São Paulo, abril de 2024 - A Universidade Santo Amaro (Unisa) – uma das mais importantes faculdades médicas do país – em parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR)
dá início a sua participação em estudo para mapear a saúde de
comunidade indígenas no estado de São Paulo. No mês de celebração ao Dia
dos Povos Indígenas (19), cientistas de universidades públicas e
privada se reúnem para analisar a saúde de indígenas localizados na
cidade litorânea de Peruíbe, em São Paulo.
Nesta
etapa do projeto, conduzida pela equipe da Unisa, contou com médicos,
veterinários, biólogos, biomédicos e enfermeiros de ambas as
instituições, cujo objetivo é identificar a presença de possíveis
doenças, que possam acometer a população indígena. O programa, que teve
início em 2020, na região Sul, no Paraná, nas aldeias de Piraquara, São
José dos Pinhais e Guaraqueçaba; segue para o Sudeste do país, no
litoral paulista.
De acordo com o responsável pelo estudo o professor e doutor Alexander Welker Biondo, da Universidade Federal do Paraná,
neste mês, um grupo de pesquisadores estiveram nas aldeias situadas no
município de Peruíbe. “A visita realizada contou com a participação de
uma equipe de 35 participantes, entre professores, pesquisadores e
alunos da Universidade Santo Amaro”, comenta o professor.
Para o pró-reitor de Pós-graduação e Pesquisa da Universidade Santo Amaro, professor e doutor Rafael Garabet Agopian,
a experiência adquirida pelos cientistas e pesquisadores da Unisa no
Programa de Mestrado e Doutorado em Saúde Única permitiu contribuir com
este estudo nas aldeias. “A Universidade Santo Amaro tem sido
reconhecida pelos trabalhos de pesquisa associados a saúde, bem-estar e
biodiversidade, como o projeto de recuperação dos lobos-guarás com
sarna, na Estação Ecológica de Itirapina, no interior do estado de São
Paulo”, ressalta o pró-reitor.
Ainda
segundo o professor Rafael, ao lado dos pesquisadores da UFPR, a
atuação no mapeamento de saúde nas aldeias do litoral paulista, contou
com a participação de profissionais da saúde, como médicos, enfermeiros,
fisioterapeutas, nutricionistas, biomédicos e médicos veterinários, que
estiveram em campo, para realizar desde o contato com os indígenas ao
mapeamento dos animais que convivem dentro das aldeias.
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