MEDIÇÃO DE TERRA

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quinta-feira, 30 de julho de 2026

Grupo Petrópolis conquista ouro e bronze na Copa Brasileira de Lúpulo 2026

 


Projeto de pesquisa da companhia reforça o potencial do cultivo nacional e impulsiona a inovação na cadeia cervejeira

 

O incentivo ao desenvolvimento técnico e científico da indústria nacional de lúpulo pelo Grupo Petrópolis - maior cervejaria com capital 100% nacional - resultou em mais um reconhecimento. A companhia foi premiada com duas medalhas na 5ª edição da Copa Brasileira de Lúpulo: ouro com a variedade Chinook e bronze com a Comet.

A cerimônia de premiação foi realizada em Campinas, no interior de São Paulo, e reuniu produtores de diferentes regiões do país para reconhecer a qualidade do lúpulo cultivado em território nacional. As variedades premiadas do Grupo Petrópolis foram cultivadas na Fazenda São Francisco, localizada junto à fábrica de Teresópolis (RJ).

O projeto começou como um piloto, em 2018, e segue sendo um laboratório para pesquisar diferentes variedades às condições climáticas brasileiras e avaliar suas adaptações, contribuindo para o fortalecimento da produção brasileira do insumo essencial para a indústria cervejeira.

Hoje, o Grupo Petrópolis mantém plantações em Teresópolis (RJ) e Uberaba (MG), que somam 7,5 hectares – a maior área de cultivo de lúpulo homologada pelo Ministério da Agricultura. Ao longo do projeto, já foram plantadas inúmeras variedades de lúpulo, entre elas as premiadas Chinook, que se diferenciam pelas suas notas aromáticas predominantemente resinosas e herbaise, e Comet, que se destaca pelos aromas cítricos e frutados.

“Estamos muito contentes em receber esse reconhecimento importante para o trabalho de pesquisa que fazemos no Grupo Petrópolis. E, como bônus, pudemos apresentar os resultados das espécies que mostraram os melhores resultados de adaptação e aprender mais sobre a plantação de lúpulo no Brasil junto de outros produtores”, comenta Leonardo Penna, especialista em Inovação de Cerveja e Produção do Grupo Petrópolis.

O reconhecimento acontece em um momento de expansão da produção nacional. De acordo com dados da Aprolúpulo (Associação Brasileira de Produtores de Lúpulo), a produção nacional teve um salto superior a 40% no volume colhido entre 2023 e 2024, impulsionada tanto pela ampliação da área plantada quanto pela adoção de técnicas de cultivo mais eficientes.

GRUPO PETRÓPOLIS INVESTE EM INOVAÇÃO PARA FORTALECER O CULTIVO NACIONAL

O projeto de cultivo de lúpulo do Grupo Petrópolis teve início em 2018, na Serra do Capim, em Teresópolis (RJ), e posteriormente foi ampliado para Uberaba (MG), ambas próximas de suas unidades fabris. O objetivo é desenvolver conhecimento técnico sobre a cultura, identificar variedades mais adaptadas ao clima brasileiro e estimular o crescimento.

Além da pesquisa agronômica, o projeto também investe em práticas voltadas à sustentabilidade. Em Teresópolis, houve a implementação de boas práticas com compostagem dos resíduos do lúpulo para aplicação no campo, resultando em uma economia de 75% nos custos de manejo da terra, criando a oportunidade de aplicação de uma estratégia de economia circular que aproveita o resíduo gerado da coleta e trituração das ramas de lúpulo.

“O lúpulo é um ingrediente essencial na produção de cervejas e temos o compromisso de fomentar sua cultura de plantio no Brasil. Essa iniciativa nos traz pioneirismo e a responsabilidade de promover melhorias contínuas no nosso processo produtivo. Para isso, estabelecemos práticas, a partir de estudos para a avaliação e seleção de variedades com melhor desempenho”, conta Penna.

Já em Uberaba, o Grupo Petrópolis aperfeiçoou a mecanização do campo para otimizar o manejo da cultura. A adoção de novas tecnologias garante eficiência nas atividades de manejo, redução de desperdícios e custos operacionais, assim assegurando maior uniformidade na aplicação de insumos e condições mais seguras na lavoura.

Plano Safra 2026/27 é ampliado, mas rigor no acesso ao crédito gera preocupação

 


LS Tractor

Plano Safra 2026/27 é ampliado, mas rigor no acesso ao crédito gera preocupação

Mesmo com o aumento dos recursos e condições mais favoráveis para parte dos produtores, o endurecimento das análises pelos bancos ainda limita o acesso ao financiamento. Diante desse cenário, fabricantes de máquinas oferecem alternativas para manter os investimentos no campo

O aumento dos recursos anunciado pelo Governo Federal no Plano Safra 2026/27 foi recebido de forma positiva pelo setor de máquinas agrícolas, mas o acesso efetivo ao crédito continua sendo motivo de preocupação. Embora o programa amplie o volume de financiamentos e reduza as taxas de juros em algumas modalidades de investimento, o maior rigor das instituições financeiras na concessão de crédito ainda limita a chegada de fato desses recursos ao produtor rural.

O Plano Safra prevê R$ 525,1 bilhões para o crédito da agricultura empresarial, um aumento de R$ 9 bilhões em relação ao ciclo anterior. Desse total, R$ 72,6 bilhões serão destinados aos médios produtores enquadrados no Pronamp e R$ 452,5 bilhões aos demais produtores rurais e cooperativas. Para a agricultura familiar, foram reservados R$ 85,2 bilhões para operações do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), principal linha de crédito voltada aos pequenos produtores.

Segundo Felippe Vieira, diretor comercial da LS Tractor, multinacional sul-coreana com coração brasileiro, o Plano Safra 2026/27 representa um avanço ao ampliar os recursos destinados à agricultura familiar e oferecer condições mais favoráveis em importantes linhas de investimento. No entanto, a efetividade dessas medidas depende da capacidade de o crédito chegar ao campo durante toda a safra.

“Nos últimos anos, vimos recursos anunciados se esgotarem rapidamente ou as operações deixarem de ser aprovadas por causa do maior rigor das instituições financeiras. O produtor precisa ter a segurança de que, quando decidir investir em um trator, encontrará o crédito disponível e condições para contratar esse financiamento”, afirma.

De acordo com o executivo, o aumento da inadimplência observado nos últimos anos contribuiu para que bancos e demais agentes financeiros endurecessem os critérios de concessão de crédito. “Exigências maiores de garantias, análises mais rigorosas e menor apetite para assumir riscos reduziram o número de operações aprovadas. Além disso, enquanto não houver medidas que permitam ao produtor reorganizar sua situação financeira, uma parcela importante continuará sem conseguir acessar esse crédito”, explica Vieira.

Alternativas estratégicas

Mesmo diante desse cenário, a classe produtora precisa manter os investimentos para garantir a continuidade da produção e a competitividade da propriedade. Para os agricultores familiares que buscam mecanizar suas operações, a principal porta de entrada continua sendo o Pronaf. Conforme explica o diretor comercial da LS Tractor, essa modalidade permite financiar tratores de até 80 cavalos com juros equalizados de 5% ao ano, além de oferecer prazos mais longos e período de carência. “Esperávamos uma redução na taxa de juros para aquisição de tratores, mas isso infelizmente não aconteceu. Mesmo assim, o Pronaf continua sendo uma excelente ferramenta para quem está adquirindo o primeiro equipamento ou substituindo seu usado por um novo", cita.

Do portfólio da multinacional, por exemplo, a empresa oferece modelos como MT2, MT4, R50, R65, MT7 além da linha Plus, que permitem aos agricultores familiares ter acesso a tecnologias antes disponíveis apenas em máquinas de maior porte. “O MT4, por exemplo, é um trator extremamente versátil, indicado para atividades como cafeicultura, fruticultura, horticultura, tabaco e pecuária. Costumamos dizer que ele é o ‘SUV’ da propriedade rural pela capacidade de atender diferentes operações”, reforça Vieira.

Como alternativa para ampliar o acesso à mecanização, a marca também vem fortalecendo soluções próprias de financiamento. Uma delas é o consórcio, que passou a ganhar importância estratégica dentro da companhia. Desde o ano passado, a fabricante contempla mensalmente dez tratores, iniciativa que tem ampliado as oportunidades para produtores que desejam investir em novos equipamentos sem depender exclusivamente das linhas tradicionais de crédito rural.

Além do consórcio, o banco de fábrica e as cooperativas de crédito também vêm se consolidando como alternativas para aqueles que encontram dificuldades nas instituições financeiras tradicionais. “As cooperativas costumam conhecer melhor o histórico do produtor e conseguem avaliar cada caso de forma mais próxima. Muitas vezes, operações negadas por bancos comerciais acabam sendo aprovadas por essas instituições, ampliando as possibilidades de acesso ao crédito”, afirma o diretor comercial.

LS segue investindo no Brasil

Mesmo diante de um cenário mais desafiador para o crédito rural, a LS Tractor mantém seu plano de expansão no mercado brasileiro. Desde 2024, a multinacional sul-coreana investiu R$ 40 milhões no País e, recentemente, anunciou um novo aporte de R$ 20 milhões para os próximos dois anos. Os recursos serão destinados à modernização do portfólio de produtos, à infraestrutura da fábrica, aos sistemas de tecnologia da informação e ao fortalecimento da estrutura de pós-venda.

Além disso, prepara o lançamento, ainda este ano, de um novo trator de 80 cavalos voltado ao segmento de entrada, ampliando seu portfólio com equipamentos mais acessíveis, sem abrir mão da tecnologia. “Hoje somos reconhecidos pelos produtos premium que entregam alta produtividade, mas também queremos ampliar a atuação em segmentos mais econômicos. O objetivo é democratizar o acesso à mecanização e oferecer tecnologia para produtores de todos os portes, com equipamentos modernos, eficientes e competitivos”, conclui Vieira.

Sobre a LS Tractor

A LS Tractor é a marca de tratores da sul-coreana LS Mtron, integrante do LS Group – o 13º maior grupo empresarial da Coreia do Sul, com presença global, mais de 21 mil colaboradores e vendas anuais acima de 30 bilhões de dólares. Presente no Brasil com fábrica em Garuva (SC), a empresa atua no setor de máquinas agrícolas com uma linha de tratores voltada a diferentes perfis de produtores. Com mais de 86 concessionárias em território nacional, a LS Tractor tem ampliado sua presença no mercado brasileiro por meio de estratégias baseadas nos dados de mercado, expansão da rede com foco na proximidade com os clientes e desenvolvimento de novas tecnologias em transmissão para atender as demandas do campo.



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Felippe Vieira, diretor comercial da LS Tractor
Felippe Vieira, diretor comercial da LS Tractor
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Kassi Bonissoni
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kassiana.ruralpress@gmail.com
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Conectar inovação ao produtor é o novo desafio do agronegócio brasileiro

 


AgrochemShow

Conectar inovação ao produtor é o novo desafio do agronegócio brasileiro

AgriConnection apresenta durante o Brasil AgrochemShow modelo que integra pesquisa, regulamentação, inteligência comercial e logística para acelerar a chegada de novas tecnologias ao campo

O crescimento dos produtos biológicos, da agricultura digital e da participação de fornecedores internacionais tem ampliado um novo desafio para o agronegócio brasileiro: transformar inovação em acesso efetivo ao produtor rural. O tema será apresentado pela AgriConnection durante o 17º Brasil AgrochemShow, a ser realizado nos dias 3 e 4 de agosto, em São Paulo, evento que reúne empresas e especialistas do mercado global de agroquímicos e bioinsumos.

À medida que o setor amplia a oferta de tecnologias para proteção de cultivos, nutrição vegetal, agricultura de precisão e manejo integrado, cresce também a necessidade de conectar fabricantes, distribuidores, cooperativas e produtores de forma mais eficiente.

Segundo Daniel Dias, presidente do Conselho da AgriConnection, o diferencial competitivo deixou de estar apenas no desenvolvimento de novas soluções. "Hoje, o verdadeiro desafio é transformar inovação em acesso efetivo ao produtor rural. Uma tecnologia de excelência, por si só, não garante sucesso. É preciso compreender profundamente a dinâmica da agricultura brasileira, suas particularidades regionais, seus canais de distribuição e o ambiente regulatório", afirma.

Esse movimento ocorre em um mercado cada vez mais integrado, no qual tecnologias químicas, biológicas, soluções para nutrição vegetal, agricultura de precisão e ferramentas digitais deixam de competir entre si para atuar de forma complementar, permitindo programas de manejo mais eficientes e adaptados às diferentes realidades produtivas.

O avanço dos bioinsumos ilustra essa transformação. Dados da CropLife Brasil mostram que o mercado brasileiro movimentou R$ 6,2 bilhões em 2025, crescimento de 15% em relação ao ano anterior. A área tratada com produtos biológicos alcançou 194 milhões de hectares, alta de 28% sobre 2024. "As soluções biológicas continuarão crescendo de forma consistente, atuando em complementaridade às tecnologias químicas", avalia Dias.

Entrada no mercado exige conhecimento local

Embora o Brasil represente um dos maiores mercados agrícolas do mundo, introduzir uma nova tecnologia no país envolve muito mais do que disponibilizar um produto. O processo exige conhecimento das diferentes regiões produtoras, compreensão das demandas agronômicas, estrutura dos canais de distribuição, logística e atendimento às exigências regulatórias de cada categoria.

Na avaliação da AgriConnection, quatro fatores são decisivos para o sucesso de empresas internacionais no mercado brasileiro: inteligência de mercado, segurança regulatória, eficiência logística e estratégia comercial.

Além da adaptação às condições de clima, solo, pressão de pragas e sistemas produtivos, muitas soluções passam por pesquisas, validações agronômicas, estudos de campo, adaptações de formulação, registro e definição da estratégia de comercialização antes de chegarem ao produtor.

Para atender essas etapas, a empresa atua em conjunto com a Agripedia. Enquanto a AgriConnection concentra as atividades de acesso ao mercado, comercialização, importação, logística e desenvolvimento de negócios, a Agripedia é responsável por pesquisa, desenvolvimento, validação agronômica e inteligência regulatória. "Essa integração reduz riscos, acelera processos e aumenta significativamente as chances de sucesso dos nossos parceiros internacionais", destaca Dias.

Portfólios mais estratégicos

A ampliação da oferta de fornecedores internacionais também permite que distribuidores e cooperativas construam portfólios mais estratégicos, selecionando soluções capazes de responder a desafios agronômicos específicos, e não apenas ampliando o número de produtos disponíveis.

Para as indústrias, isso reduz riscos e facilita a entrada no mercado brasileiro. Para distribuidores e cooperativas, amplia o acesso à inovação. Já para o produtor rural, significa mais alternativas para construir programas de manejo voltados à produtividade, previsibilidade e retorno econômico."O produtor brasileiro tornou-se extremamente técnico em suas decisões. Hoje ele busca produtividade, previsibilidade e retorno econômico", ressalta o executivo.

A relevância dessa integração também pode ser observada no mercado de fertilizantes. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Brasil recebeu 45,5 milhões de toneladas do insumo pelos principais corredores portuários em 2025, demonstrando a dimensão da dependência de fornecedores internacionais e a importância de uma estrutura eficiente de logística e acesso ao mercado.

Brasil AgrochemShow

Durante o Brasil AgrochemShow, a AgriConnection apresentará seu modelo de atuação voltado à integração entre fabricantes globais, canais de distribuição e produtores brasileiros. A feira deverá reunir participantes de mais de 20 países para discutir tendências relacionadas a agroquímicos, bioinsumos, registro de produtos, sustentabilidade e comércio internacional.

Para Dias, a competitividade da agricultura brasileira dependerá cada vez mais da capacidade de integrar ciência, pesquisa, regulamentação, logística e estratégia comercial. "O futuro da agricultura será construído por empresas capazes de transformar inovação em soluções que cheguem ao produtor rural de forma rápida, segura e eficiente."

Sobre a AgriConnection

Somos a rede de acesso que conecta o mercado agro brasileiro às indústrias globais, oferecendo soluções financeiras, amplo portfólio próprio de defensivos, nutrição, fertilizantes e biológicos, com negociações ágeis e logística eficiente.
Nosso modelo inovador traz conveniência e confiabilidade para a melhor tomada de decisão, gerando resultados que fazem a diferença.
 
AgriConnection, o novo jeito de fazer negócios


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Daniel Dias,  AgriConnection
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Buscas por veículos eletrificados novos crescem 15% no primeiro semestre de 2026 na Bahia, revela Webmotors

 

Webmotors

Buscas por veículos eletrificados novos crescem 15% no primeiro semestre de 2026 na Bahia, revela Webmotors

Procura por elétricos 0KM foi a que mais cresceu no período, mas híbridos seguem dominando em volume de buscas

No ranking dos eletrificados 0KM mais buscados no período, o GWM Haval H6 encabeça a lista (Imagem: Divulgação GWM)

São Paulo, julho de 2026 - O mercado de veículos eletrificados segue em expansão na Bahia. Dados do Webmotors Autoinsights, ferramenta que fornece informações sobre o mercado automotivo brasileiro, apontam um crescimento de 15% no interesse por veículos novos elétricos e híbridos no primeiro semestre de 2026 no estado. O levantamento é realizado com base nas buscas e visitas que esses modelos receberam na plataforma entre janeiro e junho de 2026. 

Os modelos 100% elétricos foram os que mais cresceram em buscas no período, com alta de 45% com relação ao mesmo período do ano anterior, enquanto os híbridos cresceram 7%. Por outro lado, quando considerado o volume de buscas, são os híbridos que se destacam, com 71% contra 29% dos elétricos. 

No ranking dos modelos eletrificados 0KM mais buscados no período, o GWM Haval H6 encabeça a lista. Na sequência, estão BYD King, BYD Dolphin Mini, Omoda 5, BYD Seal, BYD Dolphin, Omoda 7, BYD Song Pro, Land Rover Defender e Volvo EX2.

Sobre a Webmotors

A Webmotors (www.webmotors.com.br) foi a primeira marca brasileira a inovar na forma de comprar e vender carros e é o principal ecossistema automotivo, que engloba desde a compra, venda e uso do veículo, oferecendo soluções completas para o segmento no Brasil. Fundada em 1995, Webmotors foi pioneira na inovação do marketplace online automotivo e continua a definir o padrão para compra, venda e pesquisa online automotiva.

Em 2002, o Grupo Santander Brasil se juntou à Webmotors como seu principal parceiro e, em abril de 2013, a empresa deu boas-vindas à carsales.com Ltd., que adquiriu uma participação de 30%. Desde então, a empresa de tecnologia australiana contribuiu para a aceleração do crescimento da Webmotors e, em março de 2023, a carsales.com Ltd. aumentou sua participação acionária na Webmotors para 70%. O Santander mantém os outros 30%, além da exclusividade comercial, sendo o parceiro de crédito, seguros e soluções financeiras para transações feitas por meio da plataforma da Webmotors.

 

Informações para a imprensa 

RPMA Comunicação 

www.rpmacomunicacao.com.br

Jaqueline Nunes - jaqueline.nunes@rpmacomunicacao.com.br

(13) 98821-0853 / (11) 94119-9351

Relações com a imprensa – Webmotors  

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Vinícius Fernandes Chaves – vinicius.chaves@webmotors.com.br

Relações com a imprensa – Santander Brasil

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Luciana Silva – luciana.silva@prservicos.com.br




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Samara Castro
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CHG-MERIDIAN aposta na modernização de hospitais e laboratórios de grande porte do Nordeste para expandir atuação na região

 



CHG-MERIDIAN aposta na modernização de hospitais e laboratórios de grande porte do Nordeste para expandir atuação na região

Multinacional alemã leva modelo de leasing operacional para polos de saúde na Bahia, Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba, viabilizando a atualização contínua de equipamentos médicos e de TI sem comprometer o fluxo de caixa das instituições

A CHG-MERIDIAN, multinacional de gestão de tecnologia e leasing operacional, ampliará sua estratégia comercial com foco na construção de uma presença mais robusta na região Nordeste do Brasil. Como parte deste movimento, a companhia elegeu o setor de Saúde como uma de suas verticais prioritárias, apostando no apoio à infraestrutura de hospitais e laboratórios de grande porte nos estados da Bahia, Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba.

“A rápida evolução das tecnologias médicas tem exigido das instituições de saúde uma atualização constante do seu parque tecnológico. No entanto, a urgência por modernização esbarra em um desafio financeiro estrutural, que é a imobilização de capital em ativos sujeitos à rápida obsolescência”, comenta Vitória Lippe,  account manager-sales da CHG-MERIDIAN para a área de saúde. Para solucionar esse gargalo, a companhia apresenta aos polos de saúde nordestinos um modelo baseado no uso em vez de propriedade. Por meio do leasing operacional, os hospitais podem transformar pesados investimentos de capital (CAPEX) em despesas operacionais (OPEX), garantindo acesso à inovação sem descapitalizar a operação.

"O Nordeste possui complexos hospitalares de excelência que demandam tecnologia de ponta para garantir diagnósticos precisos e os melhores desfechos clínicos aos pacientes. No entanto, trabalhar com equipamentos de última geração não precisa significar o engessamento do caixa da instituição”, explica a executiva. “Nossa missão é atuar como parceiros de longo prazo desses hospitais, permitindo que a liderança médica tenha acesso contínuo ao que há de mais moderno, enquanto a diretoria financeira preserva seus recursos para focar na expansão e no cuidado humano, que é a verdadeira atividade-fim”, completa.

Foco em alta complexidade e flexibilidade contratual 

A atuação da CHG-MERIDIAN no Nordeste mira ativos de alto valor agregado. O portfólio inclui desde a infraestrutura de TI que suporta a gestão hospitalar até tecnologias avançadas de diagnóstico por imagem, como ultrassom, tomografia computadorizada, ressonância magnética e sistemas de raio X. A empresa também apoia a modernização de centros cirúrgicos completos, viabilizando a incorporação gradual de plataformas de robótica cirúrgica, ventiladores pulmonares e carrinhos de anestesia.

Outro diferencial que será levado aos hospitais nordestinos é a total independência da CHG-MERIDIAN em relação a bancos e fabricantes. Isso permite que a instituição de saúde escolha livremente a marca do equipamento que melhor atende ao seu corpo clínico. Além disso, a flexibilidade contratual do leasing operacional permite upgrades de software e a incorporação de novos componentes ao longo do uso por meio de aditivos ágeis, garantindo que o hospital acompanhe a velocidade das inovações, incluindo aplicações de inteligência artificial para apoio diagnóstico.

“Com esse movimento focado no aprofundamento das relações no Nordeste, reforçamos nosso compromisso de viabilizar a transformação digital de grandes empresas brasileiras, equilibrando a modernização tecnológica com a sustentabilidade financeira e a responsabilidade da economia circular no descarte e renovação desses equipamentos”, finaliza Vitória.

 


Pamela Moraes
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Reta final das férias: uso prolongado de telas pode aumentar dores na coluna de crianças e adolescentes

 



INTO

Reta final das férias: uso prolongado de telas pode aumentar dores na coluna de crianças e adolescentes

Especialista do INTO orienta sobre postura correta e destaca pequenas mudanças de hábito que ajudam a proteger a coluna

Nos últimos dias das férias escolares, é comum que crianças e adolescentes passem mais tempo em casa utilizando celulares, tablets, computadores e videogames. O aumento do tempo em frente às telas, no entanto, pode trazer consequências para a saúde da coluna quando os dispositivos são usados de forma inadequada. Segundo o ortopedista e chefe do Centro de Doenças da Coluna do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (INTO), Luís Eduardo Carelli, o número de crianças e adolescentes com queixas relacionadas à má postura tem crescido nos consultórios.

"Percebemos um aumento significativo desse tipo de queixa. As dores mais frequentes são na região cervical, no pescoço, e na parte alta das costas, geralmente associadas ao hábito de permanecer muito tempo olhando para baixo durante o uso de celulares, tablets e outros dispositivos", explica.

Entre as alterações mais comuns está a cervicalgia — dor na região do pescoço — e o aumento da cifose postural, caracterizada pela postura curvada para a frente. Segundo o especialista, estudos mostram que manter a cabeça inclinada por longos períodos aumenta o estresse biomecânico sobre a coluna cervical e torácica, isto é, faz com que a coluna do pescoço e da parte superior das costas suporte uma carga maior do que foi projetada, favorecendo o surgimento de dores e desconfortos. 

Apesar de, na maioria dos casos, essas alterações serem reversíveis com a correção dos hábitos posturais e, quando necessário, tratamento fisioterapêutico, elas podem impactar a rotina das crianças.

"Normalmente, esses hábitos não provocam consequências permanentes na vida adulta, mas podem causar dores, desconforto e até reduzir a concentração durante os estudos, dificultando o aprendizado", destaca o médico.

Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, o principal fator de risco não é a fase de crescimento, mas sim a maneira como os dispositivos são utilizados.

Utilizar celulares e tablets com a coluna apoiada no encosto de uma cadeira ou sofá e manter a tela na altura dos olhos reduz significativamente a sobrecarga sobre a coluna. Já permanecer curvado, olhando para baixo, ou utilizar o aparelho apenas com uma das mãos aumenta o esforço sobre músculos, ligamentos e articulações.

Além das dores na coluna, a postura inadequada também pode provocar sobrecarga mecânica nos ombros, cotovelos e dedos.

Orientações para os pais

Pequenas mudanças na rotina ajudam a reduzir os impactos do uso prolongado das telas:

  • manter celulares e tablets na altura dos olhos;
  • apoiar os braços sobre uma mesa ou outra superfície durante o uso;
  • sentar-se com as costas apoiadas no encosto da cadeira ou do sofá;
  • fazer pausas frequentes para levantar, caminhar e mudar de posição;
  • estimular atividades físicas e brincadeiras ao ar livre, reduzindo o tempo contínuo em frente às telas.

"Essa simples adaptação na forma de utilizar celulares, tablets e até videogames reduz o estresse mecânico sobre a coluna e diminui o risco de dores e desconfortos", conclui o especialista.

 




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quarta-feira, 29 de julho de 2026

 Pode ser uma imagem de texto que diz "ANSLIMA IMA @NINJASDA153 SE O CAMINHÃO É MEU, COMPRADO COM O MEU TRABALHO, PORQUE ELE PODE SER APREENDIDO SE EU NÃO PAGAR O IPVA E EO O LICENCIAMENTO? PARECE QUE ESTOU PAGANDO ALUGUEL DO QUE É MEU. ISSO PRECISA MUDAR, DIZ LEITOR."

Itabuna agora tem 141 mil eleitores

JORNAL A REGIÃO

Itabuna chegou a 141.218 eleitores aptos a votar nas eleições deste ano, sendo o principal colégio eleitoral do sul da Bahia. A vizinha Ilhéus soma 129.771 e outras cidades contribuem para uma força eleitoral de mais de 500 mil eleitores. A região só fica atrás da RMS e da grande Conquista.

Vitória da Conquista é o terceiro colégio eleitoral, com 264.091 eleitores; atrás de Feira de Santana com 434.532 e Salvador com 1.951.716. Camaçari é o quarto, com 210.364. Juazeiro vem a seguir com 164.783, Lauro de Freitas com 162.989, Itabuna, Ilhéus e Porto Seguro com 115.310 votantes.

A Bahia registra 11.321.005 eleitores aptos para as eleições de 2026, que vai eleger presidente, governadores, deputados federais e estaduais. O estado é o quarto maior colégio eleitoral, atrás de São Paulo (34 milhões), Minas Gerais (16 milhões) e Rio de Janeiro (quase 13 milhões).

Na Bahia, 10.706.119 já fizeram o cadastro biométrico, 94,57%, e não chegou a 100% porque há leniência do TRE, ao aceitar o voto sem biometria. 53% (5.973.532) dos eleitores são mulheres e 47% (5.347.433) homens. O voto é obrigatório entre 18 e 70 anos, facultativo para maiores de 16 anos.

Itabuna completa 116 anos renovada

 

jornal a região

No início era uma parada na trilha de Ilhéus a Conquista, onde hoje é Ferradas, para descanso dos animais, compra e venda de mantimentos. Isso por volta de 1857. Perto dali, os pioneiros e primos Félix Severino do Amor Divino e Firmino Alves, sergipanos, começaram uma roça na beira do Rio Cachoeira.

Os dois foram atraindo mais sergipanos e no final do século, em 1897, tentaram se emancipar de Ilhéus, sem sucesso. Em 1906 finalmente virou a Vila de Tabocas, com os terrenos para a administração doados por Firmino. Crescendo em torno do cacau, o local se tornou Itabuna, independente, em 1910.

A origem em comerciantes sergipanos, árabes, sírios, capixabas e libaneses moldou o espírito da cidade, principal pólo de comércio e serviços do interior baiano, por onde cerca de um milhão de pessoas transitam. Hoje com 200 mil habitantes, passa por uma transformação só comparável à era máxima do cacau.

Nos últimos seis anos, foram concluídos ou estão em andamento obras que mudam a estrutura, o trânsito e o perfil da cidade, como um viaduto ligado a uma avenida duplicada, uma nova ponte, a urbanização da orla, a transformação das praças em locais dinâmicos, a saída para Ilhéus ampliada.

Não é o mesmo luxo e a prosperidade da época em que o cacau atingiu sua maior cotação internacional, nos anos 80, quando só se via carros 0km numa cidade que respirava dinheiro. Mas tem o mesmo poder transformador, depois de quase quatro décadas de estagnação administrativa.

A Itabuna de hoje continua sendo uma das cidades mais hospitaleiras do país, uma de suas marcas mais positivas, mas retomou o impulso de renovação e crescimento que se via há 40 anos. Segue como líder econômico do sul da Bahia, porém com mais conforto, lazer, esporte, cultura e mobilidade. Viva Itabuna.

Agricultor paranaense triplica a produtividade do milho e estabelece recorde nacional

 


Getap

Agricultor paranaense triplica a produtividade do milho e estabelece recorde nacional

Eduardo Pletz alcançou 369,92 sacas por hectare no Concurso de Produtividade do Milho do Getap Verão 2026, e atribui a conquista ao rigoroso manejo do solo construído pela família ao longo das últimas décadas, aliado à adoção criteriosa de tecnologias validadas pela pesquisa

Enquanto a produtividade média do milho primeira safra no Brasil é estimada em 119 sacas por hectare na temporada 2025/26, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o produtor paranaense Eduardo Pletz, de Guarapuava (PR), triplicou essa marca e alcançou 369,92 sc/ha estabelecendo um novo recorde nacional. O resultado foi o grande destaque do Concurso Getap Verão 2026, realizado pelo Grupo Tático de Produtividade do Milho.

Há pouco mais de dez anos, Eduardo Pletz tomou uma decisão que mudaria os rumos da sua carreira. Formado em Medicina Veterinária e atuando havia mais de uma década na área de nutrição animal em uma importante cooperativa de seu estado, ele deixou o emprego para retornar à propriedade da família e assim ajudar o pai a dar continuidade ao trabalho iniciado pelo avô.

A escolha, motivada pelo início do processo de sucessão familiar, transformou-se em um caso de sucesso no campo. “Em 2016 decidi voltar para a nossa propriedade para trabalhar ao lado do meu pai e garantir a continuidade dos negócios da família. Hoje conduzimos juntos toda a operação agrícola e já estamos preparando meu filho, que está cursando Agronomia e também participa das atividades. É um conhecimento que passa de geração para geração, sempre incorporando novas tecnologias”, afirma o agricultor.

Os segredos do campeão

A propriedade da família Pletz possui 110 hectares, onde o sistema produtivo é baseado na diversificação e na rotação de culturas. No verão, cerca de 30% da área é destinada ao milho e 70% à soja. Durante o inverno, são cultivadas cevada e trigo nas áreas de soja, enquanto as áreas destinadas ao milho recebem plantas de cobertura, como ervilha, ervilhaca e aveia, estratégia voltada à melhoria da estrutura física e da fertilidade do solo.

Segundo o produtor, o recorde alcançado não é resultado de uma única decisão, mas da construção de um sistema produtivo aperfeiçoado ao longo de décadas. “Esse trabalho de manejo e estruturação do solo vem desde o meu avô, e nós apenas damos continuidade. Quando existem áreas bem manejadas, aliado ao capricho, à tecnologia e às condições climáticas favoráveis, o resultado aparece. Não existe receita pronta, é uma construção feita ao longo dos anos”, detalha.

Outro diferencial está na adoção de tecnologias respaldadas por pesquisa regional. Pletz explica que todas as decisões técnicas da fazenda são baseadas nas recomendações da Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária (FAPA), responsável por validar materiais genéticos e práticas de manejo adaptadas às condições da região. “Neste ano utilizamos variedades novas, com genética mais avançada e alguns ajustes tecnológicos que contribuíram para elevar ainda mais os resultados. O híbrido P25300PWU, da Pioneer® Sementes, com o qual concorremos, está em seu primeiro ano comercial e já demonstrou um enorme potencial produtivo”, afirma.

Além disso, o ajuste fino do manejo, aliado ao clima favorável, também desempenhou papel importante. “Tivemos noites frias, dias quentes e uma distribuição de chuvas muito boa. Isso favoreceu o desenvolvimento da cultura, mas só produz resultado quando o restante do sistema já está preparado”, detalha Pletz.

Reconhecimento

O desempenho obtido no concurso também se refletiu na fazenda, que registrou a maior produtividade média de sua história. Agora, segundo Pletz, o objetivo é adaptar, sempre que possível, as tecnologias utilizadas na área campeã para o restante da propriedade. “Nem tudo pode ser replicado exatamente da mesma forma em áreas maiores, mas tudo o que for viável nós vamos incorporar. A agricultura exige evolução constante, e assim seguiremos”, adianta o produtor.

Embora o resultado tenha surpreendido por uma lavoura conduzida em sistema de sequeiro superar produtividades obtidas em áreas irrigadas, Pletz acredita que o maior legado da conquista vai além dos números. Para ele, o concurso estimula a busca constante por conhecimento e fortalece o intercâmbio entre produtores. “O Getap incentiva o produtor a evoluir todos os anos. O mais importante é a troca de experiências. Cada região possui suas particularidades, e todos aprendem quando compartilham informações. Precisamos trabalhar juntos para tornar a agricultura cada vez mais eficiente e produtiva”, diz.

O Concurso

Além de reconhecer os produtores com os maiores rendimentos do país, o Concurso de Produtividade do Milho do Getap tem como principal objetivo estimular a adoção de boas práticas de manejo e promover a troca de conhecimento entre agricultores, pesquisadores, consultores e empresas do setor. Na edição Verão 2026, os resultados reforçaram o avanço da tecnologia e da gestão agrícola na cultura do milho, com produtividades recordes e participação crescente de produtores de diferentes regiões do Brasil.

Para Gustavo Capanema, coordenador técnico do Getap, o desempenho obtido pelos participantes demonstra que o acesso à informação, às novas tecnologias e às recomendações técnicas está cada vez mais disseminado no campo. “Temos milho sendo produzido praticamente em todo o Brasil, com tetos produtivos altíssimos. Isso mostra que a tecnologia desenvolvida pelas empresas, técnicos, pesquisadores e demais profissionais envolvidos, está sendo propagada e disseminada”, afirma.

Ainda segundo Capanema, nesse cenário, a conquista da família Pletz representa não apenas um recorde de produtividade, mas também o resultado de um trabalho baseado em planejamento, sucessório, manejo do solo e aplicação consistente de tecnologias validadas pela pesquisa. “Todos esses fatores certamente contribuirão para elevar o potencial produtivo da agricultura brasileira”, finaliza o coordenador técnico do Getap.



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Ruralpress

Kassi Bonissoni
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Levantamento aponta os 10 carros de até R$ 50 mil mais buscados na Bahia, segundo a Webmotors

 


Webmotors

Levantamento aponta os 10 carros de até R$ 50 mil mais buscados na Bahia, segundo a Webmotors

Ranking do Webmotors Autoinsights traz clássicos como Gol, Palio e Uno entre os modelos usados mais procurados pelos usuários baianos na plataforma nos últimos seis meses

Liderança ficou com o clássico Volkswagen Gol (Imagem: Divulgação Webmotors)

São Paulo, julho de 2026 – Estudo do Webmotors Autoinsights, ferramenta que fornece dados e informações sobre o mercado automotivo brasileiro, apresenta o ranking dos carros usados de até R$ 50 mil mais buscados na Bahia. O levantamento considerou as buscas e visitas na plataforma entre janeiro e junho de 2026 no estado para os modelos nessa faixa de preço.

A liderança ficou com o clássico Volkswagen Gol, o veículo usado mais vendido em todo o país em 2025, segundo dados da Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores (Fenauto). Na segunda posição aparece o Fiat Palio, seguido por Fiat Uno (3º), Ford Fiesta (4º), Ford Ka (5º), Renault Sandero (6º), Chevrolet Celta (7º), Honda Civic (8º), Ford Focus (9º) e Chevrolet Corsa (10º). 

Confira abaixo o ranking dos carros usados de até R$ 50 mil mais buscados na Bahia entre janeiro e junho de 2026:

Sobre a Webmotors

A Webmotors (www.webmotors.com.br) foi a primeira marca brasileira a inovar na forma de comprar e vender carros e é o principal ecossistema automotivo, que engloba desde a compra, venda e uso do veículo, oferecendo soluções completas para o segmento no Brasil. Fundada em 1995, Webmotors foi pioneira na inovação do marketplace online automotivo e continua a definir o padrão para compra, venda e pesquisa online automotiva.

Em 2002, o Grupo Santander Brasil se juntou à Webmotors como seu principal parceiro e, em abril de 2013, a empresa deu boas-vindas à carsales.com Ltd., que adquiriu uma participação de 30%. Desde então, a empresa de tecnologia australiana contribuiu para a aceleração do crescimento da Webmotors e, em março de 2023, a carsales.com Ltd. aumentou sua participação acionária na Webmotors para 70%. O Santander mantém os outros 30%, além da exclusividade comercial, sendo o parceiro de crédito, seguros e soluções financeiras para transações feitas por meio da plataforma da Webmotors.

 

Informações para a imprensa 

RPMA Comunicação 

www.rpmacomunicacao.com.br

Jaqueline Nunes - jaqueline.nunes@rpmacomunicacao.com.br

(13) 98821-0853 / (11) 94119-9351

Relações com a imprensa – Webmotors  

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Vinícius Fernandes Chaves – vinicius.chaves@webmotors.com.br

Relações com a imprensa – Santander Brasil

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Samara Castro
samara.castro@rpmacomunicacao.com.br
(11) 5501-4655

Projeto inovador da UNIASSELVI aponta que El Niño de 2026 será um dos mais fortes já registrados na história e antecipa os impactos no Brasil

 

Vitru Educação


Projeto inovador da UNIASSELVI aponta que El Niño de 2026 será um dos mais fortes já registrados na história e antecipa os impactos no Brasil


Pesquisa utiliza inteligência artificial, automação e análise integrada de estudos científicos e alerta para efeitos em cadeia sobre a produção de alimentos, geração de energia, logística e qualidade de vida da população


Pesquisa alerta para efeitos em cadeia sobre a produção de alimentos, geração de energia, logística e qualidade

Os principais centros de monitoramento climático do mundo convergem para um mesmo cenário: o El Niño iniciado em 2026 tem potencial para se tornar um dos mais intensos da história recente e permanecer ativo até o início de 2027. A partir da integração dessas projeções, pesquisadores da UNIASSELVI desenvolveram um estudo inovador, que aponta elevada probabilidade de um Super El Niño, capaz de provocar impactos expressivos sobre a agricultura, a economia, o meio ambiente, a geração de energia e a saúde pública em diferentes regiões brasileiras.

O trabalho foi desenvolvido pelos pesquisadores Fábio Henrique Moisés e Matheus Fernando Cunha, acadêmicos do curso de Engenharia de Software da UNIASSELVI, sob orientação do professor e coordenador dos cursos de Tecnologia da instituição, Pedro Sidnei Zanchett. A pesquisa reúne e cruza informações de organismos nacionais e internacionais, como NOAA, NASA, INPE, INMET, CEMADEN e Instituto Internacional de Pesquisa sobre Clima e Sociedade (IRI), utilizando automação, inteligência artificial e análise de dados para consolidar evidências e produzir uma visão integrada sobre o cenário climático esperado para o Brasil. 

Segundo a pesquisa, há 97% de probabilidade de o fenômeno permanecer até o início de 2027 e 81% de chance de atingir intensidade considerada muito forte, condição registrada apenas em poucos episódios ao longo dos últimos 150 anos. Entre os impactos esperados estão secas prolongadas nas regiões Norte e Nordeste, ondas de calor e redução das chuvas no Centro-Oeste e parte do Sudeste, aumento das enchentes na Região Sul e reflexos diretos sobre a produção agrícola, os preços dos alimentos e a geração de energia elétrica.

"A inovação da pesquisa está em integrar inteligência artificial, automação e conhecimento científico para apoiar decisões em situações de risco. As mudanças climáticas exigem uma nova forma de interpretar dados. A tecnologia pode reduzir o tempo entre a identificação do risco e a tomada de decisão. Nosso foco é transformar informação em capacidade de resposta”, explica o professor Pedro Zanchett.

Impactos no bolso e na saúde do brasileiro

Os impactos do Super El Niño devem ir muito além das mudanças no clima. A pesquisa da UNIASSELVI aponta que a agricultura brasileira estará entre os setores mais afetados, embora de maneiras diferentes em cada região do país. Enquanto o excesso de chuvas poderá comprometer culturas como arroz e trigo no Sul, a estiagem e as temperaturas elevadas tendem a pressionar a produção de soja, milho, café e outras culturas no Centro-Oeste, Norte e Nordeste, além de afetar pastagens e aumentar o estresse térmico dos rebanhos. O resultado pode ser uma redução na produtividade agrícola e maior pressão sobre os preços dos alimentos.

Os reflexos também podem atingir diretamente a economia. A combinação entre perdas na produção agrícola, aumento do consumo de energia elétrica durante ondas de calor e necessidade de maior acionamento de usinas termelétricas pode pressionar a inflação e elevar custos para consumidores e empresas. Além disso, eventos extremos como enchentes e secas tendem a afetar a logística nacional, provocando interrupções em rodovias, ferrovias e operações portuárias, com impactos sobre o abastecimento e as exportações brasileiras.

Na área ambiental, os pesquisadores alertam para o risco de agravamento das queimadas na Amazônia, no Cerrado e no Pantanal, além da possibilidade de uma nova seca severa na região amazônica. No Sul do país, por outro lado, a tendência é de aumento das chuvas, favorecendo enchentes, deslizamentos de terra e outros eventos extremos capazes de causar prejuízos econômicos e sociais. O estudo também destaca que esses fenômenos podem acelerar a degradação de ecossistemas já fragilizados pelas mudanças climáticas.

A saúde pública também pode sentir os efeitos do fenômeno. Ondas de calor mais intensas tendem a elevar os casos de problemas cardiovasculares e respiratórios, enquanto a fumaça das queimadas pode comprometer a qualidade do ar em diferentes regiões do país. Ao mesmo tempo, a alternância entre períodos secos e chuvas intensas favorece a proliferação do mosquito Aedes aegypti, aumentando o risco de doenças como dengue, chikungunya e zika, além de elevar a incidência de leptospirose em áreas sujeitas a enchentes.

Trabalho inovador para prevenção de desastres

Embora o artigo tenha como foco o comportamento do fenômeno climático, o objetivo principal da pesquisa é ampliar o uso da tecnologia na prevenção e na resposta a desastres naturais. O estudo faz parte de uma linha de investigação desenvolvida na UNIASSELVI voltada à criação de sistemas inteligentes de apoio à decisão, capazes de integrar grandes volumes de dados, automatizar análises e auxiliar gestores públicos na tomada de decisões diante de eventos extremos. 

"A proposta vai muito além de acompanhar previsões meteorológicas. Nosso objetivo é transformar informações dispersas em inteligência para apoiar decisões que podem reduzir impactos sociais, econômicos e ambientais provocados por desastres naturais", destaca.

A iniciativa está conectada à tese de doutorado do professor, intitulada RADIAN, que propõe uma arquitetura de referência para sistemas de apoio à decisão voltados ao gerenciamento de desastres naturais. O projeto de iniciação científica amplia essa pesquisa ao investigar como inteligência artificial generativa, computação em nuvem e automação podem integrar informações produzidas por diferentes órgãos responsáveis pelo monitoramento climático e pela gestão de riscos. 

Para os estudantes que participaram do projeto, a utilização de inteligência artificial não substitui o conhecimento científico produzido pelos grandes centros de pesquisa, mas potencializa sua aplicação prática. “A inteligência artificial permite consolidar milhares de informações produzidas por diferentes instituições e transformá-las em análises capazes de apoiar decisões mais rápidas e fundamentadas. O desafio não é produzir mais dados, mas conectar o conhecimento que já existe”, destaca Fábio Henrique Moisés.

“O consenso entre os principais modelos climáticos internacionais é um sinal importante de que o país deve se preparar. Nossa pesquisa organiza essas evidências e demonstra como tecnologias inteligentes podem contribuir para aumentar a capacidade de resposta diante de eventos extremos”, acrescenta Matheus Fernando Cunha.

O trabalho completo desenvolvido pelo professor e pelos acadêmicos da UNIASSELVI pode ser acessado neste link: O Pacífico aquece outra vez: o Super El Niño que pode redesenhar o clima do Brasil

 

Sobre a UNIASSELVI

A UNIASSELVI é uma das mais conceituadas instituições de ensino superior do Brasil. Com uma oferta diversificada de mais de 500 cursos, que incluem Graduação, Pós-Graduação, Profissionalizantes e Técnicos, nas modalidades presencial, semipresencial e a distância (EAD), a instituição se destaca pela sua abrangência e qualidade educacional. Presente em todos os estados brasileiros, a UNIASSELVI conta com uma ampla rede de mais de 1,3 mil polos e mais de 16 unidades de ensino presencial. É reconhecida como a única instituição de grande porte nacional a receber nota máxima no Recredenciamento Institucional, concedido pelo Ministério da Educação (MEC). A missão da UNIASSELVI é fornecer os recursos e o suporte necessários para que os alunos construam suas próprias histórias e alcancem o sucesso acadêmico e profissional, promovendo assim o desenvolvimento pessoal e profissional de cada estudante.

 


Pesquisa alerta para efeitos em cadeia sobre a produção de alimentos, geração de energia, logística e qualidade
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Engajamento no trabalho diminui: como o RH pode reverter essa realidade?

 


Por Jordano Rischter

Apenas um em cada cinco profissionais ao redor do mundo afirma estar verdadeiramente engajado no trabalho. O índice, divulgado no relatório “State of the Global Workplace 2026”, da Gallup, representa a segunda queda consecutiva desse indicador, evidenciando uma realidade preocupante: em um cenário marcado por transformações aceleradas, novas formas de trabalho e mudanças nas expectativas dos profissionais, insistir que o engajamento depende apenas de ações do RH significa atacar os sintomas, e não as causas do problema. 

Um dos pontos mais cruciais de ser esclarecido nesse sentido, é que o engajamento é uma consequência direta da percepção de pertencimento, propósito, desenvolvimento e confiança — elementos que se constroem, diariamente, nas relações entre líderes, equipes e cultura organizacional. O mesmo estudo da Gallup, inclusive, comprova isso, ao compartilhar que 70% da variação desse sentimento nas equipes está diretamente associada à qualidade da liderança local. 

Por que, então, essa realidade está longe de ser alcançada em muitas empresas? Principalmente, pelas mudanças na forma como cada um se relaciona com seu trabalho. Hoje, os profissionais buscam muito mais do que uma boa remuneração e estabilidade: esperam encontrar propósito, oportunidades contínuas de desenvolvimento, autonomia para desempenhar suas funções e um ambiente onde sintam que suas contribuições são valorizadas.  

Apesar disso, ainda é comum ver organizações tentarem responder a essas expectativas por meio de ações isoladas — como campanhas de engajamento, benefícios pontuais ou eventos internos — quando o principal fator que molda essa percepção está na experiência cotidiana de cada um, especialmente com seus líderes. É na interação diária com os gestores, a dinâmica dos times e a coerência da cultura organizacional que o engajamento é fortalecido ou perdido. Más experiências nesse sentido, naturalmente, acabam por desconectar as partes e prejudicar a satisfação e realização no exercício diário no ambiente corporativo. 

Antes de tudo, os profissionais querem clareza a respeito de para onde a empresa está caminhando e qual é o seu papel nessa trajetória. É difícil manter alguém engajado quando os objetivos do negócio são difusos ou quando cada colaborador não consegue enxergar como seu trabalho contribui para os resultados coletivos. Da mesma forma, existe uma expectativa crescente por desenvolvimento contínuo - mais do que promoções, as pessoas buscam perceber que estão evoluindo, adquirindo novas competências e construindo uma carreira com perspectivas concretas de crescimento. 

Há, ainda, um fator extremamente delicado: a conexão com a cultura organizacional. O engajamento se fortalece quando existe coerência entre o discurso e a prática, fazendo com que os valores propagados pela empresa sejam percebidos no comportamento das lideranças, nas decisões tomadas e na forma como as pessoas são tratadas. Quando essa consistência dá lugar à dissonância entre o que se comunica e o que efetivamente se vivencia no dia a dia, a confiança se perde. 

É justamente nesse ponto que a liderança assume um papel decisivo. Afinal, são os líderes que transformam a estratégia em realidade no dia a dia, dando contexto às decisões, traduzindo os objetivos do negócio, reconhecendo conquistas, desenvolvendo talentos, promovendo um ambiente de segurança psicológica e ajudando cada profissional a compreender como sua atuação contribui para um propósito maior. 

Reverter esse cenário exige que as empresas compreendam que esse não é um índice  que nasce de iniciativas isoladas, mas das decisões que tomam, diariamente, sobre como gerir pessoas – indo desde escolher quem ocupará as posições de liderança, a como preparar esses profissionais para desenvolver talentos, oferecer feedbacks consistentes, reconhecer resultados e cultivar relações baseadas na confiança, garantindo que a cultura organizacional deixe de existir apenas nos discursos e se manifeste na prática. 

Quando existe clareza de propósito, oportunidades reais de crescimento, coerência entre discurso e prática, e lideranças capazes de transformar esses elementos em experiências positivas, o engajamento deixa de ser uma meta perseguida pelo RH e passa a ser uma consequência natural de um ambiente onde as pessoas encontram motivos genuínos para permanecer, contribuir e crescer. 

Jordano Rischter é headhunter e sócio da Wide Executive Search, boutique de recrutamento executivo focado em posições de alta e média gestão.     

    

Sobre a Wide:     

https://wide.works/     

Com mais de 50 anos de experiência combinada, a Wide é especialista em recrutamento executivo alinhado às necessidades e objetivos de cada empresa. Seu foco é fortalecer a governança corporativa, com atendimento exclusivo e processos ágeis e assertivos, conduzidos pela expertise de seus sócios. 



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Nathália Bellintani


Tel: +55 (11) 9848-4042
Email: nathalia@informamidia.com.br
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Appian / Atlantic Nickel apresenta novo projeto subterrâneo no Sul da Bahia e agenda socioambiental durante SEMBA 2026

 

Appian Capital Brazil



Appian / Atlantic Nickel apresenta novo projeto subterrâneo no Sul da Bahia e agenda socioambiental durante SEMBA 2026

  • Público terá acesso a estande interativo e experiência imersiva com óculos de realidade virtual que mostra o projeto subterrâneo da Mina de Santa Rita, no município de Itagibá;
  • Visitantes do espaço poderão conhecer as fases do processo de recrutamento e seleção, bem como ter acesso ao banco de oportunidades da empresa;
  • Companhia regenera 388,37 hectares de Mata Atlântica, área equivalente a 543 campos de futebol na região;
  • Gilcimar Oliveira, diretor de ESG e Pessoas, apresentará a Atlantic Nickel em um dos painéis, e Guilherme Guedes, gerente de Assuntos Corporativos, mostrará case sobre iniciativas socioambientais realizadas no estado da Bahia;



A Appian Capital Brazil, fundo de investimento privado especializado em mineração, confirma presença no SEMBA 2026 com novidades. Durante a 8ª edição do evento, o grupo de origem britânica com oito anos de atuação no país, e presente em dois estados, proporcionará uma experiência imersiva ao público presente. Em um espaço interativo de 12m², a companhia disponibilizará uma experiência submersa no universo da mineração, para apresentar o projeto subterrâneo da Mina de Santa Rita da Atlantic Nickel, ativo do grupo produtor de níquel sulfetado verde no sul do estado.

Com o uso de óculos de realidade virtual, o público presente no evento em Feira de Santana terá a oportunidade de realizar um tour e conferir o projeto de operação de níquel no município de Itagibá (BA), que consiste na transição da operação de lavra a céu aberto (extração realizada na superfície da terra) para o método de extração do minério em subsolo profundo. Isso estenderá a vida útil da mina para mais de 30 anos, atingindo uma produção anual de cerca de 30.000 toneladas de níquel. Dentre os avanços mais recentes do projeto, foi realizada a abertura do Portal Sul e, atualmente, já ultrapassamos a marca de 200 metros de túneis construídos.

Além da experiência digital, o público do SEMBA 2026 interessado em conhecer e ingressar no setor mineral poderá, por meio de totens interativos, conhecer o grupo, ter acesso ao seu banco de oportunidades, às fases do processo de recrutamento e seleção e, também, explorar os projetos socioambientais.

Desde outubro de 2019, a Atlantic Nickel mantém um compromisso contínuo com o fomento econômico e a preservação ambiental nas regiões onde atua, operando uma mina a céu aberto com capacidade de processamento de cerca de 6,6 milhões de toneladas de minério por ano.

 

Compromisso com o meio ambiente e a sustentabilidade

Com o propósito de desenvolver as regiões onde atua, aliado a um sólido compromisso ambiental, a Appian/Atlantic Nickel protege 554,51 hectares de Reserva Legal e regenera 388,37 hectares de Mata Atlântica nas regiões de Ipiaú e Itagibá, área equivalente a 543 campos de futebol. Para dar suporte a essa frente, um viveiro próprio em Itagibá, com capacidade anual de 120 mil mudas, produziu 147 mil unidades de espécies nativas nos últimos quatro anos. Essa restauração apoia-se no monitoramento de 387 espécies da fauna e no mapeamento trimestral de 464 espécies da flora local, que resultou no florescimento de 4.200 árvores desde 2018 e no reflorestamento direto de 274 hectares com o plantio de 50 mil mudas nativas. As iniciativas integram o aporte de investimento de R$ 28,7 milhões em gestão ambiental realizado nos últimos quatro anos (média anual de R$ 7,2 milhões).

No que tange à preservação de recursos hídricos, o ativo reaproveita 85% da água no processo industrial. O resultado de todas essas iniciativas reflete na conquista, pelo sexto ano consecutivo, do Selo Ouro no Inventário de Gases de Efeito Estufa (GEE) e do Programa Brasileiro GHG Protocol. Estimulando o fomento da cultura da economia circular na região, a companhia destina materiais recicláveis para associações locais de catadores por meio de seu Centro de Triagem de Materiais, mantendo uma taxa de reciclagem de 90% dos resíduos de sua operação.

 

Painéis Semba 2026: Mineração sustentável e avanços da nova operação subterrânea

Nesta edição, por meio da apresentação de dois painéis, a companhia reforça seu compromisso ao apresentar suas práticas sustentáveis aliadas ao seu modelo de gestão inteligente, consolidando-se como uma importante fomentadora da transição energética. Confira abaixo a programação:

 

Quinta-feira, 06 de agosto de 2026

A Bahia no Centro da Transição Energética Global: o modelo Atlantic Nickel de Mineração Sustentável

    • Palestrantes: Gilcimar Oliveira, Diretor de ESG e Pessoas da Appian Capital Brazil;
      • Horário: 14h10 às 14h30

 

Sexta-feira, 07 de agosto de 2026

Case Pessoas, Comunidades e a Integração Social em transição na Atlantic Nickel

    • Palestrantes: Guilherme Guedes de Paula, Gerente de Assuntos Corporativos, Performance Social e Governança da Appian Capital Brazil.
      • Horário: 8h30 às 9h10

Serviço:

Appian Capital Brazil na 8ª edição do SEMBA 2026

 

Para saber mais sobre a Appian ou Atlantic Nickel, acesse: https://atlanticnickel.com/ / https://appiancapitaladvisory.com/pt-br/.

 

Sobre a Appian Capital Brazil

A Appian Brasil é o braço regional da Appian Capital Advisory, a maior investidora global de private equity em metais e mineração. Fundada em 2011 em Londres com investimentos em diversos países, a empresa é referência no setor, com seu modelo diferenciado de mineração inteligente, respeitando o meio ambiente, trabalhando de forma integrada com as comunidades onde atua e apoiando o desenvolvimento destas regiões.  Com oito anos de atuação no mercado brasileiro e presente em dois estados (Minas Gerais e Bahia), o fundo se estabeleceu no país em 2018. Atualmente, o grupo possui três ativos no país: Atlantic Nickel, Graphcoa, além da subsidiária Omnigen Energy. Com sólido compromisso e missão de transformar recursos naturais em prosperidade e desenvolvimento sustentável, o grupo trabalha alinhada às melhores práticas ESG. Transformando regiões onde atua, aliado à Integração Social, o grupo Appian tem como prioridade o profundo respeito com as pessoas e com a segurança nas operações.

 

Contatos para imprensa:

Weber Shandwick

E-mail: appianpr@webershandwick.com

Luciana Messa– lmessa@webershandwick.com | Telefone: (11) 99155-7742

Giullia Falcetta – gfalcetta@webershandwick.com | Telefone: (11) 9 9398-4545

Paulo Lima – plima@webershandwick.com | Telefone: (11) 9 8879-1711

 
 


Público terá acesso a estande interativo e experiência imersiva com óculos de realidade virtual que mostra o projeto subterrâneo da Mina de Santa Rita, no município de Itagibá;
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