
sexta-feira, 7 de agosto de 2026
Estudar depois dos 30: Pesquisa revela que graduação EaD impulsiona carreira de profissionais já estabelecidos
Estudar depois dos 30: Pesquisa revela que graduação EaD impulsiona carreira de profissionais já estabelecidos
Levantamento da VITRU com mais de 10 mil alunos consolida as estimativas de mercado e aponta que estudantes recorrem a educação superior como ferramenta de mobilidade social e desenvolvimento profissional
Conciliar trabalho, estudos e responsabilidades familiares faz parte da rotina de milhares de brasileiros que buscam uma graduação como ferramenta para avançar profissionalmente. Em um país onde quatro em cada cinco adultos ainda não possuem ensino superior, segundo o Censo do IBGE, a pesquisa "Empregabilidade e Carreira na Graduação EaD", realizada pela Vitru Educação, líder em educação digital no país e controladora das marcas UNIASSELVI e UniCesumar, mostra que estudantes e egressos da modalidade EaD têm perfil majoritariamente adulto e utilizam a formação superior como estratégia para ampliar oportunidades, conquistar melhores posições e desenvolver carreira.
Realizado no segundo semestre de 2025, com 8.445 alunos ativos e 2.025 egressos nas universidades do Grupo Vitru nos últimos três anos, a pesquisa tem como objetivo compreender o perfil dos estudantes na atualidade, assim como entender as expectativas e os desafios. O levantamento com margem de erro de 1,05% para os dados de estudantes e 2,16% para os números coletados junto aos egressos, aponta que o ensino a distância se consolidou como a principal porta de entrada para o público adulto: 53% dos alunos ativos e 56% dos egressos estão na faixa etária de 30 a 49 anos. A maioria deles tem ao menos um dependente em casa (85% para estudantes e 84% para egressos).
Um dos principais destaques do estudo é a comprovação do impacto gerado com a conquista do diploma. Entre os estudantes ativos, 52% relataram algum movimento na carreira, seja conseguir o primeiro emprego ou estágio, ser efetivado, mudar de emprego ou cargo, ser aprovado em concurso público, ser promovido ou receber um aumento salarial. Entre os egressos, esse número é de 55%. Essa aceleração na carreira valida estatísticas do próprio IBGE, que indicam que trabalhadores com ensino superior completo chegam a ter um rendimento médio 126% maior do que aqueles com apenas o ensino médio.
“A educação a distância é um vetor de mobilidade e ascensão profissional de extrema relevância, sobretudo para o trabalhador adulto. Por isso, é fundamental entender as demandas desse estudante, que já tem uma carreira, família e busca crescer na profissão, não um primeiro emprego. Na Vitru, usamos essa inteligência de dados para antecipar tendências e desenvolver um ecossistema educacional de qualidade que ofereça não apenas o diploma, mas as competências e o apoio para que esse profissional atinja seu próximo nível de carreira de forma ágil e estruturada”, afirma a vice-presidente Acadêmica da Vitru, Sara Pedrini Martins.
A influência da Vitru, por meio de suas marcas UniCesumar e UNIASSELVI, para o crescimento profissional dos estudantes é visível na pesquisa. Os participantes da pesquisa apontam a educação de qualidade como principal contribuição da Vitru (20% para alunos ativos e 22% para egressos), seguida pelo desenvolvimento de competências (12% e 15%, respectivamente) e orientação profissional (12% e 13%).
A década da consolidação (30 a 39 anos)
Nesta faixa, que representa 29% dos alunos ativos e 30% dos egressos, os profissionais estão em plena fase de consolidação de suas carreiras e buscam o diploma para assumir posições de maior responsabilidade. Essa urgência por qualificação constatada pelo estudo da Vitru Educação está alinhada com dados do IBGE, que apontam essa faixa etária como a de maior taxa de atividade econômica do país.
A análise dos dados indica que este é o momento em que a conciliação com a vida familiar se intensifica com 68% dos respondentes indicando que possuem de um a três dependentes. Esse cenário reflete dados do Registro Civil do IBGE, que mostram um adiamento histórico da maternidade no Brasil, concentrando crianças em primeira infância sob os cuidados de pais na casa dos 30 anos. A tendência para este grupo é utilizar a graduação para obter promoções, aumentos salariais diretos e consolidar sua estabilidade financeira no mercado de trabalho, sendo muitas vezes os principais provedores da renda de suas casas.
A busca pela requalificação (40 a 49 anos)
Representando 24% dos alunos ativos e 26% dos egressos, o público na faixa dos 40 anos enxerga a graduação EaD principalmente como uma ferramenta de requalificação. Muitos já possuem uma trajetória profissional de anos, mas sentem a pressão tecnológica e as exigências do mercado contemporâneo. De acordo com o estudo sobre Transição de Carreira | Robert Half - Guia Salarial, mais de 60% dos profissionais brasileiros consideram uma transição de carreira. Esse movimento impulsionado pela transformação digital, mostra como forma EaD torna-se importante ferramenta para requalificação.
Novas carreiras e realização pessoal (50 a 59 anos)
Com 10% de representatividade entre alunos ativos e 13% entre egressos, os estudantes na faixa dos 50 anos frequentemente encaram a graduação como uma alavanca profissional e também como um projeto de realização pessoal. Nesta fase, a tendência é a busca por uma segunda carreira, alinhada a verdadeiras vocações ou projetos de empreendedorismo. De acordo com o levantamento "Global Entrepreneurship Monitor (GEM)" do Sebrae mais de 12% dos donos de negócios no país já estão na faixa de 55 a 64 anos, o que mostra o potencial do empreendedorismo sênior.
A educação como projeto de vida (60+ anos)
Embora representem uma parcela menor e muito específica (3% tanto de alunos ativos quanto de egressos), os estudantes com mais de 60 anos materializam a força do aprendizado contínuo o lifelong learning. Segundo dados do Censo da Educação Superior (INEP), a presença de alunos com mais de 60 anos na modalidade EaD cresceu mais de 670% na última década, o que consolida essa faixa etária como o grupo de maior crescimento percentual no ensino superior brasileiro.
Sobre a Vitru
A Vitru é o grupo líder no mercado de educação digital do Brasil, proporcionando um ecossistema pedagógico completo que engloba experiências no ensino presencial e a distância (EAD). Com investimentos em marcas estratégicas como UNIASSELVI e UniCesumar, a companhia soma uma robusta base de alunos em cursos de graduação, pós-graduação, técnicos, profissionalizantes, mestrado e doutorado. Sua missão é democratizar o acesso à educação de excelência por meio de soluções digitais inovadoras, viabilizando futuros para que as pessoas possam realizar seus sonhos por meio do aprender.
Contatos para imprensa:
E-mail: vitru@webershandwick.com
Paulo Lima – Telefone: (11) 9 8398-6996 | plima@webershandwick.com
Três opções de receitas para celebrar o Dia dos Pais
Confira sugestões de pratos variados para unir consumidores neste dia especial e criar momentos memoráveis, com sabores que agradam a todos os gostos
São Paulo, agosto de 2026 - O Dia dos Pais é uma das datas mais especiais do calendário brasileiro, tradicionalmente marcada por encontros com pessoas amadas. Para tornar esse momento de celebração ainda mais saboroso e prático, a Sadia, marca de alimentos preferida dos brasileiros¹; Perdigão, marca de alimentos mais escolhida pelos lares do Brasil²; e Qualy, marca de margarinas mais escolhida pelos lares brasileiros³, selecionaram receitas exclusivas que prometem agradar a todos os paladares e garantir o sucesso do almoço de domingo. As receitas vão desde opções para o tradicional churrasco até pratos de fácil preparo na frigideira.
Para mais sugestões, basta acessar os chatbots Sadi.a (11 2873-5060), Whatsapp da Perdigão (11 91774-1570) ou Qualy Lovers (11 2873-5047) via WhatsApp para mais opções de receitas personalizadas.
Confira o passo a passo e escolha a sua favorita para comemorar o Dia dos Pais:
Linguiça Toscana Fininha com vinagrete e pão de alho caseiro

Tempo de preparo: 35min
Rendimento: 04 porções
Ingredientes
1 pacote de Linguiça Toscana Fininha Perdigão Na Brasa (350g)
1 colher (sopa) de azeite
Vinagrete clássico:
2 tomates sem sementes picados
½ cebola roxa picada
2 colheres (sopa) de vinagre
3 colheres (sopa) de azeite
2 colheres (sopa) de salsinha picada
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Pão de alho caseiro:
2 minis baguetes
3 colheres (sopa) de margarina amolecida
2 dentes de alho picados
2 colheres (sopa) de salsinha picada
1 pitada de sal
Modo de Preparo
- Pincele o azeite por toda a Linguiça Toscana Fininha Perdigão Na Brasa e leve-a churrasqueira em fogo médio. Grelhe por cerca de 25 a 30 minutos, virando no meio do tempo para dourar por igual.
- Retire quando estiver bem dourada e suculenta.
Vinagrete clássico:
- Enquanto a Linguiça Toscana Fininha Perdigão Na Brasa está na churrasqueira, prepare o vinagrete, misturando todos os ingredientes em uma vasilha. Ajuste com sal e pimenta-do-reino a gosto e reserve.
Pão de alho caseiro:
- Corte as minis baguetes em fatias sem separar completamente.
- Misture a manteiga com o alho, a salsinha e o sal. Espalhe a pasta entre as fatias das baguetes e leve ao forno ou churrasqueira por 10 minutos até dourar.
- Sirva quente com a Linguiça Toscana Fininha Perdigão Na Brasa e o vinagrete.
Batata com calabresa gratinada

Tempo de preparo: 40min
Rendimento: 4 porções
Ingredientes
1 embalagem de Linguiça Calabresa Sadia (400g)
4 batatas pequenas cortadas em rodelas e cozidas
1 xícara (chá) de creme de leite fresco
½ xícara (chá) de queijo parmesão ralado
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Modo de Preparo
- Retire a pele da Linguiça Calabresa Sadia, corte em rodelas e reserve.
- Em um refratário, faça camadas intercaladas de batata e calabresa. Regue com o creme de leite, tempere com sal e pimenta-do-reino a gosto e finalize com o queijo parmesão ralado.
- Leve ao forno pré-aquecido a 200 °C por 30 minutos ou até gratinar.
- Sirva em seguida.
Bife Wellington

Tempo de preparo: 2h
Rendimento: 12 porções
Ingredientes
1 peça de filé mignon (aproximadamente 1,2kg), limpa e em forma cilíndrica
2 colheres (sopa) de mostarda Dijon (30g)
2 colheres (sopa) de Qualy Cremosa Com Sal (20g)
Sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto
Duxelles (pasta de cogumelos):
400 g de cogumelos-de-paris frescos
3 colheres (sopa) de Qualy Cremosa Com Sal (30g)
1 cebola média picada (110g)
3 dentes de alho picados (9g)
1 colher (sopa) de tomilho fresco (ou ½ colher (chá) de tomilho seco) (4g)
2 colheres (sopa) de conhaque (30ml)
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Montagem:
8 a 10 fatias de presunto de Parma (ou presunto cru) — suficientes para envolver o filé (cerca de 80g)
1 embalagem de massa folhada pronta laminada (refrigerada ou descongelada conforme instruções do fabricante) (300g)
1 gema de ovo para pincelar (20g)
1 colher (sopa) de leite (para misturar com as gemas) (15ml)
Modo de Preparo
Selando o filé mignon:
- Retire o filé mignon da geladeira 30 minutos antes de preparar, para que esteja em temperatura ambiente.
- Amarre o filé com barbante culinário em intervalos de 2 cm para manter o formato cilíndrico uniforme durante a selagem. Tempere generosamente com sal e pimenta-do-reino em todos os lados.
- Aqueça uma frigideira em fogo muito alto até ficar bem quente. Adicione a Qualy Cremosa Com Sal. Sele o filé por 2 a 3 minutos de cada lado, incluindo as extremidades, até que fique dourado por fora.
- Retire o filé da frigideira e pincele por todos os lados com a mostarda Dijon. Retire o barbante. Deixe esfriar completamente em temperatura ambiente, por pelo menos 30 minutos. Em seguida, envolva em filme plástico e leve à geladeira por 30 minutos, ou de um dia para o outro.
Duxelles (pasta de cogumelos):
- Processe os cogumelos no processador de alimentos ou pique-os muito finamente com a faca.
- Em uma frigideira grande, derreta a Qualy Cremosa Com Sal em fogo médio-alto. Adicione a cebola e refogue por 3 minutos até murchar.
- Acrescente o alho e mexa por 1 minuto. Adicione os cogumelos processados e o tomilho. Cozinhe em fogo alto, mexendo sempre, até toda a umidade evaporar e a mistura ficar bem seca e escura — esta etapa é fundamental para que a massa não fique encharcada.
- Acrescente o conhaque, mexa e deixe evaporar por 1 minuto. Tempere com sal e pimenta. Retire do fogo e espalhe a duxelles em um prato. Cubra com filme plástico e deixe esfriar completamente na geladeira por pelo menos 30 minutos.
Montagem:
- Sobre uma folha grande de filme plástico, estenda as fatias de presunto cru, sobrepondo-as levemente, para formar um retângulo um pouco maior que o comprimento do filé.
- Espalhe a duxelles fria uniformemente sobre o presunto, deixando 2 cm livres nas bordas.
- Retire o filé da geladeira, remova o filme plástico e coloque o filé no centro do presunto, na borda mais próxima de você.
- Usando o filme plástico como apoio, enrole o presunto com a duxelles ao redor do filé, pressionando firmemente para não deixar bolhas de ar. Torça as extremidades do filme para formar um rolo bem compacto. Leve ao freezer por 20 minutos.
- Pré-aqueça o forno a 220°C. Abra a massa folhada (já descongelada conforme instruções do fabricante) sobre uma superfície levemente enfarinhada.
- Misture a gema com o leite. Pincele as bordas da massa folhada com a mistura de gemas.
- Retire o filé envolto em presunto do freezer e remova o filme plástico. Coloque-o no centro da massa folhada. Enrole a massa ao redor do filé, pressionando bem as bordas para selar. Coloque na assadeira com a emenda para baixo.
- Pincele toda a superfície da massa com a mistura de gemas. Com uma faca, faça uma leve marcação em losangos na superfície da massa, cuidando para não cortar fundo.
- Leve ao forno pré-aquecido por 25 a 30 minutos, até a massa estar dourada e crocante. O filé estará ao ponto (levemente rosado no centro) com temperatura interna de 52°C a 55°C. Para bem passado, aguarde até 60°C.
- Retire do forno e deixe descansar por 10 minutos antes de cortar — esse descanso é fundamental para os sucos se redistribuírem. Corte em fatias generosas com uma faca afiada e sirva.
¹Fonte: MindMiners 2025
²Fonte: Brand Footprint | Worldpanel by Numerator | 2025
³Fonte: Worldpanel by Numerator – Painel de Lares | T. margarina | Período: MAT Jun 25
Sobre a Sadia
A marca de alimentos mais valiosa, a mais forte do Brasil e a preferida dos brasileiros. É Top of Mind em linguiça calabresa e ceia de Natal, além de ser eleita pelos paulistas como a melhor em presunto, salsicha, frango e em congelados com lasanha, hambúrguer vegetal e pratos prontos. Presente nos lares há mais de 80 anos, combina tradição e inovação, seguindo o mote “Seu Dia Pede Sadia”. Sempre a frente do seu tempo, foi a primeira no Brasil a lançar Peru Natalino para as ceias e lasanhas congeladas, além de ser precursora na categoria de frios, da qual é líder de vendas em presunto, salame, frios light e frios especiais. Seu DNA de marca parceira reflete na forte presença nos pontos de venda, com um portfólio completo para todas as refeições e momentos, trazendo qualidade e sabor para as rotinas alimentares.
Sobre a Perdigão
A Perdigão está presente na casa do consumidor há mais de nove décadas e acredita nas relações humanas para celebrar as refeições, sejam em ocasiões especiais ou situações cotidianas. Com o posicionamento ‘Sabor de Comer Juntos’, a marca tem em seu portfólio opções democráticas que atendem diferentes públicos e ocasiões de consumo, que vão desde café da manhã, passando pelo almoço, lanches até o jantar.
Sobre Qualy
Qualy é a margarina preferida dos brasileiros, líder de mercado, TOP OF MIND pelo 20º ano consecutivo, marca icônica e está presente em 8 de cada 10 lares brasileiros, em momentos como o café da manhã, lanche da tarde e em diversas receitas culinárias. A marca tem o portfólio mais completo de margarinas, com as versões: Cremosa, Vita (fonte de Ômega 6), Light 0% Lactose (55% menos calorias), Aera (de textura levinha) e Vegê (100% vegetal e ingredientes naturais). Além de estar presente também nas categorias Requeijão e Pão de Queijo. Para Qualy, sustentabilidade não é só reciclar, é também reutilizar. Qualy incentiva a reutilização de cada pote, através do movimento #ReuseQualy, promovido em seus canais digitais. Além disso, em parceria com a “eureciclo”, a cada pote vendido, outro é reciclado.
Contato Imprensa – MBRF
Weber Shandwick
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Além do pré-natal: 5 vacinas importantes para a gestante

Além do pré-natal: 5 vacinas importantes para a gestante

Ginecologista e obstetra reforça a importância de manter a caderneta de vacinação em dia durante a gravidez
Entre os cuidados que envolvem a chegada de um bebê, a vacinação da gestante merece atenção especial. Além de proteger a mulher contra doenças que podem trazer complicações durante a gravidez, alguns imunizantes permitem a transferência de anticorpos para o bebê ainda durante a gestação, ajudando a protegê-lo nos primeiros meses de vida. O alerta ganha força no mês do Agosto Dourado, campanha de conscientização e incentivo ao aleitamento materno, e do Dia da Gestante, celebrado em 15 de agosto. Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil já alcançou a marca de 1 milhão de gestantes vacinadas contra o vírus sincicial respiratório (VSR), principal causador da bronquiolite em bebês e crianças pequenas.
A ginecologista e obstetra, Dra. Breila Barbosa, franqueada da Saúde Livre Vacinas, rede especialista em imunização, explica que a vacinação deve fazer parte do acompanhamento pré-natal desde o início da gravidez. “A gestante precisa estar protegida porque algumas infecções podem ser mais graves durante a gravidez. Além disso, determinadas vacinas ajudam a levar anticorpos para o bebê pela placenta, oferecendo uma proteção importante justamente em uma fase em que ele ainda é muito pequeno”, explica.
A caderneta de vacinação deve ser conferida durante o pré-natal, já que as recomendações podem variar de acordo com a idade gestacional, histórico de vacinação e condições de saúde da mulher.
Entre os imunizantes indicados para gestantes estão:
1. VSR: protege contra o vírus sincicial respiratório, principal causador de bronquiolite e uma importante causa de infecções respiratórias graves em bebês. A vacina é indicada durante a gestação para ajudar na proteção do bebê nos primeiros meses de vida. “É uma proteção que começa antes mesmo do nascimento. A vacinação da mãe permite a passagem de anticorpos pela placenta e ajuda a reduzir o risco de o bebê desenvolver formas graves de doenças causadas pelo VSR”, explica Dra. Breila.
2. dTpa: protege contra difteria, tétano e coqueluche, doenças que podem ser especialmente perigosas para os recém-nascidos. A vacinação durante a gestação também contribui para a proteção do bebê por meio da transferência de anticorpos maternos. “A coqueluche é uma das principais preocupações nos primeiros meses de vida, quando o bebê ainda não completou seu próprio esquema vacinal. Por isso, a vacinação da gestante é uma estratégia importante para antecipar essa proteção”, destaca a médica.
3. Hepatite B: protege contra o vírus da hepatite B, que pode causar uma infecção prolongada e problemas graves no fígado. Durante o pré-natal, o histórico vacinal da mulher deve ser verificado para identificar se há necessidade de iniciar ou completar o esquema. “Manter a vacinação contra a hepatite B em dia protege a própria gestante e ajuda a reduzir o risco de transmissão da doença para o bebê. Por isso, é importante que essa informação faça parte da avaliação médica”, ressalta.
4. Influenza: a vacina contra a gripe ajuda a prevenir complicações causadas pelo vírus influenza, que podem ser mais preocupantes durante a gestação. A imunização também contribui para proteger o bebê por meio dos anticorpos maternos. “A gestação provoca mudanças no organismo da mulher e pode aumentar a vulnerabilidade a algumas infecções respiratórias. Por isso, vacinar-se contra a gripe é uma forma simples e importante de reduzir esse risco para a mãe e ainda contribuir para a proteção do bebê”, afirma a obstetra.
5. Covid-19: a vacina contra o coronavírus ajuda a prevenir formas graves da doença e suas complicações. “Durante a gravidez, algumas infecções podem trazer riscos maiores para a mãe e o bebê. Manter a vacinação contra a Covid-19 em dia é uma forma de reduzir as chances de casos graves e ainda contribuir para a proteção do bebê nos primeiros meses de vida”, explica a franqueada da Saúde Livre Vacinas.
Sobre a Saúde Livre Vacinas
Fundada em 2012, em Lucas do Rio Verde (MT), pelo casal Dr. Fábio Argenta, cardiologista, e a Dra. Rosane Argenta, dentista, a Saúde Livre Vacinas é uma rede especialista em imunização com clínicas focadas no que há de mais moderno nos cuidados com a prevenção à saúde de doenças imunopreviníveis. A empresa conta com vacinas para todas as faixas etárias, ou seja, para bebês, crianças, adolescentes, adultos, idosos e vacina ocupacional.
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Fórum AELO aponta cinco prioridades para destravar o desenvolvimento urbano no Brasil
O futuro das cidades brasileiras depende de planejamento, segurança jurídica, investimentos em infraestrutura e integração entre poder público e iniciativa privada. Essa foi a principal conclusão do 3º Fórum AELO/Estadão de Loteamento e Desenvolvimento Urbano, realizado em São Paulo, que reuniu autoridades, urbanistas, juristas, empresários e representantes de órgãos reguladores para discutir soluções capazes de tornar o crescimento urbano mais sustentável, inclusivo e eficiente.
O presidente da AELO, Caio Portugal, destacou que o loteamento é a base da urbanização e da produção habitacional no País, mas enfrenta um ambiente cada vez mais desafiador. Entre os principais entraves estão o elevado custo do capital, a falta de linhas de crédito para a produção de lotes, a insegurança jurídica e a necessidade de maior previsibilidade regulatória. Segundo ele, o desenvolvimento urbano precisa ser tratado como política de Estado. "O loteamento é o ponto de partida de toda a cidade. Não existe habitação, indústria, comércio, escola ou hospital sem uma terra urbanizada. Onde existe loteamento formal há infraestrutura, preservação ambiental, desenvolvimento econômico e inclusão social. O grande desafio é criar um ambiente de negócios com previsibilidade, responsabilidade fiscal e segurança jurídica para que o investimento privado continue produzindo cidades melhores."
Desafios legais
Planejamento urbano e ocupação irregular foram os pilares no debate que utilizou a história da ocupação das bacias de Guarapiranga e Billings para mostrar que políticas públicas baseadas apenas em restrições acabam favorecendo a ocupação irregular. Para quem não conhece a região das represas da zona sul de S. Paulo, nos anos 1970-1980 as áreas de mananciais da Guarapiranga foram ocupadas por moradias irregulares, loteamentos clandestinos e total abandono do poder público. Problemas socioeconômicos, de mobilidade e de acesso à educação e saúde são crônicos e – nos últimos anos - há planos de urbanização que esbarram em rígidas legislações ambientais.
A secretária municipal de Urbanismo e Licenciamento de São Paulo, Elisabete França, reconheceu que a legislação ambiental, embora necessária, acabou não oferecendo alternativas habitacionais para a população, resultando na expansão desordenada das ocupações. Por isso, o diretor institucional da AELO, Jorgito Donadelli, defendeu uma revisão dos modelos urbanísticos para permitir empreendimentos regulares com infraestrutura, preservação ambiental e equipamentos públicos. Mesma opinião do urbanista Mauro Calliari que reforçou o planejamento urbano com olhar para o longo prazo, privilegiando espaços públicos de qualidade, mobilidade, caminhabilidade e integração entre bairros.
O consenso do painel foi de que preservar o meio ambiente e produzir cidades planejadas não são objetivos conflitantes. Pelo contrário: o desenvolvimento urbano formal é um importante aliado da preservação ambiental.
Segurança jurídica é prioridade para o setor
No segundo painel, especialistas defenderam maior previsibilidade para quem investe em desenvolvimento urbano. A presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil - SP, Danielle Santana, ressaltou que o desenho urbano deve orientar a legislação e não o contrário. Para ela, cidades melhores dependem de projetos capazes de integrar mobilidade, áreas verdes, equipamentos públicos e qualidade de vida.
Na área jurídica, o diretor-geral do Operador Nacional do Sistema de Registro Eletrônico de Imóveis (ONR), Flaviano Galhardo, lembrou que a segurança jurídica é a base do mercado imobiliário e ressaltou os avanços da digitalização dos registros de imóveis, que reduzem burocracia e aumentam a eficiência.
Enquanto o vice-presidente da AELO, Luís Paulo Germanos, alertou para decisões judiciais que, segundo ele, deixam de aplicar corretamente leis como a Alienação Fiduciária e a Lei dos Distratos, criando insegurança para consumidores e empreendedores; o diretor de assuntos regionais da AELO, Elias Zitune, destacou que o maior gargalo para novos investimentos é a falta de previsibilidade durante o longo processo de licenciamento.
O diálogo transparente com o poder público
Poucos sabem que os loteamentos entregam ao poder público, toda a infraestrutura de um novo bairro – luz, água, tratamento de esgoto, mobilidade e integração viária, telefonia e espaços para comércio, educação, postos de saúde, unidades de varejo. Com o objetivo de mostrar os gargalos dos loteamentos, o Fórum reuniu representantes da Sabesp, Arsesp, Governo do Estado de S. Paulo e AELO para discutir os investimentos em saneamento básico.
O presidente da Sabesp, Carlos Piani, apresentou os avanços obtidos desde a privatização da companhia, destacando que milhões de pessoas já beneficiadas com abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto e a meta de universalização até 2029. Como meta, a parceria com os loteadores é essencial para levar água, coleta de esgoto e novos produtos como reutilização da água tratada.
O diretor-presidente da Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp), Diego Allan, destacou que o novo ciclo de investimentos exige uma atuação integrada entre concessionárias, reguladores e empreendedores.
A secretária estadual de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende, afirmou que a expansão do saneamento gera impactos diretos na saúde pública, na recuperação ambiental, na geração de empregos e na valorização das cidades. “O desafio da universalização exige governança, planejamento e coordenação entre todos os atores envolvidos. A regionalização e regras claras permitem organizar os investimentos e levar infraestrutura para áreas que historicamente ficaram fora dos contratos de saneamento. O trabalho feito com entidades como AELO permitem planejar o desenvolvimento urbano a curto, médio e longo prazos com eficiência", declarou a secretária.
Com o prestígio dos decisores no painel sobre saneamento, o presidente da AELO, Caio Portugal defendeu maior integração entre concessionárias, órgãos reguladores, municípios e empreendedores privados para evitar desperdícios de investimentos e garantir que os planos diretores estejam alinhados aos planos de universalização do saneamento. Segundo ele, o setor privado já investe pesadamente em infraestrutura urbana e pode contribuir ainda mais se houver regras claras e cooperação institucional.
Agenda para o futuro das cidades
Ao longo do Fórum consolidou uma agenda comum para o desenvolvimento urbano brasileiro baseada em cinco pilares: planejamento urbano integrado, segurança jurídica e previsibilidade regulatória, ampliação do acesso ao crédito para produção de terra urbanizada, integração entre desenvolvimento urbano, preservação ambiental e saneamento; e a cooperação entre poder público, concessionárias e iniciativa privada.
Para a AELO, o encontro reforçou que cidades mais sustentáveis não surgem por acaso, mas por meio de políticas públicas consistentes, investimentos em infraestrutura e marcos regulatórios capazes de incentivar o desenvolvimento urbano formal.
"O Brasil precisa planejar o crescimento das cidades antes que a ocupação irregular aconteça. Onde existe loteamento regular há infraestrutura, preservação ambiental, segurança jurídica, geração de empregos e qualidade de vida. Esse é o caminho para um desenvolvimento urbano sustentável", concluiu Caio Portugal.
Vera Moreira/ Assessora de Imprensa/ (11) 3253-0729 e 99989-6217
Vera Moreira
veramoreira@veramoreira.com.br
(11) 3253-0729 / (11) 99989-6217
quinta-feira, 6 de agosto de 2026
A CULPA DEVE SER DA PENEIRA, QUE NÃO CONSEGUE TAPAR O SOL!
Caros amigos
Considero que este governo tem pouco tempo
para recuperar o espaço perdido com churumelas, filhotismos, abandono
de prioridades, vaidades, rompantes, populismos raivosos e demagógicos,
impropérios, interesses pessoais e despropósitos diplomáticos.
Lamentarei muito se, depois de tanto
empenho pela vitória na campanha presidencial, viermos a “morrer na
praia” e tivermos que engolir a volta triunfal da esquerda corrupta.
Há quem culpe aqueles que, como eu, de
dentro da trincheira, fazem críticas à forma como o PR se conduz. Mas,
na verdade, “no pau da goiaba”, a causa não está nas críticas ou nos
críticos, mas na ilusão de que é possível esconder, ignorar ou
dissimular as verdadeiras causas do fracasso, citadas genericamente no
primeiro parágrafo deste texto.
É o mesmo que tentar tapar o sol com a
peneira, ou seja, tentar ocultar as causas, utilizando recursos que, de
antemão, todos sabem que não vão lograr êxito.
A culpa do fracasso, portanto, deve
recair, naturalmente, sobre a PENEIRA com a qual se tem tentado esconder
a verdade, isto, principalmente, para alívio dos que, ao praticar o
culto à personalidade, se transformaram em cegos ideológicos!
Um exemplo típico dessas “causas” foi-nos
apresentado na última reunião dos BRICS, quando o PR anunciou, por conta
da sua impulsividade ou de má assessoria, que iria apresentar a lista
de países que compram ilegalmente a madeira que é extraída e vendida
ilegalmente no Brasil.
Além da pedrada diplomática tivemos que
suportar também o constrangimento de ter que assistir ao nosso
PRESIDENTE desdizendo-se em público para evitar um mal maior!
O somatório de pequenas “obras” como esta
se transforma em um monte e um monte se transforma em obstáculo que
estará sendo explorado por todos os adversários da causa liberal e
conservadora que queremos ver bem sucedida no Brasil.
Parece-me que ainda não é tarde para rever
posturas, aprender a controlar atitudes e ouvir as pessoas certas,
antes que tenhamos que dizer como o Príncipe D. Pedro de Portugal:
“Agora, Inez é morta”!
Apesar de ser tratado como traidor pelos
cegos ideológicos que acreditam que com uma peneira se pode tapar o Sol,
continuarei sempre fiel aos propósitos que elegeram o governo que aí
está.
Brasil acima de tudo!
Gen Paulo Chagas
Um Brasil que funciona só existe na cabeça de Lula
Francisco Carneiro Junior
“O socialismo nunca defendeu o povo — defendeu o Estado contra o povo, e destruiu, no caminho, a menor minoria que existe sobre a Terra: o indivíduo”. Ayn Rand
Enquanto Brasília sonha com outubro, o Brasil sangra em silêncio.
O projeto que hoje ocupa Brasília não é um projeto de governo. É um projeto eleitoral disfarçado de governo. Não existe plano de nação ali dentro — existe cronograma de campanha. E a diferença entre as duas coisas é medida em vidas, em contas de luz, em presídios que viraram sede social do crime, em fronteiras que ninguém fecha. O horizonte deles é outubro de 2026. O horizonte do povo é o Brasil que sobra depois. Sacrifica-se o presente do brasileiro para financiar o futuro do partido — e a fatura, gigantesca, cairá sobre a mesa de cada família em 2027, quando o circo já tiver ido embora e restar só a lona rasgada.Olhe ao redor. Segurança pública, defesa nacional, infraestrutura, o interior esquecido, o cotidiano exaurido — em cada uma dessas frentes a sensação é uma só, monocórdica, obsessiva: abandono. Não é impressão. É método.
Comecemos pelo bolso, que é onde a ideologia perde a poesia e vira aritmética. Você paga luz, combustível, internet, plano de saúde, transporte, água — e nunca votou em quem decide, de fato, quanto você vai pagar por cada um desses itens. O Brasil mantém onze agências reguladoras federais com poder de editar norma, autorizar, fiscalizar, multar, interferir. Um poder imenso, quase invisível, que não passa pela urna e raramente passa pela imprensa. O problema não é a regulação em si — regular é função legítima do Estado moderno. O problema é quando a regulação deixa de prestar contas a alguém e passa a prestar favor a algum setor. Isso tem nome técnico: captura regulatória. E captura regulatória, meus caros, é apenas uma forma elegante de dizer que o Estado trocou de dono sem avisar o eleitor.
Agora olhe a fronteira, porque é lá que a ficção do “Brasil que funciona” se desfaz com mais violência. O país deixou de ser rota do narcotráfico internacional para se tornar base dele. O Tren de Aragua fornece armamento. O Comando Vermelho articula redes que atravessam continentes. O PCC se expande como uma corporação transnacional — porque é exatamente isso que ele é: uma corporação transnacional do crime, com filial, com logística, com departamento financeiro. E enquanto isso acontece, a cúpula da Polícia Federal chama de “equívoco técnico” a decisão de potências estrangeiras de tratar essas facções como organizações terroristas. Chamam de equívoco o que deveria ser chamado de diagnóstico tardio. O governo, em vez de agradecer a cooperação, veste a beca da soberania ferida — como se soberania fosse o direito de deixar o crime crescer sem interferência alheia, e não o dever de protegê-la com as próprias mãos, antes que outros precisem fazê-lo por nós.
A solução, aliás, nunca foi complicada — só foi, sistematicamente, evitada. Fronteira protegida. Dinheiro bloqueado. Bens confiscados. Lideranças isoladas em regime que impeça o comando de dentro da cela. Facções tratadas como o que são: ameaça à soberania nacional, não como problema de assistência social mal resolvido. Ou o Brasil enfrenta o narcoestado que se instala célula por célula, ou aceita ser playground do crime organizado — e nações não escolhem entre essas duas coisas por acaso; escolhem por covardia ou por coragem, e a covardia, infelizmente, também é política pública.
E é dentro do próprio sistema prisional que se vê o retrato mais cru do abandono. Quando o Estado perde o controle dos presídios, ele não perde um detalhe administrativo — perde a soberania sobre o próprio território, célula por célula, ala por ala. É nesse vácuo, morno e silencioso, que as facções recrutam, se organizam, se profissionalizam. Cada preso não ressocializado é um funcionário em potencial da maior multinacional do crime que o Brasil já produziu.
E é nesse cenário que ouvimos uma vereadora — Karen Santos, do PSOL — descrever traficantes como “trabalhadores megaexplorados” e defender a legalização das drogas como política de combate ao próprio tráfico. Segundo ela, a droga seria “uma mercadoria como qualquer outra”. Vejam a inversão: quem morre soterrado pela guerra das facções vira estatística; quem comanda o tráfico vira proletário oprimido. É a compaixão apontada para o lado errado da arma. E o pior: dita com a solenidade de quem acredita estar do lado certo da história — o que nos leva a um fenômeno mais profundo do que qualquer discurso isolado de plenário.
Porque existe uma engrenagem, quase invisível, que rege a política digital contemporânea, e que explica por que discursos como esse não desaparecem — eles se multiplicam. A internet não premia necessariamente quem está certo. Premia quem consegue fazer o adversário reagir. Há uma lei informal da internet que descreve exatamente isso: a forma mais eficiente de dominar uma conversa não é fazer a pergunta mais inteligente — é lançar a provocação mais irritante, aquela que ninguém consegue deixar sem resposta. O erro vira isca. A indignação vira combustível. E jornalistas, adversários, influenciadores, militantes de boa-fé começam, sem perceber, a trabalhar de graça espalhando exatamente aquilo que gostariam de destruir. Some a isso outro princípio, batizado em homenagem a um escritor italiano: a quantidade de energia necessária para desmentir uma mentira é ordens de grandeza maior do que a energia necessária para produzi-la. E some ainda a advertência de um linguista americano: negar publicamente um enquadramento é, paradoxalmente, reforçá-lo na mente de quem ouve — porque a palavra repetida grava a moldura, mesmo quando pretende apagá-la. Três mecanismos, uma só conclusão: nem toda provocação merece palco, porque na guerra de narrativas quem “corrige” costuma sair convencido de que venceu o debate — enquanto quem provocou, na verdade, venceu a pauta.
E a hipocrisia, aqui, atinge sua forma mais pura. Em palanque na universidade, antes de discurso do próprio presidente da República, ouvimos a acusação de que as igrejas seriam “máfias”. Mas, chegada a eleição, os mesmos lábios que insultaram os templos pedirão, mansamente, o voto dos que neles rezam. Quando alguém chama a igreja de máfia, não está atacando um prédio de tijolo e telha — está atacando milhões de pessoas de fé que sustentam famílias, recuperam vidas destruídas pelo vício, alimentam quem o Estado esqueceu. Quem conhece o trabalho das igrejas nas periferias sabe que ali não há crime organizado: há oração, acolhimento, prato de comida quente, esperança reconstruída tijolo por tijolo. A fé do povo não pode ser transformada em inimigo ideológico por quem, depois, precisará dela nas urnas. Respeitar as igrejas não é favor — é reconhecer a liberdade religiosa e a dignidade elementar de quem crê.
Mas para entender por que tudo isso se encaixa como peças de um só quebra-cabeça, é preciso voltar a 1985, quando um ex-agente da KGB desertou para o Ocidente e revelou o método. Yuri Bezmenov não foi treinado para plantar bombas — foi treinado para plantar percepções. O trabalho dele não era espionagem no sentido clássico. Era reformular, lentamente, a maneira como uma população inteira enxerga a realidade, até que essa população perca a capacidade de distinguir o certo do errado. Ele batizou o processo de subversão ideológica. Eu batizo de Brasil contemporâneo.
A subversão não chega de tanque. Chega pela escola que ensina a obedecer em vez de pensar. Chega pela mídia que decide, por você, o que merece sua indignação hoje. Chega pela cultura que glorifica o Estado provedor e culpa o empresário pela pobreza que o próprio Estado, com sua carga tributária asfixiante, ajudou a produzir. Bezmenov descreveu quatro etapas, e cada uma delas tem endereço no Brasil de 2026. Desmoralização: corroer os valores que sustentam uma sociedade produtiva — família, mérito, propriedade. Ele considerava essa etapa concluída no Ocidente já em 1985; no Brasil, ela amadureceu tardiamente, mas amadureceu. Desestabilização: atacar a economia real, as relações exteriores, a capacidade de defesa — leis que encarecem produzir, impostos que sufocam quem gera emprego. Crise: o colapso que chega, com pontualidade quase matemática, quando a base produtiva de um país é sistematicamente destruída. Normalização: o momento em que o povo deixa de se indignar e passa a administrar o caos como se fosse clima — carga tributária alta? “é assim mesmo”. Empresa fechando? “culpa do empresário ganancioso”. E aqui mora a peça mais trágica do tabuleiro: os idiotas úteis. Não são vilões conscientes — são, em sua maioria, pessoas de boa-fé que propagam a narrativa da própria ruína por ingenuidade, por vaidade, por ganância de aplauso, sem perceber que ajudam a afundar o mesmo barco em que navegam.
E é preciso dizer, com honestidade que a militância raramente pratica: a esquerda moderna não é uma conspiração de cinismo. É pior — é um sistema de poder que se autolegitima através da própria linguagem moral. A maioria de seus operadores acredita genuinamente no que prega. E é exatamente por isso que o sistema é tão resistente: um regime que depende de conspiradores conscientes é frágil, porque conspiradores podem ser expostos, comprados, desmascarados. Um regime que convence seus próprios operadores de que estão praticando o bem é quase inexpugnável, porque não há traidor a delatar — há apenas fiéis convictos. Roger Scruton deu nome a esse impulso: oikofobia — o desprezo sistemático pelo que é seu, familiar, herdado, local. É um movimento psicológico que precede o político. Primeiro se aprende a sentir vergonha da própria origem; depois se aprende a reparar essa vergonha através da militância; a militância então se torna identidade; e a identidade se torna o bem supremo, blindado contra qualquer crítica. O resultado é uma classe que se sente moralmente superior precisamente por ter rompido com tudo que a precedeu — a família, a tradição, a fé, a nação. Quanto mais se rejeita o passado, mais virtuoso se é. Quanto mais se pertence a ele, mais culpado se torna. É um sistema fechado, meus caros: não há como vencer esse debate por dentro, porque o debate, ali, nunca foi sobre argumentos — é sobre pertencimento moral, e pertencimento moral não se discute, se professa.
Se o brasileiro real, no seu dia a dia, em seus valores, em sua fé, é majoritariamente conservador — e se os partidos que dizem falar em nome do povo são sistematicamente progressistas — a pergunta que ninguém quer responder se impõe sozinha: quem, afinal, representa quem? A resposta é desconfortável, mas é precisa: a esquerda brasileira nunca representou o povo. Representou a classe intelectual que se autoproclamou porta-voz dele. E essa distinção não é detalhe acadêmico — é o núcleo exato do problema. Quando Antonio Gramsci formulou o conceito de hegemonia cultural, ele não estava ensinando como convencer a maioria a mudar de opinião. Estava ensinando como tornar a opinião da maioria irrelevante, controlando as instituições que decidem o que conta como realidade. Escola. Universidade. Imprensa. Entretenimento. Quem domina essas quatro estruturas não precisa vencer eleição nenhuma para governar — governa antes mesmo de a urna ser aberta.
E o que é o aparelhamento senão a hegemonia cultural com CNPJ, com organograma, com folha de pagamento? Não é teoria. É prática administrativa. Educação, saúde, previdência, o Bolsa Família — tudo instrumento; nada é fim em si. Um pedaço das Forças Armadas, capturado pela lógica da acomodação. Um pedaço da Polícia Federal, capturado pela lógica do “equívoco técnico”. As autarquias, a ANEEL, a ANATEL, o alfabeto inteiro das siglas que ninguém elegeu — tudo isso não administra o Brasil: administra o desvio, a cooptação, a promoção contínua de um projeto único, que é a utopia centralizadora de Brasília. E a essa utopia é preciso, finalmente, dizer basta. Precisamos rever, reexaminar, reconquistar aquilo que é nosso — porque a verdade incômoda é esta: nós não defendemos coisa alguma que seja nossa.
Enquanto isso, observe o mundo lá fora: as outras nações defendem, com unhas e dentes, até aquilo que não lhes pertence. Recebem o que não é delas, e ficam com o que recebem. O Brasil, ao contrário, entrega o que é seu — e agradece pela oportunidade. Por que a exceção somos sempre nós? O sistema, note bem, já nasceu arranjado para isso: os fundos estão definidos, as autarquias estão desenhadas, os recursos escoam para onde a lei manda escoar, obrigatoriamente, independentemente de mérito, de resultado, de qualquer critério que não seja o critério político que criou a norma. Não é desvio informal — é rolo institucionalizado, com força de lei, blindado contra qualquer revisão.
E aqui está o erro estratégico mais grave de décadas de resistência conservadora: nós só sabemos nos levantar contra indivíduos. Contra o ministro, contra o petista da vez, contra o rosto que a televisão nos mostra. Mas nunca contra a instituição — a autarquia, o fundo, a estrutura burocrática permanente — que segue ali, entronizada, cooptada, orientada contra o próprio país, muito depois de o indivíduo ter caído em desgraça e sido substituído por outro igual. Combater o sintoma e poupar a doença é a receita exata da derrota eterna. É a instituição, e não apenas o nome que a ocupa hoje, que precisa ser revista, disputada, reconquistada — porque enquanto lutarmos apenas contra pessoas, o aparelho continuará de pé, esperando, paciente, o próximo ocupante.
A esquerda não chegou ao poder no Brasil por vitória eleitoral esmagadora nem por sedução ideológica da maioria silenciosa. Chegou por infiltração institucional — lenta, paciente, metódica, executada ao longo de gerações por intelectuais e militantes que compreenderam exatamente aquilo que os conservadores brasileiros insistiram, soberbamente, em ignorar: que o poder duradouro não está em quem vence a eleição de outubro, mas em quem forma os juízes, os professores, os jornalistas, os funcionários públicos de carreira que permanecem no cargo enquanto os governos passam. Os conservadores brasileiros falharam de maneira monumental em construir as alternativas institucionais que poderiam ter alterado esse equilíbrio décadas atrás. E aqui vai a advertência mais dura deste texto, porque advertência sem dureza é apenas lamento vestido de análise: criticar a hegemonia cultural da esquerda sem ter erguido nada comparável não é diagnóstico — é queixa. É o general que denuncia o exército inimigo sem jamais ter treinado o próprio batalhão.
E, no entanto — e é aqui que este texto se recusa a terminar em resignação, porque resignação é exatamente o produto final que a subversão ideológica pretende entregar — reverter esse quadro é questão de construção, não de lamentação. Escola por escola. Instituição por instituição. Uma geração disposta a ocupar o espaço que a anterior cedeu por comodismo.
O Brasil não está condenado ao regime de exceção regulatória, ao narcoestado tolerado, à normalização do caos como clima. Está, isso sim, diante da última hora em que a construção ainda é possível sem que o colapso a torne inevitável. Um Brasil que funciona não é utopia de gabinete nem imaginação de discurso de posse — é projeto que se constrói com as mãos, com instituição, com coragem de nomear o crime pelo nome certo e a fé pelo respeito que ela merece. Existe, ainda, um caminho de volta. A pergunta que resta — e que cada brasileiro terá que responder, sozinho, diante da própria consciência, antes de outubro de 2026 — é se ainda restará gente disposta a percorrê-lo antes que a conta, gigantesca e avassaladora, vença de vez.
Francisco Carneiro Júnior
* Enviado ao site pelo autor, em 31/07/2026
Fauvi não é o único criminoso
Gilberto Simões Pires
ESTÃO CRIMINOSA DA PANDEMIA
Na semana passada, o senador americano Ted Cruz, em entrevista que concedeu à Fox News Digital, ACUSOU o ex-principal assessor da Casa Branca para assuntos ligados à COVID-19, ANTONIO FAUCI, de ter MENTIDO DELIBERADAMENTE em diversas ocasiões sobre assuntos relacionados à PANDEMIA. Ted Cruz concluiu reafirmando a urgente necessidade de que FAUCI responda CRIMINALMENTE por suas ações, em um momento em que as discussões sobre a GESTÃO DA PANDEMIA E SUAS GRAVES CONSEQUÊNCIAS PERMANECEM EM PAUTA NA SOCIEDADE AMERICANA.
NEGACIONISTAS
Pois, nessa mesma toada de URGENTE -BUSCA DA JUSTIÇA-, FAZ-SE NECESSÁRIO QUE TODOS OS VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO DO BRASIL QUE INTEGRARAM O CRIMINOSO -CONSÓRCIO GENOCIDA-, criado em junho de 2020 pelo G1, O Globo, Extra, O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo e UOL, assim como seus CRIMINOSOS ÂNCORAS, REPÓRTERES E COMENTARISTAS -SEJAM EXEMPLARMENTE RESPONSABILIZADOS PELO FATO DE TEREM -MARCADO NA PALETA- DAQUELES QUE OUSASSEM SE MANIFESTAR CONTRÁRIOS ÀS VACINAS (na real não passavam de meros EXPERIMENTOS)- o RÓTULO DE -NEGACIONISTAS-.
CALAR E INCRIMINAR
Como, por diversas vezes também fui alvo dos SAFADOS, que agiam com o DUPLO PROPÓSITO DE -CALAR e INCRIMINAR- quem exigia apenas e tão somente 1- o USO DA LIBERDADE DE OPINIÃO; e 2 - o DIREITO DE NÃO QUERER RECEBER A VACINA; MAIS DEVO ME ESFORÇAR NO SENTIDO DE QUE TODOS OS CRIMINOSOS, e não apenas o bandido -ANTONIO FAUCI- PAGUEM PELO QUE FIZERAM, AFIRMARAM E CONDENARAM.
QUESTIONAMENTO QUE SE FAZ NECESSÁRIO
Aliás, como bem questiona o jornalista Eugênio Esber, no seu artigo -A CAIXA-PRETA DA PANDEMIA- publicado na ZH de ontem, 02,
1- POR QUE O MUNDO PERDEU TANTAS VIDAS NA PANDEMIA?
2- POR QUE TANTOS EMPREGOS E TANTOS NEGÓCIOS FORAM DESTRUÍDOS?
3- POR QUE TANTAS FAMÍLIAS FORAM TRANCAFIADAS EM CASA, SOB A MIRA DA POLÍCIA (e dos repórteres)?
4- QUAL A EFICÁCIA DAQUELAS MÁSCARAS?
5- POR QUE FECHAR ESCOLAS INDEFINIDAMENTE E CONFINAR CRIANÇAS E AVÓS?
6- POR QUE DETERMINAR O CANCELAMENTO DE CIRURGIAS E CONSULTAS?
7- POR QUE IMPOR UMA VACINA DESENVOLVIDA SEM A CONCLUSÃO DOS TESTES NECESSÁRIOS?
8- POR QUE COLOCAR UM ALVO NAS COSTAS DE TODOS AQUELES QUE TINHAM ALGUM RECEIO EM SE VACINAR?
9- POR QUE PERSEGUIR GENTE DO POVO COM A AMEAÇA DE DEMISSÃO DO EMPREGO OU PROCESSO JUDICIAL OU ATÉ A PERDA DA GUARDA DOS FILHOS PELO CRIME DE TER DÚVIDAS?
10- E MÉDICOS, POR QUE PROIBI-LOS DE PRESCREVER TRATAMENTOS À BASE DE DROGAS REPOSICIONADAS, AINDA QUE ESTIVESSEM LASTREADOS EM EVIDÊNCIAS TEÓRICAS E EMPÍRICAS?
11- POR QUE TRATAR UM PACIENTE DEIXOU DE SER OBRIGAÇÃO E SE CONVERTEU EM CRIME?
O valor do dinheiro: por que a liberdade econômica é o contraponto ao excesso de intervenção estatal
Jordani Maciel
Quando falamos sobre dinheiro, normalmente pensamos em uma nota de papel ou no saldo disponível em uma conta bancária. Porém, o verdadeiro valor do dinheiro vai muito além de um número. Ele está no poder de compra, na confiança que uma moeda transmite e na capacidade de pessoas, empresas e investidores planejarem o futuro.
Em 1994, o Brasil iniciou uma das maiores transformações econômicas de sua história com a implantação do Plano Real. Um país marcado por décadas de hiperinflação passou a conviver com algo essencial para qualquer sociedade que deseja crescer: previsibilidade.
Mais de três décadas depois, uma reflexão continua necessária: o que antes representava R$ 100,00 no início do Plano Real possui hoje um poder de compra equivalente a R$ 12,33. Para dimensionar essa corrosão na base da sociedade, basta olhar para o Salário Mínimo em 1994. Convertido para a nova moeda representava pouco mais de R$ 60,00, enquanto atualmente supera R$ 1.600,00 em valor nominal.
Entretanto, o crescimento do número estampado no contracheque não significa, necessariamente, aumento proporcional do poder de compra. Essa diferença revela uma realidade que muitas vezes passa despercebida: a inflação reduz silenciosamente o valor do dinheiro, dificulta o planejamento e influencia diretamente as decisões das famílias, das empresas e dos investidores.
Essa perda de valor do dinheiro pode ser analisada sob dois aspectos:
a) O impacto sobre o poder de compra: a inflação reduz a quantidade de bens e serviços que uma determinada quantia consegue adquirir ao longo do tempo. A nota continua tendo o mesmo valor nominal, mas sua capacidade econômica real despenca.
b) O impacto sobre o planejamento: quando famílias, empresas e investidores perdem a previsibilidade econômica, tomar decisões de longo prazo torna-se um exercício de alto risco. Investimentos, contratações e expansão de negócios passam a ser travados pela incerteza.
O Plano Real foi responsável por controlar a hiperinflação e recuperar a confiança na moeda brasileira. Entretanto, preservar o valor do dinheiro continua sendo um desafio constante. A estabilidade econômica não é uma conquista definitiva; ela depende de responsabilidade fiscal, segurança jurídica, respeito às instituições e de um ambiente capaz de gerar confiança.
A inflação não aparece apenas nos indicadores econômicos. Ela está no supermercado, no custo de vida, nos investimentos, nos salários e nas decisões tomadas diariamente por quem produz. Funciona como um imposto silencioso, corroendo o poder de compra e reduzindo a capacidade de as famílias e empresas planejarem o futuro.
Para quem empreende, cada aumento de custo representa uma escolha difícil: absorver perdas, repassar reajustes ao consumidor ou buscar ganhos de produtividade para manter a competitividade. Em ambientes de incerteza, investir deixa de ser apenas uma oportunidade e passa a representar um risco maior.
Nas últimas décadas, consolidou-se a ideia de que um Estado cada vez mais presente seria capaz de organizar melhor a atividade econômica. Contudo, a experiência prática e os números revelam o oposto: com uma média de crescimento anual do PIB brasileiro travada em torno de modestos 2% a 2,4% ao longo dos anos, e uma carga tributária que ultrapassa 33% da riqueza nacional, o excesso de intervenção, a burocracia excessiva e a insegurança regulatória produzem efeitos contrários aos desejados. Em vez de desenvolvimento, limitam a inovação, reduzem os investimentos produtivos e aumentam os custos de quem gera riqueza e empregos.
O desafio de uma sociedade moderna não está em escolher entre Estado ou mercado, mas em encontrar o equilíbrio adequado. O Estado possui um papel fundamental na criação de regras claras, na garantia da segurança jurídica e na construção de um ambiente estável. Porém, quando ultrapassa esses limites e passa a substituir a iniciativa das pessoas e das empresas, pode reduzir a capacidade de inovação e crescimento.
É nesse contexto que a liberdade econômica se apresenta como um contraponto necessário. Não por defender a ausência do Estado, mas por reconhecer que o desenvolvimento depende de previsibilidade, confiança e liberdade para empreender. Um ambiente econômico saudável permite que pessoas e empresas assumam riscos, invistam, inovem e criem oportunidades.
A Lei da Liberdade Econômica representa essa mudança de perspectiva. Mais do que simplificar procedimentos, ela reforça a ideia de que o Estado deve atuar como garantidor das regras do jogo, oferecendo segurança para quem deseja produzir, investir e gerar empregos. Reduzir burocracias desnecessárias e fortalecer a livre iniciativa significa ampliar as condições para o crescimento sustentável.
Empresas não existem apenas para gerar resultados financeiros. Elas movimentam a economia, criam empregos, desenvolvem comunidades e transformam realidades. Para cumprir esse papel, precisam de previsibilidade, confiança e liberdade para produzir.
No fim, o valor do dinheiro representa muito mais do que uma questão econômica. Representa a confiança de uma sociedade em seu próprio futuro. E confiança não nasce do excesso de controle, mas da combinação entre estabilidade, responsabilidade e liberdade.
Quando esses pilares caminham juntos, quem prospera não são apenas as empresas, mas toda a sociedade.
* O autor, Jordani Maciel, é Administrador, ex-diretor de Desenvolvimento Econômico e Habitação e relator da Lei da Liberdade Econômica de Glorinha/RS.
Sell Agro inicia ciclo de expansão com primeira operação internacional e novo Centro de Distribuição

Sell Agro inicia ciclo de expansão com primeira operação internacional e novo Centro de Distribuição
Empresa mato-grossense especializada no desenvolvimento de adjuvantes agrícolas e tecnologias para aplicação, comemora 19 anos no mercado brasileiro ampliando estrutura logística e com implantação de unidade e comercialização no Paraguai; A projeção de faturamento é de R$ 90 milhões para este ano
Ao completar 19 anos de atuação no mercado brasileiro, a Sell Agro inicia um novo ciclo de expansão, consolidando sua posição como referência no desenvolvimento de adjuvantes agrícolas e tecnologias para aplicação voltadas ao aumento da eficiência das pulverizações e ao melhor aproveitamento dos defensivos. Como parte dessa estratégia, a empresa está concluindo a construção de um novo Centro de Distribuição (CD) em Rondonópolis (MT), aonde já fica a sede da companhia. O investimento amplia a capacidade logística, fortalece a estratégia de importação direta e prepara a expansão internacional, iniciada pelo Paraguai.
O novo momento também se reflete nos resultados financeiros. Para 2026, a expectativa é atingir faturamento de R$ 90 milhões, crescimento de aproximadamente 15% em relação aos R$ 78 milhões registrados no ano anterior. Segundo Leandro Viegas, CEO da companhia, o desempenho é resultado de uma estratégia construída ao longo de quase duas décadas, baseada em gestão responsável, desenvolvimento de soluções voltadas à eficiência da tecnologia de aplicação e relacionamento próximo com o produtor rural. “Estamos preparando a empresa para um novo momento, com mais eficiência logística, maior competitividade e melhores condições para atender o cliente quando ele precisar”, diz.
O espaço representa para a marca muito mais do que um aumento de sua capacidade física. Localizado ao lado da fábrica da empresa, o CD foi projetado para funcionar tanto como unidade de armazenamento, quanto de recepção de produtos destinados às operações de importação. A estrutura terá capacidade para 987 pallets, equivalente a aproximadamente 987 mil litros de produtos. O volume corresponde a quase 50% de toda a comercialização realizada pela empresa em 2025.
Além de ampliar a capacidade de estocagem, o investimento permitirá que a Sell Agro aumente a eficiência das importações diretas, reduza custos logísticos e aproveite com maior agilidade as oportunidades de compra em momentos favoráveis do mercado internacional. “O agronegócio é um setor cíclico. Ter capacidade para armazenar mais produtos nos permite comprar nos momentos mais estratégicos, melhorar nosso planejamento e garantir que o produtor receba a solução no tempo certo. Em muitos casos, esse tempo faz toda a diferença para o resultado da lavoura”, destaca Viegas.
Internacionalização começa pelo Paraguai
O fortalecimento da estrutura logística também sustenta outro passo importante da empresa: a expansão internacional. A Sell Agro está estruturando sua primeira operação fora do Brasil na região de Santa Rita, no Paraguai, onde contará com uma unidade de distribuição e equipe comercial própria para atender o mercado local.
Segundo Viegas, o país foi escolhido pelo seu potencial de crescimento no agro e pela proximidade com importantes regiões produtoras da América do Sul. Além disso, a estratégia também fortalecerá a operação brasileira ao ampliar a escala de atuação, diversificar canais de importação e criar as bases para futuras expansões em outros países latino-americanos. “O Paraguai representa o nosso primeiro passo internacional. Queremos aprender, consolidar esse modelo e preparar a empresa para acessar outros países”, diz o executivo.
Planejamento e cautela
Embora esteja iniciando a fase de expansão, a Sell Agro manterá sua tática inicial. Ao longo de 19 anos, a companhia priorizou um crescimento sustentável, baseado em planejamento financeiro, governança, investimentos contínuos em pesquisa e desenvolvimento e relacionamento de longo prazo com clientes, fornecedores e colaboradores.
Segundo Viegas, a escolha sempre foi por crescer de forma consistente, sem comprometer a capacidade de investimento ou a saúde financeira. “O objetivo sempre foi construir uma estrutura sólida, preparada para atravessar os diferentes ciclos do setor, mantendo seus compromissos e sua credibilidade”, ressalta.
Essa filosofia também orienta o desenvolvimento da companhia, que investe continuamente em tecnologias de aplicação voltadas à eficiência operacional, à qualidade das pulverizações e ao suporte técnico ao produtor rural. Presente em 17 estados brasileiros, oferece 15 soluções em seu portfólio destinados a potencializar a aplicação de herbicidas, fungicidas, inseticidas e produtos biológicos em diferentes sistemas de produção. As tecnologias atendem às principais culturas agrícolas do país, como soja, milho, algodão, cana-de-açúcar e café, entre outras.
Preparação para os próximos ciclos
Além dos investimentos em infraestrutura, a Sell Agro também vem reforçando a estrutura organizacional para acompanhar as transformações do agro. Entre as iniciativas estão a ampliação das áreas de comércio exterior, logística, marketing, finanças e controladoria, além do fortalecimento das atividades de pesquisa e desenvolvimento.
A empresa também trabalha na estruturação de uma holding e na implantação de um conselho de administração, iniciativas voltadas ao fortalecimento da governança e à preparação para os próximos ciclos de crescimento. “O agro está cada vez mais conectado à tecnologia, à sustentabilidade, à rastreabilidade e à inteligência artificial. Queremos estar preparados para esse novo cenário, mantendo nossa essência”, detalha Viegas.
Ainda segundo o executivo, o propósito da marca continua focado em ajudar o produtor rural a produzir mais e melhor. “Foram anos de muito trabalho, aprendizado e compromisso com o agro brasileiro. Agradeço aos colaboradores, clientes, parceiros e fornecedores. Nada do que construímos seria possível sem a confiança de cada um deles. Seguimos com os pés no chão, olhando para o futuro, pois temos muito orgulho da nossa trajetória e ainda mais entusiasmo pelo que está por vir”, finaliza.
Sell Agro – Fundada em 2007, a Sell Agro atua na produção de adjuvantes agrícolas, com sede em Rondonópolis-MT, e estrutura moderna com amplo laboratório de pesquisa e equipe altamente qualificada, composta por engenheiros químicos e agrônomos. As soluções da empresa têm foco na geração de economia e, ainda, em potencializar os resultados das lavouras. Mais informações: https://sellagro.com.br.
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Leandro Viegas, CEO da Sell Agro Divulgação baixar em alta resolução |
Kassi Bonissoni
Gerente de atendimento
kassiana.ruralpress@gmail.com
(19) 98320-0286
Tecnologia que "lê" o solo transforma manejo agrícola e comprova ganhos de produtividade

Tecnologia que "lê" o solo transforma manejo agrícola e comprova ganhos de produtividade
Primos Agro utilizou a plataforma de inteligência para definir ambientes de produção e ajustar automaticamente a população de plantas, aplicando uma nova geração de tecnologias capazes de transformar dados em decisões agronômicas de alta precisão, fruto da parceria entre o Ecossistema Terrus Agri e o Grupo Piccin
Durante décadas, a agricultura de precisão ajudou os produtores a enxergar melhor suas lavouras por meio de mapas de produtividade, imagens de satélite e equipamentos conectados. Agora, uma nova etapa dessa evolução começa a ganhar espaço no campo: entender o solo em profundidade para que cada metro da propriedade seja manejado de acordo com suas características naturais.
Foi esse conceito que guiou um trabalho realizado pelo Primos Agro durante a safra 2025/26. A dupla, é hoje uma dos principais influenciadores digitais do agronegócio brasileiro. Formados pelos primos João ("Jão") e Eduardo ("Seu Duardo"), ambos engenheiros agrônomos e filhos de produtores rurais de Morro Agudo (SP), somam mais de 1 milhão de seguidores no Instagram e conquistaram grande audiência nas redes sociais ao misturar humor, linguagem técnica e situações do cotidiano do campo.
A fazenda deles adotou e passou a utilizar a tecnologia de inteligência de solos para definir ambientes de produção e ajustar automaticamente a população de plantas. A solução foi desenvolvida pelo Ecossistema Terrus Agri e agora ganha ainda mais força com a integração com o Grupo Piccin.
Os resultados chamaram a atenção. Os mapas gerados pela tecnologia alcançaram aproximadamente 95% de acerto na identificação das zonas de manejo, permitindo distribuir melhor a população de plantas e explorar o potencial produtivo de cada ambiente. Em algumas áreas, a estratégia contribuiu para produtividades próximas de três dígitos em sacas de soja por hectare.
Mais do que um ganho em produtividade, a experiência demonstra uma mudança de paradigma na agricultura brasileira. “Em vez de tratar toda a lavoura de forma uniforme, o produtor passa a tomar decisões específicas para cada ambiente, aumentando a eficiência do uso de sementes, fertilizantes e demais insumos”, detalha, Diego Siqueira, engenheiro agrônomo, pós doutor e diretor executivo na Quanticum, que também compõem o ecossistema.
Essa inteligência é capaz de interpretar características físicas do solo antes mesmo que os problemas apareçam na lavoura. A solução identifica quais áreas apresentam maior risco de compactação. “Quando o solo se compacta, as raízes deixam de crescer em profundidade, reduzindo a capacidade da planta de buscar água e nutrientes justamente nos momentos de maior estresse climático. O resultado é uma lavoura mais vulnerável às secas e às oscilações climáticas”, explica o profissional.
O solo como orientador de decisões
A plataforma de inteligência do solo utiliza diferentes camadas de informações para identificar características, apontar riscos e indicar o potencial produtivo de cada ambiente. O produtor pode definir diferentes populações de plantas, ajustar doses de fertilizantes, realizar aplicações localizadas e até direcionar operações de preparo do solo apenas onde realmente há necessidade.
Conforme explica o especialista, conhecer profundamente o solo significa substituir decisões baseadas em médias por recomendações específicas para cada área da propriedade, tornando o manejo mais eficiente e reduzindo desperdícios. “Quase 70% do carbono presente nos ecossistemas terrestres está armazenado no solo. Cuidar dele significa produzir mais, reduzir riscos climáticos, recuperar áreas degradadas e contribuir para uma agricultura de menor impacto ambiental”, reforça Siqueira.
Benefícios que vão além da produtividade
Os ganhos observados na Primos Agro também evidenciam impactos importantes do ponto de vista ambiental. Ao identificar previamente áreas com maior risco de compactação, a plataforma permite intervenções mais precisas, favorecendo o desenvolvimento das raízes e aumentando a capacidade das plantas de acessar água e nutrientes durante períodos de estiagem.
Outro benefício está na racionalização das operações mecanizadas. A subsolagem, uma das atividades de maior consumo de diesel nas propriedades rurais, pode ser realizada apenas onde os mapas indicam necessidade, reduzindo custos operacionais e as emissões de dióxido de carbono (CO₂).
A inteligência do solo também está presente em outros equipamentos da Piccin, como sistemas de aplicação localizada de insumos por esteira de alta precisão e na plantadeira inteligente desenvolvida em parceria com a argentina Crucianelli. “Em um cenário de mudanças climáticas e crescente pressão por uma agricultura mais eficiente, preservar a estrutura do solo passa a ser uma estratégia capaz de reunir ganhos econômicos e ambientais”, afirma o diretor.
Da fazenda para a indústria
Os resultados obtidos na Primos Agro representam uma das primeiras validações em larga escala da tecnologia. Ela também participa de iniciativas científicas voltadas à captura de carbono e ao desenvolvimento de novos materiais para a agricultura, reunindo instituições como Shell Brasil, USP, UNESP e a DeepTech MOFTech. O projeto desenvolveu uma nova geração de materiais conhecidos como MOFs (Metal-Organic Frameworks), estruturas consideradas uma das fronteiras mais promissoras da química moderna por sua capacidade de armazenar, capturar e controlar moléculas.
O tema ganhou destaque internacional ao integrar pesquisas reconhecidas pelo Prêmio Nobel de Química de 2025, reforçando que a conexão entre pesquisa, indústria e produção rural amplia as possibilidades da agricultura de precisão. Uma das perspectivas é que esses novos materiais possam ser incorporados a fertilizantes, bioinsumos e outros produtos agrícolas, permitindo aplicações extremamente localizadas e inteligentes por meio dos próprios equipamentos de precisão da Piccin.
Conforme acrescenta o especialista, mais do que fabricar implementos agrícolas, a empresa passa a integrar uma rede de inovação que conecta indústria, universidades, centros de pesquisa e empresas de energia em torno de um objetivo comum: tornar o solo um aliado no enfrentamento das mudanças climáticas por meio do Ecossistema Terrus Agri. “Ao transformar o solo em uma fonte estratégica de dados, a tecnologia permite produzir mais, utilizar melhor os recursos da propriedade e construir sistemas agrícolas mais preparados para enfrentar os desafios climáticos das próximas décadas”, finaliza Siqueira.
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Kassi Bonissoni
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