Iniciativa é para combater vetores da febre maculosa que atinge humanos.
Áreas verdes do Parque Cesamar, em Palmas, também serão monitoradas.
Depois de tomar banho no lago, as capivaras passeiam pelo Parque Cesamar (Foto: Monique Almeida/G1)Conforme o diretor de Vigilância à Saúde da capital, Whisllay Maciel Bastos, a iniciativa é combater possíveis vetores da doença, que é também conhecida como febre do carrapato, e é transmitida pelo carrapato-estrela ou micuim infectado por uma bactéria. Para haver transmissão da doença, o carrapato infectado precisa ficar pelo menos quatro horas fixado na pele das pessoas. Não existe transmissão da doença de uma pessoa para outra.
Bastos diz que o trabalho será feito em etapas. Primeiro será feita uma pesquisa nos locais de maior infestação, depois serão delimitadas as áreas e em seguida será feita a aplicação de um produto, tanto nos locais onde as capivaras repousam, quanto nos animais. “A ideia é aplicar também nos animais, mas vamos ver se é possível”, explica, dizendo que o trabalho será feito por técnicos do Centro de Controle de Zoonoses junto com as secretarias municipais de Meio Ambiente e de Desenvolvimento Urbano.
Capivaras tomam sol, após se refrescarem nas água do lago no Parque Cesamar(Foto: Monique Almeida/G1)
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