MEDIÇÃO DE TERRA

MEDIÇÃO DE TERRA
MEDIÇÃO DE TERRAS

sábado, 25 de abril de 2026

Violência sexual eleva em 74% o risco de doenças cardíacas e reforça alerta sobre hipertensão

 

Hapvida Notredame Intermédica

Violência sexual eleva em 74% o risco de doenças cardíacas e reforça alerta sobre hipertensão

Às vésperas do Dia Nacional de Combate à Hipertensão, especialista destaca impacto do estresse e de traumas na saúde cardiovascular

Mulheres vítimas de violência sexual têm 74% mais chance de desenvolver doenças cardiovasculares, como infarto e arritmias, segundo estudo baseado na Pesquisa Nacional de Saúde, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O dado amplia o debate sobre os impactos da violência na saúde e reforça a necessidade de olhar para fatores menos visíveis no controle da hipertensão arterial.

Com a proximidade do Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial, celebrado em 26 de abril, especialistas alertam que o risco cardiovascular vai além de fatores tradicionais, como alimentação inadequada e sedentarismo, e também está relacionado ao estresse crônico e a experiências traumáticas.

De acordo com o cardiologista da Hapvida, Railton Cordeiro, o estresse atua como fator decisivo nesse processo. “Ele não substitui os fatores clássicos, mas funciona como um amplificador de risco. Quando a pessoa vive em estado de alerta constante, há liberação de hormônios como adrenalina, noradrenalina e cortisol, o que aumenta a frequência cardíaca, contrai os vasos e pode elevar a pressão arterial ao longo do tempo”, explica.

O especialista destaca que o impacto do trauma vai além do aspecto emocional e provoca alterações fisiológicas importantes. “O corpo passa a funcionar como se estivesse sob ameaça permanente. Isso leva à ativação do sistema nervoso simpático, ao aumento da inflamação, à piora do sono e a alterações de pressão, glicose e ritmo cardíaco”, afirma.

Além das respostas biológicas, há também mudanças comportamentais que agravam o risco. “Muitas pessoas passam a dormir pior, se alimentar mal, praticar menos atividade física e, em alguns casos, aumentam o consumo de álcool ou cigarro. Ou seja, o trauma atinge o coração por múltiplas vias, ao mesmo tempo”, pontua o cardiologista.

Segundo o médico, a relação entre saúde mental e hipertensão é direta e não deve ser negligenciada. “Ansiedade, estresse persistente e esgotamento estão associados ao aumento da pressão, à inflamação e à pior adesão ao tratamento. Na prática, vemos pacientes que até têm acesso à medicação, mas não conseguem manter uma rotina de autocuidado, o que compromete o controle da doença”, ressalta.

O impacto tende a ser ainda mais significativo entre mulheres. Além de fatores hormonais, o acúmulo de responsabilidades contribui para maior exposição ao estresse crônico. “Muitas mulheres acumulam múltiplas jornadas e acabam priorizando o cuidado com os outros, deixando a própria saúde em segundo plano. Isso cobra um preço na pressão e no coração”, observa.

Embora seja considerada uma doença silenciosa, a hipertensão pode apresentar sinais de alerta, especialmente em contextos de estresse intenso. “Dor de cabeça frequente, palpitações, tontura, falta de ar, visão embaçada e sensação de pressão na nuca não devem ser ignoradas. Não significam necessariamente hipertensão, mas merecem investigação”, orienta.

A longo prazo, o descontrole da pressão arterial pode levar a complicações graves. “O dano é progressivo e cumulativo. Aumenta o risco de infarto, AVC, insuficiência cardíaca, doença renal e até demência vascular. Quando o estresse entra nesse contexto, ele dificulta o controle e acelera esse processo”, alerta.

Para reduzir os riscos, o cuidado precisa ser integral, segundo o especialista. “Além de alimentação adequada e atividade física, é fundamental cuidar do sono, reduzir o consumo de álcool, parar de fumar, adotar técnicas de respiração e, quando necessário, buscar apoio psicológico. Não adianta tratar só com remédio e ignorar o ambiente emocional”, afirma.

O acompanhamento médico regular também é essencial, especialmente para pessoas expostas a estresse contínuo. “Muitas vezes, o paciente acredita que é apenas estresse, mas já apresenta pressão descontrolada, alterações metabólicas e sinais de sobrecarga. A prevenção passa por identificar cedo e agir antes que venham complicações como infarto ou AVC”, conclui o cardiologista.

Sobre a Hapvida

Com mais de 80 anos de experiência, a Hapvida é hoje a maior empresa de saúde integrada da América Latina. A companhia, que possui mais de 77 mil colaboradores, atende quase 16 milhões de beneficiários de saúde e odontologia espalhados pelas cinco regiões do Brasil.

Todo o aparato foi construído a partir de uma visão voltada ao cuidado de ponta a ponta, a partir de 85 hospitais, 74 prontos atendimentos, 364 clínicas médicas e 309 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial, além de unidades especificamente voltadas ao cuidado preventivo e crônico. Dessa combinação de negócios, apoiada em qualidade médica e inovação, resulta uma empresa com os melhores recursos humanos e tecnológicos para os seus clientes.




Visualizar todas as imagens em alta resolução





Bianca Rocha
Executiva de Atendimento
bianca@textoecia.com.br
(71) 99963-2513 / (71) 98147-4334

Armadilhas inéditas utilizam ondas eletromagnéticas no monitoramento de pragas no campo

 


CyKlo Agritech

Armadilhas inéditas utilizam ondas eletromagnéticas no monitoramento de pragas no campo

Tecnologia é uma solução eficaz principalmente no controle do bicudo-do-algodoeiro, inimigo que gera prejuízos de R$ 3 bilhões por safra aos produtores

O cultivo do algodão, uma das culturas de maior valor agregado do agronegócio brasileiro, exige um nível elevado de manejo e atenção por parte dos produtores. Altamente sensível a fatores climáticos, nutricionais e, principalmente, ao ataque de pragas, o algodoeiro demanda estratégias precisas e eficientes para garantir produtividade e rentabilidade no campo. Entre os principais desafios enfrentados, destaca-se o bicudo-do-algodoeiro, considerado a praga mais temida dos cotonicultores, responsável por prejuízos que ultrapassam R$ 3 bilhões a cada safra no Brasil.

Diante desse cenário desafiador, a busca por soluções inovadoras torna-se essencial para a sustentabilidade da produção. É nesse contexto que a Fox Agritech, uma startup mato-grossense, apresenta ao mercado uma armadilha inédita, desenvolvida para auxiliar no controle do bicudo-do-algodoeiro, reunindo tecnologia de ponta, eficiência no monitoramento e compromisso com práticas mais sustentáveis no campo.

A solução, que utiliza ondas eletromagnéticas, foi desenvolvida pelo técnico agrícola, Kennedy Martins Gnoatto, um jovem empreendedor de apenas 25 anos que superou dificuldades familiares e financeiras em busca de um futuro melhor. “Tive uma infância muito difícil; inclusive, fui morar em um colégio interno em decorrência de desentendimentos familiares. Porém, sempre foquei em trabalhar e estudar. Formei-me e comecei a pesquisar sobre pragas nas lavouras. A partir daí, fui me aprofundando na compreensão dos padrões de comportamento dos insetos, como migram e como identificam as culturas que podem atacar”, disse.

Munido dessas informações, as pesquisas avançaram até as ondas eletromagnéticas. O objetivo era descobrir o quanto os insetos enxergam de fato, quais são os seus cones de visão e quais são suas faixas do espectro. “Virei muitas noites sozinho estudando e pesquisando maneiras de diagnosticar o que podia ou não atrair os insetos para a armadilha. O desafio foi ajustar a tecnologia para não aproximar inimigos naturais, como abelhas e joaninhas, algo que desestabilizaria o ecossistema, além de configurar um crime ambiental”, destacou Gnoatto.

Solução na prática

A armadilha desenvolvida pelo empreendedor conta com um “cérebro tecnológico” que ajusta automaticamente o índice de ondas eletromagnéticas e a refração necessária para cada LED, a fim de atrair os insetos para o equipamento. Essa frequência é baseada em padrões identificados por meio de IA preditiva, cruzando dados de temperatura e umidade com a adaptação dos insetos a essas condições.

Segundo o desenvolvedor, o funcionamento da armadilha é simples de explicar. “Quando a câmera capta a imagem do inseto dentro da armadilha, ela realiza a leitura e envia a informação para o processador. Este, por sua vez, identifica e detalha qual é o invasor, o horário de pico populacional das pragas, além de registrar temperatura, umidade, data, hora e local da captura”, explica.

A tecnologia da Fox Agritech também possibilita aos produtores o acesso a análises de dados e relatórios por meio do aplicativo Fox Fieldcore, otimizando a ida dos técnicos ao campo. Munido dessas informações, ele pode agir antes que a praga se estabeleça na cultura, tomando decisões mais assertivas, algo que faz toda a diferença no campo. “Nosso objetivo é monitorar a fazenda de ponta a ponta, ou seja, informar ao cliente, na tela do telefone, o que está acontecendo em todos os talhões da propriedade”, detalhou Gnoatto.

Além de auxiliar na tomada de decisões e antecipar ataques de pragas, as armadilhas da Fox Agritech tornam-se importantes aliadas da classe produtora e também do meio ambiente. “Queremos aumentar a assertividade na identificação dos invasores, pois isso impacta diretamente no lucro deles”, afirma o técnico.

Por outro lado, a ferramenta tem forte apelo sustentável, pois ajuda a reduzir as pulverizações. “Nossos estudos indicam que podemos diminuir entre 10% e 20% o uso de inseticidas no campo, o que gera economia e minimiza os impactos na natureza”, reforçou Gnoatto.

Próximos passos

As armadilhas da Fox Agritech seguem em fase final de testes teóricos e práticos. Recentemente, a startup apresentou a tecnologia à Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa). A conversa avançou, e as partes assinaram um contrato para potencializar ainda mais os testes contra o bicudo-do-algodoeiro. “Estamos entusiasmados com esse acordo, pois ele vai nos ajudar a aperfeiçoar nossa solução no campo, principalmente ampliando o banco de dados na cotonicultura. Além disso, a tecnologia também vem sendo estudada para a cultura do milho e, futuramente, para outros cultivos”, confidenciou o inventor.

Atualmente, a empresa tem sede em Sinop, no Mato Grosso, e conta com um time de especialistas composto por engenheiros de hardware, software e inteligência artificial, entre outros profissionais. Desde o ano passado, a startup também passou a integrar a Cyklo Agritech, uma aceleradora de projetos e startups.

Segundo Gnoatto, a aceleração tem sido fundamental para orientar o crescimento da empresa, evitando etapas e garantindo decisões mais seguras. “Como eles têm ampla experiência, conhecem os melhores caminhos e os riscos envolvidos. Essa mentoria nos proporciona uma visão mais ampla do negócio, além de ampliar nosso networking e fortalecer a área comercial da empresa”, destacou.

A meta da startup é iniciar a operação comercial até o início de 2028. “Não podemos pular etapas, pois culturas como o algodão exigem alto investimento. Precisamos apresentar dados estatísticos consistentes para transmitir

Cotonicultores interessados em conhecer e testar a tecnologia das armadilhas da Fox Agritech, especialmente na região do MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), podem entrar em contato para agendar uma visita técnica. A equipe comercial vai até a fazenda, apresenta a solução e monta uma área de testes. Para informações é só acessar https://www.foxagritech.com.br/.

 



Imagens relacionadas


Divulgação
baixar em alta resolução



Divulgação
baixar em alta resolução



Ruralpress

Kassi Bonissoni
Gerente de atendimento
kassiana.ruralpress@gmail.com
(19) 98320-0286

Crise climática no setor de energia: quais os maiores impactos?

 


Por Alexandre Pierro

O mundo consome cada vez mais energia a cada ano, impulsionado por avanços tecnológicos, crescimento populacional e novas demandas industriais. No entanto, essa expansão ocorre em meio a um cenário climático cada vez mais instável, marcado por eventos extremos, instabilidades hídricas e pressões regulatórias que estão comprometendo e fragilizando nossa matriz energética. O resultado deste cenário é um desequilíbrio perigoso que exige respostas estruturais — e rápidas - para o setor energético, pautadas pela inovação na busca por fontes alternativas mais sustentáveis e renováveis. 

Pesquisas do Centro Polsky do WRI para a Transição Energética Global apontam que a demanda global por energia deve crescer, pelo menos, 2,8% ao ano até 2030. Esse aumento, segundo o estudo, é impulsionado por inúmeros fatores, desde a expansão mundial do transporte elétrico, crescimento econômico e industrialização, à maior demanda por refrigeração em países em desenvolvimento, assim como o rápido crescimento de data centers em países desenvolvidos. 

Ao mesmo tempo, grande parte da matriz energética global — especialmente a brasileira — vem sendo drasticamente impactada por eventos externos que prejudicam seu devido funcionamento. De secas prolongadas, que reduzem a capacidade de usinas hidrelétricas, as quais ainda são a base do sistema nacional; às ondas de calor, que aumentam o consumo de energia; além das tempestades e eventos extremos que danificam as redes de transmissão e distribuição. 

A crise climática funciona como um “teste de estresse” da matriz energética, evidenciando os graves problemas que enfrentamos nesse sentido: forte dependência de hidrelétricas, baixa diversificação em algumas regiões e limitações no armazenamento de energia. Migrar para outras fontes mais renováveis e limpas é uma questão de sobrevivência econômica, não apenas como forma de driblar os impactos desses eventos ambientais, mas, acima de tudo, de continuar atendendo a demanda mundial de consumo energético contando com fontes mais ecológicas que contribuam com a manutenção do nosso ecossistema. 

A China é um dos maiores exemplos nesse sentido, conduzindo uma das maiores transformações energéticas do mundo na expansão de suas fontes renováveis — especialmente a eólica — como peça central para reduzir sua dependência de petróleo e fortalecer sua segurança energética. Além de seu baixo custo operacional após instalação, essa fonte de energia tem grande potencial de escalar em grande quantidade, permitindo que seja distribuída até mesmo em regiões de pouco acesso, gerando benefícios sociais. 

O ponto central não é “copiar” modelos adotados em outros países, mas entender a lógica por trás deles: nações como a China estão tratando sua energia como estratégia de Estado, não apenas como infraestrutura. E é exatamente isso que o Brasil precisa se inspirar, ainda mais considerando nossas vantagens naturais que são subexploradas positivamente com um olhar verdadeiramente inovador. 

Deveríamos olhar de forma diferente para nossas fontes de geração de energia renováveis, buscando soluções que façam sentido para a nossa realidade. Um dos nossos maiores diferenciais está na extensão da nossa costa oceânica, a qual possui grande potencial para energia gerada através das ondas e movimento das marés - o que, além de complementar outras fontes renováveis (como solar e eólica terrestre), reduziria a dependência de regimes climáticos específicos, como as secas que já estamos enfrentando em diversas regiões nacionais. 

Em um exemplo prático de como essa estratégia poderia se converter em resultados vantajosos ao país, o Rio Tietê, cuja bacia termina no Rio Paraná, onde fica Itaipu, possui seis usinas que geram cerca de 1.834,30 MW. Imagine se a água do Tietê começa a secar a níveis drásticos, isso comprometeria, diretamente, a capacidade de Itaipu, um dos maiores geradores de energia limpa e renovável do mundo. 

Isso mostra quanto que esse tipo de inovação poderia gerar novas patentes, conhecimentos e desenvolvimento tecnológico ao mercado interno, mitigando riscos de que tais crises climáticas afetem o fornecimento de energia à população, desde que essas iniciativas sejam conduzidas com processos muito bem estruturados e metodologias robustas que incentivem a colaboração e engajamento dos profissionais na exploração de possíveis caminhos a serem seguidos. 

A crise climática está redefinindo as regras do jogo no setor de energia. Não se trata mais apenas de garantir oferta, mas de assegurar resiliência, previsibilidade e sustentabilidade em um cenário cada vez mais instável. Países que entenderam isso já estão avançando e se destacando nesse sentido — transformando desafios em vantagem competitiva. O Brasil, com seu enorme potencial energético, tem a oportunidade de liderar esse movimento, se já começar a agir, com estratégia e sabedoria, nessa direção. 

Alexandre Pierro é doutorado em energia e mestre em gestão e engenharia da inovação, engenheiro mecânico, bacharel em física e especialista de gestão da PALAS, consultoria pioneira na implementação da ISO de inovação na América Latina.    



Imagens relacionadas


baixar em alta resolução



Nathália Bellintani


Tel: +55 (11) 9848-4042
Email: nathalia@informamidia.com.br
www.informamidia.com.br

WhatsApp no Dia das Mães: como potencializar as vendas no varejo sem comprometer a experiência do cliente?

 


Por Márcia Assis

O Dia das Mães está entre as datas mais relevantes para o varejo brasileiro, não apenas pelo volume de vendas, mas, principalmente, pelo forte envolvimento emocional que ela desperta. É um momento simbólico de afeto, memória e reconhecimento e, justamente por isso, exige das marcas mais do que campanhas promocionais bem estruturadas, adotando uma comunicação que permita que cresçam em conversão, sem ferir a experiência do consumidor. Algo que, com uma estratégia bem orquestrada no WhatsApp, pode trazer resultados excelentes ao varejista. 

Em 2025, o faturamento do setor nessa época cresceu 6,3%, segundo dados do Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA). Grande parte desse aumento se deve, justamente, ao apelo emocional que a data em si carrega, o que faz com que a escolha de comprar deixe de ser apenas racional. Esse comportamento aparece claramente em pesquisas recentes, como a realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), a qual identificou que 51% dos brasileiros acreditam que as mães merecem o presente como retribuição ao carinho e esforço dedicados, além de 25% que consideram um gesto importante. 

O consumidor busca significado, simbolismo e conexão. O valor percebido do produto ou serviço está muito mais ligado à mensagem do presente do que ao seu preço. Por isso, aceita melhor sugestões, curadorias e recomendações personalizadas, desde que sejam relevantes e respeitosas, de acordo com o momento de cada um. Isso mostra que, mais do que vender, é preciso acertar o tom para que essa conversão aconteça de forma natural, com conexão e significado. 

De que forma o WhatsApp se destaca neste contexto? Justamente por ser considerado pelos brasileiros como um canal de relacionamento, e não apenas de marketing. Por estar fortemente presente no dia a dia das pessoas, possui uma taxa altíssima de abertura, interações rápidas e bidirecionais, permitindo que as empresas possam humanizar sua comunicação, gerando sensação de proximidade e atenção individual.   

Quando integrado a uma estratégia bem planejada, se torna um verdadeiro motor de conversão - o que pode ser conquistado a partir de práticas específicas nesse sentido. Veja quais: 

#1 Campanhas personalizadas e segmentadas: não existe mais espaço para mensagens genéricas em datas emocionais. O uso de dados estratégicos permite segmentar a base por histórico de compras, perfil e comportamento, favorecendo o envio de comunicações mais relevantes pelo canal. Junto a isso, também contribui para a personalização dos conteúdos, o que ajuda a reduzir rejeição, aumentar o engajamento e a mostrar que a marca conhece e respeita aquele consumidor. 

#2 Atendimento consultivo em tempo real: no Dia das Mães, muitas compras acontecem em cima da hora. Pensando nisso, o canal permite um atendimento ágil e humanizado, funcionando quase como um vendedor digital especializado. Esse contato direto ajuda o consumidor a decidir mais rápido, tirar dúvidas e aumentar a segurança na compra, fatores que contribuem para uma maior conversão.   

#3 Disparos transacionais como pilar de experiência do cliente: mensagens de confirmação de pedido, status de entrega ou retirada ganham ainda mais importância nessa data. Além de informativas, elas tranquilizam o consumidor, evitando ansiedade e frustração. Quando bem gerenciadas, contribuem para uma reputação positiva da marca a longo prazo.   

#4 Ofertas com senso de oportunidade, não de pressão: o WhatsApp é um canal relevante para comunicar ofertas pontuais, kits especiais ou condições exclusivas, desde que sem exageros. Nesta data, substituir mensagens agressivas por abordagens mais acolhedoras muda completamente a percepção da marca e aumenta a taxa de conversão. 

#5 Automações inteligentes com cuidado humano: chatbots e fluxos automatizados são aliados essenciais para escalar a operação nessa ferramenta, mas precisam ser desenhados com empatia desde a sua concepção, sempre com a possibilidade de transferência para um atendimento humano quando necessário.   

Canais conversacionais como esse se potencializam quando bem usados em estratégias de campanhas comemorativas, como o Dia das Mães. O consumidor está mais emocional e o WhatsApp é, naturalmente, o lugar onde já acontecem as conversas mais pessoais com família, amigos e pessoas próximas. Por isso, qualquer abordagem precisa soar mais como cuidado do que como propaganda. 

E é justamente aqui que está o ponto mais sensível e importante para que uma marca se posicione bem nesta data e, ainda, crie conexão com o consumidor, gerando impacto positivo nos resultados da campanha.  Evite mensagens excessivas ou intrusivas que apenas irão transformá-lo em um canal que gera ruído, bloqueios, denúncias e rejeição à marca.  Lembre-se sempre de ter cuidado com o tom emocional, de forma que o apelo seja respeitoso. Fuja de gatilhos forçados ou frases que pressuponham um relacionamento idealizado entre mães e filhos.   

A atenção também deve ser redobrada contra golpes e fraudes: datas emocionais são um terreno fértil para engenharia social, e marcas sérias devem investir em uma comunicação clara, com identidade validada e canais oficiais, protegendo seus clientes e reputação.  Trabalhe somente com bases opt-in e respeite as diretrizes do WhatsApp. 

O Dia das Mães não é apenas uma oportunidade comercial, é um teste de maturidade das marcas. Uma boa comunicação gera resultado, mas uma comunicação responsável cria marcas mais fortes, confiáveis e duradouras. Mais do que vender, é sobre se conectar de verdade. 

Márcia Assis é Gerente de Marketing da Pontaltech, empresa especializada em soluções integradas de VoiceBot, SMS, e-mail, chatbot, WhatsApp e RCS.  

   

Sobre a Pontaltech:  

Fundada em 2011, a Pontaltech é uma empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel que ajuda empresas a automatizar e escalar seus atendimentos com um portfólio composto por diversos canais digitais e de voz. Com soluções integradas de SMS, e-mail, chatbot, WhatsApp, RCS, VoiceBot, entre outros, simplifica a comunicação das empresas com seus clientes de forma inteligente e eficiente, sem nunca perder a proximidade humana. 



Imagens relacionadas


baixar em alta resolução



Nathália Bellintani


Tel: +55 (11) 9848-4042
Email: nathalia@informamidia.com.br
www.informamidia.com.br

NR-1: tudo que o RH precisa saber para se adequar

 


Por Gisele Matias

A pouco mais de um mês da entrada em vigor das atualizações da Norma Regulamentadora nº 1, prevista para 26 de maio de 2026, o cenário ganhou novos contornos com o pedido da Confederação Nacional de Saúde (CNSaúde) para o adiamento da exigência de inclusão dos riscos psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO).  

A entidade solicitou ao Ministério do Trabalho e Emprego a postergação por, no mínimo, um ano, apontando lacunas técnicas, ausência de diretrizes claras e insegurança jurídica na aplicação da norma. Até o momento, no entanto, não há definição oficial sobre qualquer mudança de prazo — o que mantém as empresas diante de um cenário de incerteza, mas sem reduzir a urgência da preparação. 

Publicada em 2024, a atualização da NR-1 ampliou significativamente o escopo do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) ao tornar obrigatória a inclusão dos fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho. Na prática, isso exige que as organizações passem a identificar, avaliar e documentar aspectos como sobrecarga de trabalho, assédio, falta de clareza nas funções, ausência de suporte da liderança e falhas na comunicação interna.  

Esses elementos, até então, não são padronizados, e variam de acordo com a realidade de cada empresa, o que exige um olhar individualizado sobre o ambiente organizacional. Nesse contexto, o PGR precisa refletir fielmente as condições específicas de cada operação, afastando abordagens genéricas que pouco contribuem para a efetiva gestão dos riscos. 

Outro ponto relevante é que a norma não trata do acompanhamento individual da saúde mental dos trabalhadores, mas sim das condições coletivas de trabalho. O foco está no ambiente, nos processos e na forma como o trabalho é estruturado e gerido. Isso representa uma mudança importante de perspectiva, especialmente para o RH: não se trata de identificar casos isolados, mas de compreender quais fatores organizacionais podem gerar impacto sobre os colaboradores, como grupo, e atuar preventivamente sobre essas causas. 

Até porque, o cenário é preocupante: dados divulgados pelo G1 do Ministério da Previdência Social mostraram que, em 2025, mais de meio milhão de licenças foram concedidas por transtornos mentais, estabelecendo um novo recorde no país. Ao todo, o Brasil registrou cerca de quatro milhões de licenças do trabalho no ano. 

Apesar da clareza conceitual da norma, o que se observa no mercado é uma movimentação acelerada em busca de soluções rápidas, muitas vezes sem a devida profundidade. Empresas implementam ferramentas, realizam diagnósticos ou contratam serviços, mas deixam de estruturar adequadamente os registros dessas ações. Canais de denúncia sem comunicação formal, treinamentos sem comprovação documental e iniciativas sem rastreabilidade são exemplos comuns que revelam uma fragilidade capaz de comprometer a empresa em uma eventual fiscalização, mesmo quando há esforço real de adequação. Mais do que executar ações, será essencial demonstrar, de forma organizada e consistente, tudo o que foi feito. 

Nesse cenário, o papel do Recursos Humanos se torna ainda mais estratégico. O departamento passa a atuar como um elo entre as exigências legais, as soluções disponíveis no mercado de saúde e segurança do trabalho, e a tomada de decisão da liderança. Cabe a esses profissionais não apenas garantir conformidade, mas também traduzir a norma em práticas viáveis, avaliando, criticamente, fornecedores, e assegurando que as iniciativas implementadas estejam alinhadas tanto à legislação quanto à realidade da empresa. 

É importante destacar que a NR-1 não introduz uma responsabilidade inédita, mas formaliza, com maior rigor e exigência de comprovação, um compromisso que já deveria fazer parte da gestão organizacional: a promoção de um ambiente de trabalho seguro e saudável. A diferença agora está na necessidade de método, consistência e evidência. 

Diante da possibilidade de adiamento, algumas empresas podem considerar postergar suas ações. No entanto, essa é uma decisão que envolve riscos. Isso porque, independentemente da definição do governo, o tema já está consolidado e tende a ganhar ainda mais relevância, tanto no campo regulatório quanto na gestão de pessoas.  

Para o RH, portanto, o momento não é de espera, mas de estruturação — com foco em consistência, governança e preparo para um cenário que, com ou sem prorrogação, já é uma realidade. 

Gisele Matias é Analista de Departamento Pessoal na PKF BSP. 

 

Sobre a PKF BSP:       

www.pkfbrazil.com.br       

PKF BSP, firma-membro da PKF Brazil       

A PKF Brazil é uma firma-membro da PKF Global, a rede de empresas-membro da PKF International Limited. Cada uma das quais é uma entidade legal separada e independente, não assumindo qualquer responsabilidade ou obrigação pelas ações ou omissões de qualquer empresa-membro ou correspondente. 



Imagens relacionadas


baixar em alta resolução



Nathália Bellintani


Tel: +55 (11) 9848-4042
Email: nathalia@informamidia.com.br
www.informamidia.com.br

IA: é preciso desmistificar para transformar



Por Tânia Alves 

A Inteligência Artificial ainda é cercada por muitas ideias equivocadas no mundo corporativo. Na maioria das vezes, ela é vista como algo quase “mágico”, que pensa sozinha ou que possui uma vontade própria para tomar decisões. No entanto, quando olhamos de perto, a realidade é bem mais simples e, ao mesmo tempo, muito mais poderosa do que a ficção. 

Segundo estudo divulgado pela Newnew, 80% das empresas participantes utilizam algum tipo de aplicação da IA. Por sua vez, apesar da ampla presença da tecnologia, o nível de maturidade organizacional ainda é limitado, sendo que apenas 11% das lideranças avaliam que a implementação “deu certo”, enquanto a maior parte continua no nível intermediário. 

Antes de tudo, é fundamental desconstruir a ideia de que a IA pensa como um ser humano. Afinal, ela não tem consciência, não possui intenção e não “decide” no sentido humano da palavra. O que ela faz, na verdade, é algo mais objetivo: identificar padrões em grandes volumes de dados e usá-los para prever ou sugerir decisões futuras. Na prática, o processo é lógico. A tecnologia recebe os registros, sejam eles históricos ou em tempo real, aprende como essas informações se relacionam entre si e, com base nisso, aponta o que é mais provável de acontecer em um determinado cenário. 

Para ilustrar, podemos imaginar uma máquina que começa a apresentar pequenas variações antes de falhar completamente. Para um operador humano, essas mudanças podem ser imperceptíveis no início. Entretanto, a IA, ao analisar o histórico desses eventos e reconhecer o padrão que antecede uma quebra, consegue prever o problema muito antes de ele ocorrer. Isso não é intuição, é processamento de dados puro. 

No entanto, para que toda essa estrutura funcione bem, a IA depende de três elementos principais. O primeiro, e talvez o mais importante, são os dados. Sem eles, não existe inteligência, visto que são o combustível que alimenta todo o processo, venham eles de ERPs, CRMs ou de sensores espalhados por uma linha de produção. Contudo, aqui existe um ponto de atenção crucial: não se trata apenas de ter um volume gigantesco de informações, mas sobre ter dados bons. Até porque, se estiverem incompletos, desatualizados ou incorretos, a ferramenta também vai errar em suas previsões. 

O segundo pilar são os modelos, que nada mais são do que a “inteligência” por trás da tecnologia. Sem entrar em termos técnicos complexos, podemos pensar neles como formas de ensinar a máquina a reconhecer os padrões. Existem diversos tipos de modelos, mas todos compartilham o mesmo objetivo final: transformar dados brutos em previsões ou recomendações que façam sentido para o negócio. Por fim, o terceiro elemento é a capacidade de processamento, e é aqui que entram soluções essenciais como a computação em nuvem e equipamentos de alto desempenho, que permitem que a IA funcione tanto em grandes servidores quanto diretamente no chão de fábrica, onde a decisão precisa ser imediata. 

Compreender esses pilares ajuda a entender por que a IA deixou de ser uma tendência e se tornou um diferencial competitivo indispensável hoje. O motivo é simples: ela ajuda as empresas a tomarem decisões melhores e mais rápidas. Em um mercado onde a agilidade é tudo, antecipar problemas antes que eles aconteçam, automatizar análises que levariam dias para serem feitas manualmente e reduzir incertezas são vantagens que colocam qualquer operação em outro nível. O impacto é muito concreto e pode ser visto em diversas frentes. No setor industrial, o foco está em prever falhas e melhorar a qualidade dos produtos. No backoffice, a IA ajuda a identificar desvios e padrões em indicadores financeiros que poderiam passar despercebidos. No comercial, ela permite prever a demanda com uma precisão muito maior, evitando estoques parados ou falta de produtos. No fim das contas, empresas que usam a tecnologia bem aplicada erram menos e reagem mais rápido às mudanças. 

Apesar de todo esse potencial, é preciso entender que ela não resolve todos os problemas. Existem limitações claras que todo gestor deve conhecer. A primeira é a dependência absoluta de dados de qualidade. Além disso, falta ao recurso o que chamamos de contexto humano. Afinal, a IA não entende de cultura organizacional, não compreende estratégia de longo prazo e não possui sensibilidade emocional. Ela funciona melhor em cenários específicos e sua implementação exige investimento, especialmente na organização dos dados e na integração com os sistemas que a empresa já utiliza. 

Sendo assim, adotar a Inteligência Artificial não é apenas uma decisão técnica, mas uma decisão de responsabilidade. É fundamental manter a transparência, entendendo como a ferramenta chegou a uma conclusão, e garantir uma governança de dados que preze pela segurança. A supervisão humana deve ser constante, pois a decisão final continua sendo de quem entende do negócio e, neste caso, a tecnologia deve apoiar o julgamento humano, nunca o substituir completamente. 

Empresas que compreendem essa estrutura evitam investimentos sem retorno e focam em gerar valor real. A pergunta que as lideranças devem se fazer agora não é mais se devem usar a IA, mas onde aplicá-la com o objetivo correto e uma base sólida. No final, a tecnologia está apenas evidenciando uma separação clara: entre as empresas que evoluem e aquelas que, por medo ou falta de organização, acabam ficando para trás. 

Tânia Alves é Gerente de Engajamento do Cliente (CEE). 

Sobre a Okser  
A Okser é uma consultoria especializada na implementação do SAP Business One. Com 17 anos de expertise, atendendo empresas em todo o território nacional, a empresa já soma mais de 2 mil projetos realizados e mais de 3 mil usuários. A organização vai além, criando soluções tecnológicas personalizadas para lidar com qualquer desafio, simplificando processos e garantindo maior segurança e eficiência operacional. 


Imagens relacionadas

baixar em alta resolução



    Cinthia Guimarães


Tel: +55 (11) 95457-3500
Email: cinthia@informamidia.com.br
www.informamidia.com.br

 Pode ser uma imagem de texto que diz "Nunca diga aos invejosos onde você consegue o seu pão. Eles podem matar O padeiro e queimar a padaria."

Araguaia migra para o SAP S/4HANA

 


Atualização vem ao encontro do plano de expansão da companhia 

Ser a primeira opção de empresa provedora de insumos e serviços no agronegócio brasileiro. Essa é a visão da Araguaia, uma das maiores e mais respeitadas distribuidoras de fertilizantes, sementes de soja e produtos agropecuários do Brasil. A fim de fortalecer sua base tecnológica, a empresa deu início ao projeto de migração do SAP ECC (ERP Central Component) para o SAP S/4HANA, software de planejamento de recursos empresariais. O projeto será realizado pela delaware Brasil. 

Presente no mercado desde 1978, a Araguaia cresceu e se consolidou no coração do Brasil. A companhia conta, atualmente, com mais de mil e seiscentos colaboradores, espalhados em suas frentes de negócios divididas em: sete fábricas de fertilizantes, uma fábrica de nutrição animal, uma unidade de beneficiamento de sementes de soja e 59 lojas localizadas em pontos estratégicos em sete estados brasileiros mais o Distrito Federal. 

A empresa possui uma jornada contínua de tecnologia; não à toa, já utilizava o SAP ECC há 15 anos. Por sua vez, à medida que a organização vem acentuando os planos de expansão, estava no roadmap acelerar a transformação digital, com o intuito de preparar a companhia para operar com mais eficiência, segurança e capacidade de inovação. 

Desta forma, foi identificado que havia chegado o momento de fazer a migração para o SAP S/4HANA, como explica Jean Braudes, gerente de TI da Araguaia. “Esse é um dos movimentos mais tecnológicos da nossa história e, por isso, tivemos um planejamento árduo junto com a presidência para localizar qual seria o período ideal para darmos início. Considerando a transição para a Reforma Tributária, nossos planos de expansão e o compromisso de manter a empresa na vanguarda, adotando as melhores práticas de negócios, entendemos que este é o momento certo para dar esse importante passo. 

O projeto de migração recebeu o nome de Keishō, inspirado no conceito japonês que representa transformação, renovação e evolução contínua. Após um rigoroso processo de seleção, a Araguaia escolheu a delaware. “Buscamos empresas que tivessem expertise tanto na solução quanto no nosso segmento. A delaware é reconhecida internacionalmente pela excelência em projetos SAP e conversões técnicas para o SAP S/4HANA. Desde o primeiro momento, a equipe realizou um excelente trabalho de discovery, reuniões e encontros que nos passaram segurança e o diferencial de respeitar as especificidades do nosso negócio”, pontua Braudes. 

Motivo de orgulho para Rodrigo Moulard, CSMO e fundador da delaware Brasil. “O agronegócio é uma potência econômica para o nosso país e a Araguaia está entre as empresas que contribuem para esse desempenho. É satisfatório, para nós, sermos os responsáveis por guiá-los para uma experiência ainda mais completa e moderna com a migração para SAP S/4HANA que, certamente, irá dar todo o suporte que eles precisam para essa nova fase”. 

A previsão é que o go-live do projeto aconteça entre o final de junho e o início de julho. O prazo leva em consideração o tempo para a Araguaia realizar testes, ajustes e estabilização, garantindo uma transição bem-sucedida antes do período de safra, que inicia a partir do segundo semestre do ano. 

Após a migração, a empresa espera obter maior performance e estabilidade nas operações, um ambiente mais seguro e preparado para tecnologias futuras, integração facilitada entre sistemas internos e externos, base robusta para ferramentas de analytics, automação e IA, melhoria dos processos e na experiência dos usuários e, principalmente, a garantia da continuidade das operações nos próximos anos. 

As expectativas com o projeto são as melhores e vêm ao encontro do plano de expansão previsto para os próximos 10 anos. “O SAP S/4HANA nos traz, além da segurança, um leque de oportunidades que podemos trabalhar para agregar em mais inovação e transformação digital para sustentar o nosso crescimento. Também fortalece nossa governança corporativa e aprimora nossos controles internos. Temos a certeza de que esse será um importante case de sucesso para as duas empresas”, conclui o gerente de TI. 

Sobre a delaware:  
A delaware conta com mais de 20 anos de experiência em consultorias, implementações, sustentações e inovações tecnológicas em diversos setores. Com presença em mais de 20 países e origem na Bélgica, a empresa conta com mais de 5 mil profissionais que atuam na orientação dos clientes, através da transformação de seus negócios, oferecendo soluções end-to-end focadas em criar valor e inovar, incluindo desenvolvimento, inovação e implementação de tecnologias avançadas. Para mais informações, siga a delaware Brasil nas redes sociais: LinkedInInstagram e Facebook.   



Imagens relacionadas


Jean Braudes, gerente de TI da Araguaia
baixar em alta resolução



Rodrigo Moulard, CSMO e fundador da delaware Brasil
baixar em alta resolução



Cinthia Guimarães


Tel: +55 (11) 95457-3500
Email: cinthia@informamidia.com.br
www.informamidia.com.br

Dia da Educação: EAD já representa quase metade dos universitários no Brasil e impulsiona transformação social

 




Vitru Educação


Dia da Educação: EAD já representa quase metade dos universitários no Brasil e impulsiona transformação social



Em celebração a data, Vitru apresenta histórias de superação em diversas regiões do país que mostram como a formação acadêmica tem sido uma ferramenta essencial para a inclusão e o desenvolvimento

 

O acesso à educação superior no Brasil reflete um cenário de ampla expansão, impulsionado principalmente pela modalidade de Ensino a Distância (EAD). De acordo com o levantamento do Mapa do Ensino Superior, o país conta com aproximadamente 9,9 milhões de estudantes de graduação. A base dessa pirâmide educacional é cada vez mais digital, com as matrículas em EAD crescendo 326% na última década e já correspondendo a 49,3% do total de alunos. Nesse contexto, a Vitru, líder em educação digital no país e controladora das marcas UNIASSELVI e UniCesumar, tem se tornado um dos principais agentes fomentadores do setor, se destacando por ampliar o acesso ao conhecimento por meio de suas opções de ensino presencial e a distância.

 

"O avanço do EAD é uma das maiores conquistas da educação brasileira. Além de proporcionar acesso ao conhecimento para quem vive em regiões remotas, o EAD possibilita a transformação de vidas e mobilidade social em um país ainda marcado por desigualdades. Ao longo de nossa trajetória, acumulamos inúmeras histórias de sucesso e superação que nos estimulam a seguir construindo educação de qualidade e acessibilidade como uma ponte concreta para um Brasil mais igualitário e rico em oportunidades", destaca a professora Sara Pedrini, vice-presidente acadêmica da Vitru Educação.

 

A educação continua a ser um vetor de desenvolvimento em todo o mundo e a Vitru reforça sua missão ao marcar presença em mais de 2.630 cidades pelo Brasil, com um portfólio diversificado de cursos que atendem às mais variadas realidades. Em celebração ao Dia Mundial da Educação, confira abaixo três histórias inspiradoras que ilustram como o acesso ao estudo pode superar barreiras em diferentes regiões do país:

 

Pelos rios e estradas, o saber encontra caminho

Residente da comunidade Nossa Senhora das Graças, em Manacapuru (AM), o estudante Wilke Carneiro, de 21 anos, leva até duas horas e meia para chegar ao seu polo de estudo da UNIASSELVI durante o período da seca. O trajeto inclui 30 minutos de caminhada, uma travessia de barco e uma viagem de carro. Mesmo com desafios como falta de energia e instabilidade na internet, ele vê no EAD a única alternativa para realizar seu sonho de se formar em Licenciatura em Matemática e Análise e Desenvolvimento de Sistemas. "É cansativo, mas cada dificuldade enfrentada hoje abrirá portas no futuro", conta o estudante.

 

Do gramado à glória, a educação como tática de vitória

A jornada de Davi Zaqueo, de 45 anos, demonstra a ascensão profissional impulsionada pelo conhecimento. Ex-zelador do estádio do Tanabi Esporte Clube, no interior de São Paulo, ele se apaixonou pelo universo do futebol e viu na graduação em Educação Física da EAD UniCesumar a chance de crescer. A formação permitiu que ele se tornasse auxiliar técnico, depois técnico da base e, finalmente, comandante da equipe profissional, sendo eleito o melhor técnico do Campeonato Paulista da Segunda Divisão de 2025. "Se não fosse a minha graduação, eu não estaria onde estou hoje. Passei a falar com propriedade sobre esporte", conclui Zaqueo.

 

Da periferia ao pódio, o sonho da medicina como destino

Wesley de Jesus, um jovem de 23 anos de Cajazeiras, em Salvador, transformou uma rotina marcada por dificuldades em uma trajetória de superação. Ex-aluno de escola pública, ele estudou com o apoio da plataforma digital gratuita Rede Enem e, após três tentativas, conquistou o primeiro lugar do curso de Medicina na Univeridade de São Paulo (USP), considerado um dos mais concorridos do país. Enfrentando limitações estruturais em casa, como goteiras que prejudicavam seu ambiente de estudo, Wesley buscou na biblioteca da escola um refúgio para se dedicar às aulas e revisões, provando que a determinação, aliada ao acesso à educação de qualidade, é capaz de romper qualquer barreira.

 

Sobre a Vitru

A Vitru é o grupo líder no mercado de educação digital do Brasil, proporcionando um ecossistema pedagógico completo que engloba experiências no ensino presencial e a distância (EAD). Com investimentos em marcas estratégicas como UNIASSELVI e UniCesumar, a companhia soma uma robusta base de alunos em cursos de graduação, pós-graduação, técnicos, profissionalizantes, mestrado e doutorado. Sua missão é democratizar o acesso à educação de excelência por meio de soluções digitais inovadoras, viabilizando futuros para que as pessoas possam realizar seus sonhos por meio do aprender.

 

Contatos para imprensa:

Weber Shandwick

E-mail: vitru@webershandwick.com

Joelma Amaral - (11) 98335-0082 | jamaral@webershandwick.com

Paulo Lima – Telefone: (11) 9 8398-6996 | plima@webershandwick.com

 

Quando o líder não se conhece, a empresa paga a conta

 



Quando o líder não se conhece, a empresa paga a conta

Comportamentos automáticos, equipes retraídas e uma geração que já não quer o cargo. O problema da liderança vai muito além da eficiência técnica

Por Vanda Lohn*

Empresas estão investindo cada vez mais em estratégia, tecnologia e eficiência. Ainda assim, continuam enfrentando os mesmos problemas: equipes desmotivadas, decisões inconsistentes e lideranças sobrecarregadas. O que está falhando não é o planejamento, é quem lidera.

Não falo de incompetência técnica. Falo de líderes que nunca pararam para se perguntar o que os move e o que os trava. Que operam no piloto automático, respondendo ao presente com padrões formados no passado. E que, muitas vezes, sequer percebem o impacto que isso tem sobre as pessoas ao redor.

Segundo um estudo global conduzido pela divisão de pesquisa da Harvard (Harvard Business Impact / Harvard Business Publishing), publicado em 2025, com mais de 600 líderes, 96% dos líderes relatam altos níveis de estresse e 33% já operam em estado crônico de esgotamento. E vale ressaltar que a liderança é um modelo de liderança que ainda exige respostas prontas de pessoas que, muitas vezes, não desenvolveram clareza interna para sustentar a complexidade do papel.

O que não aparece no balanço 

Existe um custo que as empresas raramente conseguem nomear, mas que sentem o tempo todo. Ele aparece na reunião que termina sem conclusão. Na pessoa que pede demissão após meses de silêncio. Na equipe que executa sem questionar, não por disciplina, mas por medo. Ou seja, liderança não preparada emocionalmente custa mais do que qualquer erro estratégico.

Esses sintomas têm origem e ela quase sempre passa pela liderança. O que chamo de sabotadores internos são padrões automáticos de comportamento que distorcem a forma como um líder lê a realidade e reage a ela. Perfeccionismo que paralisa equipes. Necessidade de controle que sufoca autonomia. Dificuldade de delegar que cria gargalos. Evitação de conflitos que transforma reuniões em teatro. 

O problema não é a existência desses padrões, todos temos os nossos. O problema é quando eles operam sem consciência. Quando o líder acredita genuinamente que está protegendo o resultado, enquanto, na prática, está limitando o potencial de quem trabalha com ele. A desconexão entre intenção e impacto é, talvez, o aspecto mais difícil de trabalhar. E também o mais caro. Liderança despreparada custa caro e empresas ainda ignoram o problema 

Esse descompasso ajuda a explicar por que 70% das iniciativas de transformação falham, segundo análises recorrentes da McKinsey, que vêm acontecendo ao longo dos últimos anos. A raiz do problema não está na estratégia, mas na incapacidade da liderança de sustentar mudanças em nível comportamental.

O “estado interno” do líder contamina o ambiente

Uma das dinâmicas que mais observo, e que mais subestimamos, é o efeito cascata. O estado interno do líder não fica dentro dele. Ele vaza. Quando um gestor opera sob tensão crônica, a equipe absorve essa pressão sem que ninguém precise dizer uma palavra. Quando há crítica excessiva, as pessoas param de arriscar. Quando as decisões são evitadas, instala-se uma ambiguidade que corrói a confiança coletiva.

Esse efeito não é apenas cultural, é financeiro. E os números são mais reveladores do que a maioria das empresas gostaria de admitir. Uma sondagem conduzida pelo Ministério do Trabalho e Emprego, com mais de 53 mil profissionais entre o fim de 2023 e o início de 2024, mostra que 16,2% dos pedidos de demissão estão diretamente ligados à relação com a chefia imediata. Esse cenário não é recente. Estudos da EY, já em 2019, indicavam um desalinhamento estrutural entre o que se espera das lideranças e sua capacidade de execução, especialmente em contextos de transformação. Não se trata de falta de esforço. Trata-se de preparo insuficiente e, principalmente, de ausência de autoconhecimento.

Uma geração que olha para o cargo e decide não querer 

Há algo novo acontecendo que merece atenção. Uma parcela crescente da Geração Z, ao observar de perto o que significa liderar dentro das organizações atuais, tem chegado a uma conclusão bastante simples: não vale a pena.

Não é preguiça. É uma leitura racional de um modelo que entrega pressão crônica, pouca margem para errar e uma conta emocional que raramente é reconhecida como parte do trabalho. E isso tem consequências diretas. 

Quando liderar deixa de ser algo desejado, as organizações passam a preencher posições de gestão com pessoas que aceitaram o cargo sem necessariamente querer o papel, ou sem estarem preparadas para o que ele exige. O resultado é uma liderança sem motivação intrínseca, que compromete tanto o clima quanto a performance. Porque líderes estão esgotados e equipes desmotivadas ao mesmo tempo.

É um ciclo que se retroalimenta. Líderes esgotados formam ambientes hostis, que por sua vez afastam as pessoas mais promissoras das posições de gestão. Romper esse ciclo exige mais do que treinamentos técnicos ou pacotes de benefícios.

Felicidade não é benefício, é consequência e necessidade

Nos últimos anos, a discussão sobre bem-estar corporativo ganhou força. Mas ainda vejo muitas empresas tratando o tema como um conjunto de iniciativas desconectadas, uma pesquisa de clima aqui, um programa de saúde mental ali, sem tocar na raiz do problema.

Colaboradores engajados e ambientes produtivos não surgem de políticas. Surgem da qualidade do ambiente emocional construído pela liderança. E esse ambiente é, em grande medida, um reflexo direto do estado interno de quem lidera.

Sem segurança psicológica, não existe colaboração consistente. Sem colaboração, não existe inovação relevante. A cadeia é direta, mesmo quando invisível.

Existe uma mudança discreta, mas importante, em curso. As organizações mais maduras estão começando a tratar o desenvolvimento de liderança como questão estratégica. Não basta ensinar gestão de pessoas se o gestor ainda não entende seus próprios mecanismos de resposta ao estresse, ao conflito ou à incerteza. Desenvolver habilidades sem trabalhar padrões internos é como reformar a fachada de uma construção com problemas estruturais.

O maior risco das empresas hoje não é a falta de estratégia, é a incapacidade da liderança de sustentar comportamento, por falta de autoconhecimento e propósito.

Líderes que se conhecem tomam decisões mais consistentes. Delegam com mais clareza. Constroem ambientes onde as pessoas querem e conseguem trabalhar bem. O modelo de liderança que apenas executa e cobra resultados está cedendo espaço para algo mais exigente, uma liderança capaz de sustentar a complexidade emocional, tomar decisões conscientes e criar ambientes onde o desempenho seja consequência natural.

Empresas que entenderem essa mudança terão mais vantagens. As que continuarem tratando sintomas, sem tocar na causa, vão seguir pagando uma conta que não sabem nomear, mas que aparece todos os dias nos resultados, no clima e nas pessoas que escolhem ir embora. E a nova geração não está rejeitando o crescimento profissional, está rejeitando um modelo de liderança que cobra mais do que desenvolve.

Sobre Vanda Lohn:

Vanda Lohn é doutora em Engenharia de Produção (Ética e Sustentabilidade) e especialista em felicidade corporativa, liderança sistêmica e desenvolvimento humano. Com mais de 36 anos de experiência, atua na interseção entre saúde emocional, cultura organizacional e performance sustentável, com certificação internacional em metodologias de felicidade no trabalho. É fundadora do Instituto Vanda Lohn e criadora do Mapa do Comportamento Sistêmico, metodologia aplicada ao desenvolvimento de lideranças e transformação de padrões nas organizações. Ao longo da carreira, liderou projetos em parceria com instituições como o Ministério do Meio Ambiente e o PNUD, além de atuar por 17 anos como professora universitária na UNIVALI. É autora do livro “A felicidade não procura por vítima” e referência na integração entre bem-estar e estratégia nas empresas.

Informações para imprensa: 

Mclair Comunicação



Imagens relacionadas


Image by yanalya on Freepik
baixar em alta resolução


Vanda Lohn
Vanda Lohn
Foto/Divulgação
baixar em alta resolução

coluna malha fina - jornal a região 25/04/2026

 

Primo peba, primo pop

A Expo Maracás mostrou o tamanho de cada vice nas eleições deste ano. Representando ACM Neto, Zé Cocada era aplaudido, abraçado, alvo de pedidos de selfies. Conversou animadamente até com políticos que supostamente estão na base do governo. Um tratamento de liderança. Já Geraldo Cabeção, que representava Zerônimo, foi solenemente ignorado.

Itacaré dando inveja

A nova lei de Itacaré, que limita a taxa de esgoto a 40% do gasto com água, deixou os itabunenses com uma inveja manumental. A Emasa cobra 70%, quase dobrando a conta. E cobra mesmo de quem não tem um fiapo de esgoto correndo na rua. Além disso, relatório da própria empresa, de 2025, aponta que todas as estações de tratamento estão paradas.

A promessa eterna voltou

As promessas voltaram. Um exemplo é a ponte invisível de Salvador a Itaparica. Foi prometida por Waguinho em suas duas eleições, por Rui Bosta em suas duas eleições, e por Zeronimo na sua. As datas de inauguração começaram em 2013, depois 2018, 2023, 2026 e agora chutaram para 2032. Trouxeram um punhado de materiais para dar a impressão de que vai começar. Não vai.

Uma ferrovia sem destino

porto sul No sul da Bahia a enganação atende pelo nome de Porto Sul, que só teve terraplanagem. Se a Ferrovia Leste/Oeste, outra enganação, tivesse sido concluída no prazo (2025), o trem ia levar minério para lugar nenhum, porque no fim da linha não tem porto. Mais a duplicação da BA-001 em Ilhéus, que pode até recomeçar, mas paralisa depois da eleição. Como em 2022 e 2024.

Até Samu levou calote

Mas não são só as obras que pararam em Ilhéus. Irritado com a goleada que tomou de ACM Neto em 2022 na cidade e com a derrota humilhante de sua candidata a prefeita, Ai Dela Dinheiro, em 2024, Zeronimo está retaliando, desde então, segurando verbas. Um exemplo é a do Samu, que não é repassada desde outubro de 24, logo depois da derrota. O calote já soma R$ 7 milhões. E o povo que sofra.

Implodindo a política

A delação da ex-diretora que facilitou a fuga de 16 detentos da penitenciária de Eunápolis tem um grande potencial explosivo na política baiana. Já começou revelando que Geddel "51 milhões em malas" Frieira Lima receberia R$ 1 milhão para mandar seu marionete da Seap, José Castro, ajudar a garantir a escapada dos traficantes e faccionados.

Tudo ligado e enroscado

O cargo de Castro é de Geddel, dentro da distribuição entre os partidos da base do PT. A delação traz outra ligação direta com o governo de Zerônimo, ao citar o envolvimento do irmão de Adolf Boyola, David, secretário estadual de Relações Institucionais. Ele e o ex-deputado Uldurico Paraguaçú Jr tinham reuniões constantes com o chefão do PCE na cadeia.

Basta seguir as migalhas

PCE é o Primeiro Comando de Eunápolis que, apesar do nome, é ligado ao Comando Vermelho, do Rio de Janeiro. O líder da facção, Ednaldo Pereira Souza, o "Dadá", foi um dos que fugiram com a ajuda dos parceiros de Zeronimo. Era Uldurico quem combinava as coisas com o secretário José Castro. Que não faz nada sem autorização do cacique Geddel...

O "chefe" do esquema

Uma coisa que pesa contra o ex-presidiário Geddel, que manda nos presídios da Bahia através de José Castro, é como ele era tratado pelos envolvidos. Castro, Uldurico, a ex-diretora Joneuma, todos eles, chamavam Geddel de "chefe" nas conversas obtidas pelo Ministério Público. Geddel, claro, nega. Mas se tem cheiro, cor, cara e jeito de envolvido...

Medo de sair da tumba

Há mais de 20 dias, o Psola de Sapato anunciava a entrada do finado Gelado Limões no partidinho. Blogueiros amigos esperavam o anúncio da candidatura a deputado estadual com evento, festa, badalação. Mas... silêncio total. Ninguém mais falou no assunto. Um coveiro nos contou que Limões está repensando a candidatura. "Morre de medo de novo vexame".

Gestão é 'plural', o eleitor não

parada gay A estratégia de Augusto Casto, em levar a esposa e candidata a deputada Andrea para a Parada Gay parece sob medida para sabotar a campanha. Como é que ela vai ficar diante da comunidade evangélica, que é muito mais numerosa que a gay? Dizem que ele sofre da mesma doença que acometeu Jabes, Cuma e Gelado: SGU, a Síndrome do Galo Único.

Doença é progressiva e grave

A SGU se desenvolve em prefeitos com mais de um mandato. Entre os sintomas estão se achar a única Coca Cola gelada do deserto, ter ciúmes do sucesso de aliados, não suportar dividir a liderança com esposa ou filhos, se achar eterno e insubstituível. A realidade já mostrou a Cuma, Jabes e Gelado que não são. Augusto ainda está na fase de incubação.

Capetão prefere o inferno

Tem gente que fica tentando ressuscitar o Capetão Azêdo, anunciando que ele vai ser candidato a deputado. Não vai. Desaparecido das festas e eventos políticos desde a eleição, quando teve sua candidatura enterrada para tentar eleger Pancadão da AFI, Azêdo não quer conversa com nenhum partido ou político. Magoado, passa os dias passeando com seus pets.

Galera meio desanimada

O desgovernador Zeronimo fez uma reunião com os aliados, incluindo Jaques Waguinho e Rui Bosta, para jurar que vai entregar as obras paradas e pedir "empenho" de todo mundo para sua reeleição. Primeiro ele vai ter que convencer Bosta a engolir a presença de Geraldo Cabeção na vice. O nome Geraldo costuma irritar Rui, mas não é de hoje.

Humilhando Rui em público

Na reunião em que Waguinho anunciou que ele, então seu chefe da Casa Civil, seria o candidato à sucessão, outro Geraldo, o Simões, constrangeu todo mundo. Assim que ouviu o nome, ele levantou da cadeira, apontou o dedo para Rui e disse que "esse sujeito não pode ser o candidato, não aceito". Ele "exigia" Gabrielli. Pensava que apitava alguma coisa.

Batendo para ver se leva

Quem se retou de vez com o prefeito de Canavielas, Paulo Pamonha, foi o vereador Rôni Rôla. Depois de passar o mandato anterior "unha e carne" com o prefeito, "dono" de uma secretaria, Rôla bateu a jeba na mesa e avisou que não vai mais passar pano. Pediu uma "chacoalhada na gestão", trocando secretários. Sei não, pareceu padre pregando para assumir a paróquia.

Embasa furando as ruas

Não é só Paulo Pamonha que estraga Canavielas. A Embasa, empresa de água e buracos do governo do estado, adora contribuir. Ela é muito boa para cavar buracos na hora de consertar seus canos mas, para tapar, é outra história. A cidade está cheia de buracos mal fechados por ela, às vezes só com pedras soltas e areia. Mas, como o prefeito é um pamonha...

Especialista em procissão

acm neto ilheus Depois do sucesso na procissão de São José em Itabuna, quando roubou a atenção que antes era só do prefeito, ACM Neto repetiu a dose em Ilhéus. Ele apareceu na procissão de São Jorge e foi o centro das atenções, levando o time completo, com Zé Cocada, João Roma, Coroné Anjo, Leur Lomanto Jr. e Pedro Tavares. Zeronimo ignorou e não apareceu em nenhuma das duas.

PT pode perder o senado

Um conhecido petista colocou o dedo na ferida durante uma reunião no litoral norte. Ele mostrou que Coroné Anjo e João Roma estão com muito mais intenção de votos do que deveriam a seis meses da eleição. Avisou que Waguinho e Rui Bosta já estão em seu ponto máximo e só os opositores tem espaço para crescer. "Quem vota no PT, já está nesse bolo".

A reenrolação de Zeronimo

Caetano Veloso tinha o "reconvexo". Gilberto Gil tinha a "refazenda". O desgoverno de Zeronimo lançou a nova moda, a "repromessa". É como os opositores (e até alguns petistas) estão chamando sua mania de prometer, de novo, fazer as obras que prometeu na campanha de 2022 e nunca sairam do papel. Os anúncios, mesmo com festa, só têm irritado os eleitores.

Cururu na água fervendo

Nesta semana teve o lançamento da lagoa onde o cururu Vem Nescau vai tentar se eleger deputado estadual. Pelo menos esse é plano, que não vai resistir à realidade. Como o sapo da fábula, o burguês cumunista de butique vai fazer a campanha sem perceber o fracasso chegando a cada dia. Vai acordar no dia seguinte à eleição sem votação nem para suplente.

Anão em time de basquete

Dono de uma votação que mal dá para vereador em Itabuna, o cururu Vem Nescau vai ter que arrumar pelos menos uns 60 mil votos fora e nem assim vai estar garantido. Não tem cacife para passar candidatos fortes da Federação dos Ratos, como Eduardo Salles, Osni Cardoso, Rosemberg Pinto, Robinson Almeida, Fabíola Mansur e Bobô, por exemplo.

Denunciando a pongação

Nesta semana, Coroné Anjo se retou mais que petista obrigado que trabalhar. Ele mesmo explicou: “Saiu na internet vídeo do governador segurando um cacau, embaixo de um pé de cacau. E colocando o senador Otto também. Eles não mexeram nem um dedo para aprovar, nem desaprovar. Foram omissos no processo", disse sobre a nova lei do cacau.

As facções da prefeitura

Dentro da prefeitura de Ilhéus existe hoje um cabo de guerra entre dois grupos aliados. O de Valderico II trabalha para puxar votos para Leur Lomanto Jr. Já a galera ligada a Jabes Ribeiro atua para Cacá Colchonete*. Por isso Leur veio para a procissão de São Jorge. No puxa e empurra, Pedro Tavares come pelas bordas, de forma discreta, mas que tem rendido frutos.
* Nossa homenagem ao amigo Eduardo Anunciação, que faz muita falta.

Batatinha quando fala...

O fato de não ter sobrenome já mostra o nível. Mas Reinaldo "das Batatas", prefeito de Itapé, chocou quem estava esperando ele chegar para uma partida da Copa Cacau. Ele explicou que estava atrasado porque "tava no motel mais a muié, era o dia dela" (tem dia de outras?). A comparação com outro político de Itapé, o fino e elegante Carlos Sodré, foi inevitável.

Acharam o teto de zerônimo

A nova pesquisa do Instituto Veritá levou pânico aos petistas e muitos voltaram a insistir em substituir seu candidato a governador. O levantamento mostra que Zerônimo é reprovado por 67% dos baianos. Ou seja, não tem como passar dos 37% dos votos, aliás, "possíveis" votos, porque nesta conta estão os indecisos e quem pretende anular o voto.