Com o passar do tempo, o ser humano percebeu que algumas de suas atitudes deveriam mudar, e o planeta foi o principal emissor desse aviso, que é apresentado em diversos formatos. O debate de consumismo x conscientização é, hoje, muito importante para as causas ambientais.
É importante pontuar que a preservação do meio ambiente depende de vários fatores, que na maioria das vezes, são responsabilidade de nós, humanos.
Embora as discussões sobre as mudanças climáticas, ou até mesmo o efeito estufa consiga gerar uma série de polêmicas, a sociedade começou a perceber a importância de compreender o debate em questão.
Mas a pergunta que fica é: se a sociedade sabe das consequências de suas atitudes, por que a mudança está acontecendo de uma forma tão lenta? Como que, em meio a esse cenário, ainda há pessoas que fazem o descarte incorreto de lixo?
É triste saber que, ao utilizar um produto, como um impermeabilizante de laje, as pessoas não sabem fazer o descarte correto do compartimento. Entretanto, essa prática está se tornando cada vez menos recorrente graças às campanhas em prol do meio ambiente.
Talvez seja necessário nós olharmos para nós mesmos para responder essa pergunta. Sabemos que existem grandes corporações que usam recursos energéticos não renováveis, o que provoca uma série de danos ambientais.
Outras corporações, infelizmente, lucram com a crueldade que é aplicada em cima dos animais. Por outro lado, temos empresas que trabalham com cobertura metálica que seguem as práticas que favorecem a preservação do meio ambiente.
Mas a questão é que, isolar a culpa nessas grandes corporações não é suficiente para responder à pergunta feita acima.
Para que aconteça, de fato, uma mudança no topo da pirâmide, é necessário que ocorra uma mudança na base responsável pelo consumo, ou seja, todos nós.
É, por exemplo, realizar uma reestruturação em uma empresa especializada em serviços de limpeza, onde é necessário trabalhar desde os gestores até os colaboradores.
Diante desse contexto, você pode começar a compreender que as atitudes humanas são os principais desencadeadores dos impactos ambientais, e por esse motivo, é necessário desenvolver um consumo consciente de certos recursos.
No geral, desde as atividades mais simples ou mais complexas, como desenvolver um bitzer compressores, precisa ser pensado com cuidado para não comprometer o meio ambiente.
Contudo, entender que essa prática do consumo insustentável, que hoje, para nós, é tão normal, possui origens e conceitos que servem para elucidar ainda mais a diferença entre a necessidade real e a necessidade que foi construída por um certo período.
Origens do consumo
Originalmente, o consumo surgiu atrelado à implementação do modelo de produção que é usado atualmente. Felizmente, a tecnologia tem nos ajudado com a preservação do meio ambiente, como o desenvolvimento de empilhadeiras elétricas e carros elétricos.
Através dos avanços tecnológicos, a economia de mercado passou a existir a partir do século XIX.
Já a sociedade da produção e do consumo em massa, foram disseminados e desenvolvidos apenas no século XX.
Por meio da Revolução Industrial, que aconteceu em decorrência da Primeira Guerra Mundial, a produção industrial em série - principalmente, de artefatos bélicos - se desenvolveu tanto no setor técnico, quanto no próprio mercado.
Dessa forma, a produção industrial dos demais produtos e artefatos de consumo sofreu um aumento equivalente à escala de fabricação. Entretanto, com a crise de 1929, foi possível notar que apenas investir na produção de mercadoria não seria o suficiente.
Em outras palavras, isso significa que seria necessário criar uma demanda que iria além das necessidades básicas.
Nesse período, a indústria de comunicação estava em uma grande ascensão, e passou a colaborar para esse fim. Considerando que a comunicação é uma expressão e parte da cultura, a indústria dessa área passou a influenciar o modo de organização e pensamento da sociedade.
Com todos esses aspectos somados, após a Segunda Guerra Mundial, foram desenvolvidas as teorias de “capital humano” que, em resumo, trata o indivíduo como um componente do sistema de produção.
Dessa forma, cada pessoa que é projetada no sistema social é considerada como trabalhador e consumidor em potencial. Vale pontuar que o conceito de cultura de massa está ligada à lógica de uma cultura transformada em mercadoria.
Embora a ideia de que a indústria cultural tenha ampliado o acesso à cultura, o caminho tomado foi totalmente o inverso do esperado. Essa indústria tem banalizado a formação cultural com o objetivo de favorecer a criação de um produto de rápida assimilação e consumo.
A relação do consumismo, publicidade e cultura
O que além dos modelos do sistema de produção, pode nos influenciar no consumo dos produtos? Quais são as motivações que estão por trás do consumo de bens e serviços?
De acordo com alguns estudiosos sobre o assunto, o consumo tem o poder de preencher um vazio inerente do ser humano. Ou seja, não precisa fazer um mapeamento ou uma espécie de levantamento topográfico para saber que o humano, hoje, fica mais feliz quando compra algo.
Diante desse sentido, acaba sendo construído uma relação entre o capitalismo e a sociedade, onde as duas partes desta relação se aproveitam do “desejo de desejar” e da satisfação pessoal que é criada a partir do momento que o produto é adquirido.
Vale pontuar que outros aspectos são responsáveis por influenciar o consumo de certos produtos, como a publicidade, meios de comunicação e a obsolescência programada. Todos esses fatores possuem um papel fundamental no consumo.
Durante a Guerra Fria, os avanços tecnológicos alcançaram níveis que jamais foram imaginados na época, e os meios de comunicação se tornaram globais.
Após esse conflito ter acabado, foram iniciados debates sobre a globalização. Nesse período, aconteceu uma mundialização do modo de produção capitalista e se criou, ao menos em teoria, uma sociedade civil mundial.
Em resumo, essa teoria diz que a indústria cultural começa um processo de padronização dos modelos de consumo e pensamento, que afeta diretamente a sociedade civil.
A heterogeneidade cultural inerente às diversidades humanas, na indústria cultural, é uma heterogeneidade coerente na qual o fator identidade é o consumo e o de integração é, propriamente dito, o mercado.
De acordo com a colocação de Sérgio Campos Gonçalves, um dos principais estudiosos sobre o tema, o mesmo vê o homem como uma peça de uma grande máquina (a sociedade de consumo) onde a lógica de funcionamento não compreende e que é de sua criação.
Portanto, essa mesma máquina passa a recriar o homem do zero, trabalhando todas as suas características e valores.
Dito isso, conforme a sociedade de consumo vai se consolidando ao decorrer do tempo, muitas vezes, acaba sendo banalizada para o rápido consumo.
Contudo, campanhas criadas por empresas como uma consultoria ambiental, ou até mesmo órgãos do governo, vem mudando esse panorama.
Trata-se de um processo que é favorecido, principalmente, pela indústria da comunicação e suas ações, que envolve a publicidade, principal fator responsável por criar uma demanda não essencial na sociedade.
Com isso, podemos dizer que o estilo e a qualidade de vida que são baseados no consumo, assumem caráter de identidade cultural e o consumismo passa a fazer parte de maneira ainda mais intensa nas relações sociais.
Consumo sustentável e consciente e considerações finais
Com o surgimento das questões ambientais, a redução dos recursos naturais e a associação do consumismo ao desperdício, novas tendências começaram a surgir de uma forma mais frequente na sociedade.
A sustentabilidade anda conectada com a conscientização, e são inseridas no pensamento das pessoas e a expectativa é que o consumidor consciente tende a se impor perante as regras do mercado.
Resumidamente, o consumo consciente é a prática de consumir melhor. Trata-se de um consumo diferente, que vai contra ao paradigma comportamental de consumo imediatista, que visa apenas a satisfação rápida e o lucro, sem pensar nas consequências que podem ser geradas ao meio ambiente.
Esse tipo de consumo também é conhecido como “consumo sustentável”, ou “consumo verde”. O consumismo infantil, por exemplo, parece estar indo contra a sustentabilidade, e medidas passam a ser tomadas nesse requisito.
Mesmo assim, essas tendências não conseguem atingir igualmente toda a sociedade, considerando que, na maioria das vezes, os preços dos produtos verdes não são acessíveis para grande parte das pessoas.
Contudo, se ocorrer alguma mudança na demanda, de alguma forma, a oferta precisa atender essa alteração. É um processo comum, que se aplica desde uma empresa de aluguel de gerador, até mesmo para uma loja virtual de roupas.
Felizmente, o atual cenário do planeta conta com algumas campanhas que trabalham em prol de um consumo mais consciente. Afinal, é através do meio ambiente que temos:
Água;
Alimentos;
Matérias-primas;
Recursos para avanços tecnológicos.
No mais, vale a pena conferir algumas destas campanhas que podem ser vistas facilmente no YouTube, além de, claro, compartilhar os vídeos para disseminar uma ideia mais sustentável.
Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.
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