
segunda-feira, 24 de agosto de 2026
'Ocupa Abong' articula OSCs de Sergipe e da Bahia para fortalecer a atuação política frente às Eleições de 2026
'Ocupa Abong' articula OSCs de Sergipe e da Bahia para fortalecer a atuação política frente às Eleições de 2026
Em dois dias de encontro, organizações sergipanas e lideranças baianas se reúnem para estruturar propostas regionais para o fortalecimento do campo cívico

Aracaju, 24 de agosto de 2026. A Abong (Associação Brasileira de ONGs) realiza nos dias 27 e 28 de agosto o encontro “Ocupa Abong - Sergipe”, em Aracaju. A iniciativa integra a campanha nacional "Abong em Campo", que reunirá organizações da sociedade civil (OSCs) e coletivos para fortalecer a atuação territorial de cada uma, especialmente com os olhares fixados nas eleições de 2026. Além de Sergipe, os encontros estão em andamento em mais oito estados, até o início de setembro.
Mais que divulgar as diretrizes macro da Abong, o encontro que reúne as associadas de Sergipe e da Bahia, busca ampliar a base institucional da Abong em Sergipe e promover o intercâmbio com as associadas baianas. Ao longo dos dois dias de atividades, participantes de Aracaju e interior do estado analisam a conjuntura participativa local para definir os encaminhamentos para a consolidação e criação do coletivo estadual.
“Buscamos construir em conjunto um plano de ação regional. As definições de nível nacional importam muito e servem para delinear as estratégias de atuação, contudo é nos territórios que essas ações são desenvolvidas. Por isso, precisamos territorializar as definições estratégicas da Abong. Isso permite que a realidade local seja respeitada e contribui para que as organizações sejam fortalecidas no enfrentamento às fake news e na defesa do campo democrático”, destaca Henrique Frota, Diretor Executivo da Abong.
Ocupa Abong – Sergipe 2026
Data: 27 e 28 de agosto de 2026
Horário: 27/8, das 12h às 18h e 28/8, das 08h30 às 12h
Local: Hotel Parque das Águas | R. Prof. Jugurta Feitosa Franco, 400 - Coroa do Meio, Aracaju
Participação: exclusiva para organizações associadas e convidadas mediante inscrição, aqui
Sobre a Abong
A
Abong – Associação Brasileira de ONGs é uma associação nacional criada
em 1991 com o objetivo de fortalecer as Organizações da Sociedade Civil
(OSCs) brasileiras que trabalham na defesa e promoção de direitos
humanos, democracia e bens comuns. A Abong atua ao lado de movimentos
sociais e dialoga com governos por um mundo ambientalmente justo, com
articulações e proposições para as agendas de cibersegurança, LGBTQIA+,
antirracista, participação social e luta contra todas as formas de
discriminação e desigualdades.
Para mais informações:
Igor Piotto - igor.piotto@atomicalab.com.br - (11) 97134.4455
Mayara Benatti – mayara.benatti@atomicalab.com.br - (21) 97910-3700
![]()
Vem com a gente Facebook @AtomicaLab Instagram @lab_atomica
Visualizar todas as imagens em alta resolução
Igor Piotto
igor.piotto@atomicalab.com.br
(11) 2769-3806 / (11) 97134-4455
Internet conversacional: como ela está transformando o comportamento do usuário?
Por Renato Sobrinho
A forma como as pessoas utilizam a internet está mudando rapidamente. Durante décadas, a experiência digital foi baseada em pesquisas, navegação por sites e consumo de informações distribuídas em diferentes plataformas. Agora, a ascensão da inteligência artificial está impulsionando um novo modelo de interação: a internet conversacional.
O avanço de ferramentas como o ChatGPT ajuda a compreender este cenário, em que os usuários estão cada vez mais interessados em experiências capazes de interpretar contextos, responder perguntas e executar tarefas em uma única interface. Mais do que uma evolução tecnológica, esse movimento revela uma transformação significativa no comportamento digital, em que, ao invés de alternarem entre buscadores, redes sociais, aplicativos e plataformas especializadas para encontrar informações ou resolver necessidades do dia a dia, acabam concentrando diferentes experiências em ambientes conversacionais, reduzindo essa fragmentação anterior.
O interesse crescente por esse modelo é evidente. Segundo um levantamento da Adobe, 39% das pessoas já utilizaram a IA generativa para apoiar compras online. Dentre suas principais aplicações, se destacam a pesquisa de produtos, recomendações personalizadas e busca por ofertas específicas. O dado comprova quanto que essa tecnologia está, cada vez mais, se tornando presente na jornada de consumo digital da população.
Há uma necessidade evidente de respostas mais rápidas, personalizadas e contextualizadas em decorrência da evolução dessas soluções, a qual, ao mesmo tempo que abre espaço para uma série de oportunidades de negócios, também cria desafios para empresas e profissionais de marketing. Isso porque, se, antes, a preocupação estava concentrada em conquistar espaço nos mecanismos de busca tradicionais, agora está em construir autoridade digital capaz de influenciar as respostas geradas por sistemas de IA.
Por mais que a geração de conteúdo continue desempenhando um papel central nesse processo, contendo informações relevantes, confiáveis e bem estruturadas para ganhar ainda mais importância em um cenário onde algoritmos interpretam, organizam e apresentam conhecimento aos usuários; a experiência do consumidor também ganha força, com foco em interações simples, rápidas e eficientes que reduzam o esforço necessário para encontrar respostas.
É importante destacar que o que está em discussão não é o desaparecimento da internet como conhecemos, mas a forma como as pessoas acessam e interagem com ela. A tendência é que os próximos anos sejam marcados pela integração cada vez maior entre inteligência artificial, busca, conteúdo e experiência do usuário - e, nesse cenário, as empresas que compreenderem as novas dinâmicas de descoberta digital estarão mais preparadas para manter relevância e competitividade.
O crescimento das plataformas conversacionais mostra que a tecnologia está aproximando a internet de uma experiência mais natural e intuitiva. E, assim como aconteceu com as redes sociais e os smartphones, essa mudança já apresenta forte potencial de redefinir hábitos, comportamentos e estratégias digitais em larga escala, desde que os profissionais da área saibam como explorar essa transformação com estratégia.
Renato Sobrinho é Sócio da iOBEE - Agência de marketing digital e Growth.
Sobre a iOBEE:
Atuando de forma abrangente com serviços de Google Ads & Meta Ads, SEO, Inteligência em Gestão de Redes Sociais, Inbound Marketing e outros mais. A iOBEE é uma agência de marketing digital e tecnologia, com uma abordagem mais estratégica e serviços que atendem todas as áreas que são vitais para alavancar o faturamento das empresas.
Imagens relacionadas
baixar em alta resolução |
|
Cinthia Guimarães Tel: +55 (11) 95457-3500 Email: cinthia@informamidia.com.br www.informamidia.com.br |
Violência contra enfermagem acende alerta na Bahia e Coren-BA lança campanha de proteção
O Conselho Regional de Enfermagem da Bahia (Coren-BA) lançou, na segunda-feira (17), a Campanha de Combate à Violência na Saúde para chamar a atenção da sociedade para as agressões sofridas por enfermeiros, técnicos e auxiliares durante o exercício profissional. A iniciativa surge em meio a um cenário considerado alarmante pela entidade e pretende, além de valorizar a categoria, conscientizar pacientes e acompanhantes de que os trabalhadores que estão na linha de frente da assistência não podem se tornar alvo da insatisfação com problemas estruturais dos serviços de saúde.
Dados
atualizados do Coren-BA mostram a dimensão do problema no estado. Foram
registrados 169 processos em 2024, 163 em 2025 e 233 somente em 2026,
até o levantamento realizado em agosto, totalizando 565 nos três anos. O
número deste ano já é cerca de 43% superior ao contabilizado durante
todo o ano passado. Entre as ocorrências aparecem suspeitas de agressão
física e ameaça, violência verbal, injúria, assédio moral, calúnia,
difamação, perseguição no ambiente de trabalho, discriminação racial,
abuso de autoridade e outras situações de constrangimento e exposição.
O
presidente do Coren-BA, Davi Apóstolo, afirma que o crescimento dos
relatos recebidos pelo Conselho e a sucessão de episódios divulgados
publicamente foram determinantes para a criação da campanha. Um dos
casos recentes ocorreu no Hospital Professor Eládio Lassére, em
Cajazeiras, Salvador, onde, segundo ele, três enfermeiras foram
agredidas por um acompanhante durante um plantão. “A gente ficou
alarmado com a quantidade de agressões, seja física, verbal ou, muitas
vezes, até sexual, que os profissionais estão sofrendo na ponta”,
afirmou.
O problema não se restringe à Bahia. Dados divulgados pelo Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) indicam que mais de 28% dos profissionais da categoria no Brasil sofreram algum tipo de violência no ambiente de trabalho nos últimos anos, incluindo agressões psicológicas, físicas, institucionais e sexuais. O país conta atualmente com mais de 3 milhões de profissionais de Enfermagem, presentes em todos os municípios brasileiros e com atuação essencial tanto no sistema público quanto no privado.
Para
o Coren-BA, um dos objetivos centrais da campanha é fazer a população
compreender que superlotação, demora no atendimento, falta de insumos e
deficiência de pessoal são problemas que não podem ser atribuídos
individualmente a quem está prestando assistência. Davi Apóstolo também
destaca que o atendimento nas unidades segue critérios de gravidade e
risco, o que pode fazer uma pessoa que chegou depois ser atendida antes.
“O profissional que está ali atendendo não é culpado diante desse
cenário caótico do serviço de saúde. Ele está ali para prestar
assistência”, explicou.
A
entidade também busca ampliar o acolhimento às vítimas. Em julho de
2025, após uma enfermeira de 36 anos ser agredida por uma acompanhante
de paciente dentro do Hospital Português, em Salvador, o Coren-BA criou
um canal exclusivo para relatos de agressões físicas ou verbais.
Enfermeiros, técnicos e auxiliares podem encaminhar as ocorrências pelo
e-mail denunciasassedio@coren-ba.gov.br.
Segundo o Conselho, os casos recebidos são formalmente acolhidos e
podem ser representados junto aos órgãos responsáveis para adoção das
providências legais.
Nos
casos de violência, a orientação é que o profissional registre boletim
de ocorrência, procure realizar exame de corpo de delito quando houver
agressão física e reúna fotografias, documentos, testemunhas e outros
elementos que auxiliem na comprovação dos fatos. Apóstolo ressalta que
as instituições empregadoras também têm responsabilidade pelo suporte
psicológico e jurídico aos trabalhadores. Para ele, proteger a
enfermagem exige olhar ainda para fatores como jornadas exaustivas,
múltiplos vínculos, dimensionamento insuficiente das equipes,
remuneração e condições adequadas de descanso.
O
Coren-BA afirma que também vem atuando junto ao Ministério Público do
Trabalho, sindicatos e instituições de saúde para melhorar essas
condições. Segundo Apóstolo, ao assumir a atual gestão, o Conselho
encontrou um passivo superior a mil denúncias relacionadas às condições
enfrentadas pela categoria e passou a levar parte das demandas para
mediação. Uma das frentes é o cumprimento da Lei Federal 14.602/2023,
que determina que instituições públicas e privadas de saúde ofereçam aos
profissionais de Enfermagem locais adequados de repouso durante a
jornada. De acordo com o presidente, instituições privadas receberam
prazo até o fim de outubro para se adequar, sob possibilidade de
intensificação das fiscalizações e adoção das medidas cabíveis.
Com a Campanha de Combate à Violência na Saúde, o Conselho pretende reforçar que a segurança de quem cuida também interfere diretamente na qualidade da assistência prestada à população. A orientação é que profissionais comuniquem situações de violência e que usuários que identifiquem irregularidades recorram aos canais institucionais, apresentando sempre que possível elementos que permitam a apuração dos fatos. A mensagem defendida pelo Coren-BA é de que cobrar melhorias no sistema de saúde é legítimo, mas agressões, ameaças e humilhações contra enfermeiros, técnicos e auxiliares não podem ser naturalizadas.
Att,
Geopolítica da inovação: quando tecnologia vira poder
Por Alexandre Pierro
Por muito tempo, falar em inovação era, quase automaticamente, olhar para o Ocidente. Das universidades europeias ao Vale do Silício, foram décadas em que nações como os Estados Unidos e Europa ocuparam posição central na criação de tecnologias e na definição dos rumos da economia global. Mas, essa lógica já não é a mesma. O crescimento acelerado desses ecossistemas no Oriente, sobretudo na China, levanta uma questão fundamental: quanto que a inovação deixou de ser apenas uma ferramenta de desenvolvimento econômico, para se tornar um instrumento geopolítico poderoso.
A relação entre inovação e poder não é recente. Durante as duas guerras mundiais e, posteriormente, ao longo da Guerra Fria, os Estados Unidos consolidaram uma posição de liderança tecnológica altamente estratégica. A corrida espacial, a evolução da indústria bélica, a criação da internet e os investimentos em pesquisa e desenvolvimento ajudaram a transformar sua capacidade de inovar em uma das principais bases da influência. O domínio tecnológico também passou a significar capacidade militar, autonomia estratégica e poder de influência sobre outras nações.
Muito desse protagonismo se deveu, sobretudo, à construção de um ecossistema de inovação sustentado pela combinação entre universidades, empresas privadas, investimentos públicos e pesquisa científica. Por décadas, para muitos países, olhar para o futuro significava acompanhar os movimentos estadunidenses, de empresas do Vale do Silício e das instituições europeias que definiam boa parte dos padrões tecnológicos globais.
Contudo, assim como nada na história permanece estático, o mesmo ocorreu nesse sentido. Muito antes da revolução industrial e da ascensão das potências ocidentais, a China já era responsável por inovações que transformaram a humanidade, como a pólvora, o papel, a bússola e a impressão. Hoje, expandiu suas inovações para além da criação de tecnologias: se inserindo em uma estratégia mais ampla de expansão econômica, fortalecimento de cadeias produtivas e aumento da influência internacional.
Dados recentes ajudam a dimensionar essa transformação. Em 2024, a China investiu mais de 3,6 trilhões de yuans em pesquisa e desenvolvimento, o equivalente a 2,68% de seu PIB, segundo a WIPO em 2025. Já no Global Innovation Index 2025, o país também aparece como líder mundial em produção de conhecimento e tecnologia, ocupando a segunda posição em patentes por origem - além de ter alcançado, pela primeira vez, o top 10 global de inovação.
A própria retomada da Rota da Seda pela China evidencia esse cenário, a partir da qual ampliou sua presença em diferentes regiões do mundo com investimentos em infraestrutura, energia, logística, telecomunicações e tecnologia. O movimento cria conexões econômicas que também podem se transformar em influência política e estratégica, fazendo com que a inovação e infraestrutura deixem de ser apenas instrumentos de crescimento interno, e passem a funcionar como mecanismos de aproximação com diferentes mercados e governos.
Esse avanço é especialmente relevante considerando seu impacto em regiões que, durante décadas, tiveram os Estados Unidos e a Europa como principais referências de desenvolvimento nesse sentido, como a América Latina e a África, onde a presença chinesa vem ganhando cada vez mais espaço. Essa expansão de empresas chinesas e de soluções desenvolvidas no país ajuda a construir uma relação que vai além da venda de produtos em si: envolvendo a criação de ecossistemas digitais, energéticos e industriais extremamente relevantes para sua expansão.
Estamos diante de uma mudança importante na dinâmica global, em que a disputa pela liderança da inovação já não acontece apenas dentro de laboratórios ou entre empresas de tecnologia. Ela se manifesta na definição de padrões tecnológicos, no controle de cadeias produtivas, na infraestrutura digital, na transição energética e na capacidade de estabelecer parcerias com países em desenvolvimento. Nesse novo cenário, inovar também significa conquistar espaço, criar dependências, estabelecer alianças e ampliar a capacidade de influência - o que fez com que a geopolítica da inovação se tornasse uma das principais disputas do século XXI.
Alexandre Pierro é doutorando em energia e mestre em gestão e engenharia da inovação, engenheiro mecânico, bacharel em física e especialista de gestão da PALAS, consultoria pioneira na implementação da ISO de inovação na América Latina.
Imagens relacionadas
baixar em alta resolução |
|
Nathália Bellintani Tel: +55 (11) 9848-4042 Email: nathalia@informamidia.com.br www.informamidia.com.br |
Prolata apresenta resultados regionais do Distrito Federal em 2025
Prolata apresenta resultados regionais do Distrito Federal em 2025
Rede de cooperativas, entreposto e pontos de entrega voluntária fortalecem a logística reversa no Estado
Em
2025, a Prolata Reciclagem consolidou sua atuação no Distrito Federal
com iniciativas que ampliaram a destinação correta de embalagens de aço
pós-consumo. A entrega oficial dos resultados foi realizada via Sislor
DF em 30 de julho, reforçando o compromisso com a transparência e o
cumprimento das metas estaduais.
Ao longo do ano, foram destinadas de forma ambientalmente correta 1.508,82 toneladas de embalagens de aço pós-consumo, superando a meta estadual e atingindo 31,68% de logística reversa. O programa manteve parcerias com cooperativas de catadores de materiais recicláveis, promoveu a inclusão de novos grupos, implantou um novo entreposto e fortaleceu as atividades do entreposto já existente em Brasília
A rede de Pontos de Entrega Voluntária (PEVs) também avançou: o DF passou a contar com 36 unidades, resultado da manutenção de 14 pontos já existentes e da abertura de outros 22 ao longo de 2025. Entre as novas instalações, destaca-se a inclusão de uma máquina no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, ampliando o alcance do programa. Esses pontos recebem diversos tipos de materiais, incluindo latas de alimentos e bebidas, oferecendo ao consumidor alternativas práticas para o descarte adequado, redução de resíduos enviados a aterros, apoio às cooperativas e estímulo ao consumo consciente.
“Cada avanço registrado no Distrito Federal fortalece nossa missão de tornar a logística reversa uma realidade em todo o país. Estamos comprometidos em ampliar parcerias e oferecer soluções que promovam a reciclagem e a economia circular.” Afirma Thais Fagury, presidente executiva da Prolata Reciclagem.
Sobre a Prolata Reciclagem
Criada em 2012, a Prolata Reciclagem é uma entidade gestora para logística reversa de latas de aço, com programa permanente voltado à reciclagem de latas de aço pós-consumo. A associação sem fins lucrativos é uma iniciativa da Abeaço (Associação Brasileira de Embalagem de Aço), para o cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), Lei no 12.305/10, e demais políticas.
O programa está presente nas cinco regiões do Brasil e possui o objetivo de estimular a reciclagem de latas de aço no país, gerar estatísticas confiáveis a respeito, abrir um canal direto com os consumidores, fomentar centros de reciclagem e parcerias com cooperativas de catadores, assim como valorizar o preço da sucata de aço para embalagens. Além disso, também investe em plataformas de comunicação e na educação da sociedade sobre o tema.
Saiba mais sobre a Prolata acessando o site https://www.prolata.com.br/.
Mais informações para a imprensa:
Press à Porter Gestão de Imagem
(11) 91399-7771
Eulália Vieira – eulalia@pressaporter.com.br
Bruna Weinrebe – bruna@pressaporter.com.br
Imagens relacionadas
Prolata apresenta resultados regionais do Distrito Federal em 2025 baixar em alta resolução |
Bruna Weinrebe
bruna@pressaporter.com.br
Violência psicológica pode afetar memória, sono e percepção da dor

Violência psicológica pode afetar memória, sono e percepção da dor
Psicóloga explica como situações de abuso podem repercutir no funcionamento do organismo e aponta sinais que merecem atenção
Humilhações, ameaças, controle, isolamento, chantagem emocional e desvalorização são algumas das formas de violência psicológica que podem comprometer a saúde de uma mulher. Embora não deixem necessariamente marcas aparentes, situações desse tipo podem provocar sofrimento intenso e, quando se prolongam, repercutir também no funcionamento físico do organismo.
No Agosto Lilás, mês dedicado à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a mulher, Dulciana de Souza Lima, psicóloga da Hapvida, chama a atenção para um aspecto que costuma ficar em segundo plano: as consequências do abuso emocional para o cérebro e para o corpo.
“A ausência de hematomas ou ferimentos não significa ausência de sofrimento ou de consequências. A violência psicológica pode comprometer progressivamente a sensação de segurança, a autoestima e a percepção que a pessoa tem de si mesma”, explica.
Quando o medo e a tensão se tornam frequentes, o organismo passa a responder repetidamente aos estímulos que interpreta como ameaça. Esse estado de alerta pode interferir em funções como atenção, memória, concentração e regulação das emoções.
Segundo a especialista, uma mulher submetida a um ambiente de abuso pode apresentar lapsos de memória, fadiga mental, dificuldade para se concentrar, sensação de confusão e maior dificuldade para tomar decisões. “A pessoa pode permanecer mais focada em identificar e responder a possíveis ameaças, enquanto processos relacionados à atenção, à memória, ao planejamento, à avaliação de alternativas e ao controle emocional podem ficar prejudicados”, afirma.
As sequelas não ficam restritas ao campo emocional. Dores de cabeça, tensão muscular, alterações gastrointestinais, cansaço e problemas para dormir também podem surgir em decorrência do estresse prolongado. A ansiedade e as crises de pânico seguem a mesma lógica: diante da sensação persistente de perigo, o sistema de alerta do organismo permanece ativado com frequência.
A percepção da dor também pode ser modificada. “A exposição prolongada ao estresse pode aumentar a sensibilidade do sistema nervoso aos estímulos dolorosos”, explica Dulciana. Por isso, sintomas físicos persistentes precisam ser avaliados e não devem ser automaticamente atribuídos apenas a fatores emocionais.
Outro ponto que merece atenção é a dificuldade que algumas vítimas encontram para reconhecer o abuso ou deixar o relacionamento. De acordo com a psicóloga, episódios de agressão podem se alternar com demonstrações de carinho, pedidos de desculpas e promessas de mudança. Essa alternância pode alimentar a expectativa de que o comportamento do parceiro será diferente.
O quadro pode ser agravado por sentimento de culpa e pela percepção de que não existem alternativas. “Essa dificuldade não representa falta de força ou vontade, mas pode resultar de um processo psicológico complexo envolvendo pensamentos, emoções e comportamentos”, destaca.
Quando o sofrimento começa a interferir no cotidiano, nos relacionamentos, no sono ou na capacidade de tomar decisões, é indicado procurar ajuda profissional. O acompanhamento pode envolver psicólogo e psiquiatra, além de outras especialidades, conforme as necessidades apresentadas por cada paciente.
Familiares e amigos também podem perceber alguns sinais. Isolamento, mudanças de comportamento, medo excessivo, baixa autoestima e necessidade constante de aprovação ou permissão do parceiro são exemplos que podem despertar atenção.
Nessas situações, a orientação é oferecer escuta e acolhimento, sem pressionar a mulher a tomar uma decisão para a qual ainda não esteja preparada. Perguntas como “por que você não termina?” podem aumentar a culpa e dificultar a abertura para pedir ajuda. Em contrapartida, demonstrar disponibilidade e reforçar que ela não é responsável pela violência pode favorecer a construção de uma rede de apoio.
“Estou aqui para você”, “A culpa não é sua e você não está sozinha” são exemplos de frases que, segundo a psicóloga, podem ajudar a fortalecer a confiança e facilitar a procura por suporte.
Para Dulciana, reconhecer os efeitos desse tipo de abuso é também uma forma de ampliar o olhar sobre a violência contra a mulher. “A violência psicológica é uma questão de saúde, e não apenas um problema de relacionamento. Mesmo sem deixar marcas visíveis, ela pode causar impactos importantes na saúde mental e física”, conclui.
Sobre a Hapvida
Com mais de 80 anos de experiência, a Hapvida é hoje a maior empresa de saúde integrada da América Latina. A companhia, que possui mais de 75 mil colaboradores, atende quase 16 milhões de beneficiários de saúde e odontologia espalhados pelas cinco regiões do Brasil.
Todo o aparato foi construído a partir de uma visão voltada ao cuidado de ponta a ponta, a partir de 84 hospitais, 75 prontos atendimentos, 367 clínicas médicas e 313 centros de diagnóstico por imagem e coleta laboratorial, além de unidades especificamente voltadas ao cuidado preventivo e crônico. Dessa combinação de negócios, apoiada em qualidade médica e inovação, resulta uma empresa com os melhores recursos humanos e tecnológicos para os seus clientes.
Visualizar todas as imagens em alta resolução
Bianca Rocha
Executiva de Atendimento
bianca@textoecia.com.br
(71) 99963-2513 / (71) 98147-4334
Fraudes financeiras: como o Open Gateway aumenta a segurança das operações?
Por Werique Franca
O combate às fraudes financeiras sempre foi uma corrida desigual. Enquanto bancos, fintechs, varejistas e empresas de serviços investem continuamente em novas camadas de proteção, os criminosos evoluem na mesma velocidade, explorando vulnerabilidades tecnológicas e, principalmente, o comportamento humano. O resultado é um cenário em que autenticar um usuário se tornou tão importante quanto oferecer uma boa experiência.
Os números ajudam a dimensionar esse desafio. Dados divulgados pelo Observatório Febraban, em 2025, mostram que 39% dos brasileiros afirmam já terem sido vítimas de algum golpe ou sofrido alguma tentativa nesse sentido, envolvendo suas contas bancárias, o maior percentual da série histórica. Entre as modalidades mais recorrentes, estão aqueles realizados pelo WhatsApp, falsas centrais de atendimento, clonagem de cartões e fraudes envolvendo Pix.
Ao mesmo tempo, o relatório Data Breach Investigations Report 2025, da Verizon, que analisou mais de 22 mil incidentes de segurança, mostrou que ataques relacionados à exploração de vulnerabilidades aumentaram 34% em todo o mundo, quantidade que vem crescendo a cada ano. O cenário evidencia que a proteção digital deixou de ser apenas uma preocupação da área de tecnologia, e passou a ser um fator estratégico para qualquer organização. E, nesse contexto, o Open Gateway surge como uma mudança importante na forma de proteger as operações digitais.
Ele propõe que, ao invés de as empresas dependerem, exclusivamente, dos dados informados pelo usuário ou de mecanismos tradicionais de autenticação, elas passem a consultar as informações diretamente na origem da fonte, na infraestrutura da rede móvel, o que permite validar, em tempo real, sinais que, antes, eram inacessíveis para aplicações de mercado. É justamente essa mudança que fortalece o combate às fraudes.
Um dos exemplos mais relevantes nesse sentido é o SIM Swap, golpe em que criminosos conseguem transferir o número da vítima para outro chip e passam a receber códigos de autenticação enviados por SMS. Com a API de SIM Swap, uma instituição financeira consegue verificar se aquela linha sofreu uma troca recente de chip antes de aprovar uma transação ou permitir o acesso à conta. Desse modo, se houver um comportamento suspeito, a empresa pode exigir uma autenticação adicional ou até bloquear temporariamente a operação.
Outro recurso importante é o Number Verification, que permite confirmar se o dispositivo conectado realmente está utilizando o número informado, sem depender do envio de códigos por SMS. Além de tornar a autenticação mais transparente para o usuário, esse modelo reduz vulnerabilidades associadas à interceptação de mensagens e elimina parte da fricção existente nas jornadas digitais.
Por muito tempo, aumentar a proteção das operações corporativas significava adicionar novas etapas ao processo: mais senhas, códigos e confirmações. Contudo, seu efeito colateral era conhecido: quanto maior a segurança, maior o abandono da jornada. Agora, o Open Gateway propõe um caminho diferente: ao invés de pedir mais ações ao usuário, utiliza informações da própria rede para tornar a validação mais inteligente e praticamente invisível.
Os benefícios vão além do setor financeiro. Empresas de varejo, marketplaces, seguradoras, telecomunicações e qualquer organização que dependa de identidade digital, podem utilizar essas capacidades para reduzir fraudes em cadastro, proteger processos de recuperação de conta e aumentar a confiabilidade de transações de alto valor.
O Brasil, inclusive, ocupa uma posição de destaque nessa transformação. As três maiores operadoras do país foram pioneiras na implementação comercial das APIs do GSMA Open Gateway voltadas à prevenção de fraudes, como SIM Swap, Number Verification e Device Location. Ao mesmo tempo, certas instituições bancárias já utilizam essas capacidades para fortalecer processos de autenticação e reduzir riscos em operações financeiras.
Naturalmente, nenhuma tecnologia elimina completamente as fraudes. Os ataques continuarão evoluindo, impulsionados por engenharia social, inteligência artificial e novas técnicas de invasão. A diferença é que o Open Gateway acrescenta uma camada de confiança baseada na própria rede de telecomunicações, oferecendo sinais adicionais para que empresas tomem decisões mais precisas antes de aprovar uma operação.
Essa, talvez, seja sua maior contribuição: deixar de tratar a segurança como uma barreira imposta ao cliente, e transformá-la em um processo inteligente, contextual e praticamente imperceptível.
Nos próximos anos, a competitividade das empresas não será medida apenas pela velocidade com que conseguem aprovar uma operação, mas pela capacidade de fazer isso com segurança e sem aumentar a complexidade para o usuário. Nesse cenário, o Open Gateway deixa de ser apenas uma inovação tecnológica, para se tornar um novo padrão de confiança para a economia digital.
Werique Franca é Product & Business Manager na Pontaltech.
Fundada em 2011, a Pontaltech é uma empresa de tecnologia especializada em comunicação omnichannel que ajuda empresas a automatizar e escalar seus atendimentos com um portfólio composto por diversos canais digitais e de voz. Com soluções integradas de SMS, e-mail, chatbot, RCS, agente virtuais, WhatsApp, entre outros, simplifica a comunicação das empresas com seus clientes de forma inteligente e eficiente, sem nunca perder a proximidade humana.
Imagens relacionadas
baixar em alta resolução |
|
Nathália Bellintani Tel: +55 (11) 9848-4042 Email: nathalia@informamidia.com.br www.informamidia.com.br |
C-Level: quanto custa uma contratação errada desses executivos?
Por Fernando Poziomczyk
Quanto custa contratar o executivo errado para uma posição de C-Level? A resposta mais comum de muitas pessoas acaba envolvendo questões financeiras: dos salários, ao bônus, benefícios e indenizações, por exemplo. Mas, esses são apenas os impactos mais visíveis de uma decisão equivocada. O verdadeiro custo de uma contratação errada na alta liderança pode aparecer em lugares muito mais difíceis de mensurar: na reputação da empresa, na confiança do mercado, no engajamento das equipes e nas decisões estratégicas que deixam de ser tomadas — o que exige um olhar bem mais atento a esse tema.
Um dos pontos mais importantes a ser esclarecido nesse sentido, é que, nem sempre, este insucesso é decorrente do processo seletivo em si. Muitas vezes, o problema está nas próprias circunstâncias que envolvem a chegada daquele executivo à organização. Esse cenário é bastante comum em empresas familiares, por exemplo, quando a contratação de um líder externo não acontece, necessariamente, por uma decisão genuína de profissionalização, mas pela necessidade de sobrevivência e crescimento do negócio.
O fundador pode reconhecer que precisa de alguém com competências que não possui para garantir a continuidade das operações, mas, ao mesmo tempo, ter dificuldades para abrir mão do controle ou aceitar mudanças na forma de conduzir a empresa. Nesse contexto, mesmo um executivo altamente qualificado pode encontrar barreiras que tornam sua atuação inviável — e o que parecia ser um erro de contratação pode, na verdade, ser consequência de um desalinhamento muito mais profundo entre as expectativas da organização e o espaço que ela está efetivamente disposta a conceder àquela liderança.
Na falta de uma compreensão clara do porquê um processo de recrutamento está sendo aberto, a empresa pode ser a primeira a sofrer com um dos custos mais graves: o impacto sobre sua própria imagem e reputação. Quando uma organização anuncia a chegada de um novo CEO como parte de um movimento de profissionalização e, poucos meses depois, decide desligá-lo, por exemplo, transmite ao mercado sinais de instabilidade e falta de clareza sobre os rumos do negócio.
O mesmo acontece internamente: profissionais que acreditaram na mudança proposta ou que não concordam com a decisão de substituir aquela liderança podem perder a confiança na organização e, em alguns casos, optar por deixar a empresa. A sucessão de gestores, quando conduzida sem transparência e sem uma estratégia clara, também pode ampliar esses riscos, especialmente quando a forma como as transições são realizadas gera insegurança entre os times e demais stakeholders.
O conceito de “contratação errada”, apesar de bastante relativo, também merece destaque. Afinal, como avaliar se uma escolha foi, de fato, equivocada? Em algumas organizações, um CEO pode permanecer durante anos à frente do negócio sem, necessariamente, possuir as competências necessárias para conduzir a empresa ao próximo estágio de crescimento. Ainda assim, sua permanência é mantida por diferentes razões, seja pela confiança construída ao longo do tempo, pelo histórico de resultados ou pela relação com os acionistas.
Financeiramente, esse custo acaba sendo consequência de todas essas decisões mal calibradas. Isso, sem falar que uma liderança inadequada pode prolongar perdas de produtividade, atrasar decisões estratégicas e exigir uma nova transição antes mesmo de que os resultados esperados apareçam.
Todos os pontos destacados ressaltam um grande problema: a falta de clareza do que está impactando essas movimentações. Se a empresa não compreende por que um executivo está sendo desligado, o que espera mudar com sua saída e quais características, competências e habilidades serão realmente necessárias para o próximo ciclo, como poderá saber quem contratar? Ao invés de seguirem uma tendência natural de procurar culpados, é essencial ter uma visão mais crítica sobre as próprias decisões, assim como os prós e contras envolvidos em cada escolha.
Evitar esses custos, portanto, depende de cuidados anteriores ao início de um processo de recrutamento: tendo clareza do que a empresa espera do novo executivo, quais comportamentos e resultados são inegociáveis, o que está disposta a tolerar e, principalmente, qual é a razão concreta para promover uma troca ou realizar uma nova contratação. A partir desse entendimento, é preciso bancar a decisão e oferecer ao profissional as condições necessárias para cumprir o papel para o qual foi escolhido - e, se o cenário mudar ou os limites previamente estabelecidos forem ultrapassados, a decisão deve ser repensada.
No geral, a organização precisa conhecer seus próprios limites e expectativas antes de tomar uma decisão de alta liderança, evitando que a falta desse entendimento interno transforme uma escolha estratégica em uma consequência grave para o negócio, para as pessoas e para sua própria reputação.
Fernando Poziomczyk é sócio da Wide Executive Search, boutique de recrutamento executivo focado em posições de alta e média gestão.
Sobre a Wide:
https://wide.works/
Com
mais de 30 anos somados de recrutamento especializado e mais de 20 mil
entrevistas realizadas, o propósito da Wide, empresa de recrutamento e
seleção de alta gerência, é construir legados, seja o das empresas
contratantes, o dos candidatos e o seu próprio.
Imagens relacionadas
baixar em alta resolução |
|
Nathália Bellintani Tel: +55 (11) 9848-4042 Email: nathalia@informamidia.com.br www.informamidia.com.br |
Pensamento crítico torna-se vantagem competitiva no mercado

Pensamento crítico torna-se vantagem competitiva no mercado
Para preparar seus profissionais para um nova era de conhecimento e protagonismo, o CRA-SP irá realizar, em setembro, o 17º ENCOAD, evento que trará especialistas para debater o papel da inteligência humana diante da automação, da velocidade e do excesso de informações
Em tempos em que a inteligência artificial amplia o acesso à informação e acelera a entrega de respostas, especialistas alertam para um comportamento cada vez mais frequente: a terceirização do senso crítico, quando os usuários delegam a própria função de pensar à máquina. De acordo com o estudo The Anthropic Economic Index Report 1, a porcentagem de usuários que solicitam para IA completar tarefas inteiras com o mínimo de intervenção cresceu de 27% para 39% em menos de um ano.
Diante desse cenário, a capacidade humana de pensar tornou-se uma das principais vantagens competitivas no mercado de trabalho. No entanto, em meio a tantas soluções, informações ou opiniões prontas, surge a dúvida: como estruturar o pensamento estratégico? As boas decisões estão no que sabemos ou no que somos capazes de questionar?
Interessado em debater o tema, que afeta diretamente os profissionais responsáveis pela gestão de empresas de diversos portes e segmentos, o Conselho Regional de Administração de São Paulo - CRA-SP, autarquia federal responsável por registrar e fiscalizar pessoas físicas e jurídicas que atuam na área, promoverá nos dias 9 e 10 de setembro a 17ª edição do Encontro do Conhecimento em Administração - ENCOAD.
O evento, com mais de 30 faixas de conteúdo, tem como proposta discutir o tema "Onde a estratégia começa?", em um amplo debate sobre o papel da inteligência humana na construção de decisões mais conscientes, inovadoras e sustentáveis.
Entre os convidados confirmados estão o renomado professor, filósofo e escritor, Mário Sergio Cortella; a especialista em etarismo, governança e capital geracional, Fran Winandy; a estrategista em inovação e doutoranda em Filosofia, Flaw Bone; o CFO da Associação Internacional de Inteligência Artificial - I2AI, Alexandro Romeira; a vice-presidente do Grupo Mulheres do Brasil, Sônia Hess; a diretora de estratégia na Trama e professora na Singularity University, Amanda Graciano; a especialista em IA, dados e estratégia de crescimento, Ana Cabral; a Administradora Emérita de 2023 pelo CRA-SP e executiva referência na área da Sustentabilidade, Andrea Alvares; entre outros especialistas de diferentes áreas.
A programação contará com palestras, entrevistas e painéis que abordarão assuntos como filosofia aplicada aos negócios, liderança humanizada, inteligência artificial, inovação, gestão financeira, tomada de decisão baseada em dados, sustentabilidade e estratégias para o crescimento das organizações.
Para o gerente de Relacionamento do CRA-SP, Adm. Daniel Sguerra, o evento é uma oportunidade de refletir sobre como a sociedade tem agido e reagido em meio a tantas mudanças. “Ser um profissional relevante exige saber olhar além daquilo que lhe foi entregue, seja por uma IA, um dado ou uma opinião influente. Se você não exercita o seu senso crítico, deixa de ser o estrategista da sua trajetória para se tornar apenas um executor, muitas vezes de processos ou decisões com as quais você nem concorda", explica.
O ENCOAD 2026 será online e gratuito, com transmissão ao vivo pelo canal A Serviço da Administração, no YouTube. O evento contará com tradução simultânea em Libras e emissão de certificados de participação. Para mais informações sobre a programação e inscrições, acesse o site.
Sobre o CRA-SP: O Conselho Regional de Administração de São Paulo – CRA-SP é uma autarquia federal, criada em 1968 (três anos após a regulamentação da profissão de Administrador) que atualmente reúne cerca de 8 mil empresas e 60 mil profissionais registrados. Embora suas principais funções sejam o registro e a fiscalização do exercício profissional nas áreas da Administração, o CRA-SP tornou-se referência na qualificação de profissionais, ao disponibilizar, de forma gratuita, palestras e eventos em um ambiente onde o conhecimento é tratado como uma poderosa ferramenta, capaz de promover profundas mudanças sociais. Atualmente, o CRA-SP é presidido pelo Adm. Alberto Whitaker.
Imagens relacionadas
baixar em alta resolução |
Informações para a imprensa:
Katia Carmo – katia.silva@crasp.gov.br
Telefone: (11) 3087-3474
Karen Rodrigues – karen.rodrigues@crasp.gov.br
Telefone: (11) 3087-3477
Mais liberdade na rotina: os benefícios do contraceptivo injetável
Mais liberdade na rotina: os benefícios do contraceptivo injetável
Método é opção de longa duração que pode contribuir para maior adesão ao uso de contraceptivos e reduzir falhas comuns associadas ao esquecimento da pílula
O planejamento reprodutivo envolve diferentes métodos contraceptivos, e a escolha da melhor opção deve considerar estilo de vida, perfil de saúde e orientação médica. Entre as alternativas disponíveis, o contraceptivo injetável tem ganhado destaque por sua praticidade e alta eficácia quando utilizado corretamente.
O método consiste na aplicação periódica de hormônios, geralmente mensal ou trimestral, que atuam inibindo a ovulação e dificultando a fecundação. Por não depender do uso diário, como a pílula anticoncepcional, pode ser uma alternativa para pessoas que buscam mais comodidade e menor risco de esquecimentos.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os contraceptivos hormonais injetáveis estão entre os métodos reversíveis de alta eficácia, com taxas de falha baixas quando administrados dentro do intervalo recomendado.
De acordo com o Dr. Carlos Alberto Reyes Medina, Diretor Médico da Carnot Laboratórios, a principal vantagem do método está na adesão ao tratamento.
“O contraceptivo injetável oferece praticidade porque elimina a necessidade do uso diário. Isso reduz significativamente o risco de falhas relacionadas ao esquecimento, um dos principais motivos de gravidez não planejada entre usuárias de anticoncepcionais orais”, explica.
Além da praticidade, outro benefício do método é a liberação controlada de hormônios ao longo do tempo, o que ajuda a manter níveis mais estáveis no organismo em comparação com métodos de uso diário, dependendo da formulação indicada.
A reversibilidade também é um ponto importante: após a suspensão do uso, a fertilidade tende a retornar gradualmente, embora o tempo possa variar de acordo com o tipo de injetável e a resposta individual de cada organismo.
Entre as vantagens frequentemente associadas ao método estão a discrição, já que não exige administração diária, e a conveniência para pessoas com rotina intensa ou dificuldade de adesão a métodos contínuos.
“O mais importante é entender que não existe um método único ideal para todas as pessoas. A escolha do contraceptivo deve ser feita de forma individualizada, levando em conta histórico de saúde, estilo de vida e orientação profissional”, reforça o especialista.
Apesar dos benefícios, especialistas lembram que o contraceptivo injetável não protege contra infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), sendo o uso de preservativos ainda fundamental para essa finalidade.
A avaliação médica é essencial antes da escolha do método contraceptivo, garantindo segurança e adequação ao perfil de cada paciente.
Embora o contraceptivo injetável seja uma alternativa prática e eficaz, sua indicação deve sempre ser feita por um profissional de saúde, dentro de um contexto de planejamento reprodutivo responsável.
Giovanna Rebelo
giovanna.rebelo@mgapress.com.br
(11) 99481-9016
Festival Caju de Leitores divulga programação completa da 5ª edição

Festival Caju de Leitores divulga programação completa da 5ª edição
Com atividades gratuitas de 2 a 4 de setembro, na Aldeia Xandó, programação reúne literatura indígena, oralidade, educação, artes e saberes tradicionais
O Festival Caju de Leitores divulgou a programação completa de sua 5ª edição, que será realizada nos dias 2, 3 e 4 de setembro de 2026, na Oca Tururim, Aldeia Xandó, Território Indígena Barra Velha, em Porto Seguro (BA). Todas as atividades são gratuitas.
Com o tema “Um Manifesto de Bichos”, o festival reunirá escritores, artistas, educadores, estudantes, lideranças indígenas e comunidades em rodas de conversa, contações de histórias, encontros com autores, apresentações culturais e ações educativas. A programação estabelece relações entre literatura, oralidade, língua, ancestralidade, território, natureza e os modos indígenas de compreender a existência.
2 de setembro: literatura infantil, língua Patxohã e saberes do território
A abertura da programação, na quarta-feira (2), será conduzida pelo cacique Marrudo Pataxó, da Aldeia Xandó, e por Maria Coruja, anciã e mestra dos saberes ancestrais homenageada nesta edição. Em seguida, Giovanna Pataxó e Apêtxienã Pataxó participam da roda “Como chamamos os bichos em Patxohã: histórias de aldeia”.
À tarde, o Vozes da Escola abre espaço para produções de estudantes. A programação segue com a mesa “Descolonizando afetos na literatura indígena infantil: o que os bichos nos ensinam”, com Geni Nuñez e Auritha Tabajara, e termina com a apresentação do Grupo Cultural da Aldeia Xandó.
3 de setembro: livros, educação indígena e conhecimentos entre gerações
Na quinta-feira (3), Maria Coruja e Auritha Tabajara iniciam as atividades com uma contação de histórias. Mariela Tulián, Sairi Pataxó e Sebastian Gerlic participam da roda “Povos indígenas de Abya Yala: conexão ancestral por meio do livro literário indígena — quem é o nosso bicho ancestral?”. A manhã também terá apresentação da Cia. de Teatro Livro Aberto.
A programação da tarde inclui o Vozes da Escola, a apresentação da I Pesquisa Caju de Leitores e a roda “Educação indígena inclusiva: para humanos e não humanos”, com Vanessa Guarani Ratton, Carina Pataxó e Lucia Tucuju. O segundo dia termina com a apresentação do Grupo Cultural do Porto do Boi.
4 de setembro: imagens, grafismos e encontro com autores
No último dia, sexta-feira (4), Maria Coruja e Lucia Tucuju participam de uma contação de histórias. Na sequência, Maurício Negro, Sol Itaputyr e Tucunã Pataxó integram a mesa “Quando as imagens também contam as histórias dos bichos”, dedicada às relações entre imagens, grafismos, desenhos e narrativas.
À tarde, depois do Vozes da Escola, a Colheita de Livros promoverá um encontro do público com autores convidados. A apresentação dos Marujos Pataxó encerrará a programação do festival.
Jornada reúne formação, pesquisa e debates sobre literaturas indígenas
No dia 1º de setembro, das 9h às 11h, o Centro de Cultura de Porto Seguro recebe a III Jornada de Literaturas Indígenas da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), atividade parceira que antecede a programação principal do Caju de Leitores. O encontro é gratuito e voltado especialmente a professores das redes pública e privada, educadores indígenas e estudantes universitários.
A Jornada propõe fortalecer as práticas pedagógicas a partir das literaturas indígenas, promovendo o diálogo entre os saberes originários e a educação formal. A atividade também se apresenta como espaço de formação, troca de experiências e difusão da literatura produzida por autores indígenas no Sul da Bahia.
Durante a programação, serão apresentados os resultados da I Pesquisa Caju de Leitores, que investiga a relação de crianças e jovens de escolas indígenas de Porto Seguro e do distrito de Caraíva com os livros e a leitura em diferentes contextos escolares.
Às 19h, no Campus Sosígenes Costa da UFSB, em Porto Seguro, a programação continua com a Varanda Indígena, mesa-redonda sobre ensino e literaturas indígenas, com Vanessa Guarani Ratton e Paulo de Tássio Borges da Silva.
Inscrições para a Jornada: https://forms.gle/izy9KhWWxbNH2frx5
Sobre o festival
Criado em 2022, o Festival Caju de Leitores promove o encontro entre literatura, educação e território, aproximando escritores, artistas, educadores, estudantes, lideranças indígenas e comunidades. Com ações dedicadas à formação de leitores e à ampliação do acesso à literatura indígena, o festival alcançou mais de 12 mil pessoas até 2025.
Em sua 5ª edição, o Caju de Leitores apresenta o tema “Um Manifesto de Bichos”, inspirado na presença dos animais nas histórias, nas memórias e nos conhecimentos transmitidos entre gerações. A proposta aproxima bichos, ancestralidade, língua, natureza e território, destacando diferentes modos indígenas de compreender a existência.
O Festival Caju de Leitores é uma realização do Ministério da Cultura e da Savá Cultural. Conta com patrocínio da Neoenergia e do Itaú, via Lei Rouanet, além da Secretaria Municipal de Educação de Porto Seguro, por meio da Superintendência de Cultura e Patrimônio Histórico. Tem ainda parceria acadêmica da Universidade Federal do Sul da Bahia.
Serviço
5ª edição do Festival Caju de Leitores
Tema: Um Manifesto de Bichos
Data: 2, 3 e 4 de setembro de 2026
Local: Oca Tururim, Aldeia Xandó, Território Indígena Barra Velha, Porto Seguro (BA)
Acesso: gratuito
Programação completa — Caju de Leitores 2026
2 DE SETEMBRO — QUARTA-FEIRA
7h30 — Recepção e acolhimento das escolas e do público em geral
8h — Abertura com o cacique Marrudo Pataxó, da Aldeia Xandó, e Maria Coruja, homenageada do Caju de Leitores 2026
9h — Como chamamos os bichos em Patxohã: histórias de aldeia, com Giovanna Pataxó e Apêtxienã Pataxó
10h30 — Território Vivo: ICMBio (Palco Sabará)
14h — Vozes da Escola (Palco Sabará)
14h30 — Abertura, com Sairi Pataxó, lideranças indígenas e representantes da Prefeitura de Porto Seguro
15h30 — Descolonizando afetos na literatura indígena infantil: o que os bichos nos ensinam, com Geni Nuñez e Auritha Tabajara
17h — Apresentação do Grupo Cultural da Aldeia Xandó
3 DE SETEMBRO — QUINTA-FEIRA
7h30 — Recepção e acolhimento das escolas e do público em geral
8h — Contação de histórias com Maria Coruja e Auritha Tabajara
9h
— Povos indígenas de Abya Yala: conexão ancestral por meio do livro
literário indígena — quem é o nosso bicho ancestral?, com Mariela
Tulián, Sairi Pataxó e Sebastian Gerlic
10h30 — Apresentação da Cia. de Teatro Livro Aberto (Palco Sabará)
14h — Vozes da Escola (Palco Sabará)
14h30 — Apresentação da I Pesquisa Caju de Leitores
15h30 — Educação indígena inclusiva: para humanos e não humanos, com Vanessa Guarani Ratton, Carina Pataxó e Lucia Tucuju
17h — Apresentação do Grupo Cultural do Porto do Boi
4 DE SETEMBRO — SEXTA-FEIRA
7h30 — Recepção e acolhimento das escolas e do público em geral
8h — Contação de histórias com Maria Coruja e Lucia Tucuju
9h — Quando as imagens também contam as histórias dos bichos, com Maurício Negro, Sol Itaputyr e Tucunã Pataxó
10h30 — Território Vivo: Caraíva Proteção Animal (Palco Sabará)
14h — Vozes da Escola (Palco Sabará)
14h30
— Colheita de Livros — Encontro com Autores, com Duca, Adriana Pesca,
Lucia Tucuju, Auritha Tabajara, Geni Nuñez, Maurício Negro, Carina
Pataxó e outros convidados
15h30 — Apresentação dos Marujos Pataxó
Informações para a imprensa
Débora do Carmo
Assessoria de imprensa regional
abcdeboraa@gmail.com
Gabriela Toledo
Assessoria de imprensa nacional
obaramail@gmail.com
Visualizar todas as imagens em alta resolução
Savá Cultural
producao@cajuleitores.com.br
(73) 99916-2495











