ou químicos, como precipitação, formação de grumos, excesso de espuma e obstrução de filtros e pontas. Por isso, compatibilidade e ordem de mistura precisam ser avaliadas previamente.
Clima define a janela, não apenas a agenda
Temperatura, umidade relativa, vento e previsão de chuva completam a lista de variáveis que precisam ser acompanhadas. Condições inadequadas podem favorecer evaporação, deriva ou perda do produto antes que ele alcance adequadamente o alvo. Altas temperaturas e baixa umidade podem acelerar a evaporação das gotas, enquanto ventos inadequados elevam o potencial de deriva.
Para o profissional da Sell Agro, isso significa mudar a lógica de simplesmente procurar um espaço disponível na agenda operacional. “Planejar significa escolher a melhor janela operacional e não apenas o dia disponível”.
Na empresa, a orientação é incorporar esses fatores à tomada de decisão desde o início da safra. Por isso, a companhia presta suporte técnico relacionado às condições de pulverização, qualidade da água, compatibilidade de misturas e escolha de tecnologias de aplicação.
Segundo Viegas, trabalhos acompanhados pela equipe em diferentes regiões mostram que antecipar análises e definir a estratégia antes de iniciar as aplicações reduz problemas como paradas provocadas por incompatibilidade de calda e contribui para uma operação mais organizada ao longo do ciclo. “A primeira pulverização da safra não começa quando o pulverizador entra na lavoura. Ela começa meses antes, quando as decisões certas são tomadas”, conclui.
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NR1 e redução da jornada: como construir relações de trabalho mais saudáveis?
Por Amanda Alves
A saúde mental tem sido uma das pautas mais discutidas, e entrou definitivamente na agenda das empresas.
A atualização da NR-1 passou a exigir um gerenciamento ainda maior dos riscos psicossociais que se relacionam com o trabalho, enquanto a redução da jornada para 40 horas semanais continua em discussão no governo. São temas diferentes, mas que se encontram em um ponto relevante: o tempo e a forma como trabalhamos também impactam a nossa saúde, e melhorar a relação com o trabalho é uma responsabilidade que precisa ser compartilhada.
A empresa tem sim um papel fundamental, que é oferecer um ambiente seguro, combater o assédio, focar no desenvolvimento das lideranças, receber de forma constante os processos que geram sobrecarga e buscar melhores formas e eficientes de trabalhar.
Contudo, é importante reconhecer que essa possibilidade não existe da mesma forma para todos os segmentos ou funções. Onde há espaço para repensar processos, ferramentas e organização do trabalho, há uma grande oportunidade de transformação.
Mas, é superimportante colocar em evidência que a saúde mental de uma pessoa é determinada por muito mais aspectos do que somente o ambiente profissional. A família, os relacionamentos, a situação financeira, o sono, o acesso à saúde de qualidade, relações sociais e o próprio ambiente digital externo fazem parte. Não seria justo, e nem possível, colocar toda essa responsabilidade sobre as empresas. O poder público tem seu papel, as famílias têm o seu e cada pessoa também.
Melhorar a própria rotina também pode ser uma escolha. Não porque o colaborador tenha culpa ou porque seja o único responsável pelo que o adoece, mas porque ele tem poder de participar da transformação do ambiente de trabalho. E, novamente, isso precisa ser entendido dentro da realidade de cada profissão e de cada atividade. Nem sempre será possível eliminar uma tarefa, reduzir seu tempo ou substituí-la por uma tecnologia.
Entretanto, quando existe essa possibilidade, refletir sobre isso poderá fazer a diferença. Identificar uma tarefa que consome tempo desnecessário, questionar um processo que não está funcionando bem, sugerir a implementação de uma ferramenta ou propor uma melhoria não é apenas ajudar a empresa. É também cuidar do próprio tempo, da própria energia e da própria rotina. E não é porque o colaborador tenha culpa. Ele não tem. Mas é porque ele tem o poder de transformar.
Falar sobre a redução de jornada para 40 horas torna-se ainda mais interessante, pois essa redução pode significar mais tempo para a vida pessoal, para o descanso, para a família e para os cuidados individuais. E, consequentemente, contribuir para um equilibro maior. Mas, essa redução precisa vir acompanhada de produtividade e inteligência na organização do trabalho. As empresas que não se atualizarem para isso e não oferecerem condições de os colaboradores melhorarem os processos, sofrerão demais com esse grande movimento.
Isso não significa que todos os trabalhos poderão responder a esse movimento da mesma forma. Em algumas atividades, os limites são impostos pela própria natureza da operação. Nós nunca tivemos tantas ferramentas para pensar nas melhorias de processos internos. A inteligência artificial pode automatizar tarefas repetitivas, simplificar processos e devolver para as pessoas parte do tempo que hoje pode estar sendo consumido por atividades que poderiam ser feitas de outra forma.
Para os segmentos em que essas possibilidades existem, esse é um momento especialmente importante para repensar como o trabalho é organizado. Afinal, trabalhar menos horas não precisa significar produzir menos – pode significar aprender a trabalhar melhor.
Talvez essa seja a principal reflexão que a nova realidade do trabalho nos traz: a saúde mental não é responsabilidade exclusiva de ninguém, é uma construção coletiva. A empresa precisa fazer a sua parte, mas também precisa ouvir quem está na rotina do dia a dia e abrir espaço para que as pessoas participem de melhorias. O profissional precisa cuidar de si e reconhecer os seus limites. As famílias, a sociedade e o poder público também precisam assumir seus papéis. E todos nós precisamos repensar a forma como estamos trabalhando e vivendo.
A tecnologia já está transformando o trabalho há muito tempo. A questão agora não é se vamos utilizá-la, mas para que vamos utilizá-la. Se a IA e tantas outras ferramentas podem nos ajudar a produzir mais, melhor e em menos tempo, talvez o verdadeiro ganho de todas essas transformações não esteja somente numa redução de jornada, mas principalmente na oportunidade de construirmos melhores relações pessoais dentro e fora das empresas, ambientes cada vez mais saudáveis e, por fim, atingir o tão discutido equilíbrio de vida.
Amanda Alves é Coordenadora de RH na PKF BSP.
Sobre a PKF BSP:
PKF BSP, firma-membro da PKF Brazil
A PKF Brazil é uma firma-membro da PKF Global, a rede de empresas-membro da PKF International Limited. Cada uma das quais é uma entidade legal separada e independente, não assumindo qualquer responsabilidade ou obrigação pelas ações ou omissões de qualquer empresa-membro ou correspondente.
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Em meio ao recorde de afastamentos por saúde mental, livro propõe 15 caminhos práticos para uma vida mais feliz
Nova edição de "Guru da Felicidade", de Claudio Santana, une psicologia positiva, neurociência, filosofia e desenvolvimento humano para transformar conhecimento em ação
Nunca se falou tanto sobre saúde mental no trabalho – e não faltam números mostrando o porquê. Em 2025, mais de 546 mil benefícios por incapacidade temporária foram concedidos no Brasil em razão de transtornos mentais e comportamentais, cerca de 15% a mais do que em 2024. O dado reforça uma pergunta que ultrapassa o ambiente corporativo: como continuar trabalhando, produzindo, liderando e tomando decisões sem deixar a própria felicidade em segundo plano?
É justamente na relação entre desempenho, bem-estar e escolhas pessoais que Claudio Santana constrói a nova edição de “15 Chaves para Você Ser Mais Feliz- Guru da Felicidade”. A obra, originalmente lançada em 2024, foi ampliada com novos conteúdos, estudos e reflexões, além do uso da inteligência artificial como ferramenta de pesquisa e cocriação. O e-book está disponível na Amazon Brasil (https://www.amazon.com.br/dp/B0HFDSMRR7).
Executivo com mais de três décadas de experiência no mundo corporativo, escritor e estudioso de filosofia, inovação, produtividade e desenvolvimento humano, Santana parte de uma premissa simples: felicidade não é uma fórmula pronta, nem um estado permanente. É uma construção que envolve diferentes dimensões da vida e sobre as quais podemos agir. “Não quero que alguém termine a leitura apenas sabendo mais sobre felicidade. Quero que feche uma página e faça alguma coisa diferente. Afinal, o conhecimento só transforma quando gera ação”, enfatiza.
Muito além de um discurso motivacional, as 15 chaves foram estruturadas a partir de referências científicas e filosóficas e pensadas para funcionar tanto para quem lê o livro do início ao fim, quanto para quem prefere ir diretamente ao capítulo que mais precisa naquele momento. São elas: saúde e bem-estar, autoconhecimento, acolhimento, resiliência, gestão financeira, generosidade, apreciação, desenvolvimento pessoal, prazer, metas, relacionamentos, otimismo, gratidão, espiritualidade e propósito.
Cada chave combina reflexão com aplicação prática, por meio de estratégias, exercícios guiados e propostas de ação. A obra inclui, ainda, um desafio estruturado de 21 dias, criado para estimular o leitor a transformar reflexão em prática e incorporar novas escolhas ao cotidiano.
A discussão ganha ainda mais relevância diante da crescente atenção das empresas brasileiras aos riscos psicossociais relacionados ao trabalho e às exigências de gestão desses fatores no ambiente corporativo. Para Santana, porém, o tema vai além das políticas empresariais: felicidade, equilíbrio e saúde emocional também precisam fazer parte da forma como cada pessoa conduz a própria vida. “Nenhuma empresa prospera de forma sustentável com times esgotados. Felicidade não é sinônimo de acomodação. Ao longo da minha trajetória corporativa, vi que equipes mais equilibradas emocionalmente conseguem sustentar melhores resultados, tomar decisões com mais clareza e construir relações mais saudáveis”.
Em uma sociedade em que algoritmos disputam nossa atenção e inteligências artificiais respondem perguntas em segundos, o autor defende que continuamos responsáveis pelas escolhas que fazemos com aquilo que aprendemos. A tecnologia pode ampliar o acesso ao conhecimento, mas não substitui a experiência humana de decidir como viver. “A ciência pode indicar caminhos. A filosofia pode fazer as perguntas. A IA pode ampliar o conhecimento. O livro pode oferecer as chaves. Mas o verdadeiro Guru da Felicidade sempre será você. Cada um de nós precisa encontrar o próprio caminho para uma vida mais feliz”, finaliza o autor.
SERVIÇO
15 Chaves para Você Ser Mais Feliz - Guru da Felicidade
Autor: Claudio Santana
Formato: e-book
Amazon Brasil: https://www.amazon.com.br/dp/B0HFDSMRR7
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Qualy inova e lança "Qualy Fácil", sua primeira margarina focada em versatilidade culinária e novas ocasiões de consumo
Qualy inova e lança "Qualy Fácil", sua primeira margarina focada em versatilidade culinária e novas ocasiões de consumo
Novidade chega às gôndolas de supermercados em agosto nas versões Tradicional e Alho e Cebola

Líder da categoria de margarinas no Brasil e presente em oito a cada dez lares do país¹, Qualy expande o seu portfólio com o lançamento de Qualy Fácil. Desenvolvida para oferecer mais praticidade e versatilidade no preparo das refeições, a novidade possibilita ampliar o uso da margarina na cozinha, potencializando a categoria em mais ocasiões de consumo para além do tradicional café da manhã.
O objetivo da marca é reforçar seu compromisso de inovar considerando necessidades reais do consumidor, que deseja cada vez mais conveniência sem abrir mão do sabor. "Qualy já faz parte da cozinha, mesmo com o pote. Qualy fácil chega para trazer ainda mais praticidade no momento de cozinhar. Alta versatilidade, podendo ser usada para diferentes preparos, adiciona sabor aos alimentos, formato de embalagem diferenciado, facilitando a utilização e o manuseio no preparo culinário.”, explica Marina Secaf, gerente executiva de Marketing de Spreads da MBRF.
Disponível em embalagens de 500g nas versões Tradicional e Alho e Cebola, Qualy Fácil pode substituir óleo e azeite em diferentes receitas, sendo ideal para grelhar, fritar, refogar, untar, oferecendo uma solução simples para quem busca mais agilidade na rotina, pois basta agitar e usar.

A versão Tradicional leva o sabor inconfundível de Qualy e pode ser utilizada tanto em receitas doces quanto salgadas. Já Qualy Fácil Alho e Cebola é ideal para pratos salgados e elimina a necessidade adicionar alho e cebola. Além disso, sua embalagem em formato de garrafa facilita o manuseio e a dosagem e, por ser um produto shelf-stable, é possível armazená-lo fora da geladeira, oferecendo ainda mais conveniência para o consumidor.
“Para inovarmos em uma categoria tão consolidada quanto a de margarinas, precisamos de um olhar atento à evolução dos hábitos de consumo e das necessidades das pessoas. Com Qualy Fácil, encontramos uma oportunidade de transformar a forma como nossos produtos participam da rotina dos consumidores, expandindo possibilidades de uso, ao mesmo tempo em que levamos toda a qualidade e o sabor já conhecidos de Qualy para o preparo das refeições”, complementa Marina Secaf.
A novidade chega às gôndolas em agosto, inicialmente no estado de São Paulo, e em setembro, nos estados do Sul, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
¹Fonte: Worldpanel by Numerator – Painel de Lares | T. margarina | Período: MAT Jun 25.
SOBRE QUALY
Qualy é a margarina preferida dos brasileiros, líder de mercado, TOP OF MIND pelo 20º ano consecutivo, marca icônica e está presente em 8 de cada 10 lares brasileiros, em momentos como o café da manhã, lanche da tarde e em diversas receitas culinárias. A marca, que leva constantemente inovação para a categoria, tem o portfólio mais completo de margarinas, com as versões: Cremosa, Vita (fonte de Ômega 6), Light 0% Lactose (55% menos calorias), Aéra (de textura levinha) e Vegê (100% vegetal e ingredientes naturais). Além de estar presente também nas categorias Requeijão e Pão de Queijo. Para Qualy, sustentabilidade não é só reciclar, é também reutilizar. Qualy incentiva a reutilização de cada pote, através do movimento #ReuseQualy, promovido em seus canais digitais. Além disso, em parceria com a “eureciclo”, a cada pote vendido, outro é reciclado.
Contato Imprensa – MBRF/Qualy
Weber Shandwick
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Como o Open Gateway reduz o custo por aquisição de clientes?
Por Werique Franca
Reduzir o Custo de Aquisição de Clientes (CAC) é um dos resultados mais promissores de qualquer empresa, o qual pode ser conquistado através da otimização de campanhas, melhora da segmentação de mídia ou aumento da taxa de conversão de landing pages, por exemplo. Embora essas iniciativas continuem relevantes, um fator passou a ganhar espaço na estratégia das empresas, viabilizando essa conquista: o Open Gateway.
Muito além de um novo conjunto de APIs, ele representa uma forma de aproximar aplicações digitais da infraestrutura das operadoras de telecomunicações. Dessa forma, ao invés de tratar a rede apenas como um meio de transporte de dados, as empresas passam a acessar capacidades que, antes, estavam restritas às operadoras, como verificação de número de telefone, validação da troca de SIM Card, confirmação da qualidade da conexão e autenticação baseada na própria rede móvel.
O resultado é uma mudança importante na relação entre as partes: processos que, antes, dependiam de etapas adicionais de validação, passam a acontecer de forma transparente para o usuário, aumentando sua confiança e credibilidade com a marca. Isso, além de reduzir um dos maiores inimigos da conversão: o atrito.
É comum, por exemplo, encontrar jornadas onde o cliente precisa informar um código recebido por SMS, responder perguntas de segurança ou repetir informações apenas para comprovar sua identidade. Cada etapa adicionada representa uma nova oportunidade de abandono. Mas, com APIs como Number Verification, por exemplo, uma empresa consegue confirmar que aquele dispositivo realmente pertence ao número informado, sem exigir nenhuma ação adicional do usuário. O processo se torna praticamente invisível.
Quanto mais difícil fica identificar se um usuário é legítimo, maior será o investimento necessário para validar cadastros, combater fraudes e recuperar abandonos de jornada. Esse custo quase nunca aparece isolado nas planilhas de marketing, mas impacta diretamente o CAC. Nesse sentido, ter menos etapas que encurtem a jornada eleva as chances de conversão daquele potencial cliente.
Ainda, de todos esses benefícios, talvez o maior impacto esteja na redução das fraudes. Setores como bancos, fintechs, seguradoras, varejo, marketplaces e concessionárias convivem, diariamente, com tentativas de criação de contas falsas, tomada de identidade e golpes envolvendo troca indevida de chips telefônicos. Além do prejuízo financeiro, cada fraude aumenta o custo operacional e obriga empresas a investir mais em mecanismos de prevenção.
O Open Gateway muda essa lógica ao permitir consultas em tempo real sobre eventos críticos da linha telefônica, como alterações recentes de SIM Card. Isso reduz, significativamente, ataques que exploram exatamente esse tipo de vulnerabilidade, reduzindo as perdas corporativas e bloqueios para clientes legítimos.
Hoje, muitas empresas endurecem processos de autenticação para impedir ataques, o que apenas aumenta a fricção para todos os usuários, inclusive aqueles que nunca representaram qualquer risco. Mas, quando a validação se torna mais inteligente, é possível oferecer uma experiência mais simples, sem abrir mão da segurança, assegurando um equilíbrio que favorece, diretamente, o CAC.
Há ainda outro aspecto pouco discutido: a qualidade dos dados. Campanhas de marketing frequentemente desperdiçam investimento tentando adquirir usuários inexistentes, cadastros duplicados ou números inválidos. Quanto mais cedo essas inconsistências são identificadas, menor o desperdício de mídia e maior a eficiência das campanhas. Aqui, o Open Gateway deixa de ser apenas uma tecnologia de autenticação, e passa a atuar como uma camada de inteligência para toda a jornada digital.
Isso muda também a forma como empresas pensam na inovação. Ao invés de desenvolverem soluções isoladas para cada problema de segurança, identidade ou conectividade, torna-se possível consumir essas capacidades como serviços padronizados, disponíveis para qualquer aplicação que deseje utilizá-las. Esse é, justamente, um dos principais objetivos do Open Gateway: transformar funcionalidades complexas das redes móveis em APIs abertas, interoperáveis e escaláveis.
Nos próximos anos, a discussão deixará de ser "quem utiliza Open Gateway" para se tornar "quais jornadas ainda não utilizam Open Gateway". Porque, no fim, reduzir o CAC nunca foi apenas gastar menos em mídia, sempre foi eliminar tudo aquilo que impede um cliente legítimo de concluir sua jornada. E é exatamente nesse ponto que essa iniciativa pode se tornar uma das mais relevantes para aquisição digital na próxima década.
Werique Franca é Product & Business Manager na Pontaltech.
Fundada em 2011, a Pontaltech é uma empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel que ajuda empresas a automatizar e escalar seus atendimentos com um portfólio composto por diversos canais digitais e de voz. Com soluções integradas de SMS, e-mail, chatbot, RCS, agente virtuais, WhatsApp, entre outros, simplifica a comunicação das empresas com seus clientes de forma inteligente e eficiente, sem nunca perder a proximidade humana.
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