MEDIÇÃO DE TERRA

MEDIÇÃO DE TERRA
MEDIÇÃO DE TERRAS

domingo, 20 de setembro de 2026

Da “Minuta do golpe” ao “Relatório de inteligência”

 


 

Percival Puggina

         Aprendi há muitos anos de um padre amigo esta singela expressão de lúcida sabedoria: “Ninguém dá o que não tem”. No mais deplorável momento da história do Poder Judiciário brasileiro, a sessão plenária do STF no dia 15 de setembro, a ministra Cármen Lúcia me fez lembrar dessa frase. Examinar a própria consciência e pedir perdão é conduta virtuosa que só pode ser  servida por quem tem.

Era um desses momentos que se definem pela expressão “Salve-se quem puder”, nos quais as pessoas costumam dar o melhor de si com vistas à própria salvação. Os olhos de milhões de brasileiros acompanhavam horrorizados o mal, em sua feiura, manipular instrumentos jurídicos com extrema belicosidade. Queriam impedir o julgamento de um membro da Corte.

Olhos nas telinhas da liberdade de expressão, parecia-me rever uma versão compacta, dos julgamentos do 8 de janeiro. Na condição de um entre 200 milhões de ditadorezinhos, assisti aquelas sessões com a impressão de que os ministros, de algum modo, eram parte interessada nas deliberações. Lembro que cheguei a usar a expressão “amicus curiae” para caracterizar o tom dado aos votos que emitiam. Para mim, era uma impressão que fazia sentido, pois os ministros precisavam proteger a própria narrativa sobre “o golpe”, numa unanimidade que resistiu por longos meses até surgirem as primeiras fissuras. 

Enfim, na tarde do dia 15, com a contribuição dos ministros indicados pelo atual governo Lula, para completar a terrível cena como eu a percebi, eis que ressurge, sob nova forma, um fantasma de janeiro de 2023. O papel então decisivo e supostamente devastador desempenhado pela tal Minuta do Golpe – uma minuta vadia de um decreto qualquer – agora é atribuído a um  incerto Relatório de Inteligência cuja serventia, ao que se diz, vem negada no próprio documento. 

Foi essa percepção que me levou a pensar sobre o que cada um tem para dar nos momentos decisivos. Ver que uns, são dados a estratagemas, outros a proteger seus mitos, outros a manipular o poder de que dispõem, outros a manter atitude corajosa, outros a fugir da cena, outros a mergulhar na própria consciência e pedir desculpas à nação. Que tais consciências, em algum momento, sirvam para a anistia dos presos do dia 8 de janeiro e para o triunfo da justiça como valor moral e como instituição para servir à sociedade.

Sirvam estes dias para que cada um, no ofertório dos votos em 4 de outubro, ofereça ao Brasil e seu povo o que de melhor esteve ao nosso alcance para a tarefa de separar o joio do trigo na democrática lavoura da representação popular.

 

Percival Puggina (81) é arquiteto, escritor, titular do site Liberais e Conservadores (www.puggina.org), colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+. Membro da Academia Rio-Grandense de Letras.

Câncer sem histórico: por que a doença pode surgir mesmo sem casos na família?

 

Rede São Camilo Agência Contatto
Você está recebendo este email por estar cadastrado nas editorias Notícias das Cidades.
Se este conteúdo não tem relação com estas editorias, reporte aqui.








Ausência de casos entre parentes não elimina o risco; hábitos de vida, envelhecimento e fatores ambientais também podem influenciar o desenvolvimento de diferentes tipos de tumores


“Na minha família ninguém teve câncer. Então, eu também não preciso me preocupar?” A associação entre histórico familiar e câncer é comum, mas a ausência de casos entre parentes não significa que uma pessoa esteja protegida contra a doença. O câncer não tem uma causa única e pode surgir a partir da combinação de diferentes fatores, incluindo características do próprio organismo, envelhecimento, hábitos de vida e exposições ao longo da vida.

“Ter histórico familiar é uma informação importante e deve ser considerada na avaliação médica, principalmente quando existem vários casos na família ou quando a doença aparece em pessoas mais jovens. Porém, a maioria dos cânceres não acontece exclusivamente por uma alteração genética herdada dos pais. Por isso, uma pessoa sem nenhum caso conhecido na família também pode desenvolver a doença”, explica Erika Simplicio, oncologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.

O câncer pode aparecer mesmo sem histórico familiar?

Sim. O desenvolvimento do câncer é um processo complexo e pode envolver alterações que acontecem nas células ao longo da vida. Entre os fatores que podem aumentar o risco estão o tabagismo, o consumo de bebidas alcoólicas, o excesso de peso, a falta de atividade física, a alimentação inadequada e a exposição excessiva ao sol, além de alguns agentes presentes no ambiente e no trabalho.

Isso explica por que duas pessoas com históricos familiares completamente diferentes podem desenvolver a mesma doença. Também significa que não é adequado avaliar o risco de câncer apenas pela existência ou não de casos na família.

“O histórico familiar é apenas uma parte da avaliação. O estilo de vida e as exposições que uma pessoa teve ao longo dos anos também precisam ser considerados. Além disso, a idade é um fator importante, porque o risco de alguns tipos de câncer aumenta conforme envelhecemos”, afirma a oncologista.

Ter casos na família significa que vou ter câncer?

A resposta é não. Ter um familiar com câncer não significa que a doença necessariamente será desenvolvida por outros membros da família. Em alguns casos, porém, determinados padrões familiares podem indicar uma maior possibilidade de predisposição hereditária e merecem uma avaliação mais cuidadosa.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), cerca de 5% a 10% dos casos de câncer estão relacionados a alterações genéticas hereditárias que aumentam a predisposição para determinados tumores.

“Precisamos evitar os dois extremos: achar que quem tem histórico familiar necessariamente terá câncer ou acreditar que quem não tem nenhum caso na família está protegido. A análise deve ser individualizada, levando em conta o tipo de câncer, a idade em que os familiares foram diagnosticados e outros fatores”, orienta Erika.

Hábitos podem ajudar a reduzir o risco

Embora não seja possível evitar todos os casos de câncer, algumas escolhas podem contribuir para reduzir o risco. Não fumar, evitar o consumo de bebidas alcoólicas, manter uma alimentação equilibrada, praticar atividade física regularmente, cuidar do peso e proteger a pele da exposição excessiva ao sol estão entre as medidas importantes.

A vacinação também tem papel importante na prevenção de alguns tipos de câncer. A vacina contra o HPV, por exemplo, ajuda a prevenir infecções que podem estar relacionadas ao desenvolvimento de alguns tumores, enquanto a vacinação contra a hepatite B contribui para prevenir casos de câncer de fígado relacionados ao vírus.

“Prevenção não significa que uma pessoa estará 100% protegida contra o câncer. O objetivo é reduzir os fatores que podem aumentar esse risco. São cuidados que devem fazer parte da rotina ao longo da vida, e não apenas quando surge algum problema”, explica a especialista.

Além de manter hábitos saudáveis, é importante conhecer o próprio corpo e não ignorar mudanças persistentes. Perda de peso sem explicação, sangramentos sem causa conhecida, alterações persistentes no funcionamento do intestino ou da bexiga, aparecimento ou mudança de características de uma pinta e sintomas que permanecem mesmo após medidas simples devem ser avaliados por um profissional.

Isso não significa que esses sinais sejam necessariamente câncer. Muitas outras condições podem causar os mesmos sintomas. A orientação médica é importante justamente para identificar a causa e definir se são necessários exames complementares.

“Um sintoma isolado raramente significa que uma pessoa tem câncer. O que merece atenção é uma alteração persistente, sem explicação ou diferente do padrão habitual. Quanto antes uma alteração é investigada, maior é a possibilidade de identificar a causa e, quando necessário, iniciar o tratamento adequado”, alerta Erika Simplicio.

Sem histórico familiar, preciso fazer acompanhamento?

Sim. O acompanhamento médico e os exames preventivos não devem ser definidos apenas pela existência de casos de câncer na família. A idade, o sexo, os fatores de risco e as características individuais devem ser considerados para definir quais cuidados e exames são indicados para cada pessoa.

“Não ter histórico familiar é uma informação positiva, mas não deve ser usada como motivo para deixar de lado os cuidados com a saúde. O mais importante é manter o acompanhamento adequado para a sua faixa etária e suas características, adotar hábitos que reduzam os fatores de risco e procurar atendimento quando houver alguma mudança persistente”, conclui a oncologista.

Sobre a Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo

No Brasil desde 1922, a São Camilo pertence à Ordem dos Ministros dos Enfermos, fundada por São Camilo de Lellis. Além de hospitais, conta com Centros de Educação Infantil, Colégios e Centros Universitários. 

As Unidades Pompeia, Santana e Ipiranga fazem parte da Rede de Hospitais de São Paulo, que prestam atendimentos em mais de 60 especialidades e cirurgias de alta complexidade em neurologia, cardiologia, transplantes de fígado e musculoesquelético, cirurgias robótica e bariátrica. Por meio da atuação filantrópica, apoiam na manutenção das atividades de vários Hospitais administrados pela São Camilo no Brasil com atendimento ao SUS. 

A Rede de Hospital São Camilo de São Paulo possui Centro de Oncologia e de Hematologia (Transplantes de Medula Óssea) e tratamento com CAR-T-CELL. Referência em urgência e emergência conta com PS Adulto, Infantil e 60+. Possui a Certificação em nível Diamante da Qmentum Internacional, o Selo Amigo do Idoso e as Certificações PALC e ABHH.



Imagens relacionadas


Maginific
baixar em alta resolução



Hospital São Camilo- Unidade Pompéia
Hospital São Camilo
baixar em alta resolução



Maria Eduarda


(11) 94250-0226
e-mail: maria.eduarda@agenciacontatto.com.br
www.agenciacontatto.com.br
Twitter: @agenciacontatto
www.facebook.com/contattocomunicacao

sábado, 19 de setembro de 2026

COLUNA MALHA FINA - JORNAL A REGIÃO - 19/09/2026

 

Diz que tem, mas não funciona

Na propaganda, o PT levou "hospitais para o interior para que a pessoa possa se tratar sem viajar para outra cidade". Devia falar isso para a família de Jorge Smith, de 64 anos, que estava internado em Ilhéus esperando a regulação transferir ele para um hospital onde se trataria de câncer. Sim, a tal fila da regulação que "não existe"... mas continua gigantesca.

Sabia que ele morreria

Ignorada pelo governo petista, a família acionou a Justiça, que ordenou a transferência em 17 de agosto, em urgência. O governo de Zerônimo se fez de surdo e desobedeceu a ordem judicial. Ou seja, nem com ordem judicial a fila da regulação anda. Jorge morreu por omissão de Zerônimo. Para nós, isso é homicídio culposo e deveria dar cadeia.

Desimportante pra maioria

Parece que só a gente se incomodou porque o presidente da Câmara de Itabuna, Zé Mané Porfírio, decretou um folgão de 46 dias para os vereadores com alegações furadas de "cumprir a lei eleitoral", que não fala nada sobre isso. Câmaras não tiram folga nem em eleições municipais. A falta de revolta geral mostra o quanto a população se importa com a Câmara...

"Precisamos eleger..."

miseria O Partido dos Traficantes diz que é preciso "eleger o time de Lula" para manter o "progresso" dos últimos anos. Ok, então vamos lembrar os benefícios da Bahia em 20 anos com governadores do PT, sendo 16 com presidentes do PT, o que eles dizem que é "essencial" para o estado continuar seu "crescimento". Podemos começar com a pobreza...

"...o time de Lula"

A Bahia é campeã nacional de pobreza e miséria, com metade (49%) da população na merda. Já Santa Catarina, que nunca foi governada pelo PT e só teve governadores de direita, convivendo com presidentes do PT, é o segundo estado com menor pobreza, só 8,2%. De que serviu a "dobradinha" para quem cata o almoço no lixão na Bahia?

Poço dos desesperados

Santa Catarina está em pleno emprego, com somente 2,1% de desempregados e o menor contingente de mendigos no Bolsa Família. A Bahia tem a maior taxa de desemprego do país, 9,1%, e metade da população dependendo do Bolsa Família para viver. E mesmo os empregados não estão bem: 52,8% deles estão na informalidade, vivendo de bicos.

Melhor se divorciar

A "casadinha" de governador e presidente petista também foi trágica para os baianos na Educação. Enquanto Santa Catarina, governada pela direita, tem só 1,5% de analfabetos, a Bahia é o único estado com 1,1 milhão de analfabetos, 9,5% da população. No Ideb dos anos iniciais, Santa Catarina marca 6,7 enquanto a Bahia curral do PT não passa de 5,7.

Por isso a chapa Luneto

Dá até pena falar da segurança, que Zerônimo diz que vive "um cenário positivo". A "casadinha" dele com Ladrão da Silva deu à Bahia mais de 6 mil baianos assassinados por ano, com taxa de 40,9. Santa Catarina, que sempre teve governadores de direita com presidentes do PT, regsitra somente 429 mortes, índice de 8,1. O que morre em um ano em SC, morre em menos de um mês na Bahia.

Mais uma afronta

A extrema-esquerda da Bahia está sempre ofendendo quem construiu o estado para lacrar mudando o nome dos lugares para figuras de sua facção. Em Itabuna, tiraram o nome do governador que construiu o estádio, Luiz Viana Filho, para colocar o de Cuma, que nunca cuidou dele. Em Salvador, querem trocar o nome do Elevador Lacerda para Makota Valdina. Quem?

Bancado pelos Lacerda

Para variar, a ideia afrontosa com a história da cidade é do Psol, que quer colocar no equipamento o nome de uma ativista do Camdomblé que morreu em 2019. O que ela tem a ver com o elevador? Nada. Ele foi idealizado e construído pelo engenheiro baiano Antônio de Lacerda. O elevador foi bancado pelo pai dele, Antônio Francisco. Makota não bateu um prego.

Com doença terminal

caindo Quando foi inaugurado, o Terminal Pesqueiro de Ilhéus tinha deficiências de projeto, mas a estrutura deveria durar pelo menos 50 anos. Porém, apenas 14 anos depois, ele já sofre os problemas do abandono pelo governo da Bahia. Basta olhar a foto parra ver a que ponto chegou esse abandono, com o piso despencando. Além disso, a essencial máquina de gelo não funciona faz tempo.

Quem precisa de inimigos?

O secretário geral do Partido dos Traficantes, Eden da Vala, calado é um gênio. Abrindo a boca, passa vexame e ainda prejudica o partido. Nesta semana ele disse que "votar em Flávio Bolsonaro é votar em Daniel Vorcaro". Ele sabe que Flávio não é investigado no caso. Como sabe que Jaques Master, Rui Cannabis e Ladrão da Silva estão atolados até o pescoço na fraude. Não devia lembrar o assunto...

Isaac e a proposta indecente

E não é que Isaac Nada reapareceu, já na reta final de campanha, para defender privilégios para sua turma? Ele fez a proposta eleitoreira de lutar para que enfermeiros e técnicos de enfermagem se aposentem pelo valor do último salário. Os outros eleitores que se lixem. Para Isaac, valem menos e não merecem o mesmo tratamento. Ele sabe que a medida é inviável. É isca de voto.

Dor de cotovelo

Rui Cannabis, que até hoje não explicou onde está o dinheiro da fraude dos respiradores 'comprados' em loja de maconha, continua inconformado por não disputar a eleição de governador. Ao invés de debater com João Roma e Coroné Anjo, vive atacando ACM Neto na esperança que ele responda e lhe dê holofote. Não tem coragem de debater com os candidatos ao Senado.

Diferença de quem faz

Rui não sabe o que faria no Senado, não tem nenhum plano nem proposta, a não ser "defender o time do Ladrão da Silva". Coroné firmou reputação de defender os municípios, encaminhando emendas para as prefeituras baianas. João Roma foi o autor do Auxílio Brasil, que salvou milhões de empresas e pessoas da miséria na Pandemia. E da extensão da validade da CNH para 10 anos.

Carregando nas costas

Os candidatos a deputado pela base de Zeronimo não sabem mais o que fazer. Quando chegam numa cidade são obrigados a defender o desgovernador de queixas que vão de obras paradas ou que nem começaram à fila da regulação e o clima de terror criado pelso bandidos sem nenhuma reação do governo. Um deles comentou que "a paciência do eleitor acabou".

Ilheense tem cérebro

O Partido dos Traficantes esperava bem mais gente no evento de Zerônimo, Rui Cannabis e Jaques Master em Ilhéus, mas precisa entender a situação. Muita gente não foi com medo dos batedores de carteira e ladrões de celulares que viraram uma rotina nos evendos da qua... sigla. Quem acompanha a política, inclusive de esquerda, diz que Zerônimo vai levar uma surra pior que a de 2022.

Enganação duplicada

farofa Como se não bastasse o asfalto farofinha, que começou a se despedaçar apenas 18 dias depois de aplicado "nas coxas" para aproveitar na eleição, a duplicação da BA-001 no sul de Ilhéus pode parar de vez. O governo não está pagando os caçambeiros, os postos de combustível nem a pedreira. O resultado é que ameaçam parar já antes da eleição por causa do calote.

Juntos, mas separados

Na propaganda, os dois estão juntos, mas fora dela é como o governo de Zerônimo. Lindo na propaganda, horrível na realidade. Os comerciais de Rui Cannabis e Jaques Master "juntos" para te convencer a comprar o pacote fechado, não mostram a guerra de foice fora deles. Rui tem medo de ser arrastado pelo envolvimento de Jaques no escândalo do Banco Master.

Sabotando o padrinho

Fiel a seu perfil de "meu pirão primeiro", razão de boa parte do próprio PT detestar Rui, ele só cuida de sua eleição e não mexe um dedo pelo cara que lhe deu o governo do estado em 2014. Além disso, ajuda a afundar a imagem de Jaques ao falar do Banco Master o tempo todo. Esquece que possíveis "agrados" recebidos de Augusto Lima pelo que fez por ele no Credicesta ainda podem aparecer...

Supertraíra, o vira casaca

Tem gente morrendo de dar risada da ridícula propaganda de Pancadão da AFI feita em IA. Ele aparece como um super-heroi, com capa e tudo. Em outra postagem, bajula e abraça o desgovernador Zerônimo, que até o ano passado atacava e criticava. Foi eleito deputado assim, convencendo o eleitor de que era da oposição. Mas por dentro a melancia já era vermelha.

Nem pra síndico serviu

Eu sei que Zerônimo é o desgovernador mais incompetente da história da Bahia. Voce também sabe. O eleitor sabe. Até os petistas sabem. Mas ninguém esperava que, em plena campanha, Zeronimo confessasse sua falta de talento para administrar. Num evento, ele disse que “no máximo eu fui síndico do prédio onde eu morei. E não foi de eleição, era rodízio”. Imagine a bagunça no prédio...

Maré vermelha de azar

Pense num cara que está com os nervos á flor da pele porque não sabe se consegue se reeleger. Além de ter perido aliados e apoiadores no interior, Enrolemberg Pinto Mole agora é cobrado por causa de uma homenagem. Foi dele a proposta de dar título de cidadão baiano ao advogado Daniel Monteiro, hoje na cadeia por corrupção no caso do Banco Master.

Desespero e canibalismo

Os ataques com documentos falsos e mentiras contra ACM Neto mostram que o desespero bateu na casa de Zerônimo, assim como o reajuste eleitoreiro do Bolsa Família sem passar pelo Congresso escancarou o desespero de Ladrão da Silva diante do crescimento de Flávio Bolsonaro. Esse desespero petista também gerou um clima de canibalismo eleitoral.

É cada um por si

Os candidatos a deputado jogaram no lixo os acordos e as divisões de territórios e partiram para o vale tudo. Ivoneide Chupacano (PT), por exemplo, invadiu a área de Moema do Macho (PT) em Lauro de Freitas e roubou várias lideranças, dizem que usando muito$ argumento$. Outros estão fazendo santinhos sem Zerônimo e fechando acordos com a turma de Neto por baixo dos panos.

 Pode ser uma imagem de texto que diz "MIDIALIZE|Jaú Jaú MORRE A 12 VÍTIMA DO 8 DE JANEIRO FLÁVIA DE MEDEIROS ARDOVINO ROSA MIDIALIZE|Jaú Jaú SANGUE NA TOGA Moraes faz mais uma vítima. Mulher do 8 de Janeiro morre após STF barrar tratamento cardíaco de urgência Seguir Jaú"

Servidores da Bahia 'agiam' no Master

 

JORNAL A REGIÃO

Duas associações de servidores públicos da Bahia aparecem nas investigações sobre os negócios do Banco Master. A Associação dos Servidores Técnicos e Administrativos do Estado da Bahia e a Associação dos Servidores do Estado da Bahia somavam mais de 103 mil autorizações para descontos em contracheques em 2025.

A carteira associada aos descontos é estimada em R$ 1 bilhão. A Polícia Federal investiga se os créditos foram usados em operações fraudulentas do Banco Master com o Banco de Brasília. O BRB comprou R$ 12 bilhões em ativos posteriormente considerados irregulares.

As investigações ligam as duas associações a Augusto Lima, ex-sócio do Banco Master. Relatórios do Ministério Público Federal indicam que o empresário teria criado e controlado as entidades por meio de terceiros. O Banco Master apresentou versões diferentes ao Banco Central sobre a origem dos créditos negociados com o BRB.

Augusto Lima chegou a ser preso e atualmente responde em liberdade, com tornozeleira eletrônica. A defesa nega participação em fraudes e afirma que ele deixou o Banco Master em maio de 2024, antes dos fatos investigados.

Lima comprou a Ebal e a Cesta do Povo nas mãos do então governador Jaques Wagner (PT), por um valor irrisório. Depois, o governador seguinte, Rui Costa (PT), baixou decreto proibindo os servidores de usar qualquer outra financeira para empréstimos consignados ou portar a do Credicesta para fora.

Rui também aumentou o limite de endividamento para 30% do salário bruto, o que tornou o servidor refém de um só banco, com um endividamento que deixa pouca coisa para manter a família. O Credicesta foi a base para as fraudes do Banco Master, de Daniel Vorcaro, investigado por pagar propina a petistas como Wagner.

Alunos baianos são semifinallistas tech

 

JORNAL A REGIÃO

Um grupo de cinco estudantes da Escola Estadual Professor Carlos Valadares, em Santa Bárbara (BA), está entre os 30 semifinalistas da 13ª edição brasileira do Solve for Tomorrow, programa de Cidadania Corporativa da Samsung, com coordenação geral do Cenpec no Brasil.

Ele incentiva estudantes e professores da rede pública a desenvolver soluções para desafios reais da sociedade a partir da abordagem STEM (sigla em inglês para Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática).

Orientados pela professora Ana Luiza Guanais, os estudantes do ensino médio desenvolvem o projeto ‘FOSSA VIVA TECH: Biorreator com Monitoramento STEAM no Sertão’ como uma alternativa acessível para o tratamento e aproveitamento de dejetos orgânicos em comunidades rurais do semiárido baiano.

A tecnologia deve permitir a transformação desse material em biogás, que pode ser utilizado como fonte de energia limpa em casas e pequenas fábricas, além da produção de biofertilizante para uso agrícola.

A proposta também prevê o monitoramento do processo por meio de placas Arduino e biossensores, capazes de acompanhar parâmetros como pH, pressão do gás, temperatura e fermentação. A intenção é utilizar esses dados para avaliar o funcionamento do biorreator e a qualidade dos produtos gerados.

A equipe tem desenvolvido o protótipo em parceria com a Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS) e espera, futuramente, incentivar a adoção da solução por dezenas de famílias.

Com visitas previstas à UEFS, a equipe receberá o apoio de professores e pesquisadores para o desenvolvimento do protótipo. “Queremos aproveitar essa oportunidade para aprender e continuar avançando no nosso trabalho”, conta Nicoly da Silva Estrela, estudante integrante da equipe.

“O projeto desenvolvido em Santa Bárbara mostra como o conhecimento científico pode partir de desafios concretos do território e criar soluções com potencial de impacto social e ambiental," afirma Helvio Kanamaru, Diretor de ESG e Cidadania Corporativa da Samsung para a América Latina.

Saiba como evitar os golpes digitais

 

JORNAL A REGIÃO

Golpistas têm utilizado diferentes estratégias para enganar vítimas e obter vantagens financeiras. As fraudes vão desde o envio de links para obter dados bancários e informações pessoais até o uso de Inteligência Artificial para reproduzir imagens e vozes de familiares em situações de emergência.

Medo, urgência, curiosidade e a expectativa de obter alguma vantagem estão entre os fatores explorados pelos criminosos para induzir as vítimas a agir rapidamente, sem verificar se a situação é verdadeira.

Listas com nomes e dados dos alvos, além de roteiros sobre como iniciar conversas e responder às dúvidas das vítimas, também podem ser utilizados por grupos criminosos na prática de estelionatos.

Para o delegado Paulo Barbosa, da Divisão de Crimes Cibernéticos (DCCiber), da Polícia Civil de São Paulo, há alguns sentimentos humanos que os golpistas mais exploram para enganar as vítimas.

“Hoje, com o crescimento da IA, ficou mais fácil aplicar golpes usando engenharia social. Essa tecnologia permite que os criminosos criem uma atmosfera falsa, então eles exploram emoções de medo, vantagem e perigo iminente, fazendo com que a pessoa faça tudo no automático”, diz.

O delegado explica que alguns golpes podem variar de acordo com a época do ano. Os sites de comércio eletrônico falsos, que induzem as vítimas a comprar eletrodomésticos, celulares, computadores e outros itens por valores ainda menores do que os do mercado, são comuns durante a “Black Friday”.

Outras fraudes, como a da falsa central bancária, na qual os golpistas se passam por gerentes de banco e entram em contato com os alvos para avisar sobre uma suposta compra que precisa ser contestada no cartão, também têm acontecido com frequência.

As redes sociais também vêm sendo utilizadas como ferramentas para esses crimes. Barbosa revelou que, entre os golpes mais comuns, estão aqueles em que os criminosos usam fotos de familiares da vítima para pedir dinheiro por meio de aplicativos de mensagens.

Em determinados casos, eles utilizam mais do que a foto de alguém, mas também informações disponíveis nas redes sociais e até recursos tecnológicos para reproduzir a voz da pessoa.

Em um dos casos citados pelo delegado, o golpista se passou pelo filho da vítima, disse que precisava de um Pix porque o carro havia quebrado na rodovia e pediu que o valor fosse transferido para a conta do suposto mecânico.

Há ainda pessoas que se apresentam nas redes sociais como gestores de investimentos. Os criminosos chegam a investir em tráfego pago para alcançar o maior número de usuários. Com uma proposta praticamente irrecusável, que promete retorno muito maior do que o valor investido, as vítimas acreditam que precisam fazer a transferência imediatamente.

A rotina cada vez mais acelerada e o hábito de resolver várias tarefas ao mesmo tempo podem ser usados pelos criminosos para aplicar os golpes. Barbosa alerta que a principal maneira de evitar uma fraude é não agir no automático. “Pare, respire e desconfie antes de agir”.

Segundo o delegado, diante de um pedido inesperado de dinheiro ou de uma suposta emergência, a primeira atitude deve ser interromper o contato e confirmar a informação.

Se alguém entrar em contato se passando por um familiar e pedir dinheiro, por exemplo, a orientação é desligar e ligar diretamente para a pessoa pelo número já conhecido. Em casos envolvendo bancos, o cliente deve procurar os canais oficiais da instituição ou, se possível, confirmar pessoalmente na agência.

A mesma cautela vale para ofertas muito vantajosas ou que exigem uma decisão imediata: conversar com alguém de confiança e analisar a proposta fora daquela situação pode ajudar a identificar sinais de fraude.

Caso a fraude aconteça, a rapidez também é importante. A primeira providência deve ser entrar em contato com o banco para comunicar o golpe e tentar bloquear a movimentação. Em transferências via Pix, a vítima pode solicitar o Mecanismo Especial de Devolução (MED), quando aplicável.

Também é importante guardar prints e conversas, não apagar as mensagens ou bloquear o contato antes de preservar as informações, além de alterar as senhas e bloquear cartões. Esses dados podem auxiliar a Polícia Civil na investigação e, em alguns casos, a rapidez na comunicação pode contribuir para a recuperação do dinheiro.

Flávio quer cortar gastos e anular PCC

 

JORNAL A REGIÃO

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) propõe reduzir o tamanho da estrutura do Estado e endurecer as medidas de combate à criminalidade. As propostas estão reunidas no plano de governo apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), intitulado “Para o Brasil Vencer o Atraso”.

Na área econômica, Flávio promete um corte de gastos públicos, com uma reforma administrativa que prevê a redução de 10 ministérios, além do corte de comissionados e despesas. O programa também prevê a retomada de desestatizações e revisão do pacto federativo entre União, estados e municípios.

Na segurança, o candidato propõe classificar facções criminosas e milícias como organizações narcoterroristas. O plano também prevê o emprego de uma tropa das Forças Armadas no patrulhamento das fronteiras e a redução da idade penal de 18 para 14 anos para adolescentes que cometerem crimes considerados hediondos, como estupro, tráfico de drogas, tortura e homicídio.

O programa ainda apresenta propostas para digitalizar serviços públicos, incluindo prontuários de saúde, ampliar o atendimento médico por telefone e aplicativo, e criar vouchers para famílias pagarem creches privadas. Na educação, Flávio defende a ampliação das escolas cívico-militares e, na área ambiental, propõe flexibilizar regras de licenciamento e ampliar a exploração de petróleo e gás.

18:51  |  

Lula volta a proteger facções terroristas

 

JORNAL A REGIÃO

Em evento de segurança no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (18), Luiz da Silva (PT) voltou a afirmar que “não aceita” a classificação feita pelos Estados Unidos das organizações criminosas PCC e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.

Esse tipo de atitude do prsidente brasileiro vem sendo interpretada pelos autoridades dos EUA como pretexto para não combater esses criminosos, que já atuam em diversas cidades norte-americanas.

Para o petista, o que Trump chama de terrorismo seria “terrorismo de Estado” — “a luta e a briga pelo poder”. Quem teria feito isso, segundo Lula, foi Jair Bolsonaro no 8 de Janeiro, “pensando em matar Lula, Alckmin e até o Alexandre de Moraes”. “Isso é terrorismo de Estado.”

Desde que Washington passou a tratar as facções como ameaça internacional, o governo Lula insiste que o enquadramento como terrorismo abriria precedente para interferência estrangeira. "Quem define como o crime é classificado e combatido no Brasil são os brasileiros, com suas instituições”.

O efeito prático da tese é o seguinte: grupos que controlam territórios, cobram taxas, impõem toque de recolher, executam rivais e aterrorizam bairros, escolas e periferias permanecem, no vocabulário oficial, como “crime organizado” ou “facções bandidas” — não terroristas.

Lula admite o impacto sobre a população (“esses bandidos são terroristas para a família que mora no bairro”), mas recusa o estatuto jurídico e político que permitiria tratamento mais duro, cooperação internacional mais agressiva e isolamento financeiro mais amplo.

O recado paralelo ficou claro: o problema não é o nome que o crime organizado recebe no exterior. O problema é quem ousa dar esse nome. A soberania, nesse recorte, protege o país da classificação — e, na prática, deixa as facções no mesmo enquadramento que o governo sempre preferiu.

Já o candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) propõe endurecer as medidas de combate à criminalidade. As propostas estão reunidas no plano de governo apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), intitulado “Para o Brasil Vencer o Atraso”.

Na segurança pública, o candidato propõe classificar facções criminosas e milícias como organizações narcoterroristas. O plano também prevê o emprego de uma tropa das Forças Armadas no patrulhamento das fronteiras e a redução da idade penal de 18 para 14 anos para adolescentes que cometerem crimes considerados hediondos, como estupro, tráfico de drogas, tortura e homicídio. Com Diário do Poder

18:51  |  

Salvador ganha novo viveiro de restinga

 

JORNAL A REGIÃO

O segundo viveiro de restinga de Salvador foi entregue nesta sexta-feira (18) no Jardim de Alah e recebeu 515 mudas produzidas no primeiro, que fica na Praia do Flamengo. O espaço mais antigo será responsável por abastecer o novo viveiro, onde as espécies passarão por um período de adaptação.

O processo, conhecido como rustificação, prepara as plantas para condições mais adversas do ambiente litorâneo, como a alta salinidade e a incidência de ventos.

Desenvolvido pela Secretaria Municipal de Sustentabilidade (Secis), em parceria com a Companhia de Desenvolvimento Urbano de Salvador (Desal), o novo viveiro integra as ações de recomposição da vegetação de restinga e recuperação ambiental da orla da cidade.

Durante a inauguração, a vice-prefeita Ana Paula Matos enfatizou a importância da adaptação das espécies antes do plantio definitivo. “Estamos cuidando da cidade como um todo, fazendo os corredores verdes, mas, em especial, os viveiros de restinga surgem a partir de um cuidado de salvaguarda da revitalização da orla de Salvador".

"Aqui onde estamos há um cuidado maior, porque o índice de salinidade é alto. Primeiro, essas plantas vão se adaptar ao local por seis meses, para depois serem plantadas em outras regiões”, disse Ana Paula.

A gestora também pediu a colaboração da população para preservar as áreas arborizadas. “Muitas pessoas têm vandalizado, têm quebrado as árvores. É importante para o nosso povo ter uma cidade mais arborizada, não só pela beleza, mas também para diminuir o calor. Esse tipo de projeto é importante",

De acordo com o titular da Secis, Ivan Euler, “esse viveiro tem tamanho e características diferentes. As mudas que não estão sendo criadas através de sementes ou propágulos no outro viveiro serão trazidas para um ambiente mais natural e mais agressivo, pela salinidade. Após um período de alguns meses, se adaptando e crescendo, a gente vai colocar as mudas em toda a orla”.

Inicialmente, foram trazidas 515 mudas de quatro espécies. “A expectativa é que elas passem seis meses aqui. É um projeto-piloto. Podem ocorrer algumas perdas, é normal; e depois desse período vamos entender se já podemos levá-las para a orla e começar a arborizar”, acrescentou Euler.

A Prefeitura projeta, para 2027, a implantação de um novo horto florestal voltado à produção de espécies destinadas às áreas interiores da cidade. A primeira unidade está prevista para o Parque Socioambiental de Canabrava, com foco na produção de mudas de espécies da Mata Atlântica.

Entre as espécies levadas para o novo viveiro, está a Coccoloba uvifera, conhecida como uva-da-praia, considerada adequada para ambientes litorâneos por apresentar resistência à salinidade e aos ventos. Além da Coccoloba, o espaço recebeu mudas de Sagres schyphlora, Guapira pernambucencis e Eugenia sp.

18:52  |  

Wagner doa meio milhão a si mesmo

 

JORNAL A REGIÃO

O senador Jaques Wagner, candidato à reeleição pelo PT da Bahia, destinou R$ 533 mil do próprio bolso à campanha eleitoral. O petista declarou à Justiça Eleitoral bens avaliados em R$ 24,5 milhões. Desse valor, R$ 20 milhões surgiram nos oito anos em que está no Senado.

Wagner fez uma única doação para a própria candidatura. O repasse coloca o senador na quarta posição entre os candidatos que mais investiram recursos pessoais nas eleições deste ano em todo o país.

O maior autofinanciamento foi feito por Gelson Merísio, candidato ao Governo de Santa Catarina, que aplicou R$ 1 milhão na campanha. Na Bahia, o ex-prefeito de Porto Seguro Ubaldino Júnior também aparece entre os candidatos que mais usaram recursos próprios, com R$ 125 mil.

As informações constam no DivulgaCandContas, sistema do Tribunal Superior Eleitoral. A plataforma reúne as receitas, despesas, doações e prestações de contas das candidaturas registradas para as eleições de 2026.

ITAbuna recebe micro-ônibus para o TFC

 

JORNAL A REGIÃO

A prefeitura de Itabuna recebeu, nesta sexta-feira, equipamentos e um veículo para a Saúde. A cidade passa a contar com um micro-ônibus para o transporte de pacientes do Transporte Fora do Domicílio (TFD), gabinetes odontológicos para o Odontocentro e equipamentos para o CEMEPI.

O prefeito Augusto Castro destacou que "são investimentos que chegam para melhorar a estrutura, qualificar os serviços e, principalmente, cuidar melhor da nossa população”. A secretária de Saúde da Bahia, Roberta Santana, ressaltou o esforço do prefeito em buscar parcerias e recursos.

Para a secretária de Saúde de Itabuna, Lívia Mendes, a entrega desta sexta-feira representa mais estrutura e melhores condições de trabalho para as equipes, principalmente mais qualidade na assistência oferecida aos usuários do SUS.

“Vamos seguir trabalhando para fortalecer os serviços e garantir um atendimento cada vez mais humanizado e resolutivo para a nossa população”, finalizou Lívia. O TFC encaminha pacientes que precisam fazer tratamento em outras cidades, garantindo transporte adequado e seguro.

MP quer deficientes na Polícia Millitar

 

JORNAL A REGIÃO

O Ministério Público da Bahia recomendou mudanças no edital do concurso para oficiais de saúde da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. O órgão cobra a reserva de vagas para pessoas com deficiência e a participação desses candidatos em todas as etapas da seleção.

O edital afirma que não haverá vagas reservadas por causa das atribuições dos militares estaduais, que exige condições físicas reforçadas. Para o Ministério Público, a regra contraria as normas que garantem inclusão, igualdade de oportunidades e acesso das pessoas com deficiência ao serviço público.

A recomendação também prevê avaliação biopsicossocial, uso de tecnologias assistivas e adaptações durante as provas. O Ministério Público quer impedir a eliminação de candidatos apenas pela existência da deficiência. A capacidade para exercer o cargo deverá ser analisada individualmente.

A orientação foi enviada à Secretaria da Administração da Bahia, às duas corporações e ao Instituto AOCP. O Ministério Público também pediu a adequação do quadro de vagas, a divulgação das mudanças e a reabertura dos prazos de inscrição e de solicitação de isenção da taxa.

Itabuna quer centro sem morador de rua

 

jornal a região

A Prefeitura de Itabuna e comerciantes da Avenida Amélia Amado discutiram medidas para remover moradores de rua que transformam as calçadas das lojas em dormitórios à noite e nos finais de semana e feriados. Os lojistas contam que no dia seguinte o local amanhece cheio de lixo e com mal cheiro.

O encontro, conduzido pelo secretário de Promoção Social Erasmo Ávila, contou com os titulares de Segurança e Ordem Pública, Roberto José, e de Desenvolvimento Econômico, Marcos Souza, além do presidente da CDL de Itabuna, Carlos Leahy. No encontro, foram apresentadas algumas sugestões.

Uma delas é o fechamento do espaço sob as marquises com grades móveis. Outrá é oferecer condições para a pessoa voltar para seus locais de origem, após cadastro e assinatura de termos, incluindo passagens para a cidade dela, conta Roberto José.

Erasmo Ávila disse que o problema de pessoas que buscam abrigo nas calçadas e sob marquises é antigo, mas a SEMPS dispõe do POP Acolhimento, que é voltado para o acolhimento dos moradores de rua. "Vamos chamar novamente essas pessoas ao acolhimento", afirmou.

Na pauta, a execução de um Plano de Ação que reforce o encaminhamento dessas pessoas aos locais de origem, ao vínculo familiar e sua à reinserção na sociedade. Numa fase preliminar do cadastramento, foi identificado que cerca de 50 homens e mulheres perambulam pelo centro e bairros da cidade.

“Atualmente, a legislação prevê que mensalmente o Centro POP atende a 80 pessoas, mas esse número é registrado a cada dia,” contou a diretora da Média Complexidade da SEMPS, Maria D’Ajuda Cavalcanti Lucas.

De acordo com ela, algumas pessoas chegam sem dinheiro nos guichês da Rodoviária pedindo apoio para voltar para casa e acabam sendo encaminhadas ao Centro POP, no Jardim Grapiúna, próximo à Estação Rodoviária, o que superlota a unidade.

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

 Pode ser uma imagem de texto que diz "Danuzio BROSIL " BolsaFamília Bolsa Família ELEIÇÕES O STF declarou inconstitucional aumento de benefícios sociais no ano eleitoral de 2022"

Do porto ao talhão, logística e dados entram na conta da eficiência dos fertilizantes

 



Agrotools

Do porto ao talhão, logística e dados entram na conta da eficiência dos fertilizantes

Por: *Sergio Rocha

 

O Brasil importa 93% dos fertilizantes que consome, somente em 2025, foram 45,5 milhões de toneladas trazidas do exterior, segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Em um cenário marcado por conflitos geopolíticos, restrições comerciais, oscilações de preços e gargalos logísticos, essa dependência deixou de ser apenas uma questão de comércio exterior e passou a representar um fator de risco para o planejamento da safra, o custo de produção e, consequentemente, a rentabilidade do produtor.

O problema é que o risco não termina quando o navio chega ao porto. Ele continua no transporte, na armazenagem, na distribuição e, principalmente, dentro da propriedade. Garantir que o fertilizante chegue ao Brasil é apenas uma parte da equação. É preciso que ele esteja disponível no momento adequado, pelo menor custo possível e seja utilizado de maneira eficiente.

Os números mais recentes mostram como essa vulnerabilidade pode se materializar rapidamente. Entre janeiro e maio de 2026, as importações brasileiras de fertilizantes nitrogenados e fosfatados recuaram 8,7%, passando de 7,69 milhões para 7,02 milhões de toneladas. No mesmo período, porém, o preço médio de internalização aumentou 14,4%. Como consequência, o valor desembolsado pelo país com essas importações cresceu 4,4%, mesmo diante da entrada de um volume menor. Em outras palavras: o Brasil pagou mais por menos produto.

Esse movimento expõe uma vulnerabilidade que vai além da formação do preço internacional. Quando o insumo fica mais caro na origem, frete, armazenagem e atrasos na entrega podem pesar ainda mais sobre a conta final. É por isso que a gestão dos fertilizantes precisa começar antes mesmo de a carga chegar ao porto.

Logística, nesse contexto, também é uma variável agrícola. O fertilizante precisa estar disponível quando a lavoura demanda determinado nutriente. Um produto que chega tarde pode comprometer o planejamento, aumentar custos e reduzir a previsibilidade da operação.

Em agosto, a Comissão Nacional das Autoridades nos Portos (Conaportos) recomendou prioridade para o desembarque de fertilizantes minerais e demais insumos nutricionais destinados à safra 2026/27 nos portos públicos organizados. A medida ocorreu em um cenário de disrupções logísticas associadas ao ambiente geopolítico internacional.

Paranaguá, Santos e os portos do Arco Norte são pontos estratégicos dessa cadeia. Um atraso na descarga não termina no cais: pode resultar em filas de caminhões, maior necessidade de armazenagem, fretes mais caros e menor previsibilidade para a chegada do produto à propriedade. No campo, a previsibilidade também tem valor econômico. O produtor precisa comprar o insumo, programar sua distribuição e posicioná-lo de acordo com o planejamento da lavoura. Quanto maior a incerteza, maior a necessidade de capital e maior a exposição ao risco.

O Profert é estratégico, mas ainda não resolve

O Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert) representa um passo importante na tentativa de reduzir a dependência externa. Em agosto, o Senado aprovou o projeto que prevê até R$ 10 bilhões em incentivos para estimular investimentos em novas plantas e na expansão e modernização da produção nacional. O texto foi encaminhado à Presidência da República para sanção.

A iniciativa é necessária. Ampliar e modernizar a capacidade brasileira de produção de fertilizantes significa reduzir a vulnerabilidade diante de choques externos e criar condições para uma cadeia de suprimentos mais resiliente. Mas é importante separar o horizonte estratégico da necessidade imediata.

Uma nova planta industrial não é construída da noite para o dia. Projetos de fertilizantes demandam capital, infraestrutura, disponibilidade de matérias-primas, energia e gás natural em condições competitivas, além de planejamento e tempo para implantação. O Profert pode ajudar a transformar a estrutura da oferta brasileira nos próximos anos. A safra que está sendo planejada, porém, precisa lidar com os preços, estoques, fretes e disponibilidade de produto existentes hoje. É justamente nesse intervalo que a eficiência ganha importância.

Mais fertilizante, não significa mais produtividade

Existe também um problema dentro da porteira: saber exatamente onde, quanto e quando aplicar. Um estudo do Instituto Escolhas mostra que o uso de fertilizantes químicos na produção brasileira de soja passou de 728 mil toneladas, em 1993, para 6 milhões de toneladas, em 2022, um crescimento de 734%. No mesmo período, a quantidade de soja produzida por tonelada de fertilizantes caiu de 517 para 333 sacas.

Os números não significam que o fertilizante deixou de ser essencial à produtividade. Mostram que a relação entre quantidade aplicada e resultado obtido precisa ser analisada com mais precisão. Fertilizante não deve ser tratado como uma variável uniforme dentro de uma propriedade. A necessidade de nutrientes varia conforme características do solo, histórico de cultivo, produtividade esperada, cultura, clima e manejo.

Aplicar uma dose única em toda a área, quando existe variabilidade significativa dentro do talhão, pode levar a dois problemas simultâneos: aplicação abaixo da necessidade em determinados pontos e excesso em outros. A consequência é econômica antes de ser tecnológica. O produtor pode estar colocando dinheiro no solo sem necessariamente transformar esse investimento em produtividade.

O valor dos dados

É nesse ponto que os dados passam a ter valor estratégico. A agricultura já produz uma quantidade enorme de informações: análises de solo, mapas de produtividade, imagens de satélite, dados climáticos, histórico de aplicações, relevo, disponibilidade hídrica, preços de insumos, localização de armazéns e rotas de transporte. O desafio, portanto, não é simplesmente ter mais dados. É conectar essas informações para transformar variáveis dispersas em decisões melhores.

A inteligência espacial permite, por exemplo, identificar a variabilidade dentro da propriedade e apoiar estratégias de aplicação em taxa variável, sempre a partir de critérios agronômicos e de análises que indiquem a necessidade de cada área. Mas essa inteligência também pode ultrapassar os limites da fazenda. Ao cruzar localização da propriedade, origem do fertilizante, disponibilidade regional, distância, modal de transporte e frete, é possível estimar o custo efetivo do insumo entregue no destino, e não apenas observar o preço anunciado na origem. Essa diferença é relevante.

A mesma lógica pode ser aplicada à gestão financeira e de risco. Informações territoriais e produtivas podem contribuir para que instituições financeiras e seguradoras avaliem melhor a exposição de uma operação agrícola, considerando características específicas da propriedade e de sua região.

A próxima fronteira da eficiência está na informação

A discussão sobre fertilizantes costuma terminar quando se fala em produção nacional. Precisamos ampliar essa visão. Reduzir a dependência externa é fundamental. Melhorar a eficiência dos portos também. Mas existe uma terceira frente, dentro da propriedade: fazer cada tonelada de fertilizante gerar o máximo possível de retorno agronômico e econômico. Isso exige planejamento, conhecimento do solo, manejo adequado e capacidade de interpretar a variabilidade da produção.

Também exige uma mudança de perspectiva. O dado não deve ser encarado como mais uma camada de tecnologia sobre a agricultura, mas como uma ferramenta capaz de conectar decisões que muitas vezes ainda são tomadas de forma isolada.

O Brasil precisa continuar investindo na produção nacional de fertilizantes e na infraestrutura logística. Mas não se pode esperar que essas soluções, sozinhas, eliminem o risco. Enquanto novas fábricas são construídas e a infraestrutura é ampliada, existe uma medida que pode começar imediatamente: reduzir desperdícios, melhorar a tomada de decisão e aumentar a eficiência do insumo que já está chegando ao campo.

Do porto ao talhão, a segurança dos fertilizantes não depende apenas de quanto o Brasil consegue importar ou produzir. Depende também de quanto consegue transformar cada tonelada em produtividade, margem e segurança para quem produz.

Nessa equação, informação de qualidade deixou de ser diferencial. É infraestrutura para a agricultura.

 

*Fundador e CEO da Agrotools



Imagens relacionadas


Divulgação
baixar em alta resolução



Divulgação
baixar em alta resolução


Sergio Rocha, fundador e CEO da Agrotools
Sergio Rocha, fundador e CEO da Agrotools
baixar em alta resolução



Ruralpress

Kassi Bonissoni
Gerente de atendimento
kassiana.ruralpress@gmail.com
(19) 98320-0286

Biodiesel reforça cuidados com o armazenamento e uso em máquinas no campo

 



Promarcas

Biodiesel reforça cuidados com o armazenamento e uso em máquinas no campo

Com o diesel comercial passando a conter 15% no combustível, conservação adequada, manutenção preventiva e uso de aditivo específico ajudam a reduzir riscos de contaminação, falhas e prejuízos financeiros durante a operação agrícola

Desde agosto do ano passado, o diesel comercializado no Brasil passou a conter 15% de biodiesel em sua composição, ante 14%. A mudança, estabelecida pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), ampliou a participação do biocombustível na matriz de transportes e também reforçou a importância dos cuidados com o armazenamento e a qualidade em que ele chega nas propriedades rurais.

A alteração não significa que o diesel B15 seja inadequado para máquinas compatíveis com a especificação do combustível. O ponto de atenção está principalmente nas condições de armazenamento e conservação, especialmente em propriedades que mantêm volumes de diesel estocados por períodos prolongados. O biodiesel apresenta características que tornam o controle de fatores como água, oxidação e contaminação microbiológica especialmente importante.

Em condições inadequadas, esses fatores podem contribuir para a degradação do diesel, formação de sedimentos e borras, entupimento de filtros, corrosão e formação de depósitos, afetando componentes como bicos injetores, bombas e outros itens do sistema de alimentação de máquinas e veículos da frota. “O produtor precisa dar atenção não apenas ao combustível no momento do abastecimento, mas também às condições a que ele está exposto durante o período em que permanece armazenado”, explica o engenheiro, Wesley Baldo, diretor comercial da Promarcas.

Proteção extra

Além das boas práticas de armazenamento, produtos desenvolvidos especificamente para diesel e biodiesel podem integrar uma estratégia preventiva. É o caso do Bardahl Agro D-600, aditivo desenvolvido para aplicações em máquinas agrícolas, veículos pesados, geradores e tanques de armazenamento.

Sua formulação reúne diferentes funções voltadas à proteção do combustível e do sistema de alimentação. A ação antioxidante contribui para a estabilidade do diesel, enquanto as propriedades bactericida e fungicida auxiliam no controle de microrganismos. O produto também possui funções detergente/descarbonizante, anticorrosiva, lubrificante, demulsificante e antiespumante.

Segundo Baldo, a proposta do aditivo é atuar de forma preventiva, especialmente em operações que trabalham com períodos prolongados entre abastecimentos. “Todo mundo entendeu que o grande problema do biodiesel é a formação da borra e a proliferação das bactérias, e só conseguimos resolver isso quimicamente. Por isso, a utilização de soluções adequadas como o Agro D-600, associada às boas práticas de armazenamento, pode contribuir para preservar a qualidade do combustível e reduzir riscos para o sistema de alimentação”, diz.

Da manutenção corretiva à preventiva

O cuidado com o combustível faz parte de uma discussão mais ampla sobre a manutenção das máquinas agrícolas. Em um cenário no qual cada hora de equipamento parado pode representar perda de produtividade e aumento dos custos operacionais, esperar uma falha acontecer para então realizar a manutenção pode sair caro para o produtor.

Uma máquina parada durante uma janela crítica de plantio, pulverização ou colheita pode comprometer o planejamento da propriedade. Por isso, a manutenção preventiva e preditiva ganha espaço como ferramenta de gestão, permitindo antecipar necessidades, reduzir o risco de quebras inesperadas, diminuir o tempo de máquina parada e otimizar os custos.

Nesse contexto, a Promarcas atua com acompanhamento técnico próximo das operações, indo além do fornecimento de produtos para identificar necessidades específicas e orientar as soluções mais adequadas para cada aplicação. “A manutenção deixa de ser apenas uma resposta a uma quebra quando existe acompanhamento técnico e capacidade de identificar antecipadamente as precisões do equipamento. Essa abordagem ajuda o produtor a reduzir imprevistos, aumentar a disponibilidade das máquinas e tomar decisões de manutenção com mais previsibilidade”, cita o engenheiro e diretor.

A combinação entre produtos adequados, boas práticas de armazenamento, informações sobre a operação e acompanhamento especializado permite transformar a manutenção em uma estratégia de prevenção. “Em atividades, onde a disponibilidade das máquinas está diretamente relacionada à produtividade, antecipar problemas pode ser mais importante do que a própria falha, uma vez que os custos da manutenção corretiva são muito maiores do que a preventiva”, reforça Baldo.

Sobre a Promarcas

Com mais de 30 anos de experiência em serviços automotivos, a Promarcas atua no fornecimento de soluções e suporte técnico para manutenção de máquinas e equipamentos, com acompanhamento próximo das operações. A empresa busca identificar as necessidades de cada aplicação e orientar os clientes na escolha das soluções mais adequadas, contribuindo para uma abordagem de manutenção preventiva e preditiva. Informações em www.promarcas.com.br.



Imagens relacionadas

Alusão a contaminação do diesel
Alusão a contaminação do diesel
Divulgação
baixar em alta resolução



Divulgação
baixar em alta resolução



Divulgação
baixar em alta resolução



Divulgação
baixar em alta resolução


Wesley Baldo, diretor comercial da Promarcas
Wesley Baldo, diretor comercial da Promarcas
Divulgação
baixar em alta resolução



Ruralpress

Kassi Bonissoni
Gerente de atendimento
kassiana.ruralpress@gmail.com
(19) 98320-0286

Beleza de dentro para fora: Alimentação na primavera exige atenção, mas não substitui protetor solar

 

Vitru Educação


Beleza de dentro para fora: Alimentação na primavera exige atenção, mas não substitui protetor solar


Com a chegada da estação mais quente e o pico da safra da jabuticaba, nutricionista da UNIASSELVI orienta sobre antioxidantes naturais; especialista faz alerta sobre limites da nutrição funcional


Antioxidantes naturais; especialista faz alerta sobre limites da nutrição funcional

Com a chegada da primavera e o aumento da exposição ao sol, alimentos ricos em antioxidantes podem contribuir para a saúde da pele. Jabuticaba, abobrinha, mamão, morango e cenoura estão entre as opções que ajudam a ampliar a oferta de vitaminas e compostos bioativos na alimentação, segundo a professora Roseane Leandra da Rosa, coordenadora do curso de Nutrição da UNIASSELVI. No entanto, a orientação da especialista, porém, é não tratar esses alimentos como ‘protetores solares por dentro’: eles não substituem a fotoproteção.

A jabuticaba é rica em antocianinas, pigmentos que dão cor escura à casca e têm forte ação antioxidante. “Esses compostos ajudam a proteger as células contra o estresse oxidativo, processo que está relacionado ao envelhecimento celular e que também pode ser agravado por fatores como exposição à radiação ultravioleta, poluição e hábitos alimentares inadequados”, afirma.

De acordo com a professora, a casca concentra a maior parte desses compostos. Estudos mostram que ela possui atividade antioxidante superior à polpa. “Sempre que possível, vale consumir a fruta com a casca, desde que bem higienizada. Quando a descartamos, perdemos boa parte dos nutrientes”, explica. A dica é usar a fruta integral em vitaminas, geleias com pouco açúcar ou sobremesas.

 

Mais aliados da estação

A abobrinha é fonte de água, fibras, vitaminas e carotenoides. Esses nutrientes auxiliam na renovação celular e na hidratação da pele, especialmente nos meses mais quentes. “A abobrinha é um ótimo exemplo de que alimentos cotidianos também podem contribuir para uma alimentação protetora”, ressalta Roseane.

Para preservar os nutrientes da abobrinha, o ideal é prepará-la grelhada, salteada ou cozida no vapor. A casca também deve ser aproveitada, desde que higienizada. “De maneira geral, quanto menor o tempo de cocção e menor a exposição à água, melhor tende a ser a preservação de alguns nutrientes e compostos sensíveis”, destaca a professora.

Além da jabuticaba e da abobrinha, ela indica outros alimentos típicos da primavera. Mamão, morango e cenoura são ricos em vitamina C, carotenoides e compostos fenólicos. A principal recomendação, no entanto, não é eleger poucos itens. “O segredo está na variedade. Quanto mais cores no prato, maior a diversidade de vitaminas e minerais”, orienta.

 

Equilíbrio é a chave

A coordenadora conclui que os benefícios aparecem no contexto de uma dieta equilibrada e variada. “A beleza e a saúde também são construídas de dentro para fora, mas isso não significa que a alimentação substitua cuidados dermatológicos. Sono, hidratação, atividade física e proteção solar fazem parte de uma abordagem mais completa”, afirma a especialista.

Para uma alimentação mais leve, uma boa opção é preparar uma Salada Refrescante com Molho de Jabuticaba acompanhada de um Smoothie Tropical. Essa combinação utiliza todos os ingredientes citados de forma leve, colorida e muito saudável.

 

Salada Refrescante com Molho de Jabuticaba

Ingredientes:

  • Abobrinha: 1 unidade média cortada em fitas finas (use um descascador de legumes).
  • Cenoura: 1 unidade média ralada ou em fitas.
  • Mamão: 1 xícara de cubos pequenos (use o mamão mais firme).
  • Morangos: 1 xícara cortada em fatias.

Ingredientes para o Molho de Jabuticaba:

  • Jabuticabas: 1 xícara de frutas frescas.
  • Azeite de oliva: 3 colheres de sopa.
  • Suco de limão: 1 colher de sopa.
  • Sal e pimenta-do-reino: a gosto.

Modo de Preparar:

  1. Faça o molho: Em uma panela pequena, amontoe as jabuticabas para soltar o suco. Cozinhe em fogo baixo com duas colheres de sopa de água por 5 minutos até murcharem. Coe a mistura para extrair apenas o líquido roxo. Deixe esfriar e mistura com azeite, limão, sal e pimenta.
  2. Monte a salada: Em uma salada, mistura de fitas de abobrinha e cenoura.
  3. Adicione as frutas: Distribua os cubos de mamão e as fatias de morango por cima.
  4. Finalização: Regue a salada com o molho de jabuticaba bem frio logo antes de servir.

 

Smoothie de Morango e Mamão

Ingredientes:

  • Morangos: 1 xícara (de preferência congelados).
  • Mamão: 1 xícara em cubos.
  • Água ou água de coco: 200ml (bem gelada).
  • Pedras de gelo: a gosto.

Modo de Preparar:

  1. Bata todos os ingredientes no liquidificador até obter uma consistência cremosa e aquosa. Servir imediatamente.

 

Sobre a UNIASSELVI

A UNIASSELVI é uma das mais conceituadas instituições de ensino superior do Brasil. Com uma oferta diversificada de mais de 500 cursos, que incluem Graduação, Pós-Graduação e Profissionalizantes, nas modalidades presencial, semipresencial e a distância (EAD), a instituição se destaca pela sua abrangência e qualidade educacional. Presente em todos os estados brasileiros, a UNIASSELVI conta com uma ampla rede de mais de 1,3 mil polos e mais de 16 unidades de ensino presencial. É reconhecida como a única instituição de grande porte nacional a receber nota máxima no Recredenciamento Institucional, concedido pelo Ministério da Educação (MEC). A missão da UNIASSELVI é fornecer os recursos e o suporte necessários para que os alunos construam suas próprias histórias e alcancem o sucesso acadêmico e profissional, promovendo assim o desenvolvimento pessoal e profissional de cada estudante.

Contatos para imprensa:

Weber Shandwick

E-mail: vitru@webershandwick.com

 

Luciana Messa – lmessa@webershandwick.com | Telefone: (11) 9 9155-7742

Paulo Lima – plima@webershandwick.com | Telefone: (11) 9 8879-1711

 

Hora de descobrir o melhor da hospitalidade pelo mundo: Guia MICHELIN revela sua seleção de Chaves MICHELIN 2026

 


Hora de descobrir o melhor da hospitalidade pelo mundo: Guia MICHELIN revela sua seleção de Chaves MICHELIN 2026

  • 470 hotéis passam a integrar a seleção de Chaves MICHELIN 2026 em 79 destinos, incluindo 10 deles que recebem a distinção pela primeira vez.
  • A seleção global agora reúne 2.832 hotéis com Chaves MICHELIN: 155 com Três Chaves, 657 com Duas Chaves e 2.020 com Uma Chave.
  • No Brasil, temos um total de 22 hotéis com Chaves MICHELIN, sendo que dois deles são novos na seleção e um terceiro foi promovido de Uma Chave para Duas Chaves.

O Guia MICHELIN revela hoje sua seleção hoteleira de 2026, já disponível nas plataformas do Guia MICHELIN (The 2026 MICHELIN Key Hotels: A Guide to the Global Selection), onde viajantes podem explorar a nova seleção, conhecer a distinção de Chave MICHELIN de cada hotel e encontrar inspiração para sua próxima estadia.

Depois de meses de visitas anônimas, os inspetores do Guia MICHELIN selecionaram mais de 470 novos hotéis em 79 destinos. A seleção de 2026 apresenta as Chaves MICHELIN em 10 destinos pela primeira vez e promove mais de 80 hotéis dentro da própria seleção.

Para Gwendal Poullennec, Diretor Internacional do Guia MICHELIN, o crescimento da seleção hoteleira acontece em um momento especialmente interessante para o setor. À medida que o Guia amplia sua presença no universo da hospitalidade e do lifestyle, ele destaca o papel dos hotéis independentes e boutique em manter o segmento em movimento.

“Esta segunda seleção global das Chaves MICHELIN reflete o extraordinário dinamismo que está impulsionando o setor de hospitalidade. Com quase 470 estabelecimentos recém incluídos, estamos testemunhando uma elevação contínua da oferta, impulsionada por projetos cada vez mais criativos e ambiciosos. Em todo o mundo, os hoteleiros estão reinventando a experiência de hospedagem por meio de conceitos mais imersivos, personalizados e voltados para a vivência de experiências

Essa capacidade de inovação se manifesta tanto em destinos já consagrados e imperdíveis quanto em mercados turísticos emergentes. Frequentemente impulsionada por hoteleiros independentes visionários, essa evolução dos conceitos está agora inspirando o setor como um todo. Ela também é apoiada por investimentos de grandes grupos internacionais, que ajudam a acelerar essa transformação. Assim, a seleção de 2026 celebra a diversidade, a vitalidade e a excelência de um setor em constante evolução, que continua expandindo os limites da experiência de hospitalidade e convidando os viajantes a descobrirem novos destinos”, afirmou Gwendal Poullennec.

 

De joias escondidas a ícones modernos: um universo diverso de estadias

As adições deste ano evidenciam a variedade do cenário hoteleiro. Os novos hotéis com Chaves MICHELIN incluem propriedades de diferentes portes, estilos, localidades e faixas de preço.

A seleção global de hotéis do Guia MICHELIN agora reúne mais de 9.400 propriedades, incluindo 2.832 hotéis premiados com uma Chave MICHELIN. Mais de 2.200 hotéis foram adicionados à seleção global desde o anúncio das Chaves MICHELIN em outubro de 2025.

A Chave MICHELIN também chega a novos destinos. Em 2026, hotéis na Armênia, Benin, Botsuana, Cazaquistão, Liechtenstein, Mongólia, Myanmar, Ruanda, Eslováquia e Zimbábue recebem Chaves MICHELIN pela primeira vez.

Dos 2.832 hotéis com Chaves MICHELIN, 155 possuem Três Chaves, 657 possuem Duas Chaves e 2.020 possuem Uma Chave.

 

Novos hotéis Três Chaves entram para a seleção

A mais alta distinção hoteleira do Guia MICHELIN recebe 18 novas propriedades Três Chaves em 2026: seis na Ásia, oito na Europa, duas na Oceania, uma na África e uma nas Américas.

Entre as novas adições deste ano estão o Borgo Santandrea, na Costa Amalfitana, na Itália, e o Southern Ocean Lodge, na Austrália, ambos reconhecidos por oferecer um nível extraordinário de hospitalidade. Juntos, os novos hotéis Três Chaves refletem a diversidade excepcional das experiências de hospitalidade mais notáveis do mundo.

 

Quatro prêmios especiais, quatro formas de se destacar

A seleção de 2026 também destaca quatro hotéis cuja abordagem singular da hospitalidade chamou a atenção dos inspetores do Guia MICHELIN, com Prêmios Especiais dedicados a arquitetura e design, bem-estar, novas aberturas e conexão com o destino.

O Prêmio de Arquitetura e Design do Guia MICHELIN vai para o Desert Rock Resort, em Umluj, na Arábia Saudita, uma propriedade impressionante esculpida na paisagem das Montanhas Hijaz.

O Prêmio de Bem-Estar do Guia MICHELIN reconhece o Schloss Elmau Luxury Spa Retreat & Cultural Hideaway, em Elmau, na Alemanha, por sua abordagem especialmente rica e variada de bem-estar.

O Prêmio de Abertura do Ano do Guia MICHELIN celebra o Airelles Palladio Venice, em Veneza, na Itália, a primeira propriedade da Airelles fora da França e uma novidade com vista para o Canal da Giudecca.

O Prêmio Conexão com o destino do Guia MICHELIN destaca a Londolozi Game Reserve, no Kruger, na África do Sul, uma propriedade pioneira de safári com uma longa história de conexão entre hóspedes, paisagem e cultura da região.

 

Um olhar mais atento sobre a seleção de 2026

América do Sul

Em toda a América do Sul, a seleção de 2026 soma 20 novas Chaves e mudança de número de estrelas em seis países, elevando o total do continente para 94 hotéis com Chave. Na Colômbia, o Cinco Quintas Hotel Boutique está entre os cinco novos hotéis com Chave, enquanto o Explora Rapa Nui, na Ilha de Páscoa, foi promovido a Duas Chaves. O Las Casitas, no Peru, mantém sua distinção de Três Chaves pelo segundo ano consecutivo, oferecendo um cenário excepcional para descobrir os Andes e o Vale do Colca. A região segue com cinco hotéis com Três Chaves Michelin.

Brasil

No Brasil, país da América do Sul com mais hotéis reconhecidos, mais dois estabelecimentos passaram a integrar a seleta lista, totalizando 22.

 

O Hotel Unique e Tivoli São Paulo Mofarrej, ambos de São Paulo, passam fazer parte do grupo de 17 hotéis brasileiros reconhecidos com Uma Chave. Completam a lista: Barracuda Hotel & Villas (BA); Botanique Hotel & Spa (SP); Carmel Taíba Exclusive Resort (CE); Emiliano São Paulo (SP); Fasano Angra dos Reis (RJ); Fasano Boa Vista (SP); Fasano Salvador (BA); Fasano São Paulo (SP); Fasano Trancoso (BA); Fera Palace Hotel (BA); Hotel Santa Teresa Rio MGallery (RJ); Kenoa Exclusive Beach & Spa Resort (AL);Pulso Hotel Faria Lima (SP); Toca da Coruja (RN); Txai Resort (BA).

O país teve ainda um hotel promovido a Duas Chaves MICHELIN: O Awasi Santa Carina (SC), antes chamado Ponta dos Ganchos Exclusive Resort. Outros dois hotéis brasileiros que estão na mesma categoria são: o Copacabana Palace (A Belmond Hotel), no Rio de Janeiro, e o Palácio Tangará, em São Paulo.

  

Além desses, dois hotéis são premiados com Três Chaves no Brasil: Hotel das Cataratas, (A Belmond Hotel), no Paraná, e Rosewood São Paulo, em São Paulo.

 

América do Norte, Central e Caribe

A seleção de 2026 traz mais de 100 novas Chaves e promoções em mais de 10 destinos da região.

Europa

A seleção europeia de 2026 inclui agora 1.338 hotéis com Chaves MICHELIN em mais de 35 destinos, com 194 novas Chaves e promoções neste ano.

África

A seleção do Guia MICHELIN 2026 na África chega a 113 hotéis com Chave, com 28 novas Chaves e promoções.

Ásia e Oriente Médio

A seleção de 2026 na Ásia e no Oriente Médio inclui 600 hotéis com Chaves MICHELIN, com 173 novas Chaves e promoções.

Oceania

A seleção de 2026 na Oceania soma 37 novas Chaves e promoções, elevando o total da região para 92 hotéis com Chave.

Tendências de hospitalidade observadas pelos inspetores do Guia MICHELIN

Além dos hotéis individualmente, os inspetores do Guia MICHELIN observam um cenário de hospitalidade moldado por novos hábitos de viagem e expectativas cada vez mais diversas dos hóspedes:

. Viagens mais lentas e imersivas: viajantes estão passando mais tempo em menos lugares e escolhendo, cada vez mais, destinos menos cheios e mais acessíveis.

. Viagens mais fluidas: as fronteiras entre negócios e lazer seguem cada vez mais tênues, enquanto os hóspedes transitam com mais liberdade entre estilos de viagem, orçamentos e experiências.

. Uma nova visão de luxo: do “rough luxury” e das experiências ao ar livre a vilas privativas e hospitalidade residencial, viajantes buscam privacidade, autenticidade e uma conexão mais forte com o destino.

. Bem-estar além do spa: os hotéis ampliam suas ofertas com propostas mais sofisticadas de bem-estar e fitness, refletindo uma atenção crescente à saúde física e mental.

. Design pensado para descoberta: interiores ousados e altamente visuais são cada vez mais concebidos para chamar atenção, enquanto serviço e atmosfera seguem essenciais para a experiência do hóspede.

. O luxo também ganha o mar: novos conceitos como Four Seasons Yachts, The Ritz-Carlton Yacht Collection e Aman at Sea levam a experiência dos hotéis de luxo para o mar.

Resumo da seleção de Chaves MICHELIN 2026

 

 

Uma Chave MICHELIN

2020

Duas Chaves MICHELIN

657

Três Chaves MICHELIN

155

Total de hotéis com Chaves MICHELIN

2.832

Novos hotéis com Chaves MICHELIN que passam a integrar a seleção

470

Novos hotéis Três Chaves, incluindo promoções

Novos hotéis Duas Chaves, incluindo promoções

18

120

Hotéis promovidos dentro da seleção

80+

 

Sobre a seleção hoteleira do Guia MICHELIN

A seleção hoteleira do Guia MICHELIN é baseada no trabalho de seus inspetores, que viajam de forma anônima e independente para identificar hotéis que oferecem experiências excepcionais. A seleção reúne uma ampla variedade de propriedades, de marcos históricos e grandes hotéis a boutiques independentes, refúgios remotos e novas aberturas inovadoras.

A Chave MICHELIN é a distinção hoteleira concedida pelo Guia MICHELIN, equivalente à Estrela MICHELIN para restaurantes. Lançada em 2024 em 15 países da América do Norte, Europa e Ásia, a Chave MICHELIN desde então se tornou uma distinção global.

Os hotéis recebem Uma, Duas ou Três Chaves MICHELIN de acordo com o nível de experiência que oferecem:

. Uma Chave MICHELIN: uma estadia muito especial.

. Duas Chaves MICHELIN: uma estadia excepcional.

. Três Chaves MICHELIN: uma estadia extraordinária.




Visualizar todas as imagens em alta resolução





Aline Gomes
alinegomes@textual.com.br
(21) 7891-5497